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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-610464
Autor: Braslavsky, Débora; Keselman, Ana; Galoppo, Marcela; Lezama, Carol; Chiesa, Ana; Galoppo, Cristina; Bergadá, Ignacio.
Título: Neonatal cholestasis in congenital pituitary hormone deficiency and isolated hypocortisolism: characterization of liver dysfunction and follow-up / Colestase neonatal na deficiência congênita de hormônio hipofisário e hipocortisolismo isolado: caracterização da disfunção hepática e acompanhamento
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;55(8):622-627, nov. 2011. graf.
Idioma: en.
Resumo: INTRODUCTION: Neonatal cholestasis due to endocrine diseases is infrequent and poorly reco-gnized. Referral to the pediatric endocrinologist is delayed. OBJECTIVE: We characterized cholestasis in infants with congenital pituitary hormone deficiencies (CPHD), and its resolution after hormone replacement therapy (HRT). SUBJECTS AND METHODS: Sixteen patients (12 males) were included; eleven with CPHD, and five with isolated central hypocortisolism. RESULTS: Onset of cholestasis occurred at a median age of 18 days of life (range 2-120). Ten and nine patients had elevated transaminases and γGT, respectively. Referral to the endocrinologist occurred at 32 days (range 1 - 72). Remission of cholestasis occurred at a median age of 65 days, whereas liver enzymes occurred at 90 days. In our cohort isolated, hypocortisolism was a transient disorder. CONCLUSION: Cholestasis due to hormonal deficiencies completely resolved upon introduction of HRT. Isolated hypocortisolism may be a transient cause of cholestasis that needs to be re-evaluated after remission of cholestasis.

INTRODUÇÃO: A colestase neonatal causada por doenças endócrinas é pouco frequente e reconhecida. Existe um atraso no encaminhamento dos pacientes a um endocrinologista pediátrico. OBJETIVO: Caracterizamos a colestase em recém-nascidos com deficiências congênitas de hormônio hipofisário (DCHH) e sua resolução após a terapia de reposição hormonal (TRH). SUJEITOS E MÉTODOS: Dezesseis pacientes (12 do sexo masculino) foram incluídos; sete com DCHH, e cinco com hipocortisolismo central isolado. RESULTADOS: O início da colestase ocorreu aos 18 dias de vida (variação 2-120). Dez e nove pacientes apresentaram elevação das transaminases e γGT, respectivamente. A consulta com um endocrinologista aconteceu aos 32 dias (variação 1-72). A remissão da colestase ocorreu em uma idade mediana de 65 dias, enquanto a remissão das enzimas hepáticas aconteceu aos 90 dias. Na coorte isolada, o hipocortisolismo foi uma desordem transitória. CONCLUSÃO: A colestase causada por deficiências hormonais foi completamente resolvida após a introdução da TRH. O hipocortisolismo pode ser uma causa transitória da colestase e precisa ser reavaliado após a remissão da colestase.
Descritores: Insuficiência Adrenal/etiologia
Colestase/etiologia
Hidrocortisona/uso terapêutico
Hipopituitarismo/congênito
Hepatopatias/etiologia
Tiroxina/uso terapêutico
-Idade de Início
Insuficiência Adrenal/fisiopatologia
Colestase/fisiopatologia
Seguimentos
Terapia de Reposição Hormonal/métodos
Hidrocortisona/deficiência
Hipopituitarismo/tratamento farmacológico
Hepatopatias/fisiopatologia
Hormônios Adeno-Hipofisários/deficiência
Indução de Remissão
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Limites: Feminino
Humanos
Lactente
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-411422
Autor: Rosado, A; Alegre, M; Colón, G.
Título: Pseudohermafroditismo masculino por deficiencia enzimática de 17 alfahidroxilasa; primer caso reportado en Puerto Rico / Male pseudohermaphroditism caused by enzymatic deficiency of 17-alpha-hydroxylase. 1st case reported in Puerto Rico
Fonte: Bol. Asoc. Méd. P. R;89(10/12):197-199, Oct.-Dec. 1997.
Idioma: es.
Resumo: A 36 year old white female came to our service after having been evaluated on repetitive occasions in the past for a workup of gigantism and acromegalic features. Since childhood she had developed tall stature, frontal bossing, prominence of zygomatic bones, separated teeth, large hands and size 14 shoes. Human growth hormone and somatomedin serum levels had been normal on all occasions tested. Her past history was significant for primary amenorrhea and a 12 year history of hypertension. On physical examination BP was 140/100, height 6' 2[quot ], weight 2571 bs. Her phenotype was truly acromegalic. There was absence of axillary and pubic hair with no breast development. External genitalia was of female appearance. Laboratory evaluation showed increased FSH of 88 mlU/ml, increase LH of 65.6 mlU/ml and decreased E2 of 12.6 pg/ml. Other findings were low serum cortisol of 0.2 mg/dl, high ACTH of 344 pg/ml, low 17-Ketosteroids, high pregnenolone levels of 595 mg/dl, low 17-hydroxypregnenolone less than 10 ng/dl, very high aldosterone of 31 ng/dl and suppressed PRA of less than 0.1 ng/ml. A pelvic sonogram showed a right ovoid structure which could represent a gonad and failed to identify the uterus and left gonad. A bone densitometry showed a decrease bone mineral density compatible with osteoporosis. Chromosome study showed a karyotype of 46-XY. A diagnosis was made of congenital adrenal hyperplasia secondary to 17-alpha-hydroxylase deficiency in a genotypic male. Our patient was referred to the department of gynecology for surgical removal of the gonads. It is amazing how a patient with severe adrenal insufficiency can withstand 36 years of her life undiagnosed without going into an adrenal crisis. Her tall stature and acromegalic features were the striking signs confusing all physicians and delaying the correct diagnosis and appropriate treatment. There has been reported worldwide, nearly 120 cases with documented severe 17-alpha-hydroxylase deficiency. To our knowledge this is the first case identified in Puerto Rico of male pseudohermaphroditism secondary to 17-alpha-hydroxylase enzyme deficiency
Descritores: Hiperplasia Suprarrenal Congênita
Acromegalia/etiologia
Transtornos do Desenvolvimento Sexual
-Hiperplasia Suprarrenal Congênita
Transtornos do Desenvolvimento Sexual
Esteroides/sangue
Hipertensão/etiologia
Hormônios Esteroides Gonadais/sangue
Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
Cariotipagem
Osteoporose/etiologia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-335998
Autor: Vissio, Paula G; Paz, Dante A; Maggese, Cristina.
Título: The adenohypophysis of the swamp eel, Synbranchus marmoratus, an immunocytochemical analysis
Fonte: Biocell;20(2):155-161, Aug. 1996.
Idioma: en.
Resumo: The adenohypophyseal cell types of the protogynous fish Synbranchus marmoratus were studied by histochemical and immunocytochemical staining with antisera raised against piscine and human pituitary hormones to ascertain their distribution. The prolactin (PRL) cells were distributed in the rostral pars distalis and showed specific binding to antisera to carp and chum salmon prolactin. No reaction was observed with antiserum to human prolactin. The corticotrops showed strong immunoreactivity with anti-human ACTH, these cells bordered the neurohypophysis and islets between PRL cells in the rostral pars distalis. Growth hormone (GH) cells were densely distributed and associated with the neurohypophysis only in pars distalis proximal. They reacted with antisera to piscine GH but not with antisera to human growth hormone. The thyrotrops were scattered in the proximal pars distalis and showed strong immunoreactivity to the human thyrotropin Beta subunit antiserum. Gonadotrops were located in the central area of the proximal pars distalis and in the external border of the pars intermedia. These cells were alcian blue and PAS positive, and reacted with anti-croaker GTH and anti-coho GTH I and GTH II. The PAS positive cells from the pars intermedia bound specifically to anti-chum somatolactin.
Descritores: Enguias
Adeno-Hipófise/metabolismo
-Adeno-Hipófise/citologia
Gonadotropinas Hipofisárias
Hormônios Adeno-Hipofisários/imunologia
Hormônios Adeno-Hipofisários/metabolismo
Imuno-Histoquímica
Prolactina
Limites: Humanos
Animais
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Lerário, Antonio C
Wajchenberg, Bernardo L
Id: lil-265496
Autor: El-Andere, Walid; Lerario, Antonio C; Palomino, Antonio C; Casanova, Maria Inês; Wajchenberg, Bernardo L.
Título: Avaliaçäo da resposta do T3 livre, TT3 e TSH ao teste do TRH em indivíduos normais, hipotireóideos e hipertireóideos / Evaluation of the free T3, TT3 and TSH response to the TRH test in normal, hypothyroid and hyperthyroid subjects
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;34(3):45-7, set. 1990. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: O ensaio do T3 livre näo é influenciado pelas proteínas séricas circulantes, e sendo este o hormônio ativo, nos propusemos a estudar o T3 livre no teste do TRH em 15 indivíduos (seis normais, quatro hipertireóideos e cinco hipotireóideos), que foram submetidos à infusäo aguda de TRH (200µg EV) quantificando-se no soro, além da fraçäo livre do T3, o T3 total e o TSH. A maior variaçäo percentual de triiodotironina total nos normais ocorreu aos 180 minutos após o TRH (23,9 por cento), näo estatísticamente significativa. A maior variaçäo de FT3 ocorreu aos noventa minutos , com aumento de 88, 9 por cento (p<0,005). Os incrementos percentuais relativos (delta por cento = pico basal/basal) x 100 do T3 livre foram significativamente maiores nos indivíduos normais que nos hipertireóideos (p<0,05) e ainda significativamente menores nos hiperteireóideos (p<0,05). Em conclusäo, a utilizaçäo da determinaçäo do T3 livre nos testes de infusäo aguda de TRH nos permite a concomitante avaliaçäo da reserva pituitária de TSH e da capacidade de secreçäo tireoideana de triiodotironina na sua forma livre, podendo ser útil no diagnóstico diferencial dos distúrbios tireoideanos.
Descritores: Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
Hipertireoidismo/metabolismo
Hipotireoidismo/metabolismo
Testes de Função Tireóidea
Hormônio Liberador de Tireotropina/farmacologia
-Hipertireoidismo/sangue
Hipotireoidismo/sangue
Radioimunoensaio
Tireotropina/sangue
Tri-Iodotironina/sangue
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Borelli, Aurélio
Id: lil-265492
Autor: Batalha, Joäo Roberto Ferreira; Borelli, Aurelio.
Título: Funçäo pituitária e gravidez a termo na síndrome de Sheehan / Pituitary function and term pregnancy in Sheehan's syndrome
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;29(4):136-8, dez. 1985. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Uma paciente com síndrome de Sheehan (necrose pituitária pós-parto) desenvolveu gravidez a termo, quatro anos após a instalaçäo do hipopituitarismo, na vigência de reposiçäp hormonal tiroidiana e corticosteróide. Testes de estímulo da pituitária demonstraram claramente que o setor gonadotrófico era responsivo, sugerindo que possivelmente as células gonadotróficas teriam sido poupadas, pelo menos parcialmente, o suficiente para que houvesse ovulaçäo espontânea.
Descritores: Hipófise/fisiopatologia
Hipopituitarismo/fisiopatologia
Hipotireoidismo/fisiopatologia
-17-Hidroxicorticosteroides/urina
17-Cetosteroides/urina
Glicemia/análise
Esfregaço Vaginal/métodos
Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Britto, Maria Margarida S
Id: lil-265486
Autor: Britto, Maria Margarida S; Alves, Auristela F. Paes; Rabelo, Maria Marcilio.
Título: Alteraçöes do desenvolvimento somático e sexual na anemia falciforme (SS) e traço falcêmico (AS) / Changes of the somatic and sexual development in sickle cell anemia (SS) and sickling trace (AS)
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;29(4):111-4, dez. 1985. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: A avaliaçäo endócrina foi realizada em 16 pacientes SS, 18 AS, em comparaçäo com 16 AA, na mesma faixa etária (6-20 anos), mesma raça e idênticas condiçöes sócio-econômicas. A média da idade da menarca foi significativamente superior nas pacientes SS (15,5 +/- 1,1), quando comparada com os AA (13,6 +/- 1,4). Idade óssea e peso corpóreo foram significativamente mais baixos que nas AA. Os níveis de FSH e LH e a resposta máxima ao estímulo com LH-RH näo diferiram nos 3 grupos, quando comparados por estágio do desenvolvimento puberal. Estes achados säo compatíveis com retarde constitucional da puberdade.
Descritores: Anemia Falciforme/fisiopatologia
Maturidade Sexual/fisiologia
-Antropometria
Peso Corporal/fisiologia
Eletroforese em Gel de Amido
Hormônios Adeno-Hipofisários/farmacologia
Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
Puberdade
Limites: Humanos
Feminino
Criança
Adolescente
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Coutinho, Ligia M. Barbosa
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Id: lil-126111
Autor: Oliveira, Miriam da Costa; Abech, Denise Dotta; Coutinho, Ligia M. Barbosa; Ferreira, Nelson Pires.
Título: Macroprolactinoma aos 6 anos de idade: dificuldades diagnósticas / Macroprolactinoma at 6 years of age: diagnostic difficulties
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;50(3):397-401, set.-nov. 1992. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: Prolactinoma é raro na infância e adolescência. O diagnóstico mais precoce conhecido na literatura ocorreu aos 8 anos de idade. Aqui é relatado o achado de tumor selar em menina com 6 anos, embora só fosse procurado auxílio médico tardiamente, quando a paciente já apresentava atrofia parcial de papila. Nessa ocasiäo, foi constatada reseva diminuída de hormônio do crescimento e de cortisol, bem como hiperprolactinemia. Devido à rápida deterioraçäo visual, a paciente foi submetida a craniotomia fronto-temporal com a hipótese diagnóstica de craniofaringioma. O exame imuno-histoquímico do tecido tumoral foi positivo para prolactina. Conclui-se que o prolactinoma deve ser considerado no diagnóstico diferencial de tumores selares na infância, por possibilitar terapêutica menos agressiva
Descritores: Neoplasias Hipofisárias/diagnóstico
Prolactinoma/diagnóstico
-Atrofia Óptica/etiologia
Diagnóstico Diferencial
Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
Hidrocortisona/sangue
Hiperprolactinemia/etiologia
Neoplasias Hipofisárias/complicações
Neoplasias Hipofisárias/terapia
Prolactinoma/complicações
Prolactinoma/terapia
Tomografia Computadorizada por Raios X
Limites: Humanos
Feminino
Criança
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-103722
Autor: Sancho Ugalde, Hilda; Ureña Calderón, Francisco.
Título: Ultraestructura de las células adenohipofisiarias de la rata blanca sometida al efecto de una benzodiazepina en forma crónica / Ultrastructure of adenohypophyseal cells of white rats subjected to the effect of a benzodiazepine in chronic form
Fonte: Rev. biol. trop;35(1):15-9, jun. 1987. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se estudia la estructura de las células adenohipofisarias de la rata blanca (Rattus norvegicus) sometida al efecto de una benzodiazepina, aplicada crónicamente. Se observa que en relación con los controles, las células manotropas, somatotropas, tirotropas, gonadotropas, corticotropas, no muestran alteraciones ultra-estructurales. Se concluye que en la rata, el tratamiento crónico con diazepam, no produce alteraciones ultraestructurales visibles en las células secretoras de las hormonas adenohipofisiarias, debido probablemente al efecto de corta duración que tienen los metabolitos del diazepam en esta especie
Descritores: Diazepam/farmacologia
Adeno-Hipófise/ultraestrutura
-AMP Cíclico/biossíntese
CMP Cíclico/biossíntese
Microscopia Eletrônica
Adeno-Hipófise/tratamento farmacológico
Hormônios Adeno-Hipofisários/metabolismo
Limites: Animais
Feminino
Masculino
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Texto completo SciELO Brasil
Motta, Lucília Domingues Casulari da
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Id: lil-103625
Autor: Motta, Luiz A. Casulari Roxo da; Martinelli, Claudio; Motta, Lucília Domingues Casulari da; Abrahäo, André L. Andrade; Farage Filho, Miguel; Gagliardi, Antônio R. de Toledo.
Título: Efeitos tardios na funçäo hipotálamo-hipófise após tratamento de tumores parasselares / Late effects on the hypothalamo pituitary function the treatment of parasellar tumors
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;49(3):299-306, set. 1991. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O acompanhamento a longo prazo de pacientes submetidos a tratamento de tumores da regiäo parasselar é importante para detectar complicaçöes tardias da terapêutica. Neste estudo avaliamos 6 pacientes com craniofaringioma, 1 com meningioma, 1 com germinoma e 1 com cisto epidermóide, localizados na regiäo parasselar. Eles haviam sido tratados, em média, 3,8 ñ 3,2 anos antes, por cirurgia e radioterapia (6 casos) ou somente cirurgia (3 casos). Cinco pacientes eram do sexo feminino e a média de idade era de 24,3 ñ 18,8 anos. A avaliaçäo consistiu na infusäo endovenosa de TRH (200 µg), GnRH (100 µg) e insulina regular (0,1 UI Kg/peso), bem como na dosagem dos hormônios hipofisários antes (0) e após 20, 40, 60 e 80 minutos. Encontramos os seguintes resultados: (a) resposta deficitária do GH e do cortisol em todos pacientes; (b) 7/9 pacientes näo tiveram repostas adequadas do FSH e 3/9 do LH; (c) 4/9 tiveram respostas inadequadas da prolactina e 2/8 do TSH. Concluimos que: (a) o déficit de GH e cortisol säo os mais frequentes nestes pacientes; (b) a lesäo após radioterapia pode localizar-se tanto no hipotálamo quanto na hipóise ou, ainda, em ambos; (c) sa sensibilidade das células hipofisárias e hipotalâmicas à irradiaçäo é diferente de acordo com os hormônios que produzem; (d) é necessário o acompanhamento endocrinológico frequente dos pacientes submetidos a tratamento de tumores parasselares, a fim de detectar déficits hormonais tardios
Descritores: Neoplasias Encefálicas/radioterapia
Hipotálamo/efeitos da radiação
Hipófise/efeitos da radiação
Hormônios Adeno-Hipofisários/sangue
-Hormônio Liberador de Gonadotropina
Hormônio do Crescimento/metabolismo
Insulina
Prolactina/metabolismo
Hormônio Liberador de Tireotropina
Limites: Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-77670
Autor: Barbosa Coutinho, Ligia M; Antunes, A. C. M; Azambuja, N. A; Geyer, G. R; Gross, J. L; Ferreira, N. P; Lopes, N. M. M; Reichel, C. L; Zettler, C. G.
Título: Adenomas da hipófise: estudo imuno-histoquímico de 167 casos / Pituitary adenomas: immunohistochemical study of 167 cases
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;47(3):308-12, set. 1989. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Foram analisados 167 casos de adenomas da hipófise pelo método imuno-histoquímico utilizando o Complexo da Avidina Biotina (ABC) descrito por HSU e col. (1981). Foram usados 6 anti-hormônios hipofisários: anti-prolactina (aPRL), na diluiçäo de 1:1.500, anti-hormônio do crescimento (aHGH), na diluiçäo de 1:4.000, anti-hormônio adrenocorticotrófico (aACTH), na diluiçäo de 1:3.000, anti-hormônio tireotrófico (aTSH), na diluiçäo de trófico (aACTH), na diluiçäo de 1:3.000, anti-hormônio tireotrófico (aTSH), na diluiçäo de 1:3.000, anti-hormônio luteinizante (aLH), na diluiçäo de 1:1.000, anti-hormônio folículo estimulante (a(FSH), na diluiçäo de 1;3.000. O período de incubaçäo foi de 14 a 16 horas a 4-C. Foi realizada também a coloraçäo pelo Orange G-PAS. O levantamento dos dados clínicos, laboratoriais, e radiológicos dos casos de adenomas de hipófise foi realizado após leitura das lâminas pelo método imuno-histoquímico. Dos 167 casos de adenomas da hipófise, 136 (81,4%) mostraram imuno-reaçäo positiva a um ou mais anti-hormônios, variando o índice de positividade entre 1 e 90% das células neoplásicas. A imuno-reaçäo foi positiva exclusivamente a um anti-hormônio em 80 casos (58,8%) e para dois ou mais anti-hormônios nos 56 casos restantes (41,2%), sendo a associaçäo mais freqüentemente encontrada aquela em que a positividade ocorreu para o aPRL e o aHGH. A positividade a reaçäo imuno-histoquímica distribuiu-se da seguinte forma: 100 casos foram positivos para o aPRL, em 49 pacientes de forma isolada; 65 casos foram positivos para o aHGH, em 22 pacientes de forma isolada; 31 casos foram positivos para o aACTH, em 8 pacientes de forma isolada; 5 casos foram positivos ao aTSH, em um paciente de forma isolada; um paciente apresentou adenoma positivo ao aLH; um caso foi positivo ao aFSH
Descritores: Adenoma/diagnóstico
Imuno-Histoquímica
Neoplasias Hipofisárias/diagnóstico
-Adenoma/metabolismo
Hormônios Adeno-Hipofisários/metabolismo
Neoplasias Hipofisárias/metabolismo
Limites: Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME



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