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Id: lil-407415
Autor: Furtado, Juvencio José Duailibe; Cavalcante, Adilson Joaquim Westheimer.
Título: Estreptococcias / Streptococcal infections
Fonte: In: Cimerman, Sérgio; Cimerman, Benjamim. Condutas em infectologia. São Paulo, Atheneu, 2004. p.223-238, ilus, tab.
Idioma: pt.
Descritores: Streptococcus agalactiae
Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pyogenes
Streptococcus bovis
Enterococcus
Infecções Estreptocócicas/classificação
Infecções Estreptocócicas/diagnóstico
Infecções Estreptocócicas/terapia
Vacinas Estreptocócicas
-Farmacorresistência Bacteriana
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Adulto
Responsável: BR31.1 - SIDC - Serviço de Informação e Documentação Científica
BR31.1; WC100, C49c, 2004


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-433967
Autor: Silva, Luiz Jacintho da; Richtmann, Rosana.
Título: Vacinas em desenvolvimento: estreptococo do grupo B, herpes-zóster, HIV, malária e dengue / Vaccines under development: group B streptococcus, herpes-zoster, HIV, malaria and dengue
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);82(3,supl):s115-s124, jul. 2006.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVOS: As vacinas contra o estreptococo B, o herpes-zóster, o HIV, a malária e a dengue, selecionadas por critérios de comercialização iminente ou devido a problemas específicos para sua obtenção, foram objeto de uma revisão sobre o estado atual do seu desenvolvimento. FONTE DOS DADOS:Foi realizada revisão da literatura através da MEDLINE no período de 1996 a 2006, sobre a epidemiologia e imunologia das doenças, analisando tanto os maiores problemas para a obtenção de uma vacina como o estado atual dos estudos, com ênfase para os que estavam em fase mais adiantada. SíNTESE DOS DADOS: Cada uma das cinco doenças escolhidas apresenta problemas específicos para o desenvolvimento de uma vacina. No entanto, a maioria deles já foi ou está em vias de ser resolvido, permitindo prever que uma vacina - ou vacinas - eficaz e segura estará disponível em futuro próximo. CONCLUSÕES:Apesar dos problemas enfrentados para o desenvolvimento dessas vacinas, os avanços da biologia molecular e da imunologia permitiram superar a maioria deles, abrindo a perspectiva para a obtenção de novas vacinas.
Descritores: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/prevenção & controle
Dengue/prevenção & controle
Herpes Zoster/prevenção & controle
Malária/prevenção & controle
Infecções Estreptocócicas/prevenção & controle
Vacinas/uso terapêutico
-Vacinas contra a AIDS/imunologia
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/imunologia
Ensaios Clínicos como Assunto
Vacinas contra Dengue/imunologia
Dengue/imunologia
Vacina contra Herpes Zoster/imunologia
Herpes Zoster/imunologia
Vacinas Antimaláricas/imunologia
Malária/imunologia
Infecções Estreptocócicas/imunologia
Vacinas Estreptocócicas/imunologia
Streptococcus agalactiae/imunologia
Vacinas/imunologia
Saúde Global
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo
Id: biblio-1027763
Autor: Santana, Felipe Zucareli; Cruz, Carolina Nascimbeni Rodrigues; Silva, Gabriel Alcala Souza e; Carvalho, Guilherme Bento de; Paula, Carolina Ciattei de; Casanova, Mauro da Silva.
Título: Protocolo de prevenção para gestantes: infecção neonatal precoce por estreptococos do grupo b / Prevention protocol for pregnant women: early neonatal infections by b group streptococci
Fonte: CuidArte, Enferm;11(2):279-286, jul.-dez.2017. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: A infecção neonatal por estreptococos do grupo B vem sendo um tema de preocupação geral dos especialistas por causada importante relação entre a morbimortalidade de recém-nascidos. Objetivo: Realizar uma atualização geral sobre o Estreptococo Be promover uma discussão sobre a validade científi ca, os melhores métodos de rastreio universal e a profi laxia intraparto. Método:Estudo de revisão científi ca. Resultados: A prevalência de colonização materna relatada em diferentes localidades do Brasil apontaum valor variante entre 14,6 a 21,6% e, caso haja colonização da gestante, a transmissão vertical ao recém-nascido ocorre em 50%dos casos. Para redução da quantidade de casos de RN infectados e suas complicações, os especialistas se dividem entre: rastreio detodas as gestantes entre 35 e 37 semanas, e a utilização de fatores de risco. As duas estratégias têm seus benefícios e prejuízos, eem ambas deve-se realizar a antibioticoterapia profi lática quando necessário. Utiliza-se prioritariamente a Penicilina G e caso não sejapossível, utiliza-se ampicilina. Ainda, se houver reação alérgica às duas anteriores, preconiza-se a utilização de cefazolina, clindamicinaou vancomicina. Conclusão: Não é possível eliminar todos os casos de doença neonatal precoce pelo Estreptococo Beta hemolítico dogrupo B, sendo assim, recomenda-se o rastreio de todas as gestantes entre 35 e 37 semanas realizando a cultura vaginal/endoanal, comarmazenamento e etiquetação desta de maneira adequada.

Introduction: Neonatal infection by B group streptococci has been a topic of general concern for specialists, due to the importantrelationship with newborn morbi-mortality. Objective: To carry out a general update on B Group Streptococcus and to promote adiscussion about scientifi c validity, the best methods of universal screening and intrapartum prophylaxis. Method: It is a scientifi c reviewstudy. Results: The prevalence of maternal colonization reported in different Brazil locations indicates a variant value between 14.6%and 21.6%, and in case of colonization of the pregnant woman, the vertical transmission to the newborn occurs in 50% of the cases.To reduce the number of cases of infected newborns and their complications, the specialists are divided between: screening of allpregnant women between 35 and 37 weeks, and the use of risk factors. Both strategies have their benefi ts and losses, and in both casesprophylactic antibiotic therapy should be performed when necessary. G Penicillin is used primarily and if this is not possible, ampicillinis used. Also, if there is an allergic reaction to the two previous ones, the use of cefazolin, clindamycin or vancomycin is advocated.Conclusion: It is impossible to eliminate all cases of early neonatal disease due to B Group Beta Hemolytic Streptococcus, so it isrecommended to screen all pregnant women between 35 and 37 weeks of gestation by performing the vaginal/endoanal culture, withproper storage and labeling of it.

Introducción: La infección neonatal por estreptococos del grupo B viene siendo un tema de preocupación general de los especialistasdebido a la importante relación entre la morbimortalidad de recién nacidos. Objetivo: Realizar una actualización general sobre elEstreptococos B y promover una discusión sobre la validez científi ca, los mejores medios de rastreo universal y la profi laxis intraparto.Método: Estudio de revisión científi ca. Resultados: La prevalencia de colonización materna reportada en diferentes localidades de Brasilapunta un valor variante entre el 14,6 a 21,6% y, si hay colonización de la gestante, la transmisión vertical al recién nacido ocurre en el50% de los casos. Para reducir la cantidad de casos de RN infectados y sus complicaciones, los especialistas se dividen entre: seguimientode todas las gestantes entre 35 y 37 semanas, y la utilización de factores de riesgo. Las dos estrategias tienen sus benefi cios y pérdidas,y en ambas se debe realizar la antibioticoterapia profi láctica cuando sea necesario. Se utiliza prioritariamente la Penicilina G y si no esposible, se utiliza ampicilina. Además, si hay reacción alérgica a las dos anteriores, se preconiza la utilización de cefazolina, clindamicina ovancomicina. Conclusión: No es posible eliminar todos los casos de enfermedad neonatal precoz por el EGB, por lo tanto, se recomiendael seguimiento de todas las gestantes entre 35 y 37 semanas realizando la cultura vaginal / endoanal, con almacenamiento y etiquetadode manera adecuada.
Descritores: Estreptococos Viridans
Fatores de Risco
Prevenção de Doenças
Saúde Materno-Infantil
Serviços Preventivos de Saúde
Vacinas Estreptocócicas
Limites: Feminino
Humanos
Gravidez
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Texto completo
Id: lil-747310
Autor: De Amicis, Karine Marafigo; Santos, Nathália Moreira; Guilherme, Luiza.
Título: Febre reumática – patogênese e vacina / Rheumatic fever – pathogenesis and vaccine
Fonte: Rev. med. (Säo Paulo);91(4):253-260, out.-dez. 2012. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Há um amplo espectro de doenças causadas por estreptococos do grupo A (GAS), e estas são consideradas um problema de saúde pública em países em desenvolvimento, com aproximadamente 600 milhões de casos/ano. As infecções causadas por GAS podem ocasionar doenças invasivas como faringite e pioderma com seqüelas auto-imunes graves como a febre reumática (FR) e glomerulonefrite. A FR acomete principalmente crianças e jovens, inicia com poliartrite na maioria dos casos. Tem como sequelas principais a coreia de Sydenham e a doença reumática cardíaca (DRC), considerada a forma mais grave da doença e caracterizada por lesões cardíacas valvares progressivas e permanentes, que necessitam de cirurgias cardíacas para correção valvular, com alto custo para os Sistemas de Saúde, no mundo. A presente revisão descreve os principais mecanismos desencadeadores das lesões reumáticas no coração e o desenvolvimento da vacina contra o Streptococcus pyogenes para prevenção das principais sequelas decorrentes das streptococcias.

Group A streptococci (GAS) infections are considered a public health problem in developing countries, with about 600 million cases per year and are responsible for an wide spectrum of diseases, mainly invasive diseases as pharyngitis and pyoderma that lead to rheumatic fever (RF) and glomerulonephritis autoimmune sequelae. RF affects children and young adults, and presents differentmanifestations such as rheumatic heart disease (RHD), Sydenham chorea, erythema marginatum, subcutaneousnodules. RHD is considered the most serious complications leading to cardiac valvular lesions characterized byprogressive and permanent heart-valve damage, which entails high cost to the Healthy System around the world. In the present review we described the mechanisms that lead to rheumatic heart lesions and the development of avaccine against Streptococcus pyogenes.
Descritores: Cardiopatia Reumática/complicações
Cardiopatia Reumática/epidemiologia
Cardiopatia Reumática/terapia
Febre Reumática/epidemiologia
Infecções Estreptocócicas/epidemiologia
Febre Reumática
Cardiopatia Reumática
Vacinas Estreptocócicas
Streptococcus pyogenes
-Brasil/epidemiologia
Febre Reumática/genética
Infecções Estreptocócicas
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação


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Id: lil-559176
Autor: Pedreira, Joice Neves Reis.
Título: Emergência de Streptococcus pneumoniae resistente à penicilina em Salvado, Bahia: um estudo epidemiológico e molecular / Emergence of Streptococcus pneumoniae resistant to penicillin Salvado, Bahia: an epidemiological study and molecular.
Fonte: Salvador; s.n; 2003. 99 p. ilus, tab.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal da Bahia. Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: As infecções pelo S. pneumoniae persistem como uma das principais causas de morbimortalidade, apesar da disponibilidade de antibioticoterapia apropriada. Em 1995, foi implantado uma rede de vigilância para identificar pneumococos não susceptível à penicilina em dois diferentes grupos populacionais: 1) pacientes com meningite pneumocócica e 2) indivíduos saudáveis na comunidade. No período de dezembro de 1995 a agosto de 2002, o Hospital Couto Maia atendeu 477 pacientes com meningite pneumocócica identificados através da cultura de líquor positiva para S. pneumoniae, 453 (95%) tiveram os isolados caracterizados quanto à susceptibilidade e sorotipagem. Cepas não susceptíveis à penicilina (CIM 0,1 - 1,0 μg/ml) foram isoladas em 59 (13%) indivíduos com meningite pneumocócica. Os sorotipos mais prevalentes foram 14 (14%), 3 (10%), 19F (8%), 6B (8%), 6A (7%), 23F (6%), 4 (5%), 18C (5%) e 8 (4%), sendo que reduzida sensibilidade à penicilina foi associada aos sorogrupos 14 (38), 6 (9), 23 (7) e 19 (5). A provável taxa de cobertura da vacina heptavalente conjugada foi de 70% entre pacientes <5 anos e 91% entre aqueles com isolados não susceptíveis à penicilina. Tipagem de cepas pela reação de polimerase em cadeia (PCR) do elemento repetitivo BOX A, demonstou que os isolados de sorotipo 14 não susceptíveis à penicilina tinham um padrão clonal relacionado e quando comparados com isolados de outras cidades brasileiras tiveram um padrão similar. O segundo grupo populacional foram residentes de 39 domicílios selecionados randomicamente em uma comunidade urbana. Neste grupo, a colonização nasofaringeana foi investigada em 262 indivíduos, 95 (36%) estavam colonizados por pneumococos. Destes, 9 (9,5%) tiveram isolados não susceptíveis à penicilina. Os sorotipos mais prevalentes foram 19F (13%), e 6A (11%), seguidos do sorotipo 14 (7%), 23F (7%), 18C (6%) e 19A (5%). A cobertura teórica da vacina conjugada heptavalente nesta comunidade seria de 49% para todos...
Descritores: Resistência às Penicilinas
Streptococcus pneumoniae/patogenicidade
Vacinas Estreptocócicas/uso terapêutico
-Epidemiologia Molecular
Sorotipagem/métodos
Limites: Humanos
Responsável: BR344.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas Eurydice Pires de SantAnna
BR344.1 Biblioteca de Ciências Biomédicas Eurydice Sant'Anna


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Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-549995
Autor: Campodónico O., Lorena; Doren V., Adriana; Abarzúa C., Fernando; Cruz O., Magdalena.
Título: Profilaxis de sepsis neonatal por Streptococcus Agalactiae (grupo B) basada en vacunas: revisión de la literatura / Prophylaxis of early neonatal sepsis Streptococcus Agalactiae (group B) based on vaccines: literature review
Fonte: Rev. chil. obstet. ginecol;73(6):411-418, 2008. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El Streptococcus agalactiae o grupo B (SGB), es el principal agente de sepsis neonatal precoz. A pesar de los intentos de prevención de esta infección, aún no se logra la efectividad esperada. Es por esto que se ha intentado desarrollar una vacuna que pueda prevenir la mayoría de las patologías que esta bacteria produce, incluyendo la sepsis neonatal precoz y tardía. De esta manera se evitarían las limitaciones actuales de la profilaxis antibiótica. Los intentos de crear una vacuna han incluido la utilización de polisacáridos del SGB tanto puros como asociados a proteínas como el toxoide tetánico. También, se han usado proteínas específicas de la cápsula que tienen potencial efectividad como factores inmunogénicos. Las vacunas conjugadas son las más estudiadas en la actualidad, habiendo completado estudios clínicos en fase II, tanto en adultos sanos como en embarazadas. Al ser la sepsis neonatal una complicación grave aún no controlada óptimamente, la creación de una vacuna contra este patógeno sería de gran impacto en salud pública. Se presentan los diferentes tipos de vacunas desarrolladas y el estado de avance en el que se encuentran.

Streptococcus agalactiae or group B, is the mayor causing agent of early onset neonatal sepsis. Although mayor prevention strategies have been made, the expected effectiveness hasn't been achieved. That's why efforts have been made to develop a vaccine that can prevent most of the diseases these bacteria can produce, including early and late onset neonatal sepsis. These way, actual antibiotic prophylaxis limitations can be avoided. Attempts include the utilization of Streptococcus group B polysaccharides in their pure state or combined with proteins as tetanic toxoid. Specific capsule proteins have been used also because of their potential effectiveness as inmunogenic factors. Overall vaccines conjugated ones are the most studied, having completed phase II clinical trials in healthy adults and pregnant women. Neonatal sepsis is a severe complication that has not been controlled yet, so the creation of a vaccine against this pathogen would be of great impact in public health. We introduce now the different developed vaccines and their state of progress.
Descritores: Complicações Infecciosas na Gravidez/prevenção & controle
Infecções Estreptocócicas/prevenção & controle
Sepse/prevenção & controle
Streptococcus agalactiae/imunologia
Vacinas Estreptocócicas/uso terapêutico
-Antibioticoprofilaxia
Streptococcus agalactiae/patogenicidade
Transmissão Vertical de Doenças Infecciosas/prevenção & controle
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-503981
Autor: Farinati, Alicia.
Título: Reflexiones sobre la prevención de la sepsis neonatal debida a Streptococcus agalactieae (SGB) / Guidelines for the prevention of perinatal group B streptococcal sepsis
Fonte: Prensa méd. argent;94(6):374-377, ago. 2007.
Idioma: es.
Resumo: Considering the incidence of neonatal sepsis we can observe that group B streptococcus emerged as the predominant pathogen. Studies of prevention of neonatal infection have focused on gropu B streptococcus because of its greater prevalence.
Descritores: Infecções Estreptocócicas/epidemiologia
Infecções Estreptocócicas/prevenção & controle
Infecções Estreptocócicas/terapia
Perinatologia
Streptococcus agalactiae
Sepse/epidemiologia
Vacinas Estreptocócicas/uso terapêutico
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Id: lil-473227
Autor: Skármeta M., Marcos.
Título: Vacunas para la prevención de enfermedades por streptococcus pneumoniae (S. pn) / Vaccines for the prevention of diseases by streptococcus pneumoniae (S. pn)
Fonte: Rev. Méd. Clín. Condes;18(1):30-38, ene. 2007. tab.
Idioma: es.
Resumo: Las infecciones causadas por S.pn. son un importante problema de salud pública en la infancia en todo el mundo. Es la principal causa de infecciones respiratorias altas (otitis media, sinusitis), bajas (neumonía), bacteremia oculta y meningitis agudas. Adicionalmente, el problema de la creciente resistencia a antimicrobianos ha puesto una variable más al complejo escenario clínico. El estudio de la epidemiología de las infecciones por streptococcus pneumoniae resulta particularmente importante para conocer el real impacto de medidas de prevención a través de medidas sociales, uso de terapia antimicrobiana empírica y prevención a través de vacunas. En estos aspectos resultan particularmente importantes dos iniciativas en desarrollo: la vigilancia latinoamericana de los serotipos mas prevalentes en la región (Sistema Regional de Vigilancia para Vacunas, SIREVA)(8,9) y los estudios locales del Centro para Desarrollo de Vacunas (CVD-Chile) dirigido por la Dra. Rosanna Lagos Z. (1,2,3).
Descritores: Infecções Pneumocócicas/imunologia
Infecções Pneumocócicas/prevenção & controle
Vacinas Estreptocócicas/imunologia
Vacinas Estreptocócicas/uso terapêutico
-Infecções Pneumocócicas/epidemiologia
Fatores de Risco
Streptococcus pneumoniae/patogenicidade
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
Unterkircher, Carmelinda Schmidt
Texto completo
Id: lil-440175
Autor: Canettieri, Antonio Carlos Victor; Kretchetoff, Fujiko Yamasiro; Koga-Ito, Cristiane Yumi; Moreira, Daniella; Fujarra, Fabio José Condino; Unterkircher, Carmelinda Schmidt.
Título: Production of monoclonal antibodies against Streptococcus mutans antigens
Fonte: Braz. oral res;20(4):297-302, Oct.-Dec. 2006. graf, tab.
Idioma: en.
Resumo: Several studies have been conducted in the last decades aiming to obtain an anti-caries vaccine, however some studies have demonstrated cross reactivity between Streptococcus mutans surface antigens and the human cardiac tissue. In this work, the reactivity of five anti-Streptococcus mutans monoclonal antibodies (MoAb) (24A, 56G, C8, E8 and F6) was tested against oral streptococci, cardiac antigens and skeletal and cardiac myosins, aiming to evaluate the specificity of these MoAb. The hybrid producers of immunoglobulins of the IgG2b class were cloned by limit dilution and expanded in vivo. MoAb were tested by ELISA. The hybrid 24A reacted with S. mutans CCT 1910, S. salivarius CCT 0365 and S. pyogenes T23. No reactivity difference was observed among the tested species. Cross reactivity with heart and cardiac myosin was not confirmed and only reaction with myosin of skeletal muscle was observed (p = 0.0381). The hybrid 56G reacted with all the tested microorganisms and there was statistically significant difference between S. mutans and S. pyogenes T23 (p < 0.001). This hybrid also reacted with myosin of skeletal muscle (p = 0.0095). C8, E8 and F6 presented low reactivity against oral streptococci strains and no reactivity against cardiac antigens. The data of this study showed that the 24A and 56G anti-S. mutans MoAb presented reactivity with S. pyogenes and S. salivarius, reinforcing the occurrence of common antigens between these species. The tested MoAb presented low cross-reactivity with myosin of skeletal muscle, but anti-heart activity could not be confirmed.

Diversos estudos foram realizados nas últimas décadas com o intuito de se obter uma vacina anticárie dentária, mas alguns trabalhos têm demonstrado reatividade cruzada entre antígenos de superfície de Streptococcus mutans e tecido cardíaco humano. Neste trabalho, foi testada a reatividade de cinco anticorpos monoclonais (AcMo) anti-Streptococcus mutans (24A, 56G, C8, E8 e F6) contra estreptococos orais, antígenos cardíacos e miosinas esquelética e cardíaca, no intuito de avaliar a especificidade desses AcMo. Os híbridos produtores de imunoglobulinas da classe IgG2b foram clonados por diluição limite e expandidos in vivo. Os AcMo foram testados por ELISA. O híbrido 24A reagiu com S. mutans CCT 1910, S. salivarius CCT 0365 e S. pyogenes T23. Nenhuma diferença de reatividade foi detectada entre as espécies analisadas. Reatividade cruzada com coração e miosina cardíaca não foi confirmada, existindo somente reação com miosina de músculo esquelético (p = 0,0381). O híbrido 56G reagiu com todos os microrganismos testados e houve diferença estatisticamente significante entre S. mutans e S. pyogenes T23 (p < 0,001). Este híbrido também reagiu com miosina de músculo esquelético (p = 0,0095). C8, E8 e F6 apresentaram baixa reatividade contra cepas de estreptococos orais e nenhuma reatividade com antígenos cardíacos. Os dados deste trabalho demonstraram que os AcMo 24A e 56G anti-S. mutans reagiram com S. pyogenes e S. salivarius, confirmando a existência de antígenos comuns entre essas espécies. Esses AcMo avaliados apresentaram baixa reatividade cruzada com miosina de músculo esquelético, porém a atividade anticoração não foi confirmada.
Descritores: Anticorpos Antibacterianos/biossíntese
Anticorpos Monoclonais/biossíntese
Antígenos de Bactérias/análise
Cárie Dentária/imunologia
Vacinas Estreptocócicas/imunologia
Streptococcus mutans/imunologia
-Especificidade de Anticorpos
Anticorpos Antibacterianos/imunologia
Anticorpos Monoclonais/imunologia
Células Cultivadas
Modelos Animais de Doenças
Ensaio de Imunoadsorção Enzimática
Imunoglobulina G/imunologia
Camundongos Endogâmicos BALB C
Suínos
Limites: Humanos
Animais
Feminino
Camundongos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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