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Id: biblio-1151723
Autor: Guatemala. Ministerio de Salud Pública y Asistencia Social.
Título: Protocolo nacional de sedación y analgesia en UCI COVID-19 / National protocol for sedation and analgesia in ICU COVID-19.
Fonte: Guatemala; MSPAS; [2020]. 25 p. graf.
Idioma: es.
Resumo: El presente documento tiene la finalidad de guiar a los médicos que manejan la unidad de cuidados intensivos en los Hospitales Temporales Nacionales que atienden pacientes con COVID-19 en cuanto a la aplicación de sedación y analgesia. Una adecuada sedoanalgesia y el uso de bloqueantes neuromusculares permitirán asegurar la provisión de ventilación mecánica protectora durante la inducción para intubación y el mantenimiento, limitar el desarrollo de lesión pulmonar por ventilación espontánea con una alta demanda respiratoria Incluye un Flujograma de Algoritmos de análogo sedación en el paciente crítico bajo ventilación mecánica
Descritores: Síndrome do Desconforto Respiratório/diagnóstico
Insuficiência Respiratória/complicações
Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico
Indução e Intubação de Sequência Rápida/métodos
Bloqueadores Neuromusculares/administração & dosagem
-Pneumonia Viral/tratamento farmacológico
Respiração Artificial/métodos
Ventiladores Mecânicos
Oxigenação/métodos
Bloqueio Neuromuscular/métodos
Sedação Profunda/métodos
Guatemala
Intubação/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: GT1.1 - Biblioteca y Centro de Información


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Id: biblio-1156161
Autor: Kayaalti, Selda; Albayrak, Gamze.
Título: The effect of local anesthetic solution volume applied in retrobulbar block in cataract surgery on the duration of anesthesia and patient comfort / Efeito do volume da solução anestésica local aplicada no bloqueio retrobulbar na cirurgia de catarata na duração da anestesia e no conforto do paciente
Fonte: Rev. bras. oftalmol;79(6):380-385, nov.-dez. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: To compare the use of 2 different local anesthetic solution (LAS) volumes of 1.5 mL and 3 mL in retrobulbar block in patients undergoing cataract surgery in terms of anesthesia, akinesia, and pain levels. Methods: 80 patients between 18-90 years old, ASA I-II-III, were included in the study. For retrobulbar anesthesia, 1.5 mL LAS was applied to one group (Group LV), and 3 mL LAS to the other group (Group HV). The patients' ocular and eyelid motion scores were evaluated and recorded in the first, third, fifth, and tenth minutes after the block, and at 30-minute intervals for 4 hours post-operatively. One day later, the first hour of analgesic need and the number of times they took analgesic agents were asked and recorded. In addition, side effects were questioned and recorded. Results: The 39 (48.75%) patients were male and 41 (51.25%) patients were female. The criteria determined in terms of ocular motor score after the retrobulbar block (ocular motor score≤4) were met in 92.5% of patients in Group LV in all patients in Group HV, and the time to fulfill the determined criteria in Group HV was found to be significantly lower compared to Group LV (p=0.004). The movements of the eye in all direction except the inward movement recovered in Group LV in a significantly shorter time than Group HV (p=0.004). There was no significant difference in pain levels and side effects between the groups (p=0.34). Conclusions: After 1.5 mL LAS administration in retrobulbar block, adequate akinesia was not achieved in about one tenth of patients, but no significant difference was found between 1.5 mL and 3 mL LAS volumes in analgesic efficacy and side effects.

Resumo Objetivo: Comparar o uso de 2 volumes diferentes de solução anestésica local (LAS) de 1,5 mL e 3 mL no bloqueio retrobulbar em pacientes submetidos à cirurgia de catarata em termos de anestesia, acinesia e níveis de dor. Métodos: 80 pacientes entre 18 e 90 anos, ASA I-II-III, foram incluídos no estudo. Para anestesia retrobulbar, 1,5 mL de LAS foi aplicado em um grupo (Grupo LV) e 3 mL de LAS no outro grupo (Grupo HV). Os escores de movimento ocular e palpebral dos pacientes foram avaliados e registrados no primeiro, terceiro, quinto e décimo minutos após o bloqueio e em intervalos de 30 minutos por 4 horas no pós-operatório. Um dia depois, a primeira hora de necessidade de analgésico e o número de vezes que eles tomaram analgésicos foram solicitados e registrados. Além disso, os efeitos colaterais foram questionados e registrados. Resultados: 39 (48,75%) pacientes eram do sexo masculino e 41 (51,25%) do sexo feminino. Os critérios determinados em termos de escore motor ocular após o bloqueio retrobulbar (escore motor ocular≤4) foram atendidos em 92,5% dos pacientes do Grupo LV em todos os pacientes do Grupo HV, e foi encontrado o tempo para atender aos critérios determinados no Grupo HV ser significativamente menor em comparação ao grupo LV (p = 0,004). Os movimentos do olho em todas as direções, exceto o movimento interior, se recuperaram no Grupo LV em um tempo significativamente menor que o Grupo HV (p = 0,004). Não houve diferença significativa nos níveis de dor e efeitos colaterais entre os grupos (p = 0,34). Conclusões: Após administração de 1,5 mL de LAS no bloqueio retrobulbar, não foi alcançada acinesia adequada em cerca de um décimo dos pacientes, mas não foi encontrada diferença significativa entre os volumes de 1,5 mL e 3 mL de LAS na eficácia analgésica e efeitos colaterais.
Descritores: Dor
Extração de Catarata
Bloqueio Neuromuscular
Movimentos Oculares
Anestesia Local
Anestésicos Locais
-Estudo Comparativo
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central


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Almeida, Maria Cristina Simoes de
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Id: lil-763145
Autor: Locks, Giovani de Figueiredo; Cavalcanti, Ismar Lima; Duarte, Nadia Maria Conceição; Cunha, Rafael Martins da; Almeida, Maria Cristina Simões de.
Título: Use of neuromuscular blockers in Brazil / Uso de bloqueadores neuromusculares no Brasil
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(5):319-325, Sept.-Oct. 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACTThe objective of this study was to evaluate how Brazilian anesthesiologists are using neuromuscular blockers, focusing on how they establish the diagnosis of postoperative residual curarization and the incidence of complications associated with the use of neuromuscular blockers. A questionnaire was sent to anesthesiologists inviting them to participate in the study. The online data collection remained open from March 2012 to June 2013. During the study period, 1296 responses were collected. Rocuronium, atracurium, and cisatracurium were the main neuromuscular blockers used in cases of elective surgery. Succinylcholine and rocuronium were the main neuromuscular blockers used in cases of emergency surgery. Less than 15% of anesthesiologists reported the frequent use of neuromuscular function monitors. Only 18% of those involved in the study reported that all workplaces have such a monitor. Most respondents reported using only the clinical criteria to assess whether the patient is recovered from the muscle relaxant. Most respondents also reported always using some form of neuromuscular blockade reversal. The major complications attributed to neuromuscular blockers were residual curarization and prolonged blockade. Eighteen anesthesiologists reported death attributed to neuromuscular blockers. Residual or prolonged blockade is possibly recorded as a result of the high rate of using clinical criteria to diagnose whether the patient has recovered or not from motor block and, as a corollary, the poor use of neuromuscular transmission monitors in daily practice.

RESUMOO objetivo desta pesquisa foi avaliar como os anestesiologistas brasileiros estão usando os bloqueadores neuromusculares (BNM), com foco na forma de estabelecer o diagnóstico da curarização residual pós-operatória e a incidência de complicações atribuídas ao uso de BNM. Um questionário foi enviado a anestesiologistas convidando-os a participar da pesquisa (tabela 1). A coleta online de dados permaneceu aberta de março de 2012 a junho de 2013. Durante o período de estudo foram coletadas 1.296 respostas. Rocurônio, atracúrio e cisatracúrio foram os principais bloqueadores neuromusculares usados em casos de cirurgia eletiva. Succinilcolina e rocurônio foram os principais BNM usados em casos de cirurgia de emergência. Menos de 15% dos anestesiologistas referiram que usam frequentemente monitores da função neuromuscular. Apenas 18% dos envolvidos no estudo referiram que todos os locais de trabalho têm tal monitor. A maioria dos entrevistados afirmou que usa somente o critério clínico para avaliar se o paciente está recuperado do relaxante. A maioria dos entrevistados também relatou que sempre usa algum tipo de reversão de bloqueio neuromuscular. As principais complicações atribuídas aos BNM foram curarização residual e bloqueio prolongado. Houve relato por 18 anestesiologistas de óbito atribuído a BNM. O bloqueio residual ou prolongado se registra, possivelmente, como consequência do alto índice do uso de critérios clínicos para diagnosticar se o paciente está recuperado ou não do bloqueio motor e, como um corolário, o baixo uso de monitores da transmissão neuromuscular na prática diária.
Descritores: Bloqueadores Neuromusculares/uso terapêutico
-Bloqueio Neuromuscular
Anestesiologistas
Intubação Intratraqueal
Monitorização Fisiológica
Bloqueadores Neuromusculares/efeitos adversos
Junção Neuromuscular/efeitos dos fármacos
Junção Neuromuscular/fisiologia
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-787610
Autor: Carlos, Ricardo Vieira; Torres, Marcelo Luis Abramides; Boer, Hans D. de.
Título: Rocuronium and sugammadex in a 3 days old neonate for draining an ovarian cyst. Neuromuscular management and review of the literature / Rocurônio e sugamadex em recém-nascido de 3 dias para drenagem de um cisto ovariano. Controle neuromuscular e revisão da literatura
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):430-432
Idioma: en.
Resumo: Abstract A case is reported in which a 3-days old neonate with a giant ovarian cyst was scheduled for surgery. The patient received a dose of sugammadex to reverse a rocuronium-induced neuromuscular block. A fast and efficient recovery from neuromuscular block was achieved within 90 s. No adverse events or other safety concerns were observed. Furthermore, a review of the literature on the use of sugammadex in neonates was performed.

Resumo Relato do caso de uma criança recém-nascida de três dias de idade com um cisto ovariano gigante programada para a cirurgia. A paciente recebeu uma dose de sugamadex para reverter o bloqueio neuromuscular induzido por rocurônio. Uma recuperação rápida e eficiente do bloqueio neuromuscular foi obtida dentro de 90 segundos. Não foram observados efeitos adversos ou outros problemas de segurança. Além disso, uma revisão da literatura sobre o uso de sugamadex em recém-nascidos foi feita.
Descritores: Cistos Ovarianos/cirurgia
Fármacos Neuromusculares não Despolarizantes/uso terapêutico
Bloqueio Neuromuscular/métodos
gama-Ciclodextrinas/uso terapêutico
Androstanóis/uso terapêutico
-Ovário/cirurgia
Drenagem/métodos
Resultado do Tratamento
Sugammadex
Rocurônio
Limites: Humanos
Feminino
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773487
Autor: Aytac, Ismail; Postaci, Aysun; Aytac, Betul; Sacan, Ozlem; Alay, Gulcin Hilal; Celik, Bulent; Kahveci, Kadriye; Dikmen, Bayazit.
Título: Survey of postoperative residual curarization, acute respiratory events and approach of anesthesiologists / Pesquisa de curarização residual no pós-operatório, eventos respiratórios agudos e abordagem de anestesiologistas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):55-62, Jan.-Feb. 2016. tab.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: residual paralysis following the use of neuromuscular blocking drugs (NMBDs) without neuromuscular monitoring remains a clinical problem, even when NMBDs are used. This study surveys postoperative residual curarization and critical respiratory events in the recovery room, as well as the clinical approach to PORC of anesthesiologists in our institution. METHODS: This observational study included 415 patients who received general anesthesia with intermediate-acting NMBDs. Anesthesia was maintained by non-participating anesthesiologists who were blinded to the study. Neuromuscular monitoring was performed upon arrival in the recovery room. A CRE was defined as requiring airway support, peripheral oxygen saturation <90% and 90-93% despite receiving 3 L/min nasal O2, respiratory rate >20 breaths/min, accessory muscle usage, difficulty with swallowing or speaking, and requiring reintubation. The clinical approach of our anesthesiologists toward reversal agents was examined using an 8-question mini-survey shortly after the study. RESULTS: The incidence of PORC was 43% (n = 179) for TOFR <0.9, and 15% (n = 61) for TOFR <0.7. The incidence of TOFR <0.9 was significantly higher in women, in those with ASA physical status 3, and with anesthesia of short duration (p < 0.05). In addition, 66% (n = 272) of the 415 patients arriving at the recovery room had received neostigmine. A TOFR <0.9 was found in 46% (n = 126) of the patients receiving neostigmine. CONCLUSIONS: When routine objective neuromuscular monitoring is not available, PORC remains a clinical problem despite the use of NMBDs. The timing and optimal antagonism of the neuromuscular blockade, and routine objective neuromuscular monitoring is recommended to enhance patient safety.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A paralisia residual após o uso de bloqueadores neuromusculares (BNMs) sem monitoração neuromuscular continua sendo um problema clínico, mesmo quando BNMs são usados. Este estudo pesquisou a curarização residual pós-operatória e os eventos respiratórios críticos em sala de recuperação, bem como a abordagem clínica da CRPO feita pelos anestesiologistas em nossa instituição. MÉTODOS: Este estudo observacional incluiu 415 pacientes que receberam anestesia geral com BNMs de ação intermediária. A manutenção da anestesia foi feita por anestesiologistas não participantes, "cegos" para o estudo. A monitoração neuromuscular foi realizada no momento da chegada à sala de recuperação. Um ERC foi definido como necessidade de suporte ventilatório; saturação periférica de oxigênio <90% e 90-93%, a despeito de receber 3 L/min de O2 via cânula nasal; frequência respiratória >20 bpm; uso de musculatura acessória; dificuldade de engolir ou falar e necessidade de reintubação. A abordagem clínica de nossos anestesiologistas, em relação aos agentes de reversão, foi avaliada usando um miniquestionário de oito perguntas logo após o estudo. RESULTADOS: A incidência de CRPO foi de 43% (n = 179) para a SQE <0 e 15% (n = 61) para a SQE <0,7. A incidência de SQE <0,9 foi significativamente maior em mulheres, pacientes com estado físico ASA III e com anestesia de curta duração (p < 0,05). Além disso, 66% (n = 272) dos 415 pacientes que chegam à sala de recuperação haviam recebido neostigmina. Uma SQE <0,9 foi encontrada em 46% (n = 126) dos pacientes que receberam neostigmina. CONCLUSÃO: Quando a monitoração neuromuscular objetiva de rotina não está disponível, a CRPO continua sendo um problema clínico, a despeito do uso de BNMs. O momento e o antagonismo ideais do bloqueio neuromuscular e a monitoração neuromuscular objetiva de rotina são recomendados para aumentar a segurança do paciente.
Descritores: Bloqueio Neuromuscular/métodos
Recuperação Demorada da Anestesia/epidemiologia
Monitoração Neuromuscular/métodos
Neostigmina/administração & dosagem
Bloqueadores Neuromusculares/administração & dosagem
-Fatores de Tempo
Fatores Sexuais
Estudos Prospectivos
Inquéritos e Questionários
Anestesiologistas/estatística & dados numéricos
Anestesia Geral/métodos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897751
Autor: Schepens, Tom; Cammu, Guy; Maes, Sabine; Desmedt, Benny; Vos, Wim; Deseure, Kristof.
Título: Functional respiratory imaging after neostigmine- or sugammadex-enhanced recovery from neuromuscular blockade in the anesthetised rat: a randomised controlled pilot study / Imagem funcional da respiração após aceleração da recuperação do bloqueio neuromuscular com neostigmina ou sugamadex em ratos anestesiados: estudo piloto controlado e randomizado
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(5):443-449, Sept-Oct. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objectives Reductions in diaphragm activity are associated with the postoperative development of atelectasis. Neostigmine reversal is also associated with increased atelectasis. We assessed the effects of neostigmine, sugammadex, and spontaneous reversal on regional lung ventilation and airway flow. Methods Six Sprague-Dawley rats were paralysed with rocuronium and mechanically ventilated until recovery of the train-of-four ratio to 0.5. We administered neostigmine (0.06 mg.kg-1), sugammadex (15 mg.kg-1), or saline (n = 2 per group). Computed tomography scans were obtained during the breathing cycle. Three-dimensional models of lung lobes were generated using functional respiratory imaging technology, and lobar volumes were calculated during the breathing cycle. The diaphragmatic surface was segmented for the end-expiratory and end-inspiratory scans. The total change in volume was reported by the lung volume change from the end-expiratory scan to the end-inspiratory scan. Chest wall movement was defined as the lung volume change minus the volume change that resulted from diaphragm excursion. Results The two rats that received neostigmine exhibited a smaller relative contribution of diaphragm movement to the total change in lung volume compared with the two rats that received sugammadex or saline (chest wall contribution (%): 26.69 and 25.55 for neostigmine; -2.77 and 15.98 for sugammadex; 18.82 and 10.30 for saline). Conclusion This pilot study in rats demonstrated an increased relative contribution of chest wall expansion after neostigmine compared with sugammadex or saline. This smaller relative contribution of diaphragm movement may be explained by a neostigmine-induced decrease in phrenic nerve activity or by remaining occupied acetylcholine receptors after neostigmine.

Resumo Objetivos As reduções da atividade do diafragma estão associadas ao desenvolvimento de atelectasia no período pós-operatório. A reversão com neostigmina também está associada ao aumento de atelectasia. Avaliamos os efeitos de neostigmina, sugamadex e da reversão espontânea sobre a ventilação pulmonar regional e o fluxo aéreo. Métodos Seis ratos Sprague-Dawley foram paralisados com rocurônio e mecanicamente ventilados até a recuperação da sequência de quatro estímulos atingir relação 0,5. Administramos neostigmina (0,06 mg.kg-1), sugamadex (15 mg.kg-1) ou solução salina (n = 2 por grupo). As tomografias foram feitas durante o ciclo respiratório. Modelos tridimensionais dos lobos pulmonares foram gerados com a tecnologia de imagem funcional respiratória e os volumes lobares foram calculados durante o ciclo respiratório. A superfície diafragmática foi segmentada para as varreduras expiratória final e inspiratória final. A alteração total no volume foi relatada pela alteração do volume pulmonar da varredura expiratória final para a varredura inspiratória final. O movimento da parede torácica foi definido como a variação do volume pulmonar menos a alteração no volume resultante da excursão do diafragma. Resultados Os dois ratos que receberam neostigmina apresentaram uma contribuição relativa menor do movimento do diafragma para a alteração total do volume pulmonar em comparação com os dois ratos que receberam sugamadex ou solução salina (contribuição da parede torácica (%): 26,69 e 25,55 para neostigmina; -2,77 e 15,98 para sugamadex; 18,82 e 10,30 para solução salina). Conclusão Este estudo piloto com ratos demonstrou uma contribuição relativa aumentada de expansão da parede torácica após neostigmina em comparação com sugamadex ou solução salina. Essa contribuição relativa menor de movimento do diafragma pode ser explicada por uma redução induzida por neostigmina na atividade do nervo frênico ou por receptores de acetilcolina permanecerem ocupados após a administração de neostigmina.
Descritores: Respiração/efeitos dos fármacos
Inibidores da Colinesterase/farmacologia
Bloqueio Neuromuscular
Sugammadex/farmacologia
Pulmão/efeitos dos fármacos
Pulmão/diagnóstico por imagem
Neostigmina/farmacologia
-Período de Recuperação da Anestesia
Distribuição Aleatória
Projetos Piloto
Ratos Sprague-Dawley
Pulmão/fisiologia
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843399
Autor: Casanova, Javier; Piñeiro, Patricia; Gala, Francisco De La; Olmedilla, Luis; Cruz, Patricia; Duque, Patricia; Garutti, Ignacio.
Título: Deep versus moderate neuromuscular block during one-lung ventilation in lung resection surgery / Bloqueio neuromuscular profundo versus moderado durante a ventilação monopulmonar em cirurgia de ressecção pulmonar
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):288-293, Mar.-June 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Neuromuscular relaxants are essential during general anesthesia for several procedures. Classical anesthesiology literature indicates that the use of neuromuscular blockade in thoracic surgery may be deleterious in patients in lateral decubitus position in one-lung ventilation. The primary objective of our study was to compare respiratory function according to the degree of patient neuromuscular relaxation. Secondary, we wanted to check that neuromuscular blockade during one-lung ventilation is not deleterious. Methods: A prospective, longitudinal observational study was made in which each patient served as both treated subject and control. 76 consecutive patients programmed for lung resection surgery in Gregorio Marañon Hospital along 2013 who required one-lung ventilation in lateral decubitus were included. Ventilator data, hemodynamic parameters were registered in different moments according to train-of-four response (intense, deep and moderate blockade) during one-lung ventilation. Results: Peak, plateau and mean pressures were significantly lower during the intense and deep blockade. Besides compliance and peripheral oxygen saturation were significantly higher in that moments. Heart rate was significantly higher during deep blockade. No mechanical ventilation parameters were modified during measurements. Conclusions: Deep neuromuscular blockade attenuates the poor lung mechanics observed during one-lung ventilation.

Resumo Justificativa e objetivos: Os relaxantes neuromusculares são essenciais durante a anestesia geral para vários procedimentos. A literatura clássica de anestesiologia indica que o uso de bloqueio neuromuscular em cirurgia torácica pode ser prejudicial em pacientes posicionados em decúbito lateral com ventilação seletiva. O objetivo primário deste estudo foi comparar a função respiratória de acordo com o grau de relaxamento neuromuscular do paciente. O objetivo secundário foi verificar que o bloqueio neuromuscular durante a ventilação seletiva não é prejudicial. Métodos: Estudo observacional, prospectivo e longitudinal no qual cada paciente serviu como próprio controle. Foram incluídos 76 pacientes consecutivos, agendados para cirurgia de ressecção do pulmão no Hospital Gregorio Marañon ao longo de 2013, submetidos à ventilação seletiva em decúbito lateral. Os dados do ventilador e os parâmetros hemodinâmicos foram registrados em diferentes momentos de acordo com a resposta por sequência de quatro estímulos (bloqueio intenso, profundo e moderado) durante a ventilação seletiva. Resultados: As pressões de pico, platô e média foram significativamente menores durante os bloqueios intenso e profundo. Além disso, complacência e saturação periférica de oxigênio foram significativamente maiores nesses momentos. A frequência cardíaca foi significativamente maior durante o bloqueio profundo. Não houve alteração dos parâmetros da ventilação mecânica durante as mensurações. Conclusões: O bloqueio neuromuscular profundo atenua a mecânica pulmonar deficiente observada durante a ventilação seletiva.
Descritores: Pneumonectomia
Bloqueio Neuromuscular/métodos
Ventilação Monopulmonar
Pulmão/fisiopatologia
-Testes de Função Respiratória
Estudos Prospectivos
Estudos Longitudinais
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Braga, Angélica de Fátima de Assunçäo
Braga, Franklin Sarmento da Silva
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Id: biblio-897790
Autor: Santos, Filipe Nadir Caparica; Braga, Angelica de Fátima de Assunção; Ribeiro, Carla Josefine Barbosa de Lima; Braga, Franklin Sarmento da Silva; Carvalho, Vanessa Henriques; Junqueira, Fernando Eduardo Feres.
Título: Use of protocol and evaluation of postoperative residual curarization incidence in the absence of intraoperative acceleromyography - Randomized clinical trial / Aplicação de protocolo e avaliação da incidência de curarização residual pós-operatória na ausência de aceleromiografia intraoperatória - Ensaio clínico randomizado
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(6):592-599, Nov.-Dec. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective Evaluate the incidence of postoperative residual curarization (PORC) in the post-anesthesia care unit (PACU) after the use of protocol and absence of intraoperative acceleromyography (AMG). Methods Randomized clinical trial with 122 patients allocated into two groups (protocol and control). Protocol group received initial and additional doses of rocuronium (0.6 mg·kg-1 and 10 mg, respectively); the use of rocuronium was avoided in the final 45 min; blockade reversal with neostigmine (50 µg·kg-1); time ≥15 min between reversion and extubation. Control: initial and additional doses of rocuronium, blockade reversal, neostigmine dose, and extubation time, all at the discretion of the anesthesiologist. AMG was used in the PACU and PORC considered at T4/T1 ratio <1.0. Results The incidence of PORC was lower in protocol group than in control group (25% vs. 45.2%, p = 0.02). In control group, total dose of rocuronium was higher in patients with PORC than without PORC (0.43 vs. 0.35 mg·kg-1·h-1, p = 0.03) and the time interval between the last administration of rocuronium and neostigmine was lower (75.0 vs. 101.0 min, p < 0.01). In protocol group, there was no difference regarding the analyzed parameters (with PORC vs. without PORC). Considering the entire study population and the presence or absence of PORC, total dose of rocuronium was higher in patients with PORC (0.42 vs. 0.31 mg·kg-1·h-1, p = 0.01), while the time interval between the last administration of rocuronium and neostigmine was lower (72.5 vs. 99.0 min, p ≤ 0.01). Conclusion The proposed systematization reduced PORC incidence in PACU in the absence of intraoperative AMG.

Resumo Objetivo Avaliou-se a incidência de curarização residual pós-operatória (CRPO) na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) após emprego de protocolo e ausência de aceleromiografia (AMG) intraoperatória. Métodos Ensaio clínico, aleatório, com 122 pacientes, distribuídas em dois grupos: protocolo e controle. Protocolo: dose inicial e adicionais de rocurônio foram de 0,6 mg.kg-1 e 10 mg, respectivamente; evitou-se o uso de rocurônio nos 45 minutos finais; reversão do bloqueio com neostigmina (50 µg.kg-1); tempo ≥ 15 minutos entre reversão e extubação. Controle: doses inicial e adicional de rocurônio, reversão do bloqueio, dose de neostigmina e momento da extubação decididos pelo anestesiologista. Foi usada AMG na SRPA e considerado CRPO razão T4/T1 < 1,0. Resultados A incidência de CRPO foi menor no grupo protocolo em relação ao controle (25% vs. 45,2%; p = 0,02). No grupo controle, a dose total de rocurônio foi maior em pacientes com CRPO em relação àqueles sem CRPO (0,43 vs. 0,35 mg.kg-1.h-1; p = 0,03) e o intervalo entre a última administração de rocurônio e a neostigmina foi menor (75,0 vs. 101,0 min; p < 0,01). No grupo protocolo não houve diferença dos parâmetros analisados (com CRPO vs. sem CRPO). Considerando toda a população de estudo e a presença ou não de CRPO, a dose total de rocurônio foi maior em pacientes com CRPO (0,42 vs. 0,31 mg.kg-1.h-1; p = 0,01), enquanto o intervalo entre a última administração de rocurônio e a neostigmina foi menor (72,5 vs. 99,0 min; p ≤ 0,01). Conclusão A sistematização proposta reduziu a incidência de CRPO na SRPA na ausência de AMG intraoperatória.
Descritores: Recuperação Demorada da Anestesia/diagnóstico
Recuperação Demorada da Anestesia/epidemiologia
Anestesia Geral
-Protocolos Clínicos
Inibidores da Colinesterase/uso terapêutico
Incidência
Monitorização Intraoperatória
Fármacos Neuromusculares não Despolarizantes/uso terapêutico
Bloqueio Neuromuscular
Rocurônio/uso terapêutico
Pessoa de Meia-Idade
Miografia
Neostigmina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1003411
Autor: Oliveira, Catarina; Marques, Catarina; Simões, Vânia; Spencer, Leina; Poeira, Rita; Casteleira, Margarida.
Título: Severe bradycardia and asystole associated with sugammadex: case report / Bradicardia grave e assistolia associadas ao sugamadex: relato de caso
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(2):218-221, Mar.-Apr. 2019.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Sugamadex is a modified gamma-cyclodextrin, the first selective agent for reversal of neuromuscular blockade induced by steroidal non-depolarizing muscle relaxants, with greater affinity for rocuronium. In this article we present a case of severe bradycardia and asystole following sugammadex administration. Case report: A 54-year-old male patient, ASA II, with a history of hypertension, dyslipidemia and obesity, who underwent an emergency umbilical herniorrhaphy under balanced general anesthesia. Intraoperative muscle relaxation was maintained with rocuronium. At the end of the surgery, the patient maintained a neuromuscular block with two TOF responses, and sugammadex (200 mg) was administered. About thirty seconds after its administration, the patient developed marked bradycardia (HR 30 bpm) followed by asystole. Conclusions: Documented bradycardia and asystole were attributed to the administration of sugammadex. This case shows that, although rare, cardiac arrest is a possible adverse effect of this drug, and that the knowledge of this situation can be determinant for the patient's evolution.

Resumo Justificativa e objetivos: O sugamadex é uma gama ciclodextrina modificada, o primeiro agente seletivo para reversão do bloqueio neuromuscular induzido pelos relaxantes musculares não despolarizantes do tipo esteroide, com maior afinidade para o rocurônio. Neste artigo apresentamos um caso de bradicardia grave e assistolia após administração de sugamadex. Relato do caso: Doente do sexo masculino, 54 anos, ASA II, com antecedentes pessoais de hipertensão, dislipidemia e obesidade, submetido à herniorrafia umbilical em regime de urgência sob anestesia geral balanceada. O relaxamento muscular intraoperatório foi mantido com rocurônio. No fim da cirurgia o doente mantinha bloqueio neuromuscular com duas respostas no TOF, pelo que foi administrado sugamadex 200 mg. Cerca de trinta segundos após a sua administração, o doente desenvolveu bradicardia acentuada (FC 30 bpm) seguida de período de assistolia. Conclusões: A bradicardia e a assistolia documentadas foram atribuídas à administração do sugamadex. Este caso evidencia que, apesar de rara, a parada cardíaca é um efeito adverso possível desse fármaco e que o conhecimento dessa situação pode ser determinante para a evolução do doente.
Descritores: Bradicardia/induzido quimicamente
Sugammadex/efeitos adversos
Parada Cardíaca/induzido quimicamente
-Índice de Gravidade de Doença
Fármacos Neuromusculares não Despolarizantes/administração & dosagem
Fármacos Neuromusculares não Despolarizantes/antagonistas & inibidores
Bloqueio Neuromuscular/métodos
Sugammadex/administração & dosagem
Rocurônio/administração & dosagem
Rocurônio/antagonistas & inibidores
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-662996
Autor: Chiguala Mixán, Edward.
Título: Parálisis neuromuscular residual postoperatoria en la unidad de recuperación postanestésica del Hospital Nacional Arzobispo Loayza, enero a marzo 2010 / Postoperative residual neuromuscular paralysis i the portanesthesia care unit of the Hospital Nacional Arzobispo Loayza, January to March 2010
Fonte: Actas peru. anestesiol;20(1):8-12, ene.-mar. 2012. tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Cuantificar la incidencia de parálisis residual (PR) y determinar su relación con el tiempo y reversión, en la unidad de recuperación postanestésica (URPA). Material y métodos: Estudio observacional, analítico, transversal y prospectivo, realizado en pacientes postoperados de colecistectomía laparoscópica de la URPA del Hospital Nacional Arzobispo Loayza, entre enero a marzo 2010. Se usó TOF-Watch para diagnosticar PR (TOF<0.9) en la URPA. Se correlacionaron casos de PR con tiempo y reversión de rocuronio. Resultados: Se evaluaron 96 pacientes con consentimiento informado, que cumplieron los criterios de inclusión y exclusión del estudio. La incidencia de PR fue 37.5%. En general, el tiempo y dosis de rocuronio fue 74 min y 0.58 mg/kg respectivamente. En pacientes con PR, el tiempo medio de rocuronio fue 68.3 min, y en pacientes sin PR 77.7 min, con diferencia significativa (p<0.05). Se usó neostigmina para revertir 85 pacientes (88.55) antes de pasar la URPA, de ellos, más de un tercio presentó PR (35.5%). Conclusiones: La incidencia de PR en la URPA fue alta. La PR estuvo asociada al tiempo de rocuronio. Un tiempo de rocuronio menor de 90 minutos predispuso a mayor riesgo de PR. El uso de anticolinesterásicos no garantizó la ausencia de PR en la URPA, especialmente cuando usó infradosis de neostigmina (< o igual a 0.03 mg/kg).

Objective: To quantify the incidence of residual paralysis (RP) and determine its relation with time and reversal in the postanesthesia care unit (PACU). Material and methods: An observational, analytical, transversal and prospective study conducted in postoperative patients of laparoscopic cholecystectomy in the PACU of the Hospital Nacional Arzobispo Loayza from January to March 2010. TOF-Watch was used to diagnose RP (TOF < 0.9) in the PACU. Cases of RP were correlated with time and reversal of rocuronium. Results: we evaluated 96 patients with informed consent, who fulfilled the inclusion and exclusion criteria of the study. The incidence of RP was 37.5%. in general, the time and dose of rocuronium was 74 min and 0.58 mg/kg respectively. In patients with RP, the rocuronium median time was 68.3 min, and in patients without RP 77.7 min, with significant difference (p < 0.05). We used neostigmine to reserve the neuromuscular blockade in 85 patients (88.5%) of whom, 35.5% presented Rp in the PACU. Conclusions: The incidence of RP in the PACU was high. The RP was associated with time of rocuronium. A time of rocuronium less than 90 minutes predisposed to increased risk of RP. The use of anticholinesterase did not guarantee the absence of RP in the PACU, especially when an underdose of neostigmine had been used (< or equal than 0.03 mg/kg)
Descritores: Bloqueio Neuromuscular
Colecistectomia Laparoscópica
Período de Recuperação da Anestesia
-Estudos Prospectivos
Estudos Transversais
Estudos Observacionais como Assunto
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Pessoa de Meia-Idade
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca



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