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Id: biblio-1011999
Autor: Lima, Alaine Souza; Pitangui, Ana Carolina Rodarti; Gomes, Mayra Ruana de Alencar; Mola, Rachel; Araújo, Rodrigo Cappato de.
Título: Risky sexual behaviors and their association with overweight and obesity among adolescent students: a cross-sectional study / Comportamentos sexuais de risco e associação com sobrepeso e obesidade em adolescentes escolares: um estudo transversal
Fonte: Einstein (Säo Paulo);17(3):eAO4782, 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective To determine the prevalence of risky sexual behavior and its association with overweight and obesity among adolescent students. Methods This is a cross-sectional study, conducted in public schools with adolescents aged 12 to 17 years. We used the questionnaire Youth Risk Behavior Survey. The body mass index percentiles were calculated by means of table from the Center for Control and Prevention of Diseases. Possible associations were assessed using the χ2 test and binary logistic regression model. The odds ratio and 95%CI were calculated. Results We evaluated 1,169 students, and 33.9% reported having had sexual intercourse. Of those, 33% did not use a condom during their last intercourse, and 32.7% had had four or more sexual partners thus far. Regarding nutritional status, 15.3% were overweight or obese. In relation to the non-use of condoms, we observed only an association with the number of lifetime sexual partners (OR: 0.50; 95%CI: 0.28-0.88). The number of lifetime sexual partners was associated with males (OR: 9.17; 95%CI: 4.16-20.22), sexual debut age at 13 years or less (OR: 2.51; 95%CI: 1.23-5.13) and drinking alcohol or using drugs before the last intercourse (OR: 6.16; 95%CI: 2.14-17.73). Conclusion Risky sexual behavior rates were high and no association was found between risky sexual behaviors and overweight and obesity.

Resumo Objetivo Determinar a prevalência de comportamentos de risco e sua associação com sobrepeso e obesidade em adolescentes escolares. Métodos Trata-se de estudo transversal, realizado em escolas públicas com adolescentes de 12 a 17 anos. Foi utilizado o questionário Youth Risk Behavior Survey. Os percentis do índice de massa corporal foram obtidos utilizando as tabelas do Centers for Disease Control and Prevention. Possíveis associações foram avaliadas usando o teste do χ2 e um modelo de regressão logística binária. Foram calculados os valores de odds ratio e o IC95%. Resultados Foram avaliados 1.169 estudantes, e 33,9% reportaram ter tido relação sexual. Desse grupo, 33% não utilizaram preservativo na última relação sexual, e 32,7% relataram ter tido quatro ou mais parceiros na vida. Considerando o estado nutricional, 15,3% apresentavam sobrepeso ou obesidade. Em relação ao não uso de preservativo, somente foi observada associação com o número de parceiros sexuais na vida (OR: 0,50; IC95%: 0,28-0,88). O número de parceiros sexuais na vida apresentou associação com o sexo masculino (OR: 9,17; IC95%: 4,16-20,22), idade da primeira relação sexual inferior a 13 anos (OR: 2,51; IC95%: 1,23-5,13) e uso de álcool ou drogas antes da última relação sexual (OR: 6,16; IC95%: 2,14-17,73). Conclusão As taxas de comportamento sexual de risco foram altas, e não foi observada sua associação com sobrepeso e obesidade.
Descritores: Comportamento Sexual/psicologia
Comportamento Sexual/estatística & dados numéricos
Comportamento do Adolescente/psicologia
Sobrepeso/psicologia
Obesidade/psicologia
-Assunção de Riscos
Parceiros Sexuais
Índice de Massa Corporal
Fatores Sexuais
Estudos Transversais
Sobrepeso/complicações
Obesidade/complicações
Limites: Humanos
Criança
Adolescente
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1287942
Autor: Juárez-Ramírez, Clara; Théodore, Florence L; Gómez-Dantés, Héctor.
Título: La vulnerabilidad y el riesgo: reflexiones a propósito de la pandemia del covid-19 / Vulnerabilidade e risco: reflexões sobre a pandemia de Covid-19 / Vulnerability and risk: reflections on the COVID-19 pandemic
Fonte: Rev. Esc. Enferm. USP;55:e03777, 2021. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN A finales de diciembre 2019 se identificó el virus SARS-COV-2 como responsable de la pandemia de Covid-19. La rápida expansión de la transmisión puso al descubierto fallas estructurales de las sociedades modernas y de los sistemas de salud para prevenir y contener una amenaza sanitaria. La discusión científica se ha concentrado en la búsqueda de una vacuna, pero menos en comprender la respuesta social ante la amenaza globalizada actual y el temor a los rebrotes. En este ensayo reflexionamos, desde las ciencias sociales, sobre la importancia de vincular tres conceptos: vulnerabilidad-percepción-riesgo. Esto es necesario para desarrollar estrategias preventivas adecuadas a las circunstancias poblacionales, especialmente con la población más vulnerable, a favor de la equidad en salud.

RESUMO No final de dezembro de 2019, o vírus SARS-COV-2 foi identificado como responsável pela pandemia de Covid-19. A rápida propagação da transmissão expôs falhas estruturais das sociedades modernas e dos sistemas de saúde na prevenção e contenção de uma ameaça sanitária. A discussão científica tem se concentrado na busca por uma vacina, mas menos na compreensão da resposta social à atual ameaça global e ao medo de novos surtos. Neste ensaio refletimos, a partir das ciências sociais, sobre a importância de associar três conceitos: vulnerabilidade-percepção-risco. Isso é necessário para desenvolver estratégias preventivas adequadas às circunstâncias da população, principalmente junto à população mais vulnerável, em prol da equidade na saúde.

ABSTRACT At the end of December 2019, SARS-COV-2 virus was identified as responsible for the COVID-19 pandemic. The rapid spread of transmission exposed structural failures of modern societies and of the health systems in preventing and containing a health threat. Scientific discussion has focused on the search for a vaccine, but less on understanding the social response to the current global threat and fear of outbreaks. In this essay, we reflect, based on the social sciences, on the importance of linking three concepts: vulnerability-perception-risk. This is necessary to develop preventive strategies appropriate to population circumstances, especially with the most vulnerable population, in favor of health equity.
Descritores: Controle de Doenças Transmissíveis
COVID-19
-Assunção de Riscos
Vulnerabilidade em Saúde
Responsável: BR41.1 - Biblioteca Wanda de Aguiar Horta


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Id: biblio-1287593 LILACS-Express
Autor: Soster, Andresa Pinho; Souza, Miguel Luis Alves de; Castro, Elisa Kern de.
Título: Percepção de risco e comportamentos de saúde em relação ao sexo casual em universitárias / Risk perception and health behaviors in relation to casual sex in college women / Percepción de riesgo y conductas de salud en relación al sexo casual en estudiantes universitárias
Fonte: Psico USF;26(1):117-128, Jan. 2021. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Este estudo buscou explorar e comparar a percepção dos riscos à saúde física e os comportamentos de saúde do sexo casual entre universitárias com (CEX) e sem experiência (SEX) de sexo casual. Participaram 1.133 universitárias brasileiras (média de idade igual a 21,05 anos, DP = 2,05), a maioria nascidas e residentes na região Sul do país, que responderam a um questionário on-line com questões sobre a percepção dos riscos físicos, comportamentos de saúde, comportamento e histórico sexual. Foi encontrada diferença significativa nos comportamentos de saúde e nas percepções de risco entre os grupos. O grupo CEX apresentou mais comportamentos de saúde e cuidados que o grupo SEX. Embora o sexo casual esteja relacionado aos comportamentos de risco, neste estudo, as mulheres CEX apresentaram mais medidas de proteção à saúde que as mulheres SEX. (AU)

This study aimed to explore and compare the perceptions of physical health risks and healthy sex behaviors among female university students with (CEX) and without (SEX) experience in casual sex. With a comparative cross-sectional design, the study included 1,133 Brazilian female university students (mean age 21.05 years, SD=2.05), mostly born and resident in the southern region of the country, who completed an online questionnaire about their perception of physical risks, their health behaviors, and their sexual behavior and history. There was a significant difference in health behaviors and risk perceptions between the two groups, where the CEX group showed higher levels of healthy behaviors and care than the SEX group. Although casual sex is related to risk behaviors, in this study, women in the CEX group reported taking more health protection measures than those in the SEX group. (AU)

La investigación tuvo como objetivo explorar y comparar la percepción de riesgo con la salud física y las conductas de salud relacionadas al sexo casual entre estudiantes universitarias con (CEX) y sin experiencia (SEX) de sexo casual. Participaron 1.133 estudiantes universitarias brasileñas (edad media de 21,05 años, DS=2,054), mayoritariamente nacidas y residentes de la región sur del país, que contestaron a un cuestionario online con preguntas sobre percepción de riesgos físicos, sus conductas de salud e historial sexual. Se pudo observar una diferencia significativa en los comportamientos de salud y en las percepciones de riesgo entre los grupos. El grupo CEX presentó más conductas saludables y de cuidados que el grupo SEX. Aunque el sexo casual esté relacionado con conductas de riesgo, en este estudio las mujeres CEX presentaron más medidas de protección a la salud que las mujeres del grupo SEX. (AU)
Descritores: Assunção de Riscos
Comportamento Sexual/psicologia
Estudantes/psicologia
Educação Superior
Sexo Seguro/psicologia
Sexo sem Proteção/psicologia
-Inquéritos e Questionários
Rede Social
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Responsável: BR1249.1 - Coordenadoria do Sistema de Bibliotecas


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-901525
Autor: Martínez Calvo, Silvia.
Título: Uso y abuso del término percepción de riesgo / Use and abuse of the term risk perception
Fonte: Rev. cuba. salud pública;43(3), jul.-set. 2017.
Idioma: es.
Resumo: Es bien conocido que el término riesgo constituye uno de los conceptos fundamentales de la epidemiología aunque, tal vez, de tanto mencionarlo no ha recibido la importancia que merece. En ese sentido, el propósito de este trabajo está dirigido al uso y sobre todo, al abuso del término percepción de riesgo cuya carencia discursiva frecuentemente se atribuye a la población cubana, sin precisar el grupo poblacional de referencia y cuál es el riesgo no percibido. La pretensión autoral no es agotar el tema, pues solamente se sintetizaron conceptos, enfoques y juicios críticos, sobre la percepción del riesgo en sus diferentes dimensiones, más bien se intenta provocar réplicas que enriquezcan la cultura del debate. Se concluye que para considerar baja o ausente esa percepción en nuestra población, es imprescindible obtener evidencias mediante estudios rigurosos, que definitivamente confirmen la carencia de percepción de riesgo en una población instruida como la cubana e informar debidamente a los ciudadanos, sin alarmas ni terrores, pero sí con elementos convincentes que les permitan conocer y enfrentar correctamente los riesgos(AU)

It is well known that the termriskis one of the fundamental concepts in epidemiology, although the repeated mention of the term maybe has prevented to give the importance it deserves. In this sense, the objective of this comment is the use and mainly the abuse of the term risk perception, whose discursive lack is often attributed to the Cuban population, without specifying either the population group of reference or the non-perceived risk. The author´s pretension was not to exhaust the topic since concepts, approaches and critical reviews are just summarized, but rather to encourage replies that enrich the culture of debate. It is concluded that for considering this perception low or absent in our population, it is indispensable to have rigorous studies-based evidence that proves the lack of risk perception in our Cuban educated population, and to duly inform citizens, without alerts or fears, through convincing elements that allow them to know and to adequately face the risks(AU)
Descritores: Assunção de Riscos
Epidemiologia
Risco
Limites: Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-962209
Autor: Magno, Laio; Castellanos, Marcelo Eduardo Pfeiffer.
Título: Meanings and vulnerability to HIV/AIDS among long-distance truck drivers in Brazil / Significados e vulnerabilidade ao HIV/aids entre caminhoneiros de rota longa no Brasil
Fonte: Rev. saúde pública (Online);50:76, 2016.
Idioma: en.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To understand the meanings assigned by long-distance truck drivers to HIV/AIDS and its transmission and prevention, bearing in mind different contexts of vulnerability. METHODS Qualitative research with 22 truck drivers. Semi-structured interviews and participant observation were conducted in highways of the state of Bahia in 2013. We selected male truck drivers, with one year or more of work experience in long-distance routes. We carried out the thematic analysis of the interviews, to identify different contexts of vulnerability. RESULTS The results showed that the insertion of truck drivers in contexts of high social vulnerability (poor working conditions, violence on the roads, and use of alcohol and other drugs) along with the advances in access and effectiveness of treatment for AIDS promote a reduced perception of the risk and severity of this disease. In addition, the notion of "risk group" and the symbolic division between "home space" (protected) and "street space" (unprotected) intensified a restricted and specific use of condoms, guided by the opposition between "woman of the street" (unknown women, prostitutes, among others) and "woman of the house" (wives, girlfriends). CONCLUSIONS The meanings assigned by truckers to AIDS incorporated elements of recent transformations of the expanded social context, such as the development of health technologies (especially anti-retroviral drugs) and the guarantee of free access to treatment in the Brazilian public health system; but also incorporated old elements of social vulnerability context - such as the poor working conditions on Brazilian highways.

RESUMO OBJETIVO Compreender os significados atribuídos pelos caminhoneiros de rota longa ao HIV/aids e à sua transmissão e prevenção, tendo em vista diferentes contextos de vulnerabilidade. MÉTODOS Pesquisa qualitativa com 22 caminhoneiros. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas e observação participante em rodovias do estado da Bahia em 2013. Foram selecionados caminhoneiros do sexo masculino, com um ano ou mais de experiência de trabalho em rotas de longa distância. Realizou-se análise temática das entrevistas, orientada para identificação de diferentes contextos de vulnerabilidade. RESULTADOS Os resultados mostraram que a inserção dos caminhoneiros em contextos de alta vulnerabilidade social (más condições de trabalho, violência nas estradas e uso de álcool e outras drogas) e os avanços no acesso e efetividade do tratamento para aids favorecem a minimização da percepção de risco e gravidade dessa doença. Além disso, a noção de "grupo de risco" e a divisão simbólica entre "espaço da casa" (protegido) e "espaço da rua" (desprotegido) intensificaram um uso restrito e específico do preservativo, orientado pela oposição entre "mulher do mundo" (desconhecidas, prostitutas, entre outros) e "mulher de casa" (esposas, namoradas). CONCLUSÕES Os significados atribuídos pelos caminhoneiros à aids incorporaram elementos de transformações recentes do contexto social ampliado, como o desenvolvimento de tecnologias em saúde (com destaque para os antirretrovirais) e a garantia de acesso gratuito ao tratamento no sistema público de saúde no Brasil; mas também incorporaram antigos elementos do contexto de vulnerabilidade social - a exemplo das más condições de trabalho nas estradas brasileiras.
Descritores: Condução de Veículo
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/prevenção & controle
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/transmissão
-Assunção de Riscos
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Parceiros Sexuais
Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde
Fatores de Risco
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/psicologia
Veículos Automotores
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1045647
Autor: Allen, CF; Edwards, P; Gennari, F; Francis, C; Caffe, S; Boisson, E; Jones, S; Jack, N.
Título: Evidence on delay in sexual initiation, multiple partnerships and condom use among young people: review of Caribbean HIV behavioural studies / Evidencias sobre la demora en la iniciación sexual, las parejas múltiples, y el uso del condón entre los jóvenes: revisión de estudios de conducta en relación con el VIH en el Caribe
Fonte: West Indian med. j;62(4):292-298, 2013. graf.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To develop a Caribbean regional profile of youth sexual behaviour associated with risk of HIV. DESIGN AND METHODS: A review of sexual behaviour surveys with youth aged 15-24 years was conducted as part of the Pan American Health Organization (PAHO) HIV Caribbean Office's Review and Gender Analysis of Caribbean HIV Behavioural and Seroprevalence Studies. Studies with internationally recommended indicators were prioritized. Studies were sought via database searches and contact with researchers and National AIDS Programmes. RESULTS: Inter-country comparisons and longitudinal analyses were limited by lack of uniformity in study age groups and indicators. Data were sufficient to identify the following among 15-24-year olds: * More males than females report sexual intercourse before the age of 15 years. * More than half of sexually active youth report sex before age 16 years. * First sexual encounter is usually with someone older, with age differences larger for females. * More males than females report multiple partnerships, with 20%-76% of males reporting this in the past year. * Condom use varies widely, with no clear pattern by gender. CONCLUSION: There are substantial levels of early sexual initiation, intergenerational sex among females and multiple partnerships among males, while condom use is inconsistent. Efforts to promote delay in sexual initiation, partner reduction and consistent condom use should be supplemented with initiatives against harmful gender norms, child abuse and transactional sex and skills to negotiate safe sex. Standardization of survey methods to facilitate cross-study comparisons should continue and encompass additional risk factors such as transactional sex, gender-based violence, drug use and HIV treatment adherence.

OBJETIVO: Desarrollar un perfil regional caribeño del comportamiento sexual de la juventud en relación con el riesgo de VIH. DISEÑO Y MÉTODOS: Se realizó una revisión de los estudios del comportamiento sexual de jóvenes entre 15 y 24 años, como parte del Estudio de la Oficina de VIH de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) para el Caribe, y el Análisis de Género de los Estudios de Seroprevalencia y Conducta en relación con el VIH en el Caribe. Se le dio prioridad a los estudios con indicadores recomendados internacionalmente. Se obtuvieron estudios mediante búsquedas de bases de datos y contactos con los investigadores y los programas nacionales de SIDA. RESULTADOS: Los análisis longitudinales y las comparaciones entre países estuvieron limitados por la falta de uniformidad en los grupos etarios y los indicadores de los estudios. Los datos fueron suficientes para identificar lo siguiente entre los jóvenes de 15 a 24 años de edad: * Más varones que hembras reportaron relaciones sexuales antes de los 15 años de edad. * Más de la mitad de los jóvenes sexualmente activos reportaron relaciones sexuales antes de los 16 años. * El primer encuentro sexual suele ser con alguien de más edad, siendo las diferencias de edad mayores para las mujeres. * Más varones que hembras reportaron relaciones de parejas múltiples; 20%-76% de los hombres reportaron este tipo de relación en el último año. * El uso del condón varía ampliamente, sin un patrón claro por género. CONCLUSIÓN: Hay niveles considerables de iniciación sexual temprana, sexo intergeneracional entre las hembras, y múltiples parejas entre los varones, mientras que el uso del preservativo es inconsistente. Los esfuerzos por promover la demora en la iniciación sexual, la reducción de parejas, y el uso sistemático del condón deberían complementarse con las iniciativas contra las normas de género perjudiciales, el abuso infantil, el sexo transaccional, y las habilidades para negociar sexo seguro. La estandarización de los métodos de encuesta para facilitar las comparaciones transversales debe continuar y abarcar otros factores de riesgo, tales como el sexo transaccional, la violencia de género, el uso de drogas, y el cumplimiento con el tratamiento del VIH.
Descritores: Comportamento Sexual/estatística & dados numéricos
Parceiros Sexuais
Infecções por HIV/prevenção & controle
Preservativos/estatística & dados numéricos
-Assunção de Riscos
Índias Ocidentais
Fatores de Risco
Fatores Etários
Sexo Seguro/estatística & dados numéricos
Sexo sem Proteção/estatística & dados numéricos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-903245
Autor: Raposo, Jakelline Cipriano dos Santos; Costa, Ana Carolina de Queiroz; Valença, Paula Andréa de Melo; Zarzar, Patrícia Maria; Diniz, Alcides da Silva; Colares, Viviane; Franca, Carolina da.
Título: Binge drinking and illicit drug use among adolescent students / Uso de drogas ilícitas e binge drinking entre estudantes adolescentes
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:83, 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To estimate the prevalence of illicit drug use and its association with binge drinking and sociodemographic factors among adolescent students. METHODS This is a cross-sectional study with probabilistic conglomerate sampling, involving 1,154 students, aged 13 to 19 years old, from the public school system, in the city of Olinda, State of Pernambuco, Brazil, carried out in 2014. We used the Youth Risk Behavior Survey questionnaire, validated for use with Brazilian adolescents. The Chi-square test (≤ 0.05) and Poisson regression analysis were used to estimate the prevalence ratios, with 95% confidence intervals. RESULTS Use in life of illicit drugs was four times more prevalent among students who reported binge drinking (95%CI 3.19-5.45). Being in the age group of 16 to 19 years, being male, and having no religion were also significantly associated with illicit drug use. CONCLUSIONS The prevalence of use in life of illicit drugs was higher in this study than in other studies carried out in Brazil and it was strongly associated with binge drinking. This factor was associated with gender, age, and religion.

RESUMO OBJETIVO Estimar a prevalência do uso de drogas ilícitas e sua associação com binge drinking e fatores sociodemográficos entre estudantes adolescentes. MÉTODOS Estudo transversal com amostra probabilística por conglomerado, envolvendo 1.154 estudantes, de 13 a 19 anos de idade, da rede pública de ensino, no município de Olinda, PE, 2014. Foi utilizado o questionário Youth Risk Behavior Survey, validado para uso com adolescentes brasileiros. Para análise dos dados foi utilizado o teste do Qui-quadrado (≤ 0,05) e análise de regressão de Poisson, para estimar razões de prevalência, com intervalos com 95% de confiança. RESULTADOS O uso na vida de drogas ilícitas foi quatro vezes mais prevalente entre os estudantes que relataram o binge drinking (IC95% 3,19-5,45). Estar na faixa etária de 16 a 19 anos, ser do sexo masculino e não ter religião também foram significativamente associados ao uso de drogas ilícitas. CONCLUSÕES A prevalência do uso de drogas ilícitas na vida foi superior a outros estudos realizados no Brasil e esteve fortemente associado ao binge drinking. Esse fator mostrou associação com gênero, idade e religião.
Descritores: Estudantes/estatística & dados numéricos
Drogas Ilícitas
Consumo Excessivo de Bebidas Alcoólicas/epidemiologia
-Pobreza/estatística & dados numéricos
Religião
Assunção de Riscos
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Análise por Conglomerados
Prevalência
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Distribuição por Sexo
Distribuição por Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-903247
Autor: Nahas, Miriam Almeida; Melo, Ana Paula Souto; Cournos, Francine; Mckinnon, Karen; Wainberg, Milton; Guimarães, Mark Drew Crosland.
Título: Recent illicit drug use among psychiatric patients in Brazil: a national representative study
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:74, 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To estimate factors associated to illicit drug use among patients with mental illness in Brazil according to gender. METHODS A cross-sectional representative sample of psychiatric patients (2,475 individuals) was randomly selected from 11 hospitals and 15 public mental health outpatient clinics. Data on self-reported illicit drug use and sociodemographic, clinical and behavioral characteristics were obtained from face-to-face interviews. Logistic regression was used to estimate associations with recent illicit drug use. RESULTS The prevalence of any recent illicit drug use was 11.4%. Men had higher prevalence than women for all substances (17.5% and 5.6%, respectively). Lower education, history of physical violence, and history of homelessness were associated with drug use among men only; not professing a religion was associated with drug use in women only. For both men and women, younger age, current hospitalization, alcohol and tobacco use, history of incarceration, younger age at sexual debut, and more than one sexual partner were statistically associated with illicit drug use. CONCLUSIONS Recent illicit drug use among psychiatric patients is higher than among the general Brazilian population and it is associated with multiple factors including markers of psychiatric severity. Our data indicate the need for the development of gender-based drug-use interventions among psychiatric patients in Brazil. Integration of substance use treatment strategies with mental health treatment should be a priority.
Descritores: Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/epidemiologia
Transtornos Mentais/epidemiologia
-Assunção de Riscos
Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Prevalência
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Fatores de Risco
Distribuição por Sexo
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Transtornos Mentais/complicações
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Multicêntrico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1007985
Autor: Droguett, N; Vida, C; Hoffmeister, L.
Título: Factores asociados al consumo de psicofármacos sin receta en Chile: estudio descriptivo basado en la Encuesta Nacional de Consumo de Drogas en Población General / Factors associated with the use of nonprescription psychotropic drugs in Chile: A descriptive study using a nationwide drug consumption survey
Fonte: Medwave;19(6):e7670, 2019.
Idioma: en; es.
Resumo: ANTECEDENTES El consumo de psicofármacos sin receta médica es un problema creciente de salud pública en todo el mundo, su uso indebido implica una serie de riesgos. OBJETIVO Determinar factores sociodemográficos y conductas asociadas al consumo de psicofármacos sin receta en Chile. MÉTODOS Estudio descriptivo a partir de los datos del XI Estudio Nacional de Drogas en Población General en Chile, año 2014, realizado en población entre 12 y 64 años (n = 19 512). Se estimó la prevalencia y se ajustó un modelo multivariado de regresión logística. Además, se realizó análisis de correspondencia múltiple. RESULTADOS La prevalencia de consumo de psicofármacos fue 2,3%. En población estudiada, los factores asociados son sexo femenino (Odds ratio: 1,4; intervalo de confianza 95%: 1,16 a 1,77), edades entre 20 y 29 (Odds ratio: 1,4; intervalo de confianza 95%: 0,98 a 2,26) y 40 y 49 años (Odds ratio: 1,8; intervalo de confianza 95%: 1,19 a 2,75), consumo de: marihuana (Odds ratio: 3,0; intervalo de confianza 95%: 3,32 a 3,97), cocaína o pasta base (Odds ratio: 3,7; intervalo de confianza 95%: 2,45 a 5,70), tabaco (Odds ratio: 1,4; intervalo de confianza 95%: 1,17 a 1,78), alcohol (Odds ratio: 1,3; intervalo de confianza 95%: 1,11 a 1,73) y mala percepción de salud (Odds ratio: 1,8; intervalo de confianza 95%: 1,51 a 2,28). De los perfiles, se vinculó a población de fuerzas armadas con consumo de analgésicos y antitusivos, a jóvenes de 19 a 25 años con consumo de estimulantes, a población de 45 a 64 años con mala percepción de salud asociada al consumo de tranquilizantes y a hombres de 12 a 18 años con uso de sustancias psicoactivas. CONCLUSIÓN Las prevalencias halladas concuerdan con datos en Latinoamérica, permitiendo evidenciar la relación que existe entre el consumo de psicofármacos con factores sociodemográficos, conductas de riesgo e identificación de perfiles de consumo.

BACKGROUND The consumption of psychotropic drugs without a medical prescription is a growing public health problem worldwide. Misuse or indiscriminate use involves several risks. OBJECTIVE To determine sociodemographic factors and behaviors associated with the consumption of psychotropic drugs without prescription in Chile. METHODS This is a descriptive study based on the data of the XI National Study of Drugs in the General Population in Chile, carried out in the population between 12 and 64 years old (n = 19 512) during 2014. Prevalence was estimated, and a multivariate logistic regression model was adjusted. Also, a multiple correspondence analysis was performed. RESULTS The prevalence of psychotropic drug use was 2.3%. In the studied population, associated risk factors are female sex (odds ratio: 1.4; 95% confidence interval: 1.16 to 1.77); ages between 20-29 (odds ratio: 1.4; 95% confidence interval: 0.98 to 2.26) and 40-49 (odds ratio: 1.8; 95% confidence interval: 1.19 to 2.75); consumption of marijuana (odds ratio: 3.0; 95% confidence interval: 3.32 to 3.97), cocaine or crack (odds ratio: 3.7; 95% confidence interval: 2.45 to 5.70); tobacco (odds ratio: 1.4; 95% confidence interval: 1.17 to 1.78); alcohol (odds ratio: 1.3; 95% confidence interval: 1.11 to 1.73); and poor health perception (odds ratio: 1.8; 95% confidence interval: 1.51 to 2.28). Military personnel used more pain and cough medication; young women between 19 to 25 years old used stimulants; the population between 45 to 64 years had a bad perception of health associated with the use of tranquilizers; and men between 12 and 18 years used illicit drugs. CONCLUSIONS The prevalence found in the different groups is consistent with data reported in Latin America, showing the relationship between the use of non-prescription psychotropic drugs with sociodemographic factors, risk behaviors, and the identification of consumption profiles.
Descritores: Psicotrópicos/administração & dosagem
Consumo de Bebidas Alcoólicas/epidemiologia
Drogas Ilícitas
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/epidemiologia
-Assunção de Riscos
Chile/epidemiologia
Fatores Sexuais
Prevalência
Inquéritos e Questionários
Fatores de Risco
Fatores Etários
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1280625
Autor: Felipe, Adriana Olimpia Barbosa; Resck, Zélia Marilda Rodrigues; Bressan, Vânia Regina; Vilela, Sueli de Carvalho; Fava, Silvana Maria Coelho Leite; Moreira, Denis da Silva.
Título: Autolesão não suicida em adolescentes: terapia comunitária integrativa como estratégia de partilha e de enfrentamento / Non-suicidal self-harm in adolescents: integrative community therapy as a sharing and coping strategy / Autolesiones no suicidas en adolescentes: terapia comunitaria integradora como estrategia para compartir y afrontar
Fonte: SMAD, Rev. eletrônica saúde mental alcool drog;16(4):75-84, out.-dez. 2020. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: apreender por meio da Terapia Comunitária Integrativa (TCI) os fatores relacionados à autolesão não suicida em adolescentes e à contribuição da mesma para as estratégias de enfrentamento. MÉTODO: estudo qualitativo, conduzido com adolescentes que participaram das rodas de Terapia Comunitária Integrativa, as quais foram gravadas e registradas em diário de campo. Utilizou-se análise temática e fundamentou-se no Modelo de Habilidades de Vida. RESULTADOS: a autolesão emergiu em seis rodas, como tema ou envolto a outro sofrimento vivenciado pelas adolescentes mulheres. Foram evidenciadas as categorias "Adolescência e autolesão não suicida: alívio da angustia", "Roda de Terapia Comunitária Integrativa: espaço terapêutico" e suas subcategorias. CONCLUSÕES: as adolescentes encontram na autolesão não suicida uma forma para materializar e aliviar o sofrimento decorrente de múltiplos fatores. A Terapia Comunitária revelou um espaço vivo de partilha e de ressignificação do sofrimento.

OBJECTIVE: to learn though the Integrative Community Therapy (ICT) the factors related to non-suicidal self-harm in adolescents and their contribution to coping strategies. METHOD: a qualitative study, conducted with adolescents who participated in the Integrative Community Therapy wheels, which were saved and recorded in a field diary. Thematic analysis was used and it was based on the Life Skills Model. RESULTS: self-harm has emerged on six wheels, as a theme or wrapped in other suffering. The following categories emerged from the analysis: "Adolescence and non-suicidal self-harm: Anguish relief" and "Integrative Community Therapy Wheel: Therapeutic space" and its subcategories. CONCLUSIONS: adolescents find in non-suicidal self-harm a way to materialize and alleviate the suffering resulting from multiple factors. Community Therapy revealed a living space of sharing and re-signification of suffering.

OBJETIVO: aprender a través de la Terapia Comunitaria Integradora (TCI) los fatores relacionados con la autolesión no suicida en adolescentes y su contribución a las estrategias de afrontamiento. METODO: estudio cualitativo, conducido con adolescentes que participaron en las ruedas de TCI, las cuales fueron grabadas y registradas en diario de campo. Se utilizó análisis temáticos y se fundó en el Modelo de Habilidades de Vida. RESULTADOS: La autolesión surgió en seis ruedas, como tema vinculado a otro sufrimiento. Del análisis surgieron las categorías "Adolescencia y autolesiones no suicidas: alivio de la angustia" y "Rueda de Terapia Comunitaria Integrativa: espacio terapéutico" y sus subcategorías. CONCLUSIONES: Las adolescentes utilizan la autolesión no suicida como forma de materializar y aliviar el sufrimiento resultante de múltiples factores. La Terapia Comunitaria reveló un espacio vivo de compartir y redefinir el sufrimiento.
Descritores: Assunção de Riscos
Estresse Psicológico
Estudantes
Comportamento Autodestrutivo/prevenção & controle
Pesquisa Qualitativa
Bullying
Pessoal de Educação
Serviços de Saúde Mental Escolar
Limites: Masculino
Feminino
Adolescente
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central



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