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Id: biblio-998563
Autor: Torres, Yuli Yohana Serna.
Título: Abstinência à cocaína e suas consequências no sistema colinérgico muscarínico / Abstinencia a la cocaína y sus consecuencias en el sistema colinérgico muscarínico / Abstinence from cocaine and its consequences on the muscarinic cholinergic system.
Fonte: São Paulo; s.n; 2019. 130 p. ilus, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Uma das principais dificuldades enfrentadas na dependência à cocaína está relacionada aos sintomas de abstinência, como ansiedade, desejo e irritabilidade. Estes efeitos podem durar meses ou anos após a interrupção do consumo prolongado, fazendo com que o indivíduo volte a procurá-la. Os efeitos recompensadores da cocaína levam a alterações neurobiológicas do sistema mesocorticolímbico dopaminérgico, que se origina na área tegmental ventral e se projeta para o núcleo accumbens, e córtex pré-frontal, áreas intimamente ligadas ao desenvolvimento da dependência. Esses neurônios dopaminérgicos recebem estímulos dos neurônios colinérgicos que contribuem para os aspectos cognitivos da dependência. Devido à complexidade neurobilógica envolvida durante a abstinência, pouco se sabe sobre as alterações no sistema colinérgico muscarínico durante este período no encéfalo, objetivo deste estudo. Para tal, camundongos machos adultos Swiss-Webster foram submetidos à cocaína em padrão agudo em binge (3×30 mg/kg/dia) e cronicamente por escalonamento de dose em binge por 14 dias (3×15 mg/kg/dia nos dias 1-4; 3×20 mg/kg/dia nos dias 5-8; 3×25 mg/kg/dia nos dias 9-12; e 3×30 mg/kg/dia nos dias 13 e 14). A atividade locomotora de cada animal foi avaliada em campo aberto (CA), onde permaneceram no aparato por 60 minutos entre cada administração. Após o período de exposição os animais permaneceram 14 dias em abstinência, a fim de avaliar a ansiedade no labirinto em cruz elevado (LCE). Em seguida os animais foram eutaniasiados, sendo o córtex pré-frontal (CPF), o estriado e o hipocampo dissecados e armazenados a -80ºC para a análise dos receptores dopaminérgicos D1 e D2, receptores colinérgicos muscarínicos M1, M2, M3, M4 e M5 (mAChRs) e moléculas colinérgicas (acetilcolinesterase, AChE; colina acetiltransferase, ChAT e transportador vesicular de acetilcolina, VAChT) por Western Blotting (n=6). Os resultados comportamentais mostraram maior atividade locomotora nos animais tratados com cocaína no tratamento agudo ou crônico, quando comparado ao basal. Mais ainda, a sensibilização comportamental foi detectada a partir do segundo dia de administração de cocaína. No teste de LCE, realizado 14 dias após a interrupção da administração de cocaína, não foi observada diferença estatística entre os animais previamente expostos à cocaína e grupo controle. No CPF observou-se diminuição de D2R, M1 mAChRs e aumento M2 e M4 mAChRs no tratamento agudo; no tratamento crônico houve diminuição de M1 e M5 mAChRs e ChAT. No estriado observou-se aumento de D1R, M1 e M2 mAChRs, ChAT no tratamento agudo; e aumento D1R, VAChT, ChAT e diminuição D2R, M1 e M2 mAChRs no tratamento crônico. Já no hipocampo observou-se aumento de D1R, D2R, M2 mAChRs, VAChT e diminuição M1 mAChRs no tratamento agudo; e aumento de D1R, VAChT e diminuição D2R, M1 mAChRs no tratamento crônico. Nossos resultados mostram envolvimento de processo de neuroplasticidade, tanto no sistema dopaminérgico quanto no colinérgico muscarínico, em ambos os protocolos utilizados, mesmo após 14 dias de abstinência

Una de las dificultades enfrentadas en la dependencia de cocaína son los síntomas de abstinencia, como ansiedad, deseo y irritabilidad. Estos efectos pueden durar meses o años después de la interrupción del consumo prolongado, haciendo que el individuo vuelva a consumirlo. Los efectos recompensadores de la cocaína causa alteraciones neurobiológicas del sistema mesocorticolímbico dopaminérgico, que se origina en el área tegmental ventral y se proyecta hacia el núcleo accumbens y córtex pré-frontal, áreas íntimamente ligadas al desenvolvimiento de la dependencia. Esas neuronas dopaminérgicas reciben estímulos de neuronas colinérgicas la cual contribuyen para los aspectos cognitivos de la dependencia. Debido a la complejidad neurobiológica involucrada durante la abstinencia, poco se sabe sobre las alteraciones del sistema colinérgico muscarínico durante este periodo en el encéfalo, objetivo de este estudio. Por tanto, ratones adultos macho Swiss-Webster fueron sometidos a cocaína en dosis padrón agudo en binge (3×30 mg/kg/día) y crónicamente por escalonamiento de dosis en binge por 14 días (3×15 mg/kg/día en los días 1-4; 3×20 mg/kg/día en los días 5-8; 3×25 mg/kg/día en los días 9-12; y 3×30 mg/kg/día en los días 13 e 14). La actividad locomotora de cada animal fue evaluada en el test de campo abierto (CA), donde permanecieron por 60 minutos entre cada administración. Después del periodo de exposición los animales permanecieron 14 días de abstinencia, a fin de evaluar la ansiedad en el labirinto de cruz elevado (LCE). En seguida los animales fueron eutanasiados, donde el córtex pré-frontal (CPF), estriado y hipocampo fueron disecados y almacenados a -80ºC para analizar los receptores dopaminérgicos D1 e D2, receptores colinérgicos muscarínicos M1, M2, M3, M4 y M5 (mAChRs) y moléculas colinérgicas (acetilcolinesterasa, AChE; colina acetiltransferasa, ChAT y transportador vesicular de acetilcolina, VAChT) por Western Blotting (n=6). Los resultados comportamentales mostraron mayor actividad locomotora en los animales tratados con cocaína en tratamiento agudo y crónico, comparado al control. Por otra parte, la sensibilización comportamental fue detectado a partir de segundo día de administración de cocaína. En la prueba de LCE, realizado después de 14 días de interrupción de la administración de cocaína, no fue observado diferencia estadística entre los animales previamente expuestos a la cocaína y el grupo control. En CPF se observó disminución de D2R, M1 mAChRs y aumento de M2 y M4 mAChRs en tratamiento agudo; en el tratamiento crónico mostro disminución de M1 y M5 mAChRs y ChAT. En el estriado se observó aumento de D1R, M1 y M2 mAChRs, ChAT en el tratamiento agudo; aumento D1R, VAChT, ChAT y disminución de D2R, M1 y M2 mAChRs en el tratamiento crónico. Por último, en el hipocampo se observó aumento de D1R, D2R, M2 mAChRs, VAChT y disminución M1 mAChRs en el tratamiento agudo; aumento de D1R, VAChT y disminución D2R, M1 mAChRs en el tratamiento crónico. Nuestros resultados muestran envolvimiento de procesos de neuroplasticidad, tanto en el sistema dopaminérgico como el sistema colinérgico muscarínico, en ambos protocolos utilizados, después de 14 días de abstinencia
Descritores: Síndrome de Abstinência a Substâncias/tratamento farmacológico
Receptores Colinérgicos/análise
Cocaína/efeitos adversos
Colinérgicos/análise
-Ansiedade/classificação
Encéfalo/anormalidades
Receptores Dopaminérgicos
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Limites: Animais
Masculino
Camundongos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T615.90028, T396a. 30100022542-F


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Alves, Stenio Nunes
Melo, Alan Lane de
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Id: biblio-914380
Autor: Alves, Stênio Nunes; Melo, Alan Lane de.
Título: Effects of benzodiazepine and ivermectin on Girardiatigrina (Platyhelminthes: Turbellaria) / Efeitos de benzodiazepínico e ivermectina em Girardia tigrina (Platyhelminthes: turbellaria)
Fonte: Biosci. j. (Online);29(1):209-215, jan./feb. 2013. tab.
Idioma: en.
Resumo: Four hundred specimens of Girardia (=Dugesia) tigrina separated in groups of 5 were subjected to concentrations of 10, 25 and 50 ppm diazepam (DZP) and 1, 5 and 10 ppm of ivermectin (IVM), substances with actions associated with ionophore chlorine and GABA receptors in neuromuscular endings in various animals. The period of turbellarians exposure at different concentrations used was 3 h, for DZP while those to IVM were 30, 60, 120 minutes, 12 and 24 h for each tested concentration. In groups exposed to DZP hyperkinetic and type "C" and screw like movements were observed in all concentrations. However, at concentrations of 50 and 25 ppm, the pharynx was protruded in 100% of the specimens followed by detachment at concentration of 50 ppm and 60% at a concentration of 25 ppm. Mortality reached 100% 24 hours after exposure to a concentration of 50 ppm and 30% of planarians became degenerated at a concentration of 25 ppm. Planarians submitted to concentrations of 10 and 25 ppm remained alive and without hyperkinetic movements 48 hours after exposure. In IVM exposed groups, hyperkinetic and contractile movements were observed as well as type "C" screw like movements in all tested concentrations and time dependent. The group exposed for 24 hours showed a time dependent variation in mortality from 0 to 100%. The turbellarians were alive for 48 hours in 1 ppm during 12 hours of exposure but with 24 hours of exposure the mortality reaches 20%. The data indicate a time and concentration dependent relationship in the mode of action of these drugs.

Quatrocentos exemplares de Girardia (=Dugesia) tigrina separados em grupos de 5 foram submetidos a concentrações de 10, 25 e 50ppm de diazepam (DZP) e 1, 5 e 10ppm de ivermectina (IVM), substâncias com ações associadas ao ionóforo cloro e receptores GABA em terminações neuromusculares em vários animais. O tempo de exposição dos turbelários às diferentes concentrações utilizadas de DZP foi de 3 horas, enquanto para cada concentração de IVM os exemplares permaneceram expostos durante 30, 60, 120 minutos, 12 e 24 horas. Nos grupos expostos ao DZP foram verificados movimentos hipercinéticos tipo parafuso e tipo "C" e exposição da faringe ao exterior em todas as concentrações. Houve perda da faringe em 90% dos espécimes na concentração de 50ppm e 60% em 25ppm. Foi verificado também 100% de mortalidade após 24 horas em concentração de 50ppm e 30% de degeneração dos platyhelminthes na concentração de 25ppm. No exame realizado 48 horas após a exposição, as planárias submetidas às concentrações de 25 e 10 ppm permaneceram vivas e não mais apresentaram movimentos hipercinéticos. Nos grupos expostos à IVM, foram observados movimentos contráteis e movimentos hipercinéticos tipo parafuso e tipo "C" em todas as concentrações e foi dependente do tempo de exposição. O percentual de mortalidade variou de 0 a 100 nas primeiras 24 horas de observação também dependente do tempo de exposição. Em concentração de 1 ppm e até 12 horas de exposição não foi observada mortalidade dos animais até 48 horas após. Entretanto com 24 horas de exposição e exame 24 horas após a mortalidade chega a 20% dos exemplares persistindo até o final do período de observação. Os dados indicam uma relação dependente da concentração e do tempo no modo de ação destas substâncias.
Descritores: Planárias
Ivermectina
Receptores Dopaminérgicos
Diazepam
Responsável: BR396.4


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Id: lil-759984
Autor: Lima, Vera Targino Moreira.
Título: Avaliação dos efeitos centrais da iangambina isolada de Ocotea duckei Vattimo [Manuscrito]: estudo comportamental e neuroquímico em córtex motor e corpo estriado de camundongo / Evaluation of central effects of isolated yangambin of Ocotea duckei Vattimo [manuscript]: behavioral and neurochemical study on motor cortex and striatum of mice.
Fonte: Fortaleza; s.n; 2005.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal do Ceará para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Os efeitos da administração aguda da iangambina (25, 50 e 75 mg/kg, por via intraperitoneal e oral), foram estudados em vários modelos animais de comportamento (campo aberto, rota rod, nado forçado, tempo de sono induzido por pentobarbital, placa perfurada, labirinto em cruz elevado, convulsão induzida por pentilenotetrazol). Binding in vitro com diferentes concentrações de iangambina (0,5-200 μl), foram realizados para avaliar sua interação com os receptores dopaminérgicos (D1- e D2-simile), receptores muscarínicos (M1+M2)-simile e receptores serotonérgicos (5-HT2)-simile, bem como, estudo HPCL para determinar os efeitos da iangambina (25, 50 e 75 mg/kg, i.p.) após 24 horas de sua administração aguda sobre os níveis de monoaminas seus metabólicos em córtex motor e corpo estriado de camundongos. Os resultados mostraram que a iangambina induziu uma diminuição significativa na atividade locomotora e nas frequências de rearing e grooming no teste de campo aberto, indicativo de possível efeito ansiolítico. Estes resultados podem estar relacionados com o sistema dopaminérgico, desde que houve interação de iangambina com os receptores D1- e D2-simile, em corpo estriado e D2-simile em córtex motor, acompanhado de uma redução de dopamina, indicando uma provável ação antagonista dopaminérgica. A iangambina não causou alteração na coordenação motora dos animais no teste de rota road, sugerindo que a redução da atividade locomotora possa envolver ação central. Houve um aumento significativo na imobilidade dos camundongos no teste do nado forçado induzido pela iangambina. Este efeito, juntamente com a redução da dopamina, noradrenalina e serotonina induzida pela iangambina em corpo estriado, pode explicar seu efeito depressor neste modelo. Além disso, corroborando estes resultados, a iangambina potenciou o tempo de sono induzido pelo pentobarbital em camundongos, sugestivo de efeito depressor central...
Descritores: Ansiolíticos
Monoaminas Biogênicas
Lauraceae
Lignanas
Modelos Animais
Ocotea
Receptores Dopaminérgicos
-Farmacologia
Receptores Muscarínicos
Receptores de Serotonina
Limites: Animais
Camundongos
Responsável: BR6.1 - BCS - Biblioteca de Ciências da Saúde


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-743802
Autor: Simin, Mahakizadeh; Mehrdad, Jahanshahi; Kamran, Haidari; Majid, Shahbazi.
Título: Dopamine receptors gene expression in male rat hippocampus after administration of MDMA (ecstasy) / La expresión génica de receptores de dopamina en el hipocampo de ratas macho después de la administración de MDMA (éxtasis)
Fonte: Int. j. morphol;33(1):301-308, Mar. 2015. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Ecstasy is one of the most popular amusing drugs among young people. Documents indicate some effects of Ecstasy on hippocampus and close relations between dopaminergic functions with reward learning. Therefore, the aim of this study was evaluation of the chronic effects of Ecstasy on memory in male Wistar rats and determination of dopamine receptors' gene expression in hippocampus. Forty adult male Wistar rats randomly distributed in five groups: Control, sham (received 1 ml/kg 0.9% saline) and three experimental groups were: Exp. 1 (2.5 mg/kg), Exp. 2 (5 mg/kg), and Exp. 3 (10 mg/kg) received MDMA intraperitoneally once every 7 days (3 times a day, 3 hours apart) for 4 weeks. Before the first injection animals trained in Shuttle Box memory and tested after the last injection. 24 hours after the final testing, brains of rats were dissected and hippocampus was removed and homogenized. After total RNA extraction and cDNA synthesis, expression of dopamine receptor genes in the hippocampus determined with Real-Time PCR. Our results showed that 2.5 and 5 mg/kg MDMA-treated groups had memory impairment. Also we found that MDMA increased the mRNA expression of dopamine receptors in hippocampus and the highest increase found in dopamine D1 receptors in the 5 mg/kg experimental group. We concluded that low doses of Ecstasy could increase Dopamine takers gene expression in hippocampus and disorder avoidance memory. But in high doses the increase in Dopamine takers gene expression was not as much as that in low doses and avoidance memory disorder was not observed.

El éxtasis es una de las drogas de diversión más populares entre los jóvenes. La investigación reporta algunos de los efectos del éxtasis sobre el hipocampo y la relación entre las funciones dopaminérgicas con la recompensa en el aprendizaje. El objetivo de este estudio fue la evaluación de los efectos crónicos del éxtasis en la memoria de ratas macho Wistar y la determinación de la expresión de genes receptores de dopamina en el hipocampo. Cuarenta ratas macho adultas fueron distribuidas al azar en cinco grupos: grupo control, simulado (a 1 ml/kg 0,9% de solución salina) y tres grupos experimentales: Grupo exp. 1 (2,5 mg/kg), Exp. 2 (5 mg/kg), y Exp. 3 (10 mg/kg) recibió MDMA vía intraperitoneal cada 7 días (3 veces al día, con 3 horas de diferencia) durante 4 semanas. Antes de la primera inyección los animales fueron entrenados en memoria Shuttle Box y examinados después de la última inyección. Veinticuatro horas después de la prueba final, los cerebros de las ratas fueron diseccionados, el hipocampo fue separado y homogeneizado. Después de la extracción total de ARN y síntesis de ADNc, la expresión de genes de los receptores de dopamina en el hipocampo fue determinado con PCR en tiempo real. Nuestros resultados mostraron que los grupos de 2,5 kg y 5 mg/MDMA tratados tenían deterioro de la memoria. Además, encontramos que la MDMA aumentó la expresión de ARNm de los receptores de dopamina en el hipocampo y el aumento mayor se observó en los receptores D1 de dopamina en el 5 mg/kg Grupo experimental. En conclusión, las dosis bajas de éxtasis podrían aumentar tomadores de expresión génica de la dopamina en el hipocampo y trastornos de la memoria. Sin embargo, en dosis altas el aumento de la expresión génica no mostró un aumento significativo, a diferencia de los resultados con dosis bajas, tampoco se observaron trastornos disociativos de memoria.
Descritores: Hipocampo
N-Metil-3,4-Metilenodioxianfetamina/farmacologia
Receptores Dopaminérgicos/efeitos dos fármacos
Receptores Dopaminérgicos/genética
-Expressão Gênica
N-Metil-3,4-Metilenodioxianfetamina/administração & dosagem
Ratos Wistar
Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-633719
Autor: de Luca Sarobe, Verónica; Di Ciano, Luis; Carranza, Andrea M.; Levin, Gloria; Arrizurieta, Elvira E.; Ibarra, Fernando R..
Título: Patterns of renal dopamine release to regulate diuresis and natriuresis during volume expansion: Role of renal monoamine-oxidase / Perfiles de secreción de dopamina renal en la expansión de volumen para regular diuresis y natriuresis: Rol de la monoaminoxidasa renal
Fonte: Medicina (B.Aires);70(1):60-64, feb. 2010. graf, tab.
Idioma: en.
Projeto: Agencia de Promoción Científica y Técnica; . CONICET; . Universidad de Buenos Aires. PICT 5-25428.
Resumo: Diuretic and natriuretic effects of renal dopamine (DA) are well established. However, in volume expansion the pattern of renal DA release into urine (U DA V) and the role of enzymes involved in DA synthesis/degradation have not yet been defined. The objective was to determine the pattern of U DA V during volume expansion and to characterize the involvement of monoamine-oxidase (MAO) and aromatic amino-acid decarboxylase (AADC) in this response. In this study male Wistar rats were expanded with NaCl 0.9% at a rate of 5% BWt per hour. At the beginning of expansion three groups received a single drug injection as follows: C (vehicle, Control), IMAO (MAO inhibitor Pargyline, 20 mg/kg BWt, i.v.) and BNZ (AADC inhibitor Benserazide, 25 mg/kg BWt, i.v.). Results revealed that in C rats U DA V (ng/30 min/100g BWt) increased in the first 30 min expansion from 11.5 ± 1.20 to 21.8 ± 3.10 (p < 0.05) and decreased thereafter. IMAO showed a similar pattern but significantly higher than C at 30 min expansion (32.5 ± 2.20, p < 0.05). IMAO greatly reduced MAO activity from 8.29 ± 0.35 to 1.1 ± 0.03 nmol/mg tissue/hour and significantly increased diuresis and natriuresis over controls. BNZ abolished the early U DA V peak to 3.2±0.72 (p < 0.01) and though, U DA V increased over C after 60 min expansion, natriuresis and diuresis were diminished by BNZ treatment. Results indicate that an increment in renal DA release into urine occurs early in expansion and in a peak-shaped way. In this response MAO plays a predominant role.

La dopamina (DA) intrarrenal ejerce efectos diuréticos y natriuréticos. Sin embargo, en los estado de expansión de volumen aún no está bien definido el patrón de liberación de dopamina renal hacia la orina y si cumplen un rol las enzimas involucradas en la síntesis o degradación de la amina. El objetivo del presente trabajo fue determinar el patrón de excreción urinaria de DA (U DA V) durante la expansión de volumen, caracterizando la participación de las enzimas monoaminooxidasa (MAO) y decarboxilasa de aminoácidos aromáticos (AADC) en esta respuesta. Para ello ratas Wistar macho fueron expandidas de volumen con NaCl 0.9% al 5% del peso corporal por hora durante dos horas y divididas en tres grupos, los que al comienzo de la expansión recibieron: C (vehículo, Control), IMAO (Pargilina, inhibidor de MAO, 20 mg/kg PC, i.v.) y BNZ (Benserazida, inhibidor de AADC, 25 mg/kg PC, i.v.). Se observó que en C la U DA V (ng/30min/100gPC) aumentó durante los primeros 30 minutos de expansión de 11.5 ± 1.20 a 21.8 ± 3.10 (p < 0.05), disminuyendo posteriormente. IMAO mostró un patrón de liberación similar pero significativamente mayor que C a los 30 min de expansión (32.5 ± 2.20, p < 0.05). En este grupo la actividad de MAO disminuyó de 8.29 ± 0.35 a 1.1 ± 0.03 nmol/mg tejido/hora y aumentaron la diuresis y natriuresis por sobre los controles. En BNZ, el pico de U DA V observado a los 30 min de la expansión disminuyó a 3.2 ± 0.72 (p < 0.01), aunque luego de 60 minutos fue mayor que en C. BNZ disminuyó tanto la diuresis como la natriuresis. Podemos concluir que al comienzo de la expansión de volumen se produce un pico de excreción de dopamina renal hacia la orina. La enzima MAO juega un rol fundamental en esta respuesta.
Descritores: Diurese/fisiologia
Dopamina/fisiologia
Rim/fisiologia
Monoaminoxidase/fisiologia
-Descarboxilases de Aminoácido-L-Aromático/fisiologia
Benserazida/farmacologia
Modelos Animais de Doenças
Dopaminérgicos/farmacologia
Dopamina/urina
Monoaminoxidase/metabolismo
Natriurese/efeitos dos fármacos
Natriurese/fisiologia
Pressão Propulsora Pulmonar
Substitutos do Plasma/administração & dosagem
Ratos Wistar
Receptores Dopaminérgicos/efeitos dos fármacos
Receptores Dopaminérgicos/fisiologia
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-586996
Autor: Jardim, Luciana Souza Alcântara.
Título: Efeitos da atividade da fosfolipase A2 nos receptores dopaminérgicos: implicações para a esquizofrenia / Effects of phospholipase A2 on dopamine receptors: implications to schizophrenia.
Fonte: São Paulo; s.n; 2005. xvii,143 p. graf, tab, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Um aumento da atividade da PLA2 e alterações do sistema dopaminérgico tem sido descrito em esquizofrenia. No presente estudo, foram investigados os efeitos da atividade da PLA2 sobre os receptores D1 e D2 em cérebro post mortem de 10 sujeitos. Foi encontrado que a PLA2GVI é responsável por 85% do total de atividade da PLA2 no cérebro. A estimulação da PLA2GVI (por EDTA) aumentou a afinidade de D1 em estriado e em CPF e diminuiu a afinidade de D2 em estriado. A inibição da PLA2GVI (por BEL) diminuiu a afinidade de D1 em estriado, e em CPF e CT. A estimulação da PLA2GVI resultou em aumento na densidade de D1 em CPF e CT, e de D2 em estriado. Uma elevação da PLA2 em esquizofrenia poderia contribuir para a biologia da doença através de alterações na neurotransmissão dopaminérgica.

Increased PLA2 activity and dopaminergic alterations have been described in schizophrenia. In the present study it was investigated the effects of PLA2 activity on D1 and D2 receptors in post mortem brain of 10 subjects. It was found that PLA2GVI corresponds to 85% of all PLA2 activity in the brain. The stimulation of PLA2GVI (by EDTA) increased D1 affinity in striatum and in PFC, and decreased D2 affinity in striatum. Conversely, the inhibition of PLA2GVI (using BEL) decreased D1 affinity in striatum, PFC and TC. The stimulation of PLA2GVI increased D1 density in PFC and TC, as well as the D2 density in striatum. The increased PLA2 activity in schizophrenia may contribute to the biology of the disease through alterations in dopaminergic neurotransmission.
Descritores: Química Encefálica
Esquizofrenia/etiologia
Fosfolipases A/análise
Neuroquímica/métodos
Receptores Dopaminérgicos/análise
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação
BR66.1; W4.DB8/SP.USP, J42ef, FM-2, 2005


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Id: lil-579452
Autor: Romanholi, Daniella de Jesus Patrick Carminatti.
Título: Efeito da administração de octreotide, cabergolina e a associação de ambos nos níveis de ACTH e cortisol em pacientes com doença de Cushing: correlação da resposta clínica com a expressão tumoral dos receptores de dopamina (DRD2) e de somatostatina (SSTR2 e SSTR5) / Effect of the administration of octreotide, cabergoline and the association of both on ACTH and cortisol levels in patients with Cushings disease: correlation of clinical response with tumoral expression of the dopamine (DRD2) and somatostatin (SSTR2 and SSTR5) receptors.
Fonte: São Paulo; s.n; 2010. 144 p. ilus, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução: A doença de Cushing apresenta elevada morbimortalidade. Seu tratamento de escolha é a cirurgia transesfenoidal que possui resultados satisfatórios em cerca de 70% dos casos. Na doença persistente ou recorrente, reabordagem cirúrgica, radioterapia e adrenalectomia bilateral podem ser realizadas, porém, essas opções apresentam como desvantagens o desenvolvimento de hipopituitarismo e a dependência de terapia de reposição. Até o momento, nenhuma droga tem se mostrado eficaz no tratamento do corticotrofinoma. Os esquemas terapêuticos mais eficazes são os inibidores da esteroidogênese que não atuam no tumor hipofisário. Objetivos: avaliar o efeito do octreotide e da cabergolina administrados isoladamente e em associação nas concentrações urinárias de cortisol e plasmáticas de ACTH em pacientes com corticotrofinomas; correlacionar esse efeito com a expressão tumoral dos receptores SSTR2, SSTR5 e DRD2; correlacionar a expressão tumoral desses receptores através de RT-PCR quantitativa e imunohistoquímica; avaliar se o uso prévio dessas drogas altera a expressão desses receptores. Casuística e Métodos: grupo controle composto por 11 pacientes (10 mulheres e 1 homem) entre 21 e 43 anos sem tratamento prévio à neurocirurgia e um grupo tratado formado por 11 pacientes (2 homens e 9 mulheres) entre 22 e 53 anos que receberam o seguinte tratamento antes da cirurgia: coleta de três amostras de cortisol urinário e ACTH plasmático, seguida da introdução de octreotide 100 g, subcutâneo, 8/8h durante 30 dias e nova coleta de três amostras de cortisol urinário e ACTH plasmático. Em seguida, iniciou-se a cabergolina 0,5 mg via oral 3 vezes na semana durante 30 dias com nova coleta de três amostras de cortisol urinário e ACTH plasmático. A seguir, o octreotide era associado por mais 30 dias com nova coleta de três amostras de cortisol urinário e ACTH plasmático. Resultados: Os valores de cortisol urinário apresentaram queda significante após o uso de cabergolina...

Introduction: The Cushings disease presents high morbimortality. Its treatment of choice is transsphenoidal surgery which has satisfactory results in about 70% of cases. In persistent or recurrent disease, a second transsphenoidal surgery, radiotherapy and bilateral adrenalectomy can be carried through, however, these options present disadvantages as development of hypopituitarism and lifelong dependence on hormone replacement therapy. Presently, no drug has shown efficacy in corticotrophinomas treatment. The most efficient agents are the inhibitors of steroidogenesis which have no effect at pituitary tumor. Objectives: To evaluate isolated octreotide and cabergoline effects and their association on plasma ACTH and urinary cortisol in Cushings disease patients, to correlate this effect with tumoral expression of SSTR2, SSTR5 and DRD2 receptors; to correlate tumoral expression of these receptors by quantitative RT-PCR and immunohistochemistry; to evaluate whether these drugs modifies these receptors expression. Patients and methods: control group with 11 patients (10 women and 1 man) between 21 and 43 years who underwent pituitary surgery with no prior treatment and a treated group with 11 patients (2 men and 9 women) between 22 and 53 years that received the following treatment before surgery: : after three baseline urinary cortisol samples and one plasma ACTH sample, patients received octreotide 100 g, subcutaneous 8/8h for 30 days collecting three urinary cortisol samples and one plasma ACTH. After that, cabergoline was introduced 0,5 mg 3x/week for 30 days collecting three urinary cortisol samples and one plasma ACTH sample. Then, octreotide was associated to cabergoline for another 30 days followed by three urinary cortisol and one plasma ACTH sample. Results: Urinary cortisol concentrations significantly decreased after isolated and combined cabergoline use (P = 0,016 and P = 0,012, respectively). Combined treatment efficacy was not greater than...
Descritores: Síndrome de Cushing
Imuno-Histoquímica
Octreotida
Receptores Dopaminérgicos
Receptores de Somatostatina
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação
BR66.1; W4.DB8, R663ef, FM-2, 2010


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Mari, Jair de Jesús
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Id: lil-532736
Autor: Mendes, Deise Daniela; Mari, Jair de Jesus; Singer, Marina; Barros, Gustavo Machado; Mello, Andréa F.
Título: Estudo de revisão dos fatores biológicos, sociais e ambientais associados com o comportamento agressivo / Study review of biological, social and environmental factors associated with aggressive behavior
Fonte: Rev. bras. psiquiatr;31(supl.2):S77-S85, out. 2009. tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVOS: Estudar os fatores de risco relacionados ao desenvolvimento do comportamento agressivo. MÉTODO: Foi realizada uma busca em duas bases de dados eletrônicas, Medline e SciElo, por estudos retrospectivos, longitudinais e de revisão que avaliaram fatores de risco para o desenvolvimento do comportamento agressivo. RESULTADOS: Foram selecionados 11 estudos longitudinais (8 prospectivos e 3 de casos-controle) e um transversal que avaliaram os fatores de risco biológicos e socioambientais relacionados ao comportamento agressivo. Cinco estudos avaliaram a expressão gênica, cinco a exposição ao tabaco, ao álcool e a cocaína no período pré-natal, um avaliou as implicações da desnutrição precoce no desenvolvimento do comportamento agressivo e um avaliou o impacto dos maus tratos na infância. CONCLUSÃO: os principais fatores biológicos encontrados foram: genéticos (baixa expressão do gene monoaminaoxidase e do gene transportador de serotonina, variações nos genes transportador e receptor de dopamina), exposição a substâncias durante o desenvolvimento intrauterino (tabaco, álcool e cocaína) e nutricionais (desnutrição infantil). os principais fatores socioambientais encontrados foram: maus tratos na infância, pobreza, criminalidade e comportamento antissocial na infância, sendo que o maior nível de evidência esteve relacionado à negligência precoce. A interação entre fatores biológicos e ambientais pode ser catalisada por um ambiente hostil aumentando os riscos para o desenvolvimento de comportamentos agressivos.

OBJECTIVES: To study the risk factors related to the development of aggressive behavior. METHOD: A search was carried out in two electronic databases, Medline and SciElo by retrospective studies, longitudinal and review that assessed risk factors for the development of aggressive behavior. RESULTS: There were selected 11 longitudinal studies (8 prospective and 3 case-control studies) and a cross sectional study that evaluated the risk factors and socio-biological related to aggressive behavior. Five studies have evaluated gene expression, five evaluated exposure to tobacco, alcohol and cocaine in the prenatal period, one evaluated the effect of early malnutrition on the development of aggressive behavior and one assessed the impact of child maltreatment. CONCLUSION: The main biological factors were: genetic (low expression of the monoamine oxidase gene and serotonin transporter gene, variations in transporter and dopamine receptor genes), exposure to substances during intrauterine development (tobacco, alcohol and cocaine) and nutrition (malnutrition). The main environmental factors were: child abuse, poverty, crime and antisocial behavior in childhood, while the highest level of evidence was related to early neglect. The interaction between biological and environmental factors can be catalyzed by a hostile environment, increasing the risk for the development of aggressive behavior.
Descritores: Agressão/psicologia
Transtorno da Personalidade Antissocial/etiologia
Efeitos Tardios da Exposição Pré-Natal
Meio Social
-Transtorno da Personalidade Antissocial/genética
Transtorno da Personalidade Antissocial/psicologia
Proteínas da Membrana Plasmática de Transporte de Dopamina/genética
Estudos Epidemiológicos
Desnutrição/complicações
Monoaminoxidase/genética
Fatores de Risco
Receptores Dopaminérgicos/genética
Proteínas da Membrana Plasmática de Transporte de Serotonina/genética
Limites: Feminino
Humanos
Gravidez
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: lil-517136
Autor: Cabezas, Gloria; Velasco, Manuel.
Título: Modulación dopaminergica mediana por receptores DA1, en tráquea aislada de rata / Modulation dopaminergica mediated by receiving DA1, in isolated windpipe of rat
Fonte: Arch. venez. farmacol. ter;25(2):67-71, 2006. graf.
Idioma: es.
Resumo: En trabajos previos hemos demostrado, que la administración de dopamina a bajas dosis por vía inhalatoria (0.5-2 µg/ml/min) produce dilatación bronquial en pacientes con ataques agudos de asma y planteamos que la dilatación observada es posiblemente mediada por receptores dopaminérgicos y no por receptores de tipo adrenérgico. Estudiar el posible efecto modulador de la dopamina sobre el músculo liso de tráquea aislada de rata y examinar el efecto de los antagonistas a y ß2 adrenérgicos y de los antagonistas dopaminérgicos DA1 y DA2, sobre la actividad dopaminérgica en tráquea aislada de ratas Sprague Dawley. Métodos. Anillos de tráquea de ratas Sprague Dawley de 200 a 400 gramos de peso, fueron escindidos y colocados en un baño de órgano aislado con solución Krebs a 37ºC, Oxígeno 95 por ciento y CO2 5 por ciento. Las contracciones fueron registradas con un transductor isométrico y un polígrafo (Letica) e inducidas añadiendo dosis acumulativas de acetilcolina al baño (1, 3, 6 µM seguidas de curvas acumulativas, de dopamina (1, 3, 10 µM). Cada antagonista se incubó por 15 min y se repitieron las curvas con acetilcolina y con dopamina. La dopamina inhibió la contracción inducida por estimulación de campo eléctrico y por los agentes farmacológicos acetilcolina y carbaminoilcolina. Sobre la contracción con acetilcolina la dopamina a dosis de 1 y 3 µM produjo inicialmente un pequeño aumento de la contracción, seguida de una dilatación de mayor magnitud; la adición de dopamina 10 µM revirtió totalmente la contracción. Las dos fases de la dopamina no fueron bloqueadas por propranolol (0.1 µM), ni por los antagonistas a adrenérgicos terasozin (0.1µM) ni yohimbina (0.1 µM). El antagonista DA2, metoclopramida (1, 2, 4, 8 µM) produjo un efecto potenciador colinérgico, pero no bloqueó las dos fases de la dopamina. La incubación con el antagonista DA1, SCH23390 (0.1 µM) produjo una contracción inmediata, sostenida, por mas de 15 min. y produjo un bloqueo parcial.
Descritores: Asma/tratamento farmacológico
Dopamina/administração & dosagem
Dopamina/uso terapêutico
Receptores Dopaminérgicos
Limites: Animais
Ratos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Tufik, S
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Id: lil-507340
Autor: Palma, B. D; Hipolide, D. C; Tufik, S.
Título: Effects on prolactin secretion and binding to dopaminergic receptors in sleep-deprived lupus-prone mice
Fonte: Braz. j. med. biol. res = Rev. bras. pesqui. méd. biol;42(3):299-304, Mar. 2009. ilus, tab, graf.
Idioma: en.
Conferência: Apresentado em: Congresso Brasileiro do Sono, 11, Fortaleza, Nov. 11-14, 2007.
Projeto: FAPESP-CEPID; . AFIP.
Resumo: Sleep disturbances have far-reaching effects on the neuroendocrine and immune systems and may be linked to disease manifestation. Sleep deprivation can accelerate the onset of lupus in NZB/NZWF1 mice, an animal model of severe systemic lupus erythematosus. High prolactin (PRL) concentrations are involved in the pathogenesis of systemic lupus erythematosus in human beings, as well as in NZB/NZWF1 mice. We hypothesized that PRL could be involved in the earlier onset of the disease in sleep-deprived NZB/NZWF1 mice. We also investigated its binding to dopaminergic receptors, since PRL secretion is mainly controlled by dopamine. Female NZB/NZWF1 mice aged 9 weeks were deprived of sleep using the multiple platform method. Blood samples were taken for the determination of PRL concentrations and quantitative receptor autoradiography was used to map binding of the tritiated dopaminergic receptor ligands [³H]-SCH23390, [³H]-raclopride and [³H]-WIN35,428 to D1 and D2 dopaminergic receptors and dopamine transporter sites throughout the brain, respectively. Sleep deprivation induced a significant decrease in plasma PRL secretion (2.58 ± 0.95 ng/mL) compared with the control group (25.25 ± 9.18 ng/mL). The binding to D1 and D2 binding sites was not significantly affected by sleep deprivation; however, dopamine transporter binding was significantly increased in subdivisions of the caudate-putamen - posterior (16.52 ± 0.5 vs 14.44 ± 0.6), dorsolateral (18.84 ± 0.7 vs 15.97 ± 0.7) and ventrolateral (24.99 ± 0.5 vs 22.54 ± 0.7 µCi/g), in the sleep-deprived mice when compared to the control group. These results suggest that PRL is not the main mechanism involved in the earlier onset of the disease observed in sleep-deprived NZB/NZWF1 mice and the reduction of PRL concentrations after sleep deprivation may be mediated by modifications in the dopamine transporter sites of the caudate-putamen.
Descritores: Proteínas da Membrana Plasmática de Transporte de Dopamina/fisiologia
Lúpus Eritematoso Sistêmico/etiologia
Prolactina/sangue
Receptores Dopaminérgicos/fisiologia
Privação do Sono/complicações
-Autorradiografia
Ligação Competitiva
Modelos Animais de Doenças
Lúpus Eritematoso Sistêmico/sangue
Lúpus Eritematoso Sistêmico/metabolismo
Camundongos Endogâmicos NZB
Privação do Sono/metabolismo
Limites: Animais
Feminino
Masculino
Camundongos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME



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