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Id: lil-592364 LILACS-Express
Autor: Ardila Manjarrez, Eder Javier; Pérez Angarita, Lyda Loraine; Villareal Rueda, Paula Andrea.
Título: Ketamina versus fentanilo para sedación neonatal / Ketamine versus fentanyl for newborn sedation
Fonte: Med. U.P.B = Med. UPB;26(2):97-108, jul.-dic. 2007.
Idioma: es.
Resumo: Se presenta en este artículo una revisión sobre las ventajas que tiene la Ketamina frente al Fentanilo como agente sedante en población neonatal, discutiendo los principales cambios hemodinámicos, respiratorios y ocurrencia de efectos adversos atribuibles a cada uno de estos fármacos.

This article presents a review about the advantages of Ketamine compared to Fentanyl as sedative agents in the newborn population, discussing their mains hemodinamical and respiratory changes and the occurrence of side events attributable of each of ones.
Descritores: Analgesia
Dor
Fentanila
Ketamina
Recém-Nascido
Respiração Artificial
Limites: Humanos
Responsável: CO101.1 - BCdeS - Biblioteca Ciencias de la Salud


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Id: lil-787622
Autor: Tekindur, Sukru; Yetim, Memduh.
Título: Postoperative analgesia after total knee arthroplasty / Analgesia no pós-operatório de artroplastia total de joelho
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):437-438
Idioma: en.
Descritores: Analgesia Controlada pelo Paciente
Artroplastia do Joelho
-Dor Pós-Operatória
Medição da Dor
Analgesia Epidural
Analgesia
Bloqueio Nervoso
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-787630
Autor: Huang, Ana Paula Santana; Sakata, Rioko Kimiko.
Título: Pain after sternotomy - review / Dor após esternotomia - revisão
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):395-401
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objective: Adequate analgesia after sternotomy reduces postoperative adverse events. There are various methods of treating pain after heart surgery, such as infiltration with a local anesthetic, nerve block, opioids, non-steroidal anti-inflammatory drugs, alpha-adrenergic agents, intrathecal and epidural techniques, and multimodal analgesia. Content: A review of the epidemiology, pathophysiology, prevention and treatment of pain after sternotomy. We also discuss the various analgesic therapeutic modalities, emphasizing advantages and disadvantages of each technique. Conclusions: Heart surgery is performed mainly via medium sternotomy, which results in significant postoperative pain and a non-negligible incidence of chronic pain. Effective pain control improves patient satisfaction and clinical outcomes. There is no clearly superior technique. It is believed that a combined multimodal analgesic regimen (using different techniques) is the best approach for treating postoperative pain, maximizing analgesia and reducing side effects.

Resumo Justificativa e objetivo: Analgesia adequada após esternotomia reduz eventos adversos no pós-operatório. Várias modalidades estão disponíveis para tratamento da dor após cirurgia cardíaca: infiltração com anestésico local, bloqueio de nervos, opioides, anti-inflamatórios não esteroidais, agentes alfa-adrenérgicos, técnicas intratecais e epidurais e analgesia multimodal. Conteúdo: Foi feita uma revisão sobre epidemiologia, fisiopatologia, prevenção e tratamento da dor após esternotomia. Também fora discutidas as diversas modalidades terapêuticas analgésicas, com ênfase em vantagens e desvantagens de cada técnica. Conclusões: A cirurgia cardíaca é feita principalmente por esternotomia média, que resulta em dor significativa no pós-operatório e uma incidência não insignificante de dor crônica. O controle efetivo da dor melhora a satisfação dos pacientes e os desfechos clínicos. Nenhuma técnica é claramente superior. Acredita-se que um regime analgésico combinado multimodal (com várias técnicas) seja a melhor abordagem para tratar a dor pós-operatória, o que maximiza a analgesia e reduz os efeitos colaterais.
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Esternotomia/efeitos adversos
Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
Analgesia/métodos
-Dor Pós-Operatória/etiologia
Analgesia Epidural/métodos
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Terapia Combinada
Analgésicos Opioides
Anestésicos Locais
Bloqueio Nervoso/métodos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1049896
Autor: Santos, Marcos A; Stefani, Luciana C; R. Neto, João Paulo; Stefani, Stephen D.
Título: Access to pain management for cancer patients treated under the Brazilian private healthcare system / Acesso ao tratamento da dor de pacientes com câncer atendidos no sistema de saúde privado brasileiro
Fonte: J. bras. econ. saúde (Impr.) = Braz. j. health econ.;11(3):255-262, Dezembro/2019.
Idioma: en.
Resumo: Objective: To reflect about current pain management in cancer patients treated under the Brazilian Private Healthcare System, considering legal boundaries, access to essential drugs and involved ethical issues. Panelists aimed to reach a consensus about recommendations to increase access to proper analgesia for patients with cancer secondary pain. Methods: Four Brazilian specialists, being a radiation oncologist (and bioethicist), an oncologist, a pain specialist and a CEO of a private healthcare plan, met after the 2019 American Society of Clinical Oncology (ASCO) meeting, held in Chicago, and discussed the aforementioned subjects. A consensus was reached and is described below. Results: Cancer pain is prevailing in our country, probably undertreated, and may be a prevalent cause of medical services overuse, which may increase healthcare costs. Thus, there may be an opportunity to improve patient's quality of life, with a positive budget impact for private healthcare plans, if this treatment becomes mandatorily reimbursed. There are several studies in the literature showing similar results, but this should be prospectively studied, preferable using real word evidence, at the Brazilian scenario. Cancer pain treatment protocols, designed by specialists, should be designed in agreement with all stakeholders. Conclusion: Panelists agreed that pain treatment, which must be considered a human right, is a clear priority in Brazil. All stakeholders should collaborate in designing protocols to improve patient's quality of life, consequently improving health insurance's budgets. If so, this would have clear consequences in access to innovative cancer treatments, as those discussed during the 2019 ASCO meeting.

Objetivo: Refletir sobre o manejo atual da dor em pacientes com câncer atendidos no sistema de saúde privado brasileiro, considerando limites legais, acesso a medicamentos essenciais e questões éticas envolvidas. Os participantes do painel procuraram chegar a um consenso sobre recomendações para aumentar o acesso à analgesia adequada para pacientes com dor secundária ao diagnóstico de câncer. Métodos: Quatro especialistas brasileiros reuniram-se após a reunião da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) de 2019, realizada em Chicago, e discutiram os mencionados assuntos. Um consenso foi alcançado e é descrito abaixo. Resultados: A dor oncológica prevalece em nosso país, provavelmente subtratada, e pode ser uma causa predominante de uso excessivo de serviços médicos, o que pode aumentar os custos com saúde. Assim, pode haver uma oportunidade de melhorar a qualidade de vida do paciente, com um impacto orçamentário positivo para planos de saúde privados, se esse tratamento for obrigatoriamente reembolsado. Existem vários estudos na literatura que mostram resultados semelhantes, mas isso deve ser estudado prospectivamente, preferencialmente usando evidências provenientes de dados de mundo real, no cenário brasileiro. Os protocolos de tratamento da dor do câncer, preparados por especialistas, devem ser elaborados de acordo com todas as partes interessadas. Conclusão: Os participantes do painel concordaram que o tratamento da dor, que deve ser considerado um direito humano, é uma clara prioridade no Brasil. Todas as partes interessadas devem colaborar na elaboração de protocolos para melhorar a qualidade de vida do paciente, consequentemente melhorando os orçamentos do seguro de saúde. Nesse caso, isso teria consequências claras no acesso a tratamentos inovadores contra o câncer, como os discutidos durante a reunião da ASCO em 2019.
Descritores: Dor
Analgesia
Neoplasias
Responsável: BR600 - DESD - Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento


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Id: biblio-1121140
Autor: González, Ramón; García, Romagle.
Título: Eficacia analgésica de la combinación morfina/dexketoprofeno versus morfina/paracetamol en pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores / Analgesic efficiency of the combination morphine/dexketoprofen versus morphine/paracetamol in patients admitted for lower limb surgery
Fonte: Bol. méd. postgrado;34(1):7-12, Ene-Jun. 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: En cirugía traumatológica y ortopédica se han propuesto la combinación de distintos analgésicos y/o técnicas analgésicas para el tratamiento del dolor postoperatorio. Por esta razón, se realizó un ensayo clínico controlado, no ciego, con una muestra de 40 pacientes cuyo objetivo fue determinar la eficacia analgésica de la combinación Morfina/Dexketoprofeno versus Morfina/Paracetamol en pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores en el Servicio de Traumatología y Ortopedia del Hospital Central Universitario Dr. Antonio María Pineda. Los pacientes fueron distribuidos aleatoriamente en dos grupos: grupo M/D a quienes se les administró 100 mcg de morfina y 50 mg de dexketoprofeno y grupo M/P quienes recibieron 100 mcg de morfina y 1 gr de paracetamol. Ambos grupos reportaron ausencia de dolor en las primeras 6 horas, a las 18 horas 80% del grupo M/D y 100% del grupo M/P mostraron ausencia del dolor mientras que a las 24 horas ambos grupos reportaron dolor leve. Sólo 35% de los pacientes del grupo M/D recibió analgesia de rescate. Los efectos adversos fueron observados en 15% del grupo M/D y 5% del grupo M/P. Las combinaciones Morfina/Dexketoprofeno y Morfina/Paracetamol son seguras y eficaces para disminuir el dolor postoperatorio de los pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores, no obstante este último no requiere analgesia de rescate y los efectos adversos son menores(AU)

In trauma and orthopedic surgery, combination of different analgesics and/or analgesic techniques has been used for treatment of pain after surgery. For this reason, a clinical controlled study with 40 patients was performed to test the analgesic efficiency of the combination Morphine/Dexketoprofen versus Morphine/Paracetamol in patients admitted for lower limb surgery at the Service of Orthopedic Surgery and Orthopedics of the Hospital Central Universitario Dr. Antonio María Pineda. Patients were distributed in two groups: Group M/D which received 100 mcg of morphine and 100 mg of Dexketoprofen and Group M/P which received 100 mcg of morphine and 1 gr of paracetamol. Both groups did not show pain in the first 6 hours, 18 hours post surgery 80% of group M/D and 100% of the group M/P showed absence of pain while 24 hours after both groups reported slight pain. Only 35% of patients of group M/D received rescue analgesia; 15 % of group M/D and 5 % of group M/P showed minor adverse effects. The combination Morphine/Dexketoprofen and Morphine/Paracetamol are effective and safe in diminishing post operatory pain in patients submitted for lower limb surgery; nevertheless, the latter does not need rescue analgesia and has minor adverse effects(AU)
Descritores: Traumatologia
Cetoprofeno
Procedimentos Ortopédicos
Acetaminofen
Morfina/uso terapêutico
-Dor Pós-Operatória
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Analgesia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1058196
Autor: Fernández-Cantalejo Padial, J; Heras, E; Hernández, B; Jiménez, AB; Martínez, A; López-Herce, J; Mencía, S.
Título: Resultados tras implantación de un protocolo de sedoanalgesia para procedimientos en ámbito hospitalario / Results after implementation of a sedoanalgesia protocol for procedures in hospital environment
Fonte: Rev. chil. pediatr;90(6):649-656, dic. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Se analiza la efectividad y seguridad de un protocolo específico de sedoanalgesia para procedimien tos, y evalúa la satisfacción del personal sanitario con cada procedimiento. PACIENTES Y MÉTODO: Estudio prospectivo de un protocolo de sedoanalgesia para procedimientos en ámbito hospitalario en menores de 18 años, con una estrategia individualizada según la situación basal del paciente, el tipo de procedimiento y la experiencia del pediatra responsable de la sedación. Se registraron las variables: diagnóstico que motiva el procedimiento, tipo de procedimiento, datos antropométri cos, alergias, medicación, estado ASA y enfermedad de base, tiempo de ayuno, auscultación pul monar, temperatura, saturación de oxígeno, frecuencia respiratoria, frecuencia cardiaca, tensión arterial, lugar de sedación, tipo de fármaco, dosis, tipo de vía, escala de sedación Ramsay, duración de la sedación, tipo y tratamiento de efectos adversos, presencia de familiares durante todo el pro cedimiento y satisfacción del paciente. RESULTADOS: Se realizaron 279 sedaciones. Los fármacos más usados fueron óxido nitroso (62,7%) y midazolam (16,5%); las vías de administración más utili zadas fueron la inhalada (62,4%) y la intravenosa (15,8%). La satisfacción fue alta para el pediatra (92,5%), el enfermero (94,3%), los familiares (96,8%) y los pacientes (93,6%), con una buena correlación entre ellos, y fue significativamente menor al usar midazolam y las vías nasal y bucal. La tasa de efectos adversos fue del 3,2%, y ninguno fue grave. CONCLUSIONES: La implementación de un protocolo específico de sedoanalgesia para procedimientos en el ámbito hospitalario consigue una alta efectividad y seguridad, además de un alto nivel de satisfacción, tanto en familiares como en personal sanitario.

INTRODUCTION: We analyze the effectiveness and safety of a specific analgosedation protocol for procedures, and eva luate the satisfaction of the health personnel with each procedure. PATIENTS AND METHOD: Prospective study of an analgosedation protocol for hospital procedures in children under 18 years of age, with an individualized strategy based on the patient's baseline situation, the type of procedure and the experience of the pediatrician responsible for the sedation. The following variables were recorded: diagnosis motivating the procedure, type of procedure, anthropometric data, allergies, medication, ASA status and baseline disease, fasting time, lung auscultation, temperature, oxygen saturation, res piratory rate, heart rate, blood pressure, sedation location, type of drug, dose, route of administra tion, Ramsay sedation scale, duration of sedation, type and treatment of adverse effects, presence of family members throughout the procedure, and patient satisfaction. RESULTS: 279 sedations were performed. The most commonly used drugs were nitrous oxide (62.7%) and midazolam (16.5%); the most commonly used routes of administration were the inhaled one (62.4%) and the intravenous one (15.8%). The satisfaction was high for the pediatrician (92.5%), the nurse (94.3%), the family (96.8%), and patients (93.6%), with a good correlation between them, and it was significantly lower when using midazolam and the nasal and oral routes. The adverse effects rate was 3.2%, and none was severe. CONCLUSIONS: The implementation of a specific analgosedation protocol for procedures in the hospital environment achieves high levels of effectiveness and safety, as well as a high level of satisfaction, both in family members and in health personnel.
Descritores: Protocolos Clínicos
Satisfação do Paciente
Pediatras/psicologia
Analgesia/métodos
Anestesia/métodos
Satisfação no Emprego
-Midazolam
Família/psicologia
Estudos Prospectivos
Analgésicos não Entorpecentes
Dor Processual/prevenção & controle
Analgesia/efeitos adversos
Analgesia/psicologia
Hipnóticos e Sedativos
Anestesia/efeitos adversos
Anestesia/psicologia
Óxido Nitroso
Recursos Humanos de Enfermagem no Hospital/psicologia
Limites: Humanos
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-897752
Autor: Carlos, Ricardo Vieira; Torres, Marcelo Luis Abramides; Boer, Hans Donald de.
Título: Is there still an indication for the use of succinylcholine in cesarean section? The answer is no / Será que ainda existe uma indicação para o uso de succinilcolina em cesariana? A resposta é não
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(5):552-553, Sept-Oct. 2017.
Idioma: en.
Descritores: Succinilcolina
Cesárea
-Analgesia
Anestesia
Anestesia Obstétrica
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Comentário
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1126755
Autor: Soto Otero, Yaime.
Título: Analgesia multimodal una alternativa para el paciente quirúrgico / Multimodal analgesia: an alternative for the surgical patient
Fonte: Rev. cuba. pediatr;92(2):e508, abr.-jun. 2020.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El dolor posterior a una intervención quirúrgica, es un síntoma frecuentemente observado, no cumple una función útil y el peligro de no tratarlo aumenta la morbilidad y mortalidad posoperatoria. Objetivo: Destacar la importancia de la analgesia multimodal en el control del dolor agudo posoperatorio. Métodos: Revisión en la literatura impresa tanto nacional como internacional, sobre la analgesia y la modalidad multimodal y además, se hizo búsqueda en Internet. En los artículos revisados se obtuvieron distintos aspectos clínicos de la analgesia multimodal y de sus protocolos. Resultados: En la actualidad para mitigar el dolor y alcanzar la máxima expresión en la analgesia posoperatoria se han desarrollado diferentes modalidades analgésicas, aunque de todas ellas solo ha alcanzado mayor grado de recomendación, la analgesia multimodal porque es capaz de conseguir con su efecto sinérgico y con pequeñas dosis, una mejor potencia para producir analgesia y menos efectos adversos. Consideraciones finales: La analgesia multimodal logra un control adecuado del dolor agudo posoperatorio, disminuye las complicaciones posoperatorias y la necesidad de analgesia de rescate, pero todo esto depende del protocolo de analgesia multimodal propuesto, la vía de administración de los fármacos elegidos, sus dosis y el cumplimiento de los intervalos de aplicación(AU)

Introduction: The pain after surgery is a frequently observed symptom, it is not a useful function and the danger of not treating it increases postoperative morbidity and mortality. Objective: To highlight the importance of multimodal analgesia in the control of acute postoperative pain. Methods: It was made a review in the printed literature both national and international on the multimodal analgesia, and in addition, a search in Internet. In the reviewed articles there were obtained different clinical aspects of multimodal analgesia and its protocolization. Results: Nowadays, in order to mitigate the pain and achieve the maximum expression in the postoperative analgesia, there have been developed different analgesic modalities, although of all of them it only has achieved a greater degree of recommendation, the multimodal analgesia because it is capable of achieving with its synergetic effect and with small doses, a better power to produce analgesia and fewer adverse effects. Conclusions: The multimodal analgesia achieved adequate control of acute postoperative pain, decreasing the inherent complications of this state and the need of rescue analgesia. All of the above depends on the proposed protocol of multimodal analgesia, the route of administration of the chosen drugs, their doses and the compliance of the application intervals(AU)
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Terapia Combinada/métodos
Analgesia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-897730
Autor: Turan, Guldem; Ar, Arzu Yıldırım; Kuplay, Yıldız Yigit; Demiroluk, Oznur; Gazi, Mustafa; Akgun, Nur; Celikoglu, Erhan.
Título: Analgesia Nociception Index for perioperative analgesia monitoring in spinal surgery / Índice de analgesia/nocicepção para monitorização da analgesia perioperatória na cirurgia da coluna vertebral
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(4):370-375, July-aug. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: The Analgesia Nociception Index is an index used to measure the levels of pain, sympathetic system activity and heart rate variability during general anesthesia. In our study, Analgesia Nociception Index monitoring in two groups who had undergone spinal stabilization surgery and were administered propofol-remifentanil (Total Intravenous Anesthesia) and sevoflurane-remifentanyl anesthesia was compared regarding its significance for prediction of postoperative early pain. Methods: BIS and Analgesia Nociception Index monitoring were conducted in the patients together with standard monitoring. During induction, fentanyl 2 µg.kg-1, propofol 2.5 mg.kg-1 and rocuronium 0.6 mg.kg-1 were administered. During maintenance, 1.0 MAC sevoflurane + remifentanil 0.05-0.3 µg.kg-1.min-1 and propofol 50-150 µg.kg-1.min-1 + remifentanil 0.05-0.3 µg.kg-1.min-1 were administered in Group S and Group T, respectively. Hemodynamic parameters, BIS and Analgesia Nociception Index values were recorded during surgery and 30 min postoperatively. Postoperative visual analog scale (VAS) values at 30 minutes were recorded. Results: While no difference was found between mean Analgesia Nociception Index at all times of measurement in both groups, Analgesia Nociception Index measurements after administration of perioperative analgesic drug were recorded to be significantly higher compared to baseline values in both groups. There was correlation between mean values of Analgesia Nociception Index and VAS after anesthesia. Conclusion: Analgesia Nociception Index is a valuable parameter for monitoring of perioperative and postoperative analgesia. In spine surgery, similar analgesia can be provided in both Total Intravenous Anesthesia with remifentanil and sevoflurane administration. Analgesia Nociception Index is efficient for prediction of the need for analgesia during the early postoperative period, and therefore is the provision of patient comfort.

Resumo Justificativa e objetivos: O índice de analgesia/nocicepção (ANI) é usado para medir os níveis de dor, a atividade do sistema simpático e a variabilidade da frequência cardíaca durante a anestesia geral. Em nosso estudo, a monitoração do ANI em dois grupos que foram submetidos à cirurgia de estabilização da coluna vertebral e receberam propofol-remifentanil (Total Intravenous Anesthesia - TIVA) e sevoflurano-remifentanil foram comparados para identificar sua importância na previsão precoce de dor no pós-operatório. Métodos: Os pacientes foram monitorados com o uso de BIS e ANI juntamente com a monitoração padrão. Durante a indução, fentanil (2 µg.kg-1), propofol (2,5 mg.kg-1) e rocurônio (0,6 mg.kg-1) foram administrados. Durante a manutenção, 1 CAM de sevoflurano + remifentanil (0,05-0,3 µg.kg-1.min-1) e propofol (50-150 µg.kg-1.min-1) + remifentanil (0,05-0,3 µg.kg-1.min-1) foram administrados aos grupos S e T, respectivamente. Parâmetros hemodinâmicos, valores de BIS e ANI foram registrados durante a cirurgia e aos 30 minutos de pós-operatório. Os valores escala visual analógica (EVA) aos 30 minutos de pós-operatório foram registrados. Resultados: Enquanto não observamos diferença entre as médias do ANI em todos os tempos de mensuração de ambos os grupos, as mensurações do ANI após a administração do analgésico no perioperatório foram significativamente maiores do que os valores basais de ambos os grupos. Houve correlação entre as médias dos valores de ANI e EVA após a anestesia. Conclusão: ANI é um parâmetro importante para o monitoração de analgesia nos períodos perioperatório e pós-operatório. Na cirurgia da coluna vertebral, analgesia semelhante pode ser obtida com anestesia intravenosa total com remifentanil e com a administração de sevoflurano. O ANI é eficiente para prever a necessidade de analgesia durante o período pós-operatório imediato e, portanto, para proporcionar conforto ao paciente.
Descritores: Coluna Vertebral/cirurgia
Medição da Dor
Procedimentos Ortopédicos
Monitorização Neurofisiológica Intraoperatória/métodos
Analgesia
Anestesia Geral
-Sistema Nervoso Simpático/fisiologia
Frequência Cardíaca/fisiologia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897834
Autor: Vrsajkov, Vladimir; Mančić, Nedjica; Mihajlović, Dunja; Milićević, Suzana Tonković; Uvelin, Arsen; Vrsajkov, Jelena Pantić.
Título: Subcostal transversus abdominis plane block can improve analgesia after laparoscopic cholecystectomy / O bloqueio do plano transverso abdominal subcostal pode melhorar a analgesia após colecistectomia laparoscópica
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(2):149-153, Mar.-Apr. 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and goal of study: After laparoscopic cholecystectomy, patients have moderate pain in the early postoperative period. Some studies shown beneficial effects of subcostal transversus abdominis plane block on reducing this pain. Our goal was to investigate influence of subcostal transversus abdominis plane block on postoperative pain scores and opioid consumption. Materials and methods: We have randomized 76 patients undergoing laparoscopic cholecystectomy to receive either subcostal transversus abdominis plane block (n = 38) or standard postoperative analgesia (n = 38). First group received bilateral ultrasound guided subcostal transversus abdominis plane block with 20 mL of 0.33% bupivacaine per side before operation and tramadol 1 mg.kg−1 IV for pain breakthrough (≥6). Second group received after operation tramadol 1 mg.kg−1/6 h as standard hospital analgesia protocol. Both groups received acetaminophen 1 g/8 h IV and metamizole 2.5 g/12 h. Pain at rest was recorded for each patient using NR scale (0-10) in period of 10 min, 30 min, 2 h, 4 h, 8 h, 12 h and 16 h after the surgery. Results and discussion: We obtained no difference between groups according age, weight, intraoperative fentanyl consumption and duration of surgery. Subcostal transversus abdominis plane block significantly reduced postoperative pain scores compared to standard analgesia in all periods after surgery. Tramadol consumption was significantly lower in the subcostal transversus abdominis plane (24.29 ± 47.54 g) than in the standard analgesia group (270.2 ± 81.9 g) (p = 0.000). Conclusion: Our results show that subcostal transversus abdominis plane block can provide superior postoperative analgesia and reduction in opioid requirements after laparoscopic cholecystectomy.

Resumo Justificativa e objetivo: Após a colecistectomia laparoscópica, os pacientes apresentam dor moderada no pós-operatório imediato. Alguns estudos mostraram efeitos benéficos do bloqueio do plano transverso abdominal subcostal na redução dessa dor. Nosso objetivo foi investigar a influência do bloqueio do plano transverso abdominal subcostal nos escores de dor no pós-operatório e no consumo de opioides. Materiais e métodos: Foram randomizados 76 pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica para receber o bloqueio do plano transverso abdominal subcostal (n = 38) ou analgesia padrão no pós-operatório (n = 38). O primeiro grupo recebeu bloqueio do plano transverso abdominal subcostal bilateral guiado por ultrassom com 20 mL de bupivacaína a 0,33% em cada lado antes da operação e tramadol IV (1 mg.kg−1) para controle da dor (≥ 6). O segundo grupo recebeu tramadol (1 mg.kg−1/6 h) como protocolo-padrão de analgesia hospitalar pós-cirurgia. Ambos os grupos receberam acetaminofeno IV (1 g/8 h) e dipirona (2,5 g/12 h). A dor em repouso foi registrada para cada paciente com o uso da escala NR (0-10) nos períodos de 10 min, 30 min, 2 h, 4 h, 8 h, 12 h e 16 h após a cirurgia. Resultados e discussão: Não houve diferença entre os grupos em relação a idade, peso, consumo intraoperatório de fentanil e duração da cirurgia. O bloqueio do plano transverso abdominal subcostal reduziu significativamente o escore de dor no pós-operatório em comparação com a analgesia-padrão em todos os períodos após a cirurgia. O consumo de tramadol foi significativamente menor no grupo bloqueio do plano transverso abdominal subcostal (24,29 ± 47,54 g) do que no grupo analgesia padrão (270,2 ± 81,9 g) (p = 0,000). Conclusão: Nossos resultados mostram que o bloqueio do plano transverso abdominal subcostal pode proporcionar analgesia superior no pós-operatório e redução da necessidade de opioides após colecistectomia laparoscópica.
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Colecistectomia Laparoscópica
Analgesia
Bloqueio Nervoso/métodos
-Medição da Dor
Estudos Prospectivos
Músculos Abdominais
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME



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