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Id: lil-784379
Autor: Reis, Matheus Magela dos; Resende, Patrícia Naves de; Vieira, Gustavo de Almeida; Gomide, Geisa Perez Medina; Molina, Rodrigo Juliano; Cabral, Sônia Cançado de Oliveira.
Título: Cirrose por HCV genótipo 1a, tratada com 7 semanas de interferon peguilado/ribavirina, transplantada por hepatocarcinoma, em RVS / Cirrhosis by HCV genotype 1a, treated with 7 weeks of pegylated interferon/ribavirin, transplanted for hepatocellular carcinoma, on SVR
Fonte: GED gastroenterol. endosc. dig;35(1):28-31, jan.-mar. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: A hepatopatia crônica causada pelo vírus da hepatite C (HCV) é a indicação mais comum de transplante hepático no mundo. A recorrência da hepatite C após o transplante hepático é elevada e em grande parte dos pacientes pode evoluir com cirrose e perda do enxerto de forma acelerada. Relatamos caso de portadora de cirrose por hepatite C genótipo 1a, tratada durante sete semanas com Interferon Peguilado e Ribavirina, em Resposta Viral Sustentada (RVS), mesmo após transplante hepático por hepatocarcinoma.

Chronic liver disease caused by hepatitis C virus (HCV) is the most common indication for liver transplantation in the world. The recurrence of hepatitis C after liver transplantation is high and most patients can develop cirrhosis and graft loss in an accelerated manner. A case of a patient with cirrhosis due to hepatitis C genotype 1a, treated for seven weeks with pegylated interferon and Ribavirin in Sustained Viral Response (SVR), even after liver transplantation for hepatocellular carcinoma.
Descritores: Ribavirina
Transplante de Fígado
Interferon-alfa
Carcinoma Hepatocelular
Hepatite C Crônica
Resposta Viral Sustentada
Cirrose Hepática
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR9.1 - Biblioteca de Ciências da Saúde Profa. Susana Schimidt


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Id: biblio-874898
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Quimioterapia adjuvante com alfainterferona no tratamento do melanoma cutâneo / Adjuvant chemotherapy with alpha-interferon in the treatment of cutaneous melanoma.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: O melanoma maligno é, entre as neoplasias malignas de pele, o de pior prognóstico e tem sua origem a partir da transformação maligna dos melanócitos, células produtoras de melanina que se originam embriologicamente da crista neural, sendo seu principal sítio primário a pele. A maioria dos melanomas (70%) se desenvolve na pele normal, e os demais têm origem de nevos melanocíticos pré-existentes [1]. O desenvolvimento do tumor é resultante de múltiplas e progressivas alterações no DNA celular. Estas alterações podem ser causadas por ativação de proto-oncogenes, por mutações ou deleções de genes supressores tumorais, ou por alteração estrutural dos cromossomos. Os melanomas apresentam uma fase inicial de crescimento radial, principalmente intraepidérmico, sendo seguido por uma fase de crescimento vertical, com invasão da derme e dos vasos, iniciando a disseminação metastática. Quando não diagnosticado e não tratado no início, o melanoma tende a aumentar de tamanho em extensão e altura, com progressiva alteração de suas cores e formas originais. Mais tarde, há ulceração, sangramento ou sintomas como prurido, dor ou inflamação. DIAGNÓSTICO e ESTADIAMENTO: Diagnóstico Clínico: O diagnóstico parte da suspeita clínica de uma lesão de pele. Geralmente, o paciente se queixa do surgimento de uma nova lesão pigmentada, ou modificações de tamanho, forma ou cor de um nevo melanocítico pré-existente. Características como assimetria (A), bordas irregulares ou mal definidas (B), coloração mista (C) e diâmetro maior do que 5 mm (D), chamados critérios ABCD, são achados reconhecidamente suspeitos quando presentes em lesões melanocíticas e já podem ser detectadas nas fases iniciais de desenvolvimento do tumor. A dermatoscopia é um método não invasivo que permite visualizar in vivo a distribuição da melanina na epiderme e derme superficial e analisar mais detalhadamente as lesões pigmentares, permitindo diferenciar, muitas vezes, outras doenças clinicamente confundidas com melanoma, como carcinomas basocelulares pigmentados e ceratoses seborreicas. Este método é de extrema utilidade, quando empregado por profissional experiente. Biópsia Excisional e Confirmação Histopatológica: Os pacientes com lesões suspeitas de melanoma devem realizar biópsia excisional da lesão com margens de 1-2 mm de pele normal, sendo o diagnóstico confirmado pelo exame histopatológico da lesão. A biópsia incisional é aceitável somente quando a excisional não puder ser realizada, devido ao tamanho ou localização da lesão. Nestes casos, a escolha do local a ser biopsiado deve ser a porção mais enegrecida ou mais elevada da lesão clínica. Raspagens (shavings) e curetagens são completamente contraindicados como métodos para biópsia porque impossibilitam a avaliação de toda a espessura tumoral e realização do estadiamento pelo exame histopatológico. Estadiamento: A extensão do tumor na pele e além dela (estadiamento clínico) é que definirá o tratamento clínico e o prognóstico dos pacientes. A definição do estádio clínico é realizada pela definição dos critérios de tamanho do tumor em relação à profundidade na derme (T, definido patologicamente ­ pT1 a pT4), acometimento linfonodal (N0 a N3) e ausência (M0) ou presença (M1) de metástase à distância. OPÇÕES TERAPÊUTICAS: O tratamento é definido após a confirmação histopatológica e o estadiamento patológico do tumor primário. Tratamento Cirúrgico: Ampliação de Margens, Linfonodo Sentinela, Esvaziamento Linfático e Ressecção, Ressecção de Metástases à Distância. Tratamento Adjuvante Sistêmico; Tratamento da Doença Metastática; Radioterapia. RECOMENDAÇÃO DA CONITEC: Tendo em vista o exposto, os membros da CONITEC presentes na 6ª reunião do plenário do dia 05/07/2012, recomendaram a incorporação da alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estádio clínico III conforme Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Ministério da Saúde. DELIBERAÇÃO FINAL: Após análise das contribuições das consultas públicas, os membros da CONITEC, presentes na 7ª reunião do plenário do dia 02/08/2012, deliberaram, por unanimidade, por recomendar a incorporação da alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estágio clínico III, conforme Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Ministério da Saúde. DECISÃO: A PORTARIA SCTIE-MS N.º 3, de 18 de janeiro de 2013 - Torna pública a decisão de incorporar a alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estágio clínico III no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Neoplasias Cutâneas/diagnóstico
Neoplasias Cutâneas/tratamento farmacológico
Interferon-alfa/uso terapêutico
Melanoma/diagnóstico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Quimioterapia Adjuvante
Análise Custo-Benefício/economia
Biópsia de Linfonodo Sentinela/métodos
Estadiamento de Neoplasias
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Metanálise
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-848545
Autor: Perú. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Seguridad y eficacia de telaprevir en pacientes con hepatitis crónica por virus hepatitis C que han recibido terapia dual con peginterferón alfa y ribavirina / Safety and efficacy of telaprevir in patients with chronic hepatitis C virus who have received dual therapy with peginterferon alfa and ribavirin.
Fonte: Lima; s.n; ene. 2016.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente informe expone la evaluación del Telaprevir en pacientes con diagnóstico de Hepatitis Crónica por virus e Hepatitis C que han fallado o no han tenido respuesta adecuada con la terapia dual de Peginterferón alfa y Ribavirina, con el objetivo de lograr respuesta viral sostenida. Aspectos Generales: La Hepatitits C crónica es un problema a nivel mundial, que puede causar enfermedad aguda y crónica. El proceso agudo es autolimitado, rara vez causa falla hepática y usualmente suele progresar a enfermedad crónica, el cual tiene un curso que suele culminar en cirrosis hepática o carcinoma hepatocelular y teniendo finalmente la necesidad de trasplante hepático. El virus de la Hepatitis C se divide en 6 genotipos, los genotipos 1 y 4 son los más comunes, pero los genotipos 2 y 3 responden mejor al tratamiento antirretroviral que los serotipos 1 y 4. Tecnología Sanitaria de Interés: Telaprevir: Telaprevir es un inhibidor de proteasa, una enzima esencial para la replicación del VHC, el cual bloquea la acción de la enzima NS3-4a proteasa del virus de hepatitis C, esencial para su ciclo de vida. METODOLOGÍA: Estrategia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de la literatura con respecto a la eficacia y seguridad de Telaprevir en pacientes con diagnóstico de Hepatitis Crónica por virus de Hepatite C en pacientes con tratamiento previo dual con peginterferón alfa 2ao 2b asociado a ribavirina. Se realizó un búsqueda primaria de inforamación generada por Guías de Práctica Clínica (GPC) a través de los metabuscadores: Translating Research into Practice (TRIPDATABASE) y National Library of Medicine (Pubmed-Medline). Posteriormente, se realizó una búsqueda dentro de los grupos internacionales que realizan revisiones sistemáticas (RS), evaluación de tecnologías sanitarias (ETS) tales como la Cochrane Library, The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), The National Guideline of Clearinghouse, The Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH), The Scottish Medicines Consortium (SMC). RESULTADOS: Por cada uno de los desenlaces se presenta la evidencia disponible en Guías de Práctica Clínica Revisiones Sistemáticas y Ensayos clínicos. CONCLUSIONES: De acuerdo a la revisión de la información científica existente, se concluye que el fármaco Telaprevir administrado en dosis de 750mg, 03 veces al día (cada 8 horas) por 12 semanas asociado a peginterferón alfa y ribavirina, en pacientes con hepatitis crónica por virus de hepatitis C que han fallado o no han tenido respuesta adecuada con la terapia dual. Los estudios muestran que los pacientes que usaron Telaprevenir lograron una tasa de respuesta viral sostenida (RVS) mayor respecto a los pacientes que usaron terapia dual. Asimismo, se mostró que en los grupos que recibieron telaprevir el desarrollo de eventos adversos y abandono de tratamiento fue mayor. El tratamiento con terapia triple está indicado prioritariamente en pacientes con fibrosis significativa METAVIR F3-F4.En pacientes con fibrosis METAVIR F2 es importante considerar el tratamiento temprano. El tratamiento antiviral de pacientes con cirrosis hepática solo está indicadp en pacientes con enfermedad hepática compensada (estadio CHILD-PUGH A). El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación-IETSI, aprueba temporalmente el uso de telaprevir como tratamiento de base en la terapia triple junto a peginterferón alfa y ribavirina en aquel paciente que ha recibido terapia dual con peginterferón alfa 2a o 2b asociado a ribavirina y que no ha tenido respuesta adecuada, llámese respuesta nula, respuesta pacial o con recaída. Existe al momento nuevas alternativas que están ingreando al mercado peruano con aparente mejor perfil de eficacia y seguridadd, se considera que el efecto de telaprevir se evaluará con los datos obtenidos de los pacientes que hayan recibido teleprevir por un lapso de un año a fin de determinar el impacto de su uso en los desenlaces clínicos de interés de este dictamen. Esta información será tomada en cuenta la re-evaluación de este medicamento para efectos de un nuevo dictamen al terminar la vigencia del presente Dictamen Preliminar.
Descritores: Inibidores de Proteases/administração & dosagem
Ribavirina/uso terapêutico
Interferon-alfa/uso terapêutico
Hepatite C Crônica/tratamento farmacológico
-Resultado do Tratamento
Quimioterapia Adjuvante
Análise Custo-Benefício
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-848510
Autor: Perú. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Eficacia y seguridad de sunitinib en comparación con interferon Alfa 2a en pacientes con diagnósticos de carcinoma renal de células claras metastásico sin tratamiento previo / Efficacy and safety of sunitinib compared to interferon alfa 2a in patients with metastatic clear cell renal cell carcinoma without prior treatment.
Fonte: Lima; s.n; nov. 2015.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente informe expone la evaluación del medicamento sunitinib respecto a su uso en pacientes con carcinoma renal de células claras metastásico que no hayan recibido tratamiento previo. Aspectos Generales: El carcinoma de células renames (CCR) representa el 2-3% de todas las neoplasias malignas a vinel mundial, siendo la séptima causa más común de cáncer en varones y la novena causa más común en mujeres. En perú, el 1.7% de todos los casos de cáncer reportados entre el 2006 y el 2011 fueron de origen renal. El carcinoma renal de células claras representa el 65-90% de todos los CCR (4-6) por lo que la mayor parte de estudios en CCR se hacen tomando como referencia a esta población. Tecnología Sanitaria de Interés: Sunitinib: Sunitinib es un inhibidor de un grupo de receptores de tirosina quinasa altamente relacionados. El sunitinib inhibe los receptores del VEGF y del factor de crecimiento derivado de plaquetas (PDFG, por sus siglas en inglés) en las células cancerígenas, células endoteliales vasculares y pericitos, inhibiendo la proliferación de células tumorales y el desarrollo de vasos sanguíneos tumorales. METODOLOGÍA: Estratégia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de la literatura con respecto al efecto de sunitinib sobre la sobrevida global, sobrevida libre de enfermedad, calidad de vida, perfil de eventos adversos y tasa de respuesta objetiva de pacientes con carcinoma renal de células claras metastásico sin tratamiento previo, en comparación con interferón alfa 2a, en las bases de datos MEDLINE. Se hizo una búsqueda adicional en www.clinicaltrials.gov, para poder identificar ensayos aun en elaboración o que no hayan sido publicados. Adicionalmente, se hizo una búsqueda dentro de la información generada por grupos que realizan revisiones sistemáticas, evaluación de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, tales como The Cochrane Library, The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), The National Guideline for Clearinghouse y The National Comprehensive Cancer Network (NCCN). RESULTADOS: Se realizó la búsqueda bibliográfica y de evidencia científica que sustente el uso de sunitinib como tratamiento de primera línea para pacientes con diagnóstico de CCR de células claras metastásico sin tratamiento previo. Se presente la evidencia identificada y correspondiente a guías de práctica clínica, revisiones sistemáticas y meta-análisis de los últimos 5 años; y ensayos clínicos aleatorizados de 2 anõs de antiguedad de acuerdo a los criterios de elegibilidad expuestos, excepto para el desenlace de calidad de vida en el que se amplió la búsqueda hasta el 2007 por no haber estudios recientes. CONCLUSIONES: De acuerdo a la revisión de las información existente, se concluye que el fármaco sunitinib administrado en dosis de 50 mg por día, en ciclos de 6 semanas (4 semanas de fármaco seguidas de 2 semanas de descanso) es una intervención recomendada sobre el INF-alfa 2a, para el tratamiento de primera línea de pacientes con cercinoma renal de células sin tratamiento previo, de pronóstico bueno o intermédio. Los estudios muestran un aumento consistente y significativo tanto de la sobrevida de enfermedad y la tasa de respuesta objetiva, así como e mismo perfil de eventos adversos. Sunitib mejora significativamente la calidad de vida relacionada a salud en estos pacientes, en comparación con INF-alfa, el cual se encuentra en el Petitorio Farmacoterapéutico de Essalud. El uso de sunitinib para pacientes de mal pronóstico no está recomendado. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación-IETSI, aprueba uso de sunitinib en cáncer renal de células claras metastásico sin tratamiento previo.
Descritores: Carcinoma de Células Renais/tratamento farmacológico
Carcinoma de Células Renais/secundário
Interferon-alfa/administração & dosagem
Inibidores da Angiogênese/administração & dosagem
-Resultado do Tratamento
Análise Custo-Benefício
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-476783 LILACS-Express
Autor: Balau, Ana Julia; De Nadai, Livia C; Bressan, Mônica S; Simão, Josiane L.
Autor: Faculdade de Marília.
Título: Tratamento de hemangioma gigante com interferon alfa: relato de dois casos / Treatment of giant hemangioma with interferon-alpha: report of two cases
Fonte: Rev. bras. hematol. hemoter;29(4):406-411, out.-dez. 2007. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo do trabalho é descrever o uso de interferon alfa no tratamento de pacientes com hemangioma gigante. Os autores relatam e analisam dois casos de hemangioma gigante em tratamento com interferon alfa. IBS, 3 anos, em acompanhamento no Ambulatório de Hematologia desde um ano de idade com quadro de lesão angiomatosa em praticamente toda hemiface direita, acompanhada de sangramentos gengivais importantes. Após a realização de exames complementares (Angiorressonância magnética) e feito o diagnóstico de hemangioma gigante em face, foi iniciado tratamento com prednisona e, posteriormente, associação com interferon alfa e observada importante melhora do quadro, resultando na diminuição dos episódios de sangramento e no tamanho do tumor. C.N.P., 12 anos, apresentando nódulo em região lateral de joelho esquerdo há 2 anos, com aumento progressivo do tamanho e dor local. Fez uso de prednisona e, sem melhora do quadro, introduzido interferon alfa com regressão importante do tamanho do tumor. O tratamento com interferon alfa deve ser considerado no tratamento de hemangiomas, pois apresenta bons resultados em relação à diminuição do tamanho do tumor e, conseqüentemente, reduz as intercorrências clínicas associadas à sua presença, principalmente os sangramentos.

The aim of this study is to describe the treatment using interferon-alpha of giant hemangiomas in children. The authors report two cases of children presenting with giant hemangiomas treated using interferon-alpha and analyze the results. IBS, 3 years-old, has been followed up in Famema Hemathology Service since she was 1 year-old with a tumor on the face and persistent bleeding. After clinical and radiologic evaluations and suggested the diagnosis of giant hemangioma, she started treatment with interferon-alpha. A great clinical improvement was observed a reducing of the number of episodes of bleedings and a decrease in of the tumor size. CNP, 12 years-old, came to this service in the last year presenting with a small painful tumor on the left knee. She had already tried a treatment with Prednisone with no improvement. Treatment with interferon-alpha was initiated with a significant decrease in its size. The use of interferon-alpha should be considered in the treatment of giant hemangioma due to its favorable results related to a reduction in the tumor size and the episodes of bleeding.
Descritores: Hemangioma
-Criança
Interferon-alfa
Hemorragia
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-730378
Autor: Borrego-Sanz, Lara; Sáenz-Francés, Federico; Fernández-Tresguerres, M. Fernanda; Jiménez-Santos, Maria; Donate-López, Juan.
Título: Interferon-associated retinopathy in a patient with metastatic melanoma / Retinopatia relacionada ao interferon em paciente com melanoma metastático
Fonte: Arq. bras. oftalmol;77(5):321-323, Sep-Oct/2014. graf.
Idioma: en.
Resumo: We present the unusual case of a 35 year-old woman with stage IV melanoma and widespread metastases, who was undergoing treatment with interferon alpha-2b and who presented with interferon-associated retinopathy. The patient, who had been taking interferon treatment for three months, complained of a sudden loss of visual acuity in the left eye. An ocular examination revealed multiple cotton wool spots along the retina and macular involvement. Interferon treatment was suspended. Although rare, retinopathy represents a potentially serious adverse effect of interferon treatment. Although normally patients are asymptomatic, complications derived of its use may arise, which can lead to significant visual impairment. We therefore suggest that before initiating treatment with this drug, patients should be informed of its potential ocular risks, and that regular eye examinations are conducted along with the treatment.

Apresentamos o caso de uma mulher de 35 anos com melanoma em estágio IV e metástases generalizadas tratados com interferon alpha-2b, que proporcionou uma retinopatia associada ao interferon. Mulher de 35 anos de idade tratados com interferon durante os últimos três meses apresentou uma perda súbita da acuidade visual no olho esquerdo. Exame ocular revelou vários pontos de algodão ao longo da retina e mácula. Tratamento com interferon foi parado. Retinopatia associada ao uso de interferon está entre os possíveis efeitos colaterais, embora rara, não deve ser subestimada. Embora geralmente assintomática, complicações decorrentes de seu uso podem levar à perda visual significativa. Consideramos, portanto, que antes de iniciar o tratamento com este medicamento, os pacientes devem ser informados sobre os riscos potenciais e os exames oftalmológicos são recomendados durante cada tratamento.
Descritores: Doenças Retinianas/induzido quimicamente
Interferon-alfa/efeitos adversos
Interferon-alfa/uso terapêutico
Melanoma/secundário
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Villanova, Marcia Guimaräes
Martinelli, Ana de Lourdes Candolo
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Id: biblio-897067
Autor: Chachá, Silvana Gama Florencio; Rodrigues, João Paulo Vilela; Araújo, Roberta Chaves; Pereira, Leonardo Régis Leira; Villanova, Márcia Guimarães; Souza, Fernanda Fernandes; Santana, Rodrigo de Carvalho; Martinelli, Ana de Lourdes Candolo.
Título: First-wave protease inhibitors for hepatitis C genotype 1 treatment: a real-life experience in Brazilian patients
Fonte: Rev. Soc. Bras. Med. Trop;51(2):146-154, Mar.-Apr. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract INTRODUCTION: Licensed for chronic hepatitis C treatment in 2011, the protease inhibitors (PIs) telaprevir (TVR) and boceprevir (BOC), which have high sustained viral responses (SVR), ushered a new era characterized by the development of direct-action drugs against the hepatitis C virus (HCV). The aim of this study was to analyze the effectiveness and safety of BOC and TVR administered with pegylated interferon and ribavirin and to share the experience of a Brazilian reference center. METHODS: A retrospective descriptive study was conducted in patients with HCV genotype 1 infection who started treatment between July 2013 and December 2015. Data were collected using a computerized system. RESULTS: A total of 115 subjects were included, of which 58 (50.4 %) had liver cirrhosis and 103 (89.6 %) used TVR. The overall SVR rate was 61.7 % (62.1 % for TVR and 58.3 % for BOC). The presence of cirrhosis was associated with a lower SVR rate, whereas patients who relapsed after prior therapy had a greater chance of showing SVR than did non-responders. The incidence of adverse drug reactions (ADRs) was high. Almost all patients (~100 %) presented with hematologic events. Furthermore, treatment had to be discontinued in 15 subjects (13 %) due to severe ADRs. CONCLUSIONS: In conclusion, the SVR rates in our study were lower than those reported in pre-marketing studies but were comparable to real-life data. ADRs, particularly hematological ADRs, were more common compared to those in previous studies and resulted in a high rate of treatment discontinuity.
Descritores: Antivirais/administração & dosagem
Inibidores de Proteases/administração & dosagem
Hepacivirus/genética
Hepatite C Crônica/tratamento farmacológico
-Oligopeptídeos/administração & dosagem
Oligopeptídeos/efeitos adversos
Antivirais/efeitos adversos
Polietilenoglicóis/administração & dosagem
Polietilenoglicóis/efeitos adversos
Inibidores de Proteases/efeitos adversos
Ribavirina/administração & dosagem
Ribavirina/efeitos adversos
Proteínas Recombinantes/administração & dosagem
Proteínas Recombinantes/efeitos adversos
Prolina/administração & dosagem
Prolina/análogos & derivados
Prolina/efeitos adversos
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Interferon-alfa/administração & dosagem
Interferon-alfa/efeitos adversos
Hepacivirus/efeitos dos fármacos
Hepatite C Crônica/genética
Hepatite C Crônica/virologia
Quimioterapia Combinada
Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos
Interferon alfa-2
Genótipo
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-890406
Autor: Chaves, Gabriela Costa; Osorio-de-Castro, Claudia Garcia Serpa; Oliveira, Maria Auxiliadora.
Título: Compras públicas de medicamentos para hepatite C no Brasil no período de 2005 a 2015 / Public procurement of hepatitis C medicines in Brazil from 2005 to 2015
Fonte: Ciênc. Saúde Colet;22(8):2527-2538, Ago. 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O artigo analisa as compras de medicamentos para hepatite C, feitas pelo Ministério da Saúde (MS), de 2005 a 2015. Os dados são do Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (SIASG). Para estimar o gasto contratado anual selecionou-se medicamentos previstos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C do MS e incluiu-se todas as apresentações e concentrações que apareceram no SIASG. Houve aumento de 159,5 vezes no gasto com os medicamentos selecionados de 2005 a 2006 porque esses produtos passaram a ser comprados de forma centralizada. Em 2007 houve aumento de 730% no gasto pela incorporação de alfapeginterferona 2a e 2b. Em 2012 a compra de dois novos antivirais de ação direta (AAD) representou 99% do gasto anual. Em 2015, a adoção de novos AAD provocou aumento de 230% (R$ 945 milhões) no gasto do MS. No período estudado houve aumento dos gastos do MS com os medicamentos para Hepatite C devido ao aumento do volume adquirido e à incorporação tecnológica de alfapeginterferona e de novos AAD. Garantir acesso universal ao tratamento da hepatite C depende da implementação de estratégias que aumentem o poder de barganha do MS em negociações de redução de preços de produtos em situação de monopólio.

Abstract This paper analyzes the Minister of Health's (MoH) procurement of medicines for hepatitis C from 2005 to 2015. Data sources were the Integrated General Services Administration (SIASG), to estimate annual expenditure for selected medicines of the MoH Clinical Protocols and Therapeutic Guidelines (PCDT) for Hepatitis C. All presentations and strengths recorded on SIASG were included. The unit prices were estimated based on the purchase with the highest volume each year. There was a 159.5 fold increase in expenditure of the selected medicines from 2005 to 2006, because procurement of those medicines became centralized. In 2007 there was 730% increase in spending due to the incorporation of pegainterferons alfa 2a and 2b. In 2012 the purchase of only two new direct-acting antivirals (DAA) accounted for 99% of total annual expenditure. In 2015 the adoption of a new DAA led to an increase of 230% (R$945 million) in MoH spending. The significant increase of MoH expenditure on medicines for hepatitis C from 2005 to 2015 was due to the increase of volumes purchased as well as the incorporation of alfapeginterferon and new DAAs. Ensuring universal access to treatment for hepatitis C will depend on the implementation of strategies that strengthen the MoH's bargaining power in price reduction negotiations with the manufacturers of monopoly medicines.
Descritores: Antivirais/economia
Hepatite C/tratamento farmacológico
Gastos em Saúde/tendências
Acesso aos Serviços de Saúde/economia
-Polietilenoglicóis/economia
Proteínas Recombinantes
Brasil
Interferon-alfa/economia
Custos de Medicamentos
Hepatite C/economia
Interferon alfa-2
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-717030
Autor: Duarte, Carlos; López, Héctor.
Título: Melanoma acral lentiginoso: revisión bibliográfica / Acral lentiginous melanoma: bibliographic review
Fonte: Rev. colomb. cir;29(2):155-166, abr.-jun. 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: El melanoma acral lentiginoso es el tipo de melanoma de localización distal más frecuente, suele diagnosticarse en los estadios más avanzados y tiene un comportamiento biológico más agresivo que otros tipos de melanoma, por lo cual son de peor pronóstico. Representa entre el 5 % y el 10 % de los melanomas malignos y es más frecuente en asiáticos, en la raza negra y en latinoamericanos. El objetivo de este artículo fue hacer una revisión bibliográfica actualizada con el fin de conocer las tasas de incidencia del tumor, los nuevos avances con respecto a los factores de riesgo, biología molecular, diagnóstico y tratamiento, y el desarrollo de nuevos tratamientos en el manejo del melanoma avanzado y metastásico.

Acral lentiginous melanomas, the melanomas most commonly found the distal portions of the limbs, have usually reached more advanced stages than other types of melanoma when diagnosed. Their biologic behavior is more aggressive than in other types of melanoma, so that they have a worse prognosis. It represents 5 to 10% of all malignant melanomas, and is more frequently seen among the Asian, African American and Latin population. The objective of this paper was to complete a review of the current literature, in order to establish the rates of incidence, new findings regarding risk factors, molecular biology, diagnosis and treatment, and the development of new target therapies in the management of advanced and metastatic melanomas.
Descritores: Melanoma
-Interferon-alfa
Tratamento Farmacológico
Responsável: CO113


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Id: biblio-1157396
Autor: Fernandes Carlos; Mota Margarida; Veloso Ricardo; Pinho Rolando; Dias Vitor.
Título: Hepatite C aguda sintomática--a importÔncia do diagnóstico / [Symptomatic acute hepatitis C: the importance of diagnosis].
Fonte: Acta gastroenterol. latinoam;43(4):308-11, 2013 Dec.
Idioma: es.
Resumo: Chronic infection by the hepatitis C virus (HCV) is one of the leading causes of chronic liver disease with an estimate worldwide prevalence of over 200 million people. Acute hepatitis C infection is usually asymptomatic and rarely identified in clinical practice, leading to chronic infection in about 80

of acute infections progress to chronicity. Correctly identifying acute HCV infection is of paramount importance once it presents itself as an unique treatment opportunity with sustained virological response of about 90

, which is very distant from the 30

of sustained virological response achieved with standard chronic HCV treatment. The authors present four cases of acute HCV infection. There was spontaneous viral clearance in two pa- tients at week 12 of follow-up. In one case viral RNA was positive at week 12 but sustained virological response was eventually achieved after peginterferon alpha2a monotherapy.
Descritores: Hepatite C/diagnóstico
-Adulto
Anticorpos Anti-Hepatite C/sangue
Antivirais/uso terapêutico
Doença Aguda
Feminino
Hepacivirus/genética
Hepacivirus/imunologia
Hepatite C/tratamento farmacológico
Humanos
Interferon-alfa/uso terapêutico
Masculino
RNA Viral
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Resumo em Inglês
Artigo de Revista
Responsável: AR5.1 - Centro de Gestión del Conocimiento y las Comunicaciónes



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