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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-615041
Autor: Ovies Carballo, Gisel; Martínez de Sandelices, Alicia; Monteagudo Peña, Gilda; Sardiñas Díaz, Irelys.
Título: Bases genéticas del síndrome de ovarios poliquísticos / Genetic bases of polycystic ovary syndrome
Fonte: Rev. cuba. endocrinol;22(3):255-265, sep.-dic. 2011.
Idioma: es.
Resumo: El síndrome de ovarios poliquísticos es el trastorno endocrino que más afecta la esfera reproductiva de la mujer en la edad fértil, sus causas se desconocen con exactitud, pero la mayoría de los expertos coinciden en plantear que es una entidad multifactorial, en la que los factores genéticos cada vez cobran mayor importancia. En los últimos años se han identificado varios genes involucrados en los procesos patogénicos de este síndrome, y dentro de estos, los más importantes son aquellos que codifican para enzimas de la esteroidogénesis, para el receptor de insulina y otras hormonas relacionadas con la acción de la insulina, así como las gonadotropinas y sus receptores, aspectos sobre los cuales trata la siguiente revisión(AU)

The syndrome of polycystic ovaries is the endocrine disorder involving more the reproductive sphere of the woman in fertile age, its causes are unknown with accuracy, but most of experts coincide in propose that it is a multifactor entity where the genetic factor more and more have a great significance. In past years, it has been possible to identify some genes involved in the pathogenic processes of this syndrome and among the more important are included those codifying for enzymes of the steroidogenesis, for the insulin receptor and other hormones related to the insulin action, as well as the gonadotropins and its receptors, features that are the aim of present review(AU)
Descritores: Síndrome do Ovário Policístico/genética
-Insuficiência Ovariana Primária/genética
Gonadotropinas/efeitos adversos
Limites: Seres Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-998451
Autor: Grinspon, Romina P; Bedecarrás, Patricia; Gottlieb, Silvia; Rey, Rodolfo A.
Título: Afectación de la función testicular en niños con criptorquidia / Testicular dysfuntion in boys with cryptorchidism
Fonte: Rev. Hosp. Niños B.Aires;60(270):214-222, sept. 2018.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La capacidad funcional del testículo en los niños con criptorquidia ha recibido poca atención. La hormona anti-mülleriana (AMH), producida por la célula de Sertoli, es el marcador ideal para evaluar la función testicular durante la infancia. Objetivo: Caracterizar la función testicular en niños prepuberales antes de la orquidopexia. Investigar la asociación entre función testicular y las características de la criptorquidia. Pacientes y métodos: Estudio de corte transversal y analítico, retrospectivo. Medida de resultado principal: concentración de AMH. Medidas de resultados secundarias: concentraciones de gonadotrofinas y testosterona. Para comparación, se utilizaron los niveles hormonales de 179 niños normales. Resultados: Se seleccionaron 186 pacientes con criptorquidia bilateral y 124 con criptorquidia unilateral. La mediana de SDS de AMH fue menor a 0 en ambos grupos. La concentración sérica de AMH fue más baja en pacientes con criptorquidia bilateral que en niños controles y en niños con criptorquidia unilateral. La testosterona estuvo disminuida en niños menores de 6 meses. Las gonadotrofinas estuvieron aumentadas en un bajo porcentaje de los casos. Conclusión: Los niños prepuberales con criptorquidia, especialmente aquellos con criptorquidia bilateral, tienen menor producción de AMH y una considerable prevalencia de disfunción testicular

Introduction: Little information is available on testicular function in boys with cryptorchidism. Anti-müllerian hormone (AMH) is a good marker of testicular functionin childhood. Objective: the aim of this study was to assess testicular function in boys with cryptorchidism before orchiopexy, and to look for an association between testicular function and features of cryptorchidism. Patients and methods: We performed a cross-sectional, retrospective study. Main outcome measure was serum AMH concentration, and secondary variables were gonadotropin and testosterone concentrations. For comparison, levels in 179 normal boys were compared. Results: 186 boys with bilateral cryptorchidism and 124 with unilateral cryptorchidism were included. Mean SDS AMH was below 0 in both groups. Mean serum AMH was lower in boys with bilateral cryptorchidism, as compared to unilateral cryptorchidism and controls between 6 months and 8.9 years of age. Testosterone was lower than normal in boys < 6 months of age. Gonadotropins were rarely affected. Conclusions: Prepubertal boys with cryptorchidism, especially those with bilateral forms, have a lower AMH production, reflecting testicular dysfunction
Descritores: Criptorquidismo
Gonadotropinas
Hipogonadismo
-Pediatria
Células de Sertoli
Testosterona
Limites: Masculino
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: AR441.1 - Biblioteca Dr Laureano Rivas Miguez


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-776652
Autor: Esteves, Sandro C.
Título: Efficacy, efficiency and effectiveness of gonadotropin therapy for infertility treatment / Eficácia, eficiência e efetividade da terapia gonadotrófica para o tratamento da infertilidade
Fonte: MedicalExpress (São Paulo, Online);2(3), May-June 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Gonadotropin therapy is an essential element in infertility treatments involving assisted reproductive technology. In recent years there have been outstanding advances in the development of new gonadotropins, particularly with the production of gonadotropins using biotechnological resources. Recombinant gonadotropins have higher specific activity compared with urinary counterparts, thus allowing subcutaneous administration of minimal amounts of glycoprotein. As a result, recombinant formulations have a better safety profile despite an overall similarity in terms of efficacy for pregnancy, as reported in many randomized controlled trials and meta-analyses. Gonadotropins stimulate the ovaries to develop follicles and oocytes, which are the raw material for fertilization and embryo production. The resulting embryos are transferred (fresh or frozen-thawed) to achieve pregnancy. The efficiency of a gonadotropin should therefore measured by the amount of drug used, the number of oocytes/embryos produced, and the number of pregnancies achieved by transferring fresh and/or frozen-thawed embryos to the uterus (cumulative pregnancy). Comparisons between different gonadotropin preparations should also take into account other important quality indicators in reproductive medicine, such as safety and patient-centeredeness. Altogether, the aforementioned quality indicators favor biotech gonadotropins over biologic products in infertility therapy.

RESUMO A terapia gonadotrófica é elemento essencial nos tratamentos de infertilidade que envolvem tecnologia de reprodução assistida. Nos últimos anos houve avanços notáveis no desenvolvimento de novas gonadotrofinas, principalmente com a produção de gonadotrofinas via recursos biotecnológicos. As gonadotrofinas recombinantes têm maior actividade específica em comparação com os suas homólogas urinárias, permitindo, assim, a administração subcutânea de quantidades mínimas de glicoproteína. Como resultado, as formulações recombinantes tem um melhor perfil de segurança, apesar de semelhança em termos de eficácia para a gravidez, como relatado em diversos ensaios clínicos randomizados e meta-análises. As gonadotrofinas estimulam os ovários a desenvolver folículos e ovócitos, que são a matéria-prima para a fertilização e produção de embriões. Os embriões resultantes são transferidos (frescos ou congelados/descongelados) para produzir gravidez. Comparações entre as gonadotrofinas devem, portanto, ser medidas não somente pela eficácia clínica de produzir gravidezes pela transferência de embriões a fresco, mas sobremaneira pela eficiência na produção de ovócitos e embriões em relação à quantidade de droga administrada, e efetividade na obtenção de gravidezes pela transferência de embriões frescos e congelados/descongelados (taxa de gravidez cumulativa). As comparações entre diferentes preparações de gonadotrofinas também devem levar em conta outros indicadores importantes de qualidade em medicina reprodutiva, como a segurança e o interesse do paciente. Estes indicadores de qualidade favorecem as gonadotrofinas biotecnológicas em relação aos produtos biológicos na terapia da infertilidade.
Descritores: Indução da Ovulação
Técnicas de Reprodução Assistida
Gonadotropinas/uso terapêutico
Infertilidade/tratamento farmacológico
-Análise Custo-Eficiência
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-893159
Autor: Asadi, Fardin; Fazelipour, Simin; Abbasi, Reyhaneh Hooshmand; Jahangirirad, Mahsa; Tootian, Zahra; Nedaei, Keivan; Fazelipour, Mojan.
Título: Assessment of ovarian follicles and serum reproductive hormones in molybdenum trioxide nanoparticles treated rats / Evaluación de folículos ováricos y hormonas reproductivas en suero de ratas tratadas con nanopartículas de trióxido de molibdeno
Fonte: Int. j. morphol;35(4):1473-1481, Dec. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: SUMMARY: Special features of nanoparticles have resulted in their widespread use. Small molybdenum trioxide (MoO 3) nanoparticles can translocate from the entry portals into the circulatory and lymphatic systems and ultimately to body tissues and organs depending on their composition and size. In this research, sixty Wistar rats weighting 180-250 g were divided into 6 groups (n=10) randomly: Group 1 (Control) did not receive any medicine. Group 2 (Sham) received intraperitoneal normal saline for 35 days on a daily basis. Groups 3, 4, 5 and 6 received 50, 100, 200, and 300 mg/kg MoO3, respectively, the same way in the sham group and at the same interval. At the end of the experiment, the rats were weighted again and anesthetised. Then blood samples were taken from their hearts to determine the serum levels of estrogen, progesterone, and gonadotropins. Their ovaries were removed and ovarian volume, follicular diameter, number of each follicle type, and oocyte volume were determined. Results indicated that MoO3 nanoparticles strongly reduced body and ovarian weights in the rats. Moreover, a significant decrease was observed in ovarian volume, the number of follicle types, oocyte volume and follicular diameter. The nanoparticles increased the number of atretic follicles via ovarian tissue structure. MoO3 nanoparticles decreased serum estrogen level and increased serum level of FSH that was associated with disruption in the regulation of progesterone and LH secretion. The findings showed that MoO3 nanoparticles could bear negative effects on ovarian structure and function.

RESUMEN: Las características específicas de las nanopartículas han dado lugar a su uso generalizado. Las pequeñas nanopartículas de trióxido de molibdeno (MoO3) pueden penetrar los sistemas circulatorios y linfáticos y, en última instancia, dependiendo de su composición y tamaño, también los tejidos y órganos del cuerpo. En esta investigación se dividieron 60 ratas Wistar con un peso de 180-250 g en 6 grupos (n = 10) aleatoriamente: el Grupo 1 (Control) no recibió ningún medicamento. El Grupo 2 (Sham) recibió solución salina normal intraperitoneal durante 35 días diariamente. Los grupos 3, 4, 5 y 6 recibieron 50, 100, 200 y 300 mg / kg de MoO3 respectivamente, de la misma manera en el grupo simulado, y en el mismo intervalo. Concluyendo el experimento, las ratas se pesaron nuevamente y fueron anestesiadas. Luego se tomaron muestras de sangre de los corazones para determinar los niveles séricos de estrógeno, progesterona y gonadotropinas. Se retiraron los ovarios y se determinó el volumen ovárico, el diámetro folicular, el número de cada tipo de folículo y el volumen de ovocitos. Los resultados indicaron que las nanopartículas de MoO3 redujeron significativamente los pesos corporal y ovárico en las ratas. Además, se observó una disminución importante en el volumen ovárico, el número de tipos de folículos, el volumen de ovocitos y el diámetro folicular. Las nanopartículas aumentaron el número de folículos auriculares a través de la estructura del tejido ovárico. Las nanopartículas de MoO 3 disminuyeron el nivel sérico de estrógeno y aumentaron el nivel sérico de FSH que se asoció con la interrupción en la regulación de la progesterona y la secreción de LH. Los hallazgos mostraron que las nanopartículas de MoO 3 podrían tener efectos negativos sobre la estructura y la función ovárica.
Descritores: Molibdênio/administração & dosagem
Nanopartículas
Folículo Ovariano/efeitos dos fármacos
Oxigênio/administração & dosagem
-Estrogênios/sangue
Gonadotropinas/sangue
Microscopia Eletrônica
Tamanho do Órgão/efeitos dos fármacos
Ovário/efeitos dos fármacos
Ovário/ultraestrutura
Progesterona/sangue
Ratos Wistar
Limites: Animais
Feminino
Ratos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-884458
Autor: Campos, Elba; Ponce, Carlos Felipe.
Título: Retraso Puberal. Reporte de caso / Delayed Puberty. Case Report
Fonte: Acta pediátr. hondu;6(1):430-437, abr.-sep. 2015. ilus, tab..
Idioma: es.
Resumo: La pubertad ocurre generalmente entre los 7 y 13 años de edad en las niñas, y entre los 9 y 15 años en los niños, se considera retraso puberal cuando no ha comenzado su desarrollo luego de esta edad. El crecimiento es el proceso fisioló- gico más característico de la infancia y la adoles- cencia, determinado genéticamente en algunos casos y en otros dependerá de la compleja interacción de factores ambientales; un retraso en el diagnóstico puede ocasionar el detrimen- to no solo de la talla y maduración sexual final sino de su salud integral por la falta de un trata- miento oportuno. El presente caso trató de un paciente masculino de 18 años de edad con antecedente de desnutrición y diarrea crónica más síndrome convulsivo secundaria a hipona- tremia, por el cual fue referido; sin embargo desde el punto de vista de crecimiento y desa- rrollo presentaba peso, talla e IMC por debajo del percentil 3 para su edad y características sexuales secundarias no desarrolladas, durante su hospitalización se realizó pruebas hormona- les LH:1.49 mlU/ml, FSH: 8.51 mlU/ml, Testoste- rona: 0.22 ng/ml, Factor de Crecimiento insulini- co tipo 1: 87.30 ng/ml e imágenes Rx de mano y muñeca izquierda que mostró edad ósea de 12 años con 2 meses +/- 2 años DE, los cuales fueron necesarios para definir la enfermedad de base, el diagnóstico clínico de un hipogonadis- mo y retraso puberal en el adulto no son habi- tuales en la práctica médica, hecho en el cual radica la relevancia del caso presentado...(AU)
Descritores: Gonadotropinas
Desenvolvimento Humano
Hipogonadismo/complicações
Puberdade Tardia/diagnóstico
Limites: Seres Humanos
Masculino
Adolescente
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: HN1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-875643
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática / Levonorgestrel-releasing intrauterine system for the treatment of idiopathic menorrhagia.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A DOENÇA: Aspectos clínicos e epidemiológicos da doença: A menorragia é clinicamente definida como a perda sanguínea, durante o período menstrual, excessiva em quantidade ou número de dias (definidos como habituais naquela mulher). O sangramento excessivo é considerado na maioria dos casos, aquele que envolvem uma perda de sangue menstrual maior que 80 ml. Em um sentido mais amplo, a menorragia também é definida como a perda excessiva de sangue menstrual que interfere com a qualidade física, social, emocional e /ou material de uma mulher. Isso pode ocorrer por si só ou em combinação com outros sintomas. Esta condição não está associada com uma mortalidade significativa, no entanto, trata-se de causa comum de procura ao ginecologista. Deve-se distinguir a menorragia de outros diagnósticos ginecológicos comuns. Isso inclui a metrorragia (perda sanguínea, de origem corporal, fora do período menstrual), menometrorragia (perda sanguínea irregular e prolongada) e polimenorréia (sangramento com intervalos menores do que 21 dias). Muitas vezes estes termos recebem descrições e definições conflitantes. Em boa parte das mulheres que sofrem de menorragia, as patologias ou causas que levam à perda excessiva de sangue não podem ser identificadas, justificando dessa forma a denominação menorragia idiopática. . Esse diagnóstico é firmado após a realização de exames diagnósticos, como a ultrassonografia, e o descarte de outras condições que poderiam levar à desregulação ou sangramento em excesso, como endometriose, terapia de reposição hormonal, dentre outros. Outras causas como complicações da gestação (ectópica, aborto), doenças pélvicas (mioma, pólipo endometrial ou cervical, adenomiose, cervicite, grave infecção vaginal, carcinoma do trato reprodutivo, hiperplasia endometrial), doenças sistêmicas (distúrbios hemostáticos, distúrbios da tireóide, lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal crônica, insuficiência hepática) e causas iatrogênicas (hormonioterapia, contraceptivos injetáveis, medicamentos como tranquilizantes, antidepressivos, anticoagulantes e corticoides) também devem ser afastadas. Os dados epidemiológicos da menorragia idiopática são bastante imprecisos, pela própria subjetividade ou dificuldade em se determinar um sangramento menstrual excessivo. Assim, os estudos trazem acometimentos entre 8,0-51,6% de mulheres com uma maior prevalência em mulheres com idade mais avançada. No Brasil, não há uma estatística nacional sobre a doença, mas um estudo realizado em 2011 na cidade de Pelotas-RS mostrou que a prevalêcia de mulheres com menorragia atendidas pelo SUS de 2006 a 2011 foi de 35,3%, com maior prevalência entre as mulheres mais velhas e com elevado número de gravidezes. TRATAMENTO RECOMENDADO: O tratamento médico da menorragia pode envolver tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos, e a escolha do tratamento adequado deve levar em conta algumas condições individuais das mulheres, como idade, doença concomitantes, tratamentos anteriores, opção pela fertilidade e o próprio custo do tratamento, que estará relacionado à sua adesão ao tratamento. Como alternativas de tratamento para a menorragia temos: Antiinflamatórios não esteróides, Contraceptivos orais, Terapia com prostagênio, Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina, Danazol, Estrogênios conjugados, Ácido tranexâmico, Sistema intra-uterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG), Curetagem, Ablação endometrial, Histerectomia. A TECNOLOGIA: Levonorgestrel - O levonorgestrel é um progestógeno com atividade anti-estrogênica utilizado em ginecologia de diversas formas: como componente progestogênico em contraceptivos orais e na terapia de reposição hormonal ou isoladamente para contracepção em pílulas contendo somente progestógeno e implantes subdérmicos. O lenorgestrel também pode ser administrado na cavidade uterina por meio de um endoceptivo (SIU) possibilitando o uso de doses menores, com liberação diretamente no órgão-alvo. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Além da análise dos estudos apresentados pelo demandante, a Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. Para isso, foi considerada a estratégia de busca descrita no Quadro 3, tendo como principal critério de inclusão o tipo de estudo considerado a melhor evidência para avaliar a eficácia de uma tecnologia para tratamento, isto é, revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados (ECR). Outro critério de inclusão foi estudos que avaliassem a eficácia e/ou segurança do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel no tratamento de Menorragia Idiopática. Alguns critérios de exclusão foram estabelecidos: registros de ensaios controlados em andamento, revisões narrativas, estudos sobre outros medicamentos que não o de interesse, estudos que incluam outras indicações do medicamento, estudos de biologia molecular ou ensaios pré-clínicos (com modelos animais), estudos fase I/II, estudos sem grupo comparador, relatos ou séries de casos, e estudos escritos em outro idioma que não inglês, português ou espanhol. Não houve restrições com relação à data de publicação, sendo resgatados artigos até a data de 29/01/2013. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As evidências atualmente disponíveis sobre eficácia e segurança do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg mostram que o produto apresentou-se como alternativa possível a mulheres com menorragia idiopática, com resultados de redução do sangramento menstrual superior ao das terapias farmacológicas existentes e, em termos de melhora na qualidade de vida, similares ao da histerectomia, alternativa cirúrgica padrão-ouro com 100% de eficácia. No entanto, a evidência comparando diretamente os desfechos entre o uso do SIU-LNG e a histerectomia ainda é escassa, e não demonstrou superioridade em relação à histerectomia sob qualquer aspecto, sugerindo-se que estudos de longo prazo sejam realizados para avaliar as taxas de permanência e satisfação com o dispositivo, e se o tratamento cirúrgico está sendo de fato evitado ou apenas postergado. Mesmo considerando o fato de que a opção pelo SIU-LNG é menos invasiva e com menor potencial para complicações do que o procedimento cirúrgico da histerectomia, observou-se nos estudos uma alta taxa de descontinuação do uso do SIU-LNG pelas mulheres e posterior opção pela cirurgia. Considerando todas as limitações metodológicas e de impacto orçamentário, os resultados sugerem que a tecnologia demandada, no contexto do Sistema Único de Saúde, não apresentou superioridade clínica e pode não ser mais custo-efetiva que a histerectomia, procedimento padrão já incorporado ao SUS, com similaridade em relação aos aspectos de qualidade de vida, além de maior eficácia. Assim, o conjunto de argumentos à disposição configura-se como insuficiente para assegurar que a incorporação do produto, dentro da indicação e escopo oferecidos, apresenta reais e inequívocas vantagens para o sistema de saúde público brasileiro. DELIBERAÇÃO FINAL: Na 15º reunião ordinária, os membros do plenário da CONITEC discutiram todas as contribuições da consulta pública, no entanto nenhuma delas trouxe informações ou dados relevantes para a mudança da decisão. Houve consenso que o SIU-LNG não se aplica a toda a população-alvo apresentada pelo demandante, e que o SUS dispõe de outras opções terapêuticas farmacológicas para o tratamento desta condição, nos casos em que não é necessária a histerectomia. Assim, os membros da CONITEC presentes na 15º reunião ordinária, ratificaram, por unanimidade, a deliberação de não recomendar a incorporação do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg para o tratamento da menorragia idiopática. DECISÃO: PORTARIA Nº 31, de 3 de julho de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Anticoncepcionais Orais/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Estrogênios Conjugados (USP)/uso terapêutico
Gonadotropinas/uso terapêutico
Dispositivos Intrauterinos
Levanogestrel
Menorragia/tratamento farmacológico
Avaliação da Tecnologia Biomédica
-Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Dilatação e Curetagem/métodos
Técnicas de Ablação Endometrial
Histerectomia
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-871439
Autor: Maldonado, Luiz Guilherme Louzada.
Título: Comparação do custo e benefício entre o bloqueio ovariano com protocolo curto modificado e protocolo com antagonista em tratamentos de fertilização assisitida / Cost-effectiveness comparison between with ovulation induction with modified short protocol and an antagonist protocol for assisted fertilization treatments.
Fonte: Botucatu; s.n; 2014. 47 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Medicina de Botucatu para obtenção do grau de Doutor.
Descritores: Fertilização In Vitro/economia
Fertilização In Vitro/métodos
Gonadotropinas/antagonistas & inibidores
Gonadotropinas/uso terapêutico
Hormônio Foliculoestimulante/uso terapêutico
Indução da Ovulação/métodos
Redução de Custos/métodos
-Fármacos para a Fertilidade Feminina/economia
Fármacos para a Fertilidade Feminina/uso terapêutico
Infertilidade Feminina/economia
Infertilidade Feminina/terapia
Fase Luteal
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação
BR33.1


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Id: biblio-870107
Autor: Ferreira, Larissa Brazolotto.
Título: Atividade dos neurônios do núcleo anterovental periventricular e sua participação no envelhecimento reprodutivo de ratas / Activity of anteroventral periventricular nucleus neurons in reproductive aging of female rats.
Fonte: Araçatuba; s.n; 2015. 66 p. graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Odontologia de Araçatuba para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Alterações do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas em fêmeas determinam a transição de ciclos reprodutivos regulares para irregulares, com perda da fertilidade. Interação dos neurônios GnRH e esteróides gonadais está interligado pelas alças de retroalimentação e alterações nesse mecanismo estão relacionados com a senescência reprodutiva. Estímulos da noradrenalina (NA) e neurônios da área pré-óptica (APO) são essenciais para liberação das gonadotrofinas, pois neurônios GnRH expressam receptores para estrógeno β e progesterona. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade das células neuronais da APO no período de transição para a estropausa em ratas Wistar. Ratas Wistar cíclicas (4-5 meses) no dia do estro e acíclicas (17-18 meses) em constante estro (CE) foram perfundidas ou decapitadas às 10, 14 e 18 horas. Encéfalos perfundidos foram processados por imunohistoquímica para avaliação da imunorreatividade para antígenos relacionados ao Fos da APO. Após a decapitação, o encéfalo foi retirado e realizado microdissecção da APO e determinação do conteúdo de NA e seu metabolito; o plasma foi utilizado para dosagens de LH, FSH, E2 e P4. Os resultados obtidos evidenciaram secreção plasmática maior de LH e menor de FSH e E2 no grupo de ratas acíclicas. O número de neurônios FRA-IR foi maior em ratas acíclicas, nos horários das 10 (p<0,001) e das 18 (p<0,05) em relação ao grupo de animais com ciclo regular. Nas ratas acíclicas, o conteúdo armazenado de NA foi menor às 14h e 18h (p<0,001) e o metabólito foi constante e maior às 18h, comparada com o mesmo horário das ratas do grupo cíclica (p<0,05). Conclui-se que alterações neurais e ovarianas que ocorrem no CE determinam o declínio para a ocorrência da ciclicidade dos ciclos e caracterizam o período de periestropausa.

Changes of the hypothalamic-pituitary-gonadal axis in females determine the transition from regular to irregular reproductive cycles, with a loss of fertility. Interaction of GnRH neurons and gonadal steroid is connected by feedback and changes in this mechanism are related to reproductive senescence. Noradrenaline (NE) stimulation and preoptic area (POA) neurons are essential for release of gonadotropins, as GnRH neurons express receptors for estrogen β and progesterone. The objective of this study was to evaluate the activity of neurons in POA nuclei, in transition period for estropause in Wistar rats. Cyclic Wistar rats (4-5 months) on the day of estrus and acyclic (17-18 months) in estrus constant (CE) were decapitated or perfused at 10, 14 and 18 hours. Perfused brains were processed for immunohistochemistry to evaluate the immunoreactivity to antigens related to the Fos in POA. After decapitation, the brain was removed and carried microdissection of POA and determining the content of NE and its metabolite; Plasma was used for measurements of LH, FSH, E2 and P4. The results showed higher plasma secretion of LH, FSH and E2 lower in the group of acyclic rats. The number of FRA-IR neurons was higher in acyclic rats in the 10 hours (p <0.001) and 18 (p <0.05) compared to the group of animals with regular cycle. In rats acyclic, the stored contents of NE was lower at 14h and 18h (p <0.001), and the metabolite was constant and greater at 18h compared to the same time of the rats of the cyclic group (p <0.05). It follows that neural and ovarian changes that occur in the CE decline to determine the occurrence of cyclicity of cycles and featuring periestropausa period.
Descritores: Envelhecimento
Estrogênios
Gonadotropinas
Norepinefrina
-Ratos Wistar
Limites: Animais
Ratos
Responsável: BR186.1 - Biblioteca Honório Monteiro
BR186.1


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Texto completo SciELO Venezuela
Texto completo
Texto completo
Id: lil-783109
Autor: Mejías Quintero, Mileidy Egleet.
Título: Síndrome de ovario poliquístico e infertilidad: Opciones de tratamiento / Polycystic ovary syndrome and infertility. options treatment
Fonte: Rev. obstet. ginecol. Venezuela;75(4):269-279, dic. 2015.
Idioma: es.
Resumo: El síndrome de ovario poliquístico es el trastorno endocrino - metabólico más común en las mujeres en edad reproductiva. Es frecuente observar la presencia de resistencia a la insulina e hiperinsulinemia. Está asociado a un rasgo genético complejo, donde múltiples variantes genéticas y factores ambientales interactúan para favorecer el desarrollo de la enfermedad. Suele causar infertilidad debido a la disfunción ovulatoria y menstrual. Para su diagnóstico se suele utilizar los criterios de Rotterdam 2003 y para su tratamiento se recomienda inicialmente la pérdida de peso ya que da lugar a la restauración de los ciclos ovulatorios normales y además mejora la resistencia a la insulina, el hiperandrogenismo y las tasas de embarazo. El tratamiento farmacológico de inicio es la combinación de metformina y citrato de clomifeno y si esta combinación no tiene éxito, los tratamientos de segunda línea incluyen la administración de gonadotropinas seguido de la fertilización in vitro.

Polycystic ovary syndrome is the endocrine disorder - metabolic more common in women of reproductive age. It is frequent observe the presence of insulin resistance and hyperinsulinemia. It is also associated with a complex genetic trait, where multiple genetic variants and environmental factors interact to promote the development of the disease. Usually cause infertility due to the menstrual and ovulatory dysfunction. For its diagnosis is often used the Rotterdam 2003 criteria and for its treatment is initially recommended weight loss because it leads to the restoration of the normal ovulatory cycles and improves insulin resistance, hyperandrogenism and pregnancy rates. The pharmacological treatment starts with the combination of metformin and clomiphene citrate and if this combination is not successful the second-line treatment includes the administration of gonadotropins followed by in vitro fertilization.
Descritores: Gonadotropinas
Hiperandrogenismo
Infertilidade
Insulina
Síndrome do Ovário Policístico/prevenção & controle
-Riscos Ambientais
Técnicas In Vitro
Limites: Seres Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: lil-766154
Autor: Melo, Anderson Sanches; Ferriani, Rui Alberto; Navarro, Paula Andrea.
Título: Treatment of infertility in women with polycystic ovary syndrome: approach to clinical practice
Fonte: Clinics;70(11):765-769, Nov. 2015.
Idioma: en.
Resumo: Polycystic ovary syndrome represents 80% of anovulatory infertility cases. Treatment initially includes preconception guidelines, such as lifestyle changes (weight loss), folic acid therapy to prevent the risk of fetal neural tube defects and halting the consumption of tobacco and alcohol. The first-line pharmacological treatment for inducing ovulation consists of a clomiphene citrate treatment for timed intercourse. The second-line pharmacological treatment includes the administration of exogenous gonadotropins or laparoscopic ovarian surgery (ovarian drilling). Ovulation induction using clomiphene citrate or gonadotropins is effective with cumulative live birth rates of approximately 70%. Ovarian drilling should be performed when laparoscopy is indicated; this procedure is typically effective in approximately 50% of cases. Finally, a high-complexity reproduction treatment (in vitro fertilization or intracytoplasmic sperm injection) is the third-line treatment and is recommended when the previous interventions fail. This option is also the first choice in cases of bilateral tubal occlusion or semen alterations that impair the occurrence of natural pregnancy. Evidence for the routine use of metformin in infertility treatment of anovulatory women with polycystic ovary syndrome is not available. Aromatase inhibitors are promising and longer term studies are necessary to prove their safety.
Descritores: Infertilidade Feminina/terapia
Síndrome do Ovário Policístico/complicações
-Clomifeno/uso terapêutico
Fármacos para a Fertilidade Feminina/uso terapêutico
Fertilização In Vitro/métodos
Gonadotropinas/uso terapêutico
Estilo de Vida
Laparoscopia/métodos
Limites: Feminino
Seres Humanos
Gravidez
Responsável: BR1.1 - BIREME



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