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Id: lil-748911
Autor: Stabille, Débora Miranda Diogo; Diogo Filho, Augusto; Mandim, Beatriz Lemos da Silva; Araújo, Lúcio Borges de; Mesquita, Priscila Miranda Diogo; Jorge, Miguel Tanús.
Título: Frequency of colonization and isolated bacteria from the tip of epidural catheter implanted for postoperative analgesia / Frequência de colonização e bactérias isoladas de ponta de cateter de peridural implantado para analgesia pós-operatória / Frecuencia de colonización y bacterias aisladas de punta de catéter epidural implantado para analgesia postoperatoria
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(3):200-206, May-Jun/2015. tab.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVE: The increased use of epidural analgesia with catheter leads to the need to demonstrate the safety of this method and know the incidence of catheter colonization, inserted postoperatively for epidural analgesia, and the bacteria responsible for this colonization. METHODS: From November 2011 to April 2012, patients electively operated and maintained under epidural catheter for postoperative analgesia were evaluated. The catheter tip was collected for semiquantitative and qualitative microbiological analysis. RESULTS: Of 68 cultured catheters, six tips (8.8%) had positive cultures. No patient had superficial or deep infection. The mean duration of catheter use was 43.45 h (18-118) (p = 0.0894). The type of surgery (contaminated or uncontaminated), physical status of patients, and surgical time showed no relation with the colonization of catheters. Microorganisms isolated from the catheter tip were Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa and Sphingomonas paucimobilis. CONCLUSION: Postoperative epidural catheter analgesia, under these study conditions, was found to be low risk for bacterial colonization in patients at surgical wards. .

OBJETIVOS: O aumento do uso de analgesia pela via peridural com uso de cateteres leva à necessidade de se demonstrar a segurança do método. O presente estudo teve como objetivo conhecer a incidência de colonização de cateteres inseridos para analgesia peridural no pós-operatório e as bactérias responsáveis por estas colonizações. MÉTODOS: No período de novembro de 2011 a abril de 2012 foram avaliados pacientes operados eletivamente mantidos sob analgesia por cateter peridural no pós-operatório. A ponta do cateter foi coletada para análise microbiológica semi-quantitativa e qualitativa. RESULTADOS: Seis (8,8%) pontas dos 68 cateteres cultivados apresentaram culturas positivas. Nenhum paciente apresentou infecção superficial ou profunda. O tempo médio de permanência do cateter foi de 43,45 horas (18-118 horas) (p = 0,0894). O tipo de cirurgia (contaminada ou não contaminada), estado físico dos pacientes e tempo cirúrgico não mostraram relação com a colonização dos cateteres. Os micro-organismos isolados da ponta de cateter foram Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa e Sphingomonas paucimobilis. CONCLUSÃO: Conclui-se que, a analgesia por cateter peridural no pós-operatório, nas condições do presente estudo, revelou-se procedimento com baixo risco de colonização bacteriana em pacientes de enfermarias cirúrgicas. .

OBJETIVOS: El aumento del uso de analgesia por vía epidural con el uso de catéteres nos lleva a la necesidad de demostrar la seguridad del método. El presente estudio tuvo como objetivo conocer la incidencia de la colonización de catéteres insertados para la analgesia epidural en el postoperatorio y las bacterias responsables de estas colonizaciones. MÉTODOS: En el período de noviembre de 2011 a abril de 2012, se evaluaron pacientes operados electivamente que fueron mantenidos bajo analgesia por catéter epidural en el postoperatorio. La punta del catéter fue recolectada para análisis microbiológico semicuantitativo y cualitativo. RESULTADOS: Seis (8,8%) puntas de los 68 catéteres cultivados presentaron cultivos positivos. Ningún paciente presentó infección superficial o profunda. El tiempo medio de permanencia del catéter fue de 43,45 h (18-118 h) (p = 0,0894). El tipo de cirugía (contaminada o no contaminada), estado físico de los pacientes y tiempo quirúrgico no mostraron relación con la colonización de los catéteres. Los microorganismos aislados de la punta del catéter fueron Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa y Sphingomonas paucimobilis. CONCLUSIÓN: Concluimos que la analgesia por catéter epidural en el postoperatorio, en las condiciones del presente estudio, mostró ser un procedimiento con bajo riesgo de colonización bacteriana en pacientes quirúrgicos. .
Descritores: Bactérias/isolamento & purificação
Analgesia Epidural/métodos
Cateteres de Demora/microbiologia
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Fatores de Tempo
Estudos Prospectivos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-755139
Autor: Ramírez, Sofía; Gredilla, Elena; Martínez, Blanca; Gilsanz, Fernando.
Título: Bilateral subdural hematoma secondary to accidental dural puncture / Hematoma subdural bilateral secundário a punção dural acidental / Hematoma subdural bilateral secundario a punción dural accidental
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):306-309, July-Aug. 2015. ilus.
Idioma: en.
Resumo:

We report the case of a 25-year-old woman, who received epidural analgesia for labor pain and subsequently presented post-dural puncture headache. Conservative treatment was applied and epidural blood patch was performed. In the absence of clinical improvement and due to changes in the postural component of the headache, a brain imaging test was performed showing a bilateral subdural hematoma. The post-dural puncture headache is relatively common, but the lack of response to established medical treatment as well as the change in its characteristics and the presence of neurological deficit, should raise the suspicion of a subdural hematoma, which although is rare, can be lethal if not diagnosed and treated at the right time.

.

Apresentamos o caso clínico de uma paciente de 25 anos na qual uma técnica peridural foi aplicada durante o trabalho de parto e posteriormente apresentou cefaleia com características de cefaleia pós-punção dural. Foi iniciado tratamento conservador e tampão de sangue peridural. Devido à ausência de melhoria clínica e à mudança do componente postural da cefaleia, decidiu-se fazer um exame de imagem cerebral que demonstrou a presença de hematoma subdural bilateral. A cefaleia pós-punção dural é relativamente frequente, mas a falta de resposta ao tratamento médico instaurado, assim como a mudança em suas características e a presença de foco neurológico, deve levantar a suspeita de presença de um hematoma subdural que, embora infrequente, pode chegar a ser devastador se não for diagnosticado e tratado oportunamente.

.

Presentamos el caso clínico de una paciente de 25 años de edad, a quien se le realizó una técnica epidural durante el trabajo de parto y posteriormente presentó cefalea con características de cefalea pospunción dural. Se inició tratamiento conservador y se realizó parche hemático epidural. Ante la falta de mejoría clínica y debido al cambio en el componente postural de la cefalea, se decidió realizar una prueba de imagen cerebral que demostró la presencia de hematoma subdural bilateral. La cefalea pospunción dural es relativamente frecuente, pero la falta de respuesta al tratamiento médico instaurado, así como el cambio en sus características y la presencia de focalidad neurológica, deben hacer sospechar la presencia de un hematoma subdural que, aunque infrecuente, puede llegar a ser devastador si no se diagnostica y trata oportunamente.

.
Descritores: Analgesia Epidural/efeitos adversos
Analgesia Obstétrica/efeitos adversos
Hematoma Subdural/etiologia
-Analgesia Epidural/métodos
Analgesia Obstétrica/métodos
Placa de Sangue Epidural/métodos
Dor do Parto/tratamento farmacológico
Cefaleia Pós-Punção Dural/etiologia
Cefaleia Pós-Punção Dural/terapia
Neuroimagem/métodos
Hematoma Subdural/diagnóstico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794803
Autor: Nunes, Joana; Nunes, Sara; Veiga, Mariano; Cortez, Mara; Seifert, Isabel.
Título: A prospective, randomized, blinded-endpoint, controlled study - continuous epidural infusion versus programmed intermittent epidural bolus in labor analgesia / Estudo prospectivo, randômico, controlado e de avaliação cega do desfecho - infusão peridural contínua versus bolus epidural intermitente programado em analgesia de parto
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):439-444, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: There is evidence that administration of a programmed intermittent epidural bolus (PIEB) compared to continuous epidural infusion (CEI) leads to greater analgesia efficacy and maternal satisfaction with decreased anesthetic interventions. Methods: In this study, 166 women with viable pregnancies were included. After an epidural loading dose of 10 mL with Ropivacaine 0.16% plus Sufentanil 10 µg, parturient were randomly assigned to one of three regimens: A - Ropivacaine 0.15% plus Sufentanil 0.2 µg/mL solution as continuous epidural infusion (5 mL/h, beginning immediately after the initial bolus); B - Ropivacaine 0.1% plus Sufentanil 0.2 µg/mL as programmed intermittent epidural bolus and C - Same solution as group A as programmed intermittent epidural bolus. PIEB regimens were programmed as 10 mL/h starting 60 min after the initial bolus. Rescue boluses of 5 mL of the same solution were administered, with the infusion pump. We evaluated maternal satisfaction using a verbal numeric scale from 0 to 10. We also evaluated adverse, maternal and neonatal outcomes. Results: We analyzed 130 pregnants (A = 60; B = 33; C = 37). The median verbal numeric scale for maternal satisfaction was 8.8 in group A; 8.6 in group B and 8.6 in group C (p = 0.83). We found a higher caesarean delivery rate in group A (56.7%; p = 0.02). No differences in motor block, instrumental delivery rate and neonatal outcomes were observed. Conclusions: Maintenance of epidural analgesia with programmed intermittent epidural bolus is associated with a reduced incidence of caesarean delivery with equally high maternal satisfaction and no adverse outcomes.

Resumo Justificativa: Há evidências de que a administração de um bolus epidural intermitente programado (BEIP) comparada com a infusão epidural contínua (IEC) resulta em maior eficácia da analgesia e da satisfação materna, com redução das intervenções anestésicas. Métodos: Neste estudo, 166 mulheres com gravidezes viáveis foram incluídas. Após uma dose epidural de 10 mL de ropivacaína a 0,16% e adição de 10 µg de sufentanil, as parturientes foram aleatoriamente designadas para um dos três regimes: A - ropivacaína a 0,15% mais solução de sufentanil (0,2 µg/mL) como infusão peridural contínua (5 mL/h, imediatamente após o bolus inicial); B - ropivacaína a 0,1% mais sufentanil (0,2 µg/mL) como bolus epidural intermitente programado; C - solução idêntica à do Grupo A com bolus epidural intermitente programado. Os regimes BEIP foram programados como 10 mL por hora, começaram 60 minutos após o bolus inicial. Bolus de resgate de 5 mL da mesma solução foi administrado com bomba de infusão. A satisfação materna foi avaliada com uma escala numérica verbal de 0 a 10. Também avaliamos os resultados adversos maternais e neonatais. Resultados: Foram avaliadas 130 gestantes (A = 60, B = 33; C = 37). A mediana na escala numérica verbal para a satisfação materna foi de 8,8 no grupo A; 8,6 no grupo B e 8,6 no grupo C (p = 0,83). Encontramos uma taxa mais elevada para parto cesário no grupo A (56,7%; p = 0,02). Não observamos diferenças no bloqueio motor, taxa de parto instrumental e resultados neonatais. Conclusões: A manutenção da analgesia peridural com bolus epidural intermitente programado está associada a uma redução da incidência de parto cesariano com satisfação materna igualmente elevada e sem resultados adversos.
Descritores: Analgesia Epidural/métodos
Analgesia Obstétrica/métodos
-Bombas de Infusão
Cesárea/estatística & dados numéricos
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Analgesia Controlada pelo Paciente
Satisfação do Paciente
Determinação de Ponto Final
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-787622
Autor: Tekindur, Sukru; Yetim, Memduh.
Título: Postoperative analgesia after total knee arthroplasty / Analgesia no pós-operatório de artroplastia total de joelho
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):437-438
Idioma: en.
Descritores: Analgesia Controlada pelo Paciente
Artroplastia do Joelho
-Dor Pós-Operatória
Medição da Dor
Analgesia Epidural
Analgesia
Bloqueio Nervoso
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-787630
Autor: Huang, Ana Paula Santana; Sakata, Rioko Kimiko.
Título: Pain after sternotomy - review / Dor após esternotomia - revisão
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):395-401
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objective: Adequate analgesia after sternotomy reduces postoperative adverse events. There are various methods of treating pain after heart surgery, such as infiltration with a local anesthetic, nerve block, opioids, non-steroidal anti-inflammatory drugs, alpha-adrenergic agents, intrathecal and epidural techniques, and multimodal analgesia. Content: A review of the epidemiology, pathophysiology, prevention and treatment of pain after sternotomy. We also discuss the various analgesic therapeutic modalities, emphasizing advantages and disadvantages of each technique. Conclusions: Heart surgery is performed mainly via medium sternotomy, which results in significant postoperative pain and a non-negligible incidence of chronic pain. Effective pain control improves patient satisfaction and clinical outcomes. There is no clearly superior technique. It is believed that a combined multimodal analgesic regimen (using different techniques) is the best approach for treating postoperative pain, maximizing analgesia and reducing side effects.

Resumo Justificativa e objetivo: Analgesia adequada após esternotomia reduz eventos adversos no pós-operatório. Várias modalidades estão disponíveis para tratamento da dor após cirurgia cardíaca: infiltração com anestésico local, bloqueio de nervos, opioides, anti-inflamatórios não esteroidais, agentes alfa-adrenérgicos, técnicas intratecais e epidurais e analgesia multimodal. Conteúdo: Foi feita uma revisão sobre epidemiologia, fisiopatologia, prevenção e tratamento da dor após esternotomia. Também fora discutidas as diversas modalidades terapêuticas analgésicas, com ênfase em vantagens e desvantagens de cada técnica. Conclusões: A cirurgia cardíaca é feita principalmente por esternotomia média, que resulta em dor significativa no pós-operatório e uma incidência não insignificante de dor crônica. O controle efetivo da dor melhora a satisfação dos pacientes e os desfechos clínicos. Nenhuma técnica é claramente superior. Acredita-se que um regime analgésico combinado multimodal (com várias técnicas) seja a melhor abordagem para tratar a dor pós-operatória, o que maximiza a analgesia e reduz os efeitos colaterais.
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Esternotomia/efeitos adversos
Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
Analgesia/métodos
-Dor Pós-Operatória/etiologia
Analgesia Epidural/métodos
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Terapia Combinada
Analgésicos Opioides
Anestésicos Locais
Bloqueio Nervoso/métodos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-782892
Autor: Singh, Suneet Kaur Sra Charanjit; Yahya, Nurlia; Misiran, Karis; Masdar, Azlina; Nor, Nadia Md; Yee, Lee Choon.
Título: Combined spinal-epidural analgesia in labour: its effects on delivery outcome / Analgesia combinada raquiperidural em trabalho de parto: seus efeitos sobre o desfecho do parto
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(3):259-264, May.-June 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: Combined spinal-epidural (CSE) has become an increasingly popular alternative to traditional labour epidural due to its rapid onset and reliable analgesia provided. This was a prospective, convenient sampling study to determine the effects of CSE analgesia on labour outcome. METHODS: One hundred and ten healthy primigravida parturients with a singleton pregnancy of ≥37 weeks gestation and in the active phase of labour were studied. They were enrolled to the CSE (n = 55) or Non-CSE (n = 55) group based on whether they consented to CSE analgesia. Non-CSE parturients were offered other methods of labour analgesia. The duration of the first and second stage of labour, rate of instrumental vaginal delivery and emergency cesarean section, and Apgar scores were compared. RESULTS: The mean duration of the first and second stage of labour was not significantly different between both groups. Instrumental delivery rates between the groups were not significantly different (CSE group, 11% versus Non-CSE group, 16%). The slightly higher incidence of cesarean section in the CSE group (16% versus 15% in the Non-CSE group) was not statistically significant. Neonatal outcome in terms of Apgar score of less than 7 at 1 and 5 min was similar in both groups. CONCLUSION: There were no significant differences in the duration of labour, rate of instrumental vaginal delivery and emergency cesarean section, and neonatal outcome in parturients who received compared to those who did not receive CSE for labour analgesia.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A analgesia combinada raquiperidural (RP) tornou-se uma opção cada vez mais popular para o trabalho de parto tradicional devido ao seu rápido início de ação e ao resultado confiável. Este foi um estudo prospectivo de amostragem conveniente para determinar os efeitos da RP sobre o desfecho do parto. MÉTODOS: Foram incluídas 110 parturientes primigestas saudáveis, com gestação única de ≥ 37 semanas e na fase ativa do trabalho de parto. As pacientes foram designadas para os grupos RP (n = 55) ou não RP (n = 55) com base em seus consentimentos para a analgesia combinada RP. As parturientes do grupo não RP receberam outros métodos de analgesia para o parto. As durações do primeiro e segundo estágio do trabalho de parto, as taxas de parto vaginal instrumental e cesariana de emergência e os escores de Apgar foram comparados. RESULTADOS: A média de duração do primeiro e segundo estágio do trabalho de parto não foi significativamente diferente entre os dois grupos. As taxas de parto instrumental não foram significativamente diferentes entre os grupos, RP (11%) versus não RP (16%). A incidência ligeiramente maior de cesariana no grupo RP (16% versus 15% no não RP) não foi estatisticamente significativa. O desfecho neonatal em termos de índice de Apgar foi inferior a 7. CONCLUSÃO: Não houve diferenças significativas em relação à duração do trabalho, às taxas de parto vaginal instrumental e cesariana de emergência e ao desfecho neonatal em parturientes que receberam RP para analgesia de parto em comparação com aquelas que não receberam.
Descritores: Trabalho de Parto
Analgesia Epidural/métodos
Analgesia Obstétrica/métodos
Parto Obstétrico/estatística & dados numéricos
Raquianestesia/métodos
-Fatores de Tempo
Estudos Prospectivos
Resultado do Tratamento
Quimioterapia Combinada
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Adulto Jovem
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Id: biblio-843359
Autor: Furuya, Tomonori; Iida, Ryoji; Konishi, Jyumpei; Kato, Jitsu; Suzuki, Takahiro.
Título: Anesthesia for cesarean section in a patient with isolated unilateral absence of a pulmonary artery / Anestesia para cesariana em paciente com ausência unilateral isolada de artéria pulmonar
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(1):85-88, Jan.-Feb. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Congenital unilateral absence of a pulmonary artery (UAPA) is a rare anomaly. Although there are several reports regarding pregnancy in patients with unilateral absence of a pulmonary artery, there are no case reports describing anesthesia for Cesarean section in a patient with unilateral absence of a pulmonary artery. Case report: We present a patient with unilateral absence of a pulmonary artery who underwent Cesarean sections twice at the ages of 24 and 26 years under spinal anesthesia for surgery and epidural analgesia for postoperative pain relief. Both times, spinal anesthesia and epidural analgesia enabled successful anesthesia management without the development of either pulmonary hypertension or right heart failure. Conclusion: Spinal anesthesia combined with epidural analgesia is a useful anesthetic method for a Cesarean section in patients with unilateral absence of a pulmonary artery.

Resumo Justificativa e objetivos: A ausência congênita unilateral de uma artéria pulmonar (ACAP) é uma anomalia rara. Embora existam vários relatos sobre pacientes grávidas com ACAP, não há relatos de casos que descrevam anestesia para cesariana em pacientes com ACAP. Relato de caso: Apresentamos uma paciente com ACAP que foi submetida a duas cesarianas, aos 24 e 26 anos, sob raquianestesia para a cirurgia e analgesia epidural para a dor no pós-operatório. Nas duas cesarianas, a raquianestesia e a analgesia epidural possibilitaram o manejo bem-sucedido da anestesia, sem a ocorrência de qualquer hipertensão pulmonar ou insuficiência cardíaca direita. Conclusão: Raquianestesia combinada com analgesia epidural é um método anestésico útil para cesarianas em pacientes com ACAP.
Descritores: Artéria Pulmonar/anormalidades
Cesárea/métodos
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Complicações Cardiovasculares na Gravidez
Infusões Intravenosas
Midazolam/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Analgesia Epidural/métodos
Recesariana/métodos
Ropivacaina
Amidas
Hipnóticos e Sedativos
Anestesia Epidural
Anestesia Obstétrica/métodos
Raquianestesia/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897835
Autor: Ramos, Juan A; Shettar, Shashank S; James, Christopher F.
Título: Neuraxial analgesia in a parturient with the VACTERL association undergoing labor and vaginal delivery / Analgesia neuraxial em uma parturiente com síndrome de Vacterl em trabalho de parto normal
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(2):205-208, Mar.-Apr. 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: The term VACTERL is an acronym for an association of congenital malformations: including vertebral, anal, cardiac, tracheo-esophageal, renal and limb anomalies. VACTERL anomalies pose a formidable challenge to anesthesiologists. We describe the anesthetic management of a parturient with VACTERL association, who underwent neuraxial analgesia for labor and vaginal delivery. Case report: A 23 year old primigravida at 39 weeks gestation presented in labor at 4 cm cervical dilatation, completely effaced, requesting labor analgesia. Past medical history included VACTERL association with an imperforate anus and a partial endocardial cushion defect, both repaired in early childhood. She also had significant dorso-lumbar scoliosis with an extra lumbar vertebra. An MRI performed at 14 years age revealed the above findings with no spinal cord abnormalities. With a normal neurologic exam, a combined spinal epidural technique was performed. Despite significant scoliosis, the epidural space was identified at approximately the L3-L4 interspace at a depth of 5 cm. Spinal Fentanyl 25 mcg was administered followed by continuous patient-controlled epidural analgesia. The patient experienced excellent pain relief throughout her labor, and had an uneventful vaginal delivery 5 h after epidural placement. Discussion: The rarity of VACTERL association in the obstetric population with its extensive anomalies mandates a multidisciplinary approach in the prenatal period as it can pose major challenges to all health care providers, including airway, ventilatory, cardiac and neuraxial problems. This is the first reported case of a successful and safe neuraxial technique in a laboring patient with the VACTERL association with albeit limited vertebral and spinal cord anomalies.

Resumo Introdução: O termo Vacterl é um acrônimo para uma associação de malformacões congênitas que inclui anomalias vertebral, anal, cardíaca, traqueal, esofágica, renal e dos membros (Limbs em inglês). As anomalias Vacterl representam um enorme desafio para os anestesiologistas. Descrevemos o manejo anestésico de uma parturiente com síndrome de Vacterl submetida à analgesia neuraxial para parto normal. Relato de caso: Paciente primípara, 23 anos, 39 semanas de gestação, apresentava em trabalho de parto 4 cm de dilatação cervical, apagamento completo, exigiu analgesia de parto. A história médica incluía síndrome de Vacterl com ânus imperfurado e defeito parcial do coxim endocárdico, ambos corrigidos na primeira infância. A paciente também apresentava escoliose dorso-lombar acentuada com uma vértebra lombar adicional. Uma RM feita aos 14 anos revelou os achados mencionados acima sem anormalidades na medula espinhal. Com um exame neurológico normal, a técnica anestésica combinada raquiperidural (CRP) foi usada. Apesar de escoliose significativa, o espaço peridural foi identificado próximo ao interespaço L3-L4 a uma profundidade de 5 cm. Fentanyl (25 mcg) foi administrado por via espinhal, seguido de analgesia peridural contínua controlada pela paciente. A paciente sentiu grande alívio da dor durante todo o trabalho de parto; o parto vaginal ocorreu 5 horas após a anestesia CRP sem intercorrências. Discussão: A raridade da síndrome de Vacterl na população obstétrica com suas extensas anomalias exige uma abordagem multidisciplinar no pré-natal porque pode representar grandes desafios para todos os prestadores de cuidados de saúde, inclusive problemas respiratórios, de ventilação, cardíacos e do neuroeixo. Este é o primeiro caso relatado de uma técnica neuraxial bem-sucedida e segura em uma paciente em trabalho de parto com síndrome de Vacterl, embora com anomalias limitadas da coluna vertebral e medula espinhal.
Descritores: Canal Anal/anormalidades
Complicações na Gravidez
Coluna Vertebral/anormalidades
Traqueia/anormalidades
Analgesia Epidural
Analgesia Obstétrica
Deformidades Congênitas dos Membros
Esôfago/anormalidades
Cardiopatias Congênitas
Rim/anormalidades
-Trabalho de Parto
Parto Obstétrico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Martins, Carlos Alberto
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Id: biblio-1013420
Autor: Aragão, Fábio Farias de; Aragão, Pedro Wanderley de; Martins, Carlos Alberto; Leal, Karlla Fernanda Custódia Silva; Tobias, Alexandro Ferraz.
Título: Neuraxial labor analgesia: a literature review / Analgesia de parto no neuroeixo: uma revisão da literatura
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(3):291-298, May-June 2019.
Idioma: en.
Resumo: Abstract The use of analgesia techniques for labor has become increasingly frequent, with neuraxial techniques being the most commonly used and most effective. Labor pain entails a number of physiological consequences that may be negative for the mother and fetus, and therefore must be treated. This literature review was performed through a search in the PubMed database, from July to November 2016, and included articles in English or Portuguese, published between 2011 and 2016 or anteriorly, if relevant to the topic. The techniques were divided into the following topics: induction (epidural, combined epidural-spinal, continuous spinal, and epidural with dural puncture) and maintenance of analgesia (continuous epidural infusion, patient-controlled epidural analgesia, and intermittent epidural bolus). Epidural analgesia does not alter the incidence of cesarean sections or fetal prognosis, and maternal request is a sufficient indication for its initiation. The combined technique has the advantage of a faster onset of analgesia; however, patients are subject to a higher incidence of pruritus resulting from the intrathecal administration of opioids. Patient-controlled analgesia seems to be an excellent technique, reducing the consumption of local anesthetics, the number of anesthesiologist interventions, and increasing maternal satisfaction.

Resumo O uso de técnicas de analgesia para o trabalho de parto tem se tornado cada vez mais frequente. As técnicas neuroaxiais são as mais comumente usadas e de maior eficácia. A dor do trabalho de parto traz uma série de consequências fisiológicas que podem ser negativas para a mãe e para o feto, e por isso deve ser tratada. Esta revisão de literatura foi feita na base de dados PubMed, de julho a novembro de 2016, e foram incluídos artigos em inglês ou portuguê publicados entre 2011 e 2016, ou mais antigos que fossem relevantes ao tema. As técnicas foram divididas nos tópicos: indução (peridural, raquiperidural combinada, raquianestesia contínua e peridural com punção dural) e manutenção da analgesia (infusão peridural contínua, analgesia peridural controlada pela paciente e bolus peridural intermitente). A analgesia peridural não altera a incidência de cesarianas nem o prognóstico fetal, e o desejo materno é indicação suficiente para seu início. A técnica combinada apresenta como vantagem um início mais rápido da analgesia, entretanto as pacientes estão sujeitas a maior incidência de prurido decorrente da administração intratecal de opioides. A analgesia controlada pela paciente parece ser uma excelente técnica, diminui o consumo de anestésicos locais e o número de intervenções do anestesiologista e aumenta a satisfação materna.
Descritores: Analgesia Epidural/métodos
Analgesia Obstétrica/métodos
Dor do Parto/tratamento farmacológico
-Trabalho de Parto
Analgesia Controlada pelo Paciente/métodos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Braga, Angélica de Fátima de Assunçäo
Braga, Franklin Sarmento da Silva
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Id: biblio-977416
Autor: Braga, Angélica de Fátima de Assunção; Carvalho, Vanessa Henriques; Braga, Franklin Sarmento da Silva; Pereira, Rosa Inês Costa.
Título: Combined spinal-epidural block for labor analgesia. Comparative study with continuous epidural block / Bloqueio combinado raquiperidural para analgesia de parto. Estudo comparativo com bloqueio peridural contínuo
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(1):7-12, Jan.-Feb. 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Lumbar epidural block is an effective and routinely used technique for labor pain relief, and the combined spinal-epidural block has the benefit of using lower doses of local anesthetics and rapid onset of analgesia. The objective of this study was to evaluate the effectiveness and safety of two anesthetic techniques: combined spinal-epidural block and continuous epidural block in pregnant women for labor analgesia. Methods: Eighty patients, ASA II and III, with cephalic presentation and cervical dilation between 5 and 6 cm, undergoing labor analgesia, allocated in two groups according to the anesthetic technique: combined spinal-epidural (GI) and continuous epidural (GII). Pain severity before the blockade, time to complete analgesia, degree of motor blockade, time to full cervical dilation, duration of the second stage of labor, pain severity during the 1st and 2nd stage of labor, type of delivery, use of oxytocin during labor, maternal cardiocirculatory and respiratory parameters and adverse events, and neonatal repercussions were recorded. Results: At the time of anesthesia, pain severity was similar in both groups. Pain relief was faster in GI (4.5 ± 1.5 min) when compared to GII (11.6 ± 4.6 min) p = 0.01; pain scores in the first and second stages of delivery were lower in GI (0.9 ± 0.3 and 1.8 ± 0.7, respectively) when compared to GII (1.9 ± 0.6 and 2.2 ± 0.5, respectively), with p = 0.01 only in the first stage of labor; there was need for local anesthetics supplementation in GII; there were more frequent spontaneous deliveries in GI (80% of patients) than in GII (50%) (p = 0.045) and more frequent use of instrumental (p = 0.03) in GII (12 patients) compared to GI (4 patients); the frequency of cesarean deliveries was significantly higher (p = 0.02) in Group II than in Group I, with 4 cases in GI and 8 cases in GII; absence of maternal cardiocirculatory and respiratory changes and neonatal repercussions; more frequent pruritus in GI (10 patients) and (0 patients in GII) (p = 0.02). Conclusion: The combined blockade proved to be effective with better quality of analgesia and greater comfort for pregnant women, constituting a good option for the practice of obstetric analgesia.

Resumo Introdução: O bloqueio peridural lombar constitui técnica eficaz e rotineiramente empregada para alívio da dor do parto e o bloqueio combinado raquiperidural tem como benefícios o emprego de doses menores de anestésicos locais e rápido início de analgesia. O objetivo do estudo foi avaliar comparativamente a eficácia e a segurança de duas técnicas anestésicas: bloqueio combinado raquiperidural e peridural contínua em grávidas submetidas à analgesia de parto. Método: Oitenta gestantes, ASA 2 e 3, apresentação cefálica e dilatação cervical entre cinco e seis centímetros, submetidas à analgesia de parto, distribuídas em dois grupos de acordo com a técnica anestésica: técnica combinada raquiperidural (GI) e peridural contínua (GII). Avaliaram-se: intensidade de dor antes do bloqueio; tempo para completa analgesia; grau do bloqueio motor; tempo para dilatação cervical total; duração do 2° estágio do trabalho de parto; intensidade de dor durante o 1° e o 2° estágio do trabalho de parto; tipo de parto; uso de ocitocina durante trabalho de parto; parâmetros cardiocirculatórios, respiratórios e eventos adversos maternos; repercussões neonatais. Resultados: No momento da anestesia a intensidade de dor era semelhante em ambos os grupos. O alívio da dor foi mais rápido no GI (4,5 ± 1,5 min) quando comparado com o GII (11,6 ± 4,6 min) p = 0,01; os escores de dor no primeiro e segundo estágios de parto foram menores no GI (0,9 ± 0,3) e (1,8 ± 0,7) quando comparados com o GII (1,9 ± 0,6) e (2,2 ± 0,5) com p = 0,01 somente no primeiro estágio de trabalho de parto; houve necessidade de complementação com anestésicos locais no GII; partos espontâneos mais frequentes em GI (80% das pacientes) do que em GII (50%) p = 0,045 e instrumentais mais frequentes (p = 0,03) em GII (12 pacientes) quando comparadas com o GI (quatro pacientes); a frequência de partos cesáreos foi significativamente maior (p = 0,02) no Grupo II do que no Grupo I, quatro casos no GI e oito no GII; ausência de alterações cardiocirculatórias e respiratórias maternas e repercussões neonatais; prurido mais frequente no GI (10 pacientes) e (0 paciente no GII) p = 0,02. Conclusão: O bloqueio combinado mostrou-se eficaz com melhor qualidade de analgesia e maior conforto às gestantes, constitui boa opção para a prática de analgesia obstétrica.
Descritores: Analgesia Epidural/efeitos adversos
Analgesia Obstétrica/métodos
-Método Duplo-Cego
Analgesia Obstétrica/efeitos adversos
Resultado do Tratamento
Terapia Combinada
Raquianestesia/efeitos adversos
Bloqueio Nervoso/efeitos adversos
Bloqueio Nervoso/métodos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME



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