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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1058199
Autor: Sotomayor F, Cristián; Palma B, Julia.
Título: Vacunación BCG e inmunodeficiencias primarias: ¿es momento de un cambio? / BCG vaccine administration schedule and primary immunodeficiencies: Is it time for a change?
Fonte: Rev. chil. pediatr;90(6):668-674, dic. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen: Los pacientes con Inmunodeficiencias primarias (IDP) tienen un riesgo elevado de complicaciones severas por la vacuna BCG, incluso mortalidad. Es necesario evaluar periódicamente el riesgo versus beneficio de la vacunación universal BCG en el periodo neonatal. Chile es un país con baja incidencia de tuberculosis (TB) pero cuya epidemiología ha cambiado recientemente con un aumento de los casos. Cambios en esquemas de vacunación BCG en países con incidencias mayores o similares de TB y con coberturas de vacunación menores han sido posibles sin aumento de los casos graves de TB que son los que previene la BCG. El cambio ha evitado complicaciones graves en pacientes con IDP. Creemos que un análisis crítico de la fecha de vacunación BCG debe realizarse hoy en Chile. Más aún dada la posibilidad técnica de realizar screening neonatal de IDP.

Abstract: Patients with Primary Immunodeficiencies (PID) are at a higher risk of developing severe morbidities and mortality due to the administration of BCG vaccine. Risk-to-benefit of universal BCG vaccina tion of newborns must be assessed periodically. Chile has a low incidence of tuberculosis (TB) but the local epidemiology has recently changed with an increase of TB cases. Changes in the BCG vaccine schedule have been made in countries with similar or higher TB incidences and lower BCG vaccine coverage, with no increase in the severe TB cases, which are prevented by BCG. These changes have prevented serious complications in PID patients. We propose a critical analysis of the BCG adminis tration date in Chile due to the technical possibility of performing neonatal PID screening.
Descritores: Vacina BCG/efeitos adversos
Adjuvantes Imunológicos/efeitos adversos
Doenças da Imunodeficiência Primária/complicações
-Tuberculose/prevenção & controle
Tuberculose/epidemiologia
Chile/epidemiologia
Incidência
Esquemas de Imunização
Imunodeficiência Combinada Severa/complicações
Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas/mortalidade
Contraindicações de Medicamentos
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Lactente
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-1101595
Autor: Silveira, Marysabel Pinto Telis; Possignollo, Jéssica; Miranda, Vanessa Iribarrem Avena; Silveira, Mariângela Freitas da; Pizzol, Tatiane da Silva Dal; Serrate, Sotero; Bertoldi, Andréa Dâmaso.
Título: Classificação de risco dos medicamentos usados na internação para o parto na amamentação: coorte de nascimentos de Pelotas/2015 / Breastfeeding and risk classification of medications used during hospitalization for delivery: 2015 Pelotas Birth Cohort
Fonte: Rev. bras. epidemiol;23:e200026, 2020. tab.
Idioma: pt.
Projeto: Wellcome Trust; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: RESUMO: Objetivo: Classificar os medicamentos usados durante o parto quanto aos riscos na amamentação, utilizando diferentes fontes e verificando suas discordâncias. Métodos: Estudo transversal inserido na coorte de nascimentos de Pelotas de 2015. Coletaram-se informações sobre o uso de medicamentos, classificando-os quanto ao risco de acordo com: manual do Ministério da Saúde (MS), Organização Mundial da Saúde (OMS), classificação de Newton e Hale e Academia Americana de Pediatria (AAP). Resultados: Participaram 1.409 mães, utilizando 14.673 medicamentos, sendo 143 fármacos diferentes, dos quais 28 tiveram classificação de risco na amamentação discordante. Entre aqueles com classificação discordante estão morfina (64%), classificada pela AAP e OMS como compatível e pelo MS e por Newton e Hale como criterioso; hioscina (23%), criterioso pelo MS e compatível (A) pela AAP; e metoclopramida (18%), compatível pelo MS, de efeitos desconhecidos (D) pela AAP e evitado de acordo com a OMS. Do total de medicamentos, 49,7% foi classificado como compatível com a amamentação. Quase a totalidade das mulheres utilizou ocitocina (97,4%), seguida de lidocaína (75%), cetoprofeno (69%), cefalotina (66%) e diclofenaco (65%), classificados como compatíveis. Conclusão: Houve amplo uso de medicamentos pelas mães durante a internação para o parto, a maioria deles classificada no mesmo grau de risco, e quase a metade classificada como compatível com a amamentação, porém houve discordância entre as fontes para 19,6% dos medicamentos analisados, o que pode colocar em risco a saúde do lactente ou deixar dúvida quanto ao uso do medicamento ou à prática da amamentação.

ABSTRACT: Objective: To classify the drugs used during childbirth in relation to risks in breastfeeding, by using different sources of information and determining their disagreements. Methods: Cross-sectional study, within the 2015 Pelotas Birth Cohort. Information about the use of drugs was collected, classified and compared regarding risk according to: 1) Brazil Ministry of Health Manual (MS), 2) World Organization (WHO), 3) Newton and Hale's classification and 4) American Academy of Pediatrics (AAP). Results: A total of 1,409 mothers participated, and they had used 14,673 medicines, with 143 different drugs, of which 28 showed discordant classification with regard to breastfeeding risk. These 28 drugs included the following: morphine (64%), classified by AAP and WHO as compatible and as judicious use use by MS and Newton and Hale; hyoscine (23%), classified as judicious use by MS and compatible (A) by AAP; and metoclopramide (18%), classified as compatible by MS, of effects unknown (D) by AAP, and should be avoided according to WHO. Of the total drugs, 49.7% were classified as compatible during breastfeeding. Almost all women used oxytocin (97.4%), followed by lidocaine (75%), ketoprofen (69%), cephalothin (66%) and diclofenac (65%), which were classified as compatible. Conclusion: There was extensive use of drugs by mothers in labor during admission, most of the drugs being classified at the same risk and almost half classified as compatible with breastfeeding. However, there was disagreement between the sources for 19.6% of the drugs analyzed, which could endanger the infant's health or leave doubts about the use of the drug or breastfeeding.
Descritores: Aleitamento Materno
Medição de Risco/métodos
Parto Obstétrico/efeitos adversos
Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos
Uso de Medicamentos/classificação
Hospitalização
-Organização Mundial da Saúde
Brasil
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Contraindicações de Medicamentos
Pessoa de Meia-Idade
Leite Humano/efeitos dos fármacos
Mães
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1046500
Autor: Coutinho, Tadeu; Coutinho, Conrado Milani; Coutinho, Larissa Milani.
Título: Neuroproteção fetal: uma utilização contemporânea do sulfato de magnésio / Fetal neuroprotection: a contemporary use of magnesium sulfate
Fonte: Femina;47(2):114-121, 20190228. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Os principais usos contemporâneos do sulfato de magnésio na prática obstétrica incluem a prevenção e o tratamento de convulsões em portadoras de pré-eclâmpsia e eclâmpsia, o prolongamento da gravidez para administração antenatal de corticosteroides e a neuroproteção fetal na iminência de interrupção prematura da gestação, uma indicação mais recente. A paralisia cerebral é a causa mais comum de deficiência motora na infância e apresenta como fator de risco mais importante o nascimento pré-termo, cuja incidência tem aumentado significativamente. Como consequência, a ocorrência da paralisia cerebral também tem aumentado, a despeito da melhoria da sobrevida dos fetos pré-termos. No atual contexto de procura por estratégias que se mostrem efetivas na redução da paralisia cerebral nos recém-nascidos prematuros e que deveriam ser implementadas com o objetivo de diminuir os seus efeitos danosos nos indivíduos e suas famílias, nos serviços de saúde e na sociedade como um todo, o sulfato de magnésio tem se mostrado como o mais promissor agente neuroprotetor fetal. Desde a década de 1990, estudos resultantes das suas indicações para a prevenção das convulsões eclâmpticas ou para tocólise têm evidenciado redução nas taxas de paralisia cerebral e leucomalácia periventricular em prematuros. Diretrizes nacionais e internacionais mais recentes, baseando-se em resultados de ensaios randomizados controlados e metanálises de boa qualidade, têm avançado na recomendação sobre os regimes terapêuticos e na construção de algoritmos para utilização do sulfato de magnésio na neuroproteção fetal.(AU)

The main contemporary uses of magnesium sulfate in obstetric practice include the prevention and treatment of seizures in patients with preeclampsia and eclampsia, prolongation of pregnancy for antenatal administration of corticosteroids and fetal neuroprotection at the imminence of premature termination of pregnancy, a more recent indication. Cerebral palsy is the most common cause of motor deficits in childhood and has a significant increase in preterm birth as a major risk factor. As a result, the occurrence of cerebral palsy has also increased, despite the improvement in the survival of preterm fetuses. In the current context of search for strategies that are effective in reducing cerebral palsy in preterm newborns and that should be implemented with the aim of reducing their harmful effects on individuals and their families, health services and society as a whole, magnesium sulfate has been shown to be the most promising fetal neuroprotective agent. Since the 1990s, studies arising from its indications for prevention of eclamptic seizures or tocolysis have shown a reduction in the rates of cerebral palsy and periventricular leukomalacia in preterm infants. More recent national and international guidelines, based on results from randomized controlled trials and good quality meta-analyzes, have advanced the recommendation on therapeutic regimens and the construction of algorithms for the use of magnesium sulphate in fetal neuroprotection.(AU)
Descritores: Recém-Nascido Prematuro
Paralisia Cerebral/prevenção & controle
Neuroproteção/efeitos dos fármacos
Magnésio/efeitos adversos
Sulfato de Magnésio/uso terapêutico
-Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
Bases de Dados Bibliográficas
Fármacos Neuroprotetores
Contraindicações de Medicamentos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Id: lil-754431
Autor: Panisset, Karen; Giordano, Mario Vicente; Giordano, Luiz.
Título: Contracepção injetável trimestral / Progestin-only injectable contraception
Fonte: Femina;43(suppl.1):27-30, 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Os contraceptivos injetáveis trimestrais representam métodos de longo prazo muito utilizados, sendo acessíveis a grande contingente de pacientes. São altamente eficazes e com fácil posologia, colaborando com eficiente planejamento familiar. Suas taxas de gravidez oscilam entre 0,0 e 0,7/100 mulheres por ano. É método contraceptivo interessante para pacientes que não desejam ingestão de comprimidos, que apresentam contraindicações ao uso de estrogênios, que optam por amenorreia e para as adolescentes. No Brasil, é comercializado com a formulação de 150 mg de Acetato de Medroxiprogesterona de depósito (AMPD). Injeções intramusculares são capazes de inibir a ovulação e, também, alterarem o muco cervical e o endométrio. Seus efeitos adversos são reduzidos, destacando-se ganho de peso, dor abdominal, cefaleia, mudança de humor e diminuição do desejo sexual. Estudos atuais não demonstram maior risco de fraturas, apesar de haver discreta diminuição na densidade óssea. Apresenta benefícios relevantes como diminuição no risco de câncer endometrial, de câncer ovariano, de doença inflamatória pélvica e pode apresentar efeito benéfico nos sintomas da endometriose. Os autores realizaram revisão sobre o contraceptivo injetável trimestral priorizando seu modo de uso, efeitos benéficos, efeitos adversos e critérios de elegibilidade para sua prescrição.(AU)

The progestin-only injectable contraceptives are long-term methods widely used. They are accessible to large numbers of patients and are highly effective and easy to use. This collaborate with effective family planning. The pregnancy rates range between 0.0 and 0.7/100 women per years. They are a good alternative for contraception to patients who do not wish intake of pills, have contraindications to the use of estrogens, choose to amenorrhea and are adolescents. In Brazil it is marketed with the formulation of 150 mg of medroxyprogesterone acetate depot (DMPA). Intramuscular injections are able to inhibit ovulation and also modifies the cervical mucus and endometrium. Its adverse effects are few, especially weight gain, abdominal pain, headache, mood swings and decreased sexual desire. Current studies show no increased risk of fractures, although there is a slight decrease in bone density. It offers significant benefits such as reduced risk of endometrial cancer, ovarian cancer, pelvic inflammatory disease and may have beneficial effect on the symptoms of endometriosis. The authors conducted a review of the progestin-only injectable contraceptive focusing on its manner of use, benefits, side effects and eligibility criteria for prescription.(AU)
Descritores: Anticoncepção
Vacinas Anticoncepcionais
Medroxiprogesterona/administração & dosagem
Medroxiprogesterona/efeitos adversos
-Conduta do Tratamento Medicamentoso
Contraindicações de Medicamentos
Eficácia de Contraceptivos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Monteiro, Ilza Maria Urbano
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Id: lil-754430
Autor: Monteiro, Ilza Maria Urbano.
Título: Contracepção de longo prazo: dispositivo intrauterino (Mirena®) / Long-acting reversible contraceptive: levonorgestrel-releasing intrauterine system (Mirena®)
Fonte: Femina;43(suppl.1):21-26, 2015.
Idioma: pt.
Resumo: Atualmente, os estudos apontam para a alta eficácia dos contraceptivos de longa duração (LARCs - Long-Acting Reversible Contraceptives). O artigo se propôs a apresentar um breve histórico sobre o desenvolvimento de um dos mais importantes LARCs da atualidade, o dispositivo intrauterino liberador de 20 µg de levonorgestrel por dia (SIU-LNG), conhecido como Mirena®, bem como os resultados dos principais estudos publicados nas últimas décadas no que se refere à aceitabilidade, tolerância, segurança, satisfação e aspectos relacionados ao uso desse método contraceptivo.(AU)

Currently, studies have shown the high effectiveness of long-acting contraceptives (LARCs). This paper is aimed to present a brief history of the development of one of the most important LARCs today, the levonorgestrel intrauterine system releasing levonorgestrel 20 µg per day (LNGIUS), known as Mirena® as well as the results of major studies published in recent decades with regard to the acceptability and tolerance and safety aspects related to the use of this contraceptive method.(AU)
Descritores: Levanogestrel/efeitos adversos
Levanogestrel/uso terapêutico
Contracepção Reversível de Longo Prazo
Dispositivos Intrauterinos
-Pacientes Desistentes do Tratamento
Contraindicações de Medicamentos
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Id: lil-754428
Autor: Braga, Giordana Campos; Vieira, Carolina Sales.
Título: Anticoncepcionais reversíveis de longa duração: Implante Liberador de Etonogestrel (Implanon®) / Long-acting reversible contraceptives: etonogestrel-releasing implant (Implanon®)
Fonte: Femina;43(suppl.1):7-14, 2015. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: Apesar do crescente número de usuárias de métodos contraceptivos, 41% das gestações mundiais não foram planejadas. Os métodos de longa duração são uma alternativa eficaz de reduzir o número de gestações não planejadas diminuindo, assim, taxas de mortalidade materna e infantil. O implante é um método reversível de longa duração, com alta eficácia e taxa de continuidade. Este estudo tem como proposta fazer uma revisão sobre o implante liberador de etonogestrel, seus efeitos adversos e benefícios contraceptivos e não contraceptivos.(AU)

Despite the growing number of users of contraceptive methods, 41% of worldwide pregnancies were unplanned. Long acting reversible contraceptives (LARCS) are an effective alternative to reduce the number of unplanned pregnancies thereby reducing maternal and child mortality. The implant is a LARC, with high efficacy and continuation rate. This study has the objective to review the use of the etonogestrel-releasing implant, its adverse effects and contraceptive and non-contraceptive benefits.(AU)
Descritores: Progestinas/efeitos adversos
Contracepção Reversível de Longo Prazo/efeitos adversos
Contracepção Reversível de Longo Prazo/instrumentação
Contracepção Reversível de Longo Prazo/métodos
Contracepção Reversível de Longo Prazo/estatística & dados numéricos
-Pacientes Desistentes do Tratamento
Análise Custo-Benefício
Aconselhamento Diretivo
Gravidez não Planejada
Contraindicações de Medicamentos
Limites: Feminino
Gravidez
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A



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