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Id: biblio-899569
Autor: Righy, Cássia; Turon, Ricardo; Freitas, Gabriel de; Japiassú, André Miguel; Faria Neto, Hugo Caire de Castro; Bozza, Marcelo; Oliveira, Marcus F; Bozza, Fernando A.
Título: Subprodutos do metabolismo da hemoglobina se associam com resposta inflamatória em pacientes com acidente vascular cerebral hemorrágico / Hemoglobin metabolism by-products are associated with an inflammatory response in patients with hemorrhagic stroke
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;30(1):21-27, jan.-mar. 2018. tab.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO Objetivo: Avaliar o relacionamento entre os níveis cerebrais de ferro e heme e a resposta inflamatória sistêmica e no sistema nervoso central, assim como o papel dos sistemas de defesa contra a toxicidade do ferro e do heme, no sistema nervoso central. Métodos: Avaliamos uma coorte prospectiva de pacientes com quadro de hemorragia intracraniana e subaracnóidea. Realizamos ensaios em amostras de plasma e líquido cefalorraquidiano quanto à presença de ferro, heme, hemopexina, haptoglobina, enolase, S100-β e citocinas nos primeiros 3 dias após um acidente vascular cerebral hemorrágico. Analisamos também as alterações dinâmicas em todos os componentes de ambos os líquidos e seu relacionamento com as taxas de mortalidade precoce. Resultados: As concentrações de hemopexina e haptoglobina foram quase desprezíveis no cérebro após hemorragia intracraniana e subaracnóidea. As concentrações de ferro e heme no líquido cefalorraquidiano se correlacionaram com resposta pró-inflamatória no sistema nervoso central, e os perfis inflamatórios no líquido cefalorraquidiano no terceiro dia após acidente vascular cerebral hemorrágico se correlacionaram com as taxas de mortalidade precoce. Identificamos que os níveis de interleucina 4 no líquido cefalorraquidiano durante as primeiras 24 horas após acidente vascular cerebral hemorrágico foram mais altos nos sobreviventes do que nos que não sobreviveram. Conclusão: Os níveis de ferro e heme se associaram com resposta pró-inflamatória no sistema nervoso central após acidente vascular cerebral hemorrágico, e o cérebro humano não tem proteção contra hemoglobina e heme. Os perfis inflamatórios dos pacientes se associaram com prognósticos piores, e as respostas inflamatórias locais pareceram ter um papel protetor.

ABSTRACT Objective: To evaluate the relationships of brain iron and heme with the inflammatory response of the systemic and central nervous systems and to investigate the role of defensive systems against the toxicity of iron and heme in the central nervous system. Methods: We assessed a prospective cohort of patients presenting with intracerebral and subarachnoid hemorrhage. We assayed plasma and cerebrospinal fluid samples for the presence of iron, heme, hemopexin, haptoglobin, enolase, S100-β and cytokines for the first three days following hemorrhagic stroke. We also analyzed the dynamic changes in these components within both fluids and their relationship with early mortality rates. Results: Hemopexin and haptoglobin concentrations were nearly negligible in the brain after intracerebral and subarachnoid hemorrhage. Cerebrospinal fluid iron and heme concentrations correlated with a pro-inflammatory response in the central nervous system, and plasmatic and cerebrospinal fluid inflammatory profiles on the third day after hemorrhagic stroke were related to early mortality rates. Interleukin 4 levels within the cerebrospinal fluid during the first 24 hours after hemorrhagic stroke were found to be higher in survivors than in non-survivors. Conclusion: Iron and heme are associated with a pro-inflammatory response in the central nervous system following hemorrhagic stroke, and protections against hemoglobin and heme are lacking within the human brain. Patient inflammatory profiles were associated with a poorer prognosis, and local anti-inflammatory responses appeared to have a protective role.
Descritores: Hemorragia Subaracnóidea/fisiopatologia
Hemoglobinas/metabolismo
Hemorragia Cerebral/fisiopatologia
Acidente Vascular Cerebral/fisiopatologia
-Encéfalo/fisiopatologia
Hemopexina/metabolismo
Estudos Prospectivos
Estudos de Coortes
Heme/metabolismo
Inflamação/fisiopatologia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Conceiçäo, Daisy N. Falçäo
Id: lil-62634
Autor: Conceiçäo, Daisy N. Falcäo; Santos, Dirley Moreira dos; Pimentel, Márcia M. Gonçalves.
Título: Detection rates for Duchenne muscular dystrophy gene cariers using logistic discrimination: creatine-kinase and hemopexin
Fonte: Rev. bras. genét = Braz. j. genet;11(4):995-1008, Dec. 1988. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: Foram determinados os níveis de creatino-cinase (CK) e de hemopexina ( H) em 117 amostras de soro: 59 de portadoras certas do gene da distrofia muscular Duchenne (DMD) e 58 de 30 mulheres adultas normais. Nosso objetivo foi determinar a eficácia de cada proteína isoladamente e das duas em combinaçäo na identificaçäo de portadoras do gene da DMD. Considerando as características de nossas duas amostras de mulheres quanto às medidas de CK e de YH, escolhemos o modelo logístico de análise discriminante como o mais adequado. A CK e a H, cada uma isoladamente, apresentaron 82 e 59%, respectivamente, de eficácia na detecçäo de heterozigotas para o gene da DMD, isto é houve 18 e 41% de erros de classificaçäo na identificaçäo de portadoras certas do gene da DMD quando estas duas proteínas foram consideradas separadamente. A combinaçäo da CK com a H mostrou uma eficácia de 88%, isto é, os erros de classificaçäo no grupo de heterozigotas para o gene da DMD foram reduzidos de 18 para 12%, mas esta diferença näo se mostrou estadisticamente significativa. Assim, a combinaçäo da CK com a H näo melhorou a detecçäo quando comparada com o uso da CK isoladamente
Descritores: Creatina Quinase/sangue
Hemopexina/sangue
Heterozigoto
Distrofias Musculares/genética
-Biometria
Portador Sadio
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-42163
Autor: Valicenti, Pedro A; Torino, Marcelo Luis; Osatinsky, Raquel; Huberman, Efraín D.
Título: Hemopexina e inmunoglobulinas en las ascitis benignas y malignas: experiencia en 66 pacientes / Hemopexin and inmunoglobins in benign and malign ascites: experience in 66 patients
Fonte: Acta gastroenterol. latinoam;16(2):81-92, abr.-jun. 1986. tab.
Idioma: es.
Resumo: Se estudiaron 66 pacientes con ascitis de distintas etiologías efectuando el examen proteico inmunoelectroforético de sus sueros y líquidos peritoneales y la determinación de hemopexina en estos últimos. Las inmunoglubulinas pueden presentar valores elevados en los derrames de naturaleza neoplásica, especialmente IgG e IgA. Las determinaciones más altas, sin embargo, se hallaron en aquellos de las insuficiencias cardíacas congestivas. Los cocientes obtenidos de la relación inmunoglobulina ascitis/inmunoglubulina sérica son útiles desde el punto de vista estadístico, aunque su valor práctico es limitado. No se observó correlación plasma/ascitis en los enfermos cirróticos ni en los neoplásicos. La cuantificación de Hemopexina demostró, por sí sola, ser concluyente en el diagnóstico diferencial. El 100% de las ascitis benignas (cirrosis, insuficiencia cardíaca congestiva e insuficiencia renal) presentaron valores inferiores a 170 mg/dl, mientras que el 90.5% de los pacientes neoplásicos arrojaron cifras superiores a dicho valor. La media para los cirróticos fue de 30.79 ñ 5.31 mg/dl y para los neoplásicos de 205.19 ñ 9.62 mg/dl con una diferencia para ambos grupos estadísticamente significativa (p < 0.001). Su determinación podría indicar, con una alta probabilidad, la etiología del proceso. No sólo sirvió en los casos de ascitis neoplásica y cirrótica sino también en las de origen cardíaco, donde presentó valores intermedios (x ñ ES = 83.75 ñ 15.77 mg/dl). Opinamos que su incorporación rutinaria al estudio de los derrames peritoneales facilitará una rápida orientación etiológica
Descritores: Ascite/diagnóstico
Hemopexina/análise
Imunoglobulinas/análise
Limites: Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: AR41.1 - Biblioteca



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