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Id: lil-633111
Autor: Gómez, Diana; Chinen, Isabel; Zotta, Claudio Marcelo; Carbonari, Carolina; Lavayén, Silvina; Monzani, Victoria; Deza, Natalia; Morvay, Laura; Cepeda, Marcela; Rivas, Marta.
Título: Aislamiento de Escherichia coli O145: NM en casos de síndrome urémico hemolítico / Escherichia coli 0145-. NM isolated from hemolytic uremic syndrome cases
Fonte: Acta bioquím. clín. latinoam;44(1):71-74, ene.-mar. 2010. ilus.
Idioma: es.
Resumo: En Argentina se notifican más de 500 nuevos casos de síndrome urémico hemolítico (SUH) anuales. El objetivo del trabajo fue investigar epidemiológicamente casos de SUH y contactos de los que se aislaron cepas de STEC O145:NM que pertenecían a un mismo cluster. Para detectar STEC se realizó PCR-múltiple para amplificar genes de toxinas Shiga 1 y 2, y otros marcadores de virulencia como eae y ehxA. Se subtipificó STEC por separación por electroforesis de campos pulsados (XbaI-PFGE). Entre enero y febrero de 2006, en tres casos de SUH y un contacto familiar conviviente se identificó STEC O145:NM. Genotípicamente se caracterizaron como productores de stx2, eae+ y ehxA+. Todas las cepas presentaron el mismo patrón por XbaI-PFGE (AREXSX0 1.0207) y por B/nI-PFGE (AREXSA26.0018). Estas cepas pertenecieron a un mismo cluster, diseminado en distintos barrios de la ciudad de Mar del Plata. Los datos de la investigación epidemiológica fueron incompletos para establecer un nexo entre los casos. Sin embargo, no se descarta la posibilidad de ocurrencia de un brote difuso. Se destaca la importancia que tiene el sistema de vigilancia de laboratorio en tiempo real mediante PFGE como mecanismo de alerta que sirve para afianzar los resultados con los datos de epidemiología.

More than 500 new cases of hemolytic uremic syndrome (HUS) are annually reported in Argentina. The aim of this work was to carry out epidemiological studies on cases of HUS and their household contacts that were isolated from STEC O145 strains: NM belonging to the same cluster. In order to detect STEC, Multiplex PCR was performed to amplify Shiga toxin 1 and 2 genes and other virulence markers like eae and ehxA. STEC was subtypified by means of separation by pulsed field electrophoresis (PFGE-XbaI). Between January and February 2006, STEC O145:NM strains were identified in three cases of HUS and one household contact. Genotypically, they were characterized as producing stx2, eae+ and ehxA +. All strains showed the same pattern by PFGE-XbaI (AREXSX01.0207) and BlnI-PFGE (AREXSA26.0018). These strains belonged to the same cluster, scattered in different areas of the city of Mar del Plata. Data from epidemiological research were not enough to establish a link between the cases. However, the possibility of occurrence of a diffuse outbreak. is not ruled out The importance of a laboratory surveillance system in real time by PFGE is stressed, as a warning mechanism that serves to strengthen the results with epidemiologic data.
Descritores: Escherichia coli
Síndrome Hemolítico-Urêmica/microbiologia
Síndrome Hemolítico-Urêmica/epidemiologia
-Argentina
Toxinas Shiga
Infecções por Escherichia coli
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-758298
Autor: Cordeiro, Fabiana.
Título: Avaliação da interação de Escherichia coli enterohemorrágica (EHEC) pertencente ao sorotipo O157: H7 isoladas de bovinos assintomáticos e de doença humana com células enterocíticas humanas (linhagem Caco-2) / Evaluation of interaction of Enterohaemorrhagic (EHEC) 0157: H7 isolated from asymptomatic cattle and human disease with human enterocitic cells.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2012. 150 f p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Ciências Médicas para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Reconhecida como agente de doença humana em 1982, E.coli enterohemorrágica (EHEC) pode causar diarréia sanguinolenta, colite hemorrágica e síndrome hemolítica urêmica (SHU). EHEC constitui um subgrupo especialmente virulento das E.coli produtoras de toxina de Shiga (Stx). O fator crítico da sua virulência é a toxina Shiga, capaz de interromper a síntese proteica da célula eucariótica. São conhecidos dois subgrupos de Stx, Stx1 e Stx2. Stx1 possui duas variantes Stx1c e Stx1d. Stx2 possui muitas variantes. Estudos epidemiológicos sugerem que cepas com os perfis toxigênicos Stx2 ou Stx2/Stx2c seriam mais frequentemente associadas a pacientes com SHU. Além da expressão de Stx, EHEC do sorotipo O157:H7 colonizam a mucosa intestinal induzindo a formação de lesões denominadas 'attaching/effacing' (A/E). Para a produção da lesão A/E, é necessária a presença de uma ilha de patogenicidade cromossômica denominada LEE, composta por cinco operons, LEE 1 a LEE5. Em LEE 5 são codificadas a adesina intimina e o seu receptor Tir, o qual é translocado por um sistema de secreção tipo III (SSTT) e em LEE 4 são codificadas as proteínas secretadas EspA,B e D. Em EHEC O157:H7 são descritos muitos fatores de virulência, codificados em ilhas de patogenicidade, no cromossomo e no megaplasmídio pO157. Bovinos são o principal reservatório deste patógeno e alimentos de origem bovina e produtos contaminados com fezes de bovinos são causadores de surtos epidêmicos. Em nosso país EHEC O157:H7 é isolada do reservatório animal mas é muito rara a sua ocorrência em doença humana. Notamos que nas cepas bovinas predomina Stx2c, enquanto nas cepas humanas predomina o perfil toxigenico Stx2/Stx2c...

Recognized in 1982 as a human pathogen, enterohemorrhagic Escherichia coli (EHEC) causes bloody diarrhea, hemorrhagic colitis and hemolytic uremic syndrome (HUS). EHEC belonging to serotype O157:H7 are mostly important in North America, United Kingdom and Japan. Shiga toxin (Stx) is the critical factor of STEC. Stx is capable to interrupt the protein synthesis of the eukaryotic cell. Two subgroups of Stx are known, Stx1 and Stx2. Two variants of Stx1 are known (Stx1c and Stx1d), but several Stx2 variants have been described. Epidemiological studies suggest that STEC/EHEC strains carrying the toxigenic profiles Stx2 or Stx2/Stx2c are more frequently associated to HUS. Besides the expression of Stx, EHEC O157:H7 colonize the intestinal mucosa inducing the formation of characteristic histopathological lesions denominated “attaching/effacing” (A/E). To the production of A/E lesions, it is necessary the presence of a pathogenicity island called LEE (locus of enterocyte effacement), composed by five operons, LEE 1 to LEE5. An outer membrane adhesin (intimin) and its receptor Tir, which is translocated by a type three secretion sytem (TTSS), are both codified in LEE5 while the secreted proteins EspA, B and D, that constitute part of the SSTT, are codified in LEE4. Cattle are the main reservoir of this pathogen and foods of bovine origin and products contamined with bovine feces are common causes of epidemic outbreaks. In Brazil, EHEC O157:H7 can be isolated from the animal reservoir . Stx2c prevails among the bovine strains, while the toxigenic profiles Stx2 or Stx2/Stx2c are found among the human strains...
Descritores: Escherichia coli Êntero-Hemorrágica/patogenicidade
Escherichia coli Shiga Toxigênica/patogenicidade
-Adesinas de Escherichia coli
Infecções por Escherichia coli
Expressão Gênica
Toxinas Shiga
Virulência
Fatores de Virulência
Limites: Humanos
Animais
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Timm, Claudio Dias
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Id: lil-718762
Autor: Milan, Camile; Timm, Cláudio Dias.
Título: Avaliação da capacidade de formar biofilme de Escherichia coli produtoras de shiga toxina / Biofilm-forming ability of shiga toxin-producing Escherichia coli / Evalución de la capacidad de formar biopelícula de Escherichia coli productoras de toxina shiga
Fonte: Arq. ciênc. vet. zool. UNIPAR;16(1), jan-jun. 2013.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi avaliar a formação de biofilme por cepas de Escherichia coli produtoras de shiga toxina (STEC) previamente isoladas de fezes de bovinos de corte e de leite no sul do Rio Grande de Sul, Brasil. 165 cepas foram cultivadas nas cavidades de placas de microtitulação, lavadas, retirado o sobrenadante e coradas. Após, a absorbância medida em cada cavidade foi comparada com controles negativos e positivos. Nenhuma das cepas de STEC isoladas de fezes de bovinos do sul do Brasil analisadas neste estudo apresentou capacidade de formar biofilme.

This study evaluated the biofilm-forming ability of shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC) strains previously isolated from beef and darry cattle in Rio Grande do Sul, Brazil. 165 strains were grown in wells of microtiter plates, washed, the supernatant removed and stained. After, the absorbance in each well compared with negative and positive controls. None of the STEC strains isolated from feces of cattle in Southern Brazil analyzed in this study showed the ability to form biofilm.

El objetivo de este estudio fue evaluar la formación de biopelícula por cepas de Escherichia coli productoras de toxina Shiga (STEC), previamente aisladas de heces de ganado de carne y de leche, en el sur de Rio Grande do Sul, Brasil. 165 cepas han sido cultivadas en las cavidades de placas de microtitulación, lavadas, retirado el sobrenadante y coloradas. Después, la absorbencia medida en cada cavidad fue comparada con controles positivos y negativos. Ninguna de las cepas STEC aisladas de heces de ganado, en el sur de Brasil, analizadas en este estudio, demostró la capacidad de formar biopelí-cula.
Descritores: Biofilmes
Escherichia coli/patogenicidade
Fezes
Toxinas Shiga
-Bovinos/classificação
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: lil-634483
Autor: Leotta, G.A.; Chinen, I.; Epszteyn, S.; Miliwebsky, E.; Melamed, I.C.; Motter, M.; Ferrer, M.; Marey, E.; Rivas, M..
Título: Validación de una técnica de PCR múltiple para la detección de Escherichia coli productor de toxina Shiga / Validation of a multiplex PCR for detection of Shiga toxin-producing Escherichia coli
Fonte: Rev. argent. microbiol;37(1):1-10, ene.-mar. 2005. ilus, tab.
Idioma: es.
Projeto: Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas. PIP Nº 0020/98.
Resumo: La infección por Escherichia coli productor de toxina Shiga (STEC) es causa de diarrea con o sin sangre, colitis hemorrágica y síndrome urémico hemolítico (SUH) en humanos. El objetivo de este trabajo fue validar una técnica de PCR múltiple para el diagnóstico de STEC basado en la detección de los genes stx1, stx2 y rfbO157. La validación de la técnica se realizó en dos laboratorios independientes, en forma paralela. Se determinó rango de trabajo, selectividad y robustez. Se evaluó el desempeño de la técnica al combinar distintas concentraciones de dos cepas con diferentes factores de virulencia. El rango de trabajo dependió de la cepa analizada, los valores máximos y mínimos fueron 6,6 x 107 y 1,0 x 104 UFC/50 µl. El límite de detección fue de 1,0 x 104 UFC/50 µl y el límite de corte de 1,0 x 105 UFC/50 µl. La robustez fue óptima al modificar diferentes variables. Se obtuvo 100% de inclusividad, exclusividad, precisión analítica, valor predictivo positivo y valor predictivo negativo. No se observó interferencia al combinar distintas concentraciones de los factores de virulencia blanco de la reacción. La técnica validada es una alternativa apropiada para la detección y confirmación de STEC O157 y no-O157 a partir de cultivos bacterianos.

Shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC) cause non-bloody or bloody diarrhea, hemorrhagic colitis and hemolytic uremic syndrome (HUS) in humans. The aim of the present study was to validate a multiplex PCR for the STEC diagnosis based on the detection of stx1, stx2 and rfbO157 genes. The multiplex PCR validation was carried out in two independent laboratories in a parallel way. Work range, selectivity and robustness were established. The PCR performance was evaluated using different concentrations of two STEC strains harboring different target genes. The work range depended on the strain analyzed, the maximum and the minimum values were 6.6 x 107 and 1.0 x 104 CFU/50 µl. The detection limit was 1.0 x 104 CFU/50 µl and the cut limit 1.0 x 105 CFU/50 ml. A good robustness was observed when different variables were introduced. Inclusivity, exclusivity, positive predictivity, negative predictivity and analytical accuracy were of 100%. Interference was not shown when different concentrations of STEC strains, carrying different genes, were used. The validated technique is an appropriate alternative for detection and confirmation of STEC O157 and non-O157 strains from bacterial cultures.
Descritores: Escherichia coli/genética
Reação em Cadeia da Polimerase/métodos
Toxinas Shiga/genética
-Fracionamento Celular/instrumentação
Detergentes
DNA Bacteriano/genética
DNA Bacteriano/isolamento & purificação
Escherichia coli/química
Escherichia coli/classificação
Polietilenoglicóis
Especificidade da Espécie
Toxina Shiga I/genética
/genética
SHIGA TOXIN TEMEFOS/genética
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Research Support, Non-U.S. Gov't
Estudo de Validação
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-634453
Autor: Gioffré, A.; Meichtri, L.; Zumárraga, M.; Rodríguez, R.; Cataldi, A..
Título: Evaluation of a QIAamp DNA stool purification kit for Shiga-toxigenic Escherichia coli detection in bovine fecal swabs by PCR / Evaluación del kit QIAamp DNA stool purification para la detección de Escherichia coli productor de toxina Shiga en hisopados de materia fecal bovina por PCR[
Fonte: Rev. argent. microbiol;36(1):1-5, Jan.-Mar. 2004. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: A commercial kit intended for Taq polymerase inhibitor removal was tested to detect Shiga-toxigenic Escherichia coli (STEC) by polymersase chain reaction (PCR) directly from cattle fecal samples. Forty-five samples were analysed for the presence of stx genes. Results were compared to those obtained by two other methods: amplification of DNA purified by a non-commercial procedure (heat lysis protocol), and amplification of DNA from samples cultured in solid media, commonly used in our lab. Identical numbers of positive samples (33/45, 73 %) were obtained with the QIAamp DNA stool purification kit and the culturing procedure, suggesting an adequate removal of inhibitors that interfere in PCR amplification from the feces. Besides, the number of positive samples detected using DNA purified by the non-commercial protocol was lower, 25/39 (64%) than that achieved by using the kit. In conclusion, the use of the QIAamp DNA stool purification kit provided a rapid stx gene detection by PCR in bovine fecal samples.

Un kit comercial diseñado para la eliminación de inhibidores de la polimerasa Taq fue ensayado para la detección de STEC por PCR en muestras fecales de bovinos. Cuarenta y cinco muestras fueron evaluadas por la presencia de genes stx. Los resultados fueron comparados con aquéllos obtenidos por otros dos métodos: amplificación de ADN purificado por un procedimiento no comercial (protocolo de lisis por calor), y amplificación de ADN de muestras cultivadas en medio sólido, comúnmente usado en nuestro laboratorio. El mismo número de muestras positivas (33/45, 73 %), fueron obtenidas con el QIAamp DNA stool purification kit y el procedimiento de cultivo, sugiriendo una eliminación adecuada de inhibidores que interfieren con la amplificación en materia fecal. Por otro lado, el número de muestras positivas detectadas usando ADN purificado por el protocolo no comercial fue menor, 25/39 (64%). En conclusión, el uso del kit QIAamp DNA stool purification permitió una detección rápida de genes stx por PCR en muestras fecales bovinas.
Descritores: Bovinos/microbiologia
Escherichia coli/isolamento & purificação
Fezes/microbiologia
Reação em Cadeia da Polimerase/métodos
Kit de Reagentes para Diagnóstico
Toxinas Shiga/análise
-Inibidores Enzimáticos/farmacologia
Escherichia coli/metabolismo
Contaminação de Alimentos/prevenção & controle
Reto/microbiologia
Sensibilidade e Especificidade
Taq Polimerase/antagonistas & inibidores
Limites: Animais
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-548771
Autor: Exeni, Ramón.
Título: Material científico del VTEC 2009 / Scientific equipment of VTEC 2009
Fonte: Arch. latinoam. nefrol. pediátr;9(1):3-3, 2009.
Idioma: es.
Descritores: Publicações Eletrônicas
Infecções por Escherichia coli
Eventos Científicos e de Divulgação
Publicações Científicas e Técnicas
Exposições Científicas
Toxinas Shiga
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


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Id: lil-514292
Autor: Bertão, Ariane Mayumi Saito; Saridakis, Halha Ostrensky.
Título: Escherichia coli produtora de toxina shiga (STEC): principais fatores de virulência e dados epidemiológicos / Shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC): principal virulence factors and epidemiology
Fonte: Semina cienc. biol. saude;28(2):81-92, jul.-dez. 2007.
Idioma: pt.
Resumo: Escherichia coli produtora de toxina Shiga (STEC) é um importante patógeno veiculado por alimentos, principalmente produtos derivados de carne bovina e está associado a quadros de diarréias leves a severas e sanguinolentas. Em alguns indivíduos, a infecção por STEC pode progredir para a síndrome hemolítico-urêmica (HUS), seqüela caracterizada pela falência renal e a púrpura trombocitopênica trombótica (TTP), com possível envolvimento do sistema nervoso central. O gado bovino, geralmente saudável, é o principal reservatório de STEC, embora estas cepas também tenham sido isoladas de outros animais domésticos: ovelhas, cabras, cães, gatos e suínos. A principal característica de virulência, a produção de toxinas Shiga, não é suficiente para causar doenças e outros fatores são considerados relevantes, como a produção de nterohemolisina e de adesinas fimbriais e afimbriais. Embora as doenças humanas associadas a STEC sejam pouco descritas no Brasil, podemos observar uma significativa ocorrência destas cepas nos rebanhos bovinos, bem como a correlação entre sorotipos encontrados nestes animais e em pacientes humanos.

Shiga toxin producing Escherichia coli is an important food borne pathogen, mainly beef products, andis associated to mild and severe bloody diarrhea. In some individuals, STEC infection can progress tohemolytic-uremic syndrome (HUS), a sequela characterized by renal failure, and thrombotic thrombocytopenic purpura (TTP), with possible central nervous system involvement. Cattle, usually healthy, is the principal reservoir of STEC, although these strains have also been isolated from other domestic animals: sheep, goats, dogs, cats and pigs. The principal virulence feature, the production of Shiga toxins, is not enough to cause diseases, and other factors are considered important, as enterohemolysin and fimbrial and afimbrial adhesions production. Although human diseases associated to STEC have not been frequently reported in Brazil, their presence is frequent in cattle, as well as the correlation between serotypes found in these animals and human patients.
Descritores: Bovinos
Diarreia
Escherichia coli
Infecções por Escherichia coli
Toxinas Shiga
Limites: Bovinos
Responsável: BR512.1 - Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde


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Id: lil-499210
Autor: Hervé E., Beatrice; Corvalán N., Valencia; Enriquez A., Juan.
Título: Síndrome hemolítico urémico asociado a infección por E. coli productor de toxina de shiga / Shiga-toxin-producing Escherichia coli and haemolytic uraemic syndrome
Fonte: Rev. Méd. Clín. Condes;19(2):243-247, mayo 2008. tab.
Idioma: es.
Resumo: E.coli productora de Toxina Shiga (STEC), también conocida como E.coli entero- hemorrágica (EHEC), provoca un amplio espectro de manifestaciones clínicas, ya sea en brote o en forma esporádica, que incluyen dolor abdominal, fiebre leve o ausente, con o sin vómitos, diarreas (sanguinolenta o no), y complicaciones extraintestinales como: síndrome hemolítico urémico (SHU) que se observa hasta en un 5-6 por ciento de niños infectados, y púrpura trombocitopénico (7 por ciento de adultos). EI principal factor de virulencia es la producción de una familia de moléculas denominada STX (Shiga toxin), de las cuales STX 1 y 2 son las más frecuentes y característica distintiva de estos E.coli. EI principal serogrupo involucrado en Chile es O157:H7 pero también se han aislado 026, 055, 02, 0117 y 06 (generalmente clasificadas como E. coli serogrupo clásico, no enterohemorrágico). Es fundamental para el clínico conocer la epidemiología, sintomatología y los exámenes que permitan un diagnóstico rápido para manejo terapéutico adecuado, y así evitar las complicaciones enunciadas anteriormente.

Shiga toxin producing E.coli (STEC), also known as enterohemorragic E.coli (EHEC), are responsible for a wide variety of clinical manifestations, both epidemic and sporadic. These include abdominal pain, no fever to mild fever, with or without vomits, diarrhea (bloody or not) and extraintestinal complications, such as haemolytic uremic syndrome in about 5 to 6 percent of children, and trombocitopenic purpura in 1 percent adults. The main virulence factor involved is the production of STX (Shiga toxin). In Chile there is marked prevalence of E.coli serogroup 0157 :H7 in these cases, although it has been associated also to E.coli 026, 055,02,0117 and 06, considered as classic serogroup (not enterohemorragic). It is of outmost importance for clinicians to be aware of symptoms and signs of this disease, as well as diagnostic methods that allow a prompt and adequate treatment, in order to avoid complications.
Descritores: Infecções por Escherichia coli/microbiologia
Síndrome Hemolítico-Urêmica/microbiologia
Toxinas Shiga/metabolismo
-Escherichia coli/metabolismo
Fezes/microbiologia
Infecções por Escherichia coli/diagnóstico
Infecções por Escherichia coli/epidemiologia
Infecções por Escherichia coli/transmissão
Síndrome Hemolítico-Urêmica/diagnóstico
Síndrome Hemolítico-Urêmica/epidemiologia
Toxinas Shiga/isolamento & purificação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-490785
Autor: De Toni, Fabiana; Souza, Emanuel M. de; Klassen, Giselli; Rigo, Liu Un; Steffens, Maria Berenice; Cruz, Cristina R. da; Pichetti, Geraldo; Farah, Sonia M. S. S; Fadel-Pichetti, Cynthia M. T.
Título: Detecção de Escherichia coli Shiga Toxigênica (STEC) através da amplificação dos genes Stx / Detection of Shiga Toxigenic Escherichia coli (STEC) by amplification of Stx genes
Fonte: Rev. bras. anal. clin;36(2):73-77, 2004. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: As Escherichia coli Shiga Toxigênicas (STEC) são patógenos emergentes, causadores de diarréia e doenças graves como colite hemorrágica e síndrome hemolítico-urêmica. As STEC diferenciam-se das demais estirpes de E. Coli pela produção de um ou mais tipos de toxina denominadas toxina Shiga 1 e 2, codificadas pelos genes Stx1 e Stx2, respectivamente. O diagnóstico microbiológico das infecções causadas por STEC é dificultado pelo rápido decréscimo no número de organismos excretados nas fezes após o início dos sintomas e pela diversidade bioquímica e sorológica das estirpes de STEC. O objetivo deste trabalho é estabelecer um protocolo de PCR para a detecção de STEC que seja adequado para a rotina dos laboratórios clínicos. As culturas de estirpes de STEC e outros organismos usados como controles e das amostras de fezes diarréicas foram realizadas em ágar MacConkey e incubadas a 36ºC por 18-24 horas. A extração de DNA foi realizada pelo métoda da fervura. Na PCR foi utilizado um único par de iniciadores, ATACAGAGGGA/GGA/GATTTCGT e CC/ATGATGATGG/ACAATTCAG, capaz de detectar os genes Stx, Stx2 e seus variantes numa mesma reação através da ampliação de um fragmento de DNA de aproximadamente 220 pares de base (pb). A PCR foi realizada em volume de 50ml, contendo 10 ml de DNA, tampão Taq 1X; MgCl2, 1,5mM, dNTP 200mM, iniciadores 1mM cada, Taq DNA polimerase 2U. Empregou-se 1 ciclo de 94ºC por 5 minutos e 35 ciclos de 94ºC por 1 minuto, 47ºC por 30 segundos e 72ºC por 30 segundos, seguidos de 1 ciclo de 72ºC por 10 minutos. Os produtos de amplificação foram detectados através de eletroforese em gel de agarose a 2%. DNA extraído das estirpes de STEC O157:H7 (Stx1, Stx2) e O111 (Stx1) permitiu a amplificação de um fragmento de cerca de 220pb, mas nenhum produto de amplificação foi produzido quando o DNA de E. coli ATCC 25922 e de outros organismos controle não produtores de Stx foi utilizado. Foram analisadas 123 cultura de fezes e 3 apresentaram amplificação do fragmento de DNA de cerca de 220 pb, sugerindo a presença de Stx. O protocolo descrito neste trabalho mostrou-se sensível, específico e adequado ao laboratório clínico.
Descritores: Diarreia/microbiologia
Escherichia coli
Infecções por Escherichia coli
Fezes/microbiologia
Toxinas Shiga
Limites: Humanos
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Id: lil-480134
Autor: Rivas, Marta; Miliwebsky, Elizabeth; Chinen, Isabel; Deza, Natalia; Leotta, Gerardo A.
Título: Epidemiologia del síndrome urémco hemolítico en Argentina: diagnóstico del agente etiológico, reservorios y vías de transmissión / The epidemiology of hemolytic uremic syndrome in Argentina. Diagnosis of the etiologic agent, reservoirs and routes of transmission
Fonte: Medicina (B.Aires);66(supl.2):27-32, 2006. graf.
Idioma: es.
Conferência: Apresentado em: Jornada Nacional de Actualización sobre Síndrome Urémico Hemolítico, 1, Buenos Aires, 29 nov. 2006.
Resumo: Shiga toxin-producing Escherichia coli (STEC) cause sporadic cases and outbreaks of nonbloody and bloody diarrhea, and hemolytic uremic syndrome (HUS). E. coil O157:H7 is the most prevalent STEC serotype. However, other serotypes (O26:H11; O103:H2; O111:NM; O121:H19; O145:NM, among others) can cause a similar disease spectrum. Shiga toxins (Stx1, Stx2, and their variants), intimin, and enterohemolysin are the main virulence factors. Three different diagnostic criteria are used to determine the frequency of STEC infection: 1) isolation and characterization of STEC strains; 2) detection of specifically neutralizable free fecal Stx; and 3) Serological tests to detect Stx-antibodies. The surveillance of the STEC strains is performed using subtyping techniques: a) genotyping of Stx and eae by PCR-RFLP; b) phage typing of E. coil O157 strains; and c) pulsed-field gel electrophoresis. STEC O157 and non-O157 strains are recovered from clinic, animal, food and environmental samples, and E. coli O157:H7, a Stx2 and Stx2c producer, harboring eae and ehxA genes, is the most common serotype. During a prospective case-control study conducted to evaluate risk factors for sporadic STEC infection in Mendoza Province and Buenos Aires City and its surroundings during 2001-2002, exposures associated with risk included eating undercooked beef, contact with a child < 5 years with diarrhea and living in or visiting a place with farm animals. Both washing hands after handling raw beef, and eating fruits and vegetables were frequently protective. Strategies of prevention and control are necessary to decrease the incidence of STEC infections in Argentina.
Descritores: Surtos de Doenças
Reservatórios de Doenças/microbiologia
Infecções por Escherichia coli/transmissão
Síndrome Hemolítico-Urêmica/epidemiologia
Toxinas Shiga/biossíntese
-Argentina/epidemiologia
Vetores de Doenças
Diarreia/epidemiologia
Monitoramento Ambiental
Infecções por Escherichia coli/epidemiologia
/classificação
ESCHERICHIA COLI OACIDULATED PHOSPHATE FLUORIDE/classificação
/patogenicidade
ESCHERICHIA COLI OACIDULATED PHOSPHATE FLUORIDE/patogenicidade
Proteínas de Escherichia coli/sangue
Fezes/microbiologia
Síndrome Hemolítico-Urêmica/microbiologia
Fosfoproteínas/sangue
Reação em Cadeia da Polimerase/métodos
Sorotipagem
Ovinos/microbiologia
Toxinas Shiga/análise
Toxinas Shiga/antagonistas & inibidores
Limites: Humanos
Animais
Bovinos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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