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Id: biblio-1286368
Autor: Oliveira, Pryscila Ravene Carvalho; Rodrigues, Vitória Eduarda Silva; Oliveira, Ana Karoline Lima de; Oliveira, Francisco Gerlai Lima; Rocha, Gabriela Araújo; Machado, Ana Larissa Gomes.
Título: Fatores associados à fragilidade em idosos acompanhados na Atenção Primária à Saúde / Factores asociados a la fragilidad en ancianos acompañados en la Atención Primaria de Salud / Factors associated with frailty in elderly patients followed up in primary health care
Fonte: Esc. Anna Nery Rev. Enferm;25(4):e20200355, 2021. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Objetivo Verificar a associação entre os marcadores de fragilidade e as características sociodemográficas e clínicas em idosos na Atenção Primária à Saúde. Método Pesquisa transversal, realizada com 356 idosos cadastrados em unidades de saúde da família, no Nordeste do Brasil. Os instrumentos de coleta utilizados foram o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional e outro de perfil socioeconômico e de saúde. Analisaram-se os dados pela estatística inferencial, utilizando o teste do Qui-quadrado, com nível de significância 0,05. Resultados A média de idade foi de 72,85 anos (±8,965); 63,8% eram do sexo feminino, 39% apresentaram risco de fragilização e 22,5% demonstraram fragilidade. Houve associação entre fragilidade, sexo, faixa etária, estado civil, escolaridade, renda, presença de doença cardíaca e hipertensão. Conclusões e implicações para a prática Os marcadores de fragilidade nos idosos evidenciaram associação entre as características sociodemográficas e clínicas, indicando a necessidade de rastreio precoce no nível primário de atenção à saúde.

Resumen Objetivo Verificar la asociación entre los marcadores de fragilidad y las características sociodemográficas y clínicas en ancianos en Atención Primaria de Salud. Método Investigación transversal realizada con 356 ancianos registrados en unidades de salud familiar en Nordeste de Brasil. Los instrumentos de recolección utilizados fueron el Índice de Vulnerabilidad Clínico-Funcional y otro de perfil socioeconómico y de salud. Los datos se analizaron mediante estadística inferencial utilizando la prueba de Chi-cuadrado, con nivel de significancia de 0.05. Resultados La edad media fue de 72,85 años (± 8,965), el 63,8% eran mujeres, el 39% tenían riesgo de fragilidad y el 22,5% eran frágiles. Hubo asociación entre fragilidad, sexo, edad, estado civil, educación, ingresos, presencia de cardiopatía e hipertensión. Conclusiones e implicaciones para la práctica Los marcadores de fragilidad en ancianos se asociaron con características sociodemográficas y clínicas, lo que indica la necesidad de rastreo precoz en el nivel primario de atención a la salud.

Abstract Objective to verify the association between frailty markers and sociodemographic and clinical characteristics in elderly people in Primary Health Care. Method cross-sectional research, carried out with 356 elderly people registered in family health units in the Northeast of Brazil. The collection instruments used were the Index of Clinical-Functional Vulnerability and another of socioeconomic and health profile. The data were analyzed by inferential statistics, using the chi-square test, with a significance level of 0.05. Results the mean age was 72.85 years (±8.965); 63.8% were female, 39% were at risk of frailty and 22.5% were frail. There was an association between frailty, gender, age group, marital status, education, income, presence of heart disease and hypertension. Conclusions and implications for practice the markers of frailty in the elderly showed an association between sociodemographic and clinical characteristics, indicating the need for early screening at the primary health care level.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Fatores Socioeconômicos
Perfil de Saúde
Fatores Epidemiológicos
Saúde do Idoso
Fragilidade/epidemiologia
-Qualidade de Vida
Acidentes por Quedas
Índice de Massa Corporal
Doença Crônica
Prevalência
Estudos Transversais
Idoso Fragilizado
Polimedicação
Depressão
Diabetes Mellitus
Vulnerabilidade em Saúde
Sarcopenia
Autoavaliação Diagnóstica
Cardiopatias
Hipertensão
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR442.1 - Biblioteca Setorial de Pós-Graduação


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Id: biblio-1282580
Autor: Andrade, Nathália de Oliveira; Alves, Aline Martins; Luchesi, Bruna Moretti; Martins, Tatiana Carvalho Reis.
Título: Polimedicação em adultos e idosos cadastrados na Estratégia Saúde da Família: associação com fatores sociodemográficos, estilo de vida, rede de apoio social e saúde / Polypharmacy in adults and elderly registered in the Family Health Strategy: association with sociodemographic, lifestyle, social support network and health factors / Polifarmacia en adultos y ancianos registrados em la Estrategia de Salud de la Familia: asociación con factores sociodemográficos, estilo de vida, red de apoyo social y de salud
Fonte: Rev. bras. med. fam. comunidade;15(42):2462, 20200210. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: Verifica-se, no contexto global, a modificação do perfil da morbimortalidade em decorrência das transições demográfica e epidemiológica, relacionadas ao aumento do número de idosos e de doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse cenário, a polimedicação tem se tornado frequente e, por conseguinte, seus danos são visualizados. O uso de múltiplos medicamentos amplia o risco de prescrições potencialmente inapropriadas, o que propicia interações farmacológicas, eventos adversos a medicamentos e hospitalizações. Soma-se a isso o ônus ao sistema de saúde e à assistência médica. Objetivo: Identificar os fatores associados à polimedicação em adultos mais velhos e idosos. Métodos: Trata-se de um estudo transversal e quantitativo, realizado em 2018 e 2019, com n=147 adultos (45-59 anos) e n=153 idosos (≥60 anos), cadastrados na Estratégia Saúde da Família (ESF) no município de Três Lagoas/MS. Foram coletados dados de caracterização sociodemográfica, estilo de vida, rede de apoio social e informações sobre saúde. Questionou-se o número de fármacos de uso contínuo tomados por dia, sendo considerada polifarmácia a utilização de cinco ou mais medicamentos. Foi conduzida uma regressão logística binomial para identificar os fatores associados à polifarmácia. Resultados: A prevalência de polifarmácia foi 10,2% (IC95% = [6,3%-16,2%]) para os adultos e 17,0% (IC95% = [11,9%-23,7%]) para os idosos. Estiveram associados à polifarmácia para o grupo de adultos o aumento da idade (OR=1,32; IC95%=1,10-1,59) e não possuir companheiro (OR=6,52; IC95%=1,59-26,81). Já para o grupo de idosos, os fatores associados foram ter sofrido pelo menos uma queda no último ano (OR=3,33; IC95%=1,13-9,85), ser tabagista (OR=5,04; IC95%=1,30-19,62), avaliar a saúde como regular (OR=4,10; IC95%=1,16-14,54) ou ruim/muito ruim (OR=6,59; IC95%=1,31-33,08). O consumo de álcool foi inversamente associado à polifarmácia (OR=0,15; IC95%=0,02-0,98) nos idosos. Conclusões: Diante dos potenciais riscos oferecidos pela polimedicação, torna-se imprescindível a distinção dos grupos em condição de maior vulnerabilidade ao uso de múltiplos medicamentos e um acompanhamento mais cauteloso, a fim de assegurar maior segurança na prescrição de fármacos na atenção primária e o aprimoramento do cuidado.

Introduction: In the global context, there is a change in the profile of morbidity and mortality due to demographic and epidemiological transitions, related to increase in the number of elderly people and chronic non-communicable diseases. In this scenario, polypharmacy has become frequent and, therefore, its damages are visualized. The use of multiple medications increases the risk of potentially inappropriate prescriptions, which promotes pharmacological interactions, adverse drug events and hospitalizations. There is also a burden on the health system and health care. Objective: To identify factors associated with polypharmacy in adults and older adults. Methods: This is a cross-sectional and quantitative study, carried out in 2018 and 2019, with n=147 adults (45-59 years old) and n=153 elderlies (≥60y), registered in the Family Health Strategy (ESF) in in Três Lagoas/MS/Brazil. Sociodemographic characterization, lifestyle, social support network and health information data were collected. The number of drugs of continuous use taken per day was questioned, and the use of five or more medications was considered polypharmacy. Binomial logistic regression was conducted to identify factors associated with polypharmacy. Results: The prevalence of polypharmacy was 10.2% (95% CI = [6.3% -16.2%]) for adults and 17.0% (95% CI = [11.9% -23.7%]) for the elderly. Increased age (OR = 1.32; 95% CI = 1.10-1.59) and no partner (OR = 6.52; 95% CI = 1.59-26) were associated with polypharmacy for the adult group. For the elderly group, the associated factors were having suffered at least one fall in the last year (OR = 3.33; 95% CI = 1.13-9.85), being a smoker (OR = 5.04; 95% CI = 1.30-19.62), assess health as regular (OR = 4.10; 95% CI = 1.16-14.54) or poor/very bad (OR = 6.59; 95% CI = 1.31-33.08). Alcohol consumption was inversely associated with polypharmacy (OR = 0.15; 95% CI = 0.02-0.98) in the elderly. Conclusions: In view of the potential risks offered by polypharmacy, it is essential to distinguish groups in conditions of greater vulnerability to the use of multiple medications and more careful monitoring, in order to ensure greater safety in the prescription of drugs in primary care and the improvement of attention.

Introducción: En el contexto global, hay un cambio en el perfil de morbilidad y mortalidad debido a las transiciones demográficas y epidemiológicas, en relación con el aumento en el número de personas mayores y enfermedades crónicas no transmisibles. En este escenario, la polimedicación se ha vuelto frecuente y, por lo tanto, se visualizan sus daños. El uso de múltiples medicamentos aumenta el riesgo de prescripciones potencialmente inapropiadas, lo que promueve interacciones farmacológicas, eventos adversos de medicamentos y hospitalizaciones. A esto se agrega la carga sobre el sistema de salud y la asistencia médica. Objetivo: identificar los factores asociados con la polimedicación en adultos mayores y ancianos. Métodos: Este es un estudio transversal y cuantitativo, realizado en 2018 y 2019, con n=147 adultos (45-59 años) y n = 153 ancianos (≥60 años), registrados en la Estrategia de Salud Familiar (FSE) en el municipio Três Lagoas/MS. Se recogieron datos de caracterización sociodemográfica, estilo de vida, red de apoyo social e información de salud. Se cuestionó la cantidad de medicamentos de uso continuo que se toman por día, y el uso de cinco o más medicamentos se consideró polifarmacia. La regresión logística binomial se realizó para identificar los factores asociados con la polifarmacia. Resultados: La prevalencia de polifarmacia fue del 10.2% (IC 95% = [6.3% -16.2%]) para adultos y 17.0% (IC 95% = [11.9% -23.7%]) para las personas mayores. El aumento de la edad (OR = 1.32; IC 95% = 1.10-1.59) y ninguna pareja (OR = 6.52; IC 95% = 1.59-26) se asociaron con polifarmacia para el grupo de adultos. Para el grupo de ancianos, los factores asociados fueron haber sufrido al menos una caída en el último año (OR = 3.33; IC 95% = 1.13-9.85), ser fumador (OR = 5.04; IC 95% = 1.30-19.62), evalúe la salud como regular (OR = 4.10; IC 95% = 1.16-14.54) o pobre / muy mala (OR = 6.59; IC 95% = 1, 31-33.08). El consumo de alcohol fue inversamente asociado con la polifarmacia (OR = 0.15; IC 95% = 0.02-0.98) en los ancianos. Conclusiones: En vista de los riesgos potenciales que ofrece la polimedicación, es esencial distinguir grupos en condiciones de mayor vulnerabilidad al uso de múltiples medicamentos y un monitoreo más cuidadoso, a fin de garantizar una mayor seguridad en la prescripción de medicamentos en atención primaria y la mejora cuidado.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Envelhecimento
Polimedicação
Estratégia Saúde da Família
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Id: biblio-1039727
Autor: Magalhães, Mariana Santos; Santos, Fabiana Silvestre dos; Reis, Adriano Max Moreira.
Título: Factors associated with the use of potentially inappropriate medication by elderly patients prescribed at hospital discharge / Fatores associados ao uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos na alta hospitalar
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4877, 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To analyze the frequency of use of potentially inappropriate medication prescribed to elderly at hospital discharge from a public hospital, considering the Brazilian Consensus on Potentially Inappropriate Medication for Elderly, and to identify the associated factors. Methods Patients aged ≥60 years, admitted in clinical and geriatric units of a public hospital were invited to participate in the study. The information about the use of medicines was collected from the patient's electronic record and through telephone contact. The Brazilian Consensus on Potentially Inappropriate Medication for Elderly was used to classify the medication, regardless of the clinical condition. Results A total of 255 elders were included in this study. The frequency of use of potentially inappropriate medication by elderly was 58.4%. The potentially inappropriate medication use in elderly was positively associated with the presence of depression (odds ratio of 2.208) and polypharmacy (odds ratio of 2.495). The hospitalization in a geriatric unit showed an inverse association with the potentially inappropriate medication use in elderly (odds ratio of 0.513). Conclusion The frequency of potentially inappropriate medication prescription to elderly upon hospital discharge was high. The presence of depression and polypharmacy were directly associated with use of potentially inappropriate medication in the elderly. Admission to the geriatric clinic has become a protection factor for the use of potentially inappropriate medication in elderly. Strategies to improve the elderly pharmacotherapy should implemented aiming at healthcare quality and safety in the transition of care.

RESUMO Objetivo Analisar a frequência de uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos na prescrição de alta hospitalar de idosos de um hospital público, considerando o Consenso Brasileiro de Medicamentos Potencialmente Inapropriados para Idosos, e identificar os fatores associados. Métodos Pacientes com idade ≥60 anos, internados nas unidades de clínica médica e geriátrica de um hospital público, foram convidados para participar do estudo. As informações sobre o uso de medicamentos foram coletadas do prontuário eletrônico do paciente e confirmadas por contato telefônico. O Consenso Brasileiro de Medicamentos Potencialmente Inapropriados para Idosos independente da condição clínica foi utilizado para a classificação dos medicamentos. Resultados Foram incluídos no estudo 255 idosos. A frequência de uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos foi de 58,4%. O uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos foi associado positivamente à presença de depressão (razão de chance de 2,208) e polifarmácia (razão de chance de 2,495). A internação em unidade de geriatria apresentou associação inversa com uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos (razão de chance de 0,513). Conclusão A frequência de prescrição de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos na alta hospitalar foi alta. Depressão e polifarmácia estiveram diretamente associadas ao uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos. Ficar internado na clínica geriátrica mostrou-se fator protetor para uso de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos. Estratégias para melhorar a farmacoterapia do idoso devem ser implementadas, visando à qualidade assistencial e à segurança na transição do cuidado.
Descritores: Alta do Paciente/estatística & dados numéricos
Prescrição Inadequada/estatística & dados numéricos
Lista de Medicamentos Potencialmente Inapropriados
Serviços de Saúde para Idosos/estatística & dados numéricos
-Brasil
Estudos Transversais
Polimedicação
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1039740
Autor: Santos, Fabiana Silvestre dos; Dias, Bianca Menezes; Reis, Adriano Max Moreira.
Título: Emergency department visits of older adults within 30 days of discharge: analysis from the pharmacotherapy perspective / Visitas de idosos a departamentos de emergência em até 30 dias após a alta hospitalar: análise na perspectiva da farmacoterapia
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4871, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To analyze, from the pharmacotherapy perspective, the factors associated to visits of older adults to the emergency department within 30 days after discharge. Methods A cross-sectional study carried out in a general public hospital with older adults. Emergency department visit was defined as the stay of the older adult in this service for up to 24 hours. The complexity of drug therapy was determined using the Medication Regimen Complexity Index. Potentially inappropriate drugs for use in older adults were classified according to the American Geriatric Society/Beers criteria of 2015. The outcome investigated was the frequency of visits to the emergency department within 30 days of discharge. Multivariate logistic regression was performed to identify the factors associated with the emergency department visit. Results A total of 255 elderly in the study, and 67 (26.3%) visited emergency department within 30 days of discharge. Polypharmacy and potentially inappropriate medications for older adults did not present a statistically significant association. The diagnosis of heart failure and Medication Regimen Complexity Index >16.5 were positively associated with emergency department visits (OR=2.3; 95%CI: 1.04-4.94; p=0.048; and OR=2.1; 95%CI: 1.11-4.02; p=0.011), respectively. Furthermore, the diagnosis of diabetes mellitus and chronic kidney disease were protection factors for the outcome (OR=0.4; 95%CI: 0.20-0.73; p=0.004; and OR=0.3; 95%CI: 0.13-0.86; p=0.023). Conclusion The diagnosis of heart failure and Medication Regimen Complexity Index >16.5 were positively associated with the occurrence of an emergency department visit within 30 days of discharge.

RESUMO Objetivo Analisar, da perspectiva da farmacoterapia, os fatores associados à visita de idosos a departamentos de emergência em até 30 dias após a alta da internação índice. Métodos Foi realizado estudo transversal em hospital público geral, com idosos. Visita a departamento de emergência foi definido como a permanência do idoso nesse serviço por até 24 horas. A complexidade da farmacoterapia foi determinada usando o Medication Regimen Complexity Index. Os medicamentos potencialmente inapropriados para idosos foram classificados segundo os critérios American Geriatric Society/Beers , de 2015. O desfecho investigado foi a frequência de visita a departamento de emergência em 30 dias após a alta hospitalar. Regressão logística multivariada foi realizada para identificar os fatores associados à visita a departamento de emergência. Resultados No estudo, foram incluídos 255 idosos; 67 (26,3%) visitaram departamento emergência em 30 dias após a alta hospitalar. Polifarmácia e medicamentos potencialmente inapropriados para idosos não apresentaram associação estatística significante. O diagnóstico de insuficiência cardíaca e o índice da complexidade da farmacoterapia >16,5 apresentaram associação positiva com visita a departamento de emergência (RC=2,3; IC95%: 1,04-4,94; p=0,048; e RC=2,1; IC95%: 1,11-4,02; p=0,011), respectivamente. Ainda, o diagnóstico de diabetes mellitus e a doença renal crônica foram fatores de proteção para o desfecho (RC=0,4; IC95%: 0,20-0,73; p=0,004; e RC=0,3; IC95%: 0,13-0,86; p=0,023). Conclusão O diagnóstico de insuficiência cardíaca e o índice da complexidade da farmacoterapia >16,5 apresentaram associação positiva com ocorrência de visita a departamento de emergência dentro de 30 dias após a alta.
Descritores: Alta do Paciente/estatística & dados numéricos
Prescrições de Medicamentos/estatística & dados numéricos
Tratamento Farmacológico/estatística & dados numéricos
Serviço Hospitalar de Emergência/estatística & dados numéricos
Hospitalização/estatística & dados numéricos
-Readmissão do Paciente/estatística & dados numéricos
Fatores de Tempo
Estudos Transversais
Polimedicação
Insuficiência Cardíaca/tratamento farmacológico
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1090078
Autor: Andrade, Suzana Carvalho Vaz de; Marcucci, Rosa Maria Bruno; Faria, Lilian de Fátima Costa; Paschoal, Sérgio Márcio Pacheco; Rebustini, Flávio; Melo, Ruth Caldeira de.
Título: Health profile of older adults assisted by the Elderly Caregiver Program of Health Care Network of the City of São Paulo / Perfil de saúde dos idosos assistidos pelo Programa Acompanhante de Idosos na Rede de Atenção à Saúde do Município de São Paulo
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO5263, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Resumo: ABSTRACT Objective To assess the health profile of community-dwelling older adults, according to sex, assisted by the Elderly Caregiver Program of the City of São Paulo. Methods Secondary data of 535 older adults, assisted by ten Elderly Caregiver Program teams from the southern region of São Paulo, were collected from medical records and the Multidimensional Evaluation of Older People in Primary Care, after verifying the inclusion and exclusion criteria for the study and obtaining subjects' consent. Results Older adults assisted by this program were predominantly female (77.6%), mean age of 76.2±8.0 years. They had negative self-rated health (67.8%), difficulties in instrumental activities of daily living (68.4%) and signs of mood changes (60.3%). A high prevalence of older adults with vision problems (58.8%), polypharmacy (58.1%), memory-related complaints (55.8%) and multiple morbidities (50.6%) were observed. The prevalence of multiple morbidities, polypharmacy, cognitive impairment and signs of mood changes were higher in women. On the other hand, men reported more hearing problems than women. Conclusion The poorer health conditions of the older adults in this study, evidenced by a high prevalence of subjects with negative self-rated health, difficulties in instrumental activities of daily living, multiple morbidities, polypharmacy and other complaints (sensorial changes, depressive and cognitive symptoms), reinforce the importance of this program as a long-term care policy and as a way to ensure these older adults can continue living in their communities.

RESUMO Objetivo Analisar o perfil de saúde de idosos residentes na comunidade, de acordo com o sexo, cadastrados no Programa Acompanhante de Idosos do Município de São Paulo. Métodos Os dados secundários de 535 idosos assistidos por dez equipes do Programa Acompanhante de Idosos da região sul de São Paulo foram coletados a partir da consulta em prontuários e da Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa na Atenção Primária, após verificados os critérios de inclusão e exclusão para o estudo e a autorização dos idosos selecionados. Resultados Os idosos assistidos por este programa eram predominantemente do sexo feminino (77,6%), apresentavam média de idade 76,2±8,0 anos, tinham autoavaliação negativa de saúde (67,8%), comprometimento das atividades instrumentais da vida diária (68,4%) e indícios de alterações de humor (60,3%). Foi observada alta prevalência de idosos com dificuldades para enxergar (58,8%), polifarmácia (58,1%), queixas de problemas de memória (55,8%) e com múltiplas morbidades (50,6%). Na comparação entre os sexos, a presença de múltiplas morbidades, polifarmácia, queixas cognitivas e sinais de alterações de humor foi maior entre as mulheres. Por outro lado, a demanda de maior prevalência entre os homens foi referente a dificuldades em ouvir. Conclusão As piores condições de saúde desses idosos, constatadas pela alta prevalência de autoavaliação negativa de saúde, pelo comprometimento das atividades instrumentais da vida diária, por múltiplas morbidades, pela polifarmácia e outras queixas (alterações sensoriais, sintomas depressivos e alterações cognitivas), reafirmam a importância deste programa como política de cuidados de longa duração e para a manutenção destes idosos residindo na comunidade.
Descritores: Avaliação Geriátrica/estatística & dados numéricos
Serviços de Saúde para Idosos/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Atividades Cotidianas
Nível de Saúde
Prevalência
Inquéritos e Questionários
Fatores de Risco
Idoso Fragilizado/estatística & dados numéricos
Fatores Etários
Distribuição por Idade
Polimedicação
Fragilidade/epidemiologia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
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Id: biblio-1154094
Autor: Tinoco, Marlon Silva; Groia-Veloso, Ronara Camila de Souza; Santos, Jéssica Nathália Domingos dos; Cruzeiro, Maria Gabriela Martins; Dias, Bianca Menezes; Reis, Adriano Max Moreira.
Título: Medication regimen complexity of coronary artery disease patients / Complexidade da farmacoterapia de pacientes com doença arterial coronariana
Fonte: Einstein (Säo Paulo);19:eAO5565, 2021. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To determine the factors associated with the high complexity of medication regimen in patients with coronary artery disease. Methods: A cross-sectional study was carried out in a multiprofessional cardiology outpatient clinic, in the Secondary Care of the Unified Health System, where sociodemographic (age, sex, and education), clinical (number of health conditions, cardiovascular diagnoses, and comorbidities) and pharmacotherapeutic (adherence, polypharmacy, and cardiovascular polypharmacy) characteristics were collected. These were related to complexity of medication regimen, measured through the medication regimen complexity index. The classification of high complexity of medication regimen was carried out using standardization for the older adults and stratification for adult patients, as suggested in the literature. Results: The total complexity medication regimen of 148 patients had a median of 17.0 (interquartile range of 10.5). In the univariate analysis, the factors associated with high complexity were heart failure, diabetes mellitus, hypertension, five or more diseases, and non-adherence to treatment. In the final model, after logistic regression, there was a statistically significant association (p<0.05) with the variables diabetes mellitus, hypertension, and non-adherence. Conclusion: The high complexity of medication regimen in patients with coronary artery disease was associated with the presence of diabetes mellitus, hypertension, and reports of non-adherence to treatment.

RESUMO Objetivo: Determinar os fatores associados à complexidade alta da farmacoterapia em pacientes com doença arterial coronariana. Métodos: Realizou-se um estudo transversal em um ambulatório multiprofissional de cardiologia na Atenção Secundária do Sistema Único de Saúde, de onde foram coletadas características sociodemográficas (idade, sexo e escolaridade), clínicas (número de condições de saúde, diagnósticos cardiovasculares e comorbidades) e farmacoterápicas (adesão, polifarmácia e polifarmácia cardiovascular). Essas características foram relacionadas com a complexidade da farmacoterapia, mensurada por meio do Índice de Complexidade da Farmacoterapia. A classificação em complexidade alta da farmacoterapia foi realizada empregando a normatização para idosos e a estratificação para pacientes adultos, sugeridas na literatura. Resultados: A complexidade da farmacoterapia total dos 148 pacientes apresentou mediana igual a 17,0 (amplitude interquartílica de 10,5). Na análise univariada, os fatores associados à complexidade alta foram insuficiência cardíaca, diabetes mellitus, hipertensão arterial, cinco ou mais doenças e não adesão. No modelo final, após regressão logística, houve associação estatisticamente significante (p<0,05) com as variáveis diabetes mellitus, hipertensão arterial e não adesão. Conclusão: A complexidade alta da farmacoterapia em pacientes com doença arterial coronariana foi associada à presença de diabetes mellitus, hipertensão arterial e relato de não adesão a medicamentos
Descritores: Doença da Artéria Coronariana/tratamento farmacológico
Polimedicação
Adesão à Medicação
-Comorbidade
Modelos Logísticos
Estudos Transversais
Diabetes Mellitus
Hipertensão
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
Acúrcio, Francisco de Assis
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Id: biblio-903391
Autor: Nascimento, Renata Cristina Rezende Macedo do; Álvares, Juliana; Guerra Junior, Augusto Afonso; Gomes, Isabel Cristina; Silveira, Micheline Rosa; Costa, Ediná Alves; Leite, Silvana Nair; Costa, Karen Sarmento; Soeiro, Orlando Mario; Guibu, Ione Aquemi; Karnikowski, Margô Gomes de Oliveira; Acurcio, Francisco de Assis.
Título: Polypharmacy: a challenge for the primary health care of the Brazilian Unified Health System / Polifarmácia: uma realidade na atenção primária do Sistema Único de Saúde
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51(supl.2):19s, 2017. tab.
Idioma: en.
Projeto: Brazilian Ministry of Health.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To characterize the polypharmacy in primary health care patients and to identify its associated factors. METHODS This is a cross-sectional, exploratory, and evaluative study, part of the Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos - Serviços, 2015 (PNAUM - National Survey on Access, Use and Promotion of Rational Use of Medicines - Services, 2015). The variable of interest was polypharmacy, defined as the use of five or more medicines. We sought to identify the association of sociodemographic variables and indicators of health conditions to polypharmacy. For group comparison, the Pearson's Chi-square test was used. The association between polypharmacy and explanatory variables was evaluated by logistic regression model (p < 0.05). The quality of the adjustment was verified by Hosmer-Lemeshow test. RESULTS The prevalence of polypharmacy among medicine users was 9.4% (95%CI 7.8-12.0) in the general population and 18.1% (95%CI 13.6-22.8) in older adults above 65 years old. We found statistically significant association between polypharmacy and age above 45 years, lower self-perception of health, presence of chronic diseases, having health insurance, care in emergency services, and region of the Country. South users presented the highest chances to polypharmacy. The most used medicines were those of the cardiovascular system, being compatible with the national epidemiological profile. CONCLUSIONS Polypharmacy is a reality in the population met within the primary care of Brazilian Unified Health System and may be related to excessive or inappropriate use of medicines. The main challenge to qualify health care is to ensure that prescription of multiple medicines be appropriate and safe.

RESUMO OBJETIVO Caracterizar a polifarmácia em usuários da atenção primária e identificar fatores a ela associados. MÉTODOS Estudo transversal, exploratório, de natureza avaliativa, integrante do Componente Serviços da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos, 2015. A variável de interesse foi a polifarmácia, definida como o uso de cinco ou mais medicamentos. Buscou-se identificar a associação de variáveis sociodemográficas e indicadores de condições de saúde à polifarmácia. Para a comparação de grupos utilizou-se o teste qui-quadrado de Pearson. A associação entre polifarmácia e variáveis explicativas foi avaliada por modelo de regressão logística (p < 0,05). A qualidade do ajuste foi verificada pelo teste de Hosmer-Lemeshow. RESULTADOS A prevalência de polifarmácia entre os usuários de medicamentos foi de 9,4% (IC95% 7,8-12,0) na população geral e de 18,1% (IC95% 13,6-22,8) em idosos acima de 65 anos. Houve associação estatisticamente significante entre polifarmácia e faixa etária acima de 45 anos, baixa autopercepção de saúde, presença de doenças crônicas, ter plano de saúde, atendimento em serviço de emergência e região do país. Usuários do Sul apresentaram as maiores chances para polifarmácia. Os medicamentos mais utilizados foram os do aparelho cardiovascular, sendo compatível com o perfil epidemiológico nacional. CONCLUSÕES A polifarmácia é uma realidade na população atendida no âmbito da atenção primária do Sistema Único de Saúde e pode estar relacionada ao uso exacerbado ou inapropriado de medicamentos. O principal desafio para qualificar a atenção em saúde é garantir que a prescrição de múltiplos medicamentos seja apropriada e segura.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Polimedicação
-Autoimagem
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Estudos Transversais
Entrevistas como Assunto
Inquéritos Epidemiológicos
Distribuição por Sexo
Distribuição por Idade
Estilo de Vida
Pessoa de Meia-Idade
Programas Nacionais de Saúde
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1281233
Autor: Oliveira, Vanessa Marcon de; Rios, Cinthia Caldas; Gubert, Vanessa Terezinha; Ferreira, Cristiane Munaretto; Vasconcelos-Pereira, Erica Freire de; Toffoli-Kadri, Mônica Cristina; Donreal, Maria Tereza Ferreira Duenhas.
Título: Association of clinical epidemiological factors to polypharmacy among patients with multiple sclerosis: real-life data / Associação de fatores clínicos epidemiológicos à polifarmácia em pacientes com esclerose múltipla: dados da vida real
Fonte: ABCS health sci;46:e021212, 09 fev. 2021. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: INTRODUCTION: Treatment for multiple sclerosis should focus on relapse prevention and treatment, as well as symptom and disease progression control, which require the use of multiple medications. OBJECTIVE: To evaluate the association of polypharmacy and related clinical, epidemiological factors in multiple sclerosis patient cohorts. METHODS: It was conducted a prospective study of multiple sclerosis patients that held a prescription of disease-modifying drugs between January and December 2017. The medications were analyzed and classified as either long-term or as-needed medications for therapeutic objective and prescription status purposes. RESULTS: During 2017, 124 patients were attended, 106 were eligible for the study, and 81 agreed to participate. The average age was 40.95±11.69 years. The disease duration varied between 6 months and 30 years, with a median of 7 years. More than half of the multiple sclerosis patients suffered from comorbidities (54.32%), and 76.54% were categorized as polypharmacy. The comparison of polypharmacy between the groups yielded significant differences for comorbidities and employment status and regarding age between patients with polypharmacy and patients without polypharmacy of long-term medications. CONCLUSION: The age of the patient and the presence of comorbidities are important factors related to polypharmacy.

INTRODUÇÃO: O tratamento da esclerose múltipla deve ser concentrado na prevenção e tratamento de recaídas, bem como no controle da progressão dos sintomas e doenças, o que requer o uso de vários medicamentos. OBJETIVO: Avaliar a associação de polifarmácia a fatores epidemiológicos clínicos em uma coorte de pacientes com esclerose múltipla. MÉTODOS: Foi realizado um estudo prospectivo de pacientes com esclerose múltipla que possuíam prescrição de medicamentos modificadores da doença entre janeiro e dezembro de 2017. Os medicamentos foram analisados e classificados como medicamentos de longo prazo ou conforme necessário para fins terapêuticos de objetivo e status de prescrição. RESULTADOS: Durante 2017 foram atendidos 124 pacientes, destes 106 pacientes foram elegíveis para o estudo e 81 concordaram em participar. A idade média foi de 40,95±11,69 anos. A duração da doença variou entre 6 meses e 30 anos, com mediana de 7 anos. Mais da metade dos pacientes com esclerose múltipla apresentava comorbidades (54,32%) e 76,54% foram classificados com polifarmácia. A comparação da polifarmácia entre os grupos demonstrou diferenças significativas para comorbidades, e situação de trabalho, e em relação à idade entre pacientes com polifarmácia e pacientes sem polifarmácia com medicamentos de longa duração. CONCLUSÃO: A idade do paciente e a presença de comorbidades são fatores importantes relacionados à polifarmácia.
Descritores: Polimedicação
Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico
Esclerose Múltipla/epidemiologia
-Comorbidade
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1342.1 - Biblioteca da Escola de Enfermagem BENF


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-890751
Autor: Ribeiro, Marisa Rosimeire; Motta, Antonio Abílio; Marcondes-Fonseca, Luiz Augusto; Kalil-Filho, Jorge; Giavina-Bianchi, Pedro.
Título: Increase of 10% in the rate of adverse drug reactions for each drug administered in hospitalized patients
Fonte: Clinics;73:e185, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To assess the risk factors, incidence and severity of adverse drug reactions in in-patients. METHODS: This prospective study evaluated 472 patients treated at a teaching hospital in Brazil between 2010 and 2013 by five medical specialties: Internal Medicine, General Surgery, Geriatrics, Neurology, and Clinical Immunology and Allergy. The following variables were assessed: patient age, gender, comorbidities, family history of hypersensitivity, personal and family history of atopy, number of prescribed drugs before and during hospitalization, hospital diagnoses, days of hospitalization. The patients were visited every other day, and medical records were reviewed by the investigators to detect adverse drug reactions. RESULTS: There were a total of 94 adverse drug reactions in 75 patients. Most reactions were predictable and of moderate severity. The incidence of adverse drug reactions was 16.2%, and the incidence varied, according to the medical specialty; it was higher in Internal Medicine (30%). Antibiotics were the most commonly involved medication. Chronic renal failure, longer hospital stay, greater number of diagnoses and greater number of medications upon admission were risk factors. For each medication introduced during hospitalization, there was a 10% increase in the rate of adverse drug reaction. In the present study, the probability of observing an adverse drug reaction was 1 in 104 patients per day. CONCLUSIONS: Adverse drug reactions are frequent and potentially serious and should be better monitored in patients with chronic renal failure or prolonged hospitalization and especially in those on 'polypharmacy' regimens. The rational use of medications plays an important role in preventing adverse drug reactions.
Descritores: Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/epidemiologia
Hospitalização/estatística & dados numéricos
-Incidência
Estudos Prospectivos
Fatores de Risco
Polimedicação
Hospitais de Ensino
Medicina Interna
Tempo de Internação/estatística & dados numéricos
Antibacterianos/administração & dosagem
Antibacterianos/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1223700
Autor: Arriagada, Leonardo; Carrasco, Tamara; Araya, Mikol.
Título: Polifarmacia y deprescripción en personas mayores / Polypharmacy and deprescribing in older person
Fonte: Rev. Méd. Clín. Condes;31(2):204-210, mar.-abr. 2020. ilus.
Idioma: es.
Resumo: De acuerdo a las estimaciones mundiales, el año 2050, habrá más de 2000 millones de personas mayores (PM) de 60 años. En Chile, la situación no es distinta, el país está envejeciendo y esta situación nos expone a nuevos desafíos. Las PM, suelen presentar una mayor carga de enfermedad con el consiguiente aumento en la utilización de medicamentos para controlar su comorbilidad y multimorbilidad. Esta polifarmacia (uso de 5 o más medicamentos) trae consigo riesgos tales como el aumento de caídas, mayor fragilidad, aumento de los costos, entre otros. Para abordar estos riesgos en las PM, aparece el concepto de deprescripción como la práctica de retiro de medicamentos considerados inapropiados, supervisado por un profesional de la salud con el objetivo de gestionar la polifarmacia y mejorar los resultados clínicos. La deprescripción de medicamentos tales como las benzodiazepinas podrían mejorar la calidad del sueño y la calidad de vida, el retiro de analgésicos antinflamatorios no esteroidales y betabloqueadores disminuyen las caídas entre otros resultados. Esta práctica, debiese plantearse, por ejemplo, cuando los síntomas o síndromes coinciden con los efectos adversos a algunos de los medicamentos, cuando el paciente se encuentra en estadío avanzado de su enfermedad, con extrema fragilidad, con demencia avanzada o en cuidados de fin de vida. A pesar de que cada vez aparece más literatura que muestra la utilidad de deprescribir, queda aún pendiente expandir el conocimiento para generar evidencia de mejor calidad metodológica que oriente en qué escenarios se obtienen los mejores resultados para los pacientes.

According to global estimates, in the year 2050, there will be more than 2000 million older people (OP) of 60 years. In Chile, the situation is no different, the country is aging and this situation exposes us to new challenges. The OP, usually present a greater burden of disease resulting in an increase in the use of medications to control their comorbidity and multimorbility. This polypharmacy (the use of 5 or more drugs) it brings risks such as the increase in falls, greater fragility, increased costs, among others. To address these risks in the OP, the term deprescribing appears as the process of withdrawal of inappropriate medication, supervised by a health care professional with the goal of managing polypharmacy and improve clinical outcomes. Deprescribing medications such as benzodiazepines could improve the quality of sleep and quality of life, the withdrawal of non-steroidal anti-inflammatory analgesics and beta-blockers decrease falls among other results. This practice should arise, for example, when the symptoms or syndromes coincide with adverse effects to some of the medicines, when the patient is in advanced stage of their illness, with extreme fragility, with advanced dementia or end-of-life care. Despite the fact that every time appears more literature that shows the usefulness of deprescribir, to expand the knowledge to generate evidence of better quality that show in which scenarios are obtained the best results for patients.
Descritores: Polimedicação
Desprescrições
Limites: Humanos
Idoso
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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