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Id: biblio-1281901
Autor: Selzer Soria, Erika M; Malla, Ivone.
Título: Tratamiento de infección por virus hepatitis C con nuevos antivirales en pediatría: a propósito de un caso / Treatment of hepatitis C virus infection with new direct-acting antivirals agents in pediatrics. Case report
Fonte: Arch. argent. pediatr;119(4):e360-e363, agosto 2021. tab.
Idioma: es.
Resumo: La infección por virus de la hepatitis C en pediatría se produce principalmente por transmisión vertical. La historia natural en niños consiste en alta tasa de eliminación espontánea, infección asintomática o cambios histológicos mínimos. Las complicaciones suelen observarse en la adolescencia o en la edad adulta. El tratamiento clásico con interferón pegilado y ribavirina presenta efectos adversos, es de duración prolongada y logra una respuesta virológica sostenida (RVS) en el 50 % de los pacientes con infección por genotipo 1. Los nuevos antivirales de acción directa se encuentran disponibles para su indicación a partir de los 12 años, con excelente tolerancia y alta tasa de RVS. Se sugiere conducta terapéutica expectante en pacientes asintomáticos hasta acceder a la medicación. Reportamos el caso de un adolescente con hepatitis C crónica sin cirrosis que recibió tratamiento durante 12 semanas con ledipasvir/sofosbuvir y se logró una RVS.

Hepatitis C virus infection in children occurs mainly through vertical transmission. The natural history at this age consists in a high rate of spontaneous clearance, asymptomatic infection, or minimal histological changes. Disease complications are commonly seen in adolescence or adulthood. The classic treatment with pegylated interferon and ribavirin presents adverse effects, prolonged duration and achieves sustained viral response (SVR) in 50 % of patients with genotype 1 infection (the most frequent). New direct-acting antiviral treatments have been available in recent years for their indication from 12 years of age with excellent tolerance and a high SVR rate. Expectant therapeutic behavior is suggested in asymptomatic patients until they can access to them. We report the case of an adolescent with chronic hepatitis C without cirrhosis who received 12 weeks treatment with ledipasvir/sofosbuvir, achieving SVR.
Descritores: Antivirais
Hepatite C/terapia
Hepacivirus
-Resposta Viral Sustentada
Limites: Humanos
Masculino
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


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Id: biblio-849337
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais.
Título: Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para hepatite C e coinfecções / Clinical protocol and therapeutic guidelines for hepatitis C and coinfections.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2017.
Idioma: pt.
Descritores: Protocolos Clínicos/normas
Hepatite C/epidemiologia
Guias de Prática Clínica como Assunto
Coinfecção
-Antivirais/uso terapêutico
Brasil/epidemiologia
Análise Custo-Benefício
Hepatite C/tratamento farmacológico
Hepacivirus
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 772 LILACS  
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Id: biblio-874923
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Simeprevir, sofosbuvir e daclatasvir no tratamento da hepatite crônica tipo C e coinfecções / Simeprevir, sofosbuvir and daclatasvir in the treatment of chronic hepatitis C and coinfections.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2015. tab, graf, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: O tratamento da hepatite C passa por grandes modificações à medida que se desenvolvem e se disponibilizam novos agentes antivirais que podem compor tratamentos totalmente orais com eficácia e segurança superiores aos esquemas baseados em interferonas. Tais esquemas, além de apresentar eficácia abaixo de 70% de resposta virológica sustentada ­ RVS (desfecho usado nos estudos com a hepatite C, reflete a negativação sanguínea do vírus na 12ª semana após o fim do tratamento), para a terapia tripla (alfapeginterferona + ribavirina + inibidor de protease), e inferior a 60% na terapia dupla (alfapeginterferona + ribavirina). Porém, esses resultados são abalados em cenários reais devido às altas taxas de abandono motivadas por eventos adversos e pela complexidade e duração dos tratamentos. A falha de mais de 30% dos tratamentos vem contribuindo no mundo todo e também no Brasil para a manutenção de uma população que mesmo recebendo tratamento continua com a doença em evolução, transmitindo o vírus HCV e produzindo novos casos. Nesse contexto, novos tratamentos mais eficazes e seguros são esperados pela comunidade científica, pelos governos e pelos pacientes. Face à recente autorização do registro no Brasil pela ANVISA de novos agentes antivirais de ação direta, a Secretaria de Vigilância em Saúde ­ SVS propõe a reformulação do protocolo de tratamento da hepatite C de modo a, 1) excluir os inibidores de protease: boceprevir e telaprevir, incorporados em 2013 em associação com peginterferona e ribavirina para os pacientes monoinfectados pelo genotipo 1 e 2) incluir três novos antivirais de ação direta (sofosbuvir, simeprevir e daclatasvir) que em associação serão usados para o tratamento de indivíduos com fibrose avançada ou cirrose compensada, monoinfectados pelos genótipos 1 a 4 ou coinfectados por esses genótipos e o HIV-1, bem como pessoas com manifestações extra-hepáticas da doença. Este relatório foi elaborado de forma conjunta pelo Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde/SCTIE e Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais/SVS como resposta à demanda de incorporação desses medicamentos protocolada na CONITEC devendo ser revisto caso surjam novas evidencias não consideradas neste trabalho. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Em função da grande produção de conhecimento a respeito dos antivirais de ação direta, realizou-se uma revisão sistemática a fim de abranger todo o universo de medicamentos que poderiam potencialmente ser comparados no tratamento dessa doença. A análise dos estudos recuperados revelou um quantitativo de cerca de 25 medicamentos diferentes que compõem tratamentos totalmente orais ou em associação com alfapeginterferona e ribavirina. Em variadas situações, a eficácia (avaliada pela taxa de RVS), desses novos medicamentos, quando usados em associação, varia entre 80 e 100% para esquemas de tratamento de 12 a 24 semanas. Alguns estudos demonstraram eficácia superior a 80% nas taxas de RVS também em pacientes com cirrose e previamente tratados, sabidamente os grupos que apresentam os piores resultados com os esquemas com interferonas. Além do tratamento em menor tempo, (12 a 24 semanas para os novos tratamentos contra até 72 semanas nos esquemas com interferonas) as associações com os novos agentes requerem a utilização de dois comprimidos orais por dia e apresentam um melhor perfil de segurança quando comparados ao uso da alfapeginterferona e dos inibidores de protease boceprevir e telaprevir. Os estudos localizados não relatavam sobre a redução ou regressão do comprometimento da função hepática, necessidade de transplantes ou morte. DECISÃO: A CONITEC deliberou, por unanimidade, recomendar a incorporação dos medicamentos sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir para o tratamento da hepatite viral C crônica. Tal recomendação fica condicionada: 1. à revisão do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de hepatite viral C; 2. à priorização dos indivíduos com fibrose avançada (METAVIR F3 ou F4); 3. ao acesso à informação e esclarecimento dos pacientes sobre a prevenção e os objetivos do tratamento, benefícios e riscos esperados; 4. à redução de preços a partir das propostas iniciais apresentadas pelos fabricantes, não considerados volumes mínimos de compra; 5. às condições de comercialização, tais como negociação e renegociação de estoque e pagamento por sucesso terapêutico; 6. à exclusão dos medicamentos boceprevir e telaprevir, ressaltando-se que os pacientes já em uso desses medicamentos terão seus tratamentos garantidos mediante os critérios do PCDT vigente, sem qualquer prejuízo até a efetiva implementação dos novos tratamentos. DECISÃO: PORTARIA Nº 29, de 22 de junho de 2015 - Torna pública a decisão de incorporar os medicamentos sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir para o tratamento da hepatite viral C crônica no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Antivirais/administração & dosagem
Hepatite C Crônica/tratamento farmacológico
Coinfecção
Simeprevir/administração & dosagem
Sofosbuvir/administração & dosagem
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1141141
Autor: Prieto Pozo, Alfonso Agustín; Salvador Sagüez, Francisco Luis Daniel.
Título: VIH y SARS-CoV-2: aspectos a considerar para enfrentar esta nueva pandemia / HIV and SARS-CoV-2: points to consider to face this new pandemic
Fonte: Medwave;20(9):e8049, 30-10-2020.
Idioma: en; es.
Resumo: En diciembre de 2019 una nueva especie de ß-coronavirus causante de neumonía fue identificada en la ciudad China de Wuhan, el cual posteriormente fue denominado SARS-CoV-2. Este virus de ácido ribonucleico presenta ciertas similitudes con otros virus del mismo material genético, dentro de ellos se ha visto que la infección por virus de la inmunodeficiencia humana se asemeja en diversos aspectos a la infección por SARS-CoV-2. En este comentario presentamos algunas de las similitudes virológicas, inmunológicas, clínicas y farmacológicas entre estos dos virus, las cuales podrían permitirnos entender de mejor manera la inmunopatogenia de COVID-19, así como también tomar algunas decisiones en cuanto al manejo antiviral.

In December 2019, a new species of pneumonia-causing betacoronavirus was identified in Wuhan, China, which was later identified as SARS-CoV-2. This RNA virus presents certain similarities with other viruses of the same genetic material. It has been seen that infection by human immunodeficiency virus resembles the infection by SARS-CoV-2 in various aspects. In this comment, we present some of the virological, immunological, clinical, and pharmacological similarities between HIV and SARS-CoV-2, which could allow us to understand the immunopathogenesis of COVID-19 better, as well as make some decisions in regarding antiviral management.
Descritores: Infecções por HIV/virologia
HIV/isolamento & purificação
SARS-CoV-2/isolamento & purificação
COVID-19/virologia
-Antivirais/farmacologia
Infecções por HIV/imunologia
HIV/imunologia
Pandemias
SARS-CoV-2/imunologia
COVID-19/imunologia
COVID-19/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1096806
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Remdesivir para tratamento de pacientes com COVID-19 / Remdesivir for the treatment of patients with COVID-19.
Fonte: s.l; s.n; maio 2020.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: O Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (abreviado para SARSCoV-2, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), anteriormente conhecido como novo coronavírus (2019-nCoV), é um agente zoonótico recémemergente que surgiu em dezembro de 2019, em Wuhan, China. O referido vírus causa manifestações respiratórias, digestivas e sistêmicas, que se articulam na doença denominada COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019) (1). Ainda não há informações robustas sobre a história natural da doença, tampouco sobre as medidas de efetividade para manejo clínico dos casos de infecção pelo COVID19, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­ entre 5% e 10% dos casos ­, requerendo tratamento especializado em unidades de terapia intensiva (UTI) (2). Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária. TECNOLOGIA: O remdesivir (RDV) é um medicamento de atividade antiviral de amplo espectro contra vírus de ácido ribonucleico (ribonucleic acid, RNA), desenvolvido em 2017 como uma opção de tratamento compassivo para a infecção pelo vírus Ebola, e posteriormente testado para síndrome respiratória do Oriente Médio (cujo agente causador é denominado MERS-CoV, do inglês Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus) e SARS-CoV (4). Seu mecanismo de ação parece interferir na síntese da RNA polimerase viral, causando atraso na terminação da cadeia e diminuição da produção de RNA viral. Cumpre ressaltar que, atualmente, o medicamento RDV ainda está em ensaios clínicos randomizados e foi aprovado para uso compassivo na Agência Europeia de Medicamentos (EMA, do inglês European Medicines Agency) e não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entretanto, tem sido descrito como a terapia mais promissora por ter uma potente atividade in vitro contra o SARSCoV-2. Nesse sentido, a Agência Norte-americana de Medicamentos e Alimentos (FDA, do inglês Food and Drug Administration) recomendou, por meio de uma carta, o uso emergencial do RDV, devido à publicação do Ensaio Clínico Randomizado (ECR) de Wang e col. (2020). OBJETIVO: O objetivo desta nota técnica é analisar as evidências científicas sobre a eficácia, efetividade e segurança do medicamento RDV para o tratamento de pacientes com COVID-19. METODOLOGIA: Foram realizadas buscas nas bases de dados Medline (via PubMed) e Embase, no banco de dados de publicações sobre COVID-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS) e no MedRxiv (base pre-print de artigos na área de saúde) (11), com acesso em 20 de abril de 2020 e renovação das buscas em 05 de maio de 2020. A seleção dos estudos foi realizada em duas etapas. Na primeira etapa, foram avaliados os títulos e resumos das publicações identificadas por meio da estratégia de busca e pré-selecionadas as publicações potencialmente elegíveis (fases 1 e 2). Na segunda etapa (fase 3), foi realizada a avaliação do texto na íntegra das publicações préselecionadas para a confirmação da elegibilidade. O processo de seleção foi realizado por meio da plataforma Rayyan. A busca nas plataformas MEDLINE (via PubMed), Embase, MedRxiv e no banco de dados sobre a Covid-19 da OMS resultou em 369 publicações (83 no PubMed, 101 no Embase, 92 no banco da OMS e 93 no MedRxiv), sendo que 71 eram duplicadas. Foram lidos os títulos e resumos das 137 publicações (fase 1 e 2), três estudos foram submetidos à leitura completa (fase 3): uma série de casos com 12 pacientes, um estudo de coorte com de uso compassivo do medicamento em pacientes com Covid-19 e uma revisão sistemática (RS) que comparou o RDV em comparação a placebo, outro medicamento ativo, RDV em outras doses ou esquemas, ou melhor tratamento de suporte. CONCLUSÕES: O primeiro ECR do RDV em comparação ao placebo foi publicado recentemente, porém, o estudo com pacientes adultos internados no hospital por COVID-19 grave não demostrou resultados estatisticamente significantes para nenhum desfecho avaliado. No entanto, a FDA autorizou o uso do RDV de forma emergencial nos EUA. Os resultados dos estudos devem ser interpretados com cautela, pois nenhum deles foi conclusivo para demonstrar a eficácia, efetividade e segurança do RDV, principalmente em razão da pequena quantidade de pacientes incluídos e da ausência de grupo comparador nos estudos observacionais. No dia 23 de março de 2020, o diretor geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou a realização de um grande estudo clínico para testar medicamentos com atividade antiviral contra o SARS-CoV-2 (21). Esse estudo já possui registro de protocolo (NCT04321616) e se propõe a avaliar os medicamentos remdesivir, lopinavir/ritonavir, cloroquina/hidroxicloroquina e interferon beta. Portanto, é necessário e prudente aguardar os resultados de estudos que serão divulgados em um horizonte temporal próximo para estimar o real benefício dessa tecnologia no tratamento de pacientes com a COVID-19.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1116144
Autor: Perú. Ministerio de Saud. Instituto Nacional de Salud.
Título: Efectividad y seguridad de Remdesivir en el tratamiento de COVID-19: actualización al 03 de junio de 2020 / Effectiveness and safety of Remdesivir in the treatment of COVID-19: update as of June 03, 2020.
Fonte: Lima; Instituto Nacional de Salud; jun. 2020.
Idioma: es.
Resumo: ANTECEDENTES: La enfermedad por el coronavirus 2019 (COVID-19), causada por el coronavirus 2 del Síndrome respiratorio agudo grave ó SARS-CoV-2 fue inicialmente reportada en Wuhan, China en diciembre de 2019. Alrededor de un 15% de los infectados desarrollará neumonía severa requiriendo soporte de oxígeno y un 5% adicional progresará a un estado crítico con insuficiencia respiratoria aguda hipoxémica, síndrome de distrés respiratorio agudo y falla multiorgánica que requerirá soporte ventilatorio. Remdesivir es un fármaco con actividad antiviral in vitro e in vivo para virus ARN, entre ellos SARS-CoV-2. En base a los resultados preclínicos, se iniciaron varios ensayos clínicos y algunos resultados iniciales han sido reportados. A la fecha, ha recibido la autorización para uso de Emergencia en COVID-19 severo en países como Estados Unidos, Japón y Corea del Sur. El presente documento representa la actualización de una revisión previa, para identificar nueva evidencia disponible sobre la efectividad y seguridad de Remdesivir. OBJETIVO: El objetivo de la revisión es identificar la evidencia disponible sobre la efectividad y seguridad de Remdesivir en el tratamiento de COVID-19. METODOLOGÍA: La pregunta abordada en la revisión fue: En pacientes con infección confirmada por SARS-CoV-2, ¿el uso de Remdesivir es efectivo y seguro?. Se consideró incluir estudios controlados y revisiones sistemáticas de este tipo de estudios. Para ello, se actualizó la búsqueda sistemática en las bases de datos MEDLINE (vía PubMed), Biblioteca Cochrane, Registro de estudios COVID-19 de Cochrane, Google Scholar, OMS y OPS y medRxiv, desde el 23 de abril de 2020 (última fecha de búsqueda de la Revisión Rápida No07-2020) hasta el 03 de junio de 2020. Según fuera aplicable, se evaluó el riesgo de sesgo y la calidad de la evidencia identificada. RESULTADOS: Se identificaron 4 estudios, dos ensayos clínicos aleatorios compararon el uso de Remdesivir versus placebo, un ensayo clínico evaluó la administración de Remdesivir por 5 días frente a 10 días de tratamiento y una revisión sistemática que incluyó a estos 3 estudios. La población incluida correspondió a pacientes con COVID-19 severo. La mediana del tiempo transcurrido entre el inicio de los síntomas hasta el inicio del tratamiento o la randomización osciló entre 8 a 11 días. Los ensayos clínicos tuvieron riesgo de sesgo bajo a alto. La revisión sistemática fue calificada con certeza general Baja. No se observó un efecto benéfico de Remdesivir respecto a desenlaces de eficacia como mortalidad, duración de ventilación mecánica invasiva, duración del soporte de oxígeno ni duración de la hospitalización. Los resultados de dos estudios fueron divergentes respecto a la mejoría /recuperación clínica. Remdesivir no se asoció a un incremento de eventos adversos, eventos adversos grado 3 o 4. La frecuencia de eventos adversos serios fue menor el grupo que recibió Remdesivir. Un ensayo clínico no mostró diferencias entre administrar Remdesivir por 5 días versus 10 días, en los desenlaces de eficacia evaluados. CONCLUSIONES: No se evidenció un beneficio con el uso de Remdesivir en los desenlaces de mortalidad, duración de ventilación mecánica invasiva, duración del soporte de oxígeno ni duración de la hospitalización. Los resultados de dos estudios fueron divergentes respecto a la mejoría /recuperación clínica. Remdesivir no se asoció a un incremento de eventos adversos, eventos adversos grado 3 o 4. La frecuencia de eventos adversos serios fue menor el grupo que recibió Remdesivir. La certeza de la evidencia fue Baja a Moderada. Un ensayo clínico no mostró diferencias entre administrar Remdesivir por 5 días versus 10 días, en los desenlaces de eficacia evaluados.(AU)
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1116674
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Remdesivir para tratamento de pacientes com COVID-19 / Remdesivir for the treatment of patients with COVID-19.
Fonte: s.l; s.n; jun. 2020.
Idioma: pt.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1122648
Autor: Gonzales-Zamora, José A; Quiroz, Tanya; Vega, Ana D.
Título: Tratamiento exitoso con Remdesivir y corticoides en un paciente con neumonía asociada a COVID-19: reporte de un caso / Successful treatment with Remdesivir and corticosteroids in a patient with COVID-19-associated pneumonia: a case report
Fonte: Medwave;20(7):e7998, 2020.
Idioma: en; es.
Resumo: El síndrome respiratorio agudo grave coronavirus 2 (SARS-CoV-2) se ha diseminado rápidamente a lo largo del mundo causando una mortalidad significativa en pacientes de alto riesgo con manifestaciones severas. A la fecha, Remdesivir ha sido el único antiviral autorizado por la FDA para uso de emergencia. Una de las posibles complicaciones de esta infección es el desarrollo de tormenta de citoquinas, para la cual no existe un tratamiento óptimo. Presentamos el caso de un varón de 48 años sin antecedentes médicos que acudió al hospital con disnea, tos, fiebre subjetiva y diarrea durante 10 días. La reacción de cadena polimerasa nasofaríngea fue positiva para SARS-CoV-2. Su estado respiratorio empeoró rápidamente hasta el punto de requerir oxígeno suplementario a través cánula nasal de alto flujo con 80% de FiO2. La tomografía computarizada de tórax mostró opacidades confluyentes en vidrio esmerilado en los lóbulos superiores, acompañadas de opacidades irregulares alveolares en los lóbulos inferiores bilateralmente. Se inició terapia con hidroxicloroquina, la cual se cambió a Remdesivir cuando estuvo disponible. Luego se inició metilprednisolona como tratamiento de una posible tormenta de citoquinas. La oxigenación del paciente mejoró significativamente en los días posteriores y fue dado de alta sin requerir oxigeno adicional y saturando 96% en medio ambiente. Nuestro caso ilustra el papel de Remdesivir en el tratamiento de la neumonía grave por COVID-19. También observamos un posible beneficio clínico de los corticoides en tormenta de citoquinas. Se necesitan más estudios para evaluar la eficacia de esta estrategia terapéutica.

Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) has rapidly spread throughout the world causing significant mortality in high risk patients with severe manifestations. To date, Remdesivir has been the only antiviral authorized by FDA as therapy for emergency use. One of the potential complications of this infection is cytokine storm, which optimal treatment remains unknown. We present the case of a 48-year-old man with no past medical history who presented to the hospital with dyspnea, cough, subjective fever, and diarrhea for 10 days. Nasopharyngeal PCR was positive for SARS-CoV-2. His respiratory status rapidly worsened to the point of requiring supplemental oxygen by high flow nasal cannula with FiO2 of 80%. Chest computed tomography showed confluent ground glass opacities in upper lobes accompanied by patchy airspace opacities in lower lobes bilaterally. He was started on hydroxychloroquine, which was switched to Remdesivir when it became available. Then, methylprednisolone was initiated for suspected cytokine storm. The patient's oxygenation improved significantly over the following days and he was discharged home with no oxygen supplementation and saturating 96% on room air. Our case illustrates the role of Remdesivir for the treatment of severe COVID-19 pneumonia. We also observed a possible clinical benefit of corticosteroids in the context of suspected cytokine storm. Further studies are needed to evaluate this therapeutic strategy.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Metilprednisolona/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/uso terapêutico
Alanina/uso terapêutico
Pandemias
Síndrome da Liberação de Citocina/etiologia
Síndrome da Liberação de Citocina/tratamento farmacológico
COVID-19/complicações
COVID-19/diagnóstico
Glucocorticoides/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1178400
Autor: Comisión Nacional de Evaluación de Tecnologías de Salud.
Título: Remdesivir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 (19 de abril 2021) / Remdesivir for the treatment of patients with COVID-19 (April 19, 2021).
Fonte: Buenos Aires; Comisión Nacional de Evaluación de Tecnologías de Salud; 19 Abril 2021. 17 p. (Informe de Evaluación de Tecnologías Sanitarias COVID N°01, 1).
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: El presente informe es producto del trabajo colaborativo de la Comisión Nacional de Evaluación de Tecnologías de Salud (CONETEC), dependiente del Ministerio de Salud de la Nación y creada por RM N° 623/2018. La CONETEC realiza evaluaciones y emite recomendaciones a la autoridad sanitaria sobre la incorporación, forma de uso, financiamiento y políticas de cobertura de las tecnologías sanitarias desde una perspectiva global del sistema de salud argentino. En sus evaluaciones y recomendaciones, la CONETEC tiene en cuenta criterios de calidad, seguridad, efectividad, eficiencia y equidad, evaluados bajo dimensiones éticas, médicas, económicas y sociales. Sus resultados son consensuados mediante discusiones públicas y ponderados a través de un marco de valor explícito, con la participación de todos los actores involucrados en el proceso de toma de decisiones en salud. Los informes y recomendaciones de esta comisión surgen de este proceso público, transparente y colaborativo, siendo de libre consulta y acceso para toda la sociedad. El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad y conveniencia de Remdesivir para el tratamiento de pacientes con COVID-19. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad y conveniencia de Remdesivir para el tratamiento de pacientes con COVID-19. METODOLOGIA: Se realizó una evaluación de tecnología sanitaria, basada en evidencia proveniente de revisiones sistemáticas vivas y guías de práctica clínica de alta calidad metodológica para brindar parámetros actualizados y balanceados que sean de utilidad para la toma de decisiones en los diferentes niveles de gestión. RESULTADOS: Efectos en la Salud: Se identificaron tres revisiones sistemáticas que cumplen con los criterios de inclusión del presente informe. Las revisiones sistemáticas identificadas incluyeron 6 estudios aleatorizados para remdesivir en COVID-19 que aleatorizaron un total de 7797 pacientes. La mayoría de los estudios analizados incluyeron pacientes con enfermedad severa a crítica ya que la mortalidad promedio varió entre 8,3% y 12,6%. Uno de los estudios incluyó pacientes leves con una mortalidad del 2%. En relación con el desenlace mortalidad se postuló un posible efecto de subgrupo en el que remdesivir reduciría la mortalidad en pacientes con enfermedad menos severa mientras que no afectaría la mortalidad en pacientes con enfermedad más severa. Sin embargo, el análisis de credibilidad del efecto de subgrupo resultó moderado por lo que continúa siendo incierto si existe o no un efecto diferencial de remdesivir según la severidad de la enfermedad. CONCLUSIONES: El cuerpo de evidencia disponible hasta el momento muestra que remdesivir podría asociarse a beneficios modestos sin eventos adversos severos. La certeza en los efectos de remdesivir sobre la salud de pacientes con COVID-19 es baja. Remdesivir no se encuentra disponible en Argentina. La dificultad para su adquisición en el país y el elevado costo comparativo de esta intervención podría afectar la distribución equitativa de la misma y su disponibilidad en un contexto de alta demanda. Las guías de práctica clínica identificadas entregan recomendaciones condicionales pero discordantes en cuanto a su dirección.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Monofosfato de Adenosina/análogos & derivados
Alanina/análogos & derivados
COVID-19/tratamento farmacológico
-Índice de Gravidade de Doença
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: AR650.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1122676
Autor: García-Saavedra, Mario B; Rosales-Gutiérrez, Renzo R; Valverde, Esmeralda; Chumbes-Aguirre, Maryuri; Alvarado, Ricardo; Polo, Robert; Azañero, Rubén; Chávez, Carlos.
Título: Implicaciones cardiovasculares de la infección por SARS-CoV-2: revisión de literatura / Cardiovascular implications of SARS-CoV-2 infection: a literature review
Fonte: Medwave;20(7):e8008, 2020.
Idioma: en; es.
Resumo: En diciembre de 2019 se reportó en Wuhan, China, la aparición de una nueva cepa de coronavirus SARS-CoV-2 que producía un compromiso pulmonar severo y progresaba a estrés respiratorio agudo. A la fecha, son más de diecisiete millones los casos confirmados y más de medio millón los fallecidos en todo el mundo a causa de COVID-19. Los estudios reportan que los pacientes con enfermedad cardiovascular son más susceptibles a contraer esta enfermedad y a presentar más complicaciones. El propósito de esta revisión es proporcionar información actualizada para los profesionales de la salud que atienden a pacientes con COVID-19 y que tienen además enfermedad cardiovascular y por ende un riesgo elevado de complicaciones y mortalidad. Realizamos una búsqueda de bibliografía científica acerca de la asociación de enfermedad cardiovascular y COVID-19 en diferentes bases de datos como Scopus, MEDLINE vía PubMed y Cochrane Library. El tratamiento con inhibidores de la enzima convertidora de angiotensina y bloqueadores del receptor de angiotensina ha sido motivo de discusión y no hay evidencia sólida para contraindicarlo en pacientes con COVID-19. Respecto al tratamiento con hidroxicloroquina asociado o no con azitromicina, hay evidencia que demuestra un mayor riesgo con su utilización, que beneficio clínico y/o disminución de mortalidad. En este contexto, los pacientes con insuficiencia cardíaca representan un grupo importante de riesgo por su condición per se y por el dilema diagnóstico generado al evaluar un paciente con COVID-19, en el que los signos de insuficiencia cardíaca aguda podrían enmascararse. Por otro lado, en los pacientes con síndrome coronario agudo, el enfoque terapéutico inicial podría cambiar en el contexto de la pandemia, aunque sólo sobre la base de opiniones de expertos. Quedan, sin embargo, muchos temas en controversia que serán motivo de investigaciones futuras.

In December 2019, a new strain of the SARS-CoV-2 coronavirus was reported in Wuhan, China, which produced severe lung involvement and progressed to respiratory distress. To date, more than seventeen million confirmed cases and more than half a million died worldwide from COVID-19. Patients with cardiovascular disease are more susceptible to contracting this disease and presenting more complications. We did a literature search on the association of cardiovascular disease and COVID-19 in databases such as Scopus, PubMed/MEDLINE, and the Cochrane Library. The purpose of this review is to provide updated information for health professionals who care for patients with COVID-19 and cardiovascular disease, given that they have a high risk of complications and mortality. Treatment with angiotensin-converting enzyme inhibitors and receptor blockers is controversial, and there is no evidence not to use these medications in patients with COVID-19. Regarding treatment with hydroxychloroquine associated or not with azithromycin, there is evidence of a higher risk with its use than clinical benefit and decreased mortality. Likewise, patients with heart failure are an important risk group due to their condition per se. Patients with heart failure and COVID-19 are a diagnostic dilemma because the signs of acute heart failure could be masked. On the other hand, in patients with acute coronary syndrome, the initial therapeutic approach could change in the context of the pandemic, although only based on expert opinions. Nonetheless, many controversial issues will be the subject of future research.
Descritores: Doenças Cardiovasculares/complicações
SARS-CoV-2
COVID-19/complicações
-Antivirais/efeitos adversos
Prognóstico
Sistema Renina-Angiotensina/fisiologia
Algoritmos
Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina/uso terapêutico
Azitromicina/efeitos adversos
Peptidil Dipeptidase A/metabolismo
Quimioterapia Combinada
Eletrocardiografia/efeitos dos fármacos
Síndrome Coronariana Aguda/etiologia
Síndrome Coronariana Aguda/terapia
Pandemias
COVID-19/tratamento farmacológico
Insuficiência Cardíaca/etiologia
Insuficiência Cardíaca/terapia
Hidroxicloroquina/efeitos adversos
Hipertensão/complicações
Hipertensão/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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