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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: lil-740400
Autor: Fernández, Gerardo; Montiel, Nerester; Fernández, Marisol; Velásquez, Nelson.
Título: Diverticulitis perforada en seis mujeres posmenopáusicas / Perforated diverticulitis six postmenopausal women
Fonte: Rev. obstet. ginecol. Venezuela;74(4):252-258, dic. 2014. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Comunicar la perforación diverticular del colon ocurrida en 6 mujeres menopáusicas en una consulta privada de ginecología durante el período de 1980 a 2005 en la Policlínica Maracaibo, Maracaibo. Venezuela. Casos clínicos. Seis mujeres posmenopáusicas con antecedentes de cirugía previa abdominal que acudieron por dolor pélvico, secreción vaginal y signos inflamatorios a quienes se les realizó el diagnóstico de enfermedad diverticular del colon perforada. No hubo obstrucción o hemorragias, pero sí la formación de abscesos y fistulas. Resultados: De las 6 pacientes, 5 que recibieron tratamiento médico, quirúrgico o combinados, evolucionaron satisfactoriamente. En una se desconoce el curso de la enfermedad. Conclusión: La enfermedad diverticular del colon, sintomática o asintomática (diverticulosis) y sus formas de complicaciones (diverticulitis, hemorragia, absceso, perforación, plastrón) son frecuentes en la mujer que envejece y no parece existir relación con el déficit estrogénico que acompaña a la menopáusica, del momento de su aparición o del uso de terapia de reemplazo hormonal; sin embargo, en esta serie todas tenían antecedentes de cirugía previa y adherencias que pudieran haber facilitado la perforación intestinal. El diagnóstico a menudo es clínico, radiológico o endoscópico. El tratamiento inicial es medicamentoso pero a menudo puede llegar a ser quirúrgico, realizándose colectomía parcial en su mayoría.

Objective: To report the diverticular perforation of the colon in 6 menopausal women in a private gynecology clinic for a period of 1980 to 2005 in the Policlinica Maracaibo, Maracaibo. Venezuela. Clinical cases. Six postmenopausal women with a history of prior abdominal surgery who have had pelvic pain, vaginal discharge and signs of abdomino-pelvic inflammation who underwent diagnosis of perforated diverticular disease of the colon. There was no obstruction or bleeding, but the formation of abscesses and fistulas . Results: Of the 6 patients, 5 were receiving medical, surgical or combined treatment evolved satisfactorily. In a patient the course of the disease is unknown. Conclusion: Diverticular disease of the colon in asintomatic or sintomatic forms (diverticulosis) and it´s complications (diverticulitis, bleeding, abscess, perforation and plastron) are common in aging women and no relationships with estrogen deficiency accompanying menopause, the time of onset or the use of hormone replacement therapy, but in this series all had previous surgery and adhesions that may have facilitated the intestinal perforation. The diagnosis is often clinical, radiological and endoscopic. The initial treatment is medical, but often should be surgical: partial colectomy performed mostly.
Descritores: Colectomia
Doenças do Colo
Doença Diverticular do Colo
Terapia de Reposição de Estrogênios
Doenças Inflamatórias Intestinais
Dor Pélvica
-Enteropatias
Perfuração Intestinal
Menotropinas
Limites: Seres Humanos
Feminino
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: VE57.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-674475
Autor: Brzozowski, Fabíola Stolf; Caponi, Sandra Noemi Cucurullo de.
Título: Medicalização dos desvios de comportamento na infância: aspectos positivos e negativos / Medicalization of deviant behavior in children: positive and negative features / Medicalización de los desvíos de comportamiento en la infancia: aspectos positivos y negativos
Fonte: Psicol. ciênc. prof;33(1):208-221, 2013.
Idioma: pt.
Resumo: A medicalização dos comportamentos desviantes na infância é apresentada como uma estratégia eficaz para lidar com crianças que apresentam algum tipo de dificuldade, sem que, no entanto, as dificuldades desse processo sejam claramente expostas. O processo de medicalização, porém, é complexo e apresenta muitos resultados negativos. Dentro desse contexto, nosso objetivo é refletir sobre essas dificuldades. Primeiramente, apresentamos como se dá a relação entre medicalização e infâcia. Em seguida, discutimos alguns aspectos considerados positivos e negativos da medicalização. Para finalizar, consideramos que enquadrar uma criança em um diagnóstico psiquiátrico apresenta sérias consequências indesejáveis, e acaba sendo mais útil para a sociedade e para o entorno da criança do que para a própria criança.

The medicalization of deviant behaviors during childhood is usually presented as an effective strategy to deal with troublesome children, but the problems associated with medicalization are not frequently exposed. Even so, the process of medicalization is complex and may present many negative results. In this context, our aim is to discuss these difficulties. First, we present an overview of the relationship between medication and childhood. After that, we discuss some positive and negative aspects of medicalization. Finally, we conclude that framing a child under a psychiatric diagnosis is often more beneficial for the society and the child's surroundings than it is for the child herself.

La medicalización de los comportamientos desviantes en la infancia es presentada como una estrategia eficaz para manejar niños que presentan algún tipo de dificultad, sin que, sin embargo, las dificultades de ese proceso sean claramente expuestas. El proceso de medicalización, sin embargo, es complejo y presenta muchos resultados negativos. En ese contexto, nuestro objetivo es reflexionar sobre esas dificultades. Primero, presentamos como se da la relación entre medicalización e infancia. Enseguida, discutimos algunos aspectos considerados positivos y negativos de la medicalización. Para finalizar, consideramos que encuadrar un niño en un diagnóstico psiquiátrico presenta serias consecuencias indeseables, y acaba siendo más útil para la sociedad y para el entorno del niño de lo que para el propio niño.
Descritores: Criança
Desenvolvimento Infantil
Terapia Combinada
Medicalização
Menotropinas
Síndrome Pré-Menstrual
Sexualidade
-Adaptação Psicológica
Comportamento de Doença
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-490325
Autor: Dzik, Artur; Mendonça, Leonardo O; Fechine, Fúlvia E. P; Morimoto, Danilo K; Silveira, Rapahaella B; Ribeiro, Fabíola D. L; Freitas, Gilberto da Costa; Soares, Jonathas Borges; Cavagna, Mario.
Título: Ausência de resposta à estimulação ovariana para técnicas de reprodução assistida / Non-response to ovarian simulation for assisted reproductive techniques
Fonte: Reprod. clim;22:169-171, 2007.
Idioma: pt.
Resumo: Foram avaliados retrospectivamente 476 ciclos de TRA, em 476 mulheres eumenorreicas e com dosagem de FSH basal menor ou igual 15UI/mL. Em 476 ciclos, houve 33 cancelamentos (6,9%) por ausência de resposta (nenhum folículo maior que 10 mm). Todas as pacientes foram submetidas de 7 a 10 dias de estimulação ovariana antes do cancelamento. Nossos resultados mostraram que 6,9% de pacientes submetidas a TRA não apresentam resposta à estimulação ovariana com gonadotropinas.
Descritores: Indução da Ovulação
Técnicas de Reprodução Assistida
-Hormônio Foliculoestimulante
Menotropinas
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adulto
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação


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Id: lil-487732
Autor: Barciela Veras, André; Nardi, Antônio Egídio.
Título: Depressão na mulher / Depression in women
Fonte: RBM rev. bras. med;65(6):154-163, jun. 2008. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A especial atenção que é dada à mulher quando se aborda a depressão justifica-se primordialmente pela maior prevalência deste transtorno no sexo feminino. As pacientes com transtornos depressivos habitualmente freqüentam os serviços de atendimento médico primário. Pode-se dizer, então, que a depressão na mulher faz parte do cotidiano clínico do médico em geral. Apesar disso, menos da metade dessas pacientes recebe tratamento mínimo adequado. Reconhecimento e tratamento adequados dos casos não só contribuem para a prevenção de complicações e novos episódios depressivos como para uma melhor resposta aos tratamentos clínicos e maior adesão terapêutica. Sendo assim, o estudo da depressão na mulher nos parece fundamental para a boa prática médica. Descreveremos neste artigo os aspectos clínicos particulares da mulher e as relações entre a depressão e o ciclo de vida feminino.
Descritores: Depressão
-Depressão/diagnóstico
Depressão/genética
Fertilidade
Menotropinas
Limites: Seres Humanos
Feminino
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Id: lil-462409
Autor: Esteves, Sandro C; Verza Junior, Sidney; Gomes, Alecsandra P; Schneider, Danielle T; Zabaglia, Silva F. C.
Título: Comparação entre menotropina altamente purificada e folitropina alfa para hiperestimulação ovariana controlada após supressão hipofásica nos ciclos de ICSI / A comparison of menotropin, highly-purified menotropin and follitropin alfa for controlled ovarian stimulation after pituitary down-regulation in ICSI cycles
Fonte: Reprod. clim;21:10-17, 2006. tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Comparar a eficácia clínica entre três tipos de gonadotrofinas para a estimulação ovariana após a supressão hipofisária nos ciclos de ICSI. MATERIAL E MÉTODOS: Analisou-se retrospectivamente 865 ciclos consecutivos de ICSI envolvendo supressão hipofisária previamente à hiperestimulação ovariana controlada (HOC). A HOC foi realizada com menotropina (HMG: Menogon, Ferring; n=299), menotropina altamente purificada (HMG-HP: Menopur, Ferring; n=330) e FSH recombinante (r-hFSH: Gonal-F, Serono; n=236). Os protocolos laboratoriais e clínicos permaneceram inalterados ao longo do tempo, os últimos diferindo apenas no tipo de gonadotrofina utilizada, que foram introduzidas seqüencialmente na prática clínica, iniciando com o HMG, seguido pelo HMG-HP, e finalmente o r-hFSH. Os parâmetros de interesse primário foram a taxa de nascidos vivos e as doses totais de gonadotrofina utilizadas por ciclo, por gestação e por nascido vivo. Análise comparativa foi realizada com ANOVA, Kruskal-Wallis e Chi-quadrado quando apropriado. RESULTADOS: As taxas de nascidos vivos não foram significativamente diferentes entre os grupos HMG (26,4%), HMG-HP (34,6%) e r-hFSH (32,4%; p igual a 0,09). A dose total de gonadotrofina utilizada por ciclo foi significativamente superior nos grupos HMG (2.685±720UI) e HMG-HP (2.903 mais ou menos 867UI) em comparação com o r-hFSH (2.268 mais ou menos 747UI; p menor que 0,001). Diferenças relativas de 15,7% e 45,2%, e de 11% e 19,8% foram observadas a favor do r-hFSH em comparação ao HMG e HMG-HP, respectivamente, no que se refere às quantidades de gonadotrofina necessárias para se obter cada gestação e cada nascido vivo. CONCLUSÕES: Taxas de nascidos vivos similares foram obtidas com HMG, HMG-HP e r-hFSH quando utilizadas para HOC após supressão hipofisária nos ciclos de ICSI. Doses totais significativamente menores de r-hFSH foram utilizadas por ciclo em comparação às menotropinas. Para cada nascido vivo, quantidades consideravelmente maiores d...
Descritores: Subunidade alfa de Hormônios Glicoproteicos
Gonadotropinas Hipofisárias
Indução da Ovulação/efeitos adversos
Menotropinas
-Técnicas Reprodutivas
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação


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Id: lil-410564
Autor: Frederick, J; Da Costa, V; Wynter, S; Reid, M; Frederick, C; McKenzie, C.
Título: Effect of the oral contraceptive pill on patients undergoing controlled ovarian hyperstimulation
Fonte: West Indian med. j;53(1):39-43, Jan. 2004.
Idioma: en.
Resumo: This is a retrospective analysis of 89 patients who were undergoing controlled ovarian hyperstimulation for in vitro fertilization and embryo transfer in the Fertility Management Unit of the Department of Obstetrics, Gynaecology and Child Health, The University of the West Indies. Twenty-eight patients (Group A), who did not receive oral contraceptive pills prior to controlled ovarian hyperstimulation (COH) were compared with 61 patients in Group B treated with oral contraceptive pills for two months prior to undergoing COH assisted reproduction using the long protocol. The number of follicles, oocytes, estimated oestradiol levels on the day of administration of human chorionic gonadotrophin (hCG), pregnancy rates, miscarriage rates and the incidence of patients who developed ovarian hyperstimulation syndrome (OHSS) were the main outcome measures. The mean age and haematocrit were the same in each group. The number of follicles retrieved tended to be higher in Group A than in Group B (median 8 versus 6, p = 0.06) with significantly more oocytes being retrieved in Group A than Group B (p < 0.05). There were no statistically significant differences between the two groups in oestradiol levels, the proportion of patients with polycystic ovarian disease, the proportion of women who developed ovarian hyper-stimulation syndrome or pregnancy outcomes. There was no difference between the groups in measures of clinical severity of OHSS. In a logistic regression model the significant predictors of OHSS were haematocrit and oestradiol levels. There appeared to be no significant clinical benefit in administering oral contraceptive pills for two months to patients prior to COH
Descritores: Anticoncepcionais Orais Hormonais/uso terapêutico
Indução da Ovulação/efeitos adversos
Infertilidade Feminina/terapia
Síndrome de Hiperestimulação Ovariana/prevenção & controle
Síndrome do Ovário Policístico/terapia
-Transferência Embrionária
Fármacos para a Fertilidade Feminina/efeitos adversos
Fármacos para a Fertilidade Feminina/uso terapêutico
Indução da Ovulação/métodos
Infertilidade Feminina/etiologia
Menotropinas/efeitos adversos
Menotropinas/uso terapêutico
Estudos Retrospectivos
Síndrome de Hiperestimulação Ovariana/etiologia
Síndrome do Ovário Policístico/complicações
Resultado do Tratamento
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-339827
Autor: Lopes, Gerson Pereira; Costa, Ana Cristina Corrêa.
Título: Sexualidade e Câncer de mama / Sexuality and breast cancer
Fonte: Femina;26(4):333-336, maio 1998. ilus.
Idioma: pt.
Descritores: Neoplasias da Mama
Efeitos Psicossociais da Doença
Depressão
Sexualidade
-Lesões Pré-Cancerosas
Fatores Culturais
Menopausa Precoce
Menotropinas
Fatores de Risco
Fatores Sexuais
Apoio Social
Saúde da Mulher
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Id: lil-294582
Autor: Kanzepolsky, C; Marazzi, A; Rubinstein, M; Notrica, J; Polak de Fried, E.
Título: Gonadotrofinas urinarias vs. recombinantes en protocolos de inducción de la ovulación para baja complejidad / Urinary gonadotropins vs recombinant in induction protocols of ovulation for low complexity
Fonte: Reproducción;15(4):202-5, dic. 2000. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Gonadotropinas/administração & dosagem
Indução da Ovulação/métodos
Técnicas Reprodutivas/tendências
-Subunidade alfa de Hormônios Glicoproteicos/uso terapêutico
Menotropinas/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Id: lil-292936
Autor: Jácome, Alfredo.
Título: La menopausia: un estado fisiológico
Fonte: Acta méd. colomb;19(2):111, mar.-abr. 1994.
Idioma: es.
Descritores: Menopausa/fisiologia
Menotropinas/fisiologia
Limites: Seres Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Carta
Responsável: CO47.1 - Centro de Documentación


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Id: lil-240831
Autor: Olvera Carrillo, Jesús; Morelos Mellado, Claudia; Alberto González, Juan; Fernández Guzmán, Marta Patricia; Olivares Morales, Sergio.
Título: Transferencia embrionaria en modelo ratón / Embryo transfer in mice, experimental model
Fonte: Rev. sanid. mil;52(2):59-64, mar.-abr. 1998. tab.
Idioma: es.
Resumo: La transferencia embrionaria (TE) se utiliza para optimizar la fertilización in vitro (FIV). Se trata de establecer un modelo experimental de TE que permitía la implantación y desarrollo de embriones. Se emplearon 53 ratones hembras adultas, 23 donadoras y 22 receptoras. Diez donadoras recibieron estimulación ovárica con gonadotrofina coriónica intraperitoneal (i.p., 1UI/ratón). Catorce receptoras recibieron estimulación endometrial con gonadotrofina menopáusica humana (i.p, 2 UI/ratón). Se comprobó la gestación con Papanicolaou en el frotis vaginal. La obtención de embriones fue mayor (p<0.05) en animales con estimulación ovárica comparados con los que no recibieron este tratamiento, tanto en obtención de embriones de 48 h (8.8 ñ 1.6 y 6.4 ñ 0.6, respectivamente) como en embriones de 72 h (6.1 ñ 0.8 y 4.0 ñ 0.7, respectivamente). El porcentaje de éxito de fertilización fue semejante en animales receptores con o sin estimulación endometrial independiente de la edad del embrión (50 por ciento con y 37 por ciento sin estimulación). La duración de la gestación fue mayor (p<0.05) en animales con estimulación endometrial (9.4 ñ 0.7 días) comparada con los que no recibieron tratamiento (6.3 ñ 0.3 días). Aun cuando el porcentaje de éxito de la FIV fue bajo, se logró establecer un modelo experimental. Se concluye que el número de embriones recuperados fue mayor con estimulación ovárica, siendo su sobrevida intrauterina algo más prolongada en animales receptores con estimulación endometrial
Descritores: Gonadotropina Coriônica/administração & dosagem
Fertilização In Vitro
Menotropinas/administração & dosagem
Camundongos/embriologia
Camundongos/genética
Transferência Embrionária/métodos
Limites: Animais
Feminino
Adulto
Camundongos
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública



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