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Id: lil-755133
Autor: Brião, Fabio Ferreira da Cunha; Horta, Marcio Leal; Horta, Bernardo Lessa; Barros, Guilherme Antônio Moreira de; Behrensdorf, Ana Paula; Severo, Ingrid; Nunes, Mariana Antunes; Boabaid, Roberta; Real, André.
Título: Comparison of droperidol and ondansetron prophylactic effect on subarachnoid morphine-induced pruritus / Comparação dos efeitos profiláticos do droperidol e do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea / Comparación de los efectos profilácticos del droperidol y del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):244-248, July-Aug. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES:

The prophylactic effect of ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus is controversial, while evidence suggests that droperidol prevents pruritus. The aim of this study is to compare the effects of droperidol and ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus.

METHODS:

180 ASA I or II patients scheduled to undergo cesarean sections under subarachnoid anesthesia combined with morphine 0.2 mg were randomized to receive, after the child's birth, metoclopramide 10 mg (Group I - control), droperidol 2.5 mg (Group II) or ondansetron 8 mg (Group III). Postoperatively, the patients were assessed for pruritus (absent, mild, moderate or severe) or other side effects by blinded investigators. Patients were also blinded to their group allocation. The tendency to present more severe forms of pruritus was compared between groups. NNT was also determined.

RESULTS:

Patients assigned to receive droperidol [Proportional odds ratio: 0.45 (95% confidence interval 0.23-0.88)] reported less pruritus than those who received metoclopramide. Ondansetron effect was similar to metoclopramide [Proportional odds ratio: 0.95 (95% confidence interval 0.49-1.83)]. The NNT for droperidol and ondansetron was 4.0 and 14.7, respectively.

CONCLUSIONS:

Ondansetron does not inhibit subarachnoid morphine-induced pruritus.

.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

O efeito profilático do ondansetron sobre prurido provocado pela morfina subaracnoidea é controverso, enquanto evidências sugerem que o droperidol previne o prurido. O objetivo do presente trabalho é comparar o efeito do droperidol com o do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

180 pacientes ASA I ou II programadas para serem submetidas a cesarianas sob anestesia subaracnoidea à qual foram acrescentados 0,2 mg de morfina foram divididas aleatoriamente para receber, logo após o nascimento da criança, 10 mg de metoclopramida (grupo I - controle), 2,5 mg de droperidol (grupo II),ou 8 mg de ondansetron (grupo III). No período pós-operatório as pacientes foram avaliadas quanto ao prurido (ausente, leve, moderado ou intenso) ou outros efeitos colaterais por observadores que não sabiam a alocação das pacientes. As pacientes também não sabiam da sua alocação. Os grupos foram comparados pela sua tendência a apresentar formas mais severas de prurido. Também determinamos o NNT.

RESULTADOS:

As pacientes alocadas para receber droperidol [Odds RatioProporcional: 0,45 (Intervalo de Confiança de 95% 0,23 - 0,88)] relataram menos prurido do que as que receberam metoclopramida. O efeito do ondansetron foi semelhante ao da metoclopramida [Odds Ratio Proporcional: 0,95 (Intervalo de Confiança de 95% 0,49 - 1,83)]. O NNT do droperidol foi 4,0 e o do ondansetron foi 14,7.

CONCLUSÕES:

O ondansetron não inibiu o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

.

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS:

El efecto profiláctico del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea es controvertido, mientras las evidencias nos muestran que el droperidol previene el prurito. El objetivo del presente trabajo es comparar el efecto del droperidol con el del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

Ciento ochenta pacientes ASA I o II programadas para someterse a cesáreas bajo anestesia subaracnoidea a la cual se le añadió 0,2 mg de morfina fueron divididas aleatoriamente para recibir, inmediatamente después del nacimiento del niño, 10 mg de metoclopramida (grupo I-control), 2,5 mg de droperidol (grupo II) u 8 mg de ondansetrón (grupo III). En el período postoperatorio las pacientes fueron evaluadas en cuanto al prurito (ausente, leve, moderado o intenso) u otros efectos colaterales por observadores que no sabían nada respecto de la ubicación de las pacientes. Las pacientes tampoco conocían su propia ubicación. Los grupos fueron comparados por su tendencia a presentar formas más severas de prurito. También se determinó el NNT.

RESULTADOS:

Las pacientes aleatorizadas para recibir droperidol (odds ratioproporcional: 0,45 [intervalo de confianza del 95%: 0,23-0,88]) relataron menos prurito que las que recibieron metoclopramida. El efecto del ondansetrón fue similar al de la metoclopramida (odds ratio proporcional: 0,95 [intervalo de confianza del 95%: 0,49-1,83-+). El NNT del droperidol fue 4 y el del ondansetrón 14,7.

CONCLUSIONES:

El ondansetrón no inhibió el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

.
Descritores: Prurido/prevenção & controle
Ondansetron/uso terapêutico
Droperidol/uso terapêutico
Morfina/efeitos adversos
-Prurido/induzido quimicamente
Cesárea/métodos
Método Duplo-Cego
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/métodos
Metoclopramida/uso terapêutico
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-763134
Autor: Bakar, Bulent; Ozer, Esra; Tekkok, Ismail Hakki.
Título: Life-threatening acute subdural haematoma after combined spinal-epidural anaesthesia in labour / Hematoma subdural agudo potencialmente fatal após anestesia combinada raqui-peridural em parto
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(5):417-420, Sept.-Oct. 2015. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACTBACKGROUND AND OBJECTIVES: Only few reports in literature have pointed out to the possibility of a cranial subdural haematoma formation associated with dural puncture during spinal or epidural analgesia. We herein describe such a rare case who was diagnosed to have acute subdural haematoma after combined spinal-epidural anaesthesia used in labour.CASE REPORT: A 34-year-old, primigravid women with a gestation of 38 weeks underwent caesarean section under combined spinal-epidural anaesthesia and gave birth to a healthy boy. Thirty-two hours after delivery, her moderate headache progressed to a severe headache associated with nausea and vomiting and later was more complicated with a generalized tonic-clonic seizure and ensuing lethargy. Computed tomography of the brain demonstrated a right-sided fronto-temporo-parietal acute subdural haematoma with diffuse cerebral oedema. She underwent urgent FTP craniotomy and evacuation of the haematoma. Early postoperative cranial computed tomography showed a clean operative site. Eight days after subdural haematoma surgery, she became lethargic again, and this time cranial computed tomography disclosed an extradural haematoma under the bone flap for which she had to undergo surgery again. Two days later, she was discharged home with Karnofsky performance score of 90/100. At follow-up exam, she was neurologically intact and her cranial computed tomography and magnetic resonance were normal.CONCLUSIONS: As conclusion, with the use of this combined spinal-epidural anaesthesia, it should be kept in mind that headache does not always mean low pressure headache associated with spinal anaesthesia and that a catastrophic complication of subdural haematoma may also occur.

RESUMOJUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apenas alguns relatos na literatura mencionaram a possibilidade de formação de hematoma subdural craniano associada à punção durante a raquianestesia ou anestesia epidural. O presente relato descreve um caso tão raro que foi diagnosticado como hematoma subdural agudo após anestesia combinada raqui-peridural usada em parto.RELATO DE CASO: Paciente primípara, 34 anos, com 38 semanas de gestação, submetida à cesariana sob anestesia combinada raqui-peridural, deu à luz um menino saudável. Após 32 horas do parto, a dor de cabeça moderada da paciente progrediu para dor de cabeça intensa associada a náusea e vômito e se complicou subsequentemente com crise convulsiva generalizada tônico-clônica e consequente letargia. Tomografia computadorizada do cérebro revelou hematoma subdural agudo do lado direito em região frontotemporoparietal (FTP) com edema cerebral difuso. A paciente foi submetida à craniotomia FTP de urgência e evacuação do hematoma. Tomografia computadorizada do crânio no pós-operatório precoce mostrou um sítio operatório limpo. Oito dias após a cirurgia do hematoma subdural, a paciente voltou a ficar letárgica e, dessa vez, a tomografia computadorizada revelou um hematoma extradural sob o retalho ósseo que exigiu outra cirurgia. Dois dias depois, a paciente recebeu alta hospitalar com classificação de desempenho Karnofsky de 90/100. Ao exame de acompanhamento, a paciente apresentou-se neurologicamente intacta e sua tomografia computadorizada e ressonância magnética estavam normais.CONCLUSÃO: Ao usar a anestesia combinada raqui-peridural deve-se ter em mente que dor de cabeça nem sempre significa dor de cabeça hipotensiva associada à raquianestesia e que uma complicação catastrófica de hematoma subdural também pode ocorrer.
Descritores: Hematoma Subdural Agudo/etiologia
Anestesia Epidural/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/efeitos adversos
Raquianestesia/efeitos adversos
-Hematoma Subdural Agudo/diagnóstico por imagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794806
Autor: Bernardis, Ricardo Caio Gracco de; Siaulys, Monica Maria; Vieira, Joaquim Edson; Mathias, Lígia Andrade Silva Telles.
Título: Perioperative warming with a thermal gown prevents maternal temperature loss during elective cesarean section. A randomized clinical trial / O aquecimento no perioperatório com avental cirúrgico térmico impede a perda de temperatura materna durante a cesariana eletiva. Estudo clínico randômico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):451-455, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Decrease in body temperature is common during general and regional anesthesia. Forced-air warming intraoperative during cesarean section under spinal anesthesia seems not able to prevent it. The hypothesis considers that active warming before the intraoperative period avoids temperature loss during cesarean. Methods: Forty healthy pregnant patients undergoing elective cesarean section with spinal anesthesia received active warming from a thermal gown in the preoperative care unit 30 min before spinal anesthesia and during surgery (Go, n = 20), or no active warming at any time (Ct, n = 20). After induction of spinal anesthesia, the thermal gown was replaced over the chest and upper limbs and maintained throughout study. Room temperature, hemoglobin saturation, heart rate, arterial pressure, and tympanic body temperature were registered 30 min before (baseline) spinal anesthesia, right after it (time zero) and every 15 min thereafter. Results: There was no difference for temperature at baseline, but they were significant throughout the study (p < 0.0001; repeated measure ANCOVA). Tympanic temperature baseline was 36.6 ± 0.3 °C, measured 36.5 ± 0.3 °C at time zero and reached 36.1 ± 0.2 °C for gown group, while control group had baseline temperature of 36.4 ± 0.4 °C, measured 36.3 ± 0.3 °C at time zero and reached 35.4 ± 0.4 °C (F = 32.53; 95% CI 0.45-0.86; p < 0.001). Hemodynamics did not differ throughout the study for both groups of patients. Conclusion: Active warming 30 min before spinal anesthesia and during surgery prevented a fall in body temperature in full-term pregnant women during elective cesarean delivery.

Resumo Justificativa e objetivos: A redução da temperatura corporal é comum durante a anestesia tanto geral quanto regional. O sistema de ar forçado aquecido no intraoperatório durante a cesariana sob anestesia peridural não parece conseguir impedi-la. A hipótese considera que o aquecimento ativo antes do período intraoperatório evita a perda de temperatura durante a cesariana. Métodos: Quarenta pacientes grávidas, saudáveis, submetidas à cesariana eletiva com anestesia espinal receberam aquecimento ativo de um avental térmico na unidade de cuidados pré-operatórios 30 minutos antes da anestesia e durante a cirurgia (Go, n = 20) ou nenhum aquecimento ativo a qualquer momento (Ct, n = 20). Após a indução da anestesia espinhal, o avental térmico foi colocado sobre o tórax e os membros superiores e mantido durante o estudo. Temperatura ambiente, saturação de hemoglobina, frequência cardíaca, pressão arterial e temperatura corporal timpânica foram registradas 30 minutos antes (fase basal) da anestesia espinhal, logo após a anestesia (tempo zero) e a cada 15 minutos subsequentemente. Resultados: Não houve diferença de temperatura na fase basal, mas as diferenças foram significativas ao longo do estudo (p < 0,0001; Ancova de medida repetida). A temperatura timpânica na fase basal foi de 36,6 ± 0,3 °C, mediu 36,5 ± 0,3 °C no tempo zero e atingiu 36,1 ± 0,2 °C no grupo avental, enquanto a temperatura basal do grupo controle foi de 36,4 ± 0,4 °C, mediu 36,3 ± 0,3 °C no tempo zero e atingiu 35,4 ± 0,4 °C (F = 32,53; IC de 95% 0,45-0,86, p < 0,001). A hemodinâmica não diferiu ao longo do estudo em ambos os grupos de pacientes. Conclusão: O aquecimento ativo 30 minutos antes da anestesia espinhal e durante a cirurgia evitou a queda da temperatura corporal em mulheres grávidas a termo durante a cesariana eletiva.
Descritores: Temperatura Corporal
Cesárea/métodos
Reaquecimento/instrumentação
Reaquecimento/métodos
Hipotermia/prevenção & controle
Complicações Intraoperatórias/prevenção & controle
-Membrana Timpânica
Procedimentos Cirúrgicos Eletivos
Anestesia Epidural
Anestesia Obstétrica
Raquianestesia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794799
Autor: Türkyilmaz, Esra Uyar; Eryilmaz, Nuray Camgöz; Güzey, Nihan Aydin; Moraloğlu, Özlem.
Título: Bilateral greater occipital nerve block for treatment of post-dural puncture headache after caesarean operations / Bloqueio bilateral do nervo occipital maior para tratamento de cefaleia pós-punção dural após cesarianas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):445-450, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Post-dural puncture headache (PDPH) is an important complication of neuroaxial anesthesia and more frequently noted in pregnant women. The pain is described as severe, disturbing and its location is usually fronto-occipital. The conservative treatment of PDPH consists of bed rest, fluid theraphy, analgesics and caffeine. Epidural blood patch is gold standard theraphy but it is an invasive method. The greater occipital nerve (GON) is formed of sensory fibers that originate in the C2 and C3 segments of the spinal cord and it is the main sensory nerve of the occipital region. GON blockage has been used for the treatment of many kinds of headache. The aim of this retrospective study is to present the results of PDPH treated with GON block over 1 year period in our institute. Methods: 16 patients who had been diagnosed to have PDPH, and performed GON block after caesarean operations were included in the study. GON blocks were performed as the first treatment directly after diagnose of the PDPH with levobupivacaine and dexamethasone. Results: The mean VAS score of the patients was 8.75 (±0.93) before the block; 3.87 (±1.78) 10 min after the block; 1.18 (±2.04) 2 h after the block and 2.13 (±1.64) 24 h after the block. No adverse effects were observed. Conclusions: Treatment of PDPH with GON block seems to be a minimal invasive, easy and effective method especially after caesarean operations. A GON block may be considered before the application of a blood patch.

Resumo Justificativa: A cefaleia pós-punção dural (CPPD) é uma complicação importante da anestesia neuroaxial e mais frequentemente observada em grávidas. A dor é descrita como intensa, perturbadora, e sua localização é geralmente fronto-occipital. O tratamento conservador da CPPD consiste em repouso no leito, fluidoterapia, analgésicos e cafeína. O tampão sanguíneo peridural é o padrão ouro de tratamento, mas é um método invasivo. O nervo occipital maior (NOM) é formado por fibras sensoriais com origem nos segmentos C2 e C3 da medula espinhal e é o principal nervo sensorial da região occipital. O bloqueio do NOM tem sido usado para o tratamento de muitos tipos de dor de cabeça. O objetivo deste estudo retrospectivo foi apresentar os resultados de CPPD tratada com bloqueio do NOM no período de um ano em nosso instituto. Métodos: Foram incluídas no estudo 16 pacientes diagnosticadas com CPPD e submetidas a bloqueio de NOM após cesariana. Os bloqueios do NOM foram feitos com levobupivacaína e dexametasona como o primeiro tratamento imediatamente após o diagnóstico de CPPD. Resultados: A média dos escores EVA das pacientes foi de 8,75 (±0,93) antes do bloqueio; 3,87 (±1,78) 10 minutos após o bloqueio; 1,18 (±2,04) duas horas após o bloqueio e 2,13 (±1,64) 24 horas após o bloqueio. Efeitos adversos não foram observados. Conclusões: O tratamento da CPPD com bloqueio do NOM parece ser um método minimamente invasivo, fácil e eficaz, especialmente após cesarianas. O bloqueio do NOM pode ser considerado antes da aplicação de um tampão sanguíneo peridural.
Descritores: Cesárea/efeitos adversos
Cesárea/métodos
Nervos Cranianos
Cefaleia Pós-Punção Dural/tratamento farmacológico
Bloqueio Nervoso/métodos
-Medição da Dor
Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/análogos & derivados
Bupivacaína/uso terapêutico
Dexametasona/administração & dosagem
Dexametasona/uso terapêutico
Estudos Retrospectivos
Placa de Sangue Epidural
Levobupivacaína
Anestesia Obstétrica
Raquianestesia
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Anestésicos Locais/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-829714
Autor: Zuccolotto, Eduardo Barbin; Pagnussatt Neto, Eugenio; Nogueira, Glínia Cavalcante; Nociti, José Roberto.
Título: Anesthesia in pregnant women with HELLP syndrome: case report / Anestesia para gestante com síndrome HELLP: relato de caso
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(6):657-660, Nov.-Dec. 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: HELLP syndrome, characterized by hemolysis, high levels of liver enzyme, and low platelet count, is an advanced clinical stage of pre-eclampsia, progressing to high maternal (24%) and perinatal (up 40%) mortality, despite childbirth care in a timely manner. The goal is to describe the anesthetic management of a case with indication to emergency cesarean. Case report: Female patient, 36 years old, gestational age of 24 weeks, with hypertensive crisis (BP 180/100 mmHg) and severe headache, was admitted to the operating room for a cesarean section after diagnosis of HELLP syndrome. Indicated for general anesthesia, we opted for total intravenous with intubation after rapid sequence induction with propofol and remifentanil in continuous target-controlled infusion, and rocuronium at a dose of 1.2 mg/kg. Maintenance was achieved with propofol and remifentanil. The surgical procedure was uneventful, the child was born with APGAR 1/5 and transferred to the NICU. At the end of surgery, the patient was extubated in the operating room and taken to the ICU. The postoperative period was uneventful with no changes worthy of note and the patient was discharged on the sixth postoperative day. Conclusion: When general anesthesia is the choice in parturient with HELLP syndrome, tracheal intubation with rapid sequence induction due to possible difficult airway, as well as the use of drugs to control the hemodynamic response can minimize the complications associated with the procedure, as occurred in this case.

Resumo Justificativa e objetivos: A síndrome HELLP, caracterizada por hemólise, elevação dos níveis de enzimas hepáticas e plaquetopenia, representa estágio clínico avançado da pré-eclâmpsia, cursando com elevada mortalidade materna (24%) e perinatal (até 40%), apesar da assistência ao parto de forma oportuna. O objetivo é descrever o manejo anestésico de um caso com indicação de cesariana de emergência. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, 36 anos, idade gestacional 24 semanas, com crise hipertensiva (PA 180/100 mmHg) e cefaleia intensa, é encaminhada ao Centro Cirúrgico para operação cesariana após diagnóstico de síndrome HELLP. Indicada anestesia geral, optou-se por venosa total com intubação após indução sequencial rápida, com propofol e remifentanil em infusão contínua alvo-controlada e rocurônio na dose de 1,2 mg/kg. A manutenção foi obtida com propofol e remifentanil. O procedimento cirúrgico transcorreu sem anormalidades, a criança nasceu com APGAR 1/5 e foi encaminhada à UTI Neonatal. Ao final da cirurgia, procedeu-se à extubação na sala cirúrgica e a paciente foi encaminhada ao CTI. O pós-operatório decorreu sem alterações dignas de nota e a paciente teve alta no sexto dia pós-operatório. Conclusão: Quando se opta pela anestesia geral em parturiente com síndrome HELLP, a intubação traqueal com técnica de indução sequencial rápida em função de possível via aérea difícil, bem como o emprego de drogas que controlem a resposta hemodinâmica, podem minimizar as complicações associadas ao procedimento, como ocorreu no presente caso.
Descritores: Complicações na Gravidez
Síndrome HELLP/terapia
Anestesia Geral/métodos
Anestesia Obstétrica/métodos
-Índice de Apgar
Piperidinas
Propofol
Cesárea
Anestésicos Intravenosos
Serviços Médicos de Emergência
Remifentanil
Anestesia Intravenosa
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-829716
Autor: Dourado, Alexandre Dubeux; Lins Filho, Ruy Leite de Melo; Fernandes, Raphaella Amanda Maria Leite; Gondim, Marcelo Cavalcanti de Sá; Nogueira, Emmanuel Victor Magalhães.
Título: Sufentanil in combination with low-dose hyperbaric bupivacaine in spinal anesthesia for cesarean section: a randomized clinical trial / Associação de sufentanil a dose reduzida de bupivacaína hiperbárica em raquianestesia para cesariana: ensaio clínico randomizado
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(6):622-627, Nov.-Dec. 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract A double blind randomized clinical trial of sufentanil as an adjunct in spinal anesthesia for cesarean section and, thereby, be able to reduce the dose of bupivacaine, a local anesthetic, with the same result of an anesthetic block with higher doses but with fewer perioperative side effects, such as hypotension.

Resumo Ensaio clínico randomizado duplamente encoberto sobre o uso do sufentanil como adjuvante em raquianestesia para cesariana e, possibilitando a redução da dose do anestésico local, a bupivacaína, com o mesmo resultado de bloqueio anestésico com doses mais elevadas, mas com menos efeitos colaterais no perioperatório, como hipotensão.
Descritores: Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/efeitos adversos
Cesárea/métodos
Sufentanil/administração & dosagem
Sufentanil/efeitos adversos
Anestésicos Intravenosos/administração & dosagem
Anestésicos Intravenosos/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/métodos
Raquianestesia/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Anestésicos Locais/efeitos adversos
-Complicações Pós-Operatórias/prevenção & controle
Método Duplo-Cego
Hipotensão/prevenção & controle
Complicações Intraoperatórias/prevenção & controle
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843359
Autor: Furuya, Tomonori; Iida, Ryoji; Konishi, Jyumpei; Kato, Jitsu; Suzuki, Takahiro.
Título: Anesthesia for cesarean section in a patient with isolated unilateral absence of a pulmonary artery / Anestesia para cesariana em paciente com ausência unilateral isolada de artéria pulmonar
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(1):85-88, Jan.-Feb. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Congenital unilateral absence of a pulmonary artery (UAPA) is a rare anomaly. Although there are several reports regarding pregnancy in patients with unilateral absence of a pulmonary artery, there are no case reports describing anesthesia for Cesarean section in a patient with unilateral absence of a pulmonary artery. Case report: We present a patient with unilateral absence of a pulmonary artery who underwent Cesarean sections twice at the ages of 24 and 26 years under spinal anesthesia for surgery and epidural analgesia for postoperative pain relief. Both times, spinal anesthesia and epidural analgesia enabled successful anesthesia management without the development of either pulmonary hypertension or right heart failure. Conclusion: Spinal anesthesia combined with epidural analgesia is a useful anesthetic method for a Cesarean section in patients with unilateral absence of a pulmonary artery.

Resumo Justificativa e objetivos: A ausência congênita unilateral de uma artéria pulmonar (ACAP) é uma anomalia rara. Embora existam vários relatos sobre pacientes grávidas com ACAP, não há relatos de casos que descrevam anestesia para cesariana em pacientes com ACAP. Relato de caso: Apresentamos uma paciente com ACAP que foi submetida a duas cesarianas, aos 24 e 26 anos, sob raquianestesia para a cirurgia e analgesia epidural para a dor no pós-operatório. Nas duas cesarianas, a raquianestesia e a analgesia epidural possibilitaram o manejo bem-sucedido da anestesia, sem a ocorrência de qualquer hipertensão pulmonar ou insuficiência cardíaca direita. Conclusão: Raquianestesia combinada com analgesia epidural é um método anestésico útil para cesarianas em pacientes com ACAP.
Descritores: Artéria Pulmonar/anormalidades
Cesárea/métodos
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Complicações Cardiovasculares na Gravidez
Infusões Intravenosas
Midazolam/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Analgesia Epidural/métodos
Recesariana/métodos
Ropivacaina
Amidas
Hipnóticos e Sedativos
Anestesia Epidural
Anestesia Obstétrica/métodos
Raquianestesia/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897752
Autor: Carlos, Ricardo Vieira; Torres, Marcelo Luis Abramides; Boer, Hans Donald de.
Título: Is there still an indication for the use of succinylcholine in cesarean section? The answer is no / Será que ainda existe uma indicação para o uso de succinilcolina em cesariana? A resposta é não
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(5):552-553, Sept-Oct. 2017.
Idioma: en.
Descritores: Succinilcolina
Cesárea
-Analgesia
Anestesia
Anestesia Obstétrica
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Comentário
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897754
Autor: Hariharan, Uma.
Título: Postpartum hemorrhage and pregnancy induced hypertension during emergency lower segment cesarean section: dexmedetomidine to our rescue / Hemorragia pós-parto e hipertensão induzida pela gravidez durante cesariana de emergência em segmento uterino inferior: dexmedetomidina para nosso resgate
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(5):538-540, Sept-Oct. 2017.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Dexmedetomidine is a highly selective α-2 agonist which has recently revolutionized our anesthesia and intensive care practice. An obstetric patient presented for emergency cesarean delivery under general anesthesia, with pre-eclampsia and postpartum hemorrhage. In carefully selected cases with refractory hypertension and postpartum hemorrhage, dexmedetomidine can be used for improving overall patient outcome. It was beneficial in controlling both the blood pressure and uterine bleeding during cesarean section in our patient.

Resumo Dexmedetomidina é um α2-agonista altamente seletivo que recentemente revolucionou a nossa prática de anestesia e tratamento intensivo. Uma paciente obstétrica foi admitida para cesariana de emergência sob anestesia geral, com pré-eclâmpsia e hemorragia pós-parto. Em casos cuidadosamente selecionados com hipertensão refratária e hemorragia pós-parto, dexmedetomidina pode ser usada para melhorar o resultado geral da paciente. O fármaco foi benéfico no controle tanto da pressão arterial quanto do sangramento uterino durante cesariana em nossa paciente.
Descritores: Analgésicos não Entorpecentes/uso terapêutico
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Hipertensão Induzida pela Gravidez
Hemorragia Pós-Parto/etiologia
Anestesia Obstétrica
-Cesárea/métodos
Tratamento de Emergência
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Autor: Zapata, Carlos Javier Shiraishi.
Título: Hypotension and bradycardia before spinal anesthesia / Hipotensão e bradicardia antes da raquianestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(5):535-537, Sept-Oct. 2017.
Idioma: en.
Resumo: Abstract I report a case of hypotension and bradycardia before spinal anesthesia in a pregnant woman with mild to moderate hypertension treated with nifedipine and methyldopa, scheduled for an elective cesarean delivery. She had the history of neurally-mediated syncopes. Two main factors (increased vagal tone and adverse effects of antihypertensive drugs) could explain the hypotension and bradycardia before spinal anesthesia. Monitoring allowed recognizing the problem and corrected it. Thus, it was avoided a disaster in anesthesia, as hemodynamic changes after spinal anesthesia, they would have joined to previous hypotension and bradycardia, which would have caused even a cardiac arrest.

Resumo Relato de um caso de hipotensão e bradicardia antes da raquianestesia em uma mulher grávida com hipertensão leve a moderada tratada com nifedipina e metildopa, programada para parto cesáreo eletivo. A paciente apresentava história de síncopes neuralmente mediadas. Dois fatores principais (aumento do tônus vagal e efeitos adversos de medicamentos anti-hipertensivos) poderiam explicar a hipotensão e bradicardia antes da raquianestesia. O monitoramento permitiu reconhecer o problema e corrigi-lo. Dessa forma, foi evitado um desastre em anestesia; assim como as alterações hemodinâmicas após a raquianestesia, esses fatores teriam se juntado à hipotensão e bradicardia anterior, o que poderia até ter causado uma parada cardíaca.
Descritores: Complicações Cardiovasculares na Gravidez/diagnóstico
Bradicardia/complicações
Bradicardia/diagnóstico
Cesárea
Procedimentos Cirúrgicos Eletivos
Hipertensão Induzida pela Gravidez
Hipotensão/complicações
Hipotensão/diagnóstico
Anestesia Obstétrica
Raquianestesia
-Período Pré-Operatório
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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