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Id: biblio-1089278
Autor: Gibbons, I; Sundaram, V; Adogwa, A; Odekunle, A.
Título: Cytoarchitecture of the superior olivary complex of three neotropical species of bats (Noctilio leporinus, Phyllostomus hastatus and Carollia perspicillata) with different foraging behavior / Citoarquitetura do complexo olivar superior de três espécies neotropicais de morcegos (Noctilio leporinus, Phyllostomus hastatus e Carollia perspicillata) com diferentes comportamentos de forrageamento
Fonte: Braz. j. biol;80(1):180-186, Feb. 2020. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract The understanding of the echolocation by studying different auditory nuclei of echolocating bats can be an important link in elucidating questions arising in relation to their foraging behavior. The superior olivary complex (SOC) is the primary center for processing the binaural cues used in sound localization since echo locating bats rely on acoustic cues to navigate and capture prey while in flight. The present study was taken to test the hypothesis that the SOC of echolocating neotropical bats with different foraging behavior will exhibit morphological variations in relative size, degree of complexity and spatial distribution. The brains were collected from six male adult bats of each species: Noctilio leporinus (fish eating), Phyllostomus hastatus (carnivorous/omnivorous) and Carollia perspicillata (fruit eating). They were double-embedded and transverse serial sections were cut and stained with cresyl fast violet. The SOC measured as 640 ± 70 µm in the N. leporinus bat, 480 ± 50 µm in the P. hastatus and 240 ± 30 µm in the C. perspicillata bat. The principal nuclei of the SOC of in all three bats were the LSO, MSO and MNTB. The MSO and LSO were very well developed in N. leporinus bats. The MSO of N. leporinus bat subdivided into DMSO and VMSO. The main cell type of cells present in MSO and LSO are dark staining multipolar cells in all the bats studied. The well-developed MSO and LSO of N. leporinus bats indicate that these bats are highly sensitive to low frequency sounds and interaural intensity differences, which help these bats to forage over water by using various types of echolocation signals. The average size of SOC in P. hastatus and C. perspicillata bats can be attributed to the fact that these bats use vision and smell along with echolocation to forage the food.

Resumo O entendimento da ecolocalização pelo estudo de diferentes núcleos auditivos de morcegos pode ser um elo importante na elucidação das inúmeras questões que surgem em relação ao seu comportamento de forrageamento. O complexo olivar superior (SOC) é o principal centro de processamento das pistas binaurais usadas na localização do som, já que os morcegos ecolocalizadores contam com sinais acústicos para navegar e capturar as presas durante o vôo. O presente estudo foi realizado para testar a hipótese de que morcegos que usam a ecolocalização para diferentes comportamentos de forrageamento irão variar na estrutura, tamanhos relativos e grau de complexidade e distribuição espacial do grupo SOC. Os cérebros foram coletados de seis machos adultos de morcego de cada espécie: Noctilio leporinus (piscívoro), Phyllostomus hastatus (carnívoros/onívoros) e Carollia perspicillata (frugívoro). Eles foram seccionados em série e transversalmente, cortados e corados com coloração rápida cresil-violeta. tolet. O grupo SOC foi medido como 640 ± 70 µm no morcego N. leporinus, 480 ± 50 µm no P. hastatus e 240 ± 30 µm no morcego C. perspicillata. Os principais núcleos do grupo SOC dos três morcegos foram o LSO e o MSO e o MNTB. O MSO e o LSO foram muito bem desenvolvidos em morcegos N. leporinus. A MSO de N. leporinus foi subdividida em DMSO e VMSO. O principal tipo de células presentes na MSO e LSO são as células multipolares de coloração escura em todos os morcegos. Os MSO bem desenvolvidos e LSO de morcegos N. leporinus indicam que estes morcegos são altamente sensíveis a sons de baixa frequência e diferenças de intensidade interaural, que ajudaram estes morcegos a se alimentarem na superfície da água usando vários tipos de sinais de ecolocalização. O tamanho médio de SOC em morcegos de P. hastatus e C. perspicillata pode ser atribuído ao fato destes morcegos usarem visão e olfato junto com a ecolocalização para forragear.
Descritores: Quirópteros
Ecolocação
Complexo Olivar Superior
-Acústica
Limites: Animais
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Matos, Edilson
Clemente, Sergio Carmona de Sao
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Id: lil-731246
Autor: Matos, Edilson; Videira, Marcela; Velasco, Michele; Sanches, Osimar; Clemente, Sergio Carmona de São; Matos, Patricia.
Título: Infection of the heart of Pimelodus ornatus (Teleostei, Pimelodidae), by Myxobolus sp. (Myxozoa, Myxobolidae) / Infecção do tecido cardíaco de Pimelodus ornatus (Teleostei, Pimelodidae), por Myxobolus sp. (Myxozoa, Myxobolidae)
Fonte: Rev. bras. parasitol. vet;23(4):543-546, Oct-Dec/2014. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: the Dr. David Elliff for the translation and revision of the manuscript, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (Edital Universal 2011), FAPESPA, Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO)/Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBIO)/Instituto Brasileiro do meio ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) - Licença.
Resumo: The phylum Myxozoa Grassé, 1970, consists of a heterogenous group of around 50 genera that are worldwide disseminated in a wide variety of aquatic media. In the present study, 43 specimens of Pimelodus ornatus were collected from an adjacent area to the Cachoeira do Arari municipality on Marajó Island, in the Brazilian state of Pará, in 2013. Macroscopic analysis showed the presence of whitened plasmodia located in the cardiac muscle and also in the region between the bulbus arteriosus and atrium cordis. Microscopic analysis on the parasitized tissues revealed spores that were typically piriform, with the anterior portion slightly narrower than the posterior end. The spore valves were symmetrical. The present species is placed in the genus Myxobolus Butschli, 1882, because of the presence of a pair of equal polar capsules in each spore. The prevalence of parasitism observed was 13.9% (6/43). This research note reports the first occurrence of Myxobolus as a parasite of the heart in the teleostean fish P. ornatus in the Amazon region and confirms the occurrence of secondary myocarditis in this fish, caused by parasitism by Myxobolus sp. The rarity of this parasitic species of Myxobolus at this tissue site, associated with other spore morphology characteristics in the fish, suggests that it is an undescribed species.

O filo Myxozoa Grassé, 1970, consiste em um grupo heterogêneo de cerca de 50 gêneros que são disseminados em todo o mundo em uma grande variedade de meios aquáticos. No presente estudo, quarenta e três espécimes de Pimelodus ornatus foram coletados a partir de uma área adjacente à cidade de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, no Estado do Pará, em 2013. À análise macroscópica verificou-se a presença de plasmódios esbranquiçados, localizados no músculo cardíaco e também na região entre o bulbus arteriosus e o atrium cordis. A análise microscópica dos tecidos parasitados revelou esporos que eram tipicamente piriformes, com a porção anterior um pouco mais estreita do que a extremidade posterior, sendo suas válvulas simétricas. A prevalência do parasitismo observada foi de 13,9% (6/43). Esta nota de pesquisa relata a primeira ocorrência de Myxobolus como um parasita do coração no peixe teleósteo P. ornatus, na Região Amazônica e, confirma a ocorrência de miocardite secundária causada por esse parasitismo. A raridade da ocorrência de Myxobolus sp. neste tecido, associado a outras características morfológicas dos esporos no peixe, sugere que é uma espécie não descrita.
Descritores: Percepção Auditiva/fisiologia
Quirópteros/fisiologia
Colículos Inferiores/fisiologia
-Estimulação Acústica
Ecolocação
Potenciais Evocados Auditivos do Tronco Encefálico
Neurônios/fisiologia
Vocalização Animal
Limites: Animais
Tipo de Publ: Research Support, U.S. Gov't, P.H.S.
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-386593
Autor: Brumm, Henrik.
Título: Causes and consequences of song amplitude adjustment in a territorial bird: a case study in nightingales
Fonte: An. acad. bras. ciênc;76(2):289-295, jun. 2004. ilus.
Idioma: en.
Resumo: A amplitude vocal, um dos fatores cruciais para a troca de sinais acústicos, tem sido negligenciada nos estudos da comunicação animal, mas trabalhos recentes sobre a variação do canto do Rouxinol-comum Luscinia megarhynchos evidenciaram sua importância no comportamento de canto das aves territoriais. No rouxinol a amplitude do canto não é aumentada ao máximo per se, mas é regulada individualmente de acordo com o nível de ruído de fundo que mascara o sinal. As aves também ajustam sua intensidade vocal às variáveis sociais, tais como nas interaçäes entre machos. Além disso, durante essas interaçäes, os machos tiram proveito da direcionalidade de seus cantos para emiti-los em direção aos receptores desejados no intuito de garantir a mais eficiente transmissão do sinal. Estudos do desenvolvimento desta sinalização típica de longo alcance sugerem que o nível sonoro seja altamente relacionado com o desenvolvimento geral e a aprendizagem, e deveria portanto ser visto como parte integrante da ontogenia do canto. Concluímos que a amplitude do canto é um parâmetro dinâmico do sistema de sinalização em aves, que é regulado individualmente de acordo com as exigências ecológicas da transmissão do sinal e o contexto social da comunicação.
Descritores: Aves Canoras
Vocalização Animal
-Acústica
Ecolocação
Ruído
Espectrografia do Som
Limites: Animais
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-386587
Autor: Portfors, Christine V.
Título: Combination sensitivity and processing of communication calls in the inferior colliculus of the Moustached Bat Pteronotus parnellii
Fonte: An. acad. bras. ciênc;76(2):253-257, jun. 2004. graf.
Idioma: en.
Projeto: National Institutes of Health.
Resumo: Muitos animais usam gritos de comunicação complexos nos seus comportamentos sociais. Sabemos em algumas espécies quais parâmetros dos gritos estimulam determinados comportamentos, mas não entendemos como o sistema auditivo codifica os gritos. Tampouco entendemos os mecanismos subjacentes à seletividade neural aos gritos. Nossos estudos do mesencéfalo auditivo do morcego Pteronotus parnellii revelaram um mecanismo neural importante para produzir respostas seletivas aos gritos. Neurônios que integram informação proveniente de várias freqüências diversas mostram seletividade a gritos de comunicação. "Sensibilidade a combinaçäes" de freqüências pode ser um mecanismo comum para codificar sons complexos, já que é importante também para codificar sinais de ecolocação.
Descritores: Percepção Auditiva
Quirópteros
Ecolocação
Colículos Inferiores
Vocalização Animal
-Córtex Auditivo
Neurônios
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME



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