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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-460136
Autor: Alvarez-Díaz, Jorge Alberto.
Título: La controversia sobre la vivisección / The controversy over vivisection / A controversia sobre a vivissecção
Fonte: Acta bioeth;13(1):53-60, jun. 2007.
Idioma: es.
Resumo: Este artículo revisa la vivisección en animales no humanos y su actual justificación desde el punto de vista bioético. Se inicia con una breve revisión histórica sobre la vivisección animal hasta el recrudecimiento de la polémica sobre ésta en el siglo XX. Reflexiona sobre la ética de la relación entre seres humanos y animales y de la experimentación con animales, y concluye que hoy podría ser justificable una vivisección animal sólo en situaciones verdaderamente excepcionales, de lo contrario no se estaría obrando conforme a la ética.
Descritores: Vivissecção
Bioética
Experimentação Animal
Ética
Limites: Animais
Responsável: CL58.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-708730
Autor: Duque Parra, Jorge Eduardo; Barco Ríos, John; Morales Parra, Genaro.
Título: La disección in vivo (vivisección): una visión histórica / In vivo dissection (vivisection): a historical viewpoint
Fonte: Int. j. morphol;32(1):101-105, Mar. 2014.
Idioma: es.
Resumo: La vivisección es un procedimiento exploratorio del ser vivo, que a lo largo de la historia de la humanidad se ha practicado de manera invasiva, tanto en seres humanos como en animales, con el fin de visualizar la morfología y su correlación con la función orgánica. Este procedimiento evolucionó con el descubrimiento y utilización de agentes anestésicos y, posteriormente, con la tecnología de imágenes funcionales no invasivas para el ser vivo, con el propósito de comprender más los aspectos funcionales que los estructurales.

Vivisection is an exploratory process of being alive, that throughout the history of mankind has been performed invasively, in both humans and animals, in order to visualize the morphology and its correlation with organ function. This procedure has evolved with discovery and use of anesthetic agents and, functional subsequently functional imaging technology for noninvasive living being, with the aim of understanding more functional than structural aspects.
Descritores: Vivissecção/história
Anatomia/história
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-732306
Autor: Mugnai, R; Oliveira, JA; Oliveira, LFB.
Título: Conceptual bases in restoration of scientific vertebrate collections / Bases conceptuais para o restauro de coleção científicas de vertebrados
Fonte: Braz. j. biol;74(4):959-966, 11/2014. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: The scientific heritage preserved in Brazilian biological collections has inestimable value. Despite the research on curation and restoration of biological material is regarded as strategic, there is a lack of expertise in these areas in the country. These deficiencies often determine the use of obsolete or even inadequate procedures aimed at the recovery of material for research or exhibition, resulting in risk to valuable specimens. In the present work we provide a review of the literature on the restoration of biological specimens and summarize concepts employed in the restoration of mammals and birds of the Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, exhibition in 2011. The aim of this work is to contribute to the development of protocols when interventions are needed to restore damaged specimens.

O patrimônio científico e cultural conservado em coleções biológicas no Brasil é de reconhecida importância. Entretanto, há carência de pesquisas sobre estratégias de restauro e gerenciamento de material biológico em coleções, como também de especialistas nestas áreas, apesar de serem consideradas estratégicas. Essas lacunas podem acarretar na utilização de protocolos obsoletos ou mesmo inadequados de trabalho, pondo em risco espécimes valiosos de um acervo científico. Neste trabalho, apresentamos uma revisão da literatura sobre restauração de espécimes biológicos, e resumimos os princípios que nortearam as atividades de restauração dos espécimes de mamíferos e aves taxidermizados da exibição do Museu Nacional em 2011, no sentido de contribuir para a elaboração de protocolos quando intervenções são necessárias para restaurar espécimes danificados.
Descritores: Aves
Mamíferos
Museus
Manejo de Espécimes/métodos
-Brasil
Vivissecção
Limites: Animais
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-655435
Autor: Regis, Arthur Henrique de Pontes; Cornelli, Gabriele.
Título: Experimentação animal: panorama histórico e perspectivas / Animal experimentation: historical overview and perspectives
Fonte: Rev. bioét. (Impr.);20(2), maio-ago. 2012.
Idioma: pt; en.
Resumo: No mundo, milhães de animais vertebrados são utilizados, por ano, em pesquisas científicas. Embora vários países possuam, há décadas, uma legislação para regulamentar a experimentação animal, no Brasil havia uma lacuna legal. Nesse contexto, traçou-se um panorama histórico e comparativo da situação normativa brasileira. A referência utilizada foi a Lei 11.794/08, primeira legislação a especificamente regulamentar a experimentação animal. A lei determinou a adoção de práticas de pesquisa que prezem pelo bem-estar animal, pela redução do sofrimento e do número de espécimes utilizados, alinhando-se ao conceito dos "3RS". Os efeitos da nova normatização só serão observados em alguns anos, quando todo o sistema regulatório for implantado e os dados estatísticos gerados estiverem disponíveis para análise. Ainda assim, percebe-se que a Lei 11.794/08 representa significativo avanço em face da incorporação de princípios norteadores que visam ao bem-estar animal e ao vácuo legislativo anteriormente existente.
Descritores: Experimentação Animal
Experimentação Animal/ética
Legislação
Pesquisa
Vivissecção
-Direitos dos Animais
Modelos Animais
Limites: Animais
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: lil-646090
Autor: Kishino, Nagomi; Diniz, Nilza Maria.
Título: Vivissecção no ensino: questães éticas e jurídicas / Vivisection in education: ethical and legal aspects
Fonte: Rev. bioét. (Impr.);20(1), jan.-abr. 2012.
Idioma: pt; en.
Resumo: A vivissecção constitui prática usual e arraigada nas faculdades das áreas biológicas. Nas últimas décadas, tem-se questionado a legislação, senciência e legitimidade do modelo animal, aspectos investigados neste trabalho. A discussão acerca dos animais envolve sua condição de propriedade e atribuição de direitos morais, podendo a senciência ser base para a consideração de seu status moral. As leis 9.605/98 e 1.1974/08 regulamentam a utilização de animais no Brasil. Contudo, a extrapolação do modelo animal nem sempre é possível, podendo comprometer a pesquisa científica e o aprendizado, de modo que a vivissecção pode ser dispensada ou substituída em algumas aulas, com vistas à qualidade da educação e ao cumprimento das leis dos direitos animais. Sugere-se o incremento da oferta de métodos alternativos à vivissecção, considerando-se que sua proibição, sem métodos substitutivos, comprometeria o aprendizado e o avanço científico, não sendo moralmente aceitável.
Descritores: Experimentação Animal
Direitos dos Animais
Alternativas ao Uso de Animais
Ética
Legislação
Vivissecção
-Aprendizagem
Modelos Animais
Ensino
Limites: Animais
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: lil-620475
Autor: Carvalho, André Luis de Lima.
Título: Além dos confins do homem: Frances Power Cobbe contra o darwinismo na controvérsia sobre a vivissecção no Reino Unido (1863-1904) / Beyond the confines of man: Frances Power Cobbe against Darwinism in the controversy over vivisection in the UK (1863-1904).
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2010. 510 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Casa de Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O presente trabalho procura explorar as complexas interações entre darwinismo,fisiologia experimental e antivivisseccionismo na Inglaterra vitoriana. Como principaispersonagens encarregadas de conduzir essa narrativa foram eleitos Charles Darwin e a antivivisseccionista Frances Power Cobbe, mas vários darwinistas, fisiologistas e antivivisseccionistas também aparecem nas páginas dessa tese. Outra importante personagem desse estudo é o cão, animal de status privilegiado na Inglaterra, mas que aindaassim foi usado abundantemente nos laboratórios fisiológicos, e procuro explorar as implicações da presença desse animal na mesa de vivissecção.Os eixos temáticos nos quais meu estudo se apoiou foram: 1) a tese darwiniana da origem comum e consequente relação de continuidade mental entre animais e humanos, eas implicações éticas dessa teoria; 2) o problema da dor física e do sofrimento emocional na Inglaterra vitoriana e sua abordagem por Darwin e Cobbe; 3) a noção de crueldade, e sua associação à prática de vivissecção; 4) a faculdade da simpatia, e a noção darwiniana deuma “simpatia para além dos confins do homem”, relacionada ao conceito atual de comunidade moral. Explorando o contexto sócio-cultural e a produção de discursos favoráveis e contrários à experimentação animal do período, realizei também uma incursão nasestratégias retóricas de autodefinição e definição do adversário pelas duas partes em contenda, incluindo as formas como era retratado o laboratório fisiológico. A polarização entre selvagem e domesticado / civilizado foi também um questão importante nacontrovérsia sobre a legitimação da vivissecção na Inglaterra vitoriana, e procuro demonstrar que o emprego do cão como animal experimental era considerado também uma profanação dos afetos e virtudes domésticos. Considero que talvez a questão mais importante que informava as críticas de Cobbe e demais antivivisseccionistas à experimentação animal seja a temática da sensibilidade. O cão era considerado então, especialmente na Inglaterra, o mais sensível e emocionalmentecomplexo de todos os animais não-humanos, e a teoria darwiniana só vinha a confirmar e reforçar essa ideia, fornecendo fundamentos teóricos que a substanciavam. A indiferença ecrueldade que Cobbe atribuía aos fisiologistas, que sacrificavam esse animal sem hesitar, conferia aos homens da ciência médica a imagem de indivíduos insensíveis atuando emuma cultura laboratorial de embotamento afetivo ou mesmo de exacerbação dos instintos mais bestiais. Também me esforcei por demonstrar, com maior ênfase no último capítulo, que no discurso de Frances Cobbe a vivissecção figura como evidência máxima de que o espírito científico de sua época representava uma traição e, portanto, uma grande ameaça aosvalores morais tradicionais de amor e simpatia com os quais se construíam as civilizações e a nação britânica. Nessa chave de compreensão o darwinismo era retratado como protótipo desse espírito científico, e o apoio de Darwin e da maioria dos darwinistas às plataformas políticas dos praticantes da fisiologia experimental eram considerados agravantes especiais. O motivo disso era que a teoria darwiniana da origem comum consistia, na percepção dos antivivisseccionistas, na principal evidência científica da sensibilidade especial dos cães;dessa forma, ao emprestar seu prestígio e sua pena à legitimação da vivissecção, Darwin estaria traindo o animal cujo status moral ele próprio havia ajudado a elevar. Proponho como uma tentativa de explicação para esse aparente paradoxo da postura dos darwinistas em relação à vivissecção uma exploração das diferenças entre duas teoria de Darwin: a da origem comum e a da seleção natural, e procuro demonstrar que essas duas noções apontam para caminhos éticos antagônicos: a primeira para a expansão progressiva da esfera de consideração moral humana, de modo a abarcar também os animais; a última,para o estreitamento dessa esfera de consideração moral. Foi em resposta às implicações éticas e aplicações políticas desse segundo aspecto do evolucionismo de Darwin, relacionado à ideia de 'sobrevivência do mais apto', que Frances Cobbe se insurgiu,descrevendo a vivissecção como um “ultraje aos afetos” entre cães e homens.
Descritores: Bioética/tendências
Cães
Experimentação Animal/ética
Fisiologia
Ciência
Vivissecção/ética
Vivissecção/história
-Reino Unido
Limites: Animais
Cães
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública
BR526.1; T179.4, C331a


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Texto completo SciELO Brasil
Marques, Ruy Garcia
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Id: lil-503110
Autor: Marques, Ruy Garcia; Morales, Marcelo Marcos; Petroianu, Andy.
Título: Brazilian law for scientific use of animals / Lei brasileira para o uso científico de animais
Fonte: Acta cir. bras;24(1):69-74, Jan.-Feb. 2009.
Idioma: en.
Resumo: The Brazilian scientific community claimed for a definitive systematization and for comprehensive and realistic national rules, to provide guidance and regulation, instead of sanctions, so that the question of scientific research involving animals could be better contemplated. This is beginning to occur now with Law n.º 11.794, sanctioned by the President of the Republic on November 8, 2008. PURPOSE: To describe the evolution of Brazilian regimentation for scientific use of animals and to analyze Law n.º 11.794. METHODS: The legislation about the use of animals in teaching and in scientific research in Brazil and in Rio de Janeiro State was identified and discussed. RESULTS: Until now, there was no updated general and systematizing rule regarding animal vivisection and experimentation for didactic or scientific purposes. The only specific law dates back to1979 and was not regimented. More recent laws equated the practice of scientific experiments to acts of abuse and mistreatment of animals, when alternative technology was available. Municipal laws that restricted the scientific practice of vivisection and experimentation with animals were created in the cities of Rio de Janeiro and Florianopolis. CONCLUSION: With the claim and collaboration of the scientific community, the sanction of Law n.º 11.794 regarding to the scientific use of animals represented an invaluable advance in spite of the presence of some points that eventually may require another type of treatment. The new Law states that it will be regimented within 180 (one-hundred-and-eighty) days, when some of these points could be better elucidated.

A comunidade científica brasileira clamava por uma norma federal abrangente e realista, mais orientadora e reguladora, e menos sancionadora, na qual a questão do uso científico dos animais pudesse ser mais bem contemplada. Isto agora começa a se materializar, com a Lei n.º 11.794, sancionada pelo Presidente da República no dia 8 de novembro de 2008. OBJETIVO: Relatar a evolução na regulamentação brasileira sobre o uso científico de animais e analisar a Lei n.º 11.794. MÉTODOS: Foi identificada e discutida a evolução na legislação existente no Brasil e em alguns municípios brasileiros acerca da utilização de animais no treinamento e na pesquisa científica, até a sanção da nova Lei. RESULTADOS: Até agora, não existia norma geral sistematizadora atualizada referente à vivissecção e experimentação com animais, nem para fins didáticos, nem científicos. A única lei referente a esse tópico datava de 1979 e não chegou a ser regulamentada. Leis mais recentes equiparavam a prática de experimentos científicos aos atos de abuso e maus tratos de animais, na presença de tecnologia alternativa. Nos municípios do Rio de Janeiro e de Florianópolis foram criadas Leis Municipais que cerceavam a prática científica da vivissecção e da experimentação com animais. CONCLUSÃO: A partir do clamor e da colaboração da comunidade científica nacional, a sanção da Lei n.º 11.794, que trata do uso científico dos animais, representou um avanço inestimável, a despeito da presença de alguns pontos que, eventualmente, merecessem outro tipo de tratamento. A nova Lei menciona que ela deverá ser regulamentada em até 180 (cento e oitenta) dias, quando alguns desses pontos poderão ser mais bem esclarecidos.
Descritores: Experimentação Animal/legislação & jurisprudência
Pesquisa Biomédica/legislação & jurisprudência
Ensino/legislação & jurisprudência
-Brasil
Pesquisadores
Ensino/métodos
Vivissecção
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-453726
Autor: Magalhães, M; Ortêncio Filho, H.
Título: Alternativas ao uso de animais como recurso didático / Alternatives for the use of animals as a didactic resource
Fonte: Arq. ciênc. vet. zool. UNIPAR;9(2):147-154, jul.-dez. 2006.
Idioma: pt.
Resumo: A utilização de animais como recurso didático no ensino superior tem sido muito discutida. Tal fato se deve em função de muitos alunos e professores consideram que essas práticas vão contra seus pressupostos éticos e morais, além dos problemas de ordem psicológica que estas podem ocasionar. O debate acerca desse assunto tem aumentado muito nas últimas décadas, enquanto grupos de proteção aos animais têm tentado e conseguido com sucesso convencer muitas universidades pelo mundo a abolirem a utilização de animais de laboratório com fins didáticos, ou restringirem o seu uso ao mínimo necessário. Porém, para que animais deixem de ser utilizados para essa finalidade, torna-se necessária uma busca por recursos alternativos que propiciem aprendizado eficiente e satisfatório. Estes existem e incluem cadáveres e tecidos animais obtidos de fontes éticas; vídeos que podem ser gravados em situações reais; modelos, manequins e simuladores; multimídia; trabalho clínico com pacientes animais; auto-experimentação; laboratórios in vitro; estudos de campo e aprendizado baseado em casos. Vários estudos comprovam a eficácia do aprendizado proporcionado por tais métodos. Com relação ao custo de implantação, embora este possa ser maior no início, acaba por torná-los economicamente viáveis, por reduzir custos com a manutenção de animais em biotérios, anestésicos e outros medicamentos. Assim, é possível concluir que a utilização de métodos alternativos ao uso nocivo de animais é ética, eficaz e economicamente viável.

The use of animals as a didactic resource by universities has been very controversial. Such controversy comes from many students and professors who consider that these practices are against their ethical and moral principles, as well as the problems of psychological order they may cause. The debate over this subject has been increasing over the past few decades, while groups of animal protection have tried and successfully managed to convince many universities worldwide to abolish the use of laboratory animals with educational purpose, or restrict their use to the minimum necessary. However, in order to stop using animals for this purpose, a search for alternative materials which provide efficient and satisfactory learning becomes necessary. Such alternatives already exist and include bodies and animal tissues obtained from ethical sources; videos which can be obtained in real situations; models, mannequins and simulators; multimedia simulation; clinical work with animals; self experimentation; in vitro laboratories; field studies and learning based in cases. Several studies prove the efficacy of the learning provided by alternative methods. Besides, the implementation cost, although higher in the beginning ends up making the alternatives economically feasible since they reduce the costs with maintenance of animals, anesthetics, and other remedies. Thus, it is possible to conclude that the use of alternative methods to the harmful use of animals is ethical, efficient and economically feasible.

Mucho se ha discutido sobre la utilización de animales como recurso didáctico en la educación superior. Esto ocurre en función de muchos estudiantes y profesores que consideran que estas prácticas van contra sus principios éticos y morales además de los problemas psicológicos que éstos pueden causar. La discusión referente a este tema ha aumentado mucho en las últimas décadas, mientras que los grupos de protección a los animales han intentado y han obtenido con éxito convencer a muchas universidades en el mundo que supriman el uso de animales de laboratorio con la finalidad didáctica, o restrinjan su uso al mínimo necesario. Sin embargo, de modo que los animales dejen de ser utilizados para este propósito es necesaria una búsqueda de materiales alternativos que tornen el aprender eficiente y satisfactorio. Éstos existen e incluyen los cadáveres y los tejidos animales obtenidos de fuentes éticas; películas y videos que se pueden registrar situaciones verdaderas; modelos, maniquíes y simuladores; multimedias; trabajo clínico con los pacientes animales; auto-experimentación; laboratorios in vitro; estudios del campo y aprender basados en casos. Algunos estudios prueban la eficacia del aprender proporcionado por estos métodos. Por otra parte, el coste de la implantación, aunque grande al principio se vuelve económicamente viable por reducir gastos con el mantenimiento de animales en bioterios, anestésicos y otras medicinas. Así, es posible concluir que el uso de métodos alternativos al uso dañoso de animales es ético, eficiente y económicamente viable.
Descritores: Alternativas ao Uso de Animais
Dissecação/economia
Dissecação/métodos
Dissecação/veterinária
Modelos Animais
Vivissecção/economia
Vivissecção/métodos
Vivissecção/veterinária
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Texto completo SciELO Brasil
Marques, Ruy Garcia
Texto completo
Id: lil-414393
Autor: Marques, Ruy Garcia; Miranda, Marcos Lopes de; Caetano, Carlos Eduardo Rodrigues; Biondo-Simões, Maria de Lourdes Pessole.
Título: Rumo à regulamentação da utilização de animais no ensino e na pesquisa científica no Brasil / Towards a Brazilian regimentation for use of animals in teaching and in scientific research
Fonte: Acta cir. bras;20(3):262-267, May-June 2005.
Idioma: pt.
Resumo: A comunidade científica brasileira clama por uma sistematização definitiva e por uma norma federal abrangente e realista, mais orientadora e reguladora, e menos sancionadora, onde a questão da pesquisa científica com animais possa ser mais bem contemplada. OBJETIVO: Descrever a situação em que se encontra a regulamentação para o uso de animais em treinamento e pesquisa científica, no Brasil. MÉTODOS: Foi identificada e discutida a legislação existente no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro acerca da utilização de animais no treinamento e na pesquisa científica. RESULTADOS: Não existe norma geral sistematizadora atualizada referente à vivissecção e experimentação com animais, nem para fins didáticos, nem científicos. A única lei referente a esse tópico data de 1979 e não chegou a ser regulamentada. Leis mais recentes equiparam a prática de experimentos científicos aos atos de abuso e maus tratos de animais, na presença de tecnologia alternativa. No município do Rio de Janeiro, a prática de vivissecção e de experiências com animais em instituições veterinárias públicas municipais está proibida, desde 2001. Atualmente, existe um substitutivo em discussão, na Câmara Federal, resultado da avaliação de projetos de leis mais recentes, que representa um avanço inestimável, sem, contudo, corresponder a um corpo de princípios e diretrizes que possam nortear eficazmente a questão. CONCLUSÃO: Ainda não existe uma regulamentação para a utilização de animais no ensino e na pesquisa científica em nosso país. Torna-se imperativo adotar dispositivos lúcidos e realistas que garantam a continuação dessa utilização. A comunidade científica dispõe-se a contribuir explicitamente para esse objetivo.
Descritores: Ensino/legislação & jurisprudência
Experimentação Animal/legislação & jurisprudência
Pesquisa/legislação & jurisprudência
-Brasil
Ensino/métodos
Vivissecção
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-196177
Autor: Figueroa A., Patricio; Enríquez L., Sergio.
Título: Vivisección: el costo del sufrimiento animal / Vivisection: the cost of the animal painful
Fonte: Kinesiologia;(45):i-ii, oct. 1996. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Bem-Estar do Animal
Vivissecção/efeitos adversos
-Direitos dos Animais
Alternativas aos Testes com Animais
Vivissecção/métodos
Limites: Animais
Tipo de Publ: Comentário
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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