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Amaral, Rose Luce Gomes do
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Id: lil-776058
Autor: Bardin, Marcela Grigol; Giraldo, Paulo César; Pinto, Cristina Laguna Benetti; Piassaroli, Virgínia Pianissoni; Amaral, Rose Luce Gomes do; Polpeta, Nádia.
Título: Association of sanitary pads and clothing with vulvovaginitis / Associação de absorventes higiênicos íntimos e vestimentas com vulvovaginites
Fonte: DST j. bras. doenças sex. transm;25(3):123-127, 2013. tab.
Idioma: en.
Resumo: A oclusão vulvar e o acúmulo de umidade em decorrência do uso de absorventes higiênicos, roupas íntimas sintéticas e/ou calças justas são considerados fatores de risco para o desenvolvimento de vulvovaginites (VV), contudo, esta associação ainda está mal esclarecida. Objetivo: associar a prática do uso de absorventes higiênicos e vestimentas à presença de vaginose bacteriana (VB) e/ou candidíase vaginal (CV). Métodos: estudo de corte transversal analisou o uso de absorventes e vestimentas de 307 voluntárias de 18 a 45 anos, com e sem VB e/ou CV. Um questionário de seis domínios foi aplicado individualmente às voluntárias, nos ambulatórios de um hospital universitário (Unicamp, BR). Este estudo analisou três dos seis domínios. Coletou-se material vaginal para diagnóstico microbiológico de VB (critérios de Nugent)e CV (bacterioscopia corada por Gram e cultura em meio Saboureaud). Critérios de exclusão: uso de antibióticos nos últimos 15 dias, histórico de câncer, HIV+, sífilis, doença imunossupressora. A análise estatística utilizou teste exato de Fischer e qui-quadrado, pelo EPI INF 0.5. O nível de significância considerada foi p<0,05. Resultados: Do total, 141 (46%) das mulheres foram diagnosticadas com VV. A média de idade foi de 33(+/-6,8) anos e a maior parte das mulheres era caucasiana (52%), tinha um parceiro fixo (83%) e utilizava métodos hormonais contraceptivos (64,5%). As mulheres com VV utilizaram mais calcinhas de tecido sintético (10,6 x zero), apresentaram mais ciclos menstruais (72,3 x 55,4%) que aquelas sem VV (p<0,005 e p<0,0001) e apresentaram hábitos de uso de absorventes semelhantes. Conclusão: os hábitos de uso de absorventes higiênicos não estão associados à presença de VV, já a presença de ciclos menstruais e uso de calcinhas de tecido sintético se relacionou a maior freqüência de VV.

Vulvar oclusion and moisture buildup resulting from the use of sanitary pads, synthetic underwear and/or tight pants are considered risk factors for the development of vulvovaginitis (VV), however, this association is still poorly elucidated. Objective: to associate the use of sanitary pads and clothing with the presence od bacterial vaginitis (BV) and vaginal candidiasis (VC). Methods: cross-sectional study aimed at analyzing the use of sanitary pads and clothing in 307 volunteers from 18 to 45 years old, with and without BV and/or VC. A questionnaire comprehendind six domains was applied individually to the volunteers, in an outpatient gynecology clinic at a university hospital (University of Campinas, Brazil). This study analyzed three of six domains. Vaginal material was collected for microbiologic diagnosis of BV (Nugent criteria) and VC (GRam stain and culture of the fungus in Saboureaud). Exclusion criteria were: use of antibiotics within 15 days, history of cancer, positive HIV and/or syphilis and immunosupressive disease. Statistical analysis were made with Fischer and chi-square tests, using the software EPI INFO 0.5. Significance level was set at p<0.05. Results: in total, 141 (46%) women were diagnosed with VV. The mean age was 32 (+/-6.8) years and most women were Caucasian (52%), had a steady partner (83%) and were using hormonal contraceptives (64,5%). Women with presence of VV used more panties made of synthetic fabric (10.6% x zero), had more menstrual cycles (72.3 x 55.4%) than those without VV (p<0.005 and p<0.0001) and showed patterns of sanitary pads similar to those without VV. Conclusion: habits of usage of sanitary pads is not associated with the presence of VV. Presence of menstrual cycle and use of synthetic underwear have been related with greater frequency of VV.
Descritores: Absorventes Higiênicos
Candidíase Vulvovaginal
Vestuário
Higiene
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Vaginose Bacteriana
Limites: Seres Humanos
Feminino
Meia-Idade
Responsável: BR408.4 - BIB - Biblioteca do Instituto Biomêdico


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Id: lil-637418
Autor: Rísquez P., Alejandro; Márquez T., Marvic D; Quintero P., Geraldine del Carmen; Ramírez D., Juan Pablo; Requena, José Gregorio; Riquelme H., Andrea Daniela; Rodríguez H., Maigualida José; Rodríguez G., Margaret Gissel; Chacón F., Nathalie de Jesús.
Título: Condiciones higiénico-sanitarias como factores de riesgo para las parasitosis intestinales en una comunidad rural venezolana / Sanitary conditions as risk factors for intestinal parasites in a rural community in venezuelan
Fonte: Rev. Fac. Med. (Caracas);33(2):151-158, 2010. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Las parasitosis intestinales, enfermedades tropicales desasistidas, contribuyen con el ciclo de la pobreza en poblaciones rurales, con acceso limitado a la atención médica, malas condiciones higiénicas, con consumo de agua y alimentos contaminados. El propósito de este estudio de prevalencia, muestra no aleatoria de 69 niños, fue evaluar los factores de riesgo higiénico-sanitarios mediante inspección, las normas de disposición de residuos sólidos y manipulación de alimentos en la Unidad Educativa de Panaquire-Miranda, ejecutar encuesta sobre las condiciones de vida, examinar muestras de heces mediante el método Formol-Tritón-Éter y asociar las condiciones higiénico-sanitarias de la vivienda con la presencia de parasitosis. La disposición de residuos y manipulación de alimentos fue insatisfactoria según los parámetros validados por los inspectores de salud a nivel nacional. Diecinueve por ciento de los encuestados sin acceso al agua peridomiciliaria, 17% viven en ranchos y 10% disponen sus excretas a cielo abierto. Casi 60% de las muestras fueron positivas para mono o poliparasitosis. Las infecciones por helmintos con alta prevalencia (73,5%), mmás frecuente la Trichuris trichiura (34,4%). Se encontró una asociación causal entre la defecación a campo abierto y la infección por Áscaris lumbricoides (Odds Ratio OR=8; IC 95%:1,27–50; p=0,03) y Trichuris trichiura (OR=14; IC 95%:1,51–133,4; p=0,01). Los hallazgos refuerzan la necesidad de políticas de salud para mejorar las condiciones higiénico-sanitarias en las comunidades rurales y proteger la salud pública.

Intestinal parasites, neglected tropical diseases, contribute to the cycle of poverty in rural populations with limited access to medical care and unhygienic conditions, coupled with the consumption of contaminated food and water. Prevalence study which involved 69 children, to evaluate through inspection, standards for solid waste disposal and food handling in the Panaquire-Miranda school unit, sanitation and hygiene life conditions obtained by the participant survey, examine fecal samples of participants using the method formaldehyde-Triton-ether and associate sanitary conditions of housing with the presence of parasites. Waste, water and food management handling were unsatisfactory according to official parameters validated by health inspectors. Nineteen percent of participants do not have access to water, 17% live on poor housing and 10% have their excreta in the open field. Nearly 60% of stool samples were positive for mono or poliparasitosis. Helminthes infections were highly prevalent (73.5%) and Trichuris trichiura (34.4%) most frequent. The results showed a positive correlation between open field defecation and infection with Ascaris lumbricoides (Odds Ratio OR=8; 95%CI=1.27-50, p=0.03) and Trichuris trichiura(OR=14 95%CI=1.51-133.4, p=0.01). These findings reinforce the need for political action to improve sanitary conditions in rural communities and protect public health.
Descritores: Absorventes Higiênicos/parasitologia
Higiene dos Alimentos
Enteropatias Parasitárias/diagnóstico
População Rural
Saúde Ambiental/tendências
-Parasitologia de Alimentos
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Tipo de Publ: Estudos de Avaliação
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: lil-603887
Autor: Amaral, Rose Luce G; Giraldo, Paulo Cesar; Eleutério Junior, José; Gonçalves, Ana Katherine S; Beghini, Joziane; Gabiatte, José Roberto E.
Título: Grau de satisfação de mulheres que usaram absorvente higiênico "respirável" externo por 75 dias consecutivos / Satisfaction of women who used " breathable" panty liners for 75 days consecutively
Fonte: DST j. bras. doenças sex. transm;23(1):23-27, 2011.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: as mulheres modernas desenvolvem 10 a 12 horas de trabalhos consecutivos sem ter facilidades para sua higiene genital, fato que motivou o uso frequente de absorventes higiênicos no período intermenstrual. Objetivo: verificar a satisfação das voluntárias após 75 dias do uso de absorventes "respiráveis" intermenstruais. Métodos: aplicação de questionário para 54 mulheres voluntárias de ensaio clínico sobre o ecossistema vaginal e vulvar,que usaram absorvente higiênico intermenstrual "respirável" externo (AHIRE) por 75 dias, para verificar a satisfação do uso destes absorventes. As voluntárias foram avaliadas clinicamente e responderam a dois questionários sobre atividade laboral, desconforto vulvar (ardor, irritação ou prurido),conhecimento e uso de absorventes intermenstruais, seus motivos para usá-los e satisfação do uso, o primeiro no início e o segundo ao final do estudo.Resultados: as mulheres que participaram deste estudo eram brancas e não brancas em igual proporção, com bom nível educacional, índice de massa corpórea próximo a 25 e com média de 2,06 relações sexuais por semana. A permanência fora de casa é de 7,6 horas por dia, em média. Mais de 85%das voluntárias já conheciam esse tipo de produto, embora apenas 28,3% relatarem o hábito de usar protetor diário durante o período intermenstrual.Não foram identificados sinais irritativos (hiperemia vulvar) em 93,7% das mulheres na visita 2 (após 15 dias de uso) e 93,2% na visita 6 (após 75dias de uso). Queixas espontâneas de desconforto vulvar (ardor e irritação ou prurido) não ocorreram em 91,6% das mulheres na visita 2 e em 95,5%das mulheres na última visita. Essas diferenças não apresentaram significado estatístico (teste exato de Fisher com IC 95%). Estudo complementar indicou que estas porcentagens estão de acordo com a variação encontrada em mulheres que não usaram o AHIRE. Após os 75 dias do estudo, 39mulheres (92,8%) afirmaram que se sentiram mais confiantes, seguras e limpas com o uso do AHIRE. Conclusão: mulheres que usaram absorventesintermenstruais "respiráveis" por 75 dias consecutivos, manifestaram alto grau de satisfação e não apresentaram alterações clínicas significativas(hiperemia) ou reportaram desconforto (ardor e prurido) associado ao uso.

Introduction: modern women develop 10 to 12 consecutive hours of work without having an appropriated genital hygiene, a fact that prompted the frequentuse of panty liners in the intermenstrual period. Objective: check the satisfaction level of subjects after 75 days of wearing "breathable" panty liners (i. e.,ones that allow movement of air and water vapor). Methods: implementation of a questionnaire to 54 women participants of a clinical trial for vulvar andvaginal ecosystem evaluation, who wore breathable panty liner (BPL) for 75 days to verify the satisfaction regarding the wearing there of. The subjects wereassessed for clinical exams and also answered two questionnaires related to work activity, vulvar discomfort (burning, irritation or pruritus), knowledge andwearing of breathable panty liners, their reasons for wearing them as well as satisfaction, being the former at the beginning and latter at the end of the study.Results: the women that attended the research were white and non-white in equal proportions, holding good educational background, body mass indexclose to 25 and with an average of 2.06 sexual intercourses per week, being away from home, on average 7.6 hours per day. Over 85% of subjects werepreviously familiarized with this type of product, albeit just 28.3% reported the habit of wearing panty liners throughout the intermenstrual period. Absenceof irritation signs (vulvar hyperemia) occurred in 93.7% in Visit #2 (after 15 days of usage) and 93.2% of the women in visit #6 (after 75 days). Commoncomplaints of vulvar discomfort (burning and irritation or pruritus) were not observed in 91.6% of the women in Visit #2 and 95.5% of the women in the endof study. These differences were not statistically meaningful (Fisher"s exact test with IC = 95%) between the visits. A complementary study indicates thatthese percentages are in line with the normal variations of women who do not wear panty liners. After 75 days of the study, 39 women (92.8%) said they feltmore confident, protected and clean while wearing BPL. Conclusion: women who used "breathable" panty liners intermenstrual for 75 consecutive days,expressed high satisfaction and showed no clinically significant changes (hyperemia) or reported genital discomfort (burning and itching).
Descritores: Absorventes Higiênicos/estatística & dados numéricos
Satisfação do Paciente
Vagina/microbiologia
-Candidíase Vulvovaginal
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Vulvite
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME



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