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Id: biblio-1001910
Autor: Hospital das ClínicasAndres, Marina Paula; Mendes, Renata Franco Pimentel; Hernandes, Camila; Araújo, Sérgio Eduardo Alonso; Hospital das ClínicasPodgaec, Sérgio.
Título: Hormone treatment as first line therapy is safe and relieves pelvic pain in women with bowel endometriosis / O tratamento hormonal como terapia de primeira linha é seguro e melhora a dor pélvica em mulheres com endometriose intestinal
Fonte: Einstein (Säo Paulo);17(2):eAO4583, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate clinical features and complications in patients with bowel endometriosis submitted to hormonal therapy. Methods: Retrospective study based on data extracted from medical records of 238 women with recto-sigmoid endometriosis treated between May 2010 and May 2016. Results: Over the course of follow-up, 143 (60.1%) women remained in medical treatment while 95 (39.9%) presented with worsening of pain symptoms or intestinal lesion growth (failure of medical treatment group), with surgical resection performed in 54 cases. Women in the Medical Treatment Group were older (40.5±5.1 years versus 37.3±5.8 years; p<0.0001) and had smaller recto sigmoid lesions (2.1±1.9 versus 3.1±2.2; p=0.008) compared to those who had failed to respond to medical treatment. Similar significant reduction in pain scores for dysmenorrhea, chronic pelvic pain, cyclic dyschezia and dysuria was observed in both groups; however greater reduction in pain scores for dyspareunia was noted in the Surgical Group. Subjective improvement in pain symptoms was also similar between groups (100% versus 98.2%; p=0.18). Major complications rates were higher in the Surgical Group (9.2% versus 0.6%; p=0.001). Conclusion: Patients with recto-sigmoid endometriosis who failed to respond to medical treatment were younger and had larger intestinal lesions. Hormonal therapy was equally efficient in improving pain symptoms other than dyspareunia compared to surgery, and was associated with lower complication rates in women with recto-sigmoid endometriosis. Medical treatment should be offered as a first-line therapy for patients with bowel endometriosis. Surgical treatment should be reserved for patients with pain symptoms unresponsive to hormonal therapy, lesion growth or suspected intestinal subocclusion.

RESUMO Objetivo: Avaliar características clínicas e complicações em pacientes com endometriose intestinal submetidos ao tratamento hormonal. Métodos: Dados de prontuários de 238 pacientes com endometriose de retossigmoide tratadas entre maio de 2010 e maio de 2016 foram coletados para este estudo retrospectivo. Resultados: Durante o período de acompanhamento, 143 (60,1%) mulheres mantiveram tratamento clínico, enquanto 95 (39,9%) tiveram piora dos sintomas de dor ou aumento da lesão intestinal (grupo falha de tratamento clínico), sendo 54 submetidas ao tratamento cirúrgico. As mulheres no Grupo Tratamento Clínico eram mais velhas (40,5±5,1 anos versus 37,3±5,8 anos; p<0,0001) e tinham lesões intestinais menores (2,1±1,9 versus 3,1±2,2; p=0,008) em comparação ao grupo falha de tratamento clínico. Redução significativa e semelhante do escore de dor na dismenorreia, dor pélvica crônica, disquezia cíclica e disúria cíclica foi observada nos Grupos Tratamento Clínico e Cirúrgico. Dispareunia, no entato, teve uma redução maior no Grupo Cirurgia. A redução subjetiva dos sintomas dolorosos também foi semelhante entre os Grupos Clínico e Cirúrgico (100% versus 98,2%; p=0,18). O Grupo Tratamento Cirúrgico foi relacionado a uma maior taxa de complicações graves (9,2% versus 0,6%; p=0,001) em comparação ao Grupo Tratamento Clínico. Conclusão: Falha no tratamento clínico em pacientes com endometriose de retossigmoide foi observada em mulheres mais jovens que tinham lesões intestinais maiores. O tratamento clínico hormonal foi igualmente eficaz na melhora dos sintomas de dor, exceto dispareunia, em comparação ao tratamento cirúrgico em mulheres com endometriose intestinal, mas com menor taxa de complicações. O tratamento clínico deve ser oferecido como primeira opção em pacientes com endometriose intestinal, enquanto o tratamento cirúrgico deve ser reservado para pacientes sem melhora nos sintomas de dor com tratamento hormonal, progressão das lesões ou suspeita de suboclusão intestinal.
Descritores: Progestinas/uso terapêutico
Doenças Retais/tratamento farmacológico
Doenças do Colo Sigmoide/tratamento farmacológico
Dor Pélvica/tratamento farmacológico
Anticoncepcionais Orais Combinados/uso terapêutico
Endometriose/tratamento farmacológico
-Doenças Retais/cirurgia
Doenças do Colo Sigmoide/cirurgia
Medição da Dor
Proteínas Recombinantes de Fusão
Registros Médicos
Estudos Retrospectivos
Seguimentos
Resultado do Tratamento
Dor Pélvica/cirurgia
Dismenorreia/tratamento farmacológico
Dispareunia/tratamento farmacológico
Endometriose/cirurgia
Dor Crônica
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-885725
Autor: Pedroso, Leandro Mendonça; De-Melo, Renato Miranda; Da-Silva-Jr, Nelson Jorge.
Título: Comparative study of postoperative pain between the lichtenstein and laparoscopy surgical techniques for the treatment of unilateral primary inguinal hernia / Estudo comparativo da dor pós-operatória entre as técnicas cirúrgicas lichtenstein e laparoscópica no tratamento da hérnia inguinal unilateral não recidivada
Fonte: ABCD arq. bras. cir. dig;30(3):173-176, July-Sept. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Background: There are several surgical treatment options for inguinal hernia; however, there is no consensus on the literature identifying which surgical technique promotes less postoperative pain. Aim: To compare the intensity of postoperative pain between the surgical techniques Lichtenstein and transabdominal pre-peritoneal laparoscopy for the treatment of unilateral primary inguinal hernia. Methods: Were included 60 patients, of which 30 were operated through the Lichtenstein technique and 30 patients through the transabdominal pre-peritoneal laparoscopy. The pain levels were evaluated through the analogue visual scale for 2, 10 and 30 days after the surgery. Additionally, the recurrence rate and the presence of chronic pain and paresthesia were evaluated 12 months after the surgery. Results: Overall, the data analysis showed significant differences on pain levels between the surgical techniques. There were no significant differences between the pain levels for day 2. However, for 10 and 30 days after the surgery, the pain levels were significantly lower for the patients operated through the transabdominal pre-peritoneal laparoscopy technique compared to the Lichtenstein technique. Furthermore, despite no recurrent hernias for both surgical techniques, 32 % of patients operated through the Lichtenstein technique reported chronic pain and paresthesia 12 months after the surgery, compared with 3,6% of patients operated through the transabdominal pre-peritoneal laparoscopy technique. Conclusion: There are differences between the surgical techniques, with the transabdominal pre-peritoneal laparoscopy procedure promoting significantly lower postoperative pain (10 and 30 days) and chronic pain (12 months) compared to the Lichtenstein procedure.

RESUMO Racional: Existem diversas opções de tratamentos cirúrgicos para hernia inguinal; entretanto, não existe consenso na literatura sobre qual técnica cirúrgica promove menor dor pós-operatória. Objetivo: Comparar a intensidade de dor pós-operatória entre as técnicas cirúrgicas de Lichtenstein e a laparoscópica pré-peritoneal transabdominal no tratamento da hérnia inguinal unilateral não-recidivada. Métodos: Foram incluídos 60 pacientes, dos quais 30 foram operados pela técnica de Lichtenstein e 30 pela laparoscópica pré-peritoneal transabdominal. A intensidade da dor foi avaliada por meio da escala visual analógica nos dias 2, 10 e 30 de pós-operatório. A taxa de recidiva, a presença de dor crônica e parestesia local foram avaliadas com 12 meses de pós-operatório. Resultados: A análise dos dados demonstrou que existem diferenças significantes nos níveis de dor entre as técnicas cirúrgicas. Não houve diferença entre o nível de dor com dois dias. Entretanto, com 10 e 30 dias, o nível de dor foi significativamente menor para os operados pela técnica laparoscópica pré-peritoneal transabdominal, comparado à de Lichtenstein. Além disso, apesar de não haver casos de reincidência para ambas as técnicas, 32% dos pacientes operados por Lichtenstein relataram dor crônica e parestesia local 12 meses depois da operação, comparado a 3,6% da técnica laparoscópica pré-peritoneal transabdominal. Conclusão: Há diferenças entre as técnicas cirúrgicas, com o procedimento laparoscópico pré-peritoneal transabdominal promovendo níveis de dor pós-operatória (10 e 30 dias) e dor crônica (12 meses) significativamente menores, quando comparado ao procedimento Lichtenstein.
Descritores: Dor Pós-Operatória/diagnóstico
Dor Pós-Operatória/epidemiologia
Medição da Dor
Laparoscopia
Herniorrafia/métodos
Hérnia Inguinal/cirurgia
-Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Leäo, Luiz Eduardo Villaça
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Id: biblio-1039728
Autor: Bachichi, Thiago Gangi; Leão, Luiz Eduardo Villaça; Perfeito, João Alessio Juliano; Miotto, Andre; Holanda, Caio Santos; Costa Jr, Altair da Silva.
Título: Traditional chest drainage versus drainage by thoracotomy: a prospective randomized study / Drenagem torácica tradicional versus drenagem pela toracotomia: estudo prospectivo randomizado
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4409, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To compare the chest tube drainage by the same thoracotomy intercostal space with the traditional approach in patients undergoing muscle-sparing thoracotomy. Methods We evaluated 40 patients aged ≥18 years who underwent elective muscle sparing thoracotomies. Patients were divided into two groups of 20 patients. One group underwent thoracic drainage by the same intercostal space of thoracotomy and the other by traditional chest drainage approach. Results The mean length of hospital stay for the intercostal drainage group in the intensive care unit was 1.5 day (1.0 to 2.0 days) and 2.0 days (25.1 to 3.0 days) for the traditional chest drainage group (p=0.060). The intercostal drainage group had mean length of hospital stay (p=0.527) and drainage (p=0.547) of 4 days, and the traditional chest drainage group and 2 and 5.5 days, respectively. Dipirona and tramadol doses did not differ between groups (p=0.201 and p=0.341). The mean pain scale values on first postoperative was 4.24 in the drainage by the same intercostal group and 3.95 in the traditional chest drainage (p=0.733). In third postoperative day, mean was 3.18 for the first group and 3.11 for the traditional group (p=0.937). In the 15th day after surgery, drainage by the incision was 1.53 and the traditional chest drainage was 2.11 (p=0.440), 30th days after drainage by incision was 0.71 and traditional chest drainage was 0.84 (p=0.787). Complications, for both groups were similar with 30% in proposed drainage and 25% in traditional approach (p=0.723). Conclusion Drainage by the same thoracotomy intercostal space was feasible and results 30 days after surgery were not inferior to those of the traditional chest drainage approach.

RESUMO Objetivo Comparar a drenagem torácica pela mesma intercostotomia à drenagem tradicional em pacientes submetidos à toracotomia poupadora lateral. Métodos Foram avaliados 40 pacientes maiores de 18 anos submetidos a toracotomias poupadoras laterais eletivas. Eles foram separados em dois grupos de 20 pacientes cada, sendo um submetido à drenagem torácica pelo mesmo espaço intercostal da toracotomia e o outro à drenagem tradicional. Resultados No grupo da drenagem pela mesma intercostotomia, a mediana de tempo de internação em unidade de terapia intensiva foi de 1,5 dia (1,0 a 2,0 dias) e de 2,0 dias (1,25 a 3,0 dias) na drenagem tradicional (p=0,060). As medianas do tempo de internação (p=0,527) e de drenagem (p=0,547) foram ambas de 4 dias, no primeiro grupo, e de 2 e 5,5 dias, no grupo com drenagem tradicional. As doses utilizadas de dipirona e de tramadol não apresentaram diferenças estatísticas entre os grupos (p=0,201 e p=0,341). As médias da escala de dor foram 4,24 no primeiro dia pós-operatório do grupo com a drenagem proposta e 3,95 nos drenados da forma tradicional (p=0,733); no terceiro pós-operatório, foi de 3,18 para o grupo drenado pela incisão e de 3,11 nos drenados da forma tradicional (p=0,937). No 15º dia após a cirurgia, a drenagem pela incisão foi de 1,53 e a tradicional de 2,11 (p=0,440); no 30º pós-operatório, foi de 0,71 e 0,84, respectivamente, para a incisão e a forma tradicional (p=0,787). Em relação às complicações, os grupos foram semelhantes, com 30% na drenagem proposta e 25% na drenagem tradicional (p=0,723). Conclusão A drenagem pelo mesmo espaço intercostal foi exequível e não apresentou inferioridade à técnica tradicional no período pós-operatório estudado de 30 dias.
Descritores: Toracotomia/métodos
Tubos Torácicos
Drenagem/métodos
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Período Pós-Operatório
Fibrilação Atrial/etiologia
Tramadol/uso terapêutico
Medição da Dor
Toracotomia/efeitos adversos
Analgesia Epidural
Drenagem/estatística & dados numéricos
Dipirona/uso terapêutico
Estudos Prospectivos
Dispneia/etiologia
Analgésicos/uso terapêutico
Tempo de Internação
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1056055
Autor: Pegoraro, Andréa; Santos, Marcelo Ettruri; Takamori, Jean Tetsuo; Carvalho, Waldemar de Almeida Pereira de; Oliveira, Renato de; Barbosa, Caio Parente; van Nimwegen, Ângela.
Título: Prevalence and intensity of pain during diagnostic hysteroscopy in women attending an infertility clinic: analysis of 489 cases / Prevalência e intensidade da dor na histeroscopia diagnóstica em mulheres atendidas em uma clínica de infertilidade: análise de 489 casos
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4916, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To investigate the prevalence and intensity of pain perception during diagnostic hysteroscopy in women and potential related factors. Methods A total of 489 women were investigated at an infertility clinic. Fluid diagnostic hysteroscopy was performed without analgesia or anesthesia by gynecologists with different levels of experience in operative hysteroscopy, using a 2.9mm rigid scope. The Visual Analog Scale was used to score pain intensity after vaginal speculum insertion and after hysteroscopy. Data collected included age, ethnicity, body mass index, history of infertility and endometrial surgery (curettage and/or hysteroscopy), smoking habits, and hysteroscopy diagnosis. Only the state of anxiety was assessed by the State-Trait Anxiety Inventory given to each patient before the procedure. Results Hysteroscopy median (25th to 75th) Visual Analog Scale scored 3.3 (3 to 5), and 41.7% of the women referred Visual Analog Scale score ≥4. Median (25th to 75th) State-Trait Anxiety Inventory score was 42 (38 to 45), and 58.3% of the women referred State-Trait Anxiety Inventory score >40. Hysteroscopy Visual Analog Scale score was significantly correlated to surgeon experience and to vaginal speculum insertion but not to State-Trait Anxiety Inventory score, ethnicity or abnormal hysteroscopic findings. Conclusion Diagnostic hysteroscopy was mostly perceived as a mild discomfort procedure by most women. Nevertheless, in a considerable number of cases, women perceived hysteroscopy as painful. Pain perception was linked to individual pain threshold and surgeon experience, but not to pre-procedural anxiety state levels, ethnicity or abnormal hysteroscopic findings.

RESUMO Objetivo Investigar a prevalência e a intensidade da percepção da dor durante a histeroscopia diagnóstica, bem como os possíveis fatores relacionados. Métodos Foram incluídas 489 mulheres submetidas à propedêutica de infertilidade. A histeroscopia diagnóstica foi realizada sem analgesia ou anestesia, por ginecologistas com níveis de experiência diferentes em histeroscopia, usando histeroscópio rígido de 2,9mm. A Escala Visual Analógica foi utilizada para avaliar a intensidade da dor após a inserção do espéculo vaginal e após a histeroscopia. Os dados coletados incluíram idade, etnia, índice de massa corporal, história de infertilidade e cirurgia endometrial (curetagem e/ou histeroscopia), tabagismo e histeroscopia diagnóstica. Avaliou-se apenas o estado de ansiedade pelo Inventário de Ansiedade Traço-Estado de cada paciente antes do procedimento. Resultados A mediana (25ºa 75º) de histeroscopia pela Escala Visual Analógica foi 3,3 (3 a 5), e 41,7% das mulheres obtiveram pontuação ≥4. A mediana (25ºa 75º) do Inventário de Ansiedade Traço-Estado foi 42 (38 a 45), e 58,3% das mulheres referiram pontuação >40. A pontuação da Escala Visual Analógica da histeroscopia apresentou correlação estatisticamente significante com a experiência do cirurgião e a inserção do espéculo vaginal, mas não a pontuação do Inventário de Ansiedade Traço-Estado, etnia ou achados histeroscópicos anormais. Conclusão A histeroscopia diagnóstica foi percebida pela maioria das mulheres como desconforto leve, mas um número considerável de pacientes classificou o procedimento como doloroso. A percepção da dor esteve ligada ao limiar individual e à experiência do cirurgião, mas não aos níveis de ansiedade pré-procedimento, à etnia e nem aos achados histeroscópicos anormais.
Descritores: Medição da Dor/estatística & dados numéricos
Percepção da Dor
Dor Processual/etiologia
Dor Processual/epidemiologia
Clínicas de Fertilização
-Ansiedade/psicologia
Pólipos/cirurgia
Escalas de Graduação Psiquiátrica
Valores de Referência
Doenças Uterinas/cirurgia
Medição da Dor/psicologia
Brasil/epidemiologia
Índice de Massa Corporal
Histeroscopia/efeitos adversos
Histeroscopia/psicologia
Prevalência
Estatísticas não Paramétricas
Escala Visual Analógica
Dor Processual/psicologia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-735105
Autor: Tamayo Martinez, Nathalie; Hidalgo Martínez, Patricia; Gómez-Restrepo, Carlos; Rodriguez Malagón, Maria Nelcy.
Título: Prevalencia de dolor en pacientes sometidos a polisomnograma con y sin SAHOS. Un estudio transversal / Pain prevalence in patients with and without OSAHS subjected to a polysomnogram: A cross-sectional study
Fonte: Rev. colomb. psiquiatr;43(3):134-138, jul.-sep. 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introduccióny objetivos: Las alteraciones del sueño parecen tener un efecto negativo en la percepción del dolor o en la aparición de este, por lo que surge el interrogante de si el síndrome de apnea/hipopnea obstructiva del sueño (SAHOS) puede tener algún tipo de relación con la percepción de dolor. El objetivo de este estudio es determinar si la prevalencia de dolor en pacientes sometidos a polisomnografía Métodos: Estudio de corte transversal, en el que se mide con la escala de McGill de dolor la prevalencia de dolor en pacientes a los que se realiza estudio polisomnográfico. Resultados:Se entrevistó a 259 pacientes; se encontró una prevalencia de dolor del 69% y una prevalencia de SAHOS del 81%; en los pacientes con SAHOS, la prevalencia fue del 70% y en los pacientes sin esta enfermedad, del 64%. Conclusiones: Se encontró una alta prevalencia de dolor en esta población, posiblemente relacionada con que era una población muy específica, con la forma de realizar la medición y con no haber controlado por variables como otras enfermedades relacionadas con dolor.

Background and objectives: Sleep disturbances apparently have a negative effect on pain or the appearance of pain itself. This suggests the need to determine whether there could be a relationship between obstructive sleep apnea-hypopnea syndrome (OSAHS) and this phenomenon. The objective of this study was to determine the pain prevalence in a population who underwent polysomnography. Method: A cross-sectional study of patients who underwent polisomnography, pain prevalence was measured with Mcgill pain questionnaire. Results: Data was obtained from 259 patients, and it was found that 69% suffered pain, and there was a prevalence of 81% OSAHS. Those with OSAHS had a 70% pain prevalence, with 64% for those without OSAHS. Conclusions: A high pain prevalence was found this population, possibly related to the characteristic of the population, how the information was gathered, and not controlling for other illnesses related with pain.
Descritores: Polissonografia
Apneia Obstrutiva do Sono
Percepção da Dor
-Apneia
Sono
Síndrome
Medição da Dor
Estudos Transversais
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: CO78 - Asociación Colombiana de Psiquiatría


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Id: lil-694937
Autor: Galucci, Gerardo; Vujovich, Andrea; Boretto, Jorge; Alfie, Veronica; Donndorff, Agustin; De Carli, Pablo.
Título: Técnica mínimamente invasiva por vía posterior para el tratamiento de fracturas diafisarias de húmero / Minimally invasive plate osteosynthesis through a posterior approach for humeral shaft fractures
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;78(2):64-73, jun. 2013. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Comunicar la técnica mínimamente invasiva por vía posterior para la osteosíntesis de las fracturas diafisarias de húmero y evaluar los resultados clínicos y radiológicos de una serie de pacientes. Materiales y métodos: Se evaluaron 11 pacientes (9 hombres y 2 mujeres; edad promedio, 33 años). Diez fracturas eran cerradas y una era expuesta. Se describe prolijamente la técnica quirúrgica. El seguimiento promedio fue de 22 meses. Resultados: La flexo-extensión del codo fue de 140º-0°. La movilidad del hombro fue de 170° de elevación, 70° de rotación externa y rotación interna de D9. El dolor según la escala analógica visual: 0 puntos, DASH: 6; puntaje de la Clínica Mayo: 96, test de la UCLA: 33 puntos. Todas las fracturas consolidaron. Se observó una alineación normal de la diáfisis humeral en 3 de los pacientes, 7 tenían alguna deformidad en varo y uno en valgo. Un paciente desarrolló una parálisis radial posoperatoria y otro necesitó la extracción del implante por una infección. Conclusiones: La técnica mínimamente invasiva posterior es una buena opción para el tratamiento de fracturas diafisarias de húmero. Es particularmente útil cuando la línea de fractura está cerca de la fosa olecraneana, debido a que, en estos casos, la técnica mínimamente invasiva por vía anterior es difícil de realizar. Los buenos resultados son similares a los reportados con las vías anterior y lateral

AbstractBackground: To report the MIPO technique through a posterior approach for the treatment of humeral shaft fractures, and to evaluate the clinical and radiographic outcomes of a series of patients treated with this procedure.Methods: Eleven patients were evaluated (9 men and 2 women; mean age, 33 years old). Ten fractures were closed and one open. The surgical technique is described in detail. The follow-up was 22 months.Results: Elbow flexo-extension was 140°-0°. Shoulder motion was: 170° of elevation, 70° of external rotation and internal rotation of D9. Pain (VAS): 0, MEPS: 96 points, UCLA test: 33 points. All fractures healed. Normal alignment of the shaft fracture was evidenced in 3 patients, a varus angulation was observed in 7 and a valgus angula-tion in one patient. Radial postoperative palsy was noted in one patient and another required implant removal due to an hematogenous infection.Conclusions: This technique represents a reliable therapeutic option for any middle and distal shaft fractures. It is particularly useful in fractures of the distal diaphysis when the line of fracture is near the olecranon fossa since, in these cases, the MIPO through an anterior approach is not feasible. Good results are similar to those reported in the MIPO technique through the anterior or lateral approach.
Descritores: Consolidação da Fratura
Fixação Interna de Fraturas/métodos
Fraturas do Úmero/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos Minimamente Invasivos
Traumatismos do Braço/cirurgia
-Acidentes por Quedas
Medição da Dor
Estudos Retrospectivos
Seguimentos
Nervo Radial
Amplitude de Movimento Articular
Resultado do Tratamento
Limites: Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.


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Id: biblio-1284564
Autor: Oliveira, Miriana Carvalho de; Valete, Cristina Ortiz Sobrinho; Ferreira, Esther Angélica Luiz; Rosalino, Claudia Maria Valete; Orsini, Marco.
Título: Rebalancing thoraco-abdominal method does not increase immediate pain assessed by Neonatal Infant Pain Scale: a randomized clinical trial / O método reequilíbrio tóraco-abdominal não aumenta a dor avaliada pela Neonatal Infant Pain Scale: estudo clínico randomizado
Fonte: Fisioter. Bras;22(3):412-424, Jul 15, 2021. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Objective: To compare in neonates with transitory tachypnea if chest rebalancing thoraco-abdominal method (RTA) increased immediate pain. Methods: This was a randomized controlled clinical trial. Forty-nine neonates with transitory tachypnea and aged < 72 hours were included to receive either conventional physiotherapy (CP) or RTA method. Participants received usual care and one 15- minute session of chest physiotherapy. Neonatal Infant Pain Scale (NIPS), peripheral oxygen saturation, heart rate, respiratory rate, axillary temperature before and after chest physiotherapy were recorded. Kruskal-Wallis ANOVA and Mc Nemar test were used to compare differences between measures. The relative risk (RR) for pain after interventions was calculated using a Poisson regression model (robust estimation). A significance level of 5% (p < 0.05) was adopted for all analyses. Results: RTA was not associated to pain. After chest physiotherapy, NIPS reduced (2 versus 3, p < 0.001) and number of neonates with pain reduced (10.2% versus 28.6%, p = 0.02). RR for pain after chest physiotherapy in comparison to before was 0.3 (95% CI 0.15-0.41; p = 0.02); respiratory frequency decreased after chest physiotherapy (58 versus 70, p < 0.001) and peripheral oxygen saturation increased (98% versus 96%, p < 0.001). Conclusion: In neonates with transitory tachypnea, in the first 72 hours of life, RTA did not influence pain evaluation, chest physiotherapy was safe and reduced immediate pain. (AU)

Objetivo: Comparar em recém-nascidos com taquipneia transitória se o método reequilíbrio tóraco-abdominal (RTA) aumentou a dor imediatamente após. Métodos: Estudo de ensaio clínico randomizado. Quarenta e nove recémnascidos com diagnóstico de taquipneia transitória com menos de 72 horas de vida, foram incluídos para receber fisioterapia respiratória. Os participantes receberam os cuidados usuais e uma sessão de fisioterapia convencional ou do método reequilíbrio tóraco-abdominal. Foram registradas a escala NIPS (Neonatal Infant Pain Scale), a saturação periférica de oxigênio, a frequência cardíaca, a frequência respiratória e a temperatura axilar antes e depois da fisioterapia. Para as comparações entre as medidas, foram utilizados o teste de ANOVA de Kruskal-Wallis e o teste de McNemar. O risco relativo de dor após os procedimentos foi calculado usando o modelo de regressão de Poisson (estimação robusta). Foi considerado o nível de significância de 5% para todas as análises (p < 0,05). Resultados: O método RTA não foi associado a dor. Após a fisioterapia respiratória, a escala NIPS reduziu (2 versus 3, p < 0,001) e a proporção de recém-nascidos com dor também reduziu (10,2% versus 28,6%, p = 0,02). O risco relativo de dor após a fisioterapia respiratória em comparação a antes, foi de 0,3 (IC 95% 0,15-0,41; p = 0,02), a frequência respiratória diminuiu (58 versus 70, p < 0,001) e a saturação periférica de oxigênio aumentou (98% versus 96%, p < 0,001). Conclusão: Em recém-nascidos com taquipneia transitória nas primeiras 72 horas de vida, o método RTA não influenciou a avaliação da dor, a fisioterapia respiratória foi segura e reduziu a dor imediatamente após. (AU)
Descritores: Medição da Dor
Recém-Nascido
Modalidades de Fisioterapia
-Dor
Respiração
Tórax
Análise de Variância
Taxa Respiratória
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Responsável: BR1561.1 - Biblioteca Virtual AMMG


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Texto completo SciELO Brasil
Cardoso, Jefferson Rosa
Texto completo
Id: lil-751401
Autor: Furquim, Rachel D'Aurea; Pascotto, Renata Correa; Rino Neto, José; Cardoso, Jefferson Rosa; Ramos, Adilson Luiz.
Título: Low-level laser therapy effects on pain perception related to the use of orthodontic elastomeric separators
Fonte: Dental press j. orthod. (Impr.);20(3):37-42, May-Jun/2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: INTRODUCTION: Some patients refer to pre-banding orthodontic separation as a painful orthodontic procedure. Low-level laser therapy (LLLT) has been reported to have local analgesic effect. OBJECTIVE: The aim of this single-blind study was to investigate the perception of pain caused by orthodontic elastomeric separators with and without a single LLLT application (6J). METHODS: The sample comprised 79 individuals aged between 13 and 34 years old at orthodontic treatment onset. Elastomeric separators were placed in first maxillary molars at mesial and distal surfaces and kept in place for three days. The volunteers scored pain intensity on a visual analogue scale (VAS) after 6 and 12 hours, and after the first, second and third days. One third of patients received laser applications, whereas another third received placebo applications and the remaining ones were controls. Applications were performed in a split-mouth design. Thus, three groups (laser, placebo and control) were assessed. RESULTS: No differences were found among groups considering pain perception in all periods observed. CONCLUSION: The use of a single-dose of LLLT did not cause significant reduction in orthodontic pain perception. Overall pain perception due to orthodontic separator placement varied widely and was usually mild. .

INTRODUÇÃO: alguns pacientes referem-se à separação ortodôntica pré-bandagem como um procedimento doloroso. Tem sido relatado que a terapia com laser de baixa intensidade (LLLT) produz um efeito analgésico local. OBJETIVO: o objetivo deste estudo simples-cego foi investigar a percepção da dor causada por elásticos ortodônticos separadores, com ou sem uma única aplicação de LLLT (6J). MÉTODOS: a amostra foi composta por 79 indivíduos com 13-34 anos de idade no início do tratamento ortodôntico. Elásticos separadores foram colocados nos molares superiores, nas proximais mesial e distal, e mantidos por três dias. Os voluntários marcaram a intensidade da dor em uma escala visual analógica (EVA) após 6 horas, 12 horas, 1 dia, 2 dias e 3 dias. Um terço dos dentes separados recebeu aplicações de laser; outro terço, aplicações placebo; e os demais foram usados como controle. As aplicações foram realizadas segundo um desenho metodológico de boca dividida. Portanto, foram comparados três grupos: laser, placebo e controle. RESULTADOS: não foram encontradas diferenças entre os grupos, em relação à percepção de dor, em nenhum dos períodos observados. CONCLUSÕES: a utilização da LLLT em dose única não causou redução significativa na dor ortodôntica. Além disso, a percepção geral da dor devida à colocação de separadores ortodônticos variou muito e foi, geralmente, leve. .
Descritores: Aparelhos Ortodônticos
Desenho de Aparelho Ortodôntico
Elastômeros/química
Terapia com Luz de Baixa Intensidade/métodos
Percepção da Dor/efeitos da radiação
-Placebos
Técnicas de Movimentação Dentária/instrumentação
Medição da Dor/métodos
Método Simples-Cego
Seguimentos
Lasers Semicondutores/uso terapêutico
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1283217
Autor: Irazábal, Mariángeles.
Título: Valoración de dolor al paciente en la unidad de terapia de adultos / Pain assessment for the patient in the adult therapy unit
Fonte: Notas enferm. (Córdoba);20(37):15-22, jun. 2021.
Idioma: es.
Resumo: La mirada histórica retrospectiva del dolor nos posiciona frente a su coexistencia con la humanidad. Cada cultura tuvo su peculiar manera de afrontarlo, darle significado y tomar sus medidas de alivio. La ciencia, desde su lugar, ha desarrollado conceptos explicando razones y orígenes de su presencia. Las ciencias médicas en su anhelo de aliviar las dolencias de las personas, elaboraron escalas de evaluación del dolor. En las terapias intensivas, donde el estado de conciencia del paciente varía acorde a la necesidad que se produce a fin de resolver su patología o el motivo de ingreso a este servicio, resulta necesario valorar su estado neurológico para poder así determinar con precisión la escala de evaluación del dolor que aporte el resultado más oportuna según el momento preciso. Debido a los cuidados que lleva a cabo el profesional de enfermería con los internados, es quien permanece mayor tiempo con ellos; pudiendo cultivar una relación interpersonal más profunda, y debido a lo cual, no sólo colaborar en el alivio del dolor, sino también, si fuera necesario, ayudar a que encuentre el sentido a éste, en palabras de Travelbee. Para poder implementar dicha idea, el objetivo del presente protocolo, se define el siguiente objetivo: «Tomar acuerdo e implementar el uso adecuado y continuo de las escalas del dolor, en el paciente de terapia intensiva de adultos, de acuerdo a su grado de conciencia, a fin de reducir el dolor durante su estadía de internación[AU]

The retrospective historical view of pain positions us in front of its coexistence with humanity. Each culture had its own way of dealing with it, giving it meaning, and taking its relief measures. Science, from its place, has developed concepts explaining reasons and origins of its presence. The medical sciences in their desire to alleviate people's ailments, developed pain assessment scales. In intensive therapies, where the patient's state of consciousness varies according to the need that occurs in order to resolve their pathology or the reason for admission to this service, it is necessary to assess their neurological status in order to accurately determine the scale of pain assessment that provides the most timely result according to the precise moment. Due to the care carried out by the nursing professional with the internees, it is he who stays with them the longest; being able to cultivate a deeper interpersonal relationship, and due to which, not only collaborate in the relief of pain, but also, if necessary, help it find meaning to it, in the words of Travelbee. In order to implement this idea, the objective of this protocol, the following objective is defined: "Agree and implement the adequate and continuous use of pain scales, in the adult intensive care patient[AU]

A visão histórica retrospectiva da dor nos posiciona diante de sua convivência com a humanidade. Cada cultura tinha sua própria maneira de lidar com isso, dando-lhe sentido e tomando suas medidas de alívio. A ciência, a partir de seu lugar, desenvolveu conceitos que explicam as razões e as origens de sua presença. As ciências médicas, em seu desejo de aliviar as doenças das pessoas, desenvolveram escalas de avaliação da dor. Nas terapias intensivas, onde o estado de consciência do paciente varia de acordo com a necessidade que ocorre para a resolução de sua patologia ou o motivo da admissão neste serviço, é necessário avaliar seu estado neurológico para determinar com precisão a escala de avaliação da dor que fornece o resultado mais oportuno de acordo com o momento preciso. Devido aos cuidados realizados pelo profissional de enfermagem com os internos, é ele quem fica com eles por mais tempo; ser capaz de cultivar um relacionamento interpessoal mais profundo, e por isso, não só colaborar no alívio da dor, mas também, se necessário, ajudá-la a encontrar sentido para ela, nas palavras de Travelbee. Para concretizar essa ideia, objetivo deste protocolo, é definido o seguinte objetivo: "Acordar e implementar o uso adequado e contínuo de escalas de dor, no paciente adulto em terapia intensiva, de acordo com seu grau de consciência, a fim de reduzir dor durante a sua internação[AU]
Descritores: Dor/classificação
Medição da Dor
Consciência
Estado de Consciência
Cuidados Críticos
Cultura
Relações Interpessoais
-Empatia
Limites: Humanos
Adulto
Responsável: AR475.1 - Biblioteca de la Escuela de Enfermería


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Id: biblio-1283591
Autor: Costa, Taine.
Título: Conhecimentos e práticas de avaliação e tratamento da dor em recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva neonatal de Curitiba/PR e região metropolitana / Knowledge and practices of assessment and treatment of pain in newborns admitted to neonatal intensive care units in Curitiba / PR and the metropolitan area.
Fonte: São Paulo; s.n; 2015. 151 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Introdução: A dor neonatal merece atenção diferenciada pelos profissionais de saúde, uma vez que os recém-nascidos (RNs) não se expressam verbalmente. A grande dificuldade existente para avaliar e tratar a dor em RNs internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) continua sendo uma preocupação para profissionais e pesquisadores da área. Nesse sentido, essa pesquisa tem como pergunta: Como se dão as práticas de avaliação e tratamento da dor em RNs internados em UTINs de Curitiba (PR) e Região Metropolitana? Objetivo geral: Descrever o conhecimento e as práticas de manejo da dor do RN, empregadas por enfermeiros que atuam em UTINs. Objetivos específicos: Verificar o conhecimento dos enfermeiros sobre o manejo da dor de RNs internados; caracterizar as estratégias não farmacológicas e farmacológicas adotadas pelos enfermeiros para o controle da dor de RNs internados; verificar a forma de registro da avaliação e do tratamento da dor realizada pelos enfermeiros. Metodologia: Estudo transversal realizado em seis hospitais de Curitiba (PR) e Região Metropolitana que possuem UTIN com atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a amostra do estudo foi constituída por 51 enfermeiros. A coleta de dados se deu por meio de questionários contendo informações a respeito da caracterização das unidades, um questionário referente ao perfil dos enfermeiros, formação, atuação e qualificação profissional e outro sobre conhecimentos e práticas do manejo da dor neonatal.A análise dos dados ocorreu pelo Statistical Package for Social Sciences (SPSS versão 21.0) e o nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: A maioria dos enfermeiros era mulheres com idade entre 20 e 30 anos e tempo de formação de 1 a 5 anos. Os profissionais responsáveis pela avaliação da dor do RN eram em sua maioria enfermeiros (84,3%), seguidos por técnicos (62,7%) e auxiliares de enfermagem (11,8%). A maioria dos enfermeiros concordou que os RNs são capazes de sentir dor, porém 34,7% afirmaram nunca utilizar escalas para avaliar a dor do RN. 98% dos enfermeiros concordaram que é importante registrar a dor no prontuário do RN, sendo a evolução e anotação de enfermagem os locais mais mencionados em que ocorre o registro. As medidas não farmacológicas para alívio da dor neonatal assinaladas pelos enfermeiros foram: glicose oral, sucção não nutritiva, posicionamento, ninho, diminuição de estímulos auditivos, método canguru, toque, diminuição de estímulos visuais, contenção, aleitamento materno, massagem e musicoterapia. O Paracetamol e o Fentanil foram as medidas farmacológicas mais assinaladas pelos enfermeiros, seguidos pela Morfina, Codeína, Midazolam, Hidrato de Cloral e Lidocaína. Conclusões: Os enfermeiros conhecem as medidas farmacológicas e não farmacológicas para alivio da dor neonatal, porém a prática difere dos conhecimentos apresentados por não utilizarem estas medidas para alívio da dor em RNs.

Introduction: The neonatal pain needs special attention by health professionals, because newborns dont verbalize. The large difficulty to assess and treat pain in newborns admitted in Neonatal Intensive Care Units (NICU) is a big concern for professionals and researchers. For this reason, this research has the question: What are the evaluation practices and treatment of pain in newborns admitted to NICUs in Curitiba (PR) and metropolitan area? General aim: To describe the knowledge and practices about newborns pain relief employed by nurses that work in NICUs. Specifics aims: To verify the knowledge of nurses on the management of hospitalized newborns pain, to characterize the pharmacological and non-pharmacological strategies used by nurses to control hospitalized newborns pain and identify the ways of registration of the evaluation and treatment of pain held by nurses. Methodology: Cross-sectional study that occurred in six hospitals in Curitiba, Paraná State and metropolitan area that have NICU with care by the Unified Health System. The study sample consisted of 51 nurses. The data collection was through questionnaires containing information about the characterization of the units, a questionnaire relating to the profile of nurses, education, experience and professional qualifications and another questionnaire about knowledge and practices of management of neonatal pain.Analysis of the data was the Statistical Package for Social Sciences (SPSS - version 21.0) and the significance level was 5%. Results: The majority of nurses are women, the ages are between 20 and 30 years and 1-5 years of graduation. The professionals responsible for newborns pain assessment are mostly nurses (84.3%), followed by technicians (62.7%) and nursing assistant (11.8%). Most of the nurses agree that newborns are capable of feeling pain, but 34.7% reported never using scales to assess newborns pain. 98% of the nurses agree that is important to register the pain on newborn s chart record, being the evolution and nursing note the most mentioned places where the registration takes place. The non-pharmacological measures to relieve neonatal pain marked by nurses were: oral glucose, non-nutritive sucking, positioning, nest, decreased auditory stimuli, kangaroo method, touch, decreased visual stimuli, containment, breastfeeding, massage and music therapy. Paracetamol and Fentanyl were the pharmacological measures more marked by nurses, followed by Morphine, Codeine, Midazolam, Chloral Hydrate and Lidocaine. Conclusions: The nurses know the pharmacological and non-pharmacological measures to relief neonatal pain, but the practice differs from the knowledge shown because they do not use these measures to relief pain in newborns.
Descritores: Medição da Dor
-Recém-Nascido
Unidades de Terapia Intensiva Neonatal
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Responsável: BR41.1 - Biblioteca Wanda de Aguiar Horta
BR41.1



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