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Id: biblio-1222750
Autor: Batista, Thales Paulo.
Título: Cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica no tratamento primário dos tumores epiteliais de ovário: projeto terapêutico piloto para pacientes do SUS/PE / Cytoreductive surgery plus hyperthermic intraperitoneal chemotherapy for treatment of epithelial ovarian cancer: a therapeutic pilot study for patients from SUS/PE.
Fonte: São Paulo; s.n; 2018. 41 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Fundação Antônio Prudente para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Contexto: O câncer ovariano representa a mais letal das neoplasias ginecológicas. Dada a predileção pela via peritoneal na disseminação desta neoplasia maligna (i.e.: carcinomatose peritoneal), a utilização de quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (i.e.: HIPEC ­ hyperthermic intraperitoneal chemotherapy; sigla mantida em inglês) representa promissora opção de tratamento para seu manejo multidisciplinar. Assim, a adoção de um protocolo simplificado de HIPEC poderia incrementar os resultados de seu tratamento às custas de reduzida morbimortalidade. Objetivos: Avaliar a eficácia e a segurança de um protocolo de HIPEC para tratamento do câncer epitelial avançado de ovário em pacientes da rede pública de saúde ­ SUS, em Pernambuco. Métodos: Estudo transversal (análise interina) de dados oriundos de ensaio clínico prospectivo fase II, de braço único e aberta, ainda em curso. O protocolo em estudo envolve o tratamento multidisciplinar do câncer de ovário com quimioterapia sistêmica perioperatória (i.e.: neoadjuvante e adjuvante) associado à citorredução ciurgica com HIPEC. O protocolo de HIPEC utilizou o dispositivo Performer HT (RanD S.r.l., Medolla ­ MO, Itália) e envolveu o uso de cisplatina (25mg/m²/L) perfundida em solução glicosada de diálise peritoneal por 30 minutos, sob temperatura de 41 a 43°C. O estudo foi aprovado pela CONEP (CAAE: 04016212.5.0000.5201) e registrado no ClinicalTrial.gov (NCT02249013). Recebeu financiamento do Decit/SCTIE/MS ­ CNPq/FACEPE/SES-PE (APQ:0187-4.01/13) e do FAPE/IMIP. Resultados: Entre março de 2015 e junho de 2017 foram realizados nove procedimentos de HIPEC em nove pacientes portadoras de neoplasia epitelial de ovário em estádio FIGO IIIB (n=1) ou IIIC (n=8), dos sub-tipos histológicos endometrióide (n=1) e seroso (n=7) e misto (n=1), e com idade mediana foi de 43 (Min ­ Max: 19 ­ 63) anos. O valor mediano do marcador tumoral CA125 antes do início do tratamento foi de 692U/mL (Min ­ Max: 223,7 ­ 6550), o qual foi reduzido para 35,78U/mL (Min ­ Max: 18,5 ­ 374,6) após tratamento sistêmico com 3 (Min ­ Max: 2 ­ 4) ciclos de quimioterapia neoadjuvante baseada em platina, o que resultou em PCI (i.e.: índice de disseminação peritoneal) de 9 (Min ­ Max: 3 ­ 18) ao tempo do procedimento de HIPEC, realizado após 29 dias (Min ­ Max: 26 ­ 43) do último ciclo de quimioterapia pré-operatória. Oito procedimentos de citorredução associada à HIPEC resultaram em citorredução macroscópica completa, isto às custas de ressecção colônica em três pacientes ­ exenteração pélvica posterior (n=2) e colectomia parcial (n=1). O com tempo cirúrgico mediano foi de 395 minutos (Min ­ Max: 235­760), com tempo mediano de internamento hospitalar de 4 dias (Min ­ Max: 3 ­ 10). Todos os pacientes deixaram a UTI na manhã seguinte aos procedimentos, ao passo que 91% das morbidades compreenderam complicações menores grau I e II, de acordo com a classificação de Clavien-Dindo. Segundo a Common Terminology Criteria for Adverse Events ­ Versão 4 (CTCAE v4.03), as complicações mais comuns foram vômitos G1/G2 (n=2) e anemia G3 (n=2). Apenas uma paciente requereu re-operação ao quarto dia de pós-operatório devido hemorragia intraperitoneal sem foco de sangramento específico (complicação grau IIIB) e não houve registro de óbitos ou complicações tardias relacionadas aos procedimentos. O tempo mediano para reinício do tratamento sistêmico foi de 37 dias (Min ­ Max: 33 ­ 50) e todas as pacientes completaram tratamento sistêmico previsto no protocolo do estudo (i.e.: 6 ciclos de quimioterapia). Conclusões: Este protocolo de tratamento multidisciplinar parece ser factível e seus dados preliminares apontam para curto tempo de internação e baixa morbidade. Este é um ensaio clínico pioneiro no Brasil e também o primeiro a usar o dispositivo Performer HT

Context: Ovarian cancer is the main lethal gynecologic malignance. Due to its predilection for peritoneal route of spreading (i.e.: peritoneal carcinomatosis), the use of HIPEC-Hyperthermic Intraperitoneal Chemotherapy emerged as a promising treatment option for the comprehensive management of this malignancy. Thus, the adoption of a simplified protocol of HIPEC could increase the results of treatment with reduced morbidity and mortality. Objectives: To evaluate the efficacy and safety of a HIPEC protocol for treatment of advanced epithelial ovarian cancer patients from the Public Health System ­ SUS in Pernambuco. Methods: A cross-sectional study (interim analysis) was carried out on the women enrolled in our ongoing single-arm, open label, phase 2 clinical trial. The study involved the multidisciplinary treatment with perioperative systemic chemotherapy associated cytoreductive surgery (CRS) plus HIPEC. The HIPEC protocol used Performer HT device (RAND Srl, Medolla - MO, Italy) and involved the use of cisplatin (25mg/m²/L) perfused into dextrose peritoneal dialysis for 30 minutes under temperature of 41-43°C. The study was approved by CONEP (CAAE: 04016212.5.0000.5201) and recorded in ClinicalTrial.gov (NCT02249013). It received funding from Decit/SCTIE/MS - CNPq/FACEPE/SES-PE (APQ: 0187-4.01/13) and FAPE/IMIP. Results: From March 2015 to August 2016, nine patients with stage IIIB (n=1) or IIIC (n=8) epithelial ovarian carcinoma were enrolled into our trial, with sub-types endometrioid (n=1), serous (n=7) or mixed (n=1) adenocarcinoma, and median (range) age of 43 years (range: 19 ­ 63). The median preoperative serum CA125 levels at diagnosis was 692U/mL (range: 223.7­6550), which was reduced to 35.78U/mL (Min ­ Max: 18,5 ­ 374,6) after a median of 3 (range: 2 ­ 4) cycles of neoadjuvant chemotherapy, and peritoneal cancer index scores (PCI) of 9 (range: 3 ­ 18) at the time of CRS/HIPEC, developed after 29 days (range: 26 ­ 43) from the last neoadjuvant course of chemotherapy. Eight procedures resulted in no visible disease, and three patients required bowel resection as rectosigmoidectomy (n=2) or partial colectomy (n=1). Median operation time was 395 minutes (range: 235 ­ 760), with a length of hospital stay of 4 days (range: 3­10). All patients left the ICU on the morning after the procedure, whereas about 91% of postoperative complications were minor grade I and II complications, according to the Clavien­Dindo classification. The most common morbidities were minor G1/G2 vomiting (n=2) and G3 anemia (n=2), according to the National Cancer Institute Common Terminology Criteria for Adverse Events (NCI/CTCAE) classification version 4.0. Only one patient experienced reoperation at the fourth postoperative day because of G3 postoperative hemorrhage, but no deaths or long-term complications were recorded. Time to re-starts systemic chemotherapy (i.e.: adjuvant chemotherapy) was 37 days (range: 33 ­ 50) and all patients completed the systemic treatment protocol (i.e.: 6 cycles of chemotherapy). Conclusions: Our comprehensive multimodal protocol seems to be feasible and safe, with low rates of complications and a short length of hospital stay in this preliminary report. This is a pioneering clinical trial in Brazil and also the very first to use the Performer HT device
Descritores: Neoplasias Ovarianas
Cavidade Peritoneal
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Procedimentos Cirúrgicos de Citorredução
Hipertermia Induzida
-Sistema Único de Saúde
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR30.1 - Biblioteca
BR30.1


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-842627
Autor: Batista, Thales Paulo; Badiglian Filho, Levon; Leão, Cristiano Souza.
Título: Exploring flow rate selection in HIPEC procedures / Explorando parâmetros de fluxo em procedimentos de HIPEC
Fonte: Rev. Col. Bras. Cir;43(6):476-479, Nov.-Dec. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Cytoreductive surgery (CRS) plus hyperthermic intraperitoneal chemotherapy (HIPEC) has emerged as a main comprehensive treatment of peritoneal malignancies. However, current data on the literature are very heterogeneous in terms of its technical particularities, which require some efforts to standardization of practices. In these setting, we present some early data from a pioneering clinical trial in Brazil (ClinicalTrials.gov Identifier: NCT02249013) to explore the dynamic relationships between flow rates and temperature parameters in the first cases of our study, which may help in selecting better technical parameters during HIPEC procedures.

RESUMO Cirurgia citorredutora avançada e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (i.e.: HIPEC, sigla em inglês) têm se consagrado como promissora abordagem terapêutica multidisciplinar para neoplasias malignas peritoneais. Contudo, dados da literatura corrente são muito heterogêneos em torno de muitos de seus aspectos técnicos, o que demanda algum esforço na busca por padronizações do procedimento. Neste sentido, são apresentados dados de um ensaio clínico pioneiro no Brasil (ClinicalTrials.gov Identifier: NCT02249013), relacionando parâmetros dinâmicos de taxas de fluxo e temperaturas de perfusão nos primeiros casos do estudo, o que pode ajudar na seleção de melhores parâmetros técnicos para procedimentos de HIPEC.
Descritores: Neoplasias Peritoneais/terapia
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
-Brasil
Protocolos de Quimioterapia Combinada Antineoplásica
Terapia Combinada
Hipertermia Induzida
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-487470
Autor: Esquivel, Jesus.
Título: Cytoreductive Surgery and Hyperthermic Intraperitoneal Chemotherapy (HIPEC) in the management of peritoneal surface malignancies of colonic
Fonte: Appl. cancer res;27(3):136-143, July-Sept. 2007. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Cytoreductive surgery and hyperthermic intraperitoneal chemotherapy (HIPEC) continues to play an increasing role in the management of peritoneal surface malignancies of colorectal origin. The prognosis of patients and the responses to cytoreductive surgery and HIPEC depend on the histology, the degree of malignant transformation, the adequacy of the cytoreductive surgery, and the response to systemic therapy. Continuous interaction between medical and surgical oncologists is needed to identify the most appropriate patients for and the most efficient sequence of the available therapeutic modalities.
Descritores: Carcinoma
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Neoplasias Colorretais
Tratamento Farmacológico
Limites: Humanos
Responsável: BR30.1 - Biblioteca


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Id: biblio-947759
Autor: Jomar, Rafael Tavares; Santos, Laise da Silva; Conteiro, Márcio Francês; Matsumoto, Karen dos Santos; Gallasch, Cristiane Helena; Taets, Gunnar Glauco de Cunto.
Título: Quimioterapia hipertérmica intraperitoneal transoperatória: o que a enfermagem precisa saber / Intraoperative hyperthermic intraperitoneal chemotherapy: what nurses should know / Quimioterapia intraperitoneal hipertérmica transoperatória: qué necesita saber la enfermería
Fonte: Rev. enferm. UERJ;25:[e29326], jan.-dez. 2017. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: apresentar o estado do conhecimento científico sobre quimioterapia hipertérmica intraperitoneal transoperatória no tratamento da carcinomatose peritoneal e os cuidados de enfermagem pós-operatórios para pacientes submetidos a essa terapia. Métodos: apresentam-se aspectos técnicos da quimioterapia hipertérmica intraperitoneal transoperatória, suas complicações potenciais e cuidados de enfermagem pós-operatórios envolvidos. Resultados: destaca-se a importância dos cuidados de enfermagem, quais sejam: monitorar sinais vitais, perfusão periférica, débito cardíaco e pressão venosa central; avaliar dor; encorajar tosse e realização de exercícios de respiração profunda; registrar drenagem de ferida operatória e drenos; investigar ruídos intestinais; medir volume residual gástrico; promover mudanças de decúbito; avaliar resultados laboratoriais de exames sanguíneos; instituir balanço hídrico e; aferir peso corporal. Conclusão: a quimioterapia hipertérmica intraperitoneal transoperatória é terapia promissora no tratamento de pacientes com carcinomatose peritoneal. Entretanto, para ser bem-sucedida, a prestação de cuidados de enfermagem é fundamental.

Objective: to present the current state of scientific knowledge about intraoperative hyperthermic intraperitoneal chemotherapy for the treatment of peritoneal carcinomatosis, and postoperative nursing care for patients undergoing this therapy. Methods: the study describes technical aspects of intraoperative hyperthermic intraperitoneal chemotherapy, the potential complications and post-operative nursing care involved. Results: emphasis was placed on the importance of nursing care, viz.: monitoring of vital signs, peripheral perfusion, cardiac output, and central venous pressure; pain assessment; encouraging coughing and deep breathing exercises; recording drainage of surgical wound and drains; investigating bowel sounds; measuring gastric residual volume; ensuring change of decubitus; evaluating laboratory blood test results; establishing water balance; and measuring body weight. Conclusion: intraoperative hyperthermic intraperitoneal chemotherapy has been shown to be a promising therapy in treatment of patients with peritoneal carcinomatosis. However, to be successful, the nursing care provided is fundamental.

Objetivo: presentar el estado del conocimiento científico sobre quimioterapia intraperitoneal hipertérmica transoperatoria en el tratamiento de la carcinomatosis peritoneal y los cuidados de enfermería posoperatorios para pacientes sometidos a ella. Métodos: se presentan aspectos técnicos de la quimioterapia intraperitoneal hipertérmica transoperatoria, sus complicaciones potenciales y cuidados de enfermería posoperatorios involucrados. Resultados: se destaca la importancia de los cuidados de enfermería: monitorear señales vitales, perfusión periférica, débito cardíaco, presión venosa central; evaluar dolor; estimular la tos y realización de ejercicios de respiración profunda; registrar drenaje de herida operatoria y drenes; investigar ruidos intestinales; medir volumen residual gástrico; promover cambios de decúbito; evaluar resultados de análisis de sangre en laboratorio; establecer balance hídrico; verificar peso corporal. Conclusión: la quimioterapia intraperitoneal hipertérmica transoperatoria es terapia prometedora en el tratamiento de pacientes con carcinomatosis peritoneal. Sin embargo, para ser exitosa, la prestación de cuidados de enfermería es fundamental.
Descritores: Cavidade Peritoneal
Neoplasias Peritoneais/enfermagem
Período Pós-Operatório
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/enfermagem
Hipertermia Induzida
Cuidados de Enfermagem
-Neoplasias Peritoneais
Neoplasias Peritoneais/tratamento farmacológico
Brasil
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/efeitos adversos
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/reabilitação
Enfermagem
Hipertermia Induzida/efeitos adversos
Hipertermia Induzida/enfermagem
Hipertermia Induzida/estatística & dados numéricos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR1366.1 - Biblioteca Biomédica B - CB/B (Odontologia e Enfermagem)


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Id: biblio-1016117
Autor: Restrepo, Juliana; Buelvas, Nelson; Cardona, Uriel; García, Mauricio.
Título: Manejo del mesotelioma peritoneal maligno con citorreducción quirúrgica más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal en el Instituto Nacional de Cancerología, Colombia: reporte de un caso y revisión bibliográfica / Peritoneal malignant mesothelioma treated with cytoreductive surgery and hyperthermic intraperitoneal chemotherapy at the National Cancer Institute, Colombia: case report and literature review
Fonte: Rev. colomb. cir;34(3):292-299, 20190813. fig.
Idioma: es.
Resumo: El mesotelioma peritoneal es una neoplasia que se origina en las células mesoteliales del peritoneo. Histórica-mente, la supervivencia de los pacientes con mesotelioma peritoneal maligno sin tratamiento, es menor de 12 meses y se considera una neoplasia resistente a la quimioterapia. La citorreducción quirúrgica y la quimioterapia regional administrada como quimioterapia hipertérmica intraperitoneal (Hyperthermic Intraperitoneal Chemothe-rapy, HIPEC) se asocia con mejor supervivencia a largo plazo.Se presenta el caso de un paciente con antecedentes de exposición al asbesto y con diagnóstico de mesotelioma peritoneal maligno de tipo epitelioide, que fue tratado con cirugía citorreductora más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal en el Instituto Nacional de Cancerología con una supervivencia de un año libre de enfermedad

Peritoneal mesothelioma is originated at the mesothelial cells of the peritoneum. Historically the survival of patients with this disease is less than 12 months without treatment and it is considered a neoplasm resistant to chemotherapy. Citorreductive surgery with hiperthermic intraperitoneal chemotherapy (HIPEC) is associated with an increased long-term survival. Here we present the case of a patient who had a past history of asbestos exposure and who was diagnosed with peritoneal mesothelioma of the epithelioid subtype. The patient was treated with cytoreductive surgery and HIPEC at the Instituto Nacional de Cancerología (Bogotá, Colombia) and has had a 12 month disease free survival
Descritores: Mesotelioma
-Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Procedimentos Cirúrgicos de Citorredução
Hipertermia Induzida
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO113


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Id: biblio-905165
Autor: García, Mauricio; Abadía, Mario; Solórzano, Felipe.
Título: Segunda citorreducción más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal por recaída de seudomixoma peritoneal / Second cytoreduction plus intraperitoneal hyperthermic chemotherapy in recurrence of pseudomyxoma peritonei
Fonte: Rev. colomb. cir;32(3):193-204, 20170000. fig.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. El seudomixoma peritoneal es una condición rara caracterizada por la presencia de ascitis mucinosa e implantes peritoneales, en la mayoría de los casos, provenientes de tumores mucinosos del apéndice. El tratamiento primario de esta enfermedad es quirúrgico, y la citorreducción más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal es el estándar de tratamiento actual, con supervivencia global a 5 y 10 años hasta de 96 y 68 %, respectivamente. No obstante, es una cirugía con alta morbilidad y considerable mortalidad, que apenas se está introduciendo en Colombia y la experiencia es incipiente. El porcentaje de recaída es de 28 a 44 % y existen pocos reportes sobre su manejo; la segunda citorreducción más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal parece tener resultados aceptables en cuanto a supervivencia, morbilidad y mortalidad. Resultados. No hay estudios de segundas intervenciones por recaída peritoneal del seudomixoma en Colombia y, por esta razón, se decidió reportar la experiencia de dos casos del Instituto Nacional de Cancerología, donde, después de una primera citorreducción más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal, los pacientes presentaron recaída peritoneal diagnosticada con imágenes durante el seguimiento y fueron sometidos a una nueva cirugía con buen resultado quirúrgico. Conclusión. La citorreducción secundaria más quimioterapia hipertérmica intraperitoneal es un procedimiento complejo con morbilidad considerable, que debe practicarse en lugares con experiencia y que proporciona al paciente un tratamiento radical y, posiblemente, se convierta en el manejo estándar de la recaída

Introduction: Peritoneal pseudomyxoma is a rare condition characterized by mucinous ascitis and peritoneal implants, originating from mucinous tumors of the apendix in the majority of cases. Primary treatment is surgical resection, with cytoreduction surgery plus hiperthermic intraperitoneal chemotherapy as the current standard of care, with 96% and 68% 5 and 10 year overall survival rates. Nonetheless, it is a surgical procedure associated with high morbidity and considerable mortality, with initial experience in Colombia. Recurrence is estimated between 28% and 44% and few reports address the management of recurrence peritoneal pseudomyxoma; second cytoreduction surgery plus hiperthermic intraperitoneal chemotherapy (CRS + HIPEC) seems to have acceptable results in terms of survival, morbidity and mortality. No studies of second CRS + HIPEC have been reported in Colombia; this is why we decided to publish two cases treated at the Instituto Nacional de Cancerología, Bogotá, Colombia, who had recurrence after a fist CRS + HIPEC, diagnosed by follow up images and who were taken to a second surgical treatment with good results. Conclusion: Second CRS + HIPEC is a technically challenging procedure with considerable morbidity that should only be performed in specialized and experienced centers, a radical form of treatment that could possibly become the standard of choice for recurrence.
Descritores: Pseudomixoma Peritoneal
-Neoplasias do Apêndice
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Procedimentos Cirúrgicos de Citorredução
Limites: Humanos
Responsável: CO113


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-623097
Autor: Duprat Neto, João Pedreira; Oliveira, Fernanda; Bertolli, Eduardo; Molina, Andre Sapata; Nishinari, Kenji; Facure, Luciana; Fregnani, Jose Humberto.
Título: Isolated limb perfusion with hyperthermia and chemotherapy: predictive factors for regional toxicity
Fonte: Clinics;67(3):237-241, 2012. tab.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: Isolated limb perfusion combined with melphalan is an accepted treatment for obtaining locoregional control in advanced melanoma of the extremities and other malignant neoplasias restricted to the limb. This study aims to examine the factors associated with toxicity caused by the regional method. We considered the technical aspects of severe complications associated with the procedure in an attempt to diminish the patient morbidity that occurs during the learning curve. METHODS: We conducted a retrospective analysis of the records of patients who underwent perfusion at the AC Camargo Hospital in São Paulo, Brazil between January 2000 and January 2009. The Wieberdink scale was applied to classify local toxicity and its relation to clinical and laboratory variables. RESULTS: Fifty-eight perfusions were performed in 55 patients. Most patients (86.2%) presented a toxicity level between I and III. Grade V toxicity was seen in five cases (8.6%), four of which occurred in the first 2 years. Creatine phosphokinase, an important predictive factor for toxicity, had an average value of 231.8 for toxicity grades I-III and 1286.2 for toxicity grades IV-V (p = 0.001). There was a relationship between the melphalan dose and toxicity, which was 77 mg (25 to 130 mg) for toxicity grades I-II and 93.5 mg (45 to 120 mg) for toxicity grades IV-V (p = 0.0204). CONCLUSION: It is possible to prevent the toxicity associated with melphalan by adjusting the dose according to the patient's body weight (especially for women and obese patients) and the creatine phosphokinase values in the postoperative period.
Descritores: Antineoplásicos Alquilantes/efeitos adversos
Protocolos de Quimioterapia Combinada Antineoplásica/efeitos adversos
Peso Corporal/fisiologia
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/efeitos adversos
Perna (Membro)
Melanoma/tratamento farmacológico
Melfalan/efeitos adversos
Neoplasias Cutâneas/tratamento farmacológico
-Antineoplásicos Alquilantes/administração & dosagem
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/métodos
Creatina Quinase/sangue
Cálculos da Dosagem de Medicamento
Melanoma/enzimologia
Melfalan/administração & dosagem
Estudos Retrospectivos
Fatores de Risco
Estatísticas não Paramétricas
Neoplasias Cutâneas/enzimologia
Limites: Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-622328
Autor: Ayoub, Jimmy Ali Saadallah; Bolognani, Carlos Eduardo Dainezzi; Bellandi, Detlev Mauri; Meyer, Alberto Monteiro; Ayoub, Ismail.
Título: Pseudomixoma peritoneal: operação citorredutora e quimio-hipertermia intraperitoneal - Relato de dois casos / Peritoneal pseudomyxoma: cytoreductive operation and intraperitoneal chemo-hyperthermia - Report of two cases
Fonte: ABCD arq. bras. cir. dig;25(1):67-68, jan.-mar. 2012.
Idioma: pt.
Descritores: Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Hipertermia Induzida
Pseudomixoma Peritoneal/terapia
-Terapia Combinada
Pseudomixoma Peritoneal/tratamento farmacológico
Pseudomixoma Peritoneal/cirurgia
Limites: Adulto
Feminino
Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-596758
Autor: Mattacheo, Adrián E.
Título: Carcinomatosis peritoneal de origen colorrectal. Cirugía citorreductora y quimioterapia hipertérmica intraperitoneal / Colorectal peritoneal carcinomatosis: citoreductive surgery and hyperthermic intraperitoneal chemotherapy
Fonte: Rev. argent. coloproctología;20(2):43-57, jun. 2009. ilus, tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Antecedentes: El pronóstico de los pacientes con carcinomatosis peritoneal de origen colorrectal es pobre. Tradicionalmente, para su tratamiento se utilizó la quimioterapia sistémica mientras que la cirugía estuvo reservada al tratamiento de las complicaciones. Objetivo: Establecer el estado actual de la cirugía citorreductora y la quimioterapia hipertérmica y valorar sus alcances en parámetros objetivos de acuerdo con la bibliografía. Material y Métodos: Se utilizaron para la búsqueda todos los artículos publicados acerca del tema en inglés y francés entre los años 1990 y 2008 en las bases de datos de PubMed de la Biblioteca Nacional de Medicina de los EEUU. Resultados: La cirugía citorreductora actúa sobre las masas neoplásicas macroscópicas, mientras que la quimioterapia hipertérmica intraperitoneal (QTHIP) es útil para tratar la enfermedad residual microscópica. La asociación entre ambas se debe a que la primera intenta resecar todo el tumor visible o, en su defecto, hasta 2 mm de espesor, a fin de permitir la acción de las drogas quimioterápicas, que pueden penetrar esa distancia como máximo en los tejidos tumorales. Los pacientes con un aceptable estado clínico (“performance status”), sin diseminación extraabdominal, con metástasis ganglionares y/o hepáticas resecables, baja carga de enfermedad peritoneal y potencialmente pasibles de una citorreducción completa, se considerarían para este tratamiento combinado. Los factores predictivos más utilizados en la actualidad lo constituyen el Índice de Cáncer Peritoneal (ICP) y la Citorreducción Completa. La mayoría de los autores coincide en admitir que los beneficios de la cirugía citorreductora (CC) más la QTHIP dependen principalmente de la capacidad de la cirugía de alcanzar una resección completa. La quimioterapia intraperitoneal no ha podido, por sí sola, tratar grandes volúmenes de carcinomatosis: solamente se han reportado tratamientos exitosos con el tratamiento combinado...

Background: Colorectal peritoneal carcinomatosis leads to a poor prognosis. Traditionally, its treatment has consisted in systemic chemotherapy, whereas surgery has been reserved to the management of complications. Objective: To establish the current state of cytoreductive surgery (CRS) and hyperthermic chemotherapy (HIPEC), and to assess their implications with objective parameters according to literature. Material and Methods: All papers published in english and french about the subject between 1990 and 2008 in the PubMed database were retrieved. Results: Cytoreductive surgery works over macroscopic neoplastic masses, as on microscopic residual disease HIPEC does. Their association is realted with their goals: the first one tries to resect all visible tumor or at least less than 2 mm, to allow chemoterapic drugs a deep penetration in tumoral tissues. Patients with an adequate performance status, with no extraabdominal spread, with resectable lymph nodes and/or hepatic metastasis, low burden of peritoneal disease and potentially fit for a complete cytoreduction, would be considered for this treatment. Nowadays, the most utilized predictive factors are constituted by the Peritoneal Cancer Index and Completeness of Cytoreduction. Most authors agree in the consideration that CRS plus HIPEC benefits depends mainly on the possibility of a complete surgical resection. Intraperitoneal chemotherapy could not, for its own, treat large tumoral masses: there are only reported successful treatments with the combined modality. At the same time, most papers prove that HIPEC combined with an optimum cytoreductive surgery cures about 25 per cent of the patients considered as unresectable. Benefits in survival related to this treatment are reached in spite of a high morbidity and mortality. The most severe complications are represented by anastomotic fistulas...
Descritores: Carcinoma/cirurgia
Carcinoma/tratamento farmacológico
Metástase Neoplásica/fisiopatologia
Neoplasias Colorretais/cirurgia
Neoplasias Colorretais/complicações
Neoplasias Peritoneais/cirurgia
Neoplasias Peritoneais/tratamento farmacológico
-Terapia Combinada
Cuidados Pós-Operatórios
Prognóstico
Peritônio/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos do Sistema Digestório/métodos
Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional/métodos
Sobreviventes
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Id: lil-575076
Autor: Fernández, Diego Lucas; Ardiles, Victoria; De Santibañes, Eduardo.
Título: Tratamiento de las metástasis hepáticas del cáncer colorrectal: [revisión] / Treatment of liver metastases of colorectal cancer
Fonte: Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004);28(1):12-16, jun. 2008.
Idioma: es.
Descritores: Quimioterapia do Câncer por Perfusão Regional
Neoplasias Colorretais
Laparoscopia
Metástase Neoplásica
Neoplasias Hepáticas/cirurgia
Neoplasias Hepáticas/tratamento farmacológico
Neoplasias Hepáticas/terapia
Limites: Humanos
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