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Id: biblio-1039733
Autor: Koch, Daeska Marcella; Rattmann, Yanna Dantas.
Título: Use of misoprostol in the treatment of postpartum hemorrhage: a pharmacoepidemiological approach / Uso do misoprostol no tratamento da hemorragia pós-parto: uma abordagem farmacoepidemiológica
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO5029, 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To characterize the use of the drug misoprostol for treatment of postpartum hemorrhage in pregnant women. Methods A descriptive observational study was carried out with secondary data from pregnant women who used misoprostol to treat postpartum hemorrhage in a reference public maternity, from July 2015 to June 2017. Clinical and sociodemographic profiles of pregnant women, how misoprostol was used and success rate in controling postpartum hemorrhage were characterized. Results A total of 717 prescriptions of misoprostol were identified. Of these, 10% were for treatment of postpartum hemorrhage. The majority of pregnant women were young adults, married, with complete high school education, white, residing in urban areas, multiparous (68.1%) and 25% had previous cesarean sections. The mean gestational age was 39 weeks and 51.4% had a cesarean section. There was prophylactic use of oxytocin in 47.2% of women. Treatment of postpartum hemorrhage was successful in 84.7% of women. Of these, 79.2% also used oxytocin and 54.2% methylergonovine. Only 13.5% of pregnant women had less than five prenatal visits, and the main cause of postpartum hemorrhage was uterine atony. There were 13 complications after hemorrhage, 15.3% required blood transfusion and there was one case of maternal death. Conclusion Misoprostol showed to be effective and safe for treating postpartum hemorrhage.

RESUMO Objetivo Caracterizar o uso do medicamento misoprostol para o tratamento da hemorragia pós-parto em gestantes. Métodos Estudo observacional descritivo realizado por meio de dados secundários de gestantes que fizeram uso do misoprostol para tratamento da hemorragia pós-parto em maternidade pública de referência, no período de julho de 2015 a junho de 2017. Caracterizaram-se os perfis clínico e sociodemográfico das gestantes, o padrão de utilização do misoprostol e sua taxa de sucesso no controle da hemorragia pós-parto. Resultados Foram identificadas 717 prescrições do misoprostol. Destas, 10% foram para tratamento da hemorragia pós-parto. Predominaram gestantes adultas jovens, casadas, com Ensino Médio completo, raça branca, da região urbana, multíparas (68,1%) e 25% apresentavam cesáreas prévias. A idade gestacional média foi 39 semanas e 51,4% das gestantes tiveram parto cesárea. Houve uso profilático de ocitocina em 47,2% das mulheres. O tratamento da hemorragia pós-parto eve sucesso em 84,7% das gestantes que usaram misoprostol. Destas, 79,2% também usaram ocitocina e 54,2% metilergometrina. Apenas 13,5% das gestantes tiveram menos de cinco consultas de pré-natal, e a principal causa da hemorragia pós-parto foi atonia uterina. Foram registrados 13 casos de complicações após a hemorragia, 15,3% necessitaram de hemotransfusão e houve um caso de óbito materno. Conclusão O misoprostol demonstrou ser efetivo e seguro para o tratamento da hemorragia pós-parto.
Descritores: Ocitócicos/uso terapêutico
Misoprostol/uso terapêutico
Hemorragia Pós-Parto/tratamento farmacológico
-Ocitocina/uso terapêutico
Estudos Transversais
Idade Gestacional
Metilergonovina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Gravidez
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1155291
Autor: Pinto, Keli Regiane Tomeleri da Fonseca; Zani, Adriana Valongo; Bernardy, Cátia Campaner Ferrari; Rossaneis, Mariana Angela; Rodrigues, Renne; Parada, Cristina Maria Garcia de Lima.
Título: Factors associated with obstetric interventions in public maternity hospitals / Fatores associados a intervenções obstétricas em maternidades públicas
Fonte: Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online);20(4):1081-1090, Oct-Dec. 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objectives: to identify the prevalence and factors associated with obstetric interventions in parturients assisted in public maternity hospitals. Methods: a cross-sectional study with 344 puerperal women, from two public maternity hospitals, referring to childbirth by Sistema Único de Saúde (SUS) (Public Health Service System) in Londrina City, Paraná, Brazil, between January and June 2017. The medical records were the data source. The following obstetric interventions were considered: oxytocin use, artificial rupture of the membranes, instrumental childbirth and episiotomy. Multivariate Poisson regression was used to analyze associated factors, with p<5% being significant. Results: the prevalence of obstetric intervention was 55.5%, the maximum number of interventions in the same parturient woman was three. The most frequent interventions were the use of oxytocin (50.0%) and artificial rupture of membranes (29.7%). The variables associated on maternal disease (p=0.005) and intrapartum meconium (p=0.022) independently increased, the risk of obstetric intervention, while dilation was equal to or greater than 5 cm at admission, there was a protective factor against this outcome (p=0.030). Conclusion: the prevalence of obstetric interventions was high. In the case of maternal disease and intrapartum meconium, special attention should be given to the parturient woman, in order to avoid unnecessary interventions. Thus, the maternity hospitals need to review their protocols, seeking good practices in childbirth care.

Resumo Objetivos: identificar a prevalência e os fatores associados a intervenções obstétricas em parturientes atendidas em maternidades públicas. Métodos: estudo transversal, com 344 puérperas, de duas maternidades públicas, referência ao parto pelo Sistema Único de Saúde no município de Londrina, Paraná, Brasil, entre janeiro e junho de 2017. Constituíram fonte de dados os prontuários hospitalares. As seguintes intervenções obstétricas foram consideradas: uso de ocitocina, rotura artificial das membranas, parto instrumental e realização de episiotomia. Para análise dos fatores associados utilizou-se a regressão multivariada de Poisson, sendo significativo p<5%. Resultados: a prevalência de intervenção obstétrica foi de 55,5%, o número máximo de intervenções em uma mesma parturiente foi três. As intervenções mais frequentes foram o uso de ocitocina (50,0%) e a rotura artificial das membranas (29,7%). As variáveis doença materna associada (p=0,005) e mecônio intraparto (p=0,022) aumentaram, de maneira independente, o risco de intervenção obstétrica, enquanto que a dilatação igual ou superior a 5 cm na internação constituiu fator de proteção a esse desfecho (p= 0,030). Conclusão: a prevalência de intervenções obstétricas foi elevada. Na vigência de doença materna e de mecônio intraparto, especial atenção deve ser dedicada à parturiente, para que sejam evitadas intervenções desnecessárias, assim as maternidades precisam rever seus protocolos, buscando as boas práticas de atenção ao parto.
Descritores: Trabalho de Parto
Fatores de Risco
Medicalização
Tocologia
Parto Normal/estatística & dados numéricos
-Cuidado Pré-Natal
Brasil
Ocitocina
Distribuição de Poisson
Estudos Transversais
Episiotomia
Amniotomia
Maternidades
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR663.1 - Biblioteca da Saúde da Mulher e da Criança


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Cipolotti, Rosana
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Id: biblio-896335
Autor: Prado, Daniela Siqueira; Mendes, Rosemar Barbosa; Gurgel, Rosana Queiroz; Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho; Bezerra, Felipa Daiana; Cipolotti, Rosana; Gurgel, Ricardo Queiroz.
Título: Practices and obstetric interventions in women from a state in the Northeast of Brazil / Práticas e intervenções obstétricas em mulheres de um estado do Nordeste brasileiro
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);63(12):1039-1048, Dec. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Summary Objective: To describe practices and interventions used during labor and childbirth and factors associated with such practices in puerperae in the state of Sergipe. Method: A cross-sectional study with 768 postpartum women from 11 maternity hospitals interviewed 6 hours after delivery, and hospital records review. The associations between best practices and interventions used during labor and delivery with exposure variables were described using simple frequencies, percentages, crude and adjusted odds ratio (ORa) with the confidence interval. Results: Of the women in the study, 10.6% received food and 27.8% moved during labor; non-pharmacological methods for pain relief were performed in 26.1%; a partogram was filled in 39.4% of the charts; and an accompanying person was present in 40.6% of deliveries. Oxytocin, amniotomy and labor analgesia were used in 59.1%, 49.3% and 4.2% of women, respectively. Lithotomy position during childbirth was used in 95.2% of the cases, episiotomy in 43.9% and Kristeller maneuver in 31.7%. The variables most associated with cesarean section were private financing (ORa=4.27, 95CI 2.44-7.47), higher levels of education (ORa=4.54, 95CI 2.56-8.3) and high obstetric risk (ORa=1.9, 95CI 1.31-2.74). Women whose delivery was funded privately were more likely to have an accompanying person present (ORa=2.12, 95CI 1.18-3.79) and to undergo labor analgesia (ORa=4.96, 95CI 1.7-14.5). Conclusion: Best practices are poorly performed and unnecessary interventions are frequent. The factors most associated with c-section were private funding, greater length of education and high obstetric risk.

Resumo Objetivo: Descrever as práticas e intervenções utilizadas durante o trabalho de parto e o parto e fatores associados em puérperas do estado de Sergipe. Método: Estudo transversal com 768 puérperas das 11 maternidades do estado com entrevista após 6h do parto e dados do prontuário da puérpera e dos recém-nascidos. As associações entre as boas práticas e intervenções utilizadas durante o trabalho de parto e o parto com as variáveis de exposição foram descritas em frequências simples, percentuais, razões de chances brutas e ajustadas (ORa) com o intervalo de confiança. Resultados: Das mulheres estudadas, 10,6% receberam alimentos e 27,8% movimentaram-se durante o trabalho de parto; medidas não farmacológicas para alívio da dor foram realizadas em 26,1%; o partograma estava preenchido em 39,4% dos prontuários; o acompanhante esteve presente em 40,6% dos partos. O uso de ocitocina, amniotomia e analgesia ocorreram em 59,1%, 49,3% e 4,2% das mulheres, respectivamente. O parto ocorreu na posição de litotomia em 95,2% dos casos, houve episiotomia em 43,9% e manobra de Kristeller em 31,7%. Os fatores mais associados à cesariana foram ser usuárias do setor privado de saúde (ORa=4,27; 95CI 2,44-7,47), ter maior escolaridade (ORa=4,54; 95CI 2,56-8,3) e alto risco obstétrico (ORa=1,9; 95CI 1,31-2,74). Usuárias do setor privado tiveram maior presença do acompanhante (ORa=2,12; 95CI 1,18-3,79) e analgesia (ORa=4,96; 95CI 1,7-14,5). Conclusão: Boas práticas obstétricas são pouco utilizadas e intervenções desnecessárias são frequentes, e os fatores mais associados à cesariana foram ser usuária do setor privado de saúde, ter maior escolaridade e alto risco obstétrico.
Descritores: Trabalho de Parto
Parto Obstétrico/estatística & dados numéricos
Parto
-Cuidado Pré-Natal
Brasil
Ocitocina
Razão de Chances
Cesárea/estatística & dados numéricos
Estudos Transversais
Saúde Materna
Analgesia
Limites: Humanos
Feminino
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1178693
Autor: Salaverria Solórzano, Raquel Elizabeth.
Título: Perfil clínico y resultado perinatal en pacientes conducidas con oxitocina por distocias dinámicas en el Hospital Nacional de la Mujer en el periodo de julio a septiembre de 2016 / Clinical profile and perinatal outcome in patients treated with oxytocin for dynamic dystocia at the National Women's Hospital in the period from July to September 2016.
Fonte: San Salvador; s.n; 2017. 33 p. graf.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad de El Salvador para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: En el hospital Nacional de la Mujer como centro de tercer nivel de atención en salud, uno de sus funciones es garantizar un buen resultado materno ­ perinatal en pacientes que consultan para la atención del parto, muchas veces durante el trabajo de parto ocurren situaciones como distocias dinámicas que no permiten el adecuado progreso de este, por lo cual hace necesario la utilización de oxitocina para mejorar la actividad uterina y poder garantizar un buen resultado materno- perinatal; muchas veces el uso inadecuado de esta puede poner en riesgo la salud de la madre y el feto, interfiriendo en la vía de finalización del parto y otras complicaciones que prolonga la estancia intrahospitalaria generando gastos extras a la institución. En el presente estudio se investigó, de manera retrospectiva, a través de revisión de expedientes clínicos, los resultados maternos- fetales así como la vía de finalización del embarazo en las pacientes en las cuales se utilizó oxitocina como conducción por distocia dinámica durante el trabajo de parto. Se incluyó solo embarazos únicos y de término; dentro de los resultados se obtuvo la detención de la fase activa como principal distocia dinámica para indicación de conducción con oxitocina durante el trabajo de parto. La principal indicación de evacuación vía abdominal fue deterioro fetal; la complicación materna más frecuente fue atonía uterina, la más severa fue hemorragia obstétrica severa que resolvieron con manejo médico. La mayoría de los recién nacidos fueron niño sano
Descritores: Parto
-Ocitocina
Distocia do Ombro
Ginecologia
Obstetrícia
Responsável: SV2 - Departamento de Gobernanza y Gestión del Conocimiento


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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1138646
Autor: Contreras B, Natalia; Elgueta N, Rogelio; López A, Marcia; Bravo D, Matías.
Título: Inducción de trabajo de parto en pacientes COVID-19: experiencia en el Hospital San Juan de Dios / Labor induction in COVID-19 patients: experience in the San Juan de Dios Hospital
Fonte: Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea);85(supl.1):S28-S34, set. 2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÖN Y OBJETIVOS: Describir la experiencia de los partos en gestantes con diagnóstico confirmado de COVID 19 mediante RT-PCR asintomáticas o con sintomatología leve y aquellas sin la enfermedad, y determinar la tasa de éxito de parto vaginal en inducción de trabajo de parto. MÉTODOS: Análisis retrospectivo de pacientes que tuvieron su parto entre 15 de Abril y 03 de Julio del 2020 en el Hospital San Juan de Dios. Se incluyeron las pacientes inducidas con Dinoprostona, Oxitocina o ambas de manera secuencial y se dividieron según estatus COVID 19 mediante RT-PCR al ingreso. Se caracterizó demográficamente el grupo de pacientes positivas y se determinaron los datos de ambos grupos en relación a la necesidad de inducción de trabajo de parto y su éxito para parto vaginal. RESULTADOS: De un total de 657 nacimientos, hubo un 9.7% (n=64) de pacientes con COVID 19, de las cuales un 23.4% (n=15) requirió inducción de trabajo de parto, con una tasa de éxito para parto vaginal de un 66.7% (n=10). De estas pacientes, un 50% recibió Oxitocina, un 40% Dinosprostona y un 10% ambos medicamentos de forma secuencial. En las pacientes negativas, hubo un total de 568 nacimientos, con un 29.8% (n=169) de usuarias que requirieron inducción. La tasa de éxito para parto vaginal en este grupo fue de 72.2% (n=122), utilizando un 50% Oxitocina; un 27% Dinoprostona; un 14.8% ambas; y un 8.2% Balón de Cook. CONCLUSIONES: Sabemos que los resultados de este estudio están limitados por el bajo número de pacientes incluidas, sin embargo, podemos observar que, en nuestra experiencia con las pacientes que arrojaron PCR SARS-CoV-2 positivas, asintomáticas o con enfermedad leve, se logró realizar la inducción de trabajo de parto según protocolos habituales, obteniendo porcentajes de éxito para partos vaginales, similares a las pacientes sin la enfermedad.

INTRODUCTION AND OBJECTIVES: Describe the experience of deliveries in pregnant women with a confirmed diagnosis of COVID 19 by asymptomatic RT-PCR or with mild symptoms and those without the disease, and determine the success rate of vaginal delivery in the induction of labor. METHODS: Retrospective study of patients who had their delivery between 15th April and 03rd of July, 2020 in the San Juan de Dios Hospital. Patients induced with Dinoprostone, Oxytocin or both sequentially were included, and were divided according to COVID 19 status by RT-PCR on their admission process. The group of positive patients was demographically characterized and the data of both groups was determined in relation to the need for labor induction and its success for vaginal delivery. RESULTS: Of a total of 657 births, there were 9.7% (n = 64) of patients with COVID 19, of which 23.4% (n = 15) required labor induction, with a success rate for vaginal delivery of 66.7% (n = 10). Of these patients, 50% received Oxytocin, 40% Dinosprostone and 10% both drugs sequentially. In the negative patients, there were a total of 568 births, with 29.8% (n = 169) of users requiring labor induction. The success rate for vaginal delivery in this group was 72.2% (n = 122); 50% using Oxytocin; 27% Dinoprostone; 14.8% using both; and 8.2% using Cook's Catheter. CONCLUSIONS: We know that the results of this study are limited by the low number of patients included, however, in our experience, we can observe that, in patients with SARS-CoV-2 PCR positive, asymptomatic or with mild disease, it was possible to perform induction of labor according to standard protocols, achieving success rates for vaginal deliveries, similar to patients without the disease.
Descritores: Pneumonia Viral/complicações
Complicações Infecciosas na Gravidez/terapia
Complicações Infecciosas na Gravidez/virologia
Infecções por Coronavirus/complicações
Trabalho de Parto Induzido/métodos
-Ocitocina/administração & dosagem
Resultado da Gravidez
Dinoprostona/administração & dosagem
Cesárea
Estudos Retrospectivos
Parto Obstétrico
Pandemias
Betacoronavirus
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-901305
Autor: Suárez González, Juan Antonio; Gutiérrez Machado, Mario; Milián Espinosa, Isdeky; Pérez López, Arlienys; Moya Arechavaleta, Osvaldo Alejando.
Título: Uso de carbetocina frente al uso de oxitocina en pacientes intervenidas por cesárea con alto riesgo de atonía uterina / Use of Carbetocin versus Oxytocin in Cesareans with High Risk of Uterine Atony
Fonte: Rev. cuba. obstet. ginecol;43(2):1-10, abr.-jun. 2017. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: la utilización adecuada de medicamentos uterotónicos es fundamental en el manejo de la hemorragia obstétrica. Objetivo: describir los efectos de la carbetocina y su comparación con la oxitocina como primera elección para prevenir la hemorragia obstétrica en pacientes cesareadas con riesgo de atonía uterina. Métodos: se realizó un estudio prospectivo, comparativo y transversal, en el 2016, donde se incluyeron 165 pacientes embarazadas que ingresaron para interrupción del embarazo por cesárea, las cuales tenían factores de riesgo de atonía uterina. Se formaron dos grupos: el A, con 110 pacientes que recibieron oxitocina a dosis de 10 U por vía intravenosa, y el B, con 55 pacientes a las que se les administraron 100 mg de carbetocina después del nacimiento. Resultados: ambos grupos resultaron similares en la edad. En el grupo A, el promedio de edad fue de 27,5 años, y en el B, de 28,1 años. Se encontró una adecuada contractilidad en 83 pacientes del grupo A (75,45 por ciento) y en 53 del grupo B (96,36 por ciento). El grupo que recibió carbetocina requirió menor cantidad de maniobras o medicamentos adicionales. El sangrado transoperatorio fue, en promedio, de 845 ± 124,8 mL, para el grupo A, y de 709 ± 275,21 mL para el grupo B, en 21 pacientes del grupo A fue mayor de 1 000 mL y en 12 del grupo B. Conclusiones: las pacientes que recibieron carbetocina tuvieron resultados mejores en la contractilidad uterina. La necesidad de maniobras y medicamentos adicionales así como en la magnitud del sangrado y por tanto menor cantidad de transfusiones de hemoderivados(AU)

Introduction: the proper use of uterotonic drugs is fundamental in the management of obstetric hemorrhage. Objective: describe the effects of carbetocin and its comparison with oxytocin as the first choice to prevent obstetric hemorrhage in patients who are at risk for uterine atony. Methods: aprospective, comparative and cross-sectional study was conducted in 2016, which included 165 pregnant patients admitted for cesarean section, who had risk factors for uterine atony. Two groups were formed: A, with 110 patients receiving oxytocin at a dose of 10 U intravenously, and B, with 55 patients given 100 mcg of carbetocin after birth. Results: both groups were similar in age. In group A, the mean age was 27.5 years, and in B, 28.1 years. Adequate contractility was found in 83 patients in group A (75.45 percent) and 53 patients in group B (96.36 percent). The group receiving carbetocin required fewer maneuvers or additional medications. The intraoperative bleeding was, on average, 845 ± 124.8 mL in group A and 709 ± 275.21 mL in group B. It was more than 1,000 mL in 21 patients in group A and 12 patients in group B. Conclusions: patients who received carbetocin had better results in uterine contractility. The need for maneuvers and additional drugs was lesser as well as the magnitude of bleeding and therefore less transfusions of blood products(AU)
Descritores: Inércia Uterina/prevenção & controle
Inércia Uterina/tratamento farmacológico
Ocitocina/uso terapêutico
Cesárea/efeitos adversos
-Estudo Comparativo
Estudos Transversais
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1121036
Autor: El Salvador. Ministerio de Salud/Instituto Nacional de Salud.
Título: Guía de práctica clínica para el uso de uterotónicos en la prevención de la hemorragia posparto: versión resumida / Clinical practice guide for the use of uterotonics in the prevention of postpartum hemorrhage: short version.
Fonte: San Salvador; MINSAL; sept.16, 2020. 12 p. ilus, graf.
Idioma: es.
Resumo: La presente guía se elaboró siguiendo los lineamientos del Manual para la elaboración de guías de la Organización Mundial de la Salud. De forma general, se creó un grupo desarrollador multidisciplinario, compuesto por expertos temáticos, epidemiólogos, metodólogos y pacientes. Con base en la evidencia proveniente de la guía para el uso de uterotónicos para la prevención de hemorragia posparto, se desarrolló una adaptación para el contexto del Sistema Nacional Integrado de Salud de El Salvador. Se incluyó de evidencia local y la contextualización de sus recomendaciones. Las recomendaciones fueron graduadas en un panel de expertos conformado por profesionales en estadística, enfermería, materno infantil y médicos generales y especialistas en las siguientes áreas: ginecología y obstetricia, perinatología, anestesiología, medicina familiar, economía de la salud, epidemiología, además se incluyó la participación de pacientes siguiendo el enfoque Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE)

This guide was prepared following the guidelines of the Manual for the preparation of guidelines of the World Health Organization. In general, a multidisciplinary development group was created, composed of thematic experts, epidemiologists, methodologists, and patients. Based on the evidence from the guide for the use of uterotonics for the prevention of postpartum hemorrhage, an adaptation was developed for the context of the National Integrated Health System of El Salvador. Local evidence and the contextualization of their recommendations were included. The recommendations were graded by a panel of experts made up of professionals in statistics, nursing, maternal and child health, and general practitioners and specialists in the following areas: gynecology and obstetrics, perinatology, anesthesiology, family medicine, health economics, epidemiology, and it was also included patient participation following the Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE)
Descritores: Ocitócicos/uso terapêutico
Hemorragia Pós-Parto/prevenção & controle
Hemorragia Pós-Parto/tratamento farmacológico
Hemorragia Pós-Parto/terapia
-Ocitocina/uso terapêutico
Misoprostol/uso terapêutico
Limites: Gravidez
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Responsável: SV2 - Departamento de Gobernanza y Gestión del Conocimiento


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Id: biblio-975441
Autor: Nucci, Marina; Nakano, Andreza Rodrigues; Teixeira, Luiz Antônio.
Título: Ocitocina sintética e a aceleração do parto: reflexões sobre a síntese e o início do uso da ocitocina em obstetrícia no Brasil / Synthetic oxytocin and hastening labor: reflections on the synthesis and early use of oxytocin in Brazilian obstetrics
Fonte: Hist. ciênc. saúde-Manguinhos;25(4):979-998, Oct.-Dec. 2018. graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O artigo reflete sobre o processo de medicalização do parto, tendo como foco específico o desenvolvimento da ocitocina sintética em 1953. Investiga a vida social da ocitocina, isto é, sua sintetização, estabilização e uso em obstetrícia para acelerar o trabalho de parto. Por meio do levantamento em dois periódicos brasileiros de obstetrícia da época, é analisado o início do uso da ocitocina sintética no Brasil, a partir do final da década de 1950, e os argumentos dos obstetras acerca da recomendação ou não desse uso. É observada, nesse período, a centralidade cada vez maior do obstetra no parto, bem como a recomendação do uso encadeado de diferentes intervenções - com destaque para a ocitocina - visando menor tempo de trabalho de parto.

Abstract This article reflects on the medicalization of childbirth, focusing on the development of synthetic oxytocin in 1953. Specifically addressed is the social life of oxytocin; in other words, its synthesis, stabilization, and use in obstetrics to hasten labor. Two Brazilian obstetrics journals of this era were surveyed to analyze the early use of synthetic oxytocin in Brazil in the late 1950s, along with obstetric arguments for or against its use. Notable in this period is the increasingly central role of the obstetrician in childbirth, as well as the recommendation to use different interventions linked together (particularly oxytocin) to shorten labor.
Descritores: Ocitócicos/história
Ocitocina/história
Medicamentos Sintéticos/história
Trabalho de Parto Induzido/história
Obstetrícia/história
-Publicações Periódicas como Assunto/história
Brasil
Parto
Medicalização/história
Medicamentos Sintéticos/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
História do Século XX
Tipo de Publ: Artigo Histórico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-787628
Autor: Yamaguchi, Eduardo Tsuyoshi; Siaulys, Mônica Maria; Torres, Marcelo Luis Abramides.
Título: Oxytocin in cesarean-sections. What's new? / Ocitocina em cesarianas. O que há de novo?
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):402-407tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Oxytocin is the uterotonic agent of choice in the prevention and treatment of postpartum uterine atony. Nevertheless, there is no consensus on the optimal dose and rate for use in cesarean sections. The use of high bolus doses (e.g., 10 IU of oxytocin) can determine deleterious cardiovascular changes for the patient, especially in situations of hypovolemia or low cardiac reserve. Furthermore, high doses of oxytocin for prolonged periods may lead to desensitization of oxytocin receptors in myometrium, resulting in clinical inefficiency.

Resumo A ocitocina é o uterotônico de primeira escolha na prevenção e no tratamento da atonia uterina após o parto. Apesar disso, não existe consenso sobre qual a dose e velocidade ideais de seu uso em cesarianas. O uso de altas doses (por exemplo, 10 UI de ocitocina) em bolus pode determinar alterações cardiocirculatórias deletérias para a paciente, especialmente em situações de hipovolemia ou baixa reserva cardíaca. Além disso, altas doses de ocitocina por períodos prolongados podem levar à dessensibilização dos receptores de ocitocina localizados no miométrio e resultar em ineficácia clínica.
Descritores: Ocitocina/uso terapêutico
Cesárea
-Inércia Uterina/prevenção & controle
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1008247
Autor: Mejía Jurado, Ana Cristina; Mena López, Ana Vanessa.
Título: Uso de bajas dosis de oxitocina para el manejo de contracción uterina en el transoperatorio de pacientes sometidas a cesárea en el centro obstétrico del Hospital Carlos Andrade Marín / Oxytocin low-dosage use for handling uterine contraction in the transoperative of C-section patients of the Carlos Andrade Marin Hospital Obstetric Center
Fonte: Cambios rev. méd;14(25):23-26, jun.2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: la oxitocina es la droga de elección para el manejo de contracción uterina, sin embargo sus efectos adversos son minimizados. Este estudio pretende determinar la frecuencia de efectos adversos de oxitocina a dosis altas con relación a dosis bajas en el centro obstétrico del Hospital Carlos Andrade Marín. Materiales y métodos: es un estudio observacional descriptivo, en el que se estudió a 52 pacientes que fueron sometidas a cesárea iterativa en el período mayo ­ junio de 2012. Resultados: con el uso de dosis altas de oxitocina se presenta efectos adversos como dolor precordial (p menor 0.05), hipotensión (p 0.002), náusea (p 0.002). Con tres unidades de oxitocina el sangrado no se modifcó. Por otro lado, la satisfacción del cirujano es del 88,5%, similar a los valores reportados a nivel internacional. Conclusiones: con el uso de dosis bajas de oxitocina para el manejo de la contracción uterina en cesárea no hubo aumento del sangrado (promedio 463 ml), por lo que se puede considerar una terapéutica segura para la paciente.

Introduction: Oxytocin is the drug of choice for uterine contraction management, but its side effects are minimized. This study pretends to determine the frequency of side effects of high- dose oxytocin compared to low doses in the Obstetric Center of the Carlos Andrade Marin Hospital. Materials and methods: this is a descriptive study where 52 patients were studies and which were subjected to iterative caesarean study during the period may - june 2012. Results: high doses of oxytocin produce side effects such as chest pain (p less than 0.05), hypotension (p 0.002) and nausea (p 0.002). Three units of oxytocin do not modify the bleeding. Furthermore, surgeon satisfaction is 88.5%, similar to values reported worldwide. Conclusions: the use of low dosage of oxytocin for the management of uterine contractions during a cesarean section, showed no increase in bleeding (average of 463 ml), for which this dose may be considered a safe therapeutic dosage for the patient.
Descritores: Contração Uterina
Dor no Peito
Ocitocina
Cesárea
Salas de Parto
Hipotensão
-Taquicardia
Hemodinâmica
Náusea
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: EC162.1



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