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Id: biblio-1047827
Autor: Xu, Jian; Zhu, Yujing; Li, Hanchen; Chen, Limei; Chen, Wuxi; Cui, Min; Han, Lina; Hou, Wenbo; Li, Demao.
Título: Alanine mother liquor as a nitrogen source for docosahexaenoic acid production by Schizochytrium sp. B4D1
Fonte: Electron. j. biotechnol;35:10-17, sept. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Hebei Province Science and Technology Support Program; . Key Program for International Science and Technology Cooperation Projects of China; . Hi-Tech Research and Development Program.
Resumo: Alanine mother liquor, a type of industrial waste from alanine fermentation, was used as a nitrogen source to produce docosahexaenoic acid (DHA) by Schizochytrium sp. B4D1. The results indicated that yeast extract could trigger the utilization of the alanine mother liquor. Additionally, the alanine can be quenched during the culture, which aids in DHA accumulation. The medium components were optimized via response surface methodology as follows: 99.98-g/L glucose, 0.05-g/L yeast extract and a 183.17 dilution factor of the alanine mother liquid (v/v, with an alanine content of 0.72 g/L) and 17.98% inoculum concentration (v/v). Finally, in a 50-mL shake-flask fermentation, the DHA yield was 2.29 g/L.
Descritores: Ácidos Docosa-Hexaenoicos/biossíntese
Alanina/metabolismo
Estramenópilas/metabolismo
-Leveduras
Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular/isolamento & purificação
Alanina/análise
Fermentação
Glucose
Resíduos Industriais
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1096567
Autor: Peru. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Uso de remdesivir para el tratamiento de pacientes adultos con COVID-19 (25 de abril 2020) / Use of Remdesivir for the Treatment of Adult Patients With COVID-19 (Apr 25, 2020).
Fonte: s.l; IETSI; 25 abr. 2020.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Remdesivir (RDV) es un nucleótido que es metabolizado intracelularmente a un análogo de trifosfato de adenosina que inhibe a las polimerasas virales ARN y tiene actividad contra el virus del ébola y los coronavirus (SARS-CoV y MERS-CoV). El RDV esta siendo desarrollado por Gilead Sciences, Inc. (Gilead) y su formulación es de administracion intravenosa. El planteamiento del uso de RDV como tratamiento del COVID-19 está basada en su actividad en vitro (Wang 2020) y en estudios de modelos animales contra SARS-CoV (Sheahan 2017) y MERS-CoV (de Wit 2020). Los recientes resultados de una prueba in vitro realizado en el CDC de China en colaboración con Gilead mostró que RDV tiene actividad antiviral contra SARS-CoV-2 en células Vero (EC50=0.137 µM; datos preliminares) (Wang 2020). Estos resultados tomados en conjunto con la experiencia de uso en humanos infectados con ébola, han dado pie a la investigación de sus efectos en pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una busqueda de reportes, comunicaciones (pre proof, pre print), noticias acerca del uso remdesivir en el tratamiento del COVID-19 en los siguientes buscadores o paginas de internet: 1. Pubmed. 2. EMBASE. 3. Scopus. 4. Web of Science. 5. Cochrane. 6. www.medrxiv.org (pre-prints). 7. Google Scholar. 8. Twitter. RESULTADOS: Se identificó un reporte de casos publicado en una revista, cuatro estudios en fase de reclutamiento y uno culminado, pero sin publicación en una revista con revision por pares. CONCLUSIONES. El RDV es un nucleótido en investigación que ha mostrado tener una actividad in vitro en contra del SARS-CoV-2 y actividad in vivo (estudios en animales) contra SARS-CoV y MERS-CoV. Sin embargo, la experiencia clínica en pacientes con COVID-19 es aún anecdótica. A la fecha, solo se dispone de una serie de casos altamente seleccionada por el fabricante auspiciador del estudio, quien se encargó de recoger, analizar y escribir el manuscrito. En esta serie de casos, se observó que un poco menos de la mitad de los pacientes pudieron ser retirados de la ventilación invasiva y un poco menos de la mitad de los pacientes pudieron salir de alta. Sin embargo, una alta proporción de los pacientes que fueron dados de alta habían estado recibiendo oxígeno por vía no invasiva (es decir, no eran casos graves). Además, casi la cuarta parte (23%) de los pacientes padeció de un evento adverso serio. Recientemente, el NIH ha publicado una guía de tratamiento de pacientes con COVID19 en la que señala que debido a falta de información no puede emitir una recomendación a favor o en contra del uso de RDV. Múltiples ensayos clínicos que evaluaran el tratamiento de COVID 19 con RDV están en progreso, varios de los cuales son auspiciados por el fabricante, por lo que se espera que sus resultados informen sobre la eficacia y seguridad de este medicamento en este contexto clínico. Con todo ello, a juzgar por la evidencia científica al momento encontrada, no es posible sostener técnicamente una recomendación a favor del remdesivir para pacientes COVID-19 o subgrupos de los mismos. La comunidad médica y científica internacional se encuentran a la espera de la publicación formal de los ensayos clínicos actualmente en proceso para poder diferenciar los efectos clínicos que puedan atribuirse causalmente al uso de remdesivir, especialmente en lo referente a si los potenciales daños del uso de este medicamento son menores a los beneficios clínicamente relevantes desde la perspectiva del pacientes que pueda tener.
Descritores: Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1096806
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Remdesivir para tratamento de pacientes com COVID-19 / Remdesivir for the treatment of patients with COVID-19.
Fonte: s.l; s.n; maio 2020.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: O Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (abreviado para SARSCoV-2, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), anteriormente conhecido como novo coronavírus (2019-nCoV), é um agente zoonótico recémemergente que surgiu em dezembro de 2019, em Wuhan, China. O referido vírus causa manifestações respiratórias, digestivas e sistêmicas, que se articulam na doença denominada COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019) (1). Ainda não há informações robustas sobre a história natural da doença, tampouco sobre as medidas de efetividade para manejo clínico dos casos de infecção pelo COVID19, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­ entre 5% e 10% dos casos ­, requerendo tratamento especializado em unidades de terapia intensiva (UTI) (2). Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária. TECNOLOGIA: O remdesivir (RDV) é um medicamento de atividade antiviral de amplo espectro contra vírus de ácido ribonucleico (ribonucleic acid, RNA), desenvolvido em 2017 como uma opção de tratamento compassivo para a infecção pelo vírus Ebola, e posteriormente testado para síndrome respiratória do Oriente Médio (cujo agente causador é denominado MERS-CoV, do inglês Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus) e SARS-CoV (4). Seu mecanismo de ação parece interferir na síntese da RNA polimerase viral, causando atraso na terminação da cadeia e diminuição da produção de RNA viral. Cumpre ressaltar que, atualmente, o medicamento RDV ainda está em ensaios clínicos randomizados e foi aprovado para uso compassivo na Agência Europeia de Medicamentos (EMA, do inglês European Medicines Agency) e não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entretanto, tem sido descrito como a terapia mais promissora por ter uma potente atividade in vitro contra o SARSCoV-2. Nesse sentido, a Agência Norte-americana de Medicamentos e Alimentos (FDA, do inglês Food and Drug Administration) recomendou, por meio de uma carta, o uso emergencial do RDV, devido à publicação do Ensaio Clínico Randomizado (ECR) de Wang e col. (2020). OBJETIVO: O objetivo desta nota técnica é analisar as evidências científicas sobre a eficácia, efetividade e segurança do medicamento RDV para o tratamento de pacientes com COVID-19. METODOLOGIA: Foram realizadas buscas nas bases de dados Medline (via PubMed) e Embase, no banco de dados de publicações sobre COVID-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS) e no MedRxiv (base pre-print de artigos na área de saúde) (11), com acesso em 20 de abril de 2020 e renovação das buscas em 05 de maio de 2020. A seleção dos estudos foi realizada em duas etapas. Na primeira etapa, foram avaliados os títulos e resumos das publicações identificadas por meio da estratégia de busca e pré-selecionadas as publicações potencialmente elegíveis (fases 1 e 2). Na segunda etapa (fase 3), foi realizada a avaliação do texto na íntegra das publicações préselecionadas para a confirmação da elegibilidade. O processo de seleção foi realizado por meio da plataforma Rayyan. A busca nas plataformas MEDLINE (via PubMed), Embase, MedRxiv e no banco de dados sobre a Covid-19 da OMS resultou em 369 publicações (83 no PubMed, 101 no Embase, 92 no banco da OMS e 93 no MedRxiv), sendo que 71 eram duplicadas. Foram lidos os títulos e resumos das 137 publicações (fase 1 e 2), três estudos foram submetidos à leitura completa (fase 3): uma série de casos com 12 pacientes, um estudo de coorte com de uso compassivo do medicamento em pacientes com Covid-19 e uma revisão sistemática (RS) que comparou o RDV em comparação a placebo, outro medicamento ativo, RDV em outras doses ou esquemas, ou melhor tratamento de suporte. CONCLUSÕES: O primeiro ECR do RDV em comparação ao placebo foi publicado recentemente, porém, o estudo com pacientes adultos internados no hospital por COVID-19 grave não demostrou resultados estatisticamente significantes para nenhum desfecho avaliado. No entanto, a FDA autorizou o uso do RDV de forma emergencial nos EUA. Os resultados dos estudos devem ser interpretados com cautela, pois nenhum deles foi conclusivo para demonstrar a eficácia, efetividade e segurança do RDV, principalmente em razão da pequena quantidade de pacientes incluídos e da ausência de grupo comparador nos estudos observacionais. No dia 23 de março de 2020, o diretor geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou a realização de um grande estudo clínico para testar medicamentos com atividade antiviral contra o SARS-CoV-2 (21). Esse estudo já possui registro de protocolo (NCT04321616) e se propõe a avaliar os medicamentos remdesivir, lopinavir/ritonavir, cloroquina/hidroxicloroquina e interferon beta. Portanto, é necessário e prudente aguardar os resultados de estudos que serão divulgados em um horizonte temporal próximo para estimar o real benefício dessa tecnologia no tratamento de pacientes com a COVID-19.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1096930
Autor: Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Ciencias Médicas.
Título: Remdesivir para el tratamiento de infección por COVID-19 / Remdesivir for the treatment of COVID-19 infection.
Fonte: s.l; Universidad Nacional de La Plata; 18 mayo 2020.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: El nuevo coronavirus SARS-CoV-2, ha desencadenado a fines de diciembre de 2019 una infección que se ha propagado a casi todos los países con una alta velocidad, produciendo una enfermedad denominada COVID-19. A partir de que la OMS la caracterizó como una pandemia1 en marzo de 2020, numerosos investigadores iniciaron el aislamiento del virus y la secuenciación de su genoma con la finalidad de que se pudiera identificar un tratamiento, desarrollar una vacuna, así como también pruebas de diagnóstico adecuadas. Como el proceso de desarrollo de un nuevo medicamento requiere demasiado tiempo, la primera alternativa que surgió fue la de aplicar "medicamentos convencionales para un nuevo uso", teniendo en cuenta su similitud con SARS-CoV y MERS-CoV. Se iniciaron así ensayos clínicos adaptativos para acelerar la evaluación de las terapias de COVID-19. Desde su origen en Wuhan, China, el SARS-CoV-2 se ha propagado rápidamente, alcanzando a nivel mundial 4.628.903 casos 2 y 312.009 (6,74%) muertes al 18 de mayo del 2020. 2En Argentina se registran hasta el momento 8.371 casos, con un 4,56 % de mortalidad (n=382).3 Alrededor del 80% de los pacientes presentan enfermedad leve/moderada, un 15% enfermedad grave y un 5% crítica.4 Probablemente exista un importante número de portadores asintomáticos en la población y, por lo tanto, la tasa de mortalidad podría estar sobreestimada. METODOLOGÍA: Se realizó una búsqueda sistemática de información en Medline (a través de Pubmed), Cochrane, Tripdatabase, Epistemonikos, en buscadores generales de internet (Google), en la Base Regional de Informes de Evaluación de Tecnologías en Salud de las Américas (BRISA), en agencias reguladoras de medicamentos y en informes de evaluación de tecnologías sanitarias de la Red Argentina de Evaluación de Tecnologías Sanitarias (RedARETS). Se analizaron también las revisiones y o guías generadas por Ministerios de Salud de Argentina y de otros países de la Región, la Organización Mundial de la Salud (OMS), la Organización Panamericana de la Salud (OPS) y agencias reguladoras internacionales. RESULTADOS: Al 8 de mayo, a partir de la búsqueda en las bases de datos de información biomédica utilizadas, fueron identificados 7 estudios primarios de investigación, y 17 revisiones. Considerando la búsqueda descripta en metodología, se identificaron 7 estudios preclínicos (2 referidos a COVID-19) 7 estudios clínicos (6 referidos a COVID-19) y 8 documentos técnicos (consensos, informaciones de agencias reguladoras, guías o informes rápidos), referidos al tema evaluado los que fueron analizados. De los trabajos identificados, 2 estudios clínicos, 2 revisiones y 2 informes de agencias reguladoras, contenían información relevante sobre efectos adversos. CONCLUSIONES: Hasta el momento, no existe información proveniente de estudios de calidad de evidencia alta, que permitan recomendar remdesivir para el tratamiento específico de pacientes con COVID-19. El uso de este medicamento puede ser recomendado solamente en el marco de ensayos clínicos autorizados en cada país, como los que están en marcha, que permitirán generar la mejor evidencia disponible para una toma de decisiones terapéuticas informada.
Descritores: Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1099569
Autor: Instituto de Efectividad Clínica y Sanitaria.
Título: Remdesivir en pacientes con COVID-19 (8 maio 2020) / Remdesivir in COVID-19 Patients (May 8, 2020).
Fonte: Buenos Aires; IECS; 8 maio 2020.
Idioma: es.
Resumo: CONTEXTO CLÍNICO: La Enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID­19, por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos producida por un nuevo coronavirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. El 11 de marzo de 2020 la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaro la COVID-19 como una pandemia. Desde ese momento hasta este 01 de abril su circulación se ha reportado en 205 países reportándose más de 800.000 casos y la muerte 40.000 personas. TECNOLOGÍA: Remdesivir (GS-5734) es un profármaco análogo de la adenosina que compite preferentemente por el ATP viral y se incorpora como falso nucleósido a la nueva cadena del ARN viral. Al incorporarse a las cadenas de ARN virales durante su replicación da como resultado la terminación prematura de la misma. La dosis de inicio recomendada es de 200 mg administrada de manera endovenosa el primer día, seguido de 100mg una vez al día durante 9 días. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura del uso de remdesivir para el tratamiento de la COVID­19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y políticas de cobertura de diferentes sistemas de salud. RESULTADOS: Se incluyeron un ECA, un estudio observacional, y nueve GPC sobre el tratamiento de pacientes con diagnóstico de COVID­19. CONCLUSIONES: Evidencia de baja calidad proveniente de un ensayo clínico aleatorizado, detenido prematuramente sugiere que el uso de remdesivir no estaría asociado a una disminución de la mortalidad, o del tiempo a la mejoría clínica en pacientes con COVID-19. Múltiples ensayos clínicos aleatorizados en pacientes con cuadros moderados o severos se encuentran en curso. Actualmente las principales guías de práctica clínica y recomendaciones de las principales sociedades internacionales, organismos gubernamentales o consensos de expertos no lo mencionan ni lo recomiendan para el tratamiento de estos pacientes, siendo su uso restringido a estudios de investigación. No se encontraron estudios de costo-efectividad o de impacto presupuestario en Latinoamérica.
Descritores: Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
Estudo de Avaliação
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Id: biblio-1140947
Autor: Instituto de Efectividad Clínica y Sanitaria.
Título: Remdesivir en pacientes con COVID-19 (20 nov. 2020) / Remdesivir in COVID-19 Patients (Nov 20, 2020).
Fonte: Buenos Aires; IECS; 20 nov. 2020.
Idioma: es.
Resumo: CONTEXTO CLÍNICO: La Enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID­19, por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos producida por un nuevo coronavirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. El 11 de marzo de 2020 la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaro la COVID-19 como uma pandemia.2 Desde ese momento Desde ese momento hasta el 10 de Noviembre, su circulación se há reportado en más de 200 países reportándose más de 14.300.000 casos activos a la fecha y más de 37.834.00 casos cerrados de los cuales el 3% de estos murió (1.284.690 casos). El período de incubación de la infección es de 2 a 14 días. La mayor parte de los contagios se producen persona a persona, siendo altamente transmisible. La clínica varía desde casos asintomáticos a cuadros febriles con tos y dificultad respiratoria, neumonía y distrés respiratorio. También puede acompañarse de alteraciones gastrointestinales. En los casos con mal pronóstico, el paciente presenta un importante deterioro respiratorio en 4-8 días. Las imágenes radiológicas muestran generalmente neumonía focal o generalizada semejante al síndrome de distress respiratorio agudo. La mayoría de los casos graves requieren ingresso hospitalario, siendo mayoritariamente casos primarios en pacientes de edad avanzada y com comorbilidades (diabetes, enfermedad crónica renal, hipertensión, enfermedad cardiaca y enfermedad pulmonar crónica). La tasa media de letalidad de los pacientes ingresados a UTI es cercana al 49%, siendo los valores más elevados en pacientes masculinos de más de 50 años com comorbilidades múltiples. Actualmente el tratamiento de la COVID­19 es sintomático y de sostén no existiendo hasta el momento tratamiento farmacológico específico curativo. Debido a que mediante estudios in vitro se demostró que el remdesivir, un fármaco antiviral, inhibe la replicación viral del SARS-CoV-2 en células cultivadas, ratones y modelos de primates no humanos, se postuló el uso de remdesivir para el tratamiento de la infección por COVID­19. TECNOLOGÍA: Remdesivir (GS-5734) es un profármaco análogo de la adenosina que compite preferentemente por el ATP viral y se incorpora como falso nucleósido a la nueva cadena del ARN viral. Al incorporarse a las cadenas de ARN virales durante su replicación da como resultado la terminación prematura de la misma. La dosis de inicio recomendada es de 200 mg administrada de manera endovenosa el primer día, seguido de 100mg una vez al día durante 9 días. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura del uso de remdesivir para el tratamiento de la COVID­19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y políticas de cobertura de diferentes sistemas de salud. RESULTADOS: Se incluyeron dos revisiones sistemáticas, una con meta-análisis, cuatro ECAs, un estúdio observacional, y ocho recomendaciones sobre el tratamiento con remdesivir en pacientes com diagnóstico de COVID­19. CONCLUSIONES: Evidencia de baja calidad sugiere que el uso de remdesivir podría disminuirla mortalidad en pacientes con COVID-19, aunque la imprecisión de los resultados no permite formular conclusiones definitivas. Evidencia de moderada calidad sugiere que reduciría el tiempo a la mejoría clínica. Evidencia de baja calidad sugiere que la administración de 5 días versus 10 días podría generar mejorías en la mortalidad y tasa de recuperación. El Instituto Nacional de los Estados Unidos y la Sociedad Estadounidense de Enfermedades Infecciosas sugieren su utilización en pacientes con COVID-19 internados con requerimiento de oxígeno suplementario. Guías de práctica clínica y sociedades internacionales, organismos gubernamentales o consensos de expertos como el Instituto Nacional de Salud y Cuidados de Excelencia del Reino Unido, el Grupo Colaborativo Internacional para el tratamiento de la sepsis y el shock septicémico, entre otras; no recomiendan su utilización fuera de estudios de investigación a la espera de los resultados finales de múltiples ensayos clínicos aleatorizados que se encuentran em curso. La Organización Mundial de la Salud no recomienda su uso en base a la falta de evidencia em cuanto a sus beneficios. No se encontraron estudios de costo-efectividad o de impacto presupuestario en Latinoamérica.
Descritores: Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
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Id: biblio-1116144
Autor: Perú. Ministerio de Saud. Instituto Nacional de Salud.
Título: Efectividad y seguridad de Remdesivir en el tratamiento de COVID-19: actualización al 03 de junio de 2020 / Effectiveness and safety of Remdesivir in the treatment of COVID-19: update as of June 03, 2020.
Fonte: Lima; Instituto Nacional de Salud; jun. 2020.
Idioma: es.
Resumo: ANTECEDENTES: La enfermedad por el coronavirus 2019 (COVID-19), causada por el coronavirus 2 del Síndrome respiratorio agudo grave ó SARS-CoV-2 fue inicialmente reportada en Wuhan, China en diciembre de 2019. Alrededor de un 15% de los infectados desarrollará neumonía severa requiriendo soporte de oxígeno y un 5% adicional progresará a un estado crítico con insuficiencia respiratoria aguda hipoxémica, síndrome de distrés respiratorio agudo y falla multiorgánica que requerirá soporte ventilatorio. Remdesivir es un fármaco con actividad antiviral in vitro e in vivo para virus ARN, entre ellos SARS-CoV-2. En base a los resultados preclínicos, se iniciaron varios ensayos clínicos y algunos resultados iniciales han sido reportados. A la fecha, ha recibido la autorización para uso de Emergencia en COVID-19 severo en países como Estados Unidos, Japón y Corea del Sur. El presente documento representa la actualización de una revisión previa, para identificar nueva evidencia disponible sobre la efectividad y seguridad de Remdesivir. OBJETIVO: El objetivo de la revisión es identificar la evidencia disponible sobre la efectividad y seguridad de Remdesivir en el tratamiento de COVID-19. METODOLOGÍA: La pregunta abordada en la revisión fue: En pacientes con infección confirmada por SARS-CoV-2, ¿el uso de Remdesivir es efectivo y seguro?. Se consideró incluir estudios controlados y revisiones sistemáticas de este tipo de estudios. Para ello, se actualizó la búsqueda sistemática en las bases de datos MEDLINE (vía PubMed), Biblioteca Cochrane, Registro de estudios COVID-19 de Cochrane, Google Scholar, OMS y OPS y medRxiv, desde el 23 de abril de 2020 (última fecha de búsqueda de la Revisión Rápida No07-2020) hasta el 03 de junio de 2020. Según fuera aplicable, se evaluó el riesgo de sesgo y la calidad de la evidencia identificada. RESULTADOS: Se identificaron 4 estudios, dos ensayos clínicos aleatorios compararon el uso de Remdesivir versus placebo, un ensayo clínico evaluó la administración de Remdesivir por 5 días frente a 10 días de tratamiento y una revisión sistemática que incluyó a estos 3 estudios. La población incluida correspondió a pacientes con COVID-19 severo. La mediana del tiempo transcurrido entre el inicio de los síntomas hasta el inicio del tratamiento o la randomización osciló entre 8 a 11 días. Los ensayos clínicos tuvieron riesgo de sesgo bajo a alto. La revisión sistemática fue calificada con certeza general Baja. No se observó un efecto benéfico de Remdesivir respecto a desenlaces de eficacia como mortalidad, duración de ventilación mecánica invasiva, duración del soporte de oxígeno ni duración de la hospitalización. Los resultados de dos estudios fueron divergentes respecto a la mejoría /recuperación clínica. Remdesivir no se asoció a un incremento de eventos adversos, eventos adversos grado 3 o 4. La frecuencia de eventos adversos serios fue menor el grupo que recibió Remdesivir. Un ensayo clínico no mostró diferencias entre administrar Remdesivir por 5 días versus 10 días, en los desenlaces de eficacia evaluados. CONCLUSIONES: No se evidenció un beneficio con el uso de Remdesivir en los desenlaces de mortalidad, duración de ventilación mecánica invasiva, duración del soporte de oxígeno ni duración de la hospitalización. Los resultados de dos estudios fueron divergentes respecto a la mejoría /recuperación clínica. Remdesivir no se asoció a un incremento de eventos adversos, eventos adversos grado 3 o 4. La frecuencia de eventos adversos serios fue menor el grupo que recibió Remdesivir. La certeza de la evidencia fue Baja a Moderada. Un ensayo clínico no mostró diferencias entre administrar Remdesivir por 5 días versus 10 días, en los desenlaces de eficacia evaluados.(AU)
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
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Id: biblio-1116426
Autor: Instituto de Efectividad Clínica y Sanitaria.
Título: Remdesivir en pacientes con COVID-19 / Remdesivir in patients with COVID-19.
Fonte: Buenos Aires; s.n; 12 jun. 2020.
Idioma: es.
Resumo: CONTEXTO CLÍNICO: La Enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID­19, por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos producida por un nuevo coronavirus identificado con la sigla SARS-CoV-2.(1) El 11 de marzo de 2020 la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaro la COVID-19 como una pandemia. Desde ese momento hasta este 01 de junio se han reportado más de 60.040.609 casos y la muerte de 370.657 personas. (2) El período de incubación de la infección es de 2 a 14 días. La mayor parte de los contagios se producen persona a persona, siendo altamente transmisible.(3) La clínica varía desde casos asintomáticos a cuadros febriles con tos y dificultad respiratoria, neumonía y distrés respiratorio. También puede acompañarse de alteraciones gastrointestinales. (3) En los casos con mal pronóstico, el paciente presenta un importante deterioro respiratorio en 4-8 días. Las imágenes radiológicas muestran generalmente neumonía focal o generalizada semejante al síndrome de distress respiratorio agudo. (3) La mayoría de los casos graves requieren ingreso hospitalario, siendo mayoritariamente casos primarios en pacientes de edad avanzada y con comorbilidades (diabetes, enfermedad crónica renal, hipertensión, enfermedad cardiaca y enfermedad pulmonar crónica). La tasa media de letalidad de los pacientes ingresados a UTI es cercana al 49%, siendo los valores más elevados en pacientes masculinos de más de 50 años con comorbilidades múltiples. (3) Actualmente el tratamiento de la COVID­19 es sintomático y de sostén no existiendo hasta el momento tratamiento farmacológico específico curativo. Recientemente se demostró que el remdesivir, un fármaco antiviral, ha demostrado inhibir la replicación viral del SARS-CoV-2 en células cultivadas, ratones y modelos de primates no humanos.(4) Se postula que el uso de remdesivir para el tratamiento de la COVID­19. TECNOLOGÍA: Remdesivir (GS-5734) es un profármaco análogo de la adenosina que compite preferentemente por el ATP viral y se incorpora como falso nucleósido a la nueva cadena del ARN viral.(1) Al incorporarse a las cadenas de ARN virales durante su replicación da como resultado la terminación prematura de la misma. La dosis de inicio recomendada es de 200 mg administrada de manera endovenosa el primer día, seguido de 100mg una vez al día durante 9 días. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura del uso de remdesivir para el tratamiento de la COVID­19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y políticas de cobertura de diferentes sistemas de salud. RESULTADOS: Se incluyeron una revisión sistemática con meta-análisis, tres ECAs, un estudio observacional, y nueve GPC sobre el tratamiento de pacientes con diagnóstico de COVID­19. CONCLUSIONES: Evidencia de baja calidad sugiere que el uso de remdesivir podría disminuir la mortalidad en pacientes con COVID-19, aunque la imprecisión de los resultados no permite formular conclusiones definitivas. Evidencia de moderada calidad sugiere que reduciría el tiempo a la mejoría clínica. Evidencia de moderada calidad no encontró diferencias entre una pauta de administración durante 10 versus 5 días al evaluar mortalidad y tasa de recuperación. El Instituto Nacional de los Estados Unidos y la Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios sugieren su utilización en pacientes con COVID-19 severa. El resto de las guías de práctica clínica, recomendaciones de las principales sociedades internacionales, organismos gubernamentales o consensos de expertos consultadas no recomiendan su utilización fuera de estudios de investigación a la espera de los resultados finales de múltiples ensayos clínicos aleatorizados que se encuentran en curso. No se encontraron estudios de costo-efectividad o de impacto presupuestario en Latinoamérica.
Descritores: Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1116674
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Remdesivir para tratamento de pacientes com COVID-19 / Remdesivir for the treatment of patients with COVID-19.
Fonte: s.l; s.n; jun. 2020.
Idioma: pt.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


  10 / 33 LILACS  
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Id: biblio-1122648
Autor: Gonzales-Zamora, José A; Quiroz, Tanya; Vega, Ana D.
Título: Tratamiento exitoso con Remdesivir y corticoides en un paciente con neumonía asociada a COVID-19: reporte de un caso / Successful treatment with Remdesivir and corticosteroids in a patient with COVID-19-associated pneumonia: a case report
Fonte: Medwave;20(7):e7998, 2020.
Idioma: en; es.
Resumo: El síndrome respiratorio agudo grave coronavirus 2 (SARS-CoV-2) se ha diseminado rápidamente a lo largo del mundo causando una mortalidad significativa en pacientes de alto riesgo con manifestaciones severas. A la fecha, Remdesivir ha sido el único antiviral autorizado por la FDA para uso de emergencia. Una de las posibles complicaciones de esta infección es el desarrollo de tormenta de citoquinas, para la cual no existe un tratamiento óptimo. Presentamos el caso de un varón de 48 años sin antecedentes médicos que acudió al hospital con disnea, tos, fiebre subjetiva y diarrea durante 10 días. La reacción de cadena polimerasa nasofaríngea fue positiva para SARS-CoV-2. Su estado respiratorio empeoró rápidamente hasta el punto de requerir oxígeno suplementario a través cánula nasal de alto flujo con 80% de FiO2. La tomografía computarizada de tórax mostró opacidades confluyentes en vidrio esmerilado en los lóbulos superiores, acompañadas de opacidades irregulares alveolares en los lóbulos inferiores bilateralmente. Se inició terapia con hidroxicloroquina, la cual se cambió a Remdesivir cuando estuvo disponible. Luego se inició metilprednisolona como tratamiento de una posible tormenta de citoquinas. La oxigenación del paciente mejoró significativamente en los días posteriores y fue dado de alta sin requerir oxigeno adicional y saturando 96% en medio ambiente. Nuestro caso ilustra el papel de Remdesivir en el tratamiento de la neumonía grave por COVID-19. También observamos un posible beneficio clínico de los corticoides en tormenta de citoquinas. Se necesitan más estudios para evaluar la eficacia de esta estrategia terapéutica.

Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) has rapidly spread throughout the world causing significant mortality in high risk patients with severe manifestations. To date, Remdesivir has been the only antiviral authorized by FDA as therapy for emergency use. One of the potential complications of this infection is cytokine storm, which optimal treatment remains unknown. We present the case of a 48-year-old man with no past medical history who presented to the hospital with dyspnea, cough, subjective fever, and diarrhea for 10 days. Nasopharyngeal PCR was positive for SARS-CoV-2. His respiratory status rapidly worsened to the point of requiring supplemental oxygen by high flow nasal cannula with FiO2 of 80%. Chest computed tomography showed confluent ground glass opacities in upper lobes accompanied by patchy airspace opacities in lower lobes bilaterally. He was started on hydroxychloroquine, which was switched to Remdesivir when it became available. Then, methylprednisolone was initiated for suspected cytokine storm. The patient's oxygenation improved significantly over the following days and he was discharged home with no oxygen supplementation and saturating 96% on room air. Our case illustrates the role of Remdesivir for the treatment of severe COVID-19 pneumonia. We also observed a possible clinical benefit of corticosteroids in the context of suspected cytokine storm. Further studies are needed to evaluate this therapeutic strategy.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Metilprednisolona/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/uso terapêutico
Alanina/uso terapêutico
Pandemias
Síndrome da Liberação de Citocina/etiologia
Síndrome da Liberação de Citocina/tratamento farmacológico
COVID-19/complicações
COVID-19/diagnóstico
Glucocorticoides/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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