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Id: biblio-875643
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática / Levonorgestrel-releasing intrauterine system for the treatment of idiopathic menorrhagia.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A DOENÇA: Aspectos clínicos e epidemiológicos da doença: A menorragia é clinicamente definida como a perda sanguínea, durante o período menstrual, excessiva em quantidade ou número de dias (definidos como habituais naquela mulher). O sangramento excessivo é considerado na maioria dos casos, aquele que envolvem uma perda de sangue menstrual maior que 80 ml. Em um sentido mais amplo, a menorragia também é definida como a perda excessiva de sangue menstrual que interfere com a qualidade física, social, emocional e /ou material de uma mulher. Isso pode ocorrer por si só ou em combinação com outros sintomas. Esta condição não está associada com uma mortalidade significativa, no entanto, trata-se de causa comum de procura ao ginecologista. Deve-se distinguir a menorragia de outros diagnósticos ginecológicos comuns. Isso inclui a metrorragia (perda sanguínea, de origem corporal, fora do período menstrual), menometrorragia (perda sanguínea irregular e prolongada) e polimenorréia (sangramento com intervalos menores do que 21 dias). Muitas vezes estes termos recebem descrições e definições conflitantes. Em boa parte das mulheres que sofrem de menorragia, as patologias ou causas que levam à perda excessiva de sangue não podem ser identificadas, justificando dessa forma a denominação menorragia idiopática. . Esse diagnóstico é firmado após a realização de exames diagnósticos, como a ultrassonografia, e o descarte de outras condições que poderiam levar à desregulação ou sangramento em excesso, como endometriose, terapia de reposição hormonal, dentre outros. Outras causas como complicações da gestação (ectópica, aborto), doenças pélvicas (mioma, pólipo endometrial ou cervical, adenomiose, cervicite, grave infecção vaginal, carcinoma do trato reprodutivo, hiperplasia endometrial), doenças sistêmicas (distúrbios hemostáticos, distúrbios da tireóide, lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal crônica, insuficiência hepática) e causas iatrogênicas (hormonioterapia, contraceptivos injetáveis, medicamentos como tranquilizantes, antidepressivos, anticoagulantes e corticoides) também devem ser afastadas. Os dados epidemiológicos da menorragia idiopática são bastante imprecisos, pela própria subjetividade ou dificuldade em se determinar um sangramento menstrual excessivo. Assim, os estudos trazem acometimentos entre 8,0-51,6% de mulheres com uma maior prevalência em mulheres com idade mais avançada. No Brasil, não há uma estatística nacional sobre a doença, mas um estudo realizado em 2011 na cidade de Pelotas-RS mostrou que a prevalêcia de mulheres com menorragia atendidas pelo SUS de 2006 a 2011 foi de 35,3%, com maior prevalência entre as mulheres mais velhas e com elevado número de gravidezes. TRATAMENTO RECOMENDADO: O tratamento médico da menorragia pode envolver tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos, e a escolha do tratamento adequado deve levar em conta algumas condições individuais das mulheres, como idade, doença concomitantes, tratamentos anteriores, opção pela fertilidade e o próprio custo do tratamento, que estará relacionado à sua adesão ao tratamento. Como alternativas de tratamento para a menorragia temos: Antiinflamatórios não esteróides, Contraceptivos orais, Terapia com prostagênio, Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina, Danazol, Estrogênios conjugados, Ácido tranexâmico, Sistema intra-uterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG), Curetagem, Ablação endometrial, Histerectomia. A TECNOLOGIA: Levonorgestrel - O levonorgestrel é um progestógeno com atividade anti-estrogênica utilizado em ginecologia de diversas formas: como componente progestogênico em contraceptivos orais e na terapia de reposição hormonal ou isoladamente para contracepção em pílulas contendo somente progestógeno e implantes subdérmicos. O lenorgestrel também pode ser administrado na cavidade uterina por meio de um endoceptivo (SIU) possibilitando o uso de doses menores, com liberação diretamente no órgão-alvo. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Além da análise dos estudos apresentados pelo demandante, a Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. Para isso, foi considerada a estratégia de busca descrita no Quadro 3, tendo como principal critério de inclusão o tipo de estudo considerado a melhor evidência para avaliar a eficácia de uma tecnologia para tratamento, isto é, revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados (ECR). Outro critério de inclusão foi estudos que avaliassem a eficácia e/ou segurança do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel no tratamento de Menorragia Idiopática. Alguns critérios de exclusão foram estabelecidos: registros de ensaios controlados em andamento, revisões narrativas, estudos sobre outros medicamentos que não o de interesse, estudos que incluam outras indicações do medicamento, estudos de biologia molecular ou ensaios pré-clínicos (com modelos animais), estudos fase I/II, estudos sem grupo comparador, relatos ou séries de casos, e estudos escritos em outro idioma que não inglês, português ou espanhol. Não houve restrições com relação à data de publicação, sendo resgatados artigos até a data de 29/01/2013. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As evidências atualmente disponíveis sobre eficácia e segurança do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg mostram que o produto apresentou-se como alternativa possível a mulheres com menorragia idiopática, com resultados de redução do sangramento menstrual superior ao das terapias farmacológicas existentes e, em termos de melhora na qualidade de vida, similares ao da histerectomia, alternativa cirúrgica padrão-ouro com 100% de eficácia. No entanto, a evidência comparando diretamente os desfechos entre o uso do SIU-LNG e a histerectomia ainda é escassa, e não demonstrou superioridade em relação à histerectomia sob qualquer aspecto, sugerindo-se que estudos de longo prazo sejam realizados para avaliar as taxas de permanência e satisfação com o dispositivo, e se o tratamento cirúrgico está sendo de fato evitado ou apenas postergado. Mesmo considerando o fato de que a opção pelo SIU-LNG é menos invasiva e com menor potencial para complicações do que o procedimento cirúrgico da histerectomia, observou-se nos estudos uma alta taxa de descontinuação do uso do SIU-LNG pelas mulheres e posterior opção pela cirurgia. Considerando todas as limitações metodológicas e de impacto orçamentário, os resultados sugerem que a tecnologia demandada, no contexto do Sistema Único de Saúde, não apresentou superioridade clínica e pode não ser mais custo-efetiva que a histerectomia, procedimento padrão já incorporado ao SUS, com similaridade em relação aos aspectos de qualidade de vida, além de maior eficácia. Assim, o conjunto de argumentos à disposição configura-se como insuficiente para assegurar que a incorporação do produto, dentro da indicação e escopo oferecidos, apresenta reais e inequívocas vantagens para o sistema de saúde público brasileiro. DELIBERAÇÃO FINAL: Na 15º reunião ordinária, os membros do plenário da CONITEC discutiram todas as contribuições da consulta pública, no entanto nenhuma delas trouxe informações ou dados relevantes para a mudança da decisão. Houve consenso que o SIU-LNG não se aplica a toda a população-alvo apresentada pelo demandante, e que o SUS dispõe de outras opções terapêuticas farmacológicas para o tratamento desta condição, nos casos em que não é necessária a histerectomia. Assim, os membros da CONITEC presentes na 15º reunião ordinária, ratificaram, por unanimidade, a deliberação de não recomendar a incorporação do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg para o tratamento da menorragia idiopática. DECISÃO: PORTARIA Nº 31, de 3 de julho de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Levanogestrel
Estrogênios Conjugados (USP)/uso terapêutico
Anticoncepcionais Orais/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Gonadotropinas/uso terapêutico
Dispositivos Intrauterinos
Menorragia/tratamento farmacológico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Dilatação e Curetagem/métodos
Técnicas de Ablação Endometrial
Histerectomia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1224073
Autor: Silva, Julio Cesar Rosa e; Valerio, Fernando Passador; Herren, Helmer; Troncon, Julia Kefalás; Garcia, Rodrigo; Poli Neto, Omero Benedicto.
Título: Endometriose: aspectos clínicos do diagnóstico ao tratamento / Endometriosis: clinical aspects from diagnosis to treatment
Fonte: Femina;49(3):134-141, 20210331. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A suspeita clínica de endometriose geralmente envolve a história clínica da paciente e exame físico, abordando sua sintomatologia e história pessoal e familiar. Entretanto, a apresentação clínica da doença varia consideravelmente, sem características clínicas patognomônicas, fato que dificulta o seu diagnóstico. Um diagnóstico presuntivo de endometriose pode ser fortemente sugerido pela ultrassonografia transvaginal e pela ressonância magnética em casos de endometrioma ou endometriose infiltrativa profunda. No entanto, esses exames de imagem não possuem a sensibilidade e a especificidade necessárias quando se trata de endometriose peritoneal superficial. O biomarcador sérico mais utilizado na investigação da endometriose foi o CA-125, que não apresenta sensibilidade (70%-75%) suficiente para sua indicação na prática clínica. Portanto, apesar de seu risco e alto custo, a videolaparoscopia e a análise anatomopatológica subsequente ainda se apresentam como o procedimento padrão-ouro para o diagnóstico definitivo de endometriose. Assim, com o objetivo de demonstrar quais exames seriam necessários para o diagnóstico dessa doença, realizamos uma revisão sistemática da literatura, cujos dados estão descritos a seguir.(AU)
Descritores: Cirurgia Vídeoassistida
Endometriose/cirurgia
Endometriose/etiologia
Endometriose/diagnóstico por imagem
-Progestinas/uso terapêutico
Anticoncepcionais Orais Combinados/uso terapêutico
Endometriose/tratamento farmacológico
Gonadotropinas/agonistas
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Id: lil-641937
Autor: Ropelato, M. G.
Título: Alteraciones neuroendocrinas del síndrome de poliquistosis ovárica en la adolescencia / Neuroendrocrine anormalities in adolescents with polycystiz ovary sindrome
Fonte: Rev. argent. endocrinol. metab;45(2):89-111, abr.-jun. 2008. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: El síndrome de poliquistosis ovárica (SPCO) es una de las endocrinopatías más comunes que afecta a las mujeres en edad reproductiva, su expresión clínica comienza en edad perimenárquica y si bien fue descripto hace más de 70 años, hasta el presente, el(los) mecanismo(s) fisiopatológico(s) que lo origina(n) no se conoce(n) con certeza. Debido a la gran heterogeneidad en la expresión clínica y bioquímica que caracteriza al SPCO es probable que existan subgrupos de pacientes en las que sea posible identificar alguno de los mecanismos implicados en la patogenia como el responsable de los principales signos y síntomas observados. La presente revisión propone conocer en profundidad las anormalidades neuroendocrinas como uno de los principales componentes del síndrome. En nuestra experiencia, las adolescentes con SPCO presentan hipersecreción de LH (aumento de la masa de LH secretada por pulso, de la frecuencia de pulsos y de la tasa de producción), y un patrón desordenado de secreción de LH (mayores valores de ApEn) en relación a adolescentes eumenorreicas. Varias líneas de evidencia sugieren que uno de los mecanismos responsables de estos defectos es el aumento de frecuencia de secreción del GnRH. Las adolescentes con SPCO secretan moléculas de LH con mayor actividad biológica y mayor proporción de isoformas con punto isoeléctrico más alcalino que las adolescentes eumenorreicas. La preponderancia de isoformas más básicas y más bioactivas en estas pacientes se relaciona con elevados niveles séricos de 17-hidroxiprogesterona, androstenodiona (A) y testosterona (T). El aumento de la frecuencia de pulsos de GnRH y un microambiente hormonal caracterizado por exceso de andrógenos podrían conjuntamente promover la predominante secreción de este tipo de isoformas de LH. En ausencia de obesidad, las pacientes con SPCO presentan un incremento de la tasa de producción de GH y un patrón de secreción más ordenado (menores valores de ApEn, similar al patrón de secreción de GH observado en el varón adulto). La mayor secreción de GH podría potenciar la acción gonadotrófica sobre la esteroideogénesis ovárica. Analizando la sincronía entre pares de hormonas relacionadas mediante dos técnicas complementarias (cross ApEn y cross correlación) se demuestra que las adolescentes con SPCO presentan un deterioro en las asociaciones entre LH-andrógenos comparadas con las adolescentes eumenorreicas. El desacople de la secreción bihormonal (LH-A y LH-T) en adolescentes con SPCO es consistente con defectos en el control de la secreción ovárica de andrógenos dependiente de LH y con una alteración en el control negativo que ejercen los andrógenos sobre la secreción GnRH/LH. Estas alteraciones neuroendocrinas en la unidad GnRH/LH y andrógenos ováricos podrían promover el hiperandrogenismo y alterar la maduración folicular.

Polycystic ovary syndrome (PCOS) is the most common endocrine disorder among women in reproductive age, frequently begins during adolescence causing menstrual irregularity and hirsutism. Although described up more than seventy years ago, the primary pathophysiologic mechanisms underlying this disorder remain unknown.There is not a single etiologic factor that fully accounts for the spectrum of abnormalities in the PCOS. This review addresses current knowledge about the neuroendocrine abnormalities as a major component of the syndrome. From this perspective, adolescents with PCOS exhibit an accelerated frequency and/or higher amplitude of LH pulses, augmentation of secretory burst mass, and a more disorderly LH release (higher ApEn) than eumenorrheic adolescents. Several lines of evidence suggest that the mechanisms underlying the defects in LH secretion in PCOS include an increased frequency of GnRH secretion. These patients also show elevated in vitro LH bioactivity and a preponderance of basic LH isoforms, which correlate positively with elevated serum of 17-hydroxyprogesterone, androstenedione (A), and testosterone (T) concentrations. Heightened GnRH drive of gonadotropin secretion and steroid-permissive milieu appear to jointly promote elevated secretion of basic LH isoforms. Non obese adolescents with PCOS secrete GH at a higher rate and with more orderly patterns (resembling a male profile) than controls. Indeed, GH appears to act as a co-gonadotropin. When synchronicity of paired hormone profiles was appraised by two independent, but complementary, statistical tools (cross-entropy and cross correlation), concomitant uncoupling of the pairwise synchrony of LH - androgens was demonstrated in girls with PCOS. Asynchrony of LH-A and LH-T pairs further localizes a pathway defect to LH-dependent feedforward control of ovarian androgen secretion. These abnormalities are also consistent with altered androgen negative feed-back regulation of GnRH/LH output. These data suggest that in PCOS there are anomalies of signaling between GnRH/LH and ovarian androgens that promote hiperandrogenism and impaired follicle maturation.
Descritores: Síndrome do Ovário Policístico/sangue
Síndrome do Ovário Policístico/diagnóstico por imagem
Gonadotropinas/fisiologia
-Hormônio Liberador de Gonadotropina
Hiperandrogenismo
Gonadotropinas/efeitos adversos
Gonadotropinas/química
Hormônios/química
Distúrbios Menstruais
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: AR635.1 - FCVyS - Servicio de Información y Documentación


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Id: biblio-1171280
Autor: Faletti, Alicia.
Título: Leptina y función ovárica / Leptin and ovarian function
Fonte: Rev. Soc. Argent. Endocrinol. Ginecol. Reprod;16(2):5-14, ago. 2009.
Idioma: es.
Resumo: La leptina, producto del gen de la obesidad (ob), es una proteína sintetizada principalmente por el tejido adiposo y secretada al torrente sanguíneo. Está caracterizada como una hormona que regula el apetito y el gasto energético a través de su acción a nivel central. Sin embargo, esta hormona tiene muchos otros efectos como consecuencia de su interacción directa en sistemas periféricos. Esta proteína media sus efectos a través de receptores específicos, que presentan distintas isoformas y están ampliamente distribuidos en diversos tejidos, incluyendo el eje hipotálamo-hipófisis-ovario. La leptina ejerce diferentes efectos sobre la reproducción en múltiples sistemas y el principal sitio de acción depende de los niveles circulantes de la proteína y de la expresión de sus receptores. Se necesita un estrecho y específico rango de concentración de leptina para mantener una función reproductiva normal, ya que concentraciones por debajo o superiores a esos umbrales interfieren en la capacidad reproductiva tanto a nivel central como ovárico. Es capaz de ejercer efectos directos sobre la función ovárica, tanto inhibitorios como estimulantes. Varios estudios demostraron que la leptina es capaz de regular la expresión de sus propios receptores a lo largo del eje hipotálamo-adenohipófisis-ovario en forma diferencial según el tejido y el estado hormonal. Por lo tanto, bajos o altos niveles de leptina, producidos por diferentes patologías o desequilibrios metabólicos como la obesidad, la diabetes o la anorexia nerviosa, pueden alterar la función ovárica a través de una regulación positiva o negativa sobre sus receptores.
Descritores: Leptina/fisiologia
Ovário/fisiologia
Receptores para Leptina/fisiologia
-Gonadotropinas
Ovulação
Limites: Animais
Ratos
Responsável: AR


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Id: biblio-1160780
Autor: García Loriente, José M.
Título: Manejo clínico-endocrinológico de la pubertad retrasada / Clinical-endocrinological management of delayed puberty
Fonte: Bol. Acad. Nac. Med. B.Aires;(supl):301-16, jul. 1992. tab.
Idioma: es.
Conferência: Apresentado em: Reunión Conjunta, 18, Montevideo, 10-11 oct. 1996.
Descritores: Gonadotropinas/deficiência
Hipogonadismo
Puberdade Tardia/diagnóstico
Puberdade Tardia/etiologia
Puberdade Tardia/terapia
Síndrome de Turner/diagnóstico
Síndrome de Turner/terapia
Transtornos do Crescimento
-Anorexia Nervosa
DISGENESIA GONADAL ABSTRACTING AND INDEXING XY
Estrogênios/uso terapêutico
Exame Físico
Síndrome de Kallmann
Limites: Masculino
Feminino
Humanos
Adolescente
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Id: biblio-1160779
Autor: Escobar, María Eugenia; Gryngarten, Mirta; Boulgourdjian, Elisabeth; Ropelato, Gabriela; Bergadá, César.
Título: Tema 2: endocrinología infantil. Acción terapéutica de los análogos del factor liberador de gonadotrofinas (LH-RH) en la pubertad precoz / Therapeutic action of analogues of gonadotropins releasing factor (LH-RH) in precocious puberty
Fonte: Bol. Acad. Nac. Med. B.Aires;(supl):317-21, jul. 1992.
Idioma: es.
Conferência: Apresentado em: Reunión Conjunta, 18. Sesión Científica, 2, Montevideo, 10-11 oct. 1996.
Descritores: Gonadotropinas
Hormônio Liberador de Gonadotropina/administração & dosagem
Puberdade Precoce/fisiopatologia
Puberdade Precoce/terapia
-Leuprolida/uso terapêutico
Pamoato de Triptorrelina/uso terapêutico
Limites: Masculino
Feminino
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-838430
Autor: Sahin, Murat; Demircioglu, Didem; Oguz, Ayten; Tuzun, Dilek; Sarica, Mehmet Akif; Inanc, Elif; Gul, Kamile.
Título: Does insulin resistance increase thyroid volume in patients with polycystic ovary syndrome?
Fonte: Arch. endocrinol. metab. (Online);61(2):145-151, Mar.-Apr. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To investigate the effect of gonadotropin, sex hormone levels and insulin resistance (IR) on thyroid functions and thyroid volume (TV) in polycystic ovary syndrome (PCOS). Subjects and methods 69 new diagnosed PCOS patients (age 24.82 ± 6.17) and 56 healthy control female (age 26.69 ± 5.25) were involved to the study. Fasting plasma glucose, lipid profile, insulin, thyroid stimulating hormone (TSH), free thyroxine (fT4), estradiol (E2), luteinizing hormone (LH), follicle stimulating hormone levels and urine iodine were measured in all participants. Thyroid and pelvic ultrasound were performed in all participants. Results Insulin, HOMA-IR, LH, E2 and TV were higher in PCOS group (p < 0.05). TV was significantly higher in PCOS patients with IR compared to non-IR PCOS patients (p < 0.001), while TSH, fT4, and urine iodine levels were similar between these groups (p > 0.05). There was a negative correlation between E2 and TSH (p < 0.05) and a positive correlation between TSH and TV (p < 0.05). There was a significant positive correlation between TV and LH, insulin, HOMA-IR (p < 0.05). Conclusion This study showed that TV was increased in patients with insulin resistance but differences in TSH and LH levels may affect TV changes as well.
Descritores: Síndrome do Ovário Policístico/fisiopatologia
Síndrome do Ovário Policístico/metabolismo
Glândula Tireoide/fisiopatologia
Glândula Tireoide/metabolismo
Glândula Tireoide/patologia
Resistência à Insulina/fisiologia
Gonadotropinas/sangue
-Tamanho do Órgão
Valores de Referência
Doenças da Glândula Tireoide/fisiopatologia
Doenças da Glândula Tireoide/sangue
Índice de Massa Corporal
Estudos de Casos e Controles
Estudos Prospectivos
Ultrassonografia
Estatísticas não Paramétricas
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-270806
Autor: Rodríguez, Washington.
Título: Uso de la hormona folículo estimulante humana recombinante en la infertilidad anovulator / Recombinant human follicle-stimulating hormone in anovulatory infertility
Fonte: Ginecol. & obstet;46(2):157-63, abr. 2000. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: estudiar los efectos usando dosis múltiples de la FSH humana recombinante en nueve mujeres con hipogonadismo hipogonadotrófico, analizando su capacidad de inducir el crecimiento folicular y síntesis de esteroides ováricos. Diseño: Trabajo clínico abierto. Material y método: De nueve casos de hipogonadismo gonadotrófico, una tenía diagnóstico de síndrome de Kallman , una deficiencia aislada de gonadotropinas y siete panhipopituitarismo secundario a hipofisectomía. Se administró inyecciones IM de hFSHr (Folitropina-alfa Instituto Ares-Serono, Ginebra) en dosis crecientes (semana 1:75 UI/día, semana 2:150 UI/día, semana 3:225 UI/día) durante un promedio de 17 días (rango: 15-19). Se efectuó toma de muestras de sangre regularmente y estudios ultrasonográficos frecuentes para monitorizar el desarrollo folicular. Para las mediciones hormonales se recurrió al radioinmunoanálisis. Resultados: Las concentraciones séricas iniciales de FSH y de hormona luteinizantes (LH) fueron 0,48 (0,09-1,22) UI/L y 0,26 (menor 0,15-0,41) UI/L, respectivamente. Los valores máximos de FSH durante la prueba llegaron a 10,3 (7,9-13,6) UI/L, en tanto que las concentraciones séricas de LH significativamente permanecieron estables 0,33 (0,19-0.52) UI/L. Los niveles séricos de androstenediona y testosterona no mostraron cambios significativos durante la administración de hFSHr y el estradiol sérico reveló sólo un aumento leve: 131.7 (51-239) pmol/L. Se desarrollaron folículos múltiples que llegaron a dimensiones pre-ovulatorias (mayor 14 mm), con un índice de desarrollo folicular de 1,92 más menos 0.7 mm/día. Conclusiones: Del presente trabajo se deduce que la hFSHr resultó efectiva en mujeres con deficiencia de gonadotropinas para estimular el crecimiento folicular normal hasta la etapa preovulatoria e inducción de ovulación, sin impedirlo el aumento leve observado del estradiol. Asimismo, los niveles séricos de LH endógeno extremadamente bajos cursaron con secreción androgénica deficitaria, indicando la necesidad de contar con dicha gonadotropina para inducir una apropiada síntesis de esteroides.
Descritores: Esteroides
Hormônio Foliculoestimulante/uso terapêutico
Gonadotropinas
Hipogonadismo
Infertilidade Feminina
-Estudos de Casos e Controles
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Texto completo SciELO Cuba
Texto completo
Id: lil-615041
Autor: Ovies Carballo, Gisel; Martínez de Sandelices, Alicia; Monteagudo Peña, Gilda; Sardiñas Díaz, Irelys.
Título: Bases genéticas del síndrome de ovarios poliquísticos / Genetic bases of polycystic ovary syndrome
Fonte: Rev. cuba. endocrinol;22(3):255-265, sep.-dic. 2011.
Idioma: es.
Resumo: El síndrome de ovarios poliquísticos es el trastorno endocrino que más afecta la esfera reproductiva de la mujer en la edad fértil, sus causas se desconocen con exactitud, pero la mayoría de los expertos coinciden en plantear que es una entidad multifactorial, en la que los factores genéticos cada vez cobran mayor importancia. En los últimos años se han identificado varios genes involucrados en los procesos patogénicos de este síndrome, y dentro de estos, los más importantes son aquellos que codifican para enzimas de la esteroidogénesis, para el receptor de insulina y otras hormonas relacionadas con la acción de la insulina, así como las gonadotropinas y sus receptores, aspectos sobre los cuales trata la siguiente revisión(AU)

The syndrome of polycystic ovaries is the endocrine disorder involving more the reproductive sphere of the woman in fertile age, its causes are unknown with accuracy, but most of experts coincide in propose that it is a multifactor entity where the genetic factor more and more have a great significance. In past years, it has been possible to identify some genes involved in the pathogenic processes of this syndrome and among the more important are included those codifying for enzymes of the steroidogenesis, for the insulin receptor and other hormones related to the insulin action, as well as the gonadotropins and its receptors, features that are the aim of present review(AU)
Descritores: Síndrome do Ovário Policístico/genética
-Insuficiência Ovariana Primária/genética
Gonadotropinas/efeitos adversos
Limites: Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-998451
Autor: Grinspon, Romina P; Bedecarrás, Patricia; Gottlieb, Silvia; Rey, Rodolfo A.
Título: Afectación de la función testicular en niños con criptorquidia / Testicular dysfuntion in boys with cryptorchidism
Fonte: Rev. Hosp. Niños B.Aires;60(270):214-222, sept. 2018.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La capacidad funcional del testículo en los niños con criptorquidia ha recibido poca atención. La hormona anti-mülleriana (AMH), producida por la célula de Sertoli, es el marcador ideal para evaluar la función testicular durante la infancia. Objetivo: Caracterizar la función testicular en niños prepuberales antes de la orquidopexia. Investigar la asociación entre función testicular y las características de la criptorquidia. Pacientes y métodos: Estudio de corte transversal y analítico, retrospectivo. Medida de resultado principal: concentración de AMH. Medidas de resultados secundarias: concentraciones de gonadotrofinas y testosterona. Para comparación, se utilizaron los niveles hormonales de 179 niños normales. Resultados: Se seleccionaron 186 pacientes con criptorquidia bilateral y 124 con criptorquidia unilateral. La mediana de SDS de AMH fue menor a 0 en ambos grupos. La concentración sérica de AMH fue más baja en pacientes con criptorquidia bilateral que en niños controles y en niños con criptorquidia unilateral. La testosterona estuvo disminuida en niños menores de 6 meses. Las gonadotrofinas estuvieron aumentadas en un bajo porcentaje de los casos. Conclusión: Los niños prepuberales con criptorquidia, especialmente aquellos con criptorquidia bilateral, tienen menor producción de AMH y una considerable prevalencia de disfunción testicular

Introduction: Little information is available on testicular function in boys with cryptorchidism. Anti-müllerian hormone (AMH) is a good marker of testicular functionin childhood. Objective: the aim of this study was to assess testicular function in boys with cryptorchidism before orchiopexy, and to look for an association between testicular function and features of cryptorchidism. Patients and methods: We performed a cross-sectional, retrospective study. Main outcome measure was serum AMH concentration, and secondary variables were gonadotropin and testosterone concentrations. For comparison, levels in 179 normal boys were compared. Results: 186 boys with bilateral cryptorchidism and 124 with unilateral cryptorchidism were included. Mean SDS AMH was below 0 in both groups. Mean serum AMH was lower in boys with bilateral cryptorchidism, as compared to unilateral cryptorchidism and controls between 6 months and 8.9 years of age. Testosterone was lower than normal in boys < 6 months of age. Gonadotropins were rarely affected. Conclusions: Prepubertal boys with cryptorchidism, especially those with bilateral forms, have a lower AMH production, reflecting testicular dysfunction
Descritores: Criptorquidismo
Gonadotropinas
Hipogonadismo
-Pediatria
Células de Sertoli
Testosterona
Limites: Masculino
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: AR441.1 - Biblioteca Dr Laureano Rivas Miguez



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