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Id: biblio-1119307
Autor: Bines, José.
Título: Atividade de acetato de megestrol em mulheres na pós- menopausa com câncer de mama avançado após progressão de inibidor de aromatase: estudo de fase II / [Megestrol acetate activity in postpartum women menopause with advanced breast cancer after progression of aromatase inhibitor: phase II study].
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2014. 108 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução: Novos tratamentos são dispendiosos e muitas vezes tem custo proibitivo em países de baixa e média renda. Dessa forma, há uma necessidade urgente de desenvolvimento de alternativas, tais como a avaliação de fármacos que perderam sua patente. Acetato de megestrol (AM) tem uma longa história no tratamento do câncer de mama, mas recentemente tem sido menos utilizado devido ao advento de novos agentes. Esse estudo de fase II avaliou a atividade antitumoral e a toxicidade de AM em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado hormônio-sensível, após progressão de doença durante terapia com inibidor de aromatase (IA) nãoesteroidal de terceira-geração. Pacientes e métodos: Pacientes elegíveis tinham câncer de mama metastático tratado com IA por um período mínimo de 6 meses de sobrevida livre de progressão durante o tratamento da doença avançada, ou recorrência após um ano ou mais em caso de tratamento adjuvante. As pacientes receberam AM como dose oral única de 160 mg diária. O objetivo principal era benefício clínico. Resultados: Quarenta e oito pacientes foram incluídas. O benefício clínico foi de 40% (IC 95% 25%-55%). A sobrevida livre de progressão foi de 3,9 (IC 95% 3.0­4.8) meses e a duração mediana do benefício clínico de 10 (IC 95% 8.0­ 14.2) meses. Efeitos colaterais grau 3 foram: anemia (2%), dispneia (2%), fadiga (2%), dor músculo-esquelética (4%), trombose venosa profunda (10%) e ganho de peso (2%). Conclusões: Esse é o primeiro estudo a avaliar de forma prospectiva a eficácia e a segurança de AM em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado com doença hormônio-sensível após progressão de IA. AM demonstrou atividade e boa tolerabilidade nesse cenário e assim permanece como uma opção a ser considerada em situação de limitação de recursos. Esses resultados também justificam a continuidade da exploração de novos progestágenos no tratamento do câncer de mama. Palavras chave: câncer de mama, tratamento, acetato de megestrol
Descritores: Neoplasias da Mama/tratamento farmacológico
Acetato de Megestrol
-Antineoplásicos
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Fase II
Responsável: BR440.1 - Biblioteca Geraldo Matos de Sá . Hospital do Câncer I
BR440.1


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Id: biblio-943727
Autor: Bines, José.
Título: Atividade de acetato de magestrol em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado pós progressão de inibidor de aromatase: estudo de fase II / Activity of megestrol acetate in postmenopausal women with advancedbreast cancer after non-steroidal aromatase inhibitor failure: a phase II trial.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2014.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução: Novos tratamentos são dispendiosos e muitas vezes tem custo proibitivo em países de baixa e média renda. Dessa forma, há uma necessidade urgente de desenvolvimento de alternativas, tais como a avaliação de fármacos que perderam sua patente. Acetato de megestrol (AM) tem uma longa história no tratamento do câncer de mama, mas recentemente tem sido menos utilizado devido ao advento de novos agentes. Esse estudo de fase II avaliou a atividade antitumoral e a toxicidade de AM em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado hormônio-sensível, após progressão de doença durante terapia com inibidor de aromatase (IA) não esteroidal de terceira-geração. Pacientes e métodos: Pacientes elegíveis tinham câncer de mama metastático tratado com IA por um período mínimo de 6 meses desobrevida livre de progressão durante o tratamento da doença avançada, ourecorrência após um ano ou mais em caso de tratamento adjuvante. As pacientes receberam AM como dose oral única de 160 mg diária. O objetivo principal era benefício clínico. Resultados: Quarenta e oito pacientes foram incluídas. O benefício clínico foi de 40% (IC 95% 25%-55%). A sobrevida livre de progressão foi de 3,9 (IC 95% 3.0–4.8) meses e a duração mediana do benefício clínico de 10 (IC 95% 8.0–14.2) meses. Efeitos colaterais grau 3 foram: anemia (2%), dispneia (2%), fadiga (2%), dor músculo-esquelética (4%), trombose venosa profunda (10%) e ganho depeso (2%). Conclusões: Esse é o primeiro estudo a avaliar de forma prospectiva a eficácia e a segurança de AM em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado com doença hormônio-sensível após progressão de IA. AM demonstrouatividade e boa tolerabilidade nesse cenário e assim permanece como uma opção a ser considerada em situação de limitação de recursos. Esses resultados também justificam a continuidade da exploração de novos progestágenos no tratamento do câncer de mama

Background: As novel treatments carry substantial price tags and are mostly costprohibitive in low- and middle-income countries, there is an urgent need to develop alternatives, such as off-patent drugs. Megestrol acetate (MA) has a longstanding history in the treatment of breast cancer, but recently it is being used less often due tothe advent of newer agents. Patients and methods: This two-stage phase II trial evaluated the antitumor activity and toxicity of MA in postmenopausal women with hormone-sensitive advanced breast cancer who had experienced disease progressionon a third generation nonsteroidal aromatase inhibitor (NSAI). Eligible patients had metastatic breast cancer treated with a NSAI with at least 6-month progression-free survival (PFS), or relapse after ≥1 year on adjuvant NSAI. Patients received MA at asingle daily oral dose of 160 mg. Primary end point was clinical benefit rate (CBR). Results: Forty-eight patients were enrolled. The CBR was 40% [95% confidence interval (CI) 25% to 55%], and the median duration of clinical benefit was 10.0 (95%CI 8.0–14.2) months. The median PFS was 3.9 (95% CI 3.0–4.8) months. The most common grade 3 adverse events were anemia (2%), dyspnea (2%), fatigue (2%), musculoskeletal pain (4%), deep vein thrombosis (10%), and weight gain (2%). Conclusions: This is the first study to prospectively evaluate the efficacy and safetyof MA in postmenopausal women with hormone-sensitive disease progressing on a NSAI. MA has demonstrated activity and acceptable tolerability in this setting, and therefore remains a reasonable treatment option in a cost-sensitive environment. These results also provide the background for further evaluation of progestins in the treatment of breast cancer
Descritores: Antineoplásicos
Neoplasias da Mama
Acetato de Megestrol
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR440.1 - Biblioteca Geraldo Matos de Sá . Hospital do Câncer I
BR440.1


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-471740
Autor: Vassiliadi, Dimitra; Tsagarakis, Stylianos.
Título: Unusual causes of Cushing's syndrome: [review]
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;51(8):1245-1252, nov. 2007. tab.
Idioma: en.
Resumo: Although in the majority of the patients with Cushing's syndrome (CS), hypercortisolism is due to ACTH hypersecretion by a pituitary tumour or to ectopic ACTH secretion from an extrapituitary neoplastic lesion or to autonomous cortisol secretion by an adrenal tumour, in occasional patients a much rarer entity may be the cause of the syndrome. Herein, we attempted to summarise and categorise these unusual causes according to their presumed aetiology. To this end, we performed a comprehensive computer-based search for unusual or rare causes of CS. The following unusual forms of CS were identified: (i) ACTH hyperesecretion due to ectopic corticotroph adenomas in the parasellar region or the neurohypophysis, or as part of double adenomas, or gangliocytomas; (ii) ACTH hypersecretion due to ectopic CRH or CRH-like peptide secretion by various neoplasms; (iii) ACTH-independent cortisol hypersecretion from ectopic or bilateral adrenal adenomas; (iv) glucocorticoid hypersensitivity; (v) iatrogenic, due to megestrol administration or to ritonavir and fluticasone co-administration. Such unusual presentations of CS illustrate why Cushing's syndrome represents one of the most puzzling endocrine syndromes.

Embora na maioria dos pacientes com síndrome de Cushing (SC), o hipercortisolismo se deva à hipersecreção de ACTH resultante de um tumor hipofisário ou de uma fonte ectópica de ACTH por uma lesão neoplásica extra-hipofisária, ou ainda pela secreção autônoma de cortisol por um tumor adrenal, ocasionalmente uma entidade muito mais rara pode ser a causa da síndrome. Nesta revisão, tentaremos sumarizar e categorizar essas causas incomuns de acordo com sua pressuposta etiologia. Para isso, fizemos uma ampla pesquisa por computador em busca dessas causas raras ou não usuais de SC. As seguintes formas não usuais de SC foram identificadas: (i) hipersecreção de ACTH devida a adenomas corticotróficos ectópicos na região parasselar ou na neuro-hipófise, ou como parte de adenomas duplos, ou gangliocitomas; (ii) hipersecreção de ACTH devida à secreção ectópica de CRH ou peptídeo CRH-símile por várias neoplasias; (iii) hipersecreção de cortisol ACTH-independente por adenomas adrenais ectópicos ou bilaterais; (iv) hipersensibilidade aos glicocorticóides; (v) iatrogênica, devida à administração de megestrol ou à co-administração de ritonavir e fluticasona. Essas apresentações incomuns da SC ilustram por que essa síndrome é considerada uma das mais desafiadoras da endocrinologia.
Descritores: Síndrome de Cushing/etiologia
-Síndrome de ACTH Ectópico/complicações
Neoplasias das Glândulas Suprarrenais/complicações
Glucocorticoides/efeitos adversos
Neoplasias Hepáticas/complicações
Acetato de Megestrol/efeitos adversos
Neoplasias Ovarianas/complicações
Neoplasias Hipofisárias/complicações
Ritonavir/efeitos adversos
Limites: Feminino
Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-259445
Autor: Benguigui de Totah, Alegría; Pifano, Imelda; Nass de Ledo, Ingrid; Ocando, Alejandra; Maza, Ivelitze; Beaujón Balbi, Oscar.
Título: Cáncer de mama metastásico al nervio óptico / Methastasic mama cancer a the optic nerve
Fonte: Rev. oftalmol. venez;54(2):45-7, abr.-jun. 1998. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se presenta el caso de una paciente femenina de 50 años de edad con diagnóstico de carcinoma de mama derecha de 7 años de evolución, con clínica de dolor óseo generalizado y disminución de la agudeza visual bilateral. Los estudios de extensión revelaron un estadio IV con enfermedad metastásica en hueso, hígado y bilateral al nervio óptico. Recibió tratamiento multidisciplinario con radioterapia paliativa a ambas órbitas, encéfalo, zonas dolorosas óseas y en huesos de sostén, se añadió hormonoterapia con Acetato de megestrol, tamoxifén y dexametasona. Se obtuvo una respuesta parcial satisfactoria con incremento de la agudeza visual y disminución del dolor óseo. El tratamiento paliativo de los pacientes con enfermedad avanzada, permite obtener respuestas subjetivas importantes, al mejorar la sintomatología logramos que el paciente se integre a su entorno familiar y social elevando su calidad de vida, cumplimos así con uno de los preceptos de la medicina "aliviar el dolor", comprender el sufrimiento y aumentar la esperanza en la vida
Descritores: Neoplasias da Mama/diagnóstico
Neoplasias da Mama/patologia
Dexametasona/uso terapêutico
Acetato de Megestrol/uso terapêutico
Metástase Neoplásica/radioterapia
Nervo Óptico/patologia
Tamoxifeno/uso terapêutico
Percepção Visual
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: lil-254781
Autor: Suleiman, Jamal Muhamad A. H; Suleiman, Grace Sanches Muhamad A. H; Alberghini, Eliege de Fátima; Bittencourt, Célia Regina de Oliveira.
Título: Estudo de fase II de acetato de megestrol em anorexia e perda de peso em pacientes com AIDS / Phase II trial of megestrol acetate in patients with Aids-related anorexia and weight loss
Fonte: Arq. bras. med;73(1/2):23-6, jan.-abr. 1999. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivos: Avaliar o efeito da suspensäo oral de acetato de megestrol na alteraçäo de peso corpóreo, na diminuiçäo da anorexia e na melhora da qualidade de vida de pacientes com AIDS. Desenho do Estudo: Estudo aberto, com 600 mg de acetato de megestrol em suspensäo oral, por dia, por 12 semanas. Pacientes: Foram envolvidos no estudo 20 pacientes soropositivos para HIV, estando na faixa de 30 porcento de seu peso ideal e que perderam mais de 10 por cento de seu peso corpóreo inicial desde o diagnóstico da infecçäo por HIV. Resultados: Foram avaliados 20 pacientes soropositivos para HIV, sendo 8 (40 por cento) do sexo feminino, 12 (60 por cento) do sexo masculino, com idade média de 33,7 anos, recebendo 600mg/dia de acetato de megestrol. Antes do uso da medicaçäo do estudo, os pacientes apresentavam peso médio de 55,3 Kg e após o uso da mesma este valor passou a 62,8 Kg com ganho percentual de 13,6 porcento. Conclusöes: A ingestäo do medicamento acetato de megestrol teve grande importância na melhora do estado nutricional dos pacientes, uma vez que a maioria apresentou aumento de apetite e conseqüente aumento de peso sem apresentar intercorrências que pudessem interferir no diagnóstico do seu estado nutricional.
Descritores: Anorexia/tratamento farmacológico
Anorexia/etiologia
Ensaios Clínicos como Assunto
Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
Acetato de Megestrol/administração & dosagem
Acetato de Megestrol/uso terapêutico
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/complicações
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/tratamento farmacológico
Perda de Peso/efeitos dos fármacos
-Administração Oral
Estado Nutricional
Qualidade de Vida
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR11.1 - Biblioteca



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