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Id: lil-691722
Autor: Barbieri, Dorina; Universidade de São Paulo.
Título: Fórmula de soja - de heroína a vilã? Análise crítica ao artigo / Soy Protein Infant Formulae and Follow-On Formulae: A Commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition
Fonte: Pediatr. mod;49(5), maio 2013.
Idioma: pt.
Resumo: As autoras apresentam comentários sobre artigo publicado pelo Comitê de Nutrição da Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição, a respeito do papel da soja na nutrição infantil e das recomendações sobre as alternativas que se apresentam ao pediatra no que diz respeito à alimentação do lactente com alergia ao leite de vaca...
Descritores: Soja
Fitoestrógenos
Hipersensibilidade a Leite
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-895460
Autor: Corrêa, Lanna B. N. S; Cardozo, Ludmila F. M. de F; Ribeiro, Ilma C. de A; Boaventura, Gilson T; Chagas, Maurício A.
Título: Influence of prolonged flaxseed ( Linum usitatissimum ) consumption over epididymis and testicle histoarchitecture of Wistar rats / Influência do consumo prolongado de semente de linhaça ( Linum usitatissimum ) sobre a histoarquitetura dos testículo e epidídimo de ratos Wistar
Fonte: Pesqui. vet. bras = Braz. j. vet. res;37(6):650-656, jun. 2017. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: Flaxseed is considered a functional food with several health benefits. However, because of its high phytoestrogen content, flaxseed influences hormone metabolism and affects the gonadal biomorphology. In this study, computerized histomorphometry was used to evaluate seminiferous and epididymal tubules, considering the different regions of the epididymis (head, body and tail) of rats subjected to a prolonged diet of flaxseed. Young adult male Wistar rats (n=20) were divided into 2 groups during their lactation period: Control Group (CG), fed casein-based meals and Flaxseed Group (FG), fed a 25% flaxseed meal. After 250 days of continuous ingestion, the animals were euthanized and a blood sample was collected. The testicles and epididymis were removed and fixed in buffered formalin solution. The samples were subjected to routine histological paraffin techniques and stained with hematoxilin and eosin. Immunostaining was performed using an antivimentin antibody for Sertoli cell identification. For morphometry, images of the slides were scanned and analyzed using Image J to determine the epithelial height, tubular and luminal diameter and tubular and luminal area. In the hormonal evaluation, FG had a higher serum concentration of estrogen (P=0.001), but no change was observed in the concentration of testosterone. The morphometric assay of seminiferous tubules and epididymal regions revealed no significant differences between the analyzed groups. Similarly, Sertoli cell quantification showed no significant differences in the FG (P=0.98). These results revealed that the continuous and prolonged intake of 25% flaxseed meals from gestation to 250 days of age, even with a significant increase in serum levels of estradiol, does not exert adverse effects on the testicular and epididymal structure or on the cells participating in the spermatogenesis of rats.(AU)

A semente de linhaça é considerada um alimento funcional com vários efeitos benéficos à saúde. Entretanto, devido ao seu elevado teor de fitoestrógenos, esta semente pode influenciar no metabolismo hormonal e interferir na biomorfologia gonadal. Neste estudo, utilizamos a histomorfometria computadorizada para avaliar os túbulos seminíferos e epididimários, considerando as diferentes regiões do epidídimo (cabeça, corpo e cauda) de ratos submetidos a uma dieta prolongada de semente de linhaça. Foram utilizados ratos Wistar machos adultos jovens (n=20) divididos em 2 grupos, durante o período de lactação: Grupo Controle (GC) a base de caseína e Grupo Linhaça (GL) alimentados com 25% de semente de linhaça. Ao final de 250 dias de ingestão contínua, os animais foram sacrificados e amostra de sangue foi coletada. Os testículos e epidídimos foram retirados e fixados em formol tamponado. As amostras foram submetidas ao processamento histológico de rotina para parafina e coradas em hematoxilina e eosina. Foi feita a imunomarcação com anticorpo antivimentina para identificação das células de Sertoli. Para morfometria, as imagens das lâminas foram digitalizadas e analisadas pelo software ImageJ para obtenção dos dados de altura epitelial, diâmetro e área tubular e luminal. Na avaliação hormonal o GL teve maior concentração de estrógeno sérico (p=0,001), mas nenhuma mudança na concentração de testosterona foi observada. Nos parâmetros morfométricos dos túbulos seminíferos e das regiões epididimárias, não houve diferenças significativas entre os grupos analisados. Da mesma forma, a quantificação das células de Sertoli não apresentaram diferenças significativas no GL (p=0,98). Estes resultados mostraram que o consumo contínuo e prolongado de 25% de semente de linhaça desde período gestacional até 250 dias de idade, mesmo com o aumento significativo nos níveis séricos de estradiol, não exerceram efeitos adversos sobre a estrutura testicular e epididimária, assim como nas células participantes da espermatogênese em ratos.(AU)
Descritores: Sementes
Testículo/anatomia & histologia
Ratos Wistar/anatomia & histologia
Linho/efeitos adversos
Epididimo/anatomia & histologia
-Túbulos Seminíferos/anatomia & histologia
Células de Sertoli
Vimentina
Técnicas Histológicas/veterinária
Fitoestrógenos/efeitos adversos
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: lil-749138
Autor: Barra, Alexandre de Almeida; Albergaria, Daniela Andrade; Mariano, Felipe da Mota; Dantas, Jacqueline Braga; Pinto, Kelerson Mauro de Castro; Resende, Natalia Maira.
Título: Terapias alternativas no climatério / Alternative therapies in climacteric
Fonte: Femina;42(1):27-31, jan-fev. 2014.
Idioma: pt.
Resumo: O climatério representa um fenômeno de transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva, caracterizando um estado fisiológico de hipoestrogenismo progressivo. Existe, atualmente, muito interesse e procura por terapias alternativas à terapia hormonal (TH), uma vez que alguns estudos sugerem que a TH pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e câncer de mama. Objetiva-se identificar na literatura evidências recentes acerca dos benefícios das terapias alternativas à TH na redução dos sintomas climatéricos. Dessa forma, foi realizada uma revisão na literatura por meio de consulta nas principais bases de dados e no site Up to date utilizando como estratégia de busca combinação entre as palavras climatério, atividade física, ioga, técnicas de relaxamento, acupuntura, fitoestrogênios, e antidepressivos priorizando artigos mais recentes e com maior nível de evidência. Os resultados demonstraram que, paulatinamente, a terapia não hormonal tem ganhado espaço no tratamento dos sintomas climatéricos, por diversas razões. Entretanto, são necessários mais estudos controlados/randomizados para mostrar eficácia das diversas modalidades de terapia alternativa e também para delinear o perfil das pacientes que teriam maior benefício com esse tipo de tratamento, pois existe um grupo de mulheres que ainda se beneficiam da TH devido a não adaptação às terapias alternativas.(AU)

The climacteric is a phase of transition between the reproductive and the non-reproductive stage, featuring a progressive physiological state of hypoestrogenism. There is a current and increasing demand for alternative therapies to hormone therapy (HT), since same studies suggest that HT may significantly increase the risk of developing cardiovascular disease and breast cancer. This study aims to identify recent evidence in the literature about the benefits of alternative therapies to HT in reducing climacteric symptoms. Thereby, we conducted a literature review in the main database and the website Up To Date, researching the combination between the words climacteric, physical activity, yoga, relaxation techniques, acupuncture, phytoestrogens and antidepressants. The most recent articles with highest level of evidence were prioritized. The results showed that, gradually, alternative therapies to hormones have gained reliability in the treatment of climacteric symptoms for several reasons. However, additional controlled studies / trials are needed to show efficacy of various forms of alternative therapy and also to outline the profile of patients who would most benefit from this type of treatment. Besides, there is a group of women who would still benefit from HT since they are maladapted to alternative therapies.(AU)
Descritores: Terapias Complementares/métodos
Climatério
Fogachos/prevenção & controle
Fogachos/terapia
-Ioga
Exercício Físico
Bases de Dados Bibliográficas
Acupuntura
Fitoestrógenos
Antidepressivos
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-907487
Autor: Leiva, Bárbara; Carrasco, Ivo; Montenegro, Iván; Gaete, Leonardo; Lemus, Igor; Tchernitchin, Andrei; Bustamante, Rodrigo; Párraga, Mario; Villena, Joan.
Título: Equol and daidzein decrease migration, invasion and matrix metalloproteinase (MMPs) gene expression in prostate cancer cell lines, DU-145 and PC-3 / Equol y daidzeina disminuyen la migración, invasión y la expresión génica de metaloproteinasa de la matriz(MMPs) en las líneas celulares prostáticas cancerosas DU-145 y PC-3
Fonte: Bol. latinoam. Caribe plantas med. aromát;14(3):251-262, mayo 2015. tab, ilus, graf.
Idioma: en.
Resumo: This search is focused on the study of diet compounds that may have any potential chemopreventive effect against cancer. Some compounds that fulfill this requirement are phytoestrogens. Among them we find genistein (1), the most studied, daidzein (2) and equol (3) (figure 1). To compare the sensitivities of different prostate cancer cells to phytoestrogen treatment, sulphorhodamine B dye assay was performed to determine cell viability. DU-145 and PC-3 prostate cancer cell lines treated with various doses of phytoestrogen (0-12.5-25-50 and 100 μM) for different times (24, 48 and 72h). For cell invasion or migration assay cells were seeded in a Transwell chamber with or without coating Matrigel respectively. DU-145 and PC-3 cells were treated previously with phytoestrogen (50 μM) for 24h. The study showed that equol, daidzein and genistein inhibited migration and invasion in prostate cancer cell lines. Moreover, we analyzed the effects of phytoestrogens in MMP-2 and MMP-9 mRNA expression by RT-PCR. The results indicated that equol, daidzein and genistein diminished the expression of MMP-2 and MMP-9 in a cell-dependent manner. Our data suggested that equol, daidzein and genistein inhibited migration and invasion in prostate cancer cell lines. Moreover, the results also suggest that down-regulation of MMP-2 and MMP- 9 might be involved in the inhibition of invasion of PC-3 and DU-145 cells after genistein, daidzein and equol treatment.

Este trabajo se centra en el estudio de los compuestos de dieta que pueden tener potencial efecto quimiopreventivo contra el cáncer. Algunos de estos compuestos son los fitoestrógenos. Entre ellos encontramos la genisteína (1), el más estudiado, la daidzeína (2) y el equol (3) (figura 1). Para comparar el efecto de estos fitoestrogenos sobre las líneas celulares de cáncer de próstata, DU-145 y PC-3, se utilizó el ensayo de sulforodamina B para determinar la viabilidad celular tras los tratamientos con diferentes concentraciones de fitoestrógenos (0-12.5-25-50-100 μM) durante diferentes tiempos (24, 48, 72 h). Para analizar el efecto sobre la migración celular, las células DU-145 y PC-3 fueron tratadas previamente con una concentración de fitoestrógrno (50 μM) durante 24 horas y sembradas en una cámara Transwell sin recubrir. El estudio mostró que el equol, daidzeína y genisteína inhibió en MMP-2 y MMP-9 expresiones de genes en líneas celulares de cáncer de próstata, la PC-3 y DU-145. Los resultados indicaron que la daidzeína disminuyó la expresión de MMP- 2 y MMP-9 en DU-145 células. Nuestros datos sugieren que equol, daidzeína y genisteína inhiben la migración y la invasión de líneas celulares de cáncer de próstata.
Descritores: Equol/farmacologia
Genisteína/farmacologia
Isoflavonas/farmacologia
Neoplasias da Próstata
-Linhagem Celular Tumoral
Movimento Celular
Proliferação de Células
Dieta
Inibidores de Metaloproteinases de Matriz
Invasividade Neoplásica/prevenção & controle
Fitoestrógenos/farmacologia
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-878516
Autor: Yáñez Soto, Pablo Andrés.
Título: Evaluación de respuestas de tipo estrogénico, genómicas y no-genómicas, de un extracto de planta nativa / Evaluation of estrogenic, genomic and non-genomic responses of a native plant extract.
Fonte: Santiago de Chile; s.n; 2008. 55 p. tab, graf, ilus.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad de Chile para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Actualmente el interés por los principios activos de origen vegetal se ha incrementado debido, en parte, a la menor incidencia de efectos adversos atribuibles a estas terapias, en comparación con las tradicionales. El conocimiento sobre principios activos de origen vegetal se basa, por un lado, en el uso empírico de plantas originarias como agentes terapéuticos por los grupos étnicos y, por otro, en el estudio científico de los mismos, el que ha adquirido mayor relevancia. Entre los vegetales sometidos a estudios en el último tiempo, encontramos aquellos que contienen fitoestrógenos dentro de su composición. Estos compuestos presentan estructuras y propiedades físico-químicas similares a los estrógenos. Algunos de ellos provocan respuestas, tanto in vivo como in vitro, semejantes a las atribuidas a los estrógenos. Es sabido que durante el climaterio, los niveles de estrógenos endógenos disminuyen, lo que conlleva a la aparición de síntomas y signos propios de este período y que deterioran la calidad de vida de las mujeres, entre ellos la inestabilidad vasomotora y atrofia genitourinaria. Como tratamiento a estos síntomas propios del climaterio surgieron las terapias de reemplazo hormonal. Si bien es cierto, éstas mejoran la calidad de vida de las mujeres sometidas a ellas, llevan también implícito un aumento en el riesgo relativo de patologías relacionadas con la estimulación hormonal. Es así, como algunos autores describen un aumento en la incidencia de cáncer de mama y/o endometrio en pacientes sometidas a este tipo de tratamientos. Numerosos estudios poblacionales han asociado el consumo de dietas ricas en soya, vegetal que contiene altas cantidades de fitoestrógenos, a una menor prevalencia de cáncer de mama y otros procesos neoplásicos. El interés en los vegetales ricos en fitoestrógenos como alternativas terapéuticas, nos ha llevado a desarrollar la presente investigación, la que buscó comparar el efecto de tipo estrogénico de una planta nativa con propiedades medicinales empíricas, usada en desórdenes menstruales, con el efecto producido por el 17ß-estradiol. Para esto se expuso a ratas pre-púberes a un extracto de esta planta y se observaron sus efectos, en tejidos uterinos. Las variables analizadas fueron la presencia de edema en estroma uterino (respuesta no-genómica) y la hipertrofia celular del miometrio (respuesta genómica). Concluimos que el extracto aumenta el edema en el estroma profundo producido por 17ß-estradiol a las 6 horas post-exposición y que no hubo modificación en la respuesta hipertrófica celular en ninguno de los grupos expuestos a extracto vegetal. Además se realizó análisis cromatográfico del extracto, encontrándose ± 1 µg/mL de genistina, que estructuralmente representa a la glicosilación de genisteína. Nuestros resultados mostraron una disociación de dos diferentes respuestas de tipo estrogénicas, por efecto del extracto de planta nativa, lo que podría llegar a ser una herramienta útil en tratamientos en los cuales es necesario potenciar algunas respuestas a estrógenos sin activar aquellas que pueden desencadenar efectos deletéreos, como es el caso de procesos neoplásicos. Es necesario entonces ahondar en el conocimiento de los mecanismos fisiológicos y potencial farmacológico de estas plantas nativas como agentes terapéuticos.
Descritores: Fitoestrógenos
Extratos Vegetais
Plantas Medicinais
-Cromatografia
Modelos Animais
Limites: Animais
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-878515
Autor: Arenas Zamora, Claudio.
Título: Efectos de fitoestrógenos presentes en un extracto de planta medicinal sobre algunas respuestas estrogénicas genómicas y no genómicas en útero de rata prepúber / Effects of phytoestrogens present in a medicinal plant extract on some genomic and non-genomic estrogenic responses in prepubertal rat uterus.
Fonte: Santiago de Chile; s.n; 2009. [69] p. tab, graf, ilus.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad de Chile para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Las acciones estrogénicas de los fitoestrógenos han sido ampliamente estudiadas en las últimas décadas. Estos efectos agonistas y/o antagonistas estrogénicos en diversos órganos, despertó el interés de la comunidad científica en la medicina tradicional y ancestral. El presente estudio in vivo, se realizó en útero de ratas impúberes de 21 días de edad, tratadas con dos extractos preparados a partir de la misma planta medicinal, pero procesados de forma distinta. Las ratas fueron inyectadas subcutáneamente con cada uno de los extractos o su vehículo y/o 17ß estradiol; los cuernos uterinos fueron extraídos 6 y 24 h post-tratamiento y luego procesados histológicamente. Las variables no genómicas evaluadas fueron: número de eosinófilos uterinos, su distribución dentro del útero, porcentaje de eosinófilos degranulados y edema en estroma endometrial profundo y superficial. Entre las respuestas genómicas se evaluó hipertrofia celular en miometrio circular. En ausencia de estradiol, los extractos 21a (solución hidroalcohólica) y 22a (solución etanólica) no inducen eosinofilia uterina, pero generan edema en estroma, aunque de menor magnitud que el generado por estrógeno. Los dos extractos generaron una hipertrofia de miometrio circular de magnitud comparable a la generada por estradiol. La administración del extracto 21a, previo a la administración de 17ß estradiol, disminuyó drásticamente la eosinofilia, efecto que no fue generado por el extracto 22a. Sin embargo, con ambos extractos se evidenció una mayor proporción de eosinófilos en los tejidos más profundos de útero (miometrio circular y estroma) y una mayor proporción de degranulados, en comparación a lo observado con 17ß estradiol. La administración de cada extracto asociado a 17ß estradiol, generó edema endometrial de mayor magnitud al generado por estrógeno, para el caso del extracto 22a la máxima respuesta se observó a las 6 h y para el extracto 21a a las 24 h. Se observó un efecto potenciador de la hipertrofia celular de miometrio circular a las 24 h, luego de administrar los extractos asociados a 17ß estradiol. El extracto 21a mostró la capacidad de generar respuestas no genómicas (edema) y genómicas (hipertrofia), e inhibir la eosinofilia en útero de rata prepúber, por lo que posee algún principio activo con capacidad de disociar respuestas estrogénicas. Se hace necesario evaluar otras respuestas estrogénicas consideradas de riesgo, tales como hiperplasia uterina para visualizar potenciales aplicaciones terapéuticas.
Descritores: Genômica
Fitoestrógenos
Extratos Vegetais
-Técnicas In Vitro
Modelos Animais
Limites: Animais
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-878511
Autor: Medina Galleguillos, Valeria Denisse.
Título: Evaluación de la actividad estrogénica de un extracto de planta medicinal endémica en útero de rata pre-púber y de su toxicidad oral aguda en ratas adultas / Evaluation of the estrogenic activity of an endemic medicinal plant extract in the pre-pubic rat uterus and its acute oral toxicity in adult rats.
Fonte: Santiago de Chile; s.n; 2010. 52 p. tab, graf.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad de Chile para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: La administración de 17-ß estradiol (E2) vía subcutánea desencadena una serie de conocidas respuestas estrogénicas a nivel uterino, clasificadas como tempranas y tardías. Estas respuestas también han sido observadas tras la administración de ciertos compuestos polifenólicos, conocidos como fitoestrógenos (FE), los cuales pueden actuar como agonistas, antagonistas o moduladores selectivos de receptores estrogénicos. Los FE se encuentran en grandes cantidades en especies vegetales como Glicine max (poroto de soja) y trébol rojo. Por otra parte, muchas especies vegetales de nuestro país han sido usadas durante siglos por los pueblos originarios de Chile con propósitos medicinales. Por lo anterior, el análisis de estas plantas y de sus componentes, es una estrategia atractiva en la búsqueda de nuevos principios activos. Una planta del sur de nuestro país fue seleccionada debido a los antecedentes de su uso folklórico en la interrupción del embarazo o como reguladora del ciclo menstrual (emenagogo), siendo ambos efectos estrogénicos alcanzados a diferentes dosis. Se obtuvo un extracto etanólico de esta planta y cuatro fracciones utilizando solventes de distintas polaridades. Una de esas fracciones fue escogida debido a su gran actividad en estudios preliminares y se designó como la fracción polar 185a4. La fracción 185a4 fue usada para llevar a cabo varios estudios in vivo en útero de rata pre-púber, en los cuales se evaluaron respuestas estrogénicas tempranas, tales como edema y eosinofilia. Se dispuso cuatro grupos de ratas (n=20) de 21 días de edad, que recibieron uno de los siguientes tratamientos vía sc.: 1.- vehículo (control negativo); 2.- estradiol 300 g/k de peso (control positivo); 3.- fracción 185a4; 4.- fracción 185a4 seguido una hora más tarde de E2; Se analizaron las respuestas a 6 y 24 horas post tratamiento. A 24 horas de administrada la fracción, se observó la presencia de edema y eosinofilia en el tejido uterino. Además, se observó un efecto antagonista en ambas respuestas a las 6 h. y sinergia en la respuesta edematosa a las 24 h. post administración del tratamiento combinado. También se evaluaron respuestas estrogénicas tardías, tales como mitosis e hipertrofia celular. No se observó hipertrofia como efecto de la fracción, pero se evidenció un significativo aumento de las mitosis en ambos tiempos, siendo la respuesta mitótica a 24 h. significativamente menor a la inducida por E2. No se observaron efectosantagónicos sobre ambas respuestas a 6 ni a 24 h tras la administración del tratamiento combinado. Adicionalmente se realizó la caracterización química del extracto 185a. De acuerdo con nuestros resultados, la presencia de FE incluyendo genisteína, daidzeína, biochanina A y formononetina fue descartada; Por el contrario, la presencia de kaempferol y apigenina fue confirmada. Finalmente, se realizó un test toxicológico en ratas adultas usando una dosis oral aguda de 5g/kg de peso corporal de rata. Durante el período de observación (14 días) posterior a la administración del extracto no se identificaron signos de toxicidad como pérdida de peso corporal, diarrea, irritación de las mucosas o hemorragias. Los análisis histopatológicos de hígado, riñón y cerebro confirmaron que el extracto de la planta no presenta efectos tóxicos a las dosis ensayadas. Dado lo anterior, podemos inferir que el extracto 185a4 posee actividad estrogénica, la que se expresa a través de las respuestas antes descritas para E2 y que su dosis tóxica en ratas es superior a 5g/kg de peso corporal
Descritores: Fitoestrógenos
Extratos Vegetais
Testes de Toxicidade Aguda
-Chile
Modelos Animais
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-878510
Autor: Gutiérrez de la Parra, Juan Enrique.
Título: Efecto estrogénico en útero de rata prepúber y estudio toxicológico en ratas adultas de una planta medicinal chilena / Estrogen effect in prepubertal rat uterus and toxicological study in adult rats of a Chilean medicinal plant.
Fonte: Santiago de Chile; s.n; 2010. 50 p. tab, graf, ilus.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad de Chile para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Los estrógenos ejercen diversas acciones biológicas que incluyen proliferación y diferenciación de un gran número de células. Las actividades biológicas de los estrógenos son mediadas a través de dos receptores estrogénicos (RE) distintos, REα y REß, los que son miembros de una superfamilia de receptores nucleares. El mecanismo de acción de los estrógenos involucra su unión al RE seguido de la dimerización de éste y unión a elementos de respuesta a estrógenos (EREs) ubicados en los promotores de los genes blanco. Los dos RE exhiben distintos patrones de distribución en los tejidos y tienen la capacidad de unirse a diferentes ligandos con diversas propiedades de transactivación. Estas diferencias pueden contribuir a la acción selectiva de los agonistas y antagonistas de RE en diferentes tejidos. Los RE pueden ser blancos farmacéuticos para mejorar la terapia de reemplazo hormonal (TRH) en mujeres post-menopáusicas y para nuevas drogas de quimioterapia en cánceres hormono-dependientes. La TRH puede restaurar los niveles de estrógeno pero incrementa en la mujer los riegos de enfermedades cardiovasculares, demencia y cáncer de mamas. Algunos estudios señalan que el REα está involucrado en la proliferación de células en cáncer de mamas, mientras que se ha demostrado que el REß actúa en la supresión de tumores. Entre los compuestos que pueden unirse a los RE, se encuentran los moduladores selectivos de RE (SERMs) que tiene la habilidad de actuar como agonistas o antagonistas dependiendo del contexto celular o la isoforma de RE involucrado. Algunos SERMs como raloxifeno y tamoxifeno son usados en clínica para el tratamiento de osteoporosis y cáncer de mamas estrógeno dependiente. Los fitoestrógenos (FE) son compuestos derivados de plantas que pueden imitar o modular la acción que producen los estrógenos endógenos por unión a los RE. Estos grupos de compuestos incluyen flavonoides, cumestanos y lignanos. Las características estructurales de los FE permiten su unión a RE y pueden exhibir actividad estrogénica o antiestrogénica. La mayor parte de los FE usados en TRH activa ambos sub-tipos de RE. Los FE presentan distinta afinidad por las diferentes isoformas de los RE, por lo que podríamos obtener de ellos las respuestas beneficiosas deseables y evitar las de riesgo. La búsqueda de nuevos principios activos o de compuestos con actividad estrogénica que sean inocuos para el ser humano representa una buena estrategia para contribuir a la TRH.
Descritores: Fitoestrógenos
Extratos Vegetais
Testes de Toxicidade Aguda
-Chile
Modelos Animais
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Tunes, Urbino da Rocha
Id: biblio-853381
Autor: Tunes, Roberto S; Duarte, Poliana Mendes; Tunes, Roberta S; Tunes, Urbino da Rocha; Nogueira Filho, Getúlio da Rocha.
Título: Fitoestrógenos na periodontia: um futuro promissor? / Phytoestrogens in periodontics: a promising future?
Fonte: Periodontia;14(01):46-50, mar.2004.
Idioma: pt.
Resumo: Estudos têm estabelecido uma relação entre osteopenia, osteoporose e doença periodontal, em que a perda de massa óssea sistêmica foi relacionada com a perda dental pela reabsorção do osso alveolar de sustentação. No intuito de inibir a perda óssea provocada pela osteoporose, a literatura médica tem sugerido o uso de drogas que atuam na fisiopatologia óssea como os estrógenos. os bisfosfonatos, os flavonóides sintéticos e mais recentemente os fitoestrógenos naturais. Os fitoestrógenos (flavonóides naturais) são substâncias encontradas naturalmente no gérmen de soja e que têm sido indicados na prevenção da osteoporose. devido à sua ação direta no metabolismo ósseo. Além disso, tem sido destacado seu efeito anti-inflamatório moderado. Logo. este trabalho visa apresentar e questionar os possíveis benefícios deste novo medicamento na perda óssea periodontal.
Descritores: Doenças Ósseas Metabólicas
Doenças Periodontais
Fitoestrógenos
Responsável: BR243.1 - Serviço Técnico de Biblioteca e Documentação


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Id: biblio-848106
Autor: Sandini, Thaísa Meira.
Título: Avaliação dos efeitos da exposição prolongada às isoflavonas em ratas na senescência: aspectos comportamentais, bioquímicos e anatomopatológicos / Evaluation of the effects of prolonged isoflavones exposure in rats on senescence: behavioral, biochemical and anatomopathological aspects.
Fonte: São Paulo; s.n; 2017. 174 p. graf, tab, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O envelhecimento é um processo acompanhado por uma série de mudanças físicas, fisiológicas e psicológicas, além de ser caracterizado pelo declínio de diferentes funções motoras e cognitivas, que afetam a independência do idoso. Particularmente na mulher, um acompanhante inevitável do envelhecimento é a menopausa. Desse modo, é natural o interesse em medidas terapêuticas que possam ser utilizadas para minimizar os sintomas da menopausa, bem como o prejuízo motor e cognitivo. Assim, o presente estudo teve como objetivo (i) avaliar o efeito da idade nos aspectos comportamentais, neuroquímicos e de ácidos graxos poli-insaturados em ratas jovens (3 meses de idade), de meia-idade (12 meses de idade) e senescentes (18 meses de idade); e, (ii) avaliar os efeitos da administração prolongada (90 dias) de diferentes doses (50, 100 e 200 mg/kg/dia) de isoflavonas (ISOs) no perfil comportamental, na análise bioquímica sérica e de estradiol, na quantificação dos níveis de neurotransmissores encefálicos e achados anatomopatológicos em ratas de meia-idade. Os resultados da primeira etapa mostraram que: ratas com 12 e 18 meses de idade apresentaram: 1) diminuição da frequência de levantar e de grooming no campo aberto; 2) aumento do comportamento tipo-ansioso no labirinto em cruz elevado e na caixa claro-escuro; 3) prejuízo na memória espacial observada no labirinto de Barnes; 4) diminuição, sobretudo, nos níveis de dopamina e de seus metabólitos no córtex pré-frontal (CPF), no hipotálamo, no hipocampo e no estriado; 5) diminuição dos níveis dos hidróxidos 12 e 15/14 do ácido araquidônico (AA) no CPF de ratas com 18 meses de idade. Esses dados em conjunto evidenciam prejuízo motor e cognitivo, aumento do comportamento tipo-ansioso, bem como redução nos níveis de monoaminas e dos hidróxidos do AA com o avanço da idade das ratas. Em relação ao tratamento prolongado com diferentes doses de ISOs em ratas de meia-idade, os resultados mostraram que: 1) não houve alterações motoras e no comportamento tipo-ansioso; 2) evidenciou melhora no desempenho cognitivo espacial; 3) mostrou aumento nos níveis séricos de estradiol e 4) promoveu aumento nos níveis de glutamato e de GABA no CPF e no hipotálamo. Esses achados sugerem que o tratamento prolongado com diferentes doses de ISOs em ratas de meia-idade, foi capaz de melhorar a performance cognitiva espacial e esse efeito pode ser associado ao aumento dos níveis de estrógeno, bem como ao aumento dos níveis de glutamato e de GABA no córtex pré-frontal e no hipotálamo, evidenciando também um possível efeito neuroprotetor das ISOs em ambas regiões.

Aging is a process accompanied by a series of physical, physiological and psychological changes, besides being characterized by the decline of different motor and cognitive functions, which affect the independence of the elderly. Specifically, in women, an inevitable companion of aging is menopause. Therefore, it is of high interest therapeutic procedures that can be used to reduce the symptoms of menopause, as well as motor and cognitive impairment. Thus, the present study aimed to (i) evaluate the effect of age on behavioral, neurochemical and polyunsaturated fatty acids aspects in young (3 months old), middle-aged (12 months old) and senescent (18 months of age) female rats; and (ii) to evaluate the effects of prolonged (90 days) administration of different doses (50, 100 and 200 mg/kg/day) of isoflavones (ISOs) in the behavioral profile, biochemical and estradiol serum analysis, brain neurotransmitters levels and anatomopathological findings in middle-aged rats. Our first results showed that rats at 12 and 18 months of age: 1) presented a decrease in rearing and grooming frequency in the open field; 2) increase of anxiety-like behavior in the elevated plus maze and light-dark box; 3) spatial memory impairment observed in the Barnes maze; 4) a decrease mainly in the levels of dopamine and its metabolites in the prefrontal cortex (PFC), hypothalamus, hippocampus and striatum; 5) decreased levels of 12 and 15/14 arachidonic acid (AA) hydroxides in the PFC in 18-month old rats . These data altogether show motor and cognitive impairment, increase in anxiety-like behavior, as well as reductions in monoamine levels and AA hydroxides as the rat age progresses. Regarding the prolonged treatment with different doses of ISOs in middle-aged rats, the results showed that: 1) there were no motor or anxiety-like behavior alterations; 2) there was an improvement in spatial cognitive performance; 3) increase in serum estradiol levels and 4) increase in glutamate and GABA levels in the PFC and hypothalamus. These findings suggest that prolonged treatment with different doses of ISOs could improve spatial cognitive performance and that this effect may be associated with increased estrogen levels, as well as increased levels of glutamate and GABA in the prefrontal cortex and hypothalamus, evidencing a possible neuroprotective effect of ISOs in both regions.
Descritores: Comportamento
Isoflavonas/efeitos adversos
-Envelhecimento/metabolismo
Isoflavonas/administração & dosagem
Memória
Menopausa/fisiologia
Fitoestrógenos
Limites: Animais
Feminino
Ratos
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T615.9, S213a. 30100022311-F



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