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Id: biblio-906319
Autor: Baquedano D, Paulina.
Título: Reflujo vesico ureteral y uropatías obstructivas congénitas / VUR and congenital obstructive uropathy
Fonte: Rev. chil. urol;81(1):30-34, 2016. ilus, graf.
Idioma: es.
Resumo: REFLUJO VESICOURETERAL Las malformaciones congénitas de la vía urinaria se dividen en obstructivas y no obstructivas. De las no obstructivas, el reflujo vésico ureteral es el más frecuente e importante, tanto por la frecuencia como por sus consecuencias. EPIDEMIOLOGÍA: Es una enfermedad presente hasta en el 0,5 por ciento a 1 por ciento de los recién nacidos, que puede ir a la resolución espontánea. No todos se hacen sintomáticos y es el resposable del 30 por ciento de las ITU febriles (70 por ciento en ITU febriles del sexo masculino), del 90% de las cicatrices renales y el 90 por ciento de la HTA de la edad pediátrica. 16 al 20 por ciento de los pacientes portadores de RVU llegan a la IRC terminal.(AU)

REFLUX VESICOURETERAL: Congenital malformations of the urinary tract are divided into obstructive and non-obstructive. Of the non-obstructive, ureteral vesicoureth reflux is the most frequent and important, both because of the frequency and its consequences. EPIDEMIOLOGY: It is a disease present in up to 0.5 percent to 1 percent of newborns, which can go to spontaneous resolution. Not all are symptomatic and are responsible for 30 percent of febrile UTIs (70 percent in febrile UTIs of males), 90pertcent of renal scars and 90 percent of AHT of the pediatric age. 16 to 20 percent of patients with VUR reach the terminal CKD. (AU)
Descritores: Refluxo Vesicoureteral
-Obstrução Ureteral
Cistografia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL10.1 - Biblioteca Biomédica


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-841468
Autor: Tobias-Machado, Marcos; Hidaka, Alexandre Kyoshi; Sato, Leticia Lumy Kanawa; Almeida-Carrera, Roberto Javier; Faria, Eliney Ferreira; Zampolli, Hamilton.
Título: One wire tubeless ureteral reimplant: preliminary experience and step-by-step technique / One wire tubeless ureteral reimplantation: experiência preliminar e técnica passo-a-passo
Fonte: MedicalExpress (São Paulo, Online);4(1), Jan.-Feb. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Ureteral Reimplant is commonly used in pediatric and gyne-cologic surgery. Most techniques demand an experienced surgeon and lasts 2-3 hours. There is no consensus about the preferred technique until today. We report a simple modification of the Taguchi to reduce duration and make it more suitable for laparoscopic approach. METHOD: Three patients underwent distal ureteral reimplant, based on our modified Taguchi minimally invasive approach technique. Cystography and ultrasonography were performed on the 30th, 90th and 180th postoperative days to monitor kidneys; a one-year follow-up for recurrence or clinical symptoms was also performed. RESULTS: Operative time for ureteral reimplant using our technique was 15-25 minutes. The results of the performed exams on postoperative days showed normal kidneys without hydro-nephrosis. At the one-year follow-up no signs of recurrence or clinical symptoms were present. CONCLUSION: Our modifications allowed a faster and easier management of distal ureteral reimplant, with excellent perioperative and post-operative outcomes. To our knowledge this is the first detailed description of this technique through minimally invasive approach. However, further studies and a longer follow up will be necessaries to confirm the long-term outcomes and clinical benefits of our technical proposal.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O reimplante ureteral é comumente utilizado em cirurgia pediátrica e ginecológica. A maioria das técnicas exigem um cirurgião experiente e dura 2-3 horas. Não há consenso sobre a técnica preferida até hoje. Relatamos uma modificação simples do Taguchi para reduzir sua duração e torná-lo mais adequado para a abordagem laparoscópica. MÉTODO: Três pacientes foram submetidos a reimplante ureteral distal, com base na técnica de abordagem minimamente invasiva de Taguchi modificada. Cistografia e ultra-sonografia foram realizadas no 30º, 90º e 180º dias de pós-operatório para monitorização dos rins; um acompanhamento de um ano para recorrência ou sintomas clínicos também foi realizado. RESULTADOS: O tempo operatório para o reimplante ureteral utilizando a nossa técnica foi de 15-25 minutos. Os resultados dos exames realizados nos dias pós-operatórios mostraram rins normais sem hidronefrose. No seguimento de um ano não houve sinais de recorrência ou sintomas clínicos. CONCLUSÃO: Nossas modificações permitiram um manejo mais rápido e fácil do reimplante ureteral distal, com excelentes resultados peri- e pós-operatórios. Tanto quanto sabemos, esta é a primeira descrição detalhada desta técnica através de abordagem minimamente invasiva. No entanto, estudos adicionais e um acompanhamento mais longo serão necessários para confirmar os resultados a longo prazo e os benefícios clínicos da técnica proposta.
Descritores: Reimplante
Ureter/cirurgia
Laparoscopia/métodos
-Ultrassonografia
Monitoramento
Cistografia
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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