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Id: biblio-1144217
Autor: Gracitelli, Mauro E. C; Guglielmetti, César L. B; Botelho, Caio A. S; Malavolta, Eduardo A; Assunção, Jorge H; Ferreira Neto, Arnaldo A.
Título: Surgical Treatment of Post-traumatic Elbow Stiffness by Wide Posterior Approach / Tratamento cirúrgico da rigidez pós-traumática do cotovelo por via posterior ampla
Fonte: Rev. bras. ortop;55(5):570-578, Sept.-Oct. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective To demonstrate the clinical outcomes and complication rates of the surgical release with a single posterior approach in the treatment of post-traumatic elbow stiffness. Methods A prospective study with patients submitted to surgery between May 2013 and June 2018 in a single center. The access to the elbow was made through the posterior approach. The patients were followed up by an occupational therapy team, and were submitted to a standardized rehabilitation protocol, with static progressive orthoses and dynamic orthoses. The primary outcome was the range of flexion-extension of the elbow after 6 months. Results A total of 26 patients completed the minimum follow-up of 6-months. The mean range of flexion-extension of the elbow at the end of 6 months was of 98.3 ± 22.0°, with an amplitude gain of 40.0 ± 14.0° in relation to the pre-operative period (p< 0.001). The average flexion-extension gain at the end of 6 months was of 51.7% ± 17.1% (p< 0.001). The mean pronosupination at the end of 6 months was of 129.0 ± 42.7° (p< 0.001). Half of the cases had moderate and severe stiffness in the pre-operative period, compared with 7.7% at 6 months post-operatively (p< 0.001). The mean score for the Mayo Elbow Performance Score (MEPS) and Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) instruments was 74.4 ± 16.8 points and 31.7 ± 21.9 points respectively (p< 0.001 for both). The visual analogue scale (VAS) score presented no statistically significant difference compared to the pre-operative period (p= 0.096). Complications were observed in 6 (23%) patients, and no new surgical procedures were necessary. Conclusions The surgical release of the elbow associated with a rehabilitation protocol is a safe technique, with satisfactory results and low rate of complications.

Resumo Objetivo Demonstrar os resultados clínicos e a taxa de complicações da liberação cirúrgica por via única posterior no tratamento da rigidez pós-traumática de cotovelo. Métodos Estudo prospectivo, com pacientes submetidos a cirurgia entre maio de 2013 e junho de 2018 em um único centro. Foi realizado acesso ao cotovelo por via posterior. O seguimento dos pacientes foi feito por uma equipe de terapia ocupacional, e eles foram submetidos a um protocolo de reabilitação padronizado, com órteses estáticas progressivas e dinâmicas. O desfecho primário foi a amplitude de flexoextensão do cotovelo após 6 meses. Resultados Um total de 26 pacientes completaram o seguimento mínimo de 6 meses. A média de flexoextensão do cotovelo, ao final de 6 meses, foi de 98,3° ± 22,0°, com um ganho de amplitude de 40,0° ± 14,0° em relação ao pré-operatório (p< 0,001). A média de ganho relativo de flexoextensão, ao final de 6 meses, foi de 51,7% ± 17,1% (p< 0,001). A média de pronossupinação, ao final de 6 meses, foi de 129,0° ± 42,7° (p< 0,001). Metade dos casos apresentava rigidez moderada e grave no pré-operatório, contra 7,7% aos 6 meses de pós-operatório (p< 0,001). A pontuação nos instrumentos Mayo Elbow Performance Score (MEPS) e Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) apresentou melhora estatisticamente significativa em relação ao pré-operatório, atingindo 74,4 ± 16,8 pontos e 31,7 ± 21,9 pontos, respectivamente. A escala visual analógica (EVA) não apresentou diferença estatisticamente significativa em relação ao pré-operatório (p= 0,096). Complicações foram observadas em 6 (23%) pacientes, não sendo necessária nova abordagem cirúrgica em nenhum paciente. Conclusões A liberação cirúrgica do cotovelo associada a protocolo de reabilitação é técnica segura, com resultados satisfatórios e baixa taxa de complicações.
Descritores: Reabilitação
Contenções
Estudos Prospectivos
Contratura
Amplitude
Articulação do Cotovelo
Liberação da Cápsula Articular
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-742772
Autor: Fernandes, Marcos Rassi.
Título: Arthroscopic treatment of adhesive capsulitis of the shoulder with minimum follow up of six years
Fonte: Acta ortop. bras;23(2):85-89, 2015. tab, fig.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To evaluate the results of the arthroscopic treatment of adhesive capsulitis of the shoulder with six to nine years of follow up. METHODS: From August 2002 to December 2004, ten patients underwent arthroscopic capsular release for adhesive capsulitis refractory to conservative treatment. An interscalene catheter was used for postoperative analgesia, before the procedure. All were in stage II, with a minimum follow up of six years. The mean age was of 52.9 years old (range, 39 to 66), with female predominance (90%) and six left shoulders. The time between the onset of symptoms and surgery varied from six to 20 months. There were four patients in the primary form (40%) and six in the secondary (60%). RESULTS: In the preoperative evaluation, the mean active anterior elevation was 92°, 10.5° of external rotation, and internal rotation level L5. Postoperatively, the mean active elevation was 149°, 40° of external rotation and internal level T12, respectively. Thus, the average gains were 57° in forward active elevation, 29.5° in external rotation and six spinous processes, these values being statistically significant (p <0.001). According to the Constant functional score (arc of movements), the value increased from 13.8 (preoperative mean) to 32 points (postoperative mean). CONCLUSION: Arthroscopic treatment of adhesive capsulitis of the shoulder refractory to conservative treatment allows effective gain of range of motion of this joint. Level of Evidence IV, Retrospective Study (Case Series).
Descritores: Artroscopia
Bursite
Amplitude de Movimento Articular
Dor de Ombro
Liberação da Cápsula Articular
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-685526
Autor: Fernandes, Marcos Rassi.
Título: Arthroscopic capsular release for refractory shoulder stiffness / Liberação capsular artroscópica para a rigidez refratária do ombro
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);59(4):347-353, jul.-ago. 2013. tab.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To evaluate the results of the arthroscopic treatment of refractory adhesive capsulitis of the shoulder with two to nine years of follow-up, comparing the pre-and postoperative range of motion. METHODS: This was an observational study (case series) of 18 patients who underwent arthroscopic capsular release for refractory shoulder stiffness. The mean age was of 53.6 years (range: 39 to 68), with female predominance (77.77%) and nine cases left shoulders. There were 6 primary (33.33%) and 12 secondary cases (66.67%). Arthroscopic capsular release was performed in all patients after a mean of 9.33 months of physical therapy (range: 6 to 20 months) with a minimum follow-up of two years (range: 26 to 110 months). RESULTS: The mean active and passive forward flexion, external rotation and internal rotation increased from 94.4º/103.3º, 11.9º/21.9º, and S1/L5 vertebral level, respectively, to 151.1º/153.8º, 57.2º/64.4º, and T12/T10 vertebral level, respectively. There was a significant difference between the pre-and postoperative range of motion (p < 0.001). according to the constant-murley functional score (rom), the value increased from 14 (preoperative mean) to 30 points (postoperative mean). postoperatively, all patients showed diminished shoulder pain (none or mild/15 or 10 points in the constant-murley score). CONCLUSION: arthroscopic treatment is an effective treatment for refractory shoulder stiffness.

OBJETIVO: Avaliar os resultados do tratamento artroscópico da capsulite adesiva refratária do ombro com dois a nove anos de seguimento, comparando o arco de movimentos pré e pós-operatório. MÉTODOS: Foi realizado um estudo observacional (série de casos) em 18 pacientes com ombros rígidos resistentes a tratamento conservador submetidos à capsulotomia artroscópica. A idade média foi de 53,6 anos (39 a 68), com predomínio do sexo feminino (77,77%) e nove ombros esquerdos. Houve seis primários (33,33%) e 12 secundários (66,67%). A liberação capsular artroscópica foi realizada em todos os pacientes, após uma média de 9,33 meses de fisioterapia (6 a 20 meses), com seguimento mínimo de dois anos (26 a 110 meses). RESULTADOS: A média da elevação anterior, rotação lateral e rotação medial ativa e passiva aumentaram de 94,4º/103,3º, 11,9º/21,9ºe S1/L5 níveis vertebrais para 151,1º/153,8º, 57,2º/64,4ºe T12/T10 níveis vertebrais, respectivamente. Houve uma significativa diferença entre a amplitude de movimentos pré-e pós-operatório (p < 0,001). de acordo com o escore funcional de constant-murley, o valor aumentou de 14 (média pré-operatória) para 30 pontos (média pós-operatória). no pós-operatório, todos os pacientes demonstraram uma diminuição da dor no ombro (nenhuma ou leve/15 ou 10 pontos no escore de constant-murley). CONCLUSÃO: O tratamento artroscópico é eficaz para a rigidez refratária do ombro.
Descritores: Bursite/cirurgia
Liberação da Cápsula Articular
-Seguimentos
Amplitude de Movimento Articular
Recuperação de Função Fisiológica
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME



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