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Id: lil-270420
Autor: Rivero Pérez, Gudelia; Galán Díaz, Isabel; Díaz Falcón, Nilson; Lambert Fernández, Ofelia.
Título: Analgesia acupuntural y bloqueos terapéuticos en pacientes con lumbociatalgia: labor de enfermería / Acupuncture analgesia and therapeutic blocks in patients With lumbosciatica. Nursing work
Fonte: Rev. cuba. enferm;16(2):[111-6], mayo-ago. 2000. tab.
Idioma: es.
Resumo: Se realizó un estudio analítico, longitudinal y prospectivo acerca de la analgesia acupuntural y los bloqueos terapéuticos empleados como procedimiento en 200 pacientes con lumbociatalgia, atendidos en la clínica para el tratamiento del dolor del Hospital General Docente "Alberto Fernández Montes de Oca" de San Luis, provincia de Santiago de Cuba, durante el período comprendido desde julio de 1996 hasta marzo de 1997, con el objetivo de precisar la respuesta al tratamiento, comparar su efectividad y mostrar la labor de Enfermería en la aplicación de ambas técnicas. Se encontró que el tratamiento acupuntural del dolor lumbociático produjo analgesia en todos los pacientes tratados con este método, que además de ser inocuo, resultó de muy bajo costo y arrojó una diferencia de $ 8 513 en comparación con la técnica tradicional(AU)

An analytical, longitudinal and prospective study about acupuncture analgesia and therapeutic blocks used a procedure in 200 patients with lumbosciatica attended at the clinic for the treatment of pain of the "Alberto Fernández Montes de Oca" General Teaching Hospital, in San Luis, province of Santiago de Cuba, from July, l996, to March, l997, was conducted aimed at determining the response to treatment, comparing its effectiveness and showing the work carried out by the nurses in the application of both techniques. It was found that the acupuncture treatment of lumbosciatica produced release in all the patients treated by this method, that besides being innocuos was very cheap. There was a difference of $8 513 compared with the traditional technique(AU)
Descritores: Ciática/terapia
Analgesia por Acupuntura/métodos
Terapia por Acupuntura/enfermagem
Dor Lombar/terapia
Bloqueio Nervoso/enfermagem
-Estudos Prospectivos
Estudos Longitudinais
Limites: Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-748912
Autor: Barbosa, Fabiano Timbó; Barbosa, Tatiana Rosa Bezerra Wanderley; Cunha, Rafael Martins da; Rodrigues, Amanda Karine Barros; Ramos, Fernando Wagner da Silva; Sousa-Rodrigues, Célio Fernando de.
Título: Anatomical basis for sciatic nerve block at the knee level / Bases anatômicas para o bloqueio anestésico do nervo isquiático no nível do joelho / Bases anatómicas para el bloqueo anestésico del nervio isquiático al nivel de la rodilla
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(3):177-179, May-Jun/2015.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Recently, administration of sciatic nerve block has been revised due to the potential benefit for postoperative analgesia and patient satisfaction after the advent of ultrasound. The aim of this study was to describe the anatomical relations of the sciatic nerve in the popliteal fossa to determine the optimal distance the needle must be positioned in order to realize the sciatic nerve block anterior to its bifurcation into the tibial and common fibular nerve. METHOD: The study was conducted by dissection of human cadavers' popliteal fossa, fixed in 10% formalin, from the Laboratory of Human Anatomy and Morphology Departments of the Universidade Federal de Alagoas and Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas. Access to the sciatic nerve was obtained. RESULTS: 44 popliteal fossa were analyzed. The bifurcation of the sciatic nerve in relation to the apex of the fossa was observed. There was bifurcation in: 67.96% below the apex, 15.90% above the apex, 11.36% near the apex, and 4.78% in the gluteal region. CONCLUSIONS: The sciatic nerve bifurcation to its branches occurs at various levels, and the chance to succeed when the needle is placed between 5 and 7 cm above the popliteal is 95.22%. .

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Recentemente a feitura de bloqueio do nervo isquiático tem sido revista devido ao potencial benéfico para analgesia pós-operatória e satisfação dos pacientes após o advento da ultrassonografia. O objetivo deste estudo foi descrever as relações anatômicas do nervo isquiático na fossa poplítea para determinar a distância ideal em que a agulha deve ser posicionada para a feitura do bloqueio anestésico do nervo isquiático anterior a sua bifurcação em nervo tibial e fibular comum. MÉTODO: O trabalho foi feito por meio de dissecção de fossa poplítea de cadáveres humanos, fixados em formol a 10%, provenientes do Laboratório de Anatomia Humana dos departamentos de Morfologia da Universidade Federal de Alagoas e da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas. Obteve-se acesso ao nervo isquiático. RESULTADOS: Foram analisadas 44 fossas poplíteas. Observou-se a bifurcação do nervo isquiático em relação ao ápice da fossa. Houve bifurcação em 67,96% abaixo do ápice, 15,90% acima do ápice, 11,36% próxima ao ápice e 4,78% na região glútea. CONCLUSÕES: A bifurcação do nervo isquiático em seus ramos ocorre em vários níveis e a chance de se obter sucesso quando a agulha é usada entre 5 e 7 cm acima da fossa poplítea é de 95,22%. .

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: Recientemente la realización de bloqueo del nervio isquiático ha sido nuevamente analizada debido al potencial beneficioso para la analgesia postoperatoria y por la satisfacción de los pacientes después del advenimiento de la ecografía. El objetivo de este estudio fue describir las relaciones anatómicas del nervio isquiático en la fosa poplítea para determinar la distancia ideal en que la aguja debe ser posicionada para la realización del bloqueo anestésico del nervio isquiático anterior a su bifurcación en el nervio tibial y fibular común. MÉTODO: El trabajo se hizo por medio de la disección de la fosa poplítea de cadáveres humanos, empapados en formol al 10%, provenientes del Laboratorio de Anatomía Humana de los departamentos de Morfología de la Universidad Federal de Alagoas y de la Universidad de Ciencias de la Salud de Alagoas. Se obtuvo el acceso al nervio isquiático. RESULTADOS: Fueron analizadas 44 fosas poplíteas. Se observó la bifurcación del nervio isquiático con relación al ápice de la fosa. Hubo una bifurcación en un 67,96% por debajo del ápice, un 15,90% por encima del ápice, un 11,36% cercana al ápice y un 4,78% en la región glútea. CONCLUSIONES: La bifurcación del nervio isquiático en sus ramas se da en varios niveles y la probabilidad de que se obtenga éxito cuando la aguja se usa entre 5 y 7 cm por encima de la fosa poplítea es de un 95,22%. .
Descritores: Nervo Isquiático/anatomia & histologia
Joelho/anatomia & histologia
Bloqueio Nervoso/métodos
-Cadáver
Joelho/inervação
Agulhas
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-755130
Autor: Mata-Gómez, Javier; Guerrero-Domínguez, Rosana; García-Santigosa, Marta; Ontanilla, Antonio.
Título: Ultrasound-guided paravertebral block for pyloromyotomy in 3 neonates with congenital hypertrophic pyloric stenosis / Bloqueio paravertebral guiado por ultrassom para piloromiotomia em 3 recém-nascidos com estenose hipertrófica de piloro congênita / Bloqueo paravertebral ecoguiado para la piloromiotomía en 3 neonatos con estenosis hipertrófica de píloro congénita
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):302-305, July-Aug. 2015. ilus.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES:

Hypertrophic pyloric stenosis is a relatively common affection of gastrointestinal tract in childhood that results in symptoms, such as projectile vomiting and metabolic disorders that imply a high risk of aspiration during anesthetic induction. In this way, the carrying out of a technique with general anesthesia and intravenous rapid sequence induction, preoxygenation and cricoid pressure are recommended. After the correction of systemic metabolic alkalosis and pH normalization, cerebrospinal fluid can keep a state of metabolic alkalosis. This circumstance, in addition to the residual effect of neuromuscular blocking agents, inhalant anesthetics and opioids could increase the risk of postoperative apnea after a general anesthesia.

CASE REPORT:

We present the successful management in 3 neonates in those a pyloromyotomy was carried out because they had presented congenital hypertrophic pyloric stenosis. This procedure was done under general anesthesia with orotracheal intubation and rapid sequence induction. Then, ultrasound-guided paravertebral block was performed as analgesic method without the need for administrating opioids within intraoperative period and keeping an appropriate analgesic level.

CONCLUSIONS:

Local anesthesia has demonstrated to be safe and effective in pediatric practice. We consider the ultrasound-guided paravertebral block with one dose as a possible alternative for other local techniques described, avoiding the use of opioids and neuromuscular blocking agents during general anesthesia, and reducing the risk of central apnea within postoperative period.

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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

A estenose hipertrófica do piloro é uma condição relativamente comum do trato gastrintestinal na infância, que causa um quadro de vômitos em jato e alterações metabólicas que envolvem um alto risco de aspiração durante a indução da anestesia. Assim, recomenda-se uma técnica sob anestesia geral e indução intravenosa de sequência rápida, pré-oxigenação e pressão cricoide. Após a correção da alcalose metabólica sistêmica e normalização do pH, o líquido cerebrospinal pode manter um estado de alcalose metabólica. Isso, juntamente com os efeitos residuais de agentes bloqueadores neuromusculares, anestésicos e opioides, pode aumentar o risco de apneia pós-operatória após anestesia geral.

CASOS CLÍNICOS:

Apresentamos o manejo bem-sucedido em três recém-nascidos que foram submetidos a piloroplastia por apresentar estenose hipertrófica do piloro congênita. O procedimento foi feito sob anestesia geral com intubação orotraqueal e indução de sequência rápida. Em seguida, fez-se um bloqueio paravertebral guiado por ultrassonografia como método analgésico sem a necessidade de administração de opioides durante o período intraoperatório e que mantém o nível analgésico adequado.

CONCLUSÕES:

A anestesia regional é comprovadamente segura e eficaz na prática pediátrica. Consideramos o bloqueio paravertebral guiado por ultrassom com dose única como uma possível opção a outras técnicas regionais descritas, evita o uso de opioides e bloqueadores neuromusculares durante a anestesia geral e reduz o risco de apneia central no pós-operatório.

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JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS:

La estenosis hipertrófica de píloro es una afección relativamente común del tracto gastrointestinal en la infancia, que conlleva un cuadro de vómitos en proyectil y alteraciones metabólicas que implican un elevado riesgo de aspiración durante la inducción anestésica. Así, se recomienda la realización de una técnica con anestesia general e inducción de secuencia rápida intravenosa, preoxigenación y presión cricoidea. Tras la corrección de la alcalosis metabólica sistémica y normalización del pH, el líquido cefalorraquídeo puede mantener un estado de alcalosis metabólica. Esta circunstancia, junto con el efecto residual de los bloqueantes neuromusculares, agentes anestésicos inhalatorios y opioides podrían incrementar el riesgo de apnea postoperatoria tras una anestesia general.

CASOS CLÍNICOS:

Presentamos el manejo exitoso en 3 neonatos a los que se les realizó una piloromiotomía por presentar una estenosis hipertrófica de píloro congénita. El procedimiento se realizó bajo anestesia general con intubación orotraqueal e inducción de secuencia rápida. A continuación se llevó a cabo un bloqueo paravertebral guiado por ecografía como método analgésico sin precisar administración de opioides durante el periodo intraoperatorio y manteniendo un adecuado nivel analgésico.

CONCLUSIONES:

La anestesia regional ha demostrado ser segura y efectiva en la práctica pediátrica. Consideramos el bloqueo paravertebral guiado con ecografía con dosis única como una posible alternativa a otras técnicas regionales descritas, evitando el empleo de opioides y bloqueantes neuromusculares durante la anestesia general y reduciendo el riesgo de apnea central en el periodo postoperatorio.

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Descritores: Estenose Pilórica Hipertrófica/cirurgia
Anestesia Geral/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Bloqueio Nervoso/métodos
-Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Estenose Pilórica Hipertrófica/congênito
Intubação Intratraqueal/métodos
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-755135
Autor: Ripollés, Javier; Mezquita, Sandra Marmaña; Abad, Alfredo; Calvo, José.
Título: Analgesic efficacy of the ultrasound-guided blockade of the transversus abdominis plane - a systematic review / Eficácia analgésica do bloqueio ecoguiado do plano transverso do abdome - revisão sistemática / Eficacia analgésica del bloqueo del plano transverso del abdomen ecoguiado-revisión sistemática
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):255-280, July-Aug. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND:

The transverse abdominal plan blockade is a block of abdominal wall that has diffused rapidly in the clinical practice as part of a multimodal analgesia for abdominal surgery. The performance of the ultrasound-guided technique has allowed the lowering of potential complications, as well as new approaches that were carried out according to the descriptions, and the prospective studies would make it possible to utilize the transverse abdominal plan blockade in different surgical interventions; however, the results obtained in randomized clinical trials are inconsistent.

OBJECTIVES:

To prepare a systematic review aiming to determine the efficacy of the ultrasound-guided transverse abdominal plan blockade for different surgical interventions, as well as the indications according to the approaches and their influences.

METHODS:

Two research approaches, one manual, and the other in Pubmed returned 28 randomized clinical trials where intervention with ultrasound-guided transverse abdominal plan blockades was performed to compare the analgesic efficacy in contrast to another technique in adults, published between 2007 and October 2013, in English or Spanish, with Jadad score > 1, according to the inclusion criteria for this review. The authors analyzed independently all the randomized clinical trials.

CONCLUSIONS:

The transverse abdominal plan blockades have been shown to be an effective technique in colorectal surgery, cesarean section, cholecystectomy, hysterectomy, appendectomy, donor nephrectomy, retropubic prostatectomy, and bariatric surgery. However, the data found in randomized clinical trial are not conclusive, and as a result, it is necessary to develop new and well designed randomized clinical trial, with enough statistical power to compare different approaches, drugs, doses, and volumes for the same ...

JUSTIFICATIVA:

O bloqueio do plano transverso abdominal (TAP) é um bloqueio da parede abdominal que se difundiu rapidamente na prática clínica como parte de analgesia multimodal em cirurgia abdominal. A técnica ecoguiada permitiu reduzir as possíveis complicações, assim como as novas abordagens, que, de acordo com as descrições feitas e os estudos prospectivos, permitiram usar o TAP em vários procedimentos cirúrgicos; no entanto, os resultados obtidos em ensaios clínicos randomizados (ECR) são inconsistentes.

OBJETIVOS:

Revisão sistemática para determinar a eficácia analgésica do TAP ecoguiado em diversos procedimentos cirúrgicos, assim como determinar as indicações de acordo com abordagens e sua influência.

MÉTODOS:

Foi feita uma pesquisa no PubMed e outra livre, ou manual, e foram encontrados 28 ECR em que uma intervenção com o TAP ecoguiado era feita e se comparava sua eficácia analgésica com outra técnica em humanos adultos, publicados entre 2007 e outubro de 2013 com escore de Jadad > 1, em inglês ou espanhol, de acordo com os critérios de inclusão para esta revisão. Todos os ECR foram analisados de forma independente pelos autores.

CONCLUSÕES:

O TAP mostrou ser uma técnica eficaz em cirurgia colorretal, cesárea, colecistectomia, histerectomia, apendicectomia, nefrectomia em doador, prostatectomia retropúbica e cirurgia bariátrica. No entanto, os dados encontrados nos ECR são inconclusivos, de modo que mais ECR bem desenhados são necessários e com poder estatístico suficiente na comparação de diferentes abordagens, drogas, doses e volumes para uma mesma intervenção, a fim de resolver os temas da atualidade e seu impacto na prática clínica habitual.

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JUSTIFICACIÓN:

El bloqueo del plano transverso del abdomen (TAP) es un bloqueo de pared abdominal que se ha extendido rápidamente en la práctica clínica como parte de analgesia multimodal en cirugía abdominal. La realización de la técnica ecoguiada ha permitido disminuir las potenciales complicaciones, así como nuevos abordajes que según las descripciones realizadas y los estudios de extensión permitirían utilizar el TAP en distintas intervenciones quirúrgicas; sin embargo, los resultados obtenidos en ensayos clínicos aleatorizados (ECA) son inconsistentes.

OBJETIVOS:

Revisión sistemática para determinar la eficacia analgésica del TAP ecoguiado en las distintas intervenciones quirúrgicas en las que se ha realizado, así como determinar las indicaciones según los abordajes y la influencia de estos.

CONTENIDOS:

Se realizó una búsqueda en Pubmed y otra manual, encontrando 28 ECA en los que se realiza una intervención con TAP ecoguiado que comparan la eficacia analgésica respecto a otra técnica en humanos adultos, publicados entre 2007 y octubre de 2013 con puntuación Jadad > 1, publicados en inglés o en castellano, según los criterios de inclusión para esta revisión. Todos los ECA fueron analizados de forma independiente por los autores.

CONCLUSIONES:

El TAP demostró ser una técnica eficaz en cirugía colorrectal, cesárea, colecistectomía, histerectomía, apendicectomía, nefrectomía de donante, prostatectomía retropúbica y cirugía bariátrica; sin embargo, los datos hallados en ECA no son concluyentes, por lo que se requieren nuevos ECA bien diseñados y con suficiente potencia estadística en los que se comparen los distintos abordajes, fármacos, dosis y volúmenes para una misma intervención con el fin de resolver los actuales interrogantes y su repercusión en la práctica clínica habitual.

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Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Bloqueio Nervoso/métodos
-Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
Parede Abdominal
Abdome/cirurgia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794799
Autor: Türkyilmaz, Esra Uyar; Eryilmaz, Nuray Camgöz; Güzey, Nihan Aydin; Moraloğlu, Özlem.
Título: Bilateral greater occipital nerve block for treatment of post-dural puncture headache after caesarean operations / Bloqueio bilateral do nervo occipital maior para tratamento de cefaleia pós-punção dural após cesarianas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):445-450, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Post-dural puncture headache (PDPH) is an important complication of neuroaxial anesthesia and more frequently noted in pregnant women. The pain is described as severe, disturbing and its location is usually fronto-occipital. The conservative treatment of PDPH consists of bed rest, fluid theraphy, analgesics and caffeine. Epidural blood patch is gold standard theraphy but it is an invasive method. The greater occipital nerve (GON) is formed of sensory fibers that originate in the C2 and C3 segments of the spinal cord and it is the main sensory nerve of the occipital region. GON blockage has been used for the treatment of many kinds of headache. The aim of this retrospective study is to present the results of PDPH treated with GON block over 1 year period in our institute. Methods: 16 patients who had been diagnosed to have PDPH, and performed GON block after caesarean operations were included in the study. GON blocks were performed as the first treatment directly after diagnose of the PDPH with levobupivacaine and dexamethasone. Results: The mean VAS score of the patients was 8.75 (±0.93) before the block; 3.87 (±1.78) 10 min after the block; 1.18 (±2.04) 2 h after the block and 2.13 (±1.64) 24 h after the block. No adverse effects were observed. Conclusions: Treatment of PDPH with GON block seems to be a minimal invasive, easy and effective method especially after caesarean operations. A GON block may be considered before the application of a blood patch.

Resumo Justificativa: A cefaleia pós-punção dural (CPPD) é uma complicação importante da anestesia neuroaxial e mais frequentemente observada em grávidas. A dor é descrita como intensa, perturbadora, e sua localização é geralmente fronto-occipital. O tratamento conservador da CPPD consiste em repouso no leito, fluidoterapia, analgésicos e cafeína. O tampão sanguíneo peridural é o padrão ouro de tratamento, mas é um método invasivo. O nervo occipital maior (NOM) é formado por fibras sensoriais com origem nos segmentos C2 e C3 da medula espinhal e é o principal nervo sensorial da região occipital. O bloqueio do NOM tem sido usado para o tratamento de muitos tipos de dor de cabeça. O objetivo deste estudo retrospectivo foi apresentar os resultados de CPPD tratada com bloqueio do NOM no período de um ano em nosso instituto. Métodos: Foram incluídas no estudo 16 pacientes diagnosticadas com CPPD e submetidas a bloqueio de NOM após cesariana. Os bloqueios do NOM foram feitos com levobupivacaína e dexametasona como o primeiro tratamento imediatamente após o diagnóstico de CPPD. Resultados: A média dos escores EVA das pacientes foi de 8,75 (±0,93) antes do bloqueio; 3,87 (±1,78) 10 minutos após o bloqueio; 1,18 (±2,04) duas horas após o bloqueio e 2,13 (±1,64) 24 horas após o bloqueio. Efeitos adversos não foram observados. Conclusões: O tratamento da CPPD com bloqueio do NOM parece ser um método minimamente invasivo, fácil e eficaz, especialmente após cesarianas. O bloqueio do NOM pode ser considerado antes da aplicação de um tampão sanguíneo peridural.
Descritores: Cesárea/efeitos adversos
Cesárea/métodos
Nervos Cranianos
Cefaleia Pós-Punção Dural/tratamento farmacológico
Bloqueio Nervoso/métodos
-Medição da Dor
Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/análogos & derivados
Bupivacaína/uso terapêutico
Dexametasona/administração & dosagem
Dexametasona/uso terapêutico
Estudos Retrospectivos
Placa de Sangue Epidural
Levobupivacaína
Anestesia Obstétrica
Raquianestesia
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Anestésicos Locais/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794815
Autor: Gacio, Mercedes Fernández; Lousame, Ana Maria Agrelo; Pereira, Susana; Castro, Clara; Santos, Juliana.
Título: Paravertebral block for management of acute postoperative pain and intercostobrachial neuralgia in major breast surgery / Bloqueio paravertebral no controle da dor aguda pós-operatória e dor neuropática do nervo intercostobraquial em cirurgia mamária de grande porte
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):475-484, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Several locoregional techniques have been described for the management of acute and chronic pain after breast surgery. The optimal technique should be easy to perform, reproducible, with little discomfort to the patient, little complications, allowing good control of acute pain and a decreased incidence of chronic pain, namely intercostobrachial neuralgia for being the most frequent entity. Objectives: The aim of this study was to evaluate the paravertebral block with preoperative single needle prick for major breast surgery and assess initially the control of postoperative nausea and vomiting (PONV) and acute pain in the first 24 h and secondly the incidence of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve region six months after surgery. Methods: The study included 80 female patients, ASA I-II, aged 18-70 years, undergoing major breast surgery, under general anesthesia, stratified into 2 groups: general anesthesia (inhalation anesthesia with opioids, according to hemodynamic response) and paravertebral (paravertebral block with single needle prick in T4 with 0.5% ropivacaine + adrenaline 3 µg mL−1 with a volume of 0.3 mL kg−1 preoperatively and subsequent induction and maintenance with general inhalational anesthesia). In the early postoperative period, patient-controlled analgesia (PCA) was placed with morphine set for bolus on demand for 24 h. Intraoperative fentanyl, postoperative morphine consumption, technique-related complications, pain at rest and during movement were recorded at 0 h, 1 h, 6 h and 24 h, as well as episodes of PONV. All variables identified as factors contributing to pain chronicity age, type of surgery, anxiety according to the Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), preoperative pain, monitoring at home; body mass index (BMI) and adjuvant chemotherapy/radiation therapy were analyzed, checking the homogeneity of the samples. Six months after surgery, the incidence of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve was assessed using the DN4 scale. Results: The Visual Analog Scale (VAS) values of paravertebral group at rest were lower throughout the 24 h of study 0 h 1.90 (±2.59) versus 0.88 (±1.5) 1 h 2.23 (±2.2) versus 1.53 (±1.8) 6 h 1.15 (±1.3) versus 0.35 (±0.8); 24 h 0.55 (±0.9) versus 0.25 (±0.8) with statistical significance at 0 h and 6 h. Regarding movement, paravertebral group had VAS values lower and statistically significant in all four time points: 0 h 2.95 (±3.1) versus 1.55 (±2.1); 1 h 3.90 (±2.7) versus 2.43 (±1.9) 6 h 2.75 (±2.2) versus 1.68 (±1.5); 24 h 2.43 (±2.4) versus 1.00 (±1.4). The paravertebral group consumed less postoperative fentanyl (2.38 ± 0.81 µg kg−1 versus 3.51 ± 0.81 µg kg−1) and morphine (3.5 mg ± 3.4 versus 7 mg ± 6.4) with statistically significant difference. Chronic pain evaluation of at 6 months of paravertebral group found fewer cases of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve region (3 cases versus 7 cases), although not statistically significant. Conclusions: Single-injection paravertebral block allows proper control of acute pain with less intraoperative and postoperative consumption of opioids but apparently it cannot prevent pain chronicity. Further studies are needed to clarify the role of paravertebral block in pain chronicity in major breast surgery.

Resumo Justificativa: Estão descritas várias técnicas locorregionais para a abordagem da dor aguda e dor crônica após cirurgia de mama. O ideal seria uma técnica fácil de fazer, reprodutível, com pouco desconforto para as doentes, com poucas complicações e que permitirá um bom controle da dor aguda e uma diminuição da incidência de dor crônica, notadamente dor neuropática do intercostobraquial, por ser a entidade mais frequente. Objetivos: Estudar a aplicação de bloqueio paravertebral com picada única no pré-operatório de cirurgia mamária de grande porte. Avaliar numa primeira fase o controle de dor aguda e náuseas-vômitos no pós-operatório (NVPO) nas primeiras 24 horas e numa segunda fase a incidência de dor neuropática na região do nervo intercostobraquial seis meses após a cirurgia. Métodos: Foram incluídas 80 doentes do sexo feminino, ASA I-II, entre 18 e 70 anos, submetidas a cirurgia mamária de grande porte sob anestesia geral, estratificadas em dois grupos: anestesia geral (anestesia geral inalatória com opioides segundo resposta hemodinâmica) e paravertebral (bloqueio paravertebral com picada única em T4 com ropivacaína 0,5% + adrenalina 3 µg/mL com um volume de 0,3 mL/kg pré-operatoriamente e posterior indução e manutenção com anestesia geral inalatória). No pós-operatório imediato foi colocada PCA (Patient-controlled analgesia) de morfina programada com bolus a demanda durante 24 horas. Foram registados fentanil intraoperatório, consumo de morfina pós-operatória, complicações relacionadas com as técnicas, dor em repouso e ao movimento a 0, 1 h, 6 h e 24 h, assim como os episódios de NVPO. Foram analisadas todas as variáveis identificadas como fatores de cronificação da dor idade, tipo de cirurgia, ansiedade segundo escala de HADS (Hospital Anxiety and Depression scale), dor pré-operatória; acompanhamento no domicílio; índice de massa corporal (IMC), tratamentos adjuvantes de quimioterapia/radioterapia e foi verificada a homogeneidade das amostras. Aos seis meses da cirurgia foi avaliada, segundo escala DN4, a incidência de dor neuropática na área do nervo intercostobraquial. Resultados: O grupo paravertebral teve valores de VAS (Escala Visual Analógica) em repouso mais baixos ao longo das 24 horas de estudo 0 h 1,90 (± 2,59) versus 0,88 (± 1,5); 1 h 2,23 (± 2,2) versus 1,53 (± 1,8); 6 h 1,15 (± 1,3) versus 0,35 (± 0,8); 24 h 0,55 (± 0,9) versus 0,25 (± 0,8) com significado estatístico às 0 e às 6 horas. Em relação ao movimento o grupo paravertebral teve valores de VAS mais baixos e com significância estatística nos quatro momentos de avaliação: 0 h 2,95 (± 3,1) versus 1,55 (± 2,1); 1 h 3,90 (± 2,7) versus 2,43 (± 1,9) 6 h 2,75 (± 2,2) versus 1,68 (± 1,5); 24 h 2,43 (± 2,4) versus 1,00 (± 1,4). O grupo paravertebral consumiu menos fentanil (2,38 ± 0,81 µg/Kg versus 3,51 ± 0,81 µg/Kg) e menos morfina no pós-operatório (3,5 mg ± 3,4 versus 7 mg ± 6,4), com diferença estatisticamente significativa. Na avaliação de dor crônica aos seis meses no grupo paravertebral houve menos casos de dor neuropática na região do nervo intercostobraquial (três versus sete) embora sem significância estatística. Conclusões: O bloqueio paravertebral com picada única permite um adequado controle da dor aguda com menor consumo de opioides intraopreatórios e pós-operatórios, mas aparentemente não consegue evitar a cronificação da dor. Mais estudos são necessários para esclarecer o papel do bloqueio paravertebral na cronificação da dor em cirurgia mamária de grande porte.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Plexo Braquial
Mama/cirurgia
Manejo da Dor/métodos
Nervos Intercostais
Bloqueio Nervoso
Neuralgia/tratamento farmacológico
-Doença Aguda
Doença Crônica
Estudos Prospectivos
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/tratamento farmacológico
Anestesia Geral
Pessoa de Meia-Idade
Neuralgia/etiologia
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 468 LILACS  
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Id: lil-787622
Autor: Tekindur, Sukru; Yetim, Memduh.
Título: Postoperative analgesia after total knee arthroplasty / Analgesia no pós-operatório de artroplastia total de joelho
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):437-438
Idioma: en.
Descritores: Analgesia Controlada pelo Paciente
Artroplastia do Joelho
-Dor Pós-Operatória
Medição da Dor
Analgesia Epidural
Analgesia
Bloqueio Nervoso
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 468 LILACS  
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Id: lil-787630
Autor: Huang, Ana Paula Santana; Sakata, Rioko Kimiko.
Título: Pain after sternotomy - review / Dor após esternotomia - revisão
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):395-401
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objective: Adequate analgesia after sternotomy reduces postoperative adverse events. There are various methods of treating pain after heart surgery, such as infiltration with a local anesthetic, nerve block, opioids, non-steroidal anti-inflammatory drugs, alpha-adrenergic agents, intrathecal and epidural techniques, and multimodal analgesia. Content: A review of the epidemiology, pathophysiology, prevention and treatment of pain after sternotomy. We also discuss the various analgesic therapeutic modalities, emphasizing advantages and disadvantages of each technique. Conclusions: Heart surgery is performed mainly via medium sternotomy, which results in significant postoperative pain and a non-negligible incidence of chronic pain. Effective pain control improves patient satisfaction and clinical outcomes. There is no clearly superior technique. It is believed that a combined multimodal analgesic regimen (using different techniques) is the best approach for treating postoperative pain, maximizing analgesia and reducing side effects.

Resumo Justificativa e objetivo: Analgesia adequada após esternotomia reduz eventos adversos no pós-operatório. Várias modalidades estão disponíveis para tratamento da dor após cirurgia cardíaca: infiltração com anestésico local, bloqueio de nervos, opioides, anti-inflamatórios não esteroidais, agentes alfa-adrenérgicos, técnicas intratecais e epidurais e analgesia multimodal. Conteúdo: Foi feita uma revisão sobre epidemiologia, fisiopatologia, prevenção e tratamento da dor após esternotomia. Também fora discutidas as diversas modalidades terapêuticas analgésicas, com ênfase em vantagens e desvantagens de cada técnica. Conclusões: A cirurgia cardíaca é feita principalmente por esternotomia média, que resulta em dor significativa no pós-operatório e uma incidência não insignificante de dor crônica. O controle efetivo da dor melhora a satisfação dos pacientes e os desfechos clínicos. Nenhuma técnica é claramente superior. Acredita-se que um regime analgésico combinado multimodal (com várias técnicas) seja a melhor abordagem para tratar a dor pós-operatória, o que maximiza a analgesia e reduz os efeitos colaterais.
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Esternotomia/efeitos adversos
Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
Analgesia/métodos
-Dor Pós-Operatória/etiologia
Analgesia Epidural/métodos
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Terapia Combinada
Analgésicos Opioides
Anestésicos Locais
Bloqueio Nervoso/métodos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-829710
Autor: Tekindur, Sukru; Yetim, Memduh; Kilickaya, Oguz.
Título: Ultrasound-guided facet block / Bloqueio da faceta guiado por ultrassom
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(6):664-664, Nov.-Dec. 2016.
Idioma: en.
Descritores: Dor Lombar/tratamento farmacológico
Ultrassonografia de Intervenção
Articulação Zigapofisária
Bloqueio Nervoso/métodos
-Osteoartrite/complicações
Dor Lombar/etiologia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773483
Autor: Reis Júnior, Almiro dos; Quinto, Denise.
Título: Digital block with or without the addition of epinephrine in the anesthetic solution / Bloqueios em dedos de mãos com epinefrina incluída ou não nas soluções anestésicas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):63-71, Jan.-Feb. 2016. graf.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Review of various techniques for digital blocks with local anesthetic, with or without epinephrine. CONTENTS: Description of various procedures and comparison of results reported in the literature, mainly on latency and quality of anesthesia, details on vasoconstrictor effect of epinephrine, intraoperative bleeding, necessity of tourniquet use, duration of anesthesia and postoperative analgesia, blood flow and digital SpO2 behavior, local and systemic complications, and also approaches and drugs to be used in certain situations of ischemia. CONCLUSIONS: The advantages of adding epinephrine to the anesthetic solution are minor when compared to the risks of the procedure, and it seems dangerous to use a vasoconstrictor in the fingers, unless the safety of the technique and the possibility of discarding the tourniquet are definitely proven.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Revisão das diversas técnicas para bloqueios em dedos de mãos, com anestésico local associado ou não à epinefrina. CONTEÚDO: São descritos os procedimentos usados e comparados os resultados obtidos na literatura, principalmente em relação a: latência e qualidade da anestesia, detalhes sobre o efeito vasoconstritor da epinefrina, sangramento intraoperatório, necessidade ou não do uso de torniquete, duração da anestesia e da analgesia pós-operatórias, comportamento do fluxo arterial e da SpO2 digitais, complicações locais e sistêmicas e, ainda, condutas e medicamentos a serem usados em determinadas situações de isquemia. CONCLUSÕES: As vantagens da inclusão de epinefrina na solução anestésica são de pouca importância quando comparadas aos riscos do procedimento e parece perigoso usar o vasoconstritor em dedos de mão, a não ser que fiquem definitivamente comprovadas a inocuidade da técnica e a possibilidade do descarte do torniquete.
Descritores: Epinefrina/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Bloqueio Nervoso/métodos
-Torniquetes/estatística & dados numéricos
Vasoconstritores/administração & dosagem
Vasoconstritores/efeitos adversos
Epinefrina/efeitos adversos
Perda Sanguínea Cirúrgica
Dedos
Anestésicos Locais/efeitos adversos
Bloqueio Nervoso/efeitos adversos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME



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