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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-954229
Autor: Lucena, Eudes Euler de Souza; de-Morais, Hécio Henrique Araújo; Araújo, Dayane Pessoa de; Cavalcanti, José Rodolfo Lopes de Paiva; Azevedo, Eduardo Pereira de; Queiroz, Dinalva Brito de; Botelho, Marco Antônio; Rêgo, Amália Cinthia Meneses do; Filho, Irami Araújo; Barboza, Carlos Augusto Galvão; Nascimento Júnior, Expedito Silva do; Costa, Miriam Stela Maris de Oliveira; Cavalcante, Jeferson de Sousa; Guzen, Fausto Pierdoná.
Título: Expansion and phenotypic changes of mouse bone marrow mesenchymal cells cultured with FGF-2 and facial nerve-conditioned medium / Expansión y cambios fenotípicos de células mesenquimales de médula ósea de ratón cultivadas con FGF-2 y medio condicionado por el nervio facial
Fonte: Int. j. morphol;36(3):1049-1056, Sept. 2018. graf.
Idioma: en.
Resumo: Mesenchymal cells (MCs) exhibit great regenerative potential due to their intrinsic properties and ability to restore tissue function, either directly through transdifferentiation or indirectly through paracrine effects. This study aimed to evaluate morphometric and phenotypic changes in MCs grown with facial nerve-conditioned medium in the presence or absence of fibroblast growth factor 2 (FGF-2). For quantitative phenotypic analysis, the expression of GFAP, OX-42, MAP-2, β-tubulin III, NeuN, and NF-200 was analyzed by immunocytochemistry. Cells cultured with facial nerve-conditioned medium in the presence of FGF-2 expressed GFAP, OX-42, MAP-2, β-tubulin III, NeuN, and NF-200. On average, the area and perimeter of GFAP-positive cells were higher in the group cultured with facial nerve-conditioned medium compared to the group cultured with conditioned medium and FGF-2 (p=0.0001). This study demonstrated the plasticity of MCs for neuronal and glial lineages and opens up new research perspectives in cell therapy and trans.differentiation.

Las células mesenquimales (CM) exhiben un gran potencial regenerativo debido a sus propiedades intrínsecas y la capacidad de restaurar la función del tejido, ya sea directamente, a través de la transdiferenciación, o indirectamente, a través de efectos parácrinos. Este estudio tuvo como objetivo evaluar los cambios morfométricos y fenotípicos en CM cultivadas con medio condicionado por nervio facial en presencia o ausencia de factor de crecimiento de fibroblastos 2 (FGF-2). Para el análisis fenotípico cuantitativo, se analizó la expresión de GFAP, OX-42, MAP-2, β-tubulina III, NeuN y NF-200 mediante inmunocitoquímica. Las células cultivadas con medio condicionado por el nervio facial en presencia de FGF-2 expresaban GFAP, OX-42, MAP-2, β-tubulina III, NeuN y NF-200. En promedio, el área y el perímetro de las células positivas para GFAP fueron mayores en el grupo cultivado con medio condicionado por el nervio facial en comparación con el grupo cultivado con medio acondicionado y FGF-2 (p = 0,0001). Este estudio demostró la plasticidad de CM para linajes neuronales y gliales y abre nuevas perspectivas de investigación en terapia celular y transdiferenciación.
Descritores: Medula Óssea
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/metabolismo
Traumatismos do Nervo Facial
Células Mesenquimais Estromais/metabolismo
-Fenótipo
Imuno-Histoquímica
Células Cultivadas
Ratos Wistar
Transdiferenciação Celular
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-914781
Autor: Negri, A. L.
Título: El eje hueso-riñón en el control del fósforo sérico y la mineralización ósea / Bone-Kidney axis in the control of serum phosphorus and bone mineralization
Fonte: Rev. argent. endocrinol. metab;44(2):86-93, abr.-jun. 2007.
Idioma: es.
Resumo: El eje hueso-riñón ha sido pensado como un mecanismo por el cual el esqueleto se comunica con el riñón para coordinar la mineralización de la matriz extracelular ósea con el manejo renal del fosfato. Osteoblastos /osteocitos están bien preparados para coordinar las homeostasis sistémica de fósforo y la mineralización ósea, ya que ellos expresan todos los componentes implicados en un posible eje hueso-riñón, incluyendo al PHEX, FGF-23, MEPE, y DMP1. Los efectos autocrinos de proteínas de la familia SIBLING como MEPE y DMP1 sobre los osteoblastos podrían regular la producción de proteínas de matriz extracelular que intervienen en la mineralización. El riñón provee uno de los efectores de este eje que regula el balance de fosfato a través de la expresión apical de los cotransportadores sodio/fosfato NaPi-IIa y NaPi-IIc en el túbulo proximal. Central en este eje es el FGF-23, producido por los osteoblastos que tiene acciones fosfatúricas sobre el riñón. Cuando se descubrió que el FGF23, la primera fosfatonina era de origen osteoblástico/osteocitico, quedó establecido el eje hueso-riñón. Probar definitivamente la existencia de este eje hueso-riñón y definir exactamente su rol fisiológico requerirá de investigaciones adicionales

The bone-kidney axis has been thought as a mechanism for the skeleton to communicate with the kidney to coordinate the mineralization of extracelular matrix with the renal handling of phosphate. Osteoblasts / osteocytes are well suited for coordinating systemic phosphate homeostasis and mineralization, since they express all of the implicated components of a possible bone-kidney axis, including PHEX, FGF-23, MEPE, and DMP1. In addition, autocrine effects of SIBLING proteins as MEPE and DMP1 on osteoblasts could regulate the production of ECM proteins that regulate mineralization. The kidney provides one of the effectors of the axis that regulates phosphate balance through the apical expression of NaPi-IIa and NaPi-IIc in proximal tubules. Central in this axis is FGF-23, produced by osteoblasts that has phosphaturic actions on the kidney. When FGF23, the first phosphatonin, was discovered to be of osteoblastic/osteocyte origin, the bone kidney axis was established. Proving the existence of this bone-kidney axis and defining its physiological role will require additional investigations
Descritores: Calcificação Fisiológica/fisiologia
Proteínas Cotransportadoras de Sódio-Fosfato/análise
-Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/metabolismo
Hipofosfatemia/metabolismo
Fósforo/metabolismo
Proteínas Cotransportadoras de Sódio-Fosfato/biossíntese
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Estudos de Validação
Responsável: AR635.1 - FCVyS - Servicio de Información y Documentación


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Id: biblio-911612
Autor: Fonseca, Cecilia Sella.
Título: Mecanismos moleculares do efeito citotóxico de FGF2 em células transformadas por RAS / Molecular mechanisms of the cytotoxic effect of FGF2 in rastransformed cells.
Fonte: São Paulo; s.n; 2018. 165 p. ilus, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Química para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2) é um clássico fator peptídico de crescimento que ativa vias intracelulares de sinalização molecular promovendo a transição G0 â†' G1 e o comprometimento com o ciclo celular. Não surpreendentemente, seus papéis pró-tumoral e angiogênico estão bem caracterizados e estabelecidos na literatura. No entanto, um crescente corpo de evidências tem indicado que o FGF2 também pode exercer efeitos anti-tumorais in vitro e in vivo, em modelos murinos e também humanos. Neste contexto, nosso grupo publicou em 2008 que o FGF2 exerce um efeito antiproliferativo seletivo em células murinas malignas dependentes de alta atividade de K-Ras e H-Ras. Os genes ras compõem a família de oncogenes mais frequentemente mutada em tumores malignos humanos, alcançando aproximadamente 30% de todos os casos. O desenvolvimento de terapias contra tumores dependentes de Ras fracassou, apesar dos intensos esforços e investimentos desde a descoberta em 1982 de suas mutações ativadoras em múltiplos cânceres. O objetivo deste trabalho foi desvendar os mecanismos moleculares pelo quais o FGF2 inibe irreversivelmente a proliferação de células malignas dependentes da atividade de Ras, empregando como modelos experimentais a linhagem murina Y1 de células adrenocorticais, e 4 linhagens humanas derivadas de sarcomas de Ewing. Identificamos que o efeito citotóxico do FGF2 não se processa por um mecanismo novo e independente das viasproliferativas classicamente ativadas por fatores peptídicos de crescimento. Ao contrário, seu efeito tóxico é resultado de sinalização mitogênica exagerada decorrente de estimulação sustentada por FGF2. A ativação da via de MAPK, principal sinalização mitogênica intracelular, a níveis elevados e sustentados provoca estresse mitogênico, que se propaga para a fase S na forma de estresse replicativo. Nesta situação, a célula passa a depender exageradamente da sinalização protetora de ATR, de modo que a combinação de estimulação com FGF2 e inibição de ATR foi altamente letal para as células malignas dependentes de Ras empregadas neste trabalho. Também analisamos as bases moleculares de resistência a FGF2 exibida por células Y1 anteriormente selecionadas para resistir ao efeito tóxico do FGF2 (Y1FRs). Descobrimos que a pressão seletiva do FGF2 não teve efeito na expressão de seus receptores, mas provocou a eliminação de um dos dois cromossomos que portam a amplificação gênica de ras nesta linhagem, enquanto o segundo cromossomo foi mantido por ser a única fonte de genes ribossomais ativos. Suas cópias de ras, no entanto, mostraram-se transcricionalmente silenciadas. Além disso, as sublinhagens Y1FRs não expressam o principal RasGEF, GRP4, encontrado nas células parentais Y1, o que pode ter influenciado o surgimento do fenótipo resistente ao FGF2. As linhagens resistentes mostraram grande redução no número de cromossomos e aumento da frequência de fusões entre cromossomos não homólogos em relação às células parentais

FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2) is a classic peptide growth factor that activates intracellular molecular signaling pathways promoting the G0 â†' G1 transition and cell cycle commitment. Not surprisingly, its pro-tumor and angiogenic roles are well characterized and established in the literature. However, a growing body of evidence has indicated that FGF2 may also exert anti-tumor effects in vitro and in vivo in murine and human models. In this context, our group reported in 2008 that FGF2 exerts a selective antiproliferative effect in murine cells dependent on high activity of K-Ras and H-Ras. Ras genes make up the most frequently mutated oncogene family in human malignant tumors, reaching approximately 30% of all cases. The development of therapies against Ras-dependent tumors has failed despite intense efforts and investments since the discovery in 1982 of its activating mutations in multiple cancers. The objective of this work was to uncover the molecular mechanisms by which FGF2 irreversibly inhibits the proliferation of malignant cells dependent on Ras activity, using as experimental models the Y1 murine lineage of adrenocortical malignant cells and 4 human lineages derived from Ewing sarcomas. We showed that the cytotoxic effect of FGF2 did not involve novel cell cycle regulatory pathways; instead, this cytotoxic effect is a result of sustainedhyper mitogenic stimulation by FGF2. Activation of the KRas/MAPK pathway, the major intracellular mitogenic signaling, at high and sustained levels provokes mitogenic stress, which is propagated to S phase as replicative stress. In this situation, the cell dependence on the ATR protective signaling is enhanced, so that the combination of stimulation with FGF2 and inhibition of ATR was highly lethal for the Ras dependent malignant cells employed in this work. We also analyzed the molecular basis of FGF2 resistance exhibited by Y1 cells previously selected for resistance to FGF2. We found that the selective pressure of FGF2 had no effect on the expression of its receptors but promoted the elimination of one of the two marker chromosomes that carry the K-ras amplified copies, while the second chromosome was maintained because it is the only source of active ribosomal genes; however, its K-ras amplified copies were transcriptionally silenced. In addition, the Y1FRs sublines did not express the main RasGEF, GRP4, found in the parental Y1 cells, which might have played a role in the emergence of the FGF2-resistant phenotype. The resistant Y1FRs sublines showed a large reduction in chromosome numbers and increased frequency of fusions between non-homologous chromosomes in relation to parental cells
Descritores: Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/efeitos adversos
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/análise
Genes ras/genética
-Carcinoma Adrenocortical/classificação
Mecanismos Moleculares de Ação Farmacológica
Mutações Sintéticas Letais
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T574.876042, F676m. 30100026126-Q


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-893665
Autor: Rocha, Fernanda Regina Godoy; Souza, João Antônio Chaves de; Guimarães-Stabili, Morgana Rodrigues; Sampaio, José Eduardo Cezar; Rossa Junior, Carlos.
Título: Topical application of bFGF on acid-conditioned and non-conditioned dentin: effect on cell proliferation and gene expression in cells relevant for periodontal regeneration
Fonte: J. appl. oral sci;25(6):689-699, Nov.-Dec. 2017. graf.
Idioma: en.
Projeto: São Paulo State Foundation for Research Support (FAPESP).
Resumo: Abstract Periodontal regeneration is still a challenge in terms of predictability and magnitude of effect. In this study we assess the biological effects of combining chemical root conditioning and biological mediators on three relevant cell types for periodontal regeneration. Material and Methods: Bovine dentin slices were conditioned with 25% citric acid followed by topical application of basic fibroblast growth factor (bFGF, 10 and 50 ng). We used ELISA to assess the dynamics of bFGF release from the dentin surface and RT-qPCR to study the expression of Runx2, Col1a1, Bglap and fibronectin by periodontal ligament (PDL) fibroblasts, cementoblasts and bone marrow stromal cells (BMSC) grown onto these dentin slices. We also assessed the effects of topical application of bFGF on cell proliferation by quantification of genomic DNA. Results: Acid conditioning significantly increased the release of bFGF from dentin slices. Overall, bFGF application significantly (p<0.05) increased cell proliferation, except for BMSC grown on non-conditioned dentin slices. Dentin substrate discretely increased expression of Col1a1 in all cell types. Expression of Runx2, Col1a1 and Fn was either unaffected or inhibited by bFGF application in all cell types. We could not detect expression of the target genes on BMSC grown onto conditioned dentin. Conclusion: Acid conditioning of dentin improves the release of topically-applied bFGF. Topical application of bFGF had a stimulatory effect on proliferation of PDL fibroblasts, cementoblasts and BMSC, but did not affect expression of Runx2, Col1a1, Bglap and fibronectin by these cells.
Descritores: Proliferação Celular/efeitos dos fármacos
Dentina/efeitos dos fármacos
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/farmacologia
Ligamento Periodontal/efeitos dos fármacos
Regeneração/efeitos dos fármacos
-Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/administração & dosagem
Expressão Gênica
Ligamento Periodontal/metabolismo
Limites: Animais
Bovinos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-847313
Autor: Silva, Juliana Galvão da.
Título: Efeito dual de FGF2 e PMA em células HEK 293 transformadas por H-rasV12 / Dual effects of FGF2 and PMA on H-rasV12 transformed HEK293 cell line.
Fonte: São Paulo; s.n; 2014. 102 p. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Química para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Sabe-se há décadas que mutações nos genes ras estão presentes em cerca de 20% dos cânceres humanos, mas o desenvolvimento de terapias eficazes para o tratamento de câncer dependente dos oncogenes ras permanece um desafio científico importante. Nesse contexto, o nosso grupo publicou recentemente resultados interessantes mostrando que FGF2 exógeno ou PMA, contrariamente à expectativa geral, inibem a proliferação de células de camundongo malignas dependentes dos oncogenes H- ou K-Ras. Para dar continuidade a estes estudos o projeto desta tese foi planejado para investigar os mecanismos subjacentes a possíveis efeitos citotóxicos de FGF2 e PMA em células humanas transformadas por ras. Para esse fim, a linhagem humana imortalizada HEK 293 foi condicionalmente transformada pela expressão ectópica da construção quimérica de DNA ER:H-rasV12, que codifica a oncoproteína de fusão ER:H-RasV12, cuja atividade é induzível por 4-hidroxi-tamoxifen (4OHT). Essa abordagem nos permitiu verificar os efeitos de FGF2 e PMA em sublinhagens HEK/ER:HrasV12 fenotipicamente "normais" ou transformadas por níveis crescentes da oncoproteína H-RasV12. Os principais resultados mostraram que tanto FGF2 como PMA tem efeito dual promovendo ou inibindo a proliferação das células transformadas em função da concentração intracelular crescente de H-RasV12. Ensaios de crescimento de colônias em suspensão de agarose mostraram que: a) as células parentais HEK293 não desenvolveram colônias mesmo quando tratadas com FGF2 ou PMA, resultados que estão de acordo com seu fenótipo não tumoral; b) mas, as sublinhagens HEK/ER:HrasV12 deram origem a colônias mesmo quando tratadas com concentrações pequenas de 4OHT, que condicionaram níveis intracelulares baixos de ER:HRasV12; nestas condições experimentais, FGF2 foi um forte promotor do crescimento de colônias, condizente com sua reconhecida atividade promotora do crescimento de células tumorais em suspensão; ainda nestas condições, PMA não teve efeito significante sobre o crescimento de colônias; c) coerentemente, concentrações elevadas de 4-OHT levaram aos níveis intracelulares mais altos de ER:HRasV12 e, por conseguinte, a desenvolvimento máximo de colônias de células HEK/ER:HrasV12, no entanto, nestas condições, ambos FGF2 e PMA inibiram completamente o crescimento de colônias. Por outro lado, transformação de HEK293 com um vetor de expressão constitutiva de HrasV12 levou à seleção e isolamento das sublinhagens tumorais HEK/HrasV12, cujo fenótipo se caracterizou por: a) nenhum efeito de FGF2 sobre a sua proliferação e b) forte inibição de sua proliferação por PMA. A ação citotóxica de PMA exclusivamente observada em células HEK 293 transformadas por H-rasV12 se caracterizou por: a) total dependência de PKC, provavelmente mediada pela ativação proteolítica específica de PKC δ; b) envolvimento de níveis elevados e sustentados de ROS com disparo tardio de apoptose

It is known for nearly 20 years that mutated ras oncogenes are found in 20% of human malignancies, however efficacious therapies are not yet available for Ras-driven cancer. Along of these lines, our group recently published provocative results showing, against common belief, that FGF2 and PMA inhibited proliferation of Ras-dependent malignant mouse cells. Aiming to gain insight into this intriguing phenomenon, the present thesis project was planned to investigate the possible cytotoxicity of FGF2 and PMA in human Ras-driven malignant cells. To this end an immortalized non-tumorigenic human cell line (HEK293) was stably transformed with the DNA construction ER:H-rasV12, which encodes the fusion protein ER:H-RasV12, whose activity requires activation by 4-hidroxitamoxifen (4-OHT). This approach allowed us to evaluate FGF2 and PMA effects on HEK/ER:HrasV12 sublines under switching from "normal" to transformed phenotypes upon 4-OHT induction. Our main results have shown that both FGF2 and PMA displayed dual effects promoting or inhibiting proliferation of HEK/ER:HrasV12 cells in function of ER:HRasV12 intracellular levels. Clonogenic assays in agarose suspension have shown: a) parental HEK293 line did not develop colonies under FGF2 and PMA treatment or not, in agreement with its non-tumorigenic nature; b) however, HEK/ER:HrasV12 sublines developed colonies even under low 4-OHT concentrations, which led to low ER:HRasV12 intracellular levels; under these conditions FGF2 strongly promoted colony growth and PMA had no effect; c) furthermore, in HEK/ER:HrasV12 sublines, elevated 4-OHT concentrations led to high ER:HRasV12 intracellular levels and maximal colony growth; but, under these experimental conditions both FGF2 and PMA abolished colony growth. On the other hand, HEK293 transformation with a vector that constitutively express HrasV12 yielded HEK/ER:HrasV12 sublines displaying the following phenotypic traits: a) non FGF2 effects on proliferation and b) severe proliferation inhibition by PMA. PMA toxicity, exclusively observed in HrasV12 -transformed HEK293 cells, was characterized by: a) total dependency on PKC, likely mediated by specific proteolytic activation of PKCδ; b) involvement of high and sustained ROS levels correlated with late apoptosis triggering
Descritores: Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/análise
Genes ras/genética
Células HEK293
Neoplasias/complicações
-Técnicas de Cultura de Células/métodos
Citometria de Fluxo/métodos
Transcrição Reversa/genética
Tamoxifeno
Transdução Genética/métodos
Limites: Animais
Masculino
Feminino
Camundongos
Tipo de Publ: Técnicas In Vitro
Estudos de Avaliação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T 574.88, S586ef. 30100025407-Q


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Id: biblio-846867
Autor: Zeidler, Julianna Dias.
Título: Vulnerabilidades específicas de células malignas humanas dependentes de Ras oncogênico: FGF2 e PMA como supressores de tumor / Specific vulnerabilities of human malignant cells dependent on oncogenic Ras: FGF2 and PMA as tumor suppressors.
Fonte: São Paulo; s.n; 2012. 140 p. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Química para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Um passo limitante no desenvolvimento de fármacos para terapias do câncer está na descoberta de vulnerabilidades específicas de células tumorais que sirvam à identificação de alvos moleculares apropriados à intervenção farmacológica. Esta é a motivação central desta tese, cuja abordagem experimental focaliza a ação oncogênica das proteínas Ras. Amplificação ou mutação ativadora nos proto-oncogenes ras estão entre as alterações genéticas mais frequentes em cânceres. Essas lesões genéticas aparecem na origem etiológica de múltiplas formas de fenótipos malignos. Mas, essas lesões oncogênicas também conferem susceptibilidades letais às células malignamente transformadas frente a determinados agentes que não interferem significativamente nas funções vitais de células normais. Nos últimos anos nosso laboratório vem estudando os mecanismos moleculares da ação antiproliferativa do fator de crescimento FGF2 (Fibroblast Growth Factor2) e do éster de forbol PMA (Phorbol-12-Myristate-13-Acetate) em linhagens de células murinas malignas dependentes de ras oncogênico. Nesta tese investigamos quanto de nossas observações anteriores com células murinas são aplicáveis a células humanas. Nesse sentido focalizamos a linhagem HaCaT de queratinócitos humanos imortalizados e seus subclones malignizados por expressão ectópica de H-RasV12; além disso, numa triagem inicial também examinamos treze linhagens celulares humanas derivadas de tumores naturais portadores de mutação ativadora em H-Ras, N-Ras ou K-Ras. Nossos resultados mostram que os queratinócitos da linhagem parental HaCaT expressam receptores de FGFs e respondem mitogenicamente tanto a FGF2 como a PMA; portanto, ambos FGF2 e PMA são benéficos aos queratinócitos HaCaT. Por outro lado, o FGF2 mostrou-se citotóxico para subclones HaCaT que expressam H-RasV12 induzível, mas sublinhagens HaCaT com expressão constitutiva de H-RasV12 mostraram-se resistentes à ação citotóxica de FGF2. Diferentemente de FGF2, PMA bloqueou a proliferação de sublinhagens clonais HaCaT-H-RasV12 em ambos substrato sólido e suspensão de agarose e, também, reduziu a estratificação dos queratinócitos HaCaT-H-RasV12 em culturas organotípicas. PMA foi citotóxico e não citostático, pois induziu morte apoptótica sem causar arresto em nenhuma fase específica do ciclo celular. Em HaCaT parental, PMA induziu aumento transitório dos níveis intracelulares de espécies reativas de oxigênio (ROS), mas nos queratinócitos HaCaT-H-RasV12, PMA causou aumentos mais altos e persistentes de ROS, o que promove forte estresse oxidativo, provavelmente responsável pela toxidez deste ester de forbol. Entre as treze linhagens celulares humanas malignas com H-Ras, N-Ras ou K-Ras mutados, onze foram vulneráveis à ação citotóxica de PMA; mas apenas uma delas, a linhagem de tumor urotelial UM-UC-3, foi sensível ao efeito anti-proliferativo de FGF2. Em conclusão, células malignas humanas com Ras mutado parecem superar rapidamente uma possível toxidez de FGF2, mas não ultrapassam a toxidez causada por PMA

A challenge in drug development for cancer therapy is the discovering of molecular targets suitable for pharmacological interference. This challenge was the main motivation of the present thesis. Amplification or activating mutation in ras proto-oncogenes are among the most frequent genetic lesions in human cancer. Actually, mutated Ras onco-proteins are in the etiological roots of multiple malignant phenotypes; however these onco-proteins also cause specific lethal vulnerabilities even in robust malignant cells. Recently, our laboratory reported that malignant murine cell lines dependent on oncogenic Ras are prone to toxicity initiated by FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2) and PMA (Phorbol-12-Myristate-13-Acetate), which are not harmful to normal cells. This cytotoxicity of FGF2 and PMA very likely follows different molecular mechanisms, which, however, are not yet completely understood. The aim of this thesis was to investigate whether these vulnerabilities found in murine malignant cells were also valid for human malignant cell lines dependent on oncogenic Ras. To this end the experimental approach was focused on the HaCaT cell line of immortalized human keratinocytes and its sublines transformed by H-RasV12 ectopic expression. In addition thirteen human cell lines derived from natural tumor carrying mutated H-Ras, N-Ras or K-Ras oncogenes were also screened. The results showed that HaCaT keratinocytes express FGF receptors and respond mitogenically to both FGF2 and PMA. On the other hand, FGF2 was cytotoxic to HaCaT subclones expressing inducible H-RasV12. But, HaCaT sublines constitutively expressing H-RasV12 were resistant to FGF2 toxicity. However, PMA was toxic to all HaCaT-H-RasV12 sublines, inhibiting proliferation in both solid substrate and agarose suspension cultures and, also reducing stratification in organotypic cultures. Furthermore, in HaCaT-H-RasV12 sublines, but not in the parental HaCaT line, PMA caused a persistently high increase in intracellular levels of reactive oxygen species (ROS) and concomitantly induced apoptosis. Moreover, eleven of the thirteen human tumor cell lines with mutated H-Ras, N-Ras or K-Ras, were growth inhibited by PMA, whereas only one of them was inhibited by FGF2, the urothelial tumor cell line UM-UC-3. In conclusion, human malignant cells driven by Ras oncogenes very likely rapidly overcome FGF2 toxicity, whereas they remain stably vulnerable to PMA cytotoxicity
Descritores: Carcinoma de Células das Ilhotas Pancreáticas
Vulnerabilidade em Saúde
Estresse Oxidativo/genética
Proteínas ras/análise
-Citotoxinas
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/análise
Citometria de Fluxo/métodos
Imunofluorescência/métodos
Imunoprecipitação/estatística & dados numéricos
Neoplasias
Ésteres de Forbol/análise
Células Tumorais Cultivadas
Ensaio Tumoral de Célula-Tronco/instrumentação
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T 574.88, Z45v. 30100019824


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Id: biblio-846848
Autor: Dias, Matheus Henrique dos Santos.
Título: Mecanismos da toxidez de FGF2 em células malignas dependentes de Ras: bloqueio de divisão celular e estresse proteotóxico / Mechanisms of FGF2 toxicity in Ras-driven malignant cells: cell division blockage and proteotoxic stress.
Fonte: São Paulo; s.n; 2012. 162 p. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Química para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2) é o membro fundador de uma grande família de fatores de crescimento protéicos. Sua atividade se dá através da ligação e ativação de receptores específicos de membrana (FGFRs) com atividade de tirosina quinase. No organismo adulto, a sinalização de FGF2 está envolvida na indução de processos de sobrevivência, proliferação e diferenciação celular; além de cicatrização e angiogênese. Por atuar como um clássico fator de crescimento, a atividade de FGF2 está freqüentemente implicada em mecanismos pró-tumorais. Entretanto, alguns grupos, incluindo o nosso, têm reportado que FGF2 também pode apresentar efeitos antiproliferativos a até citotóxicos seletivamente em células malignas. Em 2008, publicamos um compreensivo relato mostrando que FGF2 bloqueia irreversivelmente a proliferação de linhagens murinas malignas dependentes de Ras. Alterações que levem a atividade aumentada de proteínas Ras estão presentes em diversos cânceres humanos e, freqüentemente, resultando em problemas no tratamento e prognóstico ruim. No presente trabalho, utilizamos principalmente a linhagem murina maligna dependente de Ras Y1 D1G, que apresenta um controle estrito de quiescência/proliferação em função da presença de soro; e é por isso mesmo um bom modelo para a análise dos efeitos de FGF2 sobre o ciclo celular. Análises por citometria de fluxo mostraram que, nessas células, apesar de disparar a transição G0â†'G1â†'S, FGF2 provoca um atraso na fase S seguido de um bloqueio do ciclo em G2. Embora bloqueie a progressão no ciclo (proliferação), FGF2 induz em Y1 D1G o crescimento celular em termos de massa e volume. Assim, nessas células FGF2 "desconecta" crescimento celular de proliferação. Esse desarranjo do ciclo celular provocado por FGF2 nas células Y1 D1G tem como resultado a instabilidade genotípica e morte celular; evidenciada pela perda da integridade de membrana plasmática e altas taxas de fragmentação de DNA observadas após o estímulo por esse fator. Esse efeito tóxico de FGF2 depende da atividade da proteína Src; porque a inibição química dessa proteína apresentou proteção total frente aos efeitos tóxicos de FGF2. Análises por espectrometria de massas mostraram que FGF2 induz aumento dos níveis de proteínas relacionadas à síntese protéica, e também de proteínas relacionadas ao estresse proteotóxico. Sabe-se que células malignas lidam com níveis basais altos de diferentes tipos de estresse; incluindo o estresse proteotóxico. Esse quadro mostra que o efeito tóxico disparado por FGF2 em Y1 D1G está relacionado a um acumulo de proteínas/célula, perda da homeostase de proteínas e estresse proteotóxico. Corrobora essas proposições o fato de que a inibição química de Src, que protege totalmente as células do efeito tóxico de FGF2, impede completamente o acúmulo de proteínas/célula. Além disso, em células Y1 D1G resistentes ao efeito tóxico de FGF2, e que inclusive dependem deste para proliferar em cultura, a atividade de FGF2 tem efeito oposto; ou seja, provoca diminuição dos níveis estacionários de proteínas/célula. Juntos, esses resultados demonstram que FGF2 é capaz de atacar uma vulnerabilidade de células malignas dependentes de Ras; e no caso estudado, essa vulnerabilidade decorre do desequilíbrio na homeostase de proteínas

FGF2 is the first member of a large family of peptide growth factors. It binds and activates specific membrane receptors (FGFRs) belonging to a family of tyrosine kinase receptors (RTK). In adult organisms, FGF2 signaling is involved in the induction of cell surveillance, proliferation and differentiation; and also wound healing and angiogenesis. FGF2 is a bona fide growth factor and, as such, it is often implicated in pro-tumor mechanisms. However, several groups, including ours, have reported that FGF2 can also display antiproliferative and even cytotoxic effects selectively in malignant cells. In 2008, we fully reported that FGF2 irreversibly blocks the proliferation of Ras-driven mouse malignant lineages. Alterations leading to Ras proteins overactivity are present in many human cancers frequently with bad prognosis. In the present work, we used mainly the Ras-driven mouse malignant lineage Y1 D1G that shows a strict control of quiescence/proliferation by serum factors, making it a great model to analyze the FGF2 effects upon cell cycle control. Flow cytometry analyses showed that in these cells, in spite of triggering G0â†'G1â†'S transition, FGF2 causes a delay on S phase followed by cell cycle arrest in G2. Despite blocking cell division, FGF2 induces cell growth in terms of mass and volume. Therefore, in these cells FGF2 "disconnects" cell growth from proliferation. This malfunction of cell cycle control caused by FGF2 on Y1 D1G cells leads to genotypic instability and cell death, highlighted by loss of plasma membrane integrity and high rates of DNA fragmentation. This FGF2 toxic effect depends on the activity of Src protein, because Src chemical inhibition completely protects cells from the FGF2 toxic effects. Mass spec analyses showed that FGF2 increases the levels of proteins involved in the protein synthesis machinery, and also of proteins active in proteostasis, indicating proteotoxic stress. It is known that malignant cells deal with high basal levels of different stresses, including the proteotoxic stress. This picture shows that the toxic effects triggered by FGF2 in Y1 D1G involve accumulation of proteins/cell, loss of protein homeostasis and proteotoxic stress. Corroborating these propositions, chemical inhibition of Src, which completely protects the cells from FGF2 toxic effects, totally abrogates the accumulation of proteins/cell. Moreover, in FGF2-resistant Y1 D1G cells, which depend on this factor for proliferation, FGF2 shows the opposite effect, causing decrease in steady state levels of protein/cell. Altogether, these results show that FGF2 causes a severe proteostasis imbalance in these Ras-driven mouse malignant cells
Descritores: Divisão Celular/genética
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/toxicidade
Proteínas ras/genética
-Ciclo Celular/genética
Proliferação Celular
Proliferação Celular/genética
Vulnerabilidade a Desastres
Dano ao DNA
Citometria de Fluxo/métodos
Neoplasias/complicações
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T581.88, C837e. 30100019085


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-779903
Autor: RAHMAN, Mohammad Zeshaan; SHIGEISHI, Hideo; SASAKI, Kazuki; OTA, Akira; OHTA, Kouji; TAKECHI, Masaaki.
Título: Combined effects of melatonin and FGF-2 on mouse preosteoblast behavior within interconnected porous hydroxyapatite ceramics - in vitro analysis
Fonte: J. appl. oral sci;24(2):153-161, Mar.-Apr. 2016. graf.
Idioma: en.
Projeto: Ministry of Education, Culture, Sports, Science and Technology.
Resumo: ABSTRACT Objective Biocompatible materials such as interconnected porous hydroxyapatite ceramics (IP-CHA) loaded with osteogenic cells and bioactive agents are part of an evolving concept for overcoming craniofacial defects by use of artificial bone tissue regeneration. Amongst the bioactive agents, melatonin (MEL) and basic fibroblast growth factor (FGF-2) have been independently reported to induce osteoblastic activity. The present in vitro study was undertaken to examine the relationship between these two bioactive agents and their combinatory effects on osteoblastic activity and mineralization in vitro. Material and Methods Mouse preosteoblast cells (MC3T3-E1) were seeded and cultured within cylindrical type of IP-CHA block (ø 4x7 mm) by vacuum-assisted method. The IP-CHA/MC3T3 composites were subjected to FGF-2 and/or MEL. The proliferation assay, alkaline phosphatase enzyme activity (ALP), mRNA expressions of late bone markers, namely Osteocalcin (OCN) and Osteopontin (OPN), and Alizarin Red staining were examined over a period of 7 days. Results FGF-2 mainly enhanced the proliferation of MC3T3-E1 cells within the IP-CHA constructs. MEL mainly induced the mRNA expression of late bone markers (OCN and OPN) and showed increased ALP activity of MC3T3 cells cultured within IP-CHA construct. Moreover, the combination of FGF-2 and MEL showed increased osteogenic activity within the IP-CHA construct in terms of cell proliferation, upregulated expressions of OCN and OPN, increased ALP activity and mineralization with Alizarin Red. The synergy of the proliferative potential of FGF-2 and the differentiation potential of MEL showed increased osteogenic activity in MC3T3-E1 cells cultured within IP-CHA constructs. Conclusion These findings indicate that the combination of FGF-2 and MEL may be utilized with biocompatible materials to attain augmented osteogenic activity and mineralization.
Descritores: Substitutos Ósseos/farmacologia
Durapatita/farmacologia
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos/farmacologia
Melatonina/farmacologia
Osteoblastos/efeitos dos fármacos
-Fosfatase Alcalina/análise
Calcificação Fisiológica/efeitos dos fármacos
Diferenciação Celular/efeitos dos fármacos
Proliferação Celular/efeitos dos fármacos
Sobrevivência Celular/efeitos dos fármacos
Células Cultivadas
Teste de Materiais
Microscopia Eletrônica de Varredura
Reprodutibilidade dos Testes
Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa
Fatores de Tempo
Limites: Animais
Camundongos
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-595032
Autor: Venkatachalam, Sankar; Palaniappan, Tamilselvi; Jayapal, Prem Kumar; Neelamegan, Sridharan; Rajan, Sridhar Skylab; Muthiah, Vijaya Prakash Krishnan.
Título: Novel neurotrophic factor secreted by amniotic epithelial cells
Fonte: Biocell;33(2):81-89, Aug. 2009. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: By virtue of expressions of glial and neural surface markers and capability of neurotransmitter metabolism, amniotic epithelial cells are considered as candidate cell type for transplantation strategies to treat neurological disorders. Previously, we have reported neurotrophism exhibited by human amniotic epithelial cells when transplanted after spinal cord injury in bonnet monkeys. Amniotic epithelial cells were believed to secrete an "Epidermal Growth Factor (EGF)-like" factor and exact identification was not made. At this juncture, through the present study it was found that, chicken neural retinal cells when grown alone failed to survive and contrarily when either co-cultured with chicken amniotic epithelial cells/cultured in amniotic epithelial cell conditioned medium not only survived but also showed extensive differentiation. Fibroblast Growth Factor-2 (FGF-2) plays a critical role in retinal development especially in chicken neural retinal development. However, immunoassay using western blot did not revealed the presence of any already known isoforms of FGF-2 in the medium. It is interesting to note that while factor secreted by amniotic epithelial cells resembles EGF and/or FGF-2 in its biological action, known isoforms of them were not detected. Considering the biological closeness between EGF and FGF-2, results indicate the possibility of a novel isoform of these growth factors secreted by amniotic epithelial cells. Further studies will establish the nature of this novel factor which will enhance the application of this interesting cell type for neural transplantations.
Descritores: Âmnio/citologia
Células Epiteliais
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos
Fator de Crescimento Epidérmico/genética
Fator de Crescimento Epidérmico/metabolismo
Fatores de Crescimento Neural
-RNA Mensageiro/genética
RNA Mensageiro/metabolismo
Western Blotting
Diferenciação Celular
Sobrevivência Celular
Galinhas
Limites: Seres Humanos
Animais
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: AR40.1 - Biblioteca de la Facultad de Ciencias Médicas de la UNCuyo


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Id: lil-482600
Autor: Cid Casteulani, Alberto.
Título: Enriquecimiento de injerto autologo con concentrado de factores de crecimiento / Autologous graft combined with growth factors concentrate
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;72(4):373-381, dic. 2007. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Debido a los cambios recientes en torno al tratamiento de las fracturas, en los últimos años se ha priorizado una combinación de métodos no sólo mecánicos sino también biológicos. En este estudio se evalúan los resultados de un tratamiento combinado mediante osteosíntesis y aplicación de injerto enriquecido con agregado plaquetario, con resultados alentadores. Materiales y métodos: Nuestra serie comprendió 29 pacientes tratados entre 1999 y 2006, laboralmente activos, con una edad promedio de 42 años (rango, 26 a 62 años). En todos los casos se efectuó osteosíntesis con el agregado plaquetario rico en factores de crecimiento plaquetario. Los resultados se analizaron en función de la formación de callo fracturario a los 6 meses. La obtención de injerto esponjoso fue dificultosa en los pacientes reintervenidos. Resultados: La obtención y preparación del agregado plaquetario no presentó inconvenientes. La consolidación clínica y radiológica se alcanzó en los 29 casos al término de 4 meses (2-6 meses); en 2 casos fue necesario repetir el procedimiento de aporte sin recambio del implante a los 2 meses de la primera intervención. Conclusiones: El injerto autólogo enriquecido con plasma rico en factores de crecimiento pudo haber contribuido de manera favorable a la consolidación de estos casos complejos, con gran ausencia biológica, en los que habían fracasado otros métodos
Descritores: Regeneração Óssea
Consolidação da Fratura
Fraturas Ósseas/terapia
Fraturas não Consolidadas/terapia
Substâncias de Crescimento/uso terapêutico
Transplante Autólogo
-Terapia Combinada
Fator 2 de Crescimento de Fibroblastos
Fator de Crescimento Transformador beta/uso terapêutico
Fator de Crescimento Derivado de Plaquetas/uso terapêutico
Resultado do Tratamento
Limites: Seres Humanos
Adulto
Meia-Idade
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.



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