Base de dados : LILACS
Pesquisa : D27.505.696.277.600.500 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 498 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 50 ir para página                         

  1 / 498 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-748921
Autor: Sousa, Angela Maria; Ashmawi, Hazem Adel.
Título: Local analgesic effect of tramadol is not mediated by opioid receptors in early postoperative pain in rats / O efeito analgésico de tramadol não é mediado por receptores opioides na dor de ratos no pós-operatório imediato / El efecto analgésico del tramadol no está mediado por receptores opiáceos en el dolor en ratones en el postoperatorio inmediato
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(3):186-190, May-Jun/2015. graf.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tramadol is known as a central acting analgesic drug, used for the treatment of moderate to severe pain. Local analgesic effect has been demonstrated, in part due to local anesthetic-like effect, but other mechanisms remain unclear. The role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect is not known. In this study, we examined role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect of tramadol in the plantar incision model. METHODS: Young male Wistar rats were divided into seven groups: control, intraplantar tramadol, intravenous tramadol, intravenous naloxone-intraplantar tramadol, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol, intravenous naloxone-intravenous tramadol, and intravenous naloxone. After receiving the assigned drugs (tramadol 5 mg, naloxone 200 µg or 0.9% NaCl), rats were submitted to plantar incision, and withdrawal thresholds after mechanical stimuli with von Frey filaments were assessed at baseline, 10, 15, 30, 45 and 60 min after incision. RESULTS: Plantar incision led to marked mechanical hyperalgesia during the whole period of observation in the control group, no mechanical hyperalgesia were observed in intraplantar tramadol group, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol group and intravenous naloxone-intraplantar tramadol. In the intravenous tramadol group a late increase in withdrawal thresholds (after 45 min) was observed, the intravenous naloxone-intravenous tramadol group and intravenous naloxone remained hyperalgesic during the whole period. CONCLUSIONS: Tramadol presented an early local analgesic effect decreasing mechanical hyperalgesia induced by plantar incision. This analgesic effect was not mediated by peripheral opioid receptors. .

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Tramadol é conhecido como um fármaco analgésico de ação central, usado para o tratamento de dor moderada a grave. O efeito analgésico local foi demonstrado, em parte devido ao efeito semelhante ao anestésico local, mas outros mecanismos permanecem obscuros. O papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local não é conhecido. Neste estudo, examinamos o papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local de tramadol em modelo de incisão plantar. MÉTODOS: Ratos Wistar, jovens e machos, foram divididos em sete grupos: controle, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa. Após receber os medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 mg de naloxona ou NaCl a 0,9%, os ratos foram submetidos à incisão plantar e os limiares de retirada após estímulos mecânicos com filamentos de von Frey foram avaliados no início do estudo e nos minutos 10, 15, 30, 45 e 60 após a incisão. RESULTADOS: A incisão plantar levou à hiperalgesia mecânica acentuada durante todo o período de observação no grupo controle; hiperalgesia mecânica não foi observada nos grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar e tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. No grupo tramadol intravenoso, um aumento tardio do limiar de retirada (após 45 minutos) foi observado. Os grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa permaneceram hiperalgésicos durante todo o período. CONCLUSÕES: Tramadol apresentou efeito analgésico local inicial e diminuiu a hiperalgesia mecânica induzida pela incisão plantar. Esse efeito analgésico não foi mediado por receptores opioides periféricos. .

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: Al tramadol se le conoce como un medicamento analgésico de acción central usado para el tratamiento del dolor moderado a intenso. El efecto analgésico local quedó demostrado, en parte, a causa del efecto similar al del anestésico local, pero otros mecanismos permanecen sin clarificar. El rol de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local no se conoce. En este estudio, examinamos el papel de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local del tramadol en un modelo de incisión plantar. MÉTODOS: Ratones Wistar, jóvenes y machos, fueron divididos en 7 grupos: control, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa, y naloxona intravenosa. Después de recibir los medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 µg de naloxona o NaCl al 0,9%), los ratones fueron sometidos a la incisión plantar, y los umbrales de retirada de la pata posteriores a los estímulos mecánicos con filamentos de von Frey fueron evaluados al inicio del estudio y en los minutos 10, 15, 30, 45 y 60 después de la incisión. RESULTADOS: La incisión plantar conllevó hiperalgesia mecánica acentuada durante todo el período de observación en el grupo control; la hiperalgesia mecánica no fue observada en los grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, y tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. En el grupo tramadol intravenoso, fue observado un aumento tardío del umbral de retirada (después de 45 min); los grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa y naloxona intravenosa permanecieron hiperalgésicos durante todo el período. CONCLUSIONES: El tramadol presentó un efecto analgésico local inicial, disminuyendo la hiperalgesia mecánica inducida por la incisión plantar. Ese efecto analgésico no fue mediado por receptores opiáceos periféricos. .
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Tramadol/farmacologia
Hiperalgesia/tratamento farmacológico
Analgésicos Opioides/farmacologia
-Fatores de Tempo
Tramadol/administração & dosagem
Ratos Wistar
Receptores Opioides/efeitos dos fármacos
Receptores Opioides/metabolismo
Modelos Animais de Doenças
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Injeções
Injeções Intravenosas
Naloxona/administração & dosagem
Naloxona/farmacologia
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  2 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-755133
Autor: Brião, Fabio Ferreira da Cunha; Horta, Marcio Leal; Horta, Bernardo Lessa; Barros, Guilherme Antônio Moreira de; Behrensdorf, Ana Paula; Severo, Ingrid; Nunes, Mariana Antunes; Boabaid, Roberta; Real, André.
Título: Comparison of droperidol and ondansetron prophylactic effect on subarachnoid morphine-induced pruritus / Comparação dos efeitos profiláticos do droperidol e do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea / Comparación de los efectos profilácticos del droperidol y del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):244-248, July-Aug. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES:

The prophylactic effect of ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus is controversial, while evidence suggests that droperidol prevents pruritus. The aim of this study is to compare the effects of droperidol and ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus.

METHODS:

180 ASA I or II patients scheduled to undergo cesarean sections under subarachnoid anesthesia combined with morphine 0.2 mg were randomized to receive, after the child's birth, metoclopramide 10 mg (Group I - control), droperidol 2.5 mg (Group II) or ondansetron 8 mg (Group III). Postoperatively, the patients were assessed for pruritus (absent, mild, moderate or severe) or other side effects by blinded investigators. Patients were also blinded to their group allocation. The tendency to present more severe forms of pruritus was compared between groups. NNT was also determined.

RESULTS:

Patients assigned to receive droperidol [Proportional odds ratio: 0.45 (95% confidence interval 0.23-0.88)] reported less pruritus than those who received metoclopramide. Ondansetron effect was similar to metoclopramide [Proportional odds ratio: 0.95 (95% confidence interval 0.49-1.83)]. The NNT for droperidol and ondansetron was 4.0 and 14.7, respectively.

CONCLUSIONS:

Ondansetron does not inhibit subarachnoid morphine-induced pruritus.

.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

O efeito profilático do ondansetron sobre prurido provocado pela morfina subaracnoidea é controverso, enquanto evidências sugerem que o droperidol previne o prurido. O objetivo do presente trabalho é comparar o efeito do droperidol com o do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

180 pacientes ASA I ou II programadas para serem submetidas a cesarianas sob anestesia subaracnoidea à qual foram acrescentados 0,2 mg de morfina foram divididas aleatoriamente para receber, logo após o nascimento da criança, 10 mg de metoclopramida (grupo I - controle), 2,5 mg de droperidol (grupo II),ou 8 mg de ondansetron (grupo III). No período pós-operatório as pacientes foram avaliadas quanto ao prurido (ausente, leve, moderado ou intenso) ou outros efeitos colaterais por observadores que não sabiam a alocação das pacientes. As pacientes também não sabiam da sua alocação. Os grupos foram comparados pela sua tendência a apresentar formas mais severas de prurido. Também determinamos o NNT.

RESULTADOS:

As pacientes alocadas para receber droperidol [Odds RatioProporcional: 0,45 (Intervalo de Confiança de 95% 0,23 - 0,88)] relataram menos prurido do que as que receberam metoclopramida. O efeito do ondansetron foi semelhante ao da metoclopramida [Odds Ratio Proporcional: 0,95 (Intervalo de Confiança de 95% 0,49 - 1,83)]. O NNT do droperidol foi 4,0 e o do ondansetron foi 14,7.

CONCLUSÕES:

O ondansetron não inibiu o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

.

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS:

El efecto profiláctico del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea es controvertido, mientras las evidencias nos muestran que el droperidol previene el prurito. El objetivo del presente trabajo es comparar el efecto del droperidol con el del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

Ciento ochenta pacientes ASA I o II programadas para someterse a cesáreas bajo anestesia subaracnoidea a la cual se le añadió 0,2 mg de morfina fueron divididas aleatoriamente para recibir, inmediatamente después del nacimiento del niño, 10 mg de metoclopramida (grupo I-control), 2,5 mg de droperidol (grupo II) u 8 mg de ondansetrón (grupo III). En el período postoperatorio las pacientes fueron evaluadas en cuanto al prurito (ausente, leve, moderado o intenso) u otros efectos colaterales por observadores que no sabían nada respecto de la ubicación de las pacientes. Las pacientes tampoco conocían su propia ubicación. Los grupos fueron comparados por su tendencia a presentar formas más severas de prurito. También se determinó el NNT.

RESULTADOS:

Las pacientes aleatorizadas para recibir droperidol (odds ratioproporcional: 0,45 [intervalo de confianza del 95%: 0,23-0,88]) relataron menos prurito que las que recibieron metoclopramida. El efecto del ondansetrón fue similar al de la metoclopramida (odds ratio proporcional: 0,95 [intervalo de confianza del 95%: 0,49-1,83-+). El NNT del droperidol fue 4 y el del ondansetrón 14,7.

CONCLUSIONES:

El ondansetrón no inhibió el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

.
Descritores: Prurido/prevenção & controle
Ondansetron/uso terapêutico
Droperidol/uso terapêutico
Morfina/efeitos adversos
-Prurido/induzido quimicamente
Cesárea/métodos
Método Duplo-Cego
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/métodos
Metoclopramida/uso terapêutico
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-787623
Autor: Arslan, Zakir; Çalık, Eyup Serhat; Kaplan, Bekir; Ahiskalioglu, Elif Oral.
Título: The effect of pheniramine on fentanyl-induced cough: a randomized, double blinded, placebo controlled clinical study / Efeito de feniramina sobre a tosse induzida por fentanil: estudo clínico, randômico, duplo-cego e controlado com placebo
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):383-387tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: There are many studies conducted on reducing the frequency and severity of fentayl-induced cough during anesthesia induction. We propose that pheniramine maleate, an antihistaminic, may suppress this cough. We aim to observe the effect of pheniramine on fentanyl-induced cough during anesthesia induction. Methods: This is a double-blinded, prospective, three-arm parallel, randomized clinical trial of 120 patients with ASA (American Society of Anesthesiologists) physical status III and IV who aged ≥18 and scheduled for elective open heart surgery during general anesthesia. Patients were randomly assigned to three groups of 40 patients, using computer-generated random numbers: placebo group, pheniramine group, and lidocaine group. Results: Cough incidence differed significantly between groups. In the placebo group, 37.5% of patients had cough, whereas the frequency was significantly decreased in pheniramine group (5%) and lidocaine group (15%) (Fischer exact test, p = 0.0007 and p = 0.0188, respectively). There was no significant change in cough incidence between pheniramine group (5%) and lidocaine group (15%) (Fischer exact test, p = 0.4325). Cough severity did also change between groups. Post Hoc tests with Bonferroni showed that mean cough severity in placebo differed significantly than that of pheniramine group and lidocaine group (p < 0.0001 and p = 0.009, respectively). There was no significant change in cough severity between pheniramine group and lidocaine group (p = 0.856). Conclusion: Intravenous pheniramine is as effective as lidocaine in preventing fentayl-induced cough. Our results emphasize that pheniramine is a convenient drug to decrease this cough.

Resumo Justificativa e objetivos: Há muitos estudos sobre a redução da frequência e da gravidade da tosse induzida por fentanil durante a indução da anestesia. Propomos que maleato de feniramina, um anti-histamínico, pode suprimir essa tosse. Nosso objetivo foi observar o efeito de feniramina sobre a tosse induzida por fentanil durante a indução da anestesia. Métodos: Este é um estudo clínico prospectivo, de três braços paralelos, randômico e duplo-cego, de 120 pacientes com estado físico ASA III e IV (de acordo com a Sociedade Americana de Anestesiologistas), ≥ 18 anos e programados para cirurgia cardíaca aberta eletiva sob anestesia geral. Os pacientes foram divididos aleatoriamente em três grupos de 40 pacientes cada, com números aleatórios gerados por computador: grupo placebo, grupo feniramina e grupo lidocaína. Resultados: A incidência de tosse diferiu significativamente entre os grupos. No grupo placebo, 37,5% dos pacientes apresentaram tosse, enquanto que a frequência foi significativamente reduzida no grupo feniramina (5%) e no grupo lidocaína (15%) (teste exato de Fischer, p = 0,0007 e p = 0,0188, respectivamente). Não houve alteração significativa na incidência de tosse entre os grupos feniramina (5%) e lidocaína (15%) (teste exato de Fischer, p = 0,4325). A gravidade da tosse também alterou entre os grupos. Testes post hoc com Bonferroni mostraram que a média da gravidade da tosse no grupo placebo diferiu significativamente das médias dos grupos feniramina e lidocaína (p < 0,0001 e p = 0,009, respectivamente). Não houve alteração significativa na gravidade da tosse entre o grupo feniramina e grupo lidocaína (p = 0,856). Conclusão: Feniramina por via intravenosa tem a mesma eficácia que lidocaína na prevenção da tosse induzida por fentanil. Os resultados enfatizam que feniramina é um medicamento conveniente para diminuir essa tosse.
Descritores: Feniramina/farmacologia
Fentanila/efeitos adversos
Tosse/induzido quimicamente
Tosse/tratamento farmacológico
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Antagonistas dos Receptores Histamínicos H1/farmacologia
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  4 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-787624
Autor: Sadeghi, Mostafa; Yekta, Reza Atef; Azimaraghi, Omid; Barzin, Gilda; Movafegh, Ali.
Título: Evaluation of spinal anesthesia blockade time with 0. 5% hyperbaric bupivacaine, with or without sufentanil, in chronic opioid users: a randomized clinical trial / Avaliação do tempo de bloqueio da raquianestesia com bupivacaína a hiperbárica 0, 5%, com ou sem sufentanil, em usuários crônicos de opioides: um estudo clínico randômico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):346-350tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: The primary outcome of this study was to evaluate the effect of adding sufentanil to hyperbaric bupivacaine on duration of sensory blockade of spinal anesthesia in chronic opioid users in comparison with non-addicts. Methods: Sixty patients scheduled for orthopedic surgery under spinal anesthesia were allocated into four groups: group 1 (no history of opium use who received intrathecal hyperbaric bupivacaine along with 1 mL saline as placebo); group 2 (no history of opium use who received intrathecal bupivacaine along with 1 mL sufentanil [5 µg]); group 3 (positive history of opium use who received intrathecal bupivacaine along with 1 mL saline as placebo) and group 4 (positive history of opium use who received intrathecal bupivacaine along with 1 mL sufentanil [5 µg]). The onset time and duration of sensory and motor blockade were measured. Results: The duration of sensory blockade in group 3 was 120 ± 23.1 min which was significantly less than other groups (G1 = 148 ± 28.7, G2 = 144 ± 26.4, G4 = 139 ± 24.7, p = 0.007). The duration of motor blockade in group 3 was 145 ± 30.0 min which was significantly less than other groups (G1 = 164 ± 36.0, G2 = 174 ± 26.8, G4 = 174 ± 24.9, p = 0.03). Conclusions: Addition of 5 µg intrathecal sufentanil to hyperbaric bupivacaine in chronic opioid users lengthened the sensory and motor duration of blockade to be equivalent to blockade measured in non-addicts.

Resumo Objetivo: Avaliar o efeito da adição de sufentanil à bupivacaína hiperbárica na duração do bloqueio sensorial da raquianestesia em usuários crônicos de opioides em comparação com não adictos. Métodos: Foram distribuídos em quatro grupos 60 pacientes agendados para cirurgia ortopédica sob raquianestesia: Grupo 1 (sem história de uso de ópio, recebeu bupivacaína hiperbárica intratecal juntamente com 1 mL de solução salina como placebo); Grupo 2 (sem história de uso de ópio, recebeu bupivacaína intratecal juntamente com 1 mL de sufentanil [5 µg]); Grupo 3 (com história de uso de ópio, recebeu bupivacaína intratecal juntamente com 1 mL de solução salina como placebo) e Grupo 4 (com história de uso de ópio, recebeu bupivacaína intratecal juntamente com 1 mL de sufentanil [5 µg]). O tempo de início e a duração dos bloqueios sensitivo e motor foram registrados. Resultados: A duração do bloqueio sensorial no Grupo 3 foi de 120 ± 23,1 min, um tempo significativamente menor do que nos outros grupos (G1 = 148 ± 28,7, G2 = 144 ± 26,4, G4 = 139 ± 24,7, p = 0,007). A duração do bloqueio motor no Grupo 3 foi de 145 ± 30,0 min, um tempo significativamente menor do que nos outros grupos (G1 = 164 ± 36.0, G2 = 174 ± 26.8, G4 = 174 ± 24,9; p = 0,03). Conclusões: A adição de 5 µg de sufentanil intratecal à bupivacaína hiperbárica em usuários crônicos de opioides aumenta a duração dos bloqueios sensorial e motor de forma equivalente ao bloqueio avaliado em não adictos.
Descritores: Ópio/farmacologia
Bupivacaína/farmacologia
Sufentanil/farmacologia
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Analgésicos Opioides/farmacologia
Raquianestesia/métodos
-Fatores de Tempo
Doença Crônica
Quimioterapia Combinada
Usuários de Drogas
Anestésicos Locais/farmacologia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  5 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-787630
Autor: Huang, Ana Paula Santana; Sakata, Rioko Kimiko.
Título: Pain after sternotomy - review / Dor após esternotomia - revisão
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):395-401
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objective: Adequate analgesia after sternotomy reduces postoperative adverse events. There are various methods of treating pain after heart surgery, such as infiltration with a local anesthetic, nerve block, opioids, non-steroidal anti-inflammatory drugs, alpha-adrenergic agents, intrathecal and epidural techniques, and multimodal analgesia. Content: A review of the epidemiology, pathophysiology, prevention and treatment of pain after sternotomy. We also discuss the various analgesic therapeutic modalities, emphasizing advantages and disadvantages of each technique. Conclusions: Heart surgery is performed mainly via medium sternotomy, which results in significant postoperative pain and a non-negligible incidence of chronic pain. Effective pain control improves patient satisfaction and clinical outcomes. There is no clearly superior technique. It is believed that a combined multimodal analgesic regimen (using different techniques) is the best approach for treating postoperative pain, maximizing analgesia and reducing side effects.

Resumo Justificativa e objetivo: Analgesia adequada após esternotomia reduz eventos adversos no pós-operatório. Várias modalidades estão disponíveis para tratamento da dor após cirurgia cardíaca: infiltração com anestésico local, bloqueio de nervos, opioides, anti-inflamatórios não esteroidais, agentes alfa-adrenérgicos, técnicas intratecais e epidurais e analgesia multimodal. Conteúdo: Foi feita uma revisão sobre epidemiologia, fisiopatologia, prevenção e tratamento da dor após esternotomia. Também fora discutidas as diversas modalidades terapêuticas analgésicas, com ênfase em vantagens e desvantagens de cada técnica. Conclusões: A cirurgia cardíaca é feita principalmente por esternotomia média, que resulta em dor significativa no pós-operatório e uma incidência não insignificante de dor crônica. O controle efetivo da dor melhora a satisfação dos pacientes e os desfechos clínicos. Nenhuma técnica é claramente superior. Acredita-se que um regime analgésico combinado multimodal (com várias técnicas) seja a melhor abordagem para tratar a dor pós-operatória, o que maximiza a analgesia e reduz os efeitos colaterais.
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Esternotomia/efeitos adversos
Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
Analgesia/métodos
-Dor Pós-Operatória/etiologia
Analgesia Epidural/métodos
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Terapia Combinada
Analgésicos Opioides
Anestésicos Locais
Bloqueio Nervoso/métodos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


  6 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-782881
Autor: Neves, Jose Francisco Nunes Pereira das; Araújo, Mariana Moraes Pereira das Neves; Araújo, Fernando de Paiva; Ferreira, Clarice Martins; Duarte, Fabiana Baeta Neves; Pace, Fabio Heleno; Ornellas, Laura Cotta; Baron, Todd H; Ferreira, Lincoln Eduardo Villela Vieira de Castro.
Título: Colonoscopy sedation: clinical trial comparing propofol and fentanyl with or without midazolam / Sedação para colonoscopia: ensaio clínico comparando propofol e fentanil associado ou não ao midazolam
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(3):231-236, May.-June 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Colonoscopy is one of the most common procedures. Sedation and analgesia decrease anxiety and discomfort and minimize risks. Therefore, patients prefer to be sedated when undergoing examination, although the best combination of drugs has not been determined. The combination of opioids and benzodiazepines is used to relieve the patient's pain and discomfort. More recently, propofol has assumed a prominent position. This randomized prospective study is unique in medical literature that specifically compared the use of propofol and fentanyl with or without midazolam for colonoscopy sedation performed by anesthesiologists. The aim of this study was to evaluate the side effects of sedation, discharge conditions, quality of sedation, and propofol consumption during colonoscopy, with or without midazolam as preanesthetic. The study involved 140 patients who underwent colonoscopy at the University Hospital of the Federal University of Juiz de Fora. Patients were divided into two groups: Group I received intravenous midazolam as preanesthetic 5 min before sedation, followed by fentanyl and propofol; Group II received intravenous anesthesia with fentanyl and propofol. Patients in Group II had a higher incidence of reaction (motor or verbal) to the colonoscope introduction, bradycardia, hypotension, and increased propofol consumption. Patient satisfaction was higher in Group I. According to the methodology used, the combination of midazolam, fentanyl, and propofol for colonoscopy sedation reduces propofol consumption and provides greater patient satisfaction.

RESUMO A colonoscopia é um dos procedimentos mais feitos. Sedação e analgesia diminuem a ansiedade e o desconforto e minimizam riscos. Em razão disso, os pacientes preferem que o exame seja feito sob anestesia, embora não tenha sido determinada a melhor combinação de fármacos. A associação de benzodiazepínicos com opioides é usada para aliviar a dor e o desconforto do paciente. Mais recentemente, o propofol assumiu posição de destaque. Este estudo, prospectivo e randomizado, é único na literatura médica e especificamente comparou o uso do propofol e fentanil associado ou não ao midazolam na sedação para colonoscopia feita por anestesiologistas. Os objetivos do estudo foram avaliar os efeitos colaterais da sedação, as condições de alta, a qualidade da sedação e o consumo de propofol durante a colonoscopia, com ou sem o midazolam como pré-anestésico. Envolveu 140 pacientes submetidos à colonoscopia, no Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora. Os pacientes foram divididos em dois grupos. O Grupo I recebeu, por via endovenosa, midazolam como pré-anestésico, cinco minutos antes da sedação, seguido do fentanil e propofol. O Grupo II recebeu, por via endovenosa, anestesia com fentanil e propofol. Os pacientes do Grupo II apresentaram maior incidência de reação (motora ou verbal) à introdução do colonoscópio, bradicardia, hipotensão arterial e maior consumo de propofol. A satisfação dos pacientes foi maior no Grupo I. De acordo com a metodologia empregada, a associação de midazolam ao propofol e fentanil para sedação em colonoscopia reduz o consumo de propofol e cursa com maior satisfação do paciente.
Descritores: Midazolam/farmacologia
Propofol/farmacologia
Fentanila/farmacologia
Colonoscopia
Analgésicos Opioides/farmacologia
Hipnóticos e Sedativos/farmacologia
-Dor/prevenção & controle
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Satisfação do Paciente/estatística & dados numéricos
Quimioterapia Combinada/métodos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-782882
Autor: Coluzzi, Flaminia; Taylor J, Robert; Pergolizzi J, Joseph V; Mattia, Consalvo; Raffa, Robert B.
Título: Good clinical practice guide for opioids in pain management: the three Ts - titration (trial), tweaking (tailoring), transition (tapering) / Orientação para boa prática clínica para opioides no tratamento da dor: os três "Ts" - titulação (teste), ajustes (individualização), transição (redução gradual)
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(3):310-317, May.-June 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: Achieving good clinical practice in the use of opioids as part of a comprehensive pain management regimen can face significant challenges. Despite guidelines from governmental and pain society/organization sources, there are still significant hurdles. A review of some basic tenets of opioid analgesia based on current published knowledge and experiences about this important healthcare imperative is warranted. CONTENT: Consistent with guidelines, the literature supports using the lowest total opioid dose that provides adequate pain control with the fewest adverse effects. Titration (or trial) during opioid initiation is a way of starting low and going slow (and assessing the appropriateness of a specific opioid and formulation). Recognizing that multiple factors contribute to an individual's personal experience of pain, the physical, psychological, social, cultural, spiritual, pharmacogenomic, and behavioral factors of the individual patient should be taken into account (tweaking, or tailoring). Finally, for those patients for whom transition (tapering) from opioid is desired, doing so too rapidly can have negative consequences and minimization of problems during this step can be achieved by proper tapering. CONCLUSION: We conclude that a simultaneously aggressive, yet conservative, approach is advocated in the literature in which opioid therapy is divided into three key steps (the 3 T's): titration (or trial), tweaking (or tailoring), and transition (or tapering). Establishment of the 3 T's along with the application of other appropriate good medical practice and clinical experience/judgment, including non-pharmacologic approaches, can assist healthcare providers in the effort to achieve optimal management of pain.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Uma boa prática clínica com o uso de opioides como parte de um regime abrangente de tratamento da dor pode enfrentar desafios significativos. Apesar das diretrizes provenientes de sociedades/organizações não governamentais para o manejo da dor, ainda existem obstáculos significativos. A revisão de alguns princípios básicos da analgesia com opioide com base na experiência e no conhecimento das publicações atuais sobre esse cuidado importante da saúde é justificável. CONTEÚDO: De acordo com as diretrizes, a literatura apoia o uso da dose total mais baixa de opioides que forneça o controle adequado da dor com menos efeitos adversos. A titulação (teste), ao iniciar a administração de um opioide, é uma maneira de começar com uma concentração baixa e ir devagar (avaliar a adequação da fórmula específica de um opioide). O ajuste (individualização) é reconhecer que vários fatores contribuem para a experiência pessoal da dor de um indivíduo, tais como fatores físicos, psicológicos, sociais, culturais, espirituais, farmacogenômicos e comportamentais. Finalmente, para aqueles pacientes nos quais a transição (redução gradual) do opioide é desejada, fazer essa transição muito rapidamente pode ter consequências negativas e é possível minimizar os problemas durante essa etapa por meio de uma redução gradual. CONCLUSÃO: Uma abordagem simultânea, agressiva, porém conservadora, é defendida na literatura em que a terapia com opioides é dividida em três etapas principais (os 3 Ts - em inglês: titration, tailoring, tapering): titulação (teste), ajuste (individualização) e transição (redução gradual). Estabelecer os três Ts, juntamente com a aplicação de outra boa prática médica e experiência/julgamento clínico, incluindo abordagens não farmacológicas, pode ajudar os profissionais de saúde no esforço para alcançar o tratamento ideal da dor.
Descritores: Guias de Prática Clínica como Assunto
Dor Crônica/tratamento farmacológico
Manejo da Dor/métodos
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
-Protocolos Clínicos
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-777402
Autor: Bali, Cagla; Ergenoglu, Pinar; Ozmete, Ozlem; Akin, Sule; Ozyilkan, Nesrin Bozdogan; Cok, Oya Yalcin; Aribogan, Anis.
Título: Comparison of the postoperative analgesic effects of naproxen sodium and naproxen sodium-codeine phosphate for arthroscopic meniscus surgery / Comparação dos efeitos analgésicos pós-operatórios de naproxeno sódico e naproxeno sódico-fosfato de codeína em artroscopia de menisco
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(2):151-156, Mar.-Apr. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Baskent University Research Fund.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: Nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) are frequently used to control arthroscopic pain. Addition of oral effective opioid "codeine" to NSAIDs may be more effective and decrease parenteral opioid consumption in the postoperative period. The aim of this study was to compare the efficacy and side effects of naproxen sodium and a new preparation naproxen sodium-codeine phosphate when administered preemptively for arthroscopic meniscectomy. METHODS: Sixty-one patients were randomized into two groups to receive either oral naproxen sodium (Group N) or naproxen sodium-codeine phosphate (Group NC) before surgery. The surgery was carried out under general anesthesia. Intravenous meperidine was initiated by patient-controlled analgesia (PCA) for all patients. The primary outcome measure was pain score at the first postoperative hour assessed by the Visual Analogue Scale (VAS). Sedation assessed by Ramsey Sedation Scale, first demand time of PCA, postoperative meperidine consumption, side effects and hemodynamic data were also recorded. RESULTS: The groups were demographically comparable. Median VAS scores both at rest and on movement were significantly lower in Group NC compared with Group N, except 18th hour on movement (p < 0.05). The median time to the first demand of PCA was shorter in Group N compared with Group NC (p < 0.001). Meperidine consumption was higher in Group N compared with Group NC (p < 0.001). There was no difference between groups with respect to side effects (p > 0.05). CONCLUSIONS: The combination of naproxen sodium-codeine phosphate provided more effective analgesia than naproxen sodium and did not increase side effects.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são frequentemente usados para controlar a dor após artroscopia. A adição de um opiáceo oral eficaz (codeína) aos AINEs pode ser mais efetiva e diminuir o consumo de opiáceo parenteral no pós-operatório. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia e os efeitos colaterais de naproxeno sódico e uma nova preparação, naproxeno sódico-fosfato de codeína, quando administrados preventivamente para meniscectomia artroscópica. MÉTODOS: Foram randomicamente divididos em dois grupos 61 pacientes para receber naproxeno sódico por via oral (Grupo N) ou naproxeno sódico-fosfato de codeína (Grupo NC) antes da cirurgia. A cirurgia foi feita sob anestesia geral. Meperidina intravenosa foi iniciada por meio de analgesia controlada pelo paciente (ACP) para todos os pacientes. O desfecho primário foi o escore de dor na primeira hora de pós-operatório, avaliada com a escala visual snalógica (EVA). A sedação foi avaliada com a escala de sedação de Ramsey. A primeira demanda de ACP, o consumo de meperidina no pós-operatório, os efeitos colaterais e os dados hemodinâmicos também foram registrados. RESULTADOS: Os grupos foram demograficamente comparáveis. As medianas dos escores EVA tanto em repouso quanto em movimento foram significativamente menores no Grupo NC comparado com o Grupo N; exceto para movimento na avaliação de 18 horas (p < 0,05). A mediana do tempo até a primeira demanda de ACP foi menor no Grupo N em comparação com o Grupo NC (p < 0,001). O consumo de meperidina foi maior no Grupo N em comparação com o Grupo NC (p < 0,001). Não houve diferença entre os grupos em relação aos efeitos colaterais (p > 0,05). CONCLUSÕES: A combinação de naproxeno sódico-fosfato de codeína forneceu analgesia mais efetiva que naproxeno sódico, sem aumentar os efeitos colaterais.
Descritores: Artroscopia/métodos
Naproxeno/administração & dosagem
Codeína/administração & dosagem
Menisco/cirurgia
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Medição da Dor
Anti-Inflamatórios não Esteroides/administração & dosagem
Anti-Inflamatórios não Esteroides/efeitos adversos
Naproxeno/efeitos adversos
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Seguimentos
Analgesia Controlada pelo Paciente/métodos
Codeína/efeitos adversos
Combinação de Medicamentos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Meperidina/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  9 / 498 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-777405
Autor: Meco, Basak Ceyda; Bermede, Onat; Vural, Cagil; Cakmak, Atil; Alanoglu, Zekeriyya; Alkis, Neslihan.
Título: A comparison of two different doses of morphine added to spinal bupivacaine for inguinal hernia repair / Comparação de duas doses diferentes de morfina adicionadas à bupivacaína em raquianestesia para herniorrafia inguinal
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(2):140-144, Mar.-Apr. 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: The aim of this study was to compare the effects of two different doses of intrathecal morphine on postoperative analgesia, postoperative first mobilization and urination times and the severity of side effects. METHODS: After Institutional Ethical Committee approval, 48 ASA I-II patients were enrolled in this randomized double-blinded study. Spinal anesthesia was performed with 0.1 mg (Group I, n = 22) or 0.4 mg (Group II, n = 26) ITM in addition to 7.5 mg heavy bupivacaine. The first analgesic requirement, first mobilization and voiding times, and postoperative side effects were recorded. Statistical analyses were performed using SPSS 15.0 and p < 0.05 was considered as statistically significant. The numeric data were analyzed by thet-test and presented as mean ± SD. Categorical data were analyzed with the chi-square test and expressed as number of patients and percentage. RESULTS: Demographic data were similar among groups. There were no differences related to postoperative pain, first analgesic requirements, and first mobilization and first voiding times. The only difference between two groups was the vomiting incidence. In Group II 23% (n = 6) of the patients had vomiting during the first postoperative 24 h compared to 0% in Group I (p = 0.025). CONCLUSION: For inguinal hernia repairs, the dose of 0.1 mg of ITM provides comparable postoperative analgesia with a dose of 0.4 mg, with significantly lower vomiting incidence when combined with low dose heavy bupivacaine.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Comparar os efeitos de duas doses diferentes de morfina intratecal (MIT) sobre a analgesia no pós-operatório, os tempos até a primeira mobilização e micção no pós-operatório e a gravidade dos efeitos colaterais. MÉTODOS: Após a aprovação do Comitê de Ética Institucional, 48 pacientes com estado físico ASA I-II foram incluídos neste estudo randômico e duplo-cego. A raquianestesia foi feita com 0,1 mg (Grupo I, n = 22) ou 0,4 mg (Grupo II, n = 26) de MIT adicionados a 7,5 mg de bupivacaína hiperbárica. Os tempos até a primeira necessidade de analgésico, mobilização e micção e os efeitos colaterais no pós-operatório foram registrados. As análises estatísticas foram feitas com o programa SPSS 15.0 e p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Os dados numéricos foram analisados com o teste t e expressos como média ± DP. Os dados categóricos foram analisados com o teste do qui-quadrado e expressos como número de pacientes e porcentagem. RESULTADOS: Os dados demográficos foram semelhantes entre os grupos. Não houve diferenças em relação à dor, aos tempos até a primeira necessidade de analgésicos, à primeira mobilização e primeira micção. A única diferença entre os dois grupos foi a incidência vômito. No Grupo II, 23% (n = 6) das pacientes apresentaram vômito durante as primeiras 24 horas de pós-operatório, em comparação com 0% no Grupo I (p = 0,025). CONCLUSÃO: Para herniorrafia inguinal, a dose de 0,1 mg de MIT fornece analgesia comparável à dose de 0,4 mg, com uma incidência de vômito significativamente menor quando combinada com uma dose baixa de bupivacaína hiperbárica.
Descritores: Bupivacaína/administração & dosagem
Hérnia Inguinal/cirurgia
Raquianestesia/métodos
Morfina/administração & dosagem
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Dor Pós-Operatória/epidemiologia
Vômito/epidemiologia
Método Duplo-Cego
Seguimentos
Relação Dose-Resposta a Droga
Herniorrafia/métodos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Morfina/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


  10 / 498 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Carmona, Maria José Carvalho
Texto completo
Id: lil-773479
Autor: Vale, Arthur Halley Barbosa do; Videira, Rogério Luiz da Rocha; Gomez, David Souza; Carmona, Maria José Carvalho; Tsuchie, Sara Yume; Flório, Cláudia; Vane, Matheus Fachini; Posso, Irimar de Paula.
Título: Effect of nitrous oxide on fentanyl consumption in burned patients undergoing dressing change / Efeito do óxido nitroso sobre o consumo de fentanil em pacientes queimados submetidos à troca de curativo
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):7-11, Jan.-Feb. 2016. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Thermal injuries and injured areas management are important causes of pain in burned patients, requiring that these patients are constantly undergoing general anesthesia for dressing change. Nitrous oxide (N2O) has analgesic and sedative properties; it is easy to use and widely available. Thus, the aim of this study was to evaluate the analgesic effect of N2O combined with fentanyl in burned patients during dressing change. METHOD: After approval by the institutional Ethics Committee, 15 adult burned patients requiring daily dressing change were evaluated. Patient analgesia was controlled with fentanyl 0.0005% administered by intravenous pump infusion on-demand. Randomly, in one of the days a mixture of 65% N2O in oxygen (O2) was associated via mask, with a flow of 10 L/min (N2O group) and on the other day only O2 under the same flow (control group). RESULTS: No significant pain reduction was seen in N2O group compared to control group. VAS score before dressing change was 4.07 and 3.4, respectively, in N2O and control groups. Regarding pain at the end of the dressing, patients in N2O group reported pain severity of 2.8; while the control group reported 2.87. There was no significant difference in fentanyl consumption in both groups. CONCLUSIONS: The association of N2O was not effective in reducing opioid consumption during dressing changes.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os ferimentos térmicos e a manipulação das áreas lesadas são causas importantes de dor em pacientes vítimas de queimaduras, necessitando que estes pacientes sejam constantemente submetidos a anestesias gerais para a troca do curativo. O óxido nitroso (N2O) tem propriedades analgésicas e sedativas, sendo capaz de fácil utilização e de ampla disponibilidade. Com isto, objetivou-se avaliar o efeito analgésico da administração de N2O associado ao fentanil em pacientes queimados, durante a troca de curativo. MÉTODO: Após aprovação pela comissão de ética institucional, foram avaliados 15 pacientes adultos, vítimas de queimaduras com necessidade de troca diária de curativo. A analgesia do paciente foi controlada pelo uso de fentanil 0,0005% administrado por bomba de infusão sob demanda, intravenosa. De maneira aleatória, em um dos dias foi associada mistura de N2O a 65% em oxigênio (O2) sob máscara com fluxo de 10 L/min (grupo N2O) e no outro dia apenas O2 sob o mesmo fluxo (grupo controle). RESULTADOS: Não se observou diminuição significativa da dor no grupo N2O em relação ao grupo controle. A dor na EAV antes da troca do curativo foi de 4,07 e 3,4; respectivamente nos grupos N2O e controle. Quanto à dor ao término da troca de curativo, os pacientes do grupo N2O referiram dor intensidade 2,8; enquanto no grupo controle foi de 2,87. Não houve diferença significativa de consumo de fentanil em ambos os grupos. CONCLUSÕES: A associação de N2O não foi eficaz na redução no consumo de opióides durante a troca de curativos.
Descritores: Bandagens
Queimaduras/terapia
Fentanila/administração & dosagem
Óxido Nitroso/administração & dosagem
-Oxigênio/administração & dosagem
Dor/etiologia
Dor/tratamento farmacológico
Queimaduras/complicações
Método Simples-Cego
Analgesia Controlada pelo Paciente/métodos
Resultado do Tratamento
Analgésicos Opioides
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME



página 1 de 50 ir para página                         
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde