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Id: lil-662701
Autor: Indraccolo, Ugo; Matteo, Maria; Bracalenti, Carla; Greco, Pantaleo; Indraccolo, Salvatore Renato.
Título: Can endometrial arylsulfatase A activity predict the onset of endometrial polyps over the years? / A atividade da arilsulfatase endometrial A pode prever a aparição de pólipos endometriais ao longo dos anos?
Fonte: Rev. bras. ginecol. obstet;35(1):5-9, jan. 2013. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: PURPOSE: To assess if arylsulfatase A activity (ASA) and sulfatide (SL) concentration in the human endometrium can be predictive of the development of endometrial polyps over the years, since ASA activity reflects the endometrial sensitivity to hormones. METHODS: ASA activity and SL concentration were determined by biochemical procedures on endometrial samples collected between 1990 and 1994 in non-menopausal women. These women underwent a new endometrial sampling following the clinical indication some years after the first endometrial sampling. The histological assessment of the second endometrial specimens found four patients with normal endometrial pattern and 10 patients with one or more endometrial polyps. ASA activity/years elapsed and SL concentration/years elapsed were compared using two tailed Mann-Whitney test for unpaired data between patients with normal pattern and patients with endometrial polyps. RESULTS: Median ASA activities were 2.62 (normal pattern) versus 1.85 (endometrial polyps) nmol hydrolized substrate/min. Median activity/years elapsed is higher in patients with second endometrial sample presenting normal pattern (p=0.006) and median SL concentration/years elapsed does not differ significantly among groups, even if median SL concentration seems to be higher in patients who subsequently developed polyps (1031 µg/g of fresh tissue versus 341,5 µg/g of fresh tissue). CONCLUSIONS: ASA activity can predict the onset of endometrial polyps over the years.

OBJETIVO: Avaliar se a atividade da arilsulfatase A (ASA) e a concentração de sulfatida (SL) no endométrio humano pode ser preditivo em relação ao desenvolvimento de pólipos endometriais ao longo dos anos, posto que atividade da ASA reflete a sensibilidade do endométrio aos hormônios. MÉTODOS: A atividade da ASA, assim como a concentração de SL, foi determinada por meio de procedimentos bioquímicos em amostras de endométrio coletadas entre 1990 e 1994, em mulheres que não se encontravam na menopausa. Essas mulheres foram submetidas a uma nova amostragem endometrial após indicação clínica alguns anos depois da primeira amostragem endometrial. A avaliação histológica dos segundos espécimes endometriais permitiu identificar quatro pacientes com padrão endometrial normal e 10 com um ou mais pólipos endometriais. A atividade da ASA/anos depois e a concentração de SL/anos depois foram comparadas, utilizando o teste bilateral U de Mann-Whitney para dados não pareados entre as pacientes com padrão normal e as pacientes com pólipos endometriais. RESULTADOS: A ativitade da ASA foi 2,62 (padrão normal) em comparação com 1,85 (endometrial pólipos) de substrato hidrolisado/min. A atividade da ASA/anos depois é maior em pacientes com segunda amostra endometrial a apresentarem um padrão normal (p=0,006), e a concentração mediana de SL/anos depois não difere de forma significativa entre os grupos, apesar de a concentração mediana de SL parecer maior em pacientes que posteriormente desenvolveram pólipos (1031 µg/g de tecido fresco em comparação com 341,5 µg/g de tecido fresco). CONCLUSÕES: A atividade da ASA pode prever a aparição de pólipos endometriais ao longo dos anos.
Descritores: Cerebrosídeo Sulfatase/metabolismo
Pólipos/enzimologia
Doenças Uterinas/enzimologia
-Endométrio/química
Valor Preditivo dos Testes
Prognóstico
Estudos Retrospectivos
Sulfoglicoesfingolipídeos/análise
Fatores de Tempo
Limites: Adulto
Feminino
Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-194448
Autor: Araya, Paula; Fruns, Manuel.
Título: Neuropatías autoinmunes: parte I: neuropatías y anticuerpos antineuronales / Autoimmune neurophaties: part I: neuropathy and antineural antibodies
Fonte: Rev. chil. neuro-psiquiatr;34(3):271-6, jul.-sept. 1996. tab.
Idioma: es.
Resumo: Se trata de la primera parte de 2 artículos tendientes a aclarar el valor de exámenes serológicos en el diagnóstico de las neuropatías autoinmunes. Específicamente de los anticuerpos antineurales y de las gamapatías monoclonales. En esta primera revisión se presentan las posibilidades y limitaciones de los anticuerpos antineurales en manejo clínico de estas neuropatías. En primer lugar se describen las características generales de los distintos tipos de anticuerpos. Los síndromes polineuropáticos han sido divididos en motores, sensitivos, sensitivo/motores y Guillain-Barré, discutiéndose para cada caso la utilidad diagnóstica de los distintos anticuerpos antineurales
Descritores: Autoanticorpos
Doenças Autoimunes/imunologia
Neuropatias Hereditárias Sensoriais e Autônomas/imunologia
-Autoanticorpos/classificação
Doenças Autoimunes/diagnóstico
Doenças Desmielinizantes/diagnóstico
Gangliosídeos/imunologia
Glicoproteína Associada a Mielina/imunologia
Neuropatias Hereditárias Sensoriais e Autônomas/diagnóstico
Polirradiculoneuropatia/imunologia
Testes Sorológicos
Sulfoglicoesfingolipídeos/imunologia
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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