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Id: biblio-983547
Autor: Cavalcanti, Jaqueline de Souza.
Título: Resistência genotípica para inibidores da integrase do HIV-1.
Fonte: São Paulo; s.n; 2016. 130 p. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Coordenadoria de Controle de Doenças. Programa de Pós-Graduação em Ciências para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A Integrase participa de uma das etapas fundamentais para a replicação do HIV, a inserção do DNA retrotranscrito no genoma humano.Atualmente já foram licenciados três inibidores da integrase (INIs) para o usode pacientes naïve à terapia antirretroviral ou multi-experimentados, raltegravir (RAL), elvitgeravir (EVG) e dolutegravir (DTG). Embora esses medicamentos sejam eficientes e bem tolerados, a falha terapêutica pode estar associada a seleção de mutações em pelo menos quatro vias distintas(E92Q, Q148H/R/K, N155H e menos frequente a Y143R/H/C) associadas ou não à mutações secundárias. Este estudo teve por objetivo avaliar o gene da integra-se em pacientes vivendo com HIV/AIDS. Foram incluídas 265amostras de pacientes com perfis diferentes de exposições à terapia antirretroviral (TARV): naïve de TARV (n=34), naïve para INIs (n=59), em terapia com TARV+RAL com carga viral suprimida (n=35) e em terapia com TARV+RAL com falha virológica (n=137). As amostras dos pacientes com exposição a INIs foram coletadas no período entre julho de 2009 e maio de2015...

The integrase part of one of the key steps for HIV replication, insertionof DNA retrotranscribed in the human genome. Currently they were alreadylicensed three integrase inhibitors (INIs) for the use of antiretroviral therapy naïve patients or multi-experienced, raltegravir, elvitegravir and dolutegravir. Although these drugs are effective and well tolerated, therapy failure may beassociated with selection of mutations in at least four distinct pathways(E92Q, Q148H/R/K N155H and less frequent Y143R/ F/C) or not associatedwith secondary mutations. This study aims to evaluate the integrase gene inpatients living with HIV/Aids. We included 265 samples from patients withdifferent profiles of exposure to antiretroviral therapy (ART): naïve to antiretroviral therapy (n=34), naïve to INIS (n=59), in therapy with TARV+RAL with suppressed viral load (n=35) and therapy with TARV+RAL withvirologic failure (n=137). Samples from patients exposed to INIs were collected between July 2009 and May 2015...
Descritores: HIV-1
Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
Resistência à Doença
Integrase de HIV
Limites: Masculino
Feminino
Humanos
Responsável: BR91.2 - Centro de Documentação
BR91.2; w4, S376r


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Id: biblio-1085337
Autor: Cavalcanti, Jaqueline de Souza.
Título: Resistência genotípica para inibidores da integrase do HIV-1 / Genotypic resistance to HIV-1 integrase inhibitors.
Fonte: São Paulo; s.n; 2016. 108 p p. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Coordenadoria de Controle de Doenças. Programa de Pós-Graduação em Ciências para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A Integrase participa de uma das etapas fundamentais para a replicação do HIV, a inserção do DNA retrotranscrito no genoma humano. Atualmente já foram licenciados três inibidores da integrase (INIs) para o uso de pacientes naïve à terapia antirretroviral ou multi-experimentados, raltegravir (RAL), elvitgeravir (EVG) e dolutegravir (DTG). Embora esses medicamentos sejam eficientes e bem tolerados, a falha terapêutica pode estar associada a seleção de mutações em pelo menos quatro vias distintas(E92Q, Q148H/R/K, N155H e menos frequente a Y143R/H/C) associadas ou não à mutações secundárias. Este estudo teve por objetivo avaliar o gene da integrase em pacientes vivendo com HIV/AIDS. Foram incluídas 265 amostras de pacientes com perfis diferentes de exposições à terapia antirretroviral (TARV): naïve de TARV (n=34), naïve para INIs (n=59), em terapia com TARV+RAL com carga viral suprimida (n=35) e em terapia com TARV+RAL com falha virológica (n=137). As amostras dos pacientes com exposição a INIs foram coletadas no período entre julho de 2009 e maio de 2015. Sequências genéticas foram submetidas à websites e ferramentas de bioinformática para a análise de resistência aos antirretrovirais e determinação de subtipos virais. Nenhuma mutação principal foi observada em amostras de pacientes naïve para INIs, porém alguns polimorfismos observados parecem estar associados a certos subtipos do HIV-1. Entre os pacientes expostos as TARV+RAL, a maioria tinham poucos antirretrovirais ativos compondo a terapia. A adesão e a viremia nas semanas 12-24 após aTARV+RAL (p<0,01) apresentaram associação à supressão viral. Mutações principais para o INIs foram observadas em 62% dos pacientes em uso de TARV+RAL. Em um paciente houve a seleção da mutação F121Y, com evolução subsequente para Y143R. Entre os pacientes com falha virológica ao TARV+RAL, 35% apresentaram resistência intermediaria ou alta ao DTG,com associação das mutações G140S/A e E138A/K (p<0,001)...
Descritores: HIV-1
Integrase de HIV
Resistência à Doença
Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
Limites: Masculino
Feminino
Humanos
Responsável: BR91.2 - Centro de Documentação
BR91.2; w4, S376r


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Id: biblio-837252
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Ampliação de uso dos medicamentos antirretrovirais dolutegravir (DTG) e darunavir (DRV), já disponibilizados pelo Ministério da Saúde para o tratamento da infecção pelo HIV / Expansion of use of anti-retroviral drugs dolutegravir (DTG) and darunavir (DRV), already available by the Ministry of Health for the treatment of HIV infection.
Fonte: Brasília; CONITEC; set. 2016. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Contexto: A infecção pelo HIV atualmente é considerada uma doença de caráter crônico. Quando diagnosticada e tratada precocemente, observa-se impacto significativo na redução da morbimortalidade. Apesar dos inúmeros avanços na terapia antirretroviral (TARV), ainda se observam elevadas taxas de falha virológica. Destacam-se, dentre suas principais causas, a má adesão à TARV e a resistência virológica. Entre os principais motivos que comprometem a adesão, destacam-se fatores relacionados à tolerabilidade, posologia, interações medicamentosas e eventos adversos relacionados às medicações. Outra causa importante de falha virológica é o surgimento de cepas resistentes aos antirretrovirais (ARV). A resistência aos ARV pode ser causada pela seleção de mutantes durante o uso irregular da TARV (resistência secundária), ou por cepas resistentes transmitidas diretamente de um indivíduo para outro (resistência transmitida) potencialmente comprometendo a resposta ao tratamento. Estudo elaborado em 2015 para a Organização Mundial de Saúde (OMS) comparou a efetividade de esquemas antirretrovirais mais modernos com os tradicionalmente usados por pessoas vivendo com HIV e AIDS virgens de tratamento. As conclusões do estudo foram que a eficácia e segurança dos antirretrovirais melhoraram substancialmente com a introdução de novas classes de ARV, como a dos inibidores de integrase. Evidências científicas: Demonstrou-se por meio de estudo recente conduzido pelo Ministério da Saúde um aumento expressivo na taxa global de resistência no Brasil aos tratamentos de primeira linha quando comparado a estudos realizados anteriormente. A mutação mais encontrada nesse estudo foi a K103N/S, que confere resistência a efavirenz. Isso demonstra que o uso maciço desse ARV em 1ª linha de tratamento antirretroviral resulta em importante impacto na seleção desta mutação e aponta para uma menor efetividade de esquemas que utilizam efavirenz em 1ª linha. Por meio de metanálise elaborada em 2015 compararam-se a efetividade de esquemas antirretrovirais mais modernos com os tradicionalmente usados por pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA) virgens de tratamento. As conclusões do estudo foram que a eficácia e segurança dos antirretrovirais melhoraram substancialmente com a introdução de novas classes de ARV, como a dos inibidores de integrase. Demonstrou-se na revisão sistemática que o uso do dolutegravir (DTG) ou raltegravir para pacientes virgens de tratamento melhorou a eficácia e tolerabilidade em comparação aos regimes com efavirenz, e sugeriu-se que ambos devam ser considerados como 1ª linha de tratamento. Além disso, já se preconiza em importantes guidelines internacionais o uso de medicamentos da classe dos inibidores de integrase para compor esquemas de 1ª linha há alguns anos. O uso de darunavir vem demonstrando que o medicamento dispõe de alta afinidade pela HIV-1 protease, alta eficácia e alta barreira genética. Apresenta-se, dessa maneira, como uma ótima opção para 2ª linha de tratamento, como já se preconizam em importantes guidelines internacionais. Decisão: A CONITEC deliberou, por unanimidade, recomendar a incorporação do dolutegravir e darunavir para o tratamento da infecção pelo HIV, no âmbito do Sistema Único de Saúde ­ SUS, dada pela Portaria nº 35, republicada no DOU nº 193, página 40, no dia 06 de outubro de 2016.
Descritores: Antirretrovirais/uso terapêutico
Darunavir/uso terapêutico
Infecções por HIV
Integrase de HIV/uso terapêutico
Sistemas de Medicação
-Brasil
Assistência à Saúde
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-780404
Autor: Mesplède, Thibault; Raffi, Francois; Wainberg, Mark A.
Título: ¿Es posible que se genere resistencia al dolutegravir cuando se utiliza este agente en el tratamiento de primera línea? / Is resistance to Dolutegravirpossible when this drug is used in first-line therapy?
Fonte: Actual. SIDA. infectol;22(85):47-52, set.2014. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Dolutegravir (DTG) es un inhibidor de la integrasa del VIH aprobado recientemente como tratamiento por la FDA (Food and Drug Administration) en los Estados Unidos. Utilizado como parte de un tratamiento de primera línea, DTG es el único tratamiento antirretroviral frente al cual no se ha seleccionado resistencia en la clínica. Nuestra teoría es que esto se debe al prolongado tiempo de unión del DTG a la enzima integrasa así como a una capacidad de replicación muy disminuida por parte de los virus que podrían volverse resistentes al DTG. Además, conjeturamos que DTG podría ser utilizado en estrategias que apunten a la erradicación del VIH...

Dolutegravir (DTG) is an HIV integrase inhibitor that was recently approved for therapy by the Food and Drug Administration in the United States. When used as part of First-line therapy, DTG is the only HIV drug that has not selected for resistance mutations in the clinic. We believe that this is due to the long binding time of DTG to the integrase enzyme as well as greatly diminished replication capacity on the parte of viruses that might become resistant to DTG. We further speculatethat DTG might be able to be used in strategies aimed at HIV eradication...
Descritores: Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
Farmacorresistência Viral
Inibidores da Protease de HIV/farmacologia
Integrase de HIV/uso terapêutico
Mutação
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Id: lil-653099
Autor: Passaes, Caroline Pereira Bittencourt.
Título: Estudos sobre aspectos virais e genéticos relacionados à integrase e ao processo de integração do HIV-1 / Studies on viral and genetic aspects related integrase and the process of integration of HIV-1.
Fonte: rio de Janeiro; s.n; 2012. xv,195 p. ilus, graf, tab.
Idioma: en; pt.
Tese: Apresentada a Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A integrase (IN) é uma enzima chave para o ciclo de replicação do HIV, sendo responsável por catalisar a integração do genoma do HIV no cromossomo hospedeiro. Devido ao papel essencial desta enzima para a patogênese da infecção pelo HIV, a recente introdução dos inibidores de IN (INI) na prática clínica e em vista da escassez de informação sobre a diversidade genética da IN do HIV no Brasil, o presente estudo tem como objetivos a) investigar a diversidade genética da IN e os níveis de resistência primária nos subtipos B, C e F do HIV que são prevalentes no Brasil; b) acompanhar pacientes sob terapia antirretroviral em esquemas contendo raltegravir (RAL) a fim de monitorar a emergência de mutações de resistência aos INI; c) desenvolver um método de genotipagem da IN do HIV para ser usado na pratica clínica no Brasil; e d) investigar o envolvimento do processo de integração no controle da replicação do HIV. Não foram detectadas mutações principais associadas aos INI entre os indivíduos virgens de tratamento infectados com diferentes subtipos de HIV-1. O nível de mutações acessórias observadas foi bem baixo, e algumas posições foram polimórficas nas amostras brasileiras dos subtipos B, C e F. Esses resultados encorajam o uso de INI no Brasil. Analisando as coortes de pacientes que trocaram a enfuvirtida por RAL ou sob terapia de resgate com RAL, nós observamos um aumento nas contagens de células T CD4+ e uma rápida diminuição da carga viral no grupo sob terapia de resgate. Três pacientes não atingiram supressão virológica e as mutações Q148H+G140S foram detectadas em dois deles. A fim de monitorar o crescente número de pacientes sob terapia com RAL no Brasil, nós desenvolvemos um método de genotipagem in-house que está atualmente em teste pela rede de Genotipagem do Ministério da Saúde do Brasil para futura incorporação no monitoramento de pacientes falhando INI. Sobre o papel da IN no controle da infecção pelo HIV, não observamos mutações nos resíduos importantes para a atividade catalítica nas sequências de IN obtidas de pacientes controladores da infecção pelo HIV, nem acúmulo de DNA 2-LTR, sugerindo que não há um mecanismo bloqueando a integração nestes pacientes. Juntos, os resultados apresentados trazem informações importantes sobre a diversidade genética da IN, resistência aos INI e sobre o papel da IN na patogênese da infecção pelo HIV.
Descritores: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
HIV
Integrase de HIV
Inibidores de Integrase de HIV
HIV-1
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas
BR15.1


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-570569
Autor: Hazuda, Daria J.
Título: Resistance to inhibitors of the human immunodeficiency virus type 1 integration
Fonte: Braz. j. infect. dis;14(5):513-518, Sept.-Oct. 2010. ilus.
Idioma: en.
Resumo: This review will summarize the role of integrase in HIV-1 infection, the mechanism of integrase inhibitors and resistance with an emphasis on raltegravir (RAL), the first integrase inhibitor licensed to treat HIV-1 infection.
Descritores: Farmacorresistência Viral/genética
Infecções por HIV/virologia
Inibidores de Integrase de HIV/farmacologia
Integrase de HIV/genética
HIV-1
Integração Viral/efeitos dos fármacos
-Integrase de HIV/efeitos dos fármacos
HIV-1
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-464437
Autor: Passaes, Caroline Pereira Bittencourt.
Título: Caracterização molecular da região da integrase do gene pol de subtipos de HIV-1 prevalentes no Brasil: avaliação de marcadores de resistência e antigenicidade / Molecular characterization of the region of integrase of the gene pol of subtypes of HIV-1 in Brazil: evaluation of resistance markers and antigenicity.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 24 abr. 2007. xvii,122 p. ilus, mapas, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: A diversidade genética do HIV-1 tem sido bem estudada tendo-se como alvo as proteínas estruturais. Porém, na região da integrase essa diversidade ainda não foi bem caracterizada. A integrase é uma enzima essencial para o ciclo de replicação do HIV-1 e é um alvo promissor para a terapia anti-retroviral. Atualmente, a terapia inclui inibidores de protease (PR), transcriptase reversa (TR) e de entrada viral. Entretanto, não está claro por quanto tempo os benefícios clínicos serão mantidos devido à emergência de variantes com resistência a múltiplas drogas. Neste contexto, o objetivo foi caracterizar a diversidade genética da integrase do HIV-1 em amostras dos subtipos B(B), C e F, obtidas de pacientes virgens de tratamento, e identificar a presença de mutações naturais relacionadas aos inibidores de integrase em amostras de indivíduos apresentando falha terapêutica, a fim de verificar se esta região ainda permaneceria como um alvo íntegro para o tratamento. O DNA proviral foi extraído de 111 amostras de sangue de indivíduos virgens de tratamento, infectados com os subtipos prevalentes no Brasil, previamente determinados com base na região C2-V3 do envelope. O RNA viral foi extraído de amostras de plasma de 30 indivíduos apresentando falha terapêutica às drogas correntes, infectados pelo subtipo B do HIV-1, previamente determinado com base no gene pol (PR/RT). As amostras foram amplificadas pela metodologia de nested PCR e seqüenciadas por sequenciamento automatizado. O pacote de programas DNASTAR, ClustalX e MEGA foram usados para edição, alinhamento, tradução, análise filogenética (neighbor-joining) e definição das seqüências consenso. Não verificamos a ocorrência de recombinação inter-gênica entre a região da integrase e os genes env e pr/rt, tipados previamente. Entretanto, identificamos genomas apresentando recombinação intra-gênica na região da integrase (3B/F, 3B/C) em amostras de indivíduos virgens de tratamento. Todos os recombinantes B/C apresentaram um...
Descritores: Genes pol
Variação Genética
Integrase de HIV
HIV-1
-Brasil/epidemiologia
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas
BR15.1



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