Base de dados : LILACS
Pesquisa : D06.472.699.587.200.300.100 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 6 [refinar]
Mostrando: 1 .. 6   no formato [Detalhado]

página 1 de 1

  1 / 6 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-875505
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Insulinas análogas de longa ação Diabetes Mellitus tipo II / Analog Long-acting Insulins Type II Diabetes Mellitus.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2014. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A DOENÇA: Diabetes Mellitus (DM), de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é o termo que descreve uma desordem metabólica de etiologia múltipla, caracterizada por hiperglicemia crônica e distúrbios no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas resultantes de defeitos na secreção de insulina, na ação da insulina ou em ambos. Para a Sociedade Brasileira de Diabetes (SDB), a classificação atual do DM deve levar em conta a sua etiologia. Assim, convergente com associações internacionais e com a própria OMS, a Diabetes Mellitus é classificada em quatro classes clínicas: DM tipo 1, DM tipo 2, outros tipos específicos de DM e DM gestacional. O diabetes tipo 2 (DM2) é a forma mais presente destas manifestações, atingindo mais de 90% dos casos e caracteriza-se por defeitos na ação e secreção de insulina. Desenvolve-se geralmente em adultos e tem sido relacionada à obesidade, falta de atividade física e hábitos alimentares não saudáveis. TRATAMENTO: No tratamento do diabetes tipo 2, é recomendado um plano terapêutico que vise o controle glicêmico e a prevenção de complicações crônicas decorrentes da doença. Para isso, este plano deve englobar não apenas o tratamento farmacológico, mas medidas que conduzam à mudança de estilo vida, com orientação nutricional e atividade física, pois existem comprovadas evidências do impacto do tratamento não farmacológico na melhoria de parâmetros importantes para a doença, como redução da hemoglobina glicada, sensibilidade à insulina, diminuição do colesterol, perda de peso e gordura visceral, diminuição do risco de doença cardiovascular e melhora da qualidade de vida. Em relação ao tratamento farmacológico, atualmente está disponível no SUS para o tratamento da DM2 as insulinas de ação intermediária (insulina NPH) e de ação rápida (insulina regular), além de medicamentos hipoglicemiantes (biguanidas, derivados da uréia, sulfonamidas). A TECNOLOGIA: Insulinas análogas de longa ação: As insulinas análogas de longa ação são resultantes de mudanças estruturais na molécula de insulina humana, obtida a partir da tecnologia do DNA-recombinante, com o objetivo de estender a duração do efeito e diminuir a variação intra-individual. São consideradas alternativas terapêuticas para o controle glicêmico basal, possuindo o mesmo objetivo da insulina NPH. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: A Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. Considerando o grande número de publicações sobre o tema, restringiram-se os resultados apenas às revisões sistemáticas disponíveis, entendendo que esta é a melhor evidência para avaliar a eficácia de uma tecnologia para tratamento. A busca por evidências sobre a eficácia das insulinas glargina e detemir em comparação à insulina NPH no controle do DM2 foi realizada nas bases de dados MEDLINE (via Pubmed), Cochrane Library (via Bireme) e Centre for Reviews and Dissemination. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança das insulinas análogas de longa ação (glargina e detemir) no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 não mostrou que esta fosse superior à insulina NPH em relação ao controle glicêmico medido pela hemoglobina glicosilada (HbA1c), glicemia em jejum, redução da hipoglicemia severa e presença de efeitos adversos (segurança). No que diz respeito à menor ocorrência de hipoglicemia noturna, os resultados tendem a favorecer as insulinas análogas, mas deve-se avaliar o real benefício clínico frente à diferença aferida nos estudos. Deve-se, também, considerar as limitações metodológicas dos estudos, como a avaliação subjetiva e as diferentes definições para o episódio de hipoglicemia, o desenho aberto dos estudos, o potencial conflito de interesse de alguns autores e estudos patrocinados pelo produtor farmacêutico. Além disso, o curto período de seguimento dos estudos impede a mensuração de efeitos primordiais (morbidade, mortalidade, complicações em longo prazo), impossibilitando a medida da real relevância clínica das insulinas análogas de longa ação em relação ao tratamento convencional (insulina NPH). Assim, observa-se que a literatura científica internacional aponta na direção de que não há evidências de que as insulinas análogas trazem melhoras significativas nas condições de saúde dos pacientes e que o benefício clínico associado ao uso das insulinas análogas é ainda discreto frente aos custos relacionados ao tratamento. As insulinas análogas de longa ação (detemir e glargina) parecem não ser inferiores à insulina humana NPH, mas também não está claro se apresentariam alguma superioridade em benefício clínico. O impacto orçamentário também se apresentou como um obstáculo na incorporação destas insulinas análogas, quando consideramos o grande aporte de recursos necessários para a sua introdução e o seu benefício clínico incerto frente à insulina NPH. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na 24ª reunião ordinária do plenário do dia 09/04/2014, por unanimidade, ratificaram a deliberação de não recomendar a incorporação das insulinas análogas de longa ação (detemir e glargina) para o tratamento do Diabetes Mellitus tipo II. DECISÃO: PORTARIA Nº 30, de 4 de setembro de 2014 - Torna pública a decisão de não incorporar as insulinas análogas para diabetes mellitus tipo II no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Diabetes Mellitus Tipo 2/terapia
Insulina Regular Humana/análogos & derivados
Insulina Detemir/análogos & derivados
Insulina Glargina/análogos & derivados
Insulina Isófana/uso terapêutico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Insulina Detemir
Insulina Glargina
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


  2 / 6 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-1136205
Autor: Tamez-Pérez, Héctor Eloy; Delgadillo-Esteban, Enrique; Tamez-Peña, Alejandra Lorena.
Título: Underutilization of insulin and better metabolic control. A NOVA clinic experience
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);66(3):334-337, Mar. 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: SUMMARY OBJECTIVE To present the results of metabolic control in patients with type 2 Diabetes Mellitus from a private clinic in Northern Mexico, METHODS This cross-sectional study used retrospective data obtained from electronic records from a private outpatient clinic at the end of 2018. Inclusion criteria were a diagnosis of T2DM and age ≥ 18 years. Baseline characteristics (age, gender, drug use) were reported. The achievement of glycated hemoglobin goals was established as <7%. RESULTS A total of 3820 patients were evaluated. Their mean age was 59.86 years (+/-15.01). Of the population, 46.72% were men, and 53.28% were women. Glycated hemoglobin goals were adequate in 1872 (54%) patients. There were 3247 patients (85%) treated with oral medications, of which 1948 (60%) reported glycated hemoglobin less than 7%. Insulin use was reported in 573 (15%) patients, with 115 (20%) reporting glycated hemoglobin less than 7%. The most frequently used basal insulin was glargine in 401 (70%) patients. CONCLUSIONS Our findings are clearly higher than the control rate reported by our national health surveys of 25% with glycated hemoglobin < 7%, but similar to that reported in other countries. The most commonly used therapeutic scheme was the combination of oral hypoglycemic agents. The percentage of cases that include insulin in their treatment was lower. Clinical inertia to insulin initiation and intensification has been defined as an important cause of this problem.

RESUMO OBJETIVO Apresentar os resultados do controle metabólico de pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 em uma clínica privada no norte do México, MÉTODOS Este estudo transversal utilizou dados retrospectivos obtidos em prontuários eletrônicos de um ambulatório privado no final de 2018. Os critérios de inclusão foram o diagnóstico de DM2 e idade ≥ 18 anos. Características basais (idade, sexo, uso de drogas) foram relatadas. A realização de metas de hemoglobina glicada foi estabelecida como <7%. RESULTADOS Um total de 3820 pacientes foram avaliados. A média de idade foi de 59,86 anos (+/- 15,01). Da população, 46,72% eram homens e 53,28% eram mulheres. Objetivos de hemoglobina glicada foram adequados em 1872 (54%) pacientes. Havia 3247 pacientes (85%) tratados com medicamentos orais relatando em 1948 (60%) menos de 7%. O uso de insulina foi relatado em 573 (15%) pacientes, com 115 (20%) relatando menos de 7%. A insulina basal mais utilizada foi a glargina, em 401 (70%) pacientes. CONCLUSÕES Nossos resultados são claramente mais altos do que a taxa de controle relatada por nossos levantamentos nacionais de saúde de 25% com hemoglobina glicada <7%, mas semelhante à relatada em outros países. O esquema terapêutico mais utilizado foi a combinação de hipoglicemiantes orais. A porcentagem de casos que incluem insulina no tratamento foi menor. A inércia clínica à iniciação e intensificação da insulina tem sido definida como uma importante causa desse problema.
Descritores: Diabetes Mellitus Tipo 2/metabolismo
Diabetes Mellitus Tipo 2/tratamento farmacológico
Hipoglicemiantes/administração & dosagem
Insulina/administração & dosagem
-Hemoglobina A Glicada
Estudos Transversais
Estudos Retrospectivos
Quimioterapia Combinada
Insulina Glargina/administração & dosagem
México
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 6 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-998986
Autor: Sanhueza M, Lilian; Durruty A, Pilar; Santibáñez G, Guillermo; Toro T, Elizabeth; Miranda O, Juan Pablo; García de los Ríos A, Manuel.
Título: Experiencia con insulina degludec en pacientes diabéticos Tipo 1 del Hospital San Juan de Dios Santiago / Experience with degludec insulin in Type 1 diabetic patients at the San Juan de Dios Hospital
Fonte: Rev. chil. endocrinol. diabetes;10(4):131-136, oct. 2017. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: OBJECTIVE: To study the efficacy and safety of degludec insulin in Type 1 diabetic patients. PATIENTS AND METHOD: In a prospective study, 230 type 1 diabetics patients, average aged 34 years age and 14 years of diagnosis of diabetes and treated with two doses of insulin glargine U-100, were changed to degludec. Patients had glycosylated hemoglobins (HbA1c) greater than 10 percent. Results were recorded at 3 and 6 months with parameters clinical, biochemical, insulin requirements per kilogram of weight (U/kg/wt) and hypoglycemia. Capillary glycemia was evaluated three times a day and the dose of insulin degludec every two weeks. The statistical analysis used was average and rank, standard deviation, normal Swilk test, categorical Chi2 and continuous ANOVA or Kwallis, and p < 0.05. A psychological survey was conducted to evaluate satisfaction with the new treatment. RESULTS: Fasting blood glucose decreased from 253 (range 243-270) at 180 mg/dl (172-240) at 3 months and at 156 (137-180) at 6 months after the change insulin (p < 0.05). HbA1c, initially 10.6 percent (10.4-12.2) decreased to 8.7 percent (9.3-10.1) and 8.3 percent (8.7-9.7) at 3 and 6 months, respectively (p < 0.05). There was a decrease in basal insulin requirements from 0.7 to 0.4 U/kg/60 percent reduction in hypoglycaemia; both mild and moderate and severe. Isolated nocturnal hypoglycaemias were recorded in only 4 patients in this group. CONCLUSION: Six months of treatment with degludec insulin reduces fasting blood glucose, glycosylated hemoglobin and hypoglycemia, both mild and moderate severe and nocturnal, which makes this new ultra-long acting basal insulin a safe and effective tool for the management of type 1 diabetics patients
Descritores: Insulina de Ação Prolongada/uso terapêutico
Diabetes Mellitus Tipo 1/tratamento farmacológico
-Fatores de Tempo
Glicemia/efeitos dos fármacos
Inquéritos e Questionários
Seguimentos
Satisfação do Paciente
Insulina de Ação Prolongada/administração & dosagem
Insulina de Ação Prolongada/efeitos adversos
Insulina Glargina/administração & dosagem
Insulina Glargina/efeitos adversos
Hipoglicemia/induzido quimicamente
Limites: Humanos
Masculino
Adolescente
Adulto
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  4 / 6 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-981150
Autor: Sanhueza, Lilian; Durruty, Pilar; Toro, Elizabeth; Moreno, Daniel; García de los Ríos, Manuel.
Título: Insulina degludec en pacientes diabéticos tipo 1: observación a 18 meses / Degludec insulin in type 1 diabetic patients: 18 months of observation
Fonte: Rev. chil. endocrinol. diabetes;12(1):6-10, 2019. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Antecedentes: En el tratamiento de la diabetes se buscan insulinas de acción más prolongada y con menores tasas de hipoglicemias. Objetivo. Uso del análogo de insulina de acción ultralenta degludec en diabéticos tipo 1 (DM1) tratados previamente con glargina. Pacientes y método: Se observaron 230 DM1 durante 18 meses, promedio de edad 34 años y de diagnóstico 14 años, registrándose parámetros clínicos, bioquímicos, hipoglicemias y requerimientos de insulina (U/kg/peso), en régimen basal/bolo, con degludec y ultra-rápida precomidas. Degludec se ajustó quincenalmente. Resultados: A los 3 meses, la glicemia de ayunas disminuyó de 253mg/dl (243-270) a 180 mg/dl (172- 240), (p< 0,05); a los 6 meses a 156 mg/dl (137-180) (p< 0,05), a los 12 meses a 151 mg/dl (50-328) (p< 0,001) y a los 18 meses 150 (50-321) (p<0,001). La HbA1c, inicialmente de 10,6% (10,3-12,2) bajó a los 3 meses a 8,7% (8,2-11,1) (p< 0,05), a 6 meses a 8,3% (8,0-9,6) (p<0,05), a los 12 meses subió 9,0% (5,9-14,5) (p<0,001) y a los 18 meses 9,0% (5,9-14,6) (p<0,001). La dosis de degludec fue 0,5 U/kg/peso a los 18 meses. Hubo reducción de hipoglicemias: a los 3 meses 14 leves, 4 moderados 1 grave; a los 6 meses 8 leves, 2 moderados y ninguna grave; a los 12 meses 1 leve, y a los 18 meses 2 leves, 1 moderado y ninguna grave. Un 7,8% no presentó hipoglicemias. Conclusión: Degludec en DM1 mostró reducir las glicemias de ayunas y HbA1c, y menor número de hipoglicemias.

Background: In the treatment of diabetes, longer-acting insulins with lower rates of hypoglycaemia are sought. Objective. Use of ultralow-acting insulin analog degludec in type 1 diabetic patients (T1D) previously treated with glargine. Patients and method: 230 T1D patients were observed during 18 months, average of age 34 years and of diagnosis 14 years, registering clinical, biochemical, hypoglycemia and insulin requirements (U / kg / weight), in basal / bolus regimen, with degludec and ultra-fast pre-meals. Degludec adjusted himself fortnightly. Results: At 3 months, the fasting glycemia decreased from 253 mg / dl (243-270) to 180 mg / dl (172 - 240), (p <0.05); at 6 months at 156 mg / dl (137-180) (p <0.05), at 12 months at 151 mg / dl (50-328) (p <0.001) and at 18 months 150 (50-321) ;(p <0.001). HbA1c, initially of 10.6% (10.3-12.2), decreased after 3 months to 8.7% (8.2 - 11.1) (p <0.05), to 6 months to 8 months, 3% (8.0-9.6) (p <0.05), at 12 months it rose 9.0% (5.9-14.5) (p <0.001) and at 18 months 9.0 % (5.9-14.6) (p <0.001). The dose of degludec was 0.5 U / kg / weight at 18 months. There was reduction of hypoglycemia: at 3 months, 14 mild, 4 moderate, 1 severe; at 6 months 8 mild, 2 moderate and none serious; at 12 months 1 mild, and at 18 months 2 mild, 1 moderate and none serious. 7.8% did not present hypoglycemia. Conclusion: Degludec in T1D patients showed to reduce fasting glycemia and HbA1c, and lower number of hypoglycemia.
Descritores: Insulina de Ação Prolongada/uso terapêutico
Diabetes Mellitus Tipo 1/tratamento farmacológico
Hipoglicemia/prevenção & controle
Hipoglicemiantes/uso terapêutico
-Hemoglobina A Glicada/análise
Seguimentos
Diabetes Mellitus Tipo 1/sangue
Insulina Glargina/efeitos adversos
Insulina Glargina/uso terapêutico
Hipoglicemia/induzido quimicamente
Hipoglicemiantes/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  5 / 6 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-882583
Autor: Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas: diabetes mellitus tipo 1 / Clinical protocol and therapeutic guidelines: type 1 diabetes mellitus.
Fonte: Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; 2018. ilus, tab.
Idioma: pt.
Descritores: Protocolos Clínicos/normas
Diabetes Mellitus Tipo 1/diagnóstico
Diabetes Mellitus Tipo 1/tratamento farmacológico
Guias de Prática Clínica como Assunto/normas
-Brasil
Continuidade da Assistência ao Paciente
Insulina Detemir/uso terapêutico
Insulina Glargina/uso terapêutico
Insulina Regular Humana/uso terapêutico
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  6 / 6 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: lil-754830
Autor: Fragozo, Argemiro; Puerta, María Fernanda; Misas, Juan Diego.
Título: Análisis comparativo de insulina glargina frente a la insulina detemir: un modelo de minimización de costos aplicable en Colombia / Comparative analysis of insulin glargine vs. insulin detemir: A cost-minimization study applicable to Colombia
Fonte: Biomédica (Bogotá);35(2):204-211, abr.-jun. 2015. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. Más del 90 % de los individuos diagnosticados con diabetes mellitus presentan el tipo 2, cuya resistencia periférica a la acción de la insulina es conocida. Objetivo. Desarrollar un modelo de minimización de costos del tratamiento con insulina glargina una vez al día o con insulina detemir, una o dos veces al día, en pacientes con diabetes mellitus de tipo 2 que requieren insulina, desde la perspectiva del tercer pagador en Colombia. Materiales y métodos. Se hizo una búsqueda sistemática de estudios clínicos comparativos de la administración de insulina glargina e insulina detemir en pacientes con diabetes mellitus de tipo 2 que requieren insulina, con el fin de extraer los datos sobre su uso y efectividad, y sobre la frecuencia de eventos secundarios. La meta establecida de control glucémico fue de HbA1c=7 %. Los costos de la insulina se tomaron del Sistema Integrado de Precios de Medicamentos, 2012, del Ministerio de Salud y Protección Social, y los precios por tableta se basaron en el promedio móvil de doce meses en diciembre de 2012 según el IMS Consulting Group. Los análisis de sensibilidad se hicieron con simulaciones de Montecarlo para las dosis y los costos de la insulina. Resultados. Cinco publicaciones cumplieron con los criterios de inclusión. El rango de la diferencia entre dosis de insulina fue de 3,2 a 33 UI. El porcentaje de pacientes que requirieron dos dosis de insulina detemir estuvo entre 12,6 y 100 %. No hubo diferencias significativas en los eventos hipoglucémicos. Tanto para el canal de compra al por menor como para el de compras institucionales, la diferencia de costos entre la insulin glargina y la detemir favoreció a la primera en cuatro y cinco estudios, respectivamente. Solo un estudio mostró lo contrario en lo concerniente a la venta al por menor. Conclusiones. La diferencia en cuanto a la dosis promedio entre la insulina ganglir y la detemir, genera costos anuales que favorecen el uso de la insulina ganglir, lo que la convierte en una alternativa costo-efectiva frente a la determir.

Introduction: More than 90% of subjects diagnosed with diabetes mellitus present with type 2, which is recognized for peripheral insulin resistance. Objective: To determine the costs of achieving glycemic target with the use of basal insulin analogs, insulin glargine (IG) once a day vs. insulin detemir (ID) once or twice a day, with a cost minimization model built from a third-party payer perspective in Colombia. Materials and methods: A systematic review of comparative clinical trials between IG and ID in patients with insulin-resistant type 2 diabetes was performed to determine data of use, effectiveness and frequency of and adverse events. The goal of glycemic control (effectiveness measure) was defined as HbA1c=7%. The costs of insulin were extracted from the Integrated System of Medication Prices 2012 (Ministerio de Salud y Protección Social de Colombia) and the IMS Consulting Group mobile average cost for the past year as of December, 2012. Sensitivity analyses were performed via Montecarlo simulations for dose and medication costs (insulin). Results: Five publications met inclusion criteria. The range of the difference between insulin doses was 3.2 IU to 33 IU. The percentage of patients requiring two ID doses was 12.6-100%. There were no significant differences in hypoglycemic events. For both retail and institutional channels, there was a higher differential cost between IG vs. ID favoring IG in 4 and 5 studies, respectively. For the retail channel only one study showed the opposite results. Conclusions: As only medication costs are considered, differences in insulin units between IG and ID result in a differential cost in favor of IG that makes it a cost/effective alternative.
Descritores: /tratamento farmacológico
DIABETES MELLITUS, TYPE TEMEFOS/tratamento farmacológico
Custos de Medicamentos/estatística & dados numéricos
Insulina Detemir/economia
Insulina Detemir/uso terapêutico
Insulina Glargina/economia
Insulina Glargina/uso terapêutico
-Colômbia
Custos e Análise de Custo
Modelos Econômicos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Research Support, Non-U.S. Gov't
Revisão
Responsável: CO332 - Facultad de Medicina



página 1 de 1
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde