Base de dados : LILACS
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Lopes, Antonio Carlos
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Id: lil-502524
Autor: Tallo, Fernando Sabia; Guimarães, Hélio Penna; Lopes, Renato Delascio; Vendrame, Letícia Sandre; Lopes, Antonio Carlos.
Título: Drogas vasopressoras nos estados choque: qual é a melhor opção? / Vasopressors drugs in the shock state: which is the best option?
Fonte: Rev. Soc. Bras. Clín. Méd;6(6):237-242, nov.-dez. 2008. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar da terapia com fármacos vasopressores ser usada há décadas, poucos ensaios clínicos comparam os diferentes tipos utilizados nos diferentes tipos de choque. O objetivo deste estudo foi rever os principais estudos publicados, nas ultimas décadas, para orientação quanto à escolha da melhor droga vasopressora nos diferentes estados de choque. CONTEÚDO: Foram selecionados artigos na base de dados MedLine (1950-2008), por meio das palavras-chave: drogas vasoativas, drogas vasopressoras e choque. Adicionalmente, referências desses artigos, capítulos de livros e artigos históricos foram avaliados para esta revisão. Foram identificados e revisados 160 artigos. Foram considerados ensaios clínicos da língua inglesa, estudos retrospectivos e artigos de revisão. Os artigos foram avaliados por análise de método e determinação de limitações de desenho. Por não se tratar de uma metanálise, mas sim de uma revisão descritiva, serão apresentadas as conclusões mais relevantes dos principais estudos e metanálises encontrados nessa revisão, sem a interferência direta da análise pessoal dos autores deste estudo. CONCLUSÕES: O uso de drogas vasopressoras nos estados de choque permanece controverso. A escolha de uma droga específica para determinado tipo de choque permanece aberta. Existem várias drogas vasopressoras que podem ser utilizadas, inclusive em combinação na terapêutica dos pacientes em estado de choque. Estudos clínicos aleatórios têm sido realizados na tentativa de aperfeiçoar a evidência do uso de drogas vasoativas. Esta permanece ainda uma questão sem sólidas e robustas respostas baseadas em evidências. Descritores: drogas vasopressoras, estado de choque.(AU)

BACKGROUND AND OBJECTIVES: Despite treatment with drugs vasopressors are used for decades, few clinical trials comparing the different types and drugs used in different types of shock. This study aimed at reviewing the major articles published, in recent decades, for guidance on choosing the best vasopressor drugs in different state of shock. CONTENTS: Were selected articles in the database Med- Line (1950-2008), using the keywords: vasoactive drugs, drugs vasopressors and shock. Additionally, references of these articles, chapters of books and historical articles were evaluated for this review. Were identified and reviewed 160 articles. We considered clinical trials of English, retrospective studies and reviews. The articles were evaluated by analysis of method and determination of limitations of design. It is not a meta-analysis, but a descriptive review, will be presenting the findings most relevant of the major studies and meta from this review, without the interference of direct personal analysis of the authors of this study. CONCLUSION: The use of drugs vasopressors in the states of shock remains controversial. The choice of a drug specifically for a particular type of shock remains open. There are several drugs vasopressors that can be used, even in combination in therapeutic for patients in shock. Randomized clinical trials have been conducted in an attempt to optimize the evidence of the use of vasoactive drugs. This still remains an issue without solid and robust response based on evidence.(AU)
Descritores: Choque/tratamento farmacológico
Medicina de Emergência
-Fenilefrina/uso terapêutico
Vasopressinas/uso terapêutico
Dopamina/uso terapêutico
Epinefrina/uso terapêutico
Norepinefrina/uso terapêutico
/uso terapêutico
AMERICAN HOSPITAL ASSOCIATION9ABATTOIRS/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-960930
Autor: Morales-Cané, Ignacio; Valverde-León, María Del Rocío; Rodríguez-Borrego, María Aurora.
Título: Epinephrine in cardiac arrest: systematic review and meta-analysis / A adrenalina durante parada cardíaca: revisão sistemática e meta-análise / Adrenalina en el paro cardíaco: revisión sistemática y metaanálisis
Fonte: Rev. latinoam. enferm. (Online);24:e2821, 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: abstract Objective: evaluate the effectiveness of epinephrine used during cardiac arrest and its effect on the survival rates and neurological condition. Method: systematic review of scientific literature with meta-analysis, using a random effects model. The following databases were used to research clinical trials and observational studies: Medline, Embase and Cochrane, from 2005 to 2015. Results: when the Return of Spontaneous Circulation (ROSC) with administration of epinephrine was compared with ROSC without administration, increased rates were found with administration (OR 2.02. 95% CI 1.49 to 2.75; I2 = 95%). Meta-analysis showed an increase in survival to discharge or 30 days after administration of epinephrine (OR 1.23; 95% IC 1.05-1.44; I2=83%). Stratification by shockable and non-shockable rhythms showed an increase in survival for non-shockable rhythm (OR 1.52; 95% IC 1.29-1.78; I2=42%). When compared with delayed administration, the administration of epinephrine within 10 minutes showed an increased survival rate (OR 2.03; 95% IC 1.77-2.32; I2=0%). Conclusion: administration of epinephrine appears to increase the rate of ROSC, but when compared with other therapies, no positive effect was found on survival rates of patients with favorable neurological status.

resumo Objetivo: avaliar a efetividade da adrenalina na parada cardíaca e seu efeito na sobrevivência e no estado neurológico. Métodos: revisão sistemática da literatura científica com meta-análise utilizando um modelo de efeitos aleatórios. Revisão em Medline, Embase e Cochrane, desde 2005 até 2015 de ensaios clínicos e estudos observacionais. Resultados: observou-se aumento nas taxas de retorno de circulação espontânea com a administração de adrenalina (OR 2,02; 95% IC 1,49-2,75; I2=95%) comparadas com a não administração de adrenalina. A meta-análise mostrou um aumento da sobrevivência na alta ou depois de 30 dias da administração de adrenalina (OR 1,23; 95% IC 1,05-1,44; I2=83%). Quando estratificados por ritmos desfibrilháveis e não desfibrilháveis apareceu um aumento da sobrevivência nos ritmos não desfibrilháveis (OR 1,52; 95% IC 1,29-1,78; I2=42%). Também observou-se um incremento de sobrevivência na alta ou depois de 30 dias, quando administrada a adrenalina antes de 10 minutos, isto comparado com administração tardia (OR 2,03; 95% IC 1,77-2,32; I2=0%). Conclusão: a administração de adrenalina parece incrementar a taxa de retorno da circulação espontânea, mas não se tem encontrado um efeito positivo nas taxas de sobrevivência nem nas taxas de pacientes com estado neurológico favorável, em comparação com outras terapias.

resumen Objetivo: evaluar la efectividad de la adrenalina en el paro cardíaco y su efecto en la supervivencia y en el estado neurológico. Métodos: revisión sistemática de la literatura científica con metaanálisis utilizando un modelo de efectos aleatorios. Revisión en Medline, Embase y Cochrane, desde 2005 hasta 2015, de ensayos clínicos y estudios observacionales. Resultados: se observó aumento en las tasas de retorno de circulación espontánea cuando administrada adrenalina (OR 2,02; 95% IC 1,49-2,75; I2=95%) comparada con la no administración de adrenalina. El metaanálisis mostró un aumento de la supervivencia al alta hospitalaria o a los 30 días cuando administrada adrenalina (OR 1,23; 95% IC 1,05-1,44; I2=83%). La estratificación por ritmos desfibrilables y no desfibrilables mostró un aumento de la supervivencia en ritmos no desfibrilables (OR 1,52; 95% IC 1,29-1,78; I2=42%). También, se observó un incremento en la supervivencia al alta hospitalaria o a los 30 días en la administración de adrenalina antes de 10 minutos comparada con la administración tardía (OR 2,03; 95% IC 1,77-2,32; I2=0%). Conclusión: la administración de adrenalina parece incrementar la tasa de retorno de circulación espontánea, pero no se ha encontrado un efecto positivo en tasas de supervivencia ni en tasas de pacientes con estado neurológico favorable, en comparación con otras terapias.
Descritores: Epinefrina/uso terapêutico
Parada Cardíaca/tratamento farmacológico
-Vasopressinas/uso terapêutico
Resultado do Tratamento
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Metanálise
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Id: biblio-911129
Autor: Nicola, Angela Cristina de.
Título: Atuação das proteínas do relógio na senescência reprodutiva de ratas Wistar / Clock protein action in the senescence reproductive of female Wistar rats.
Fonte: Araçatuba; s.n; 2017. 113 p. graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho". Faculdade de Odontologia de Araçatuba para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O envelhecimento é considerado processo multidimensional no qual fatores ambientais podem proteger ou, inversamente, agravar seus sinais, de maneira não linear, nos processos fisiológicos e neurocomportamentais. Durante este processo, os ritmos circadianos são interrompidos ou fragmentados com dissociação consequente dos ritmos circadianos do indivíduo e disfunções relacionadas ao relógio circadiano contribuem para o envelhecimento e para patologias a ele relacionadas. O objetivo deste estudo foi averiguar possível alteração temporal do sistema CLOCK no eixo HPG e a relação com às alterações hormonais que caracterizam a periestropausa. Foram utilizadas fêmeas adultas com ciclo estral regular (CD) na fase do diestro e fêmeas senis com ciclo estral irregular e persistência da fase do diestro (IDP). Para análises de expressão gênica dos clock genes Per2, Rev-erbα e Bmal1 no eixo HPG, foram utilizados punchs das regiões do NSQ, onde também foi analisado RNAm de AVP, APO e HMB destes animais, além da adenohipófise e ovários dos quais se extraiu o RNA para confecção do cDNA e realização de qPCR. A determinação da atividade neuronal vasopressinérgica no NSQ foi realizada por imunoistoquíca com dupla marcação para cFos e AVP em tecido previamente fixado com paraformaldeído. A concentração plasmática de gonadotrofinas foi determinada por radioimunoensaio. De modo geral, os animais IDP revelaram alterações no perfil de expressão gênica durante o fotoperíodo, com redução de amplitude, deslocamento/desalinhamento de fase e ausência de antifase. O NSQ de animais IDP apresentou menor expressão de Rev-erbα e maior expressão de RNAm para AVP em relação ao grupo CD. A quantificação relativa de Bmal1 foi semelhante em ambos os grupos e não houve diferenças entre grupos na expressão de Per2. Na APO, animais IDP apresentaram maior expressão de Per2 e menor quantidade de RNAm para Rev-erbα. No HMB observou-se menor expressão para Per2 e Rev-erbα e maior expressão de Bmal1 nas fêmeas IDP. Per2 e Bmal1 na adenohipófise tiveram menor expressão que o gene Rev-erbα no grupo senil e o ovário destes animais revelou maior expressão para Per2 e Rev-erbα, em comparação com os animais CD. As concentrações plasmáticas de FSH foram maiores nas fêmeas com ciclo irregular (2,05 ± 0,44 ng/mL), principalmente durante a fase clara, assim como o LH (0,24 ± 0,07 ng/mL), cujos maiores valores foram encontrados durante a fase escura e com perfil semelhante ao RNAm de AVP. As imunomarcações revelaram alta atividade vasopressinérgica na porção dorsomedial do NSQ das fêmeas IDP. Juntos estes dados permitem concluir que há desarranjo na expressão temporal dos genes Per2, Rev-erbα, Bmal1 que compõem a maquinaria molecular do relógio circadiano, bem como de RNAm para AVP no NSQ, de fêmeas Wistar na periestropausa. Além disso, a maior atividade neuronal vasopressinérgica e a ausência de oscilação de Rev-erbα e Bmal1 no NSQ destes animais, comprometem a correta comunicação do relógio central do NSQ com o eixo HPG, inviabilizando a manutenção da fertilidade feminina e contribuindo para a senescência reprodutiva(AU)

Aging is considered a multidimensional process in which environmental factors can protect or, conversely, aggravate its signals, non-linearly, in physiological and neurobehavioral processes. During this process, circadian rhythms are disrupted or fragmented with consequent dissociation of the individual's circadian rhythms and circadian clock-related dysfunctions contribute to aging and related pathologies. The objective of this study was to investigate possible temporal alteration of the CLOCK system in the HPG axis and the relation with the hormonal changes that characterize periestropause. Adult females with regular estrus cycle in the diestrous phase (RD) and old females with irregular estrous cycle and persistent diestrous phase (IPD). For analyzes of the gene expression of the genes Per2, Rev-erbα and Bmal1 in the HPG axis, punchs from the NSQ regions were used, where AVP, POA and MBH RNAm from these animals were also analyzed, as well as the adenohypophysis and ovaries from which they were extracted the RNA for cDNA production and qPCR performance. The determination of the vasopressinergic neuronal activity in the NSQ was performed by immunohistochemical with double labeling for cFos/AVP in tissue previously fixed with paraformaldehyde. The plasma concentration of gonadotrophins was determined by radioimmunoassay. In general, the IPD animals show alterations in the gene expression profile during the period analyzed, with amplitude reduction, phase shift / misalignment and absence of antiphase. The NSQ of IPD animals presented lower expression of Rev-erbα and higher RNAm expression for AVP than RD group. The relative quantification of Bmal1 was similar in both groups and there were no differences between groups in the expression of Per2. In PAO, IPD animals showed higher expression of Per2 and less amount of RNAm for Rev-erbα. MBH showed lower expression for Per2 and Rev-erbα and higher Bmal1 expression in IPD females. Per2 and Bmal1 in the adenohypophysis had lower expression than the Rev-erbα gene in the old group and the ovary of these animals showed higher expression for Per2 and Rev-erbα, in related to to the RD animals. Plasma concentrations of FSH were higher in females with irregular cycle (2.05 ± 0.44 ng / mL), mainly during the light phase, as well as LH (0.24 ± 0.07 ng / mL) whose values were found during the dark phase and with a profile similar to AVP RNAm. Immunolabeling demonstrated high vasopressinergic activity in the dorsomedial portion of the NSQ of the IPD females. Together these data allow us to conclude that there is a breakdown in the temporal expression of the Per2, Rev-erbα, Bmal1 genes that make up the molecular machinery of the circadian clock, as well as RNAm for AVP in NSQ of Wistar females in peri-masterpause. In addition, the increased vasopressinergic neuronal activity and the absence of Rev-erbα and Bmal1 oscillation in the NSQ of these animals compromise the correct communication of the central clock of the NSQ with the HPG axis, making it impossible to maintain female fertility and contributing to reproductive senescence(AU)
Descritores: Envelhecimento
Ritmo Circadiano
Proteínas CLOCK
-Ritmo Circadiano
Ratos Wistar
Vasopressinas
Limites: Animais
Ratos
Responsável: BR186.1 - Biblioteca Honório Monteiro
BR186.1


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Id: biblio-881841
Autor: Fleury, Camila de Assis.
Título: Avaliação dos efeitos vasculares e expressão de mRNA de receptores de drogas vasoconstritoras em leito arterial mesentérico de ratos normotensos, diabéticos, hipertensos renais um-rim, um clip (1R-1C) e 1R-1C diabéticos / Vascular reactivity and vasoconstrictor drugs receptors RNAmexpression on mesenteric artery bed of normotensive, diabetic, 1K-1C hypertensive and 1K-1C hypertensive-diabetic rats.
Fonte: Bauru; s.n; 2016. 138 p. tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Odontologia de Bauru para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo avaliar e comparar a reatividade vascular de agentes vasoconstritores presentes nas soluções anestésicas locais (Adrenalina - vasoconstrição e vasodilatação; Felipressina - vasoconstrição), nas doses de 80, 160, 320, 640 e 1280ng (adrenalina) ou 0,25; 0,5; 1; 2 e 4 x10-3UI (felipressina), em leito arterial mesentérico deratos normotensos, diabéticos, hipertensos renais um-rim, um-clip (1R-1C) e hipertensos1R-1C-diabéticos. E correlacionar tal reatividadecom expressão de RNAm dos receptores 1A e 2- adrenérgicos, V1A para vasopressina e AT1A, AT1Be AT2 para angiotensina II visando verificar se a hipertensão arterial e o diabetes mellitus provocam alteração em modelo indutivo e isogênico. Ratos Wistar pesando 110-160g, foram anestesiados com mistura de quetamina e xilazina (50+10mg/ml/kg de peso), tiveram seu abdômen aberto e receberam um clip de prata com abertura 0,25mm na artéria renal esquerda, removendo-se cirurgicamente o rim direito (ratos 1R-1C). Após 14 dias, receberam injeção subcutânea de estreptozotocina (50 e 60mg/kg de peso) para indução do diabetes mellitus sendo a glicemia testada pela veia caudal previamente aos experimentos (diabéticos). Após 30-42 dias da implantação do clip, todos os grupos foram novamente anestesiados e implantou-se cânula de polietileno (PE-50) na artéria carótida esquerda para registro direto da pressão arterial. Após registro da pressão os animais tiveram a artéria principal mesentérica exposta e canulada. O leito arterial mesentérico foi então isolado e colocado em banho com solução nutritiva de Krebs a 37ºC. O cateter foi conectado ao sistema de registro computadorizado (PowerLab®) utilizando software específico (Chart 5Pro ®). Analisaram-se: a pressão máxima (vasoconstrição) e mínima (vasodilatação), o tempo necessário para atingir esse valor, duração total da resposta, integral e integral sobre a linha de base. Os dados foram submetidos à análise de variância de medidas repetidas (ANOVA), seguida do teste de Holm-Sidak (distribuição normal) ou de Mann-Whitney (nãoparamétrico), quando apropriado, nível de significância de 5%. Todas as respostas máximas de vasoconstrição apresentaram comportamento dose-dependente, contudo, para os quatro grupos estudados, a resposta vasoconstritora para adrenalina foi significativamente superior à felipressina (p<0,05). Diabetes e hipertensão reduziram a resposta vasoconstritora da adrenalina e da felipressina, valores de integral sobre a linha de base, respectivamente para grupo controle, diabético, hipertenso e hipertenso-diabético: 2462±465; 1511±236; 2542± 5456 e 3749±819mmHg.s (p<0,05) para adrenalina e 3749 ± 708; 746 ± 103; 1647 ± 422; 1359 ± 591 mmHg.s (p<0,05) para felipressina. Tanto o diabetes quanto a hipertensão, associadas ou não, aumentaram significativamente o tempo para atingir a pressão máxima de vasoconstrição e a duração (p<0,05). As artérias mesentéricas de ratos diabéticos, hipertensos e diabéticos-hipertensos apresentaram expressão significativamente aumentada dos receptores 1Aadrenérgico, AT1B e AT2 para angiotensina II (p<0,05), enquanto receptor AT1A estava com a expressão aumentada apenas nos grupos diabéticos. A expressão do receptor 1A-adrenérgico é discrepante com os achados funcionais, o que pode ser justificado pela fase crônica da doença em que a PCR foi realizada. É possível correlacionar os dados obtidos com a menor atividade vasoconstritora da felipressina observada clinicamente. A maior sensibilidade às moléculas vasoconstritoras pode explicar a maior tendência de pacientes diabéticos desenvolverem hipertensão. A partir dos dados obtidos pode-se concluir que a adrenalina é o vasoconstritor mais potente que a felipressina e ambas as moléculas tem seus efeitos reduzidos em pacientes hipertensos e diabéticos, o que reforça a indicação de se utilizar anestésicos locais associados a vasoconstritores nestas populações.(AU)

The main goal of this study wasto evaluate and compare vasoconstrictor agents present in local anesthetic solutions (Epinephrine - vasoconstriction and vasodilation, Felypressin - vasoconstriction) vascular reactivity on mesenteric artery bed of normotensive, diabetic, renal hypertensive one-kidney-one-clip (1K1C) and hypertensive 1K1C diabetic rats. Dosagesstudied were 80, 160, 320, 640 and 1280ng (epinephrine) or 0,25; 0,5;1; 2 and 4 x 10-3UI (felypressin). Also, we aimed to correlate artery response with RNAm expression of 1A and 2-adrenoceptors, V1A vasopressin receptor and AT1A, AT1B e AT2 angiotensin receptors, in order to verify if arterial hypertension and diabetes can lead to alterations on a inductive and isogenic model. Wistar male rats weighing 110-160g were anaesthetized with a mixture of ketamine and xylazine (50+10mg/ml/kg), had their abdominal cavity opened and a silver clipwith 0.25-mm gap was implanted in the main left kidney artery, the right kidney was surgically removed (1K1C-rats). After 14 days, they received a subcutaneous injection of streptozotocin (50 and 60 mg/ml/kg) for inducing diabetes, whereas the glycemia was tested via the tail vein prior to surgery (diabetic rats). Around 30-42 after the clip was implanted, all the groups were anaesthetized again and a polyethylene (PE-50) cannula was implanted on the left carotid artery for direct arterial pressure register. After registering the pressure, the animals had their main mesenteric artery exposed and cannulated. The mesenteric artery bed was then isolated and transferred to a bath with Krebs nutritive solution at 37ºC. The catheter was connected to the computer register system (PowerLab®) using a specific software (Chart 5Pro ®). The following parameters were analyzed: maximum (vasoconstriction) and minimal pressure (vasodilating), the amount of time necessary to achieve this number, total duration of the reaction, integral and integral over baseline. The data was submitted to analysis of variance of repeated measures (ANOVA), followed by a Holm-Sidak (normal distribution) test or Mann Whitney (parametrics) test when suitable, with a significance level of 5%. All maximum vasoconstriction results presented dosage-dependant behavior, however, for the four groups tested, the vasoconstrictive result for epinephrine was significantly superior to felypressin (p<0,05). Diabetes and hypertension significantly reducedepinephrine and felypressin vasoconstrictor responses, integral above baseline, respectively, for control, diabetic, hypertensive and hypertensive-diabetic groups:2462±465; 1511±236; 2542± 5456 e 3749±819 mmHg.s (p<0.05, epinephrine) and 3749 ± 708; 746 ± 103; 1647 ± 422; 1359 ± 591 mmHg.s (p<0.05, felypressin). Both diabetes and hypertension, associated or not, significantly increased time necessary to achieve maximum vasoconstrictor response and its duration (p<0,05). Diabetic, hypertensive and hypertensive-diabetic mesenteric arteries presented 1A-adrenoceptor, AT1B and AT2 angiotensin II-receptor gene expression significantly increased when compared with control group (p<0,05), while AT1Areceptor presented this pattern only in diabetic groups.1A-adrenoceptor gene expression did not confirm functional data, probably due to chronic disease state in wich PCR was performed. A partir dos dados obtidos pode-se concluir que a adrenalina é o vasoconstritor mais potente que a felipressina e ambas as moléculas tem seus efeitos reduzidos em ratos hipertensos e diabéticos não tratados, o que reforça a indicação de se utilizar anestésicos locais associados a vasoconstritores nestas populações.Its possible to correlate our datawith reducedvasoconstrictor activity of felypressinin clinical use. Increased sensibility and receptor population for vasoconstrictor endogenous molecules could explain diabetic populations tendency to develop arterial hypertension. Our results suggest that epinephrine is more potent than felypressin and both vasoconstrictors presents reduced effects on diabetic and hypertensive patients, what reinforces vasoconstrictor associated with local anesthetic use in this population.(AU)
Descritores: Anestésicos Locais/farmacologia
Diabetes Mellitus Experimental/fisiopatologia
Epinefrina/farmacologia
Felipressina/farmacologia
Hipertensão/fisiopatologia
Artérias Mesentéricas/efeitos dos fármacos
Vasoconstritores/farmacologia
-Agonistas de Receptores Adrenérgicos beta 2/análise
Angiotensina II/análise
Ratos Wistar
Receptores Adrenérgicos alfa 1/análise
Fatores de Tempo
Vasoconstrição/efeitos dos fármacos
Vasopressinas/análise
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: BR28.1 - Serviço de Biblioteca e Documentação Professor Doutor Antônio Gabriel Atta
BR28.1, An25e


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Id: biblio-847420
Autor: Instituto de Evaluación Tecnológica en Salud.
Título: Efectividad y seguridad de somatostatina comparada con octreotida y terlipresina para el control de la hemorragia de vías digestivas altas en adultos con várices esofágicas / Effectiveness and safety of somatostatin compared to octreotide and terlipressin for the control of upper gastrointestinal tract bleeding in adults with esophageal varices.
Fonte: Bogotá; IETS; nov. 2013.
Idioma: es.
Resumo: Antecedentes: Descripción de la condición de salud de interés: La hipertensión portal, es comúnmente causada por la cirrosis hepática, resulta en varios flujos venosos colaterales por los cuales la sangre del sistema porta alcanza la circulación sistémica. De éstos flujos colaterales los que son clínicamente significativos son aquellos que circundan el cardias, donde la vena gástrica izquierda, la vena gástrica posterior y las venas gástricas cortas eventualmente se anastomosan con la vena ácigos menor y con la vena intercostal del sistema venoso sistémico. Esto lleva a la formación de alteraciones en la capa submucosa del tercio inferior del esófago y del fondo del estómago, y se denominan comúnmente várices. La importancia clínica radica en que la ruptura de estas várices resulta en una hemorragia gastroesofágica que es la complicación letal más frecuente de la cirrosis. Descripción de la tecnología: La somatostatina es una hormona del grupo de las hormonas hipofisiarias. La siguiente es la descripción del grupo H "Hormonas sistémicas excluyendo las hormonas sexuales y las insulinas" al cual pertenece. Evaluación de efectividad y seguridad: Pregunta de investigación: La pregunta de investigación fue validada teniendo en cuenta las siguientes fuentes de información: registro sanitario INVIMA, Acuerdo 029 de 2011, guías de práctica clínica, reportes de evaluación de tecnologías, revisiones sistemáticas y narrativas de la literatura, estudios de prevalencia/incidencia y carga de enfermedad, consulta con expertos temáticos, y otros actores clave. \r\nNo se identificaron otros comparadores relevantes para la evaluación. Población: Adultos con hemorragia de vías digestivas altas secundaria a várices esofágicas. Metodología: Búsqueda de literatura, Búsque\r\nda en bases de datos electrónicas. Conclusiones: -Efectividad: somatostatina, octreotide y terlipresina\r\nson efectivas para el tratamiento de pacientes adultos con hemorragia de vías digestivas altas secundaria a várices esofágicas. No hay diferencias estadísticamente significativas entre ellas al evaluar mortalidad, control \r\ndel sangrado y resangrado; -Seguridad: En el estudio incluido no se encontraron datos acerca de la ocurrencia de eventos adversos entre somatostatina y sus comparadores.
Descritores: Sistema Digestório/irrigação sanguínea
Varizes Esofágicas e Gástricas/tratamento farmacológico
-Octreotida/administração & dosagem
Somatostatina/administração & dosagem
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Resultado do Tratamento
Vasopressinas/administração & dosagem
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-831319
Autor: Bolaños-Vergaray, Juan Javier; Bové Álvarez, María; Abdulkader Al-Mahmoud, Nur; Bravo Obadía, Christian Javier; Lema Tomé, María.
Título: Vasopresores en resucitación cardiopulmonar: la controversia continúa / Vasopressors for cardiopulmonary resuscitation
Fonte: Rev. chil. anest;44(2):121-130, 2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: The Advanced Cardiac Life Support proposes the use of vasopressor drugs cardiopulmonary resuscitation, with the primary purpose of effectively and early restoration of spontaneous circulation. However, the increased return of spontaneous circulation with vasopressors has not improved neurological outcome at hospital discharge. Adrenaline has traditionally been the main tool of the cardiopulmonary resuscitation guidelines despite the lack of conclusive scientific evidence. Therefore other alternatives were considered at experimental level that has have failed to overcome the clinical results of this drug. In contrast to progress on the standardized management of cardiopulmonary resuscitation, the controversy regarding the effectiveness of vasopressor therapy remains open in the last years due to lack of clinical data to support their usefulness.

El soporte vital avanzado propone el uso de vasopresores durante la resucitación cardiopulmonar, con la finalidad primordial de reestablecer de manera precoz y efectiva la circulación espontánea. Sin embargo, el aumento del retorno a la circulación espontánea asociada a los vasopresores no ha demostrado una mejoría en el pronóstico neurológico al alta hospitalaria. La adrenalina, ha sido tradicionalmente la herramienta principal de las guías de resucitación cardiopulmonar pese a la falta de evidencia científica concluyente. Por ello se han planteado otras alternativas a nivel experimental que no han logrado superar los resultados de este fármaco a nivel clínico. En contraste con los avances respecto al manejo estandarizado de la resucitación cardiopulmonar, el debate con respecto a la efectividad de la terapia vasopresora se mantiene abierto en los últimos años dada la falta de datos clínicos que corroboren su real utilidad.
Descritores: Epinefrina/administração & dosagem
Parada Cardíaca/tratamento farmacológico
Reanimação Cardiopulmonar/métodos
Vasoconstritores/administração & dosagem
Vasopressinas/administração & dosagem
-Suporte Vital Cardíaco Avançado
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  7 / 140 LILACS  
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Id: lil-776759
Autor: Moura, Eduardo Guimarães Hourneaux de; Benevides, Gustavo; Moura, Eduardo Turiani Hourneaux de; Ishioka, Shinichi.
Título: Hemorragia digestiva alta varicosa: avaliação e terapêutica / Bleeding from esophagogastric varices: evaluation and therapy
Fonte: GED gastroenterol. endosc. dig;28(4):121-132, jul.-set. 2009. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A história natural da cirrose após um episódio de hemorragia das varizes foi definida a partir de ensaios clínicos em que indivíduos "controles" não receberam nenhum tratamento específico para evitar ressangramento. Os dados cumulativos indicam que mais de 70 por cento dos pacientes apresentarão recorrência hemorrágica dentro de primeiro ano do episódio inicial. O risco de ressangramento é maior imediatamente após a cessação do sangramento ativo e depois declina, chegando, após seis semanas, próximo aos valores basais. Cerca de 70 por cento de todos os pacientes não tratados morrem no primeiro ano após o primeiro episódio hemorrágico. As causas de morte incluem hemorragia variceal recorrente, insuficiência hepática, encefalopatia hepática, ascite progressiva e infecções. O tratamento ideal seria universalmente eficaz, seguro, disponível, fácil de administrar e barato. Por não existir este tipo ideal de tratamento, a escolha de determinada modalidade em relação à outra envolve considerações de sua relativa eficácia e segurança, disponibilidade e custos. As principais opções são escleroterapia endoscópica, ligadura endoscópica, terapia farmacológica com betabloqueadores e nitratos orais, inserção de TIPS (transjugular intrahepatic portosystemic shunt) e cirurgia
Descritores: Hemorragia Gastrointestinal/tratamento farmacológico
Varizes
-Antibioticoprofilaxia
Endoscopia
Escleroterapia
Vasopressinas
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR9.1 - Biblioteca de Ciências da Saúde Profa. Susana Schimidt


  8 / 140 LILACS  
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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-767928
Autor: Murdaca, Giuseppe; Russo, Rodolfo; Spanò, Francesca; Ferone, Diego; Albertelli, Manuela; Schenone, Angelo; Contatore, Miriam; Guastalla, Andrea; De Bellis, Annamaria; Garibotto, Giacomo; Puppo, Francesco.
Título: Autoimmune central diabetes insipidus in a patient with ureaplasma urealyticum infection and review on new triggers of immune response
Fonte: Arch. endocrinol. metab. (Online);59(6):554-558, Dec. 2015. tab.
Idioma: en.
Resumo: Diabetes insipidus is a disease in which large volumes of dilute urine (polyuria) are excreted due to vasopressin (AVP) deficiency [central diabetes insipidus (CDI)] or to AVP resistance (nephrogenic diabetes insipidus). In the majority of patients, the occurrence of CDI is related to the destruction or degeneration of neurons of the hypothalamic supraoptic and paraventricular nuclei. The most common and well recognized causes include local inflammatory or autoimmune diseases, vascular disorders, Langerhans cell histiocytosis (LCH), sarcoidosis, tumors such as germinoma/craniopharyngioma or metastases, traumatic brain injuries, intracranial surgery, and midline cerebral and cranial malformations. Here we have the opportunity to describe an unusual case of female patient who developed autoimmune CDI following ureaplasma urealyticum infection and to review the literature on this uncommon feature. Moreover, we also discussed the potential mechanisms by which ureaplasma urealyticum might favor the development of autoimmune CDI.
Descritores: Artrite Reativa/imunologia
Doenças Autoimunes/microbiologia
Diabetes Insípido Neurogênico/microbiologia
Ureaplasma urealyticum
Infecções por Ureaplasma/imunologia
-Autoanticorpos
Artrite Reativa/microbiologia
Doenças Autoimunes/etiologia
Diabetes Insípido Neurogênico/etiologia
Diabetes Insípido Neurogênico/imunologia
Neurofisinas/imunologia
Precursores de Proteínas/imunologia
Infecções por Ureaplasma/complicações
Vasopressinas/imunologia
Limites: Feminino
Seres Humanos
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  9 / 140 LILACS  
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Id: lil-763728
Autor: Norero M., Blanca.
Título: Hemorragia variceal: terapia con drogas vasoactivas ¿siempre o en casos seleccionados? / Variceal hemorrhage: pharmacological therapy: always or in selected cases only?
Fonte: Gastroenterol. latinoam;24(supl.1):S78-S80, 2013.
Idioma: es.
Resumo: One of the most relevant complications of portal hypertension in cirrhosis is the development of gastroesophageal varices. They are present in 50 percent of patients with cirrhosis at the diagnosis. The risk of bleeding depends on the degree of portal hypertension and the severity of liver disease. Variceal hemorrhage is the most common lethal complication of cirrhosis. In the last decades there had been numerous clinical trials involving different treatment options for variceal bleeding (pharmacological, endoscopic and surgery) trying to establish the best treatment strategy. Since the rise in portal pressure is the cause of variceal rupture, therapies that can decrease portal pressure have a theoretical rationale for their use. Endoscopic treatment, although effective, has no effect on portal pressure. Vasoactive agents (vasopressin and its analogue terlipressin, somatostatin and its analogue octreotide) cause splanchnic vasoconstriction and decrease portal pressure. Pharmacological treatments have the advantage that they can be easily administered, and started as soon as the diagnosis of variceal bleeding is suspected. This makes pharmacological treatment especially attractive for centers that have no chance of emergency endoscopy. At this moment there is sufficient evidence to recommend combined treatment with vasoactive drugs and endoscopy for the control of variceal hemorrhage.

Una de las principales complicaciones de los pacientes cirróticos con hipertensión portal es el desarrollo de várices gastroesofágicas. Éstas están presentes al momento del diagnóstico en alrededor de 50 por ciento de los pacientes con cirrosis. La hemorragia variceal es la complicación letal más frecuente en los pacientes cirróticos. En las últimas décadas se han realizado múltiples esfuerzos para lograr definir la mejor combinación de técnicas (endoscópicas, farmacológicas y quirúrgicas) para disminuir la morbimortalidad asociada a la hemorragia variceal. Dado que la causa de la ruptura de las várices es un aumento de la presión portal, todas las medidas que logren disminuirla son medidas racionales para lograr detener la hemorragia. El tratamiento endoscópico, si bien efectivo, no afecta la fisiopatología de la hemorragia variceal. Las drogas vasoconstrictoras (vasopresina y su derivado terlipresina o somatostatina y su derivado octreotide) actúan a nivel de la circulación esplácnica, disminuyendo el flujo sanguíneo. El tratamiento farmacológico tiene la ventaja de ser fácilmente administrado, incluso antes de realizar una endoscopia, toda vez que se sospecha una hemorragia variceal, lo que hace particularmente atractivo su uso en centros en que no se cuenta con endoscopia de urgencia. Actualmente, existe suficiente evidencia para recomendar el uso de estos fármacos como terapia adicional a la endoscopia ante la sospecha de una hemorragia variceal.
Descritores: Hemorragia Gastrointestinal/etiologia
Hemorragia Gastrointestinal/tratamento farmacológico
Varizes Esofágicas e Gástricas/complicações
Vasoconstritores/uso terapêutico
-Hipertensão Portal/complicações
Lipressina/análogos & derivados
Lipressina/uso terapêutico
Seleção de Pacientes
Vasopressinas/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  10 / 140 LILACS  
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Texto completo SciELO Brasil
Castiglia, Yara Marcondes Machado
Texto completo
Id: lil-712700
Autor: Moreira e Lima, Rodrigo; Navarro, Lais Helena Camacho; Nakamura, Giane; Solanki, Daneshvari R.; Castiglia, Yara Marcondes Machado; Vianna, Pedro Tadeu Galvão; Ganem, Eliana Marisa.
Título: Serum cystatin C is a sensitive early marker for changes in the glomerular filtration rate in patients undergoing laparoscopic surgery
Fonte: Clinics;69(6):378-383, 6/2014. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: Pneumoperitoneum during laparoscopy results in transient oliguria and decreased glomerular filtration and renal blood flow. The presence of oliguria and elevated serum creatinine is suggestive of acute renal injury. Serum cystatin C has been described as a new marker for the detection of this type of injury. In this study, our aim was to compare the glomerular filtration rate estimated using cystatin C levels with the rate estimated using serum creatinine in patients with normal renal function who were undergoing laparoscopic surgery. METHODS: In total, 41 patients undergoing laparoscopic cholecystectomy or hiatoplasty were recruited for the study. Blood samples were collected at three time intervals: first, before intubation (T1); second, 30 minutes after the establishment of pneumoperitoneum (T2); and third, 30 minutes after deflation of the pneumoperitoneum (T3). These blood samples were then analyzed for serum cystatin C, creatinine, and vasopressin. The Larsson formula was used to calculate the glomerular filtration rate based on the serum cystatin C levels, and the Cockcroft-Gault formula was used to calculate the glomerular filtration rate according to the serum creatinine levels. RESULTS: Serum cystatin C levels increased during the study (T1 = T2<T3; p<0.05), whereas serum creatinine levels decreased (T1 = T2>T3; p<0.05). The calculated eGlomerular filtration rate-Larsson decreased, whereas the eGlomerular filtration rate-Cockcroft-Gault increased. There was no correlation between cystatin C and serum creatinine. Additionally, Pearson's analysis showed a better correlation between serum cystatin C and the eGlomerular filtration rate than between serum creatinine and the eGlomerular filtration rate. CONCLUSION: This study demonstrates that serum cystatin C is a more sensitive indicator of changes in the glomerular filtration rate than serum creatinine is in patients with normal ...
Descritores: Lesão Renal Aguda/diagnóstico
Creatinina/sangue
Cistatina C/sangue
Taxa de Filtração Glomerular
Vasopressinas/sangue
-Lesão Renal Aguda/sangue
Biomarcadores/sangue
Laparoscopia
Sensibilidade e Especificidade
Limites: Adulto
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME



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