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Id: biblio-1056216
Autor: Cardoso, Áurea Alves; Coimbra, Cecília Maria Bouças.
Título: Banzeirar: fazendo ribeirinhar certas práticas ditas de cuidado / Banzeirar: making ribeirinhar certain practices supposed as care
Fonte: Fractal rev. psicol;31(spe):185-194, set.-dez. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Neste artigo, inspirado nos passos de Conceição Evaristo, ensaiamos uma "Escrevivência". A partir de epistemologias ribeirinhas, negras e indígenas, buscamos problematizar práticas ditas de cuidados presentes na área da psicologia que têm se aliado a lógicas repressoras, controladoras e punitivas - vide o contexto no qual foi regulamentada no Brasil. Para fazer essa discussão, partimos do entendimento de que o racismo é estruturante na constituição da sociedade e, portanto, ele deve estar no centro de nossas discussões. Assim, ensaiamos, neste trabalho, pensar práticas de cuidado aliadas que valorizem os protagonismos/protagonistas dos moradores sobreviventes da guerrilha do Araguaia, de ribeirinhos, negros e indígenas. Desse modo, através de nossa escrita, apostamos em ações que estejam comprometidas com modos localizados de existir e que tenham como protagonistas as pessoas para as quais essas políticas são pensadas, partindo das noções de mundo que querem construir.(AU)

In this article, inspired by Conceição Evaristo's footsteps, we rehearse a "Escrevivência". Based on riverine, black and indigenous epistemologies, we seek to problematize the practices of care present in the area of psychology that have been associated with repressive, controlling and punitive logics - see the context in which it was regulated in Brazil. To make this discussion, we begin with the understanding that racism is structuring in the constitution of society and, therefore, it must be at the center of our discussions. Therefore, we rehearsed, in this work, to think of allied care practices that value the protagonisms/protagonists of the surviving residents of the Araguaia guerrillas, of riverine, black and indigenous people. Therefore, through our writing, we bet on actions that are committed to localized ways of existing and that have as protagonists the people for whom these policies are thought, starting from the notions of the world they want to build. We pursue with such actions to have the indigenous, black, Afro-indigenous and ribeirinhas bodies/visions in the process of thinking and actualizing practices aimed at the care of the population.(AU)
Descritores: Psicologia
Racismo
Povos Indígenas
Limites: Humanos
Responsável: BR13.2 - Biblioteca Central de Gragoatá


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Id: biblio-1056227
Autor: Imbrizi, Jaquelina Maria; Martins, Eduardo de Carvalho; Reghin, Marcela Garrido; Pinto, Danielle Kepe de Souza; Arruda, Daniel Péricles.
Título: Cultura hip-hop e enfrentamento à violência: uma estratégia universitária extensionista / Hip-hop culture and the fight against violence: an extensionist university strategy
Fonte: Fractal rev. psicol;31(spe):166-172, set.-dez. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Os projetos de extensão e pesquisa das universidades precisam se haver com o racismo manifesto nas relações entre pessoas e nos dados estatísticos sobre morte dos brasileiros. O mapa da violência de 2016 explicitou mais uma vez o extermínio de jovens negros do sexo masculino. Como o luto é elaborado pelos familiares e quais as condições que freariam a violência? O objetivo do artigo é apresentar o projeto de extensão "Escuta Clínico-Política de Sujeitos em Situações Sociais Críticas", que nasceu com o intuito de ouvir mães que perderam filhos em situações de violência de Estado e oferecer atividades para adolescentes e jovens em luta pela vida. Um dos métodos utilizados nas ações extensionistas foi a oferta de uma roda de conversa, "Hip-hop e o enfrentamento à Violência", cujo resultado foi a emergência de três temas: cultura hip-hop como um sonho possível; manifestação cultural como ponto de ancoragem para os sujeitos; e arte como modo de ocupação dos espaços públicos. Assim, os autores convidam os psicólogos a criarem espaços de fala, escuta e ação que resistam ao racismo, à violação de direitos e problematizem as condições que geram a desigualdade social brasileira.(AU)

Abstract The extension and research college projects need deal with the racism manifest in the relations between people and in the statistical data about young Brazilians deaths. The map of the violence of 2016 made explicit the extermination of young black males. How is mourning drawn up by family members and what conditions would restrain violence? The purpose of this article is to present the project "Clinical-political hearing of subjects in critical social situations" that was born with the intention of listening to mothers who lost children in situations of State violence, as well as with the objective of offering activities for adolescents and young people struggling for life. One of the methods used in the extensionist actions was the offer of a conversation wheel, "Hip-hop and the Fight against Violence", whose result was the emergence of three themes; hip-hop culture as a possible dream; cultural manifestation as an anchorage point for the subjects; art as a way of occupying public spaces. Therefore, the authors invite the psychologists to create spaces of hearing, talking and action about brazilian social inequality.(AU)
Descritores: Arte
Violência
Adolescente
Cultura
Iniquidade Social
Racismo
Limites: Humanos
Adolescente
Responsável: BR13.2 - Biblioteca Central de Gragoatá


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Id: biblio-1095380
Autor: Guillén Zambrano, Henry Rául; Cueto Saldívar, Rosa María Luisa Martina; Olano Raffo, Giacomo.
Título: Bases psicosociales del prejuicio étnico en el Perú: el caso de las categorías afroperuanos, peruanos andinos y peruanos blancos / Psychosocial bases of ethnic prejudice in Peru: the case of Afro-Peruvian, Andean-Peruvian and White Peruvians categories
Fonte: Summa psicol. UST;15(2):123-133, 2018.
Idioma: es.
Resumo: Tomando como base una muestra de personas de clase media de la ciudad de Lima (n=194) se analiza la relación entre variables ideológicas, emocionales y de contenido estereotípico con la valoración personal y percibida de tres categorías étnico raciales: peruanos andinos, peruanos blancos y afroperuanos. Los resultados permiten visibilizar el papel de las variables ideológicas en los niveles de prejuicio dirigidos a dichas categorías, principalmente a las categorías blanco y afroperuano. Además, se hallaron impactos específicos de dimensiones estereotípicas tradicionalmente asociadas con la categoría blanco, andino y afroperuano, como la competencia, lo moral y lo positivo en términos de calidez, respectivamente. Así también, se identifican impactos específicos de las emociones asociadas a cada categoría, principalmente a la categoría peruano blanco y peruano andino. Se analizan además las diferencias obtenidas en los niveles de conservadurismo por sexo. Finalmente, se discute lo hallado a la luz de la evidencia sistemática hallada en otras investigaciones en contextos nacionales.

Based on a sample of middle-class people from the city of Lima (n = 194), the relationship between ideological, emotional and stereotypical content variables is analyzed with the personal and perceived value of three ethnic-racial categories: Andean Peruvians, White Peruvians, and Afro-Peruvians. The results allow visualizing the role of ideological variables in the levels of prejudice directed to these categories, mainly to the White and Afro-Peruvian categories. Moreover, specific impacts of stereotypical dimensions traditionally associated with White, Andean and Afro-Peruvian categories were found, such as competition, moral and the positive in terms of warmth, respectively. Additionally, specific impacts of the emotions associated with each category are identified, mainly to the White and Andean-Peruvian. Furthermore, the differences obtained in the levels of conservatism by sex are also analyzed. Finally, findings are discussed in the light of the systematic evidence found in other investigations in national contexts.
Descritores: Preconceito/psicologia
Grupos Étnicos
-Peru
Estereotipagem
Grupo com Ancestrais Nativos do Continente Americano
Emoções
Racismo/psicologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: CL126.2 - Biblioteca Médica Dr. Profesor Hernán Alessandri R.


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-974593
Autor: Bernardo, Fabiula Renilda; Bastos, João Luiz; Moretti-Pires, Rodrigo Otávio.
Título: A dança dos números: aferindo experiências de discriminação em grupos multiplamente marginalizados / Dancing with numbers: measuring experiences with among multiply marginalized groups / Baile de números: evaluando experiencias de discriminación en grupos marginalizados múltiplemente
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(11):e00167117, 2018. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo: O objetivo deste estudo foi analisar a Escala de Discriminação Explícita (EDE), buscando identificar sua capacidade em refletir experiências de discriminação interseccionais sob a perspectiva do cruzamento entre cor/raça, sexo/gênero e posição socioeconômica. Trata-se de estudo baseado em dados de uma pesquisa realizada com uma amostra representativa de estudantes (n = 1.023) da Universidade Federal de Santa Catarina, regularmente matriculados no primeiro semestre de 2012. A análise estatística incluiu estimação das frequências relativas de cada um dos 18 itens da EDE, bem como de suas principais motivações, estratificadas por sexo/gênero, cor/raça e posição socioeconômica. Modelos de regressão binomial negativa possibilitaram avaliar se sexo/gênero, cor/raça e posição socioeconômica constituem preditores do escore de discriminação obtido com o instrumento, mesmo após o ajuste para covariáveis que potencialmente afetam as relações de interesse. Os resultados da análise de cada um dos 18 itens do instrumento sugerem que a EDE possibilita a mensuração da discriminação dentro de um quadro interseccional, uma vez que traz à tona as experiências discriminatórias vivenciadas por subgrupos minoritários, tais como mulheres negras e de posição socioeconômica baixa. Contudo, tal tendência não foi observada no escore global do instrumento, sugerindo que ele não permite situar os respondentes num espectro de variação de discriminação, que inclui graus menos e mais intensos do fenômeno. Pesquisas futuras são necessárias a fim de enfrentar a limitação observada e, assim, dar maior visibilidade às experiências de discriminação de grupos multiplamente marginalizados.

Abstract: The aim of this study was to analyze the Explicit Discrimination Scale (EDS), in order to determine its capacity to reflect intersectional experiences with discrimination among groups subjected to class, race, and gender oppression. The study was based on data from a study conducted in a representative sample of students (n = 1,023) at Federal University of Santa Catarina, Brazil, regularly enrolled during the first semester of 2012. The statistical analysis included estimation of the relative frequencies of each of the 18 items in the EDS, as well as the main reasons, stratified by sex/gender, color/race, and socioeconomic status. Negative binomial regression models allowed assessing whether sex/gender, race/color, and socioeconomic status are predictors of the discrimination score, even after adjusting for covariates that potentially affect the target associations. The results of the analysis of each of the instrument's 18 items suggest that the EDS allows measurement of discrimination in among multiply marginalized groups, since it draws out the experiences with discrimination in minority subgroups, such as low-income black women. Still, this tendency was not observed in the instrument's global score, suggesting that it does not allow positioning the respondent along a spectrum of discrimination that includes less and more intense expressions of the phenomenon. Future studies are needed to deal with this observed limitation and which thus lend greater visibility to the experiences of discrimination in groups exposed to multiple marginalization.

Resumen: El objetivo de este estudio fue analizar la Escala de Discriminación Explícita (EDE), buscando identificar en su elaboración la interseccionalidad, desde la perspectiva del cruce entre color/raza, sexo/género y posición socioeconómica. Se trata de un estudio basado en datos de una investigación realizada con una muestra representativa de estudiantes (n = 1.023) de la Universidad Federal de Santa Catarina, regularmente matriculados en el primer semestre de 2012. El análisis estadístico incluyó una estimación de las frecuencias relativas de cada uno de los 18 ítems de la EDE, así como sus principales motivaciones, estratificadas por sexo/género, color/raza y posición socioeconómica. Los modelos de regresión binomial negativa posibilitaron evaluar si el sexo/género, color/raza y posición socioeconómica constituyen predictores del marcador de discriminación, obtenido con este instrumento, incluso tras el ajuste respecto a las covariables que potencialmente afectan las relaciones de interés. Los resultados del análisis de cada uno de los 18 ítems del instrumento sugieren que la EDE posibilita la medida de discriminación dentro de un cuadro interseccional, ya que pone en tela de juicio las experiencias discriminatorias vividas por subgrupos minoritarios, tales como mujeres negras y de posición socioeconómica baja. No obstante, tal tendencia no se observó en el marcador global del instrumento, sugiriendo que no permite situar a quienes respondieron en un espectro de variación de discriminación, que incluye grados más y menos intensos del fenómeno. Se necesitan investigaciones futuras, con el fin de hacer frente a la limitación observada y, así, dar mayor visibilidad a las experiencias de discriminación de grupos múltiplemente marginalizados.
Descritores: Preconceito/estatística & dados numéricos
Racismo/estatística & dados numéricos
Sexismo/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Fatores Sexuais
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Grupo com Ancestrais do Continente Africano/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu/estatística & dados numéricos
Autorrelato
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Barreto, Sandhi Maria
Chor, Dóra
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Id: biblio-952375
Autor: Mendes, Patrícia Miranda; Nobre, Aline Araújo; Griep, Rosane Härter; Guimarães, Joanna Miguez Nery; Juvanhol, Leidjaira Lopes; Barreto, Sandhi Maria; Pereira, Alexandre; Chor, Dóra.
Título: Association between perceived racial discrimination and hypertension: findings from the ELSA-Brasil study / A associação entre discriminação racial percebida e hipertensão: achados do estudo ELSA-Brasil / Asociación entre la discriminación racial percibida y la hipertensión: hallazgos del estudio ELSA-Brasil
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(2):e00050317, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: "Pardos" and blacks in Brazil and blacks in the USA are at greater risk of developing arterial hypertension than whites, and the causes of this inequality are still little understood. Psychosocial and contextual factors, including racial discrimination, are indicated as conditions associated with this inequality. The aim of this study was to identify the association between perceived racial discrimination and hypertension. The study evaluated 14,012 workers from the ELSA-Brazil baseline population. Perceived discrimination was measured by the Lifetime Major Events Scale, adapted to Portuguese. Classification by race/color followed the categories proposed by Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). Hypertension was defined by standard criteria. The association between the compound variable - race/racial discrimination - and hypertension was estimated by Poisson regression with robust variance and stratified by the categories of body mass index (BMI) and sex. Choosing white women as the reference group, in the BMI < 25kg/m2 stratum, "pardo" women showed adjusted OR for arterial hypertension of 1.98 (95%CI: 1.17-3.36) and 1.3 (95%CI: 1.13-1.65), respectively, whether or not they experienced racial discrimination. For black women, ORs were 1.9 (95%CI: 1.42-2.62) and 1.72 (95%CI: 1.36-2.18), respectively, for the same categories. Among women with BMI > 25kg/m2 and men in any BMI category, no effect of racial discrimination was identified. Despite the differences in point estimates of prevalence of hypertension between "pardo" women who reported and those who did not report discrimination, our results are insufficient to assert that an association exists between racial discrimination and hypertension.

Pretos e pardos no Brasil e negros nos Estados Unidos têm risco aumentado de desenvolver hipertensão arterial, quando comparados com brancos, mas as causas dessa desigualdade ainda são pouco compreendidas. Fatores psicossociais e contextuais, inclusive discriminação racial, têm sido apontados como condições associadas a essa desigualdade. O estudo teve como objetivo identificar a associação entre discriminação racial percebida e hipertensão. O estudo avaliou 14.012 participantes da linha de base do estudo ELSA-Brasil. A discriminação foi medida com a Lifetime Major Events Scale, adaptada para português. A classificação de raça/cor seguiu as categorias propostas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hipertensão arterial foi definida de acordo com as diretrizes atuais. A associação entre a variável composta - raça/discriminação racial - e hipertensão foi estimada através de regressão de Poisson com variância robusta, e estratificada pelas categorias de índice de massa corporal (IMC) e gênero. Tendo como categoria de referência as mulheres brancas, no estrato de IMC < 25kg/m2, as mulheres pardas mostraram OR ajustada para hipertensão arterial de 1,98 (IC95%: 1,17-3,36) e 1,3 (IC95%: 1,13-1,65), respectivamente, conforme relatavam ou não a exposição à discriminação racial. Para as mulheres pretas, as ORs foram 1,9 (IC95%: 1,42-2,62) e 1,72 (IC95%: 1,36-2,18), respectivamente, para as mesmas categorias. Entre mulheres com IMC > 25kg/m2 e homens em qualquer categoria de IMC, não foi identificado nenhum efeito de discriminação racial. Apesar das diferenças nas estimativas pontuais da prevalência de hipertensão entre mulheres pardas que relataram (vs. não relataram) discriminação racial, nossos resultados são insuficientes para afirmar que existe uma associação entre discriminação racial percebida e hipertensão.

Los "mestizos" y negros in Brasil y los negros en los EE.UU. tienen un riesgo mayor de desarrollar hipertensión que los blancos, y las causas de esta inequidad se han estudiado poco. Factores psicosociales y contextuales, incluyendo la discriminación racial, han sido identificados como las condiciones asociadas a esta inequidad. El objetivo de este estudio fue identificar la asociación entre la discriminación racial percibida y la hipertensión. El estudio evaluó a 14.012 trabajadores procedentes de la base de referencia poblacional del ELSA-Brasil. La discriminación percibida se midió mediante la Lifetime Major Events Scale, adaptada al portugués. La clasificación por raza/color siguió las categorías propuestas por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística. La hipertensión fue definida por criterios estándar. La asociación entre la variable compuesta -raza/discriminación racial- e hipertensión se estimó por regresión de Poisson con varianza robusta y estratificada por las categorías: índice de masa corporal (IMC) y sexo. Se eligieron mujeres blancas como grupo de referencia, en el IMC < 25kg/m2 estrato, las mujeres "mestizas" mostraron una proporción de probabilidades ajustadas para hipertensión arterial de 1,98 (IC95%: 1,17-3,36) y 1,3 (IC95%: 1,13-1,65), respectivamente, hayan o no sufrido discriminación racial. Para las mujeres negras, la proporción de probabilidades ajustadas fueron 1,9 (IC95%: 1,42-2,62) y 1,72 (IC95%: 1,36-2,18), respectivamente, en las mismas categorías. Entre las mujeres con IMC > 25kg/m2 y hombres en cualquier categoría IMC, no se identificaron efectos de discriminación racial. A pesar de las diferencias en las estimaciones puntuales sobre la prevalencia de la hipertensión entre las mujeres "mestizas", que informaron y no informaron discriminación racial, nuestros resultados son insuficientes para afirmar que existe una asociación entre la discriminación racial e hipertensión.
Descritores: Racismo
Hipertensão/etnologia
Hipertensão/psicologia
-Fatores Socioeconômicos
Afro-Americanos
Brasil/epidemiologia
Índice de Massa Corporal
Fatores Sexuais
Prevalência
Fatores de Risco
Estudos de Coortes
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Pressão Arterial
Hipertensão/epidemiologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Leal, Maria do Carmo
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Id: biblio-952349
Autor: Leal, Maria do Carmo; Gama, Silvana Granado Nogueira da; Pereira, Ana Paula Esteves; Pacheco, Vanessa Eufrauzino; Carmo, Cleber Nascimento do; Santos, Ricardo Ventura.
Título: A cor da dor: iniquidades raciais na atenção pré-natal e ao parto no Brasil / El color del dolor: inequidades raciales en la atención pre-natal y partos en Brasil / The color of pain: racial iniquities in prenatal care and childbirth in Brazil
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);33(supl.1):e00078816, 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Poucas pesquisas com foco nas influências da raça/cor no tocante à experiência de gestação e parto foram conduzidas no Brasil, sendo inédita a análise de abrangência nacional. Este estudo teve como objetivo avaliar as iniquidades na atenção pré-natal e parto de acordo com a raça/cor utilizando o método de pareamento baseado nos escores de propensão. Os dados são oriundos da pesquisa Nascer no Brasil: Pesquisa Nacional sobre Parto e Nascimento, um estudo de base populacional de abrangência nacional com entrevista e avaliação de prontuários de 23.894 mulheres em 2011/2012. Regressões logísticas simples foram utilizadas para estimar as razões de chance (OR) e respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%) da raça/cor associada aos desfechos analisados. Em comparação às brancas, puérperas de cor preta possuíram maior risco de terem um pré-natal inadequado (OR = 1,6; IC95%: 1,4-1,9), falta de vinculação à maternidade (OR = 1,2; IC95%: 1,1-1,4), ausência de acompanhante (OR = 1,7; IC95%: 1,4-2,0), peregrinação para o parto (OR = 1,3; IC95%: 1,2-1,5) e menos anestesia local para episiotomia (OR = 1,5 (IC95%: 1,1-2,1). Puérperas de cor parda também tiveram maior risco de terem um pré-natal inadequado (OR = 1,2; IC95%: 1,1-1,4) e ausência de acompanhante (OR = 1,4; IC95%: 1,3-1,6) quando comparadas às brancas. Foram identificadas disparidades raciais no processo de atenção à gestação e ao parto evidenciando um gradiente de pior para melhor cuidado entre mulheres pretas, pardas e brancas.

Existen pocas investigaciones realizadas en Brasil centradas en las influencias de la raza/color, en lo que se refiere a la experiencia de la gestación y parto, siendo inédito un análisis de alcance nacional. Este estudio tuvo como objetivo evaluar las inequidades en la atención pre-natal y parto, de acuerdo a la raza/color, utilizando el método de apareamiento, basado en los marcadores de propensión. Los datos provienen de la investigación Nacer en Brasil: Investigación Nacional sobre Parto y Nacimiento, un estudio de base poblacional de alcance nacional con entrevista y evaluación de historiales médicos de 23.894 mujeres en 2011/2012. Se utilizaron regresiones logísticas simples para estimar las razones de oportunidad (OR) y sus respectivos intervalos de un 95% de confianza (IC95%) de la raza/color asociados a los desenlaces analizados. En comparación a las blancas, las puérperas de color negro tuvieron un mayor riesgo de tener un período pre-natal inadecuado (OR = 1,6; IC95%: 1,4-1,9), falta de vinculación a la maternidad (OR = 1,2; IC95%: 1,1-1,4), ausencia de acompañante (OR = 1,7; IC95%: 1,4-2,0), grandes desplazamientos para el parto (OR = 1,3; IC95%: 1,2-1,5) y menos anestesia local para episiotomía (OR = 1,5; IC95%: 1,1-2,1). Las puérperas mulatas también tuvieron un mayor riesgo de tener un período pre-natal inadecuado (OR = 1,2; IC95%: 1,1-1,4) y ausencia de acompañante (OR = 1,4; IC95%: 1,3-1,6), cuando se comparan con las blancas. Fueron identificadas disparidades raciales en el proceso de atención a la gestación y al parto, evidenciando un gradiente de peor para mejor cuidado entre mujeres negras, mulatas y blancas.

Few studies on the influence of race/color on pregnancy and birthcare experiences have been carried out in Brazil. Additionally, none of the existing studies are of national scope. This study sought to evaluate inequities in prenatal and childbirth care according to race/color using propensity score matching. The data comes from the study Birth in Brazil: National Survey into Labor and Birth, a national population study comprised of interviews and revisions of medical records that included 23,894 women in 2011/2012. We used logistic regressions to estimate odds ratios (OR) and respective 95% confidence intervals (95%CI) of race/color associated with the outcomes were analyzed. When compared with white-skinned women, black-skinned women were more likely to have inadequate prenatal care (OR = 1.6; 95%CI: 1.4-1.9), to not be linked to a maternity hospital for childbirth (OR = 1.2 95%CI: 1.1-1.4), to be without a companion (OR = 1.7; 95%CI: 1.4-2.0), to seek more than one hospital for childbirth (OR =1.3; 95%CI: 1.2-1.5), and less likely to receive local anesthesia for an episiotomy (OR = 1.5; 95%CI: 1.1-2.1). Brown-skinned women were also more likely to have inadequate prenatal care (OR = 1.2; 95%CI: 1.1-1.4) and to lack a companion (OR = 1.4; 95%CI: 1.3-1.6) when compared with white-skinned women. We identified racial disparities in care during pregnancy and childbirth, which displayed a gradient going from worst to best care provided to black, brown and white-skinned women.
Descritores: Cuidado Pré-Natal/estatística & dados numéricos
Dor do Parto
Racismo
-Preconceito
Fatores Socioeconômicos
Características de Residência
Idade Gestacional
Tocologia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1046486
Autor: Rio de Janeiro (Estado). Secretaria de Estado de Saúde.
Título: Políticas de Combate ao Racismo no SUS / Anti-Racism Policies in SUS.
Fonte: Rio de Janeiro; SES/RJ; 2012. 42 p.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: IV Seminário Estadual de Saúde da População, Apresentado em: Negra ­ gestores do SUS no combate ao racismo, Rio de Janeiro, 07/11/2012.
Resumo: Esta publicação traz, no seu primeiro texto, assinado pela Assessoria Técnica de Gestão Estratégica e Participativa/Subscretaria Geral, a apresentação de dados e análises que justificam políticas específicas para a população negra, e apresenta recentes ações da SES-RJ na promoção da saúde desta população.
Descritores: Sistema Único de Saúde
Racismo
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Guia
Responsável: BR454.4


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Id: lil-791739
Autor: Miranda, Sheila Ferreira.
Título: Da base da pirâmide social à "elite" do sistema: um estudo de caso sobre as diversas incursões de uma mulher negra, nordestina e militante / Of the base of social pyramid to the "elite" of the system: a case study about the various incursions of a black woman, northeastern and militant / De la base de la pirâmide social hasta la "elite" del sistema: un estudio de caso sobre las diversas incursiones de una mujer de negra, del noreste y militante
Fonte: Pesqui. prát. psicossociais;11(1):100-117, jun. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: Este trabalho buscou compreender a incidência do viés racial e suas interseccionalidades a partir da construção metodológica de uma história oral de vida, visando descrever e analisar a conformação e os sentidos tomados pelo processo identitário de uma mulher negra, professora universitária e de origem pobre. Dandara, nosso sujeito emblemático, encontra muitos empecilhos para realizar seu projeto, ao longo de sua história. Neste ínterim, a interseccionalidade gênero-raça-pobreza pode ser considerada fator determinante às diversas barreiras enfrentadas por nossa colaboradora ao seu processo de emancipação. Porém, cabe demarcarmos que a incidência da questão racial não pode ser eclipsada ou diluída pelos demais fatores, pois ela representa, de forma ativa, uma variável relevante que, ao longo dos séculos, instituiu o aprisionamento do contingente aos estratos sociais inferiores do sistema brasileiro.

This study aimed to understand the impact of racial bias and its intersectionalities from the methodological construction of an oral history of life, aiming to describe and analyze the conformation and senses of identity process taken by a black woman, university professor and poor backgrounds. Dandara, our emblematic subject, finds many obstacles to realize his project, throughout its history. In the interim, intersectionality gender-race-poverty can be considered a determinant factor in the various barriers faced by our collaborator their process of emancipation. However, it should stake out that the incidence of racial issue can not be eclipsed or diluted by other factors because it represents the active form, a relevant variable that over the centuries, instituted the imprisonment of the contingent to the lower strata of the Brazilian system.

Este studio tuvo como objetivo comprender el impacto de la cuestión racial y sus interseccionalidades desde la construcción metodológica de una historia oral de la vida, con el objetivo de describir y analizar la conformación y sentidos del proceso de identidad adoptada por una mujer negra, profesora universitaria de origen humilde. Dandara, nuestro individuo emblemático, encuentra muchos obstáculos para hacer realidad su proyecto, a lo largo de su historia. En este contexto, la interseccionalidad de género-raza-la pobreza se puede considerar un factor determinante en las diversas barreras que enfrentan nuestro colaborador su proceso de emancipación. Sin embargo, se debe replantear que la incidencia de la cuestión racial no puede ser eclipsado o diluido por otros factores, ya que representa la forma activa, una variable relevante que durante los siglos, instituyó el encarcelamiento del contingente a los estratos más inferiores del sistema brasileño.
Descritores: Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Interseccionalidade
-Psicologia Social
Identificação Social
Autonomia Pessoal
Racismo
Limites: Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1049994
Autor: Gonzaga, Paula Rita Bacellar; Mayorga, Claudia.
Título: Violências e instituição maternidade: uma reflexão feminista decolonial / Violence and the institution of motherhood: a decolonial feminist reflection / Violencias y la institución maternidad: una reflexión feminista decolonial
Fonte: Psicol. ciênc. prof;39(2,n.esp):59-73, ago.-nov. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: A sociedade brasileira possui um histórico marcado por violências e autoritarismos. A história colonial que funda a ideia de Brasil se consolida com a noção de identidade nacional baseada em aspectos racistas, sexistas e heteronormativos. Essas violências têm sido denunciadas e visibilizadas a partir de um olhar focado na dimensão pública e macroestrutural da sociedade e as microviolências ou a dimensão da vida privada nem sempre são compreendidas como fundamentais para a reprodução dessas violências. A ideia cunhada pelas feministas dos anos 1970 de que o pessoal é político busca romper com essa divisão e reconhece que a vida privada e os aspectos que historicamente foram associados a ela, são locus fundamental para compreender como as distintas violências e sistemas de poder se entrecruzam e produzem experiências que exigem dos analistas sociais, dos atores das políticas públicas e dos sujeitos um olhar crítico fundamentado e interseccional. A proposta deste ensaio é problematizar a instituição da maternidade como um aparato patriarcal, colonial, capitalista e racista de controle e reclusão das mulheres a partir de duas construções religiosas sobre a maternidade: a primeira versão da oração Ave Maria e um itan da tradição oral iorubá sobre Oxum, orixá da fecundidade e protetora das mulheres grávidas...(AU)

Brazilian society has a history marked by violence and authoritarianism. The colonial history that founds the idea of Brazil is consolidated with the notion of national identity based on racist, sexist and heteronormative aspects. These expressions of violence have been denounced and viewed from a perspective focused on the public and macro-structural dimension of society, and the expressions of micro-violence or the dimension of private life are not always understood as fundamental for the reproduction of these expressions of violence. The 1970s feminist idea that "the personal sphere" is political, seeks to break away from this division and recognizes that private life and the aspects that have historically been associated with it are a central locus for understanding how distinct violence and power systems intersect and produce experiences that require a critical and intersectional critical look from social analysts, public policy actors, and individuals. The proposal of this essay is to problematize the institution of motherhood as a patriarchal, colonial, capitalist and racist apparatus of control and reclusion of women from two religious constructions on motherhood: the first version of the Hail Mary prayer and an itan of the Yoruba oral tradition on Oxum, orixá of the fecundity and protector of the pregnant women...(AU)

La sociedad brasileña tiene una historia marcada por la violencia y el autoritarismo. La historia colonial que subyace a la idea de Brasil se consolida con la noción de identidad nacional basada en aspectos racistas, sexistas y heteronormativos. Esta violencia se ha denunciado y se ha hecho visible a través de un enfoque en la dimensión pública y macro estructural de la sociedad, y la micro violencia o la dimensión de la vida privada no siempre se entienden como fundamentales para la reproducción de esta violencia. La idea acuñada por las feministas de la década de 1970 de que lo personal es político busca romper esta brecha y reconoce que la vida privada y los aspectos que históricamente se han asociado con ella son un lugar fundamental para comprender cómo se cruzan los distintos sistemas de violencia y poder y producen experiencias que requieren que los analistas sociales, los actores de políticas públicas y los sujetos tengan un ojo crítico fundamentado e interseccional. El propósito de este ensayo es problematizar la institución de la maternidad como un aparato de control y aislamiento patriarcal, colonial, capitalista y racista de las mujeres desde dos construcciones religiosas sobre la maternidad: la primera versión de la oración Ave María y un itan de la tradición oral yoruba. sobre Oxum, orixá de fertilidad y protectora de las mujeres embarazadas...(AU)
Descritores: Autoritarismo
Violência
Poder Familiar
Feminismo
Violência contra a Mulher
Sexismo
Normas de Gênero
-Política Pública
Gravidez
Colonialismo
Capitalismo
Racismo
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1047501
Autor: Viana, Géssica de Castro Silva; Carrera, Fernanda Ariane Silva.
Título: A (in)visibilidade da mulher negra youtuber / The (in)visibility of the black female youtuber / La (in)visibilidad de la mujer negra youtuber
Fonte: RECIIS (Online);13(4):707-724, out.-dez. 2019. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Discutindo sob o viés interseccional, o artigo busca expor a problemática da invisibilidade midiática das mulheres negras youtubers dentro do contexto da cultura participativa. Identificamos e observamos canais de mulheres youtubers a partir do recorte das temáticas do feminismo e empoderamento feminino, e realizamos um estudo descritivo com abordagem quanti-qualitativa, analisando as aproximações e distanciamentos dos canais a partir das categorias de alcance, interação e temática. Conclui-se que as youtubers negras interagem de forma mais significativa do que as youtubers não negras, o que não interfere no alcance dos canais, visto que as youtubers negras possuem dados de alcance inferior às youtubers não negras. Observamos que mesmo podendo atingir todas as mulheres, as falas das youtubers negras podem ser entendidas com enfoque na questão racial, enquanto isso, identificamos um discurso universal do 'ser mulher' nas falas das youtubers não negras, fator que pode contribuir para o alcance expressivo.

Discussing under the intersectional bias, the article seeks to expose the problem of media invisibility of black women youtubers within the context of participatory culture. We identified and observed channels of female youtubers from the cut of the themes of feminism and female empowerment, and we conducted a descriptive study with quantitative and qualitative approach, analyzing the approximations and distances of the channels from the reach, interaction and thematic categories. It is concluded that black youtubers interact more significantly than non-black youtubers, which does not interfere with the range of the channels, as black youtubers have lower range data than non-black youtubers. We note that even though it can reach all women, the black youtubers' speeches can be understood with focus on the racial issue, meanwhile, we identified a universal discourse of 'being a woman' in the non-black youtubers speeches, a factor that can contribute to the expressive reach.

Discutiendo bajo el sesgo interseccional, el artículo busca exponer el problema de la invisibilidad mediática de las youtubers negras en el contexto de la cultura participativa. Identificamos y observamos canales de youtubers mujeres a partir del corte de los temas del feminismo y el empoderamiento femenino, y realizamos un estudio descriptivo con enfoque cuantitativo y cualitativo, analizando las aproximaciones y distancias de los canales desde el alcance, la interacción y las categorías temáticas. Se concluye que las youtubers negras interactúan de manera más significativa que las youtubers no negras, lo que no interfiere con el rango de los canales, ya que las youtubers negras tienen datos de rango más bajos que las youtubers no negras. Observamos que, aunque puede llegar a todas las mujeres, los discursos de las youtubers negras se pueden entender con un enfoque en el tema racial, mientras que identificamos un discurso universal de 'ser mujer' en los discursos de las youtubers no negras, un factor que puede contribuir al alcance expresivo.
Descritores: Poder Psicológico
Feminismo
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Iniquidade de Gênero
Interseccionalidade
-Mulheres
Epidemiologia Descritiva
Webcast
Mídia Audiovisual
Mídias Sociais
Racismo
Limites: Humanos
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública



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