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Id: lil-749126
Autor: Silva, Ayla Cristina Bernardes da; Cardoso, Pâmela Moura Rodrigues; Sá, Rafael Assumpção de; Krüger, Sarah Jenner Nogueira; Oliveira, Cristiane Alves de.
Título: Transplante renal e gestação / Kidney transplantation and pregnancy
Fonte: Femina;42(2):113-118, mar-abr. 2014. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O transplante renal é considerado o melhor tratamento para a doença renal terminal. Essa terapia tem avançado em diversos aspectos, contribuindo para que pacientes transplantadas em idade fértil possam ter uma gestação bem-sucedida. Foi conduzida revisão da literatura nas bases de dados Periódico Capes e PubMed/MEDLINE no período entre 1998 e 2013, visando melhor compreensão e acompanhamento de gestantes submetidas a transplante renal.O sucesso dessas gestações depende de vários fatores, incluindo planejamento pré-concepção minucioso baseado na saúde geral da paciente, função do enxerto, história de rejeição, pressão arterial sistêmica, proteinúria e ultrassom do enxerto. Há relatos de nascidos vivos em torno de 70% dessas gestações, com mortalidade perinatal de 10%, deterioração do enxerto em 5% dos casos, e média temporal entre o transplante e a gestação de aproximadamente três anos. As principais complicações foram maiores taxas de parto cesáreo, hipertensão arterial sistêmica e parto pré-termo. Embora a frequência de complicações perinatais descrita nessa população seja elevada, o transplante renal não é considerado uma contraindicação para a gestação. É necessário melhor avaliação dos efeitos dos agentes imunossupressores sobre o feto e o recém-nato para garantir segurança do uso dessas drogas durante a gestação e a amamentação.(AU)

Renal transplantation is considered the best treatment for end-stage renal disease. This therapy has advanced in many ways, contributing to transplanted patients of childbearing age can have a successful pregnancy. It was conducted a literature review in Capes Journal and PubMed/MEDLINE database between the period of 1998 and 2013, aiming at better understanding and monitoring of pregnant women who underwent renal transplantation. The success of these gestations depends on diverse factors, including a thorough preconception planning based on the patient general health, graft function, history of rejection, systemic blood pressure, proteinuria and graft ultrasound. There are reports of live births in about 70% of the gestations, with a perinatal mortality of 10%, graft deterioration in 5% of the cases, and temporal average between the transplantation and the gestation of approximately three years. The main complications were higher rates of cesarean delivery, systemic arterial hypertension and preterm birth. Although the frequency of perinatal complications described in this population is high, renal transplantation is not considered a contraindication to pregnancy. It is necessary better assessment of the imunossupressors agents effects on the fetus and newborns to ensure safety of the use of these drugs during pregnancy and breastfeeding.(AU)
Descritores: Complicações na Gravidez
Transplante de Rim
Gravidez de Alto Risco
-Complicações na Gravidez/epidemiologia
Fatores de Risco
Bases de Dados Bibliográficas
Cuidado Pré-Concepcional
Contraindicações
Imunossupressores/administração & dosagem
Obstetrícia/normas
Limites: Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-845861
Autor: Corrêa, Daniele Aparecida Silva; Felisbino-Mendes, Mariana Santos; Mendes, Mayara Santos; Malta, Deborah Carvalho; Velasquez-Melendez, Gustavo.
Título: Factors associated with the contraindicated use of oral contraceptives in Brazil / Fatores associados ao uso contraindicado de contraceptivos orais no Brasil
Fonte: Rev. saúde pública = J. public health;51:1, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Brazilian Ministry of Health.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To estimate the prevalence of the contraindicated use of oral contraceptives and the associated factors in Brazilian women. METHODS 20,454 women who answered the VIGITEL survey in 2008 also participated in this study, of which 3,985 reported using oral contraceptives. We defined the following conditions for the contraindicated use of contraceptives: hypertension; cardiovascular diseases such as heart attack, stroke/cerebrovascular accident; diabetes mellitus; being smoker and 35 years old or older. We estimated the prevalence and 95% confidence intervals of contraindicated use in users of oral contraceptives and the factors associated with contraindication by prevalence ratio and 95% confidence intervals. RESULTS In the total population, 21% (95%CI 19.7–21.9) of women showed some contraindication to the use of oral contraceptives, of which 11.7% (95%CI 10.6–13.7) belonged to the group of users of oral contraceptives. The most frequent contraindication in users of oral contraceptives was hypertension (9.1%). The largest proportion of women with at least one contraindication was aged between 45 and 49 years (45.8%) and with education level between zero and eight years (23.8%). The prevalence of contraindication to oral contraceptives was higher in women less educated (zero to eight years of study) (PR = 2.46; 95%CI 1.57–3.86; p < 0.05) and with age between 35-44 years (PR = 4.00; 95%CI 2.34–6.83) and 45-49 years (PR = 5.59; 95%CI 2.90–10.75). CONCLUSIONS Age greater than or equal to 35 and low education level were demographic and iniquity factors, respectively, in the contraindicated use of oral contraceptives.

RESUMO OBJETIVO Estimar a prevalência de contraindicação ao uso de anticoncepcionais orais e os fatores associados em mulheres brasileiras. MÉTODOS Participaram 20.454 mulheres que responderam ao inquérito Vigitel em 2008, das quais 3.985 reportaram uso de contraceptivos orais. Definiu-se como uso contraindicado de anticoncepcionais quando presente pelo menos uma condição: hipertensão; doenças cardiovasculares como infarto, derrame/acidente vascular encefálico; diabetes mellitus; ser tabagista e ter idade igual ou maior de 35 anos. Foram estimadas as prevalências e intervalos de 95% de confiança de uso contraindicado em usuárias de anticoncepcionais orais e fatores associados à contraindicação por meio de razões de prevalência e intervalos de 95% de confiança. RESULTADOS Na população total, 21,0% (IC95% 19,7–21,9) das mulheres apresentaram alguma contraindicação ao uso de anticoncepcionais orais, das quais 11,7% (IC95% 10,6–13,7) pertenciam ao grupo de usuárias de anticoncepcionais orais. A contraindicação mais freqüente entre as usuárias de anticoncepcionais orais foi hipertensão (9,1%). A maior proporção de mulheres com pelo menos uma contraindicação tinha entre 45 a 49 anos (45,8%) e escolaridade entre zero e oito (23,8%). A prevalência de contraindicação de anticoncepcionais orais foi maior nas mulheres menos escolarizadas (zero a oito anos de estudos) (RP = 2,46; IC95% 1,57–3,86; p < 0,05) e idade entre 35-44 anos (RP = 4,00; IC95% 2,34–6,83) e 45-49 anos (RP = 5,59; IC95% 2,90–10,75). CONCLUSÕES Idade maior ou igual a 35 e escolaridade baixa foram fatores demográficos e de iniquidade, respectivamente, no uso contraindicado de contraceptivos orais.
Descritores: Anticoncepcionais Orais
-Distribuição por Idade
Fatores Etários
Brasil/epidemiologia
Contraindicações
Prevalência
Fatores de Risco
Fatores Socioeconômicos
Inquéritos e Questionários
Saúde da Mulher/estatística & dados numéricos
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME



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