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Texto completo SciELO Brasil
Caramelli, Paulo
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Id: biblio-1131725
Autor: Teive, Hélio Afonso Ghizoni; Caramelli, Paulo.
Título: Brazilian Neurology is against racism / A Neurologia brasileira é contra o racismo
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;78(7):389-389, July 2020.
Idioma: en.
Descritores: Racismo
Neurologia
-Brasil
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1156950
Autor: Farias, Juliana; Lago, Natália Bouças do; Efrem Filho, Roberto.
Título: Mães e lutas por justiça. Encontros entre produção de conhecimento, ativismos e democracia / Mothers and struggles for justice. A meeting point between knowledge production, activism and democracy / Madres y luchas por la justicia. Encuentros entre producción de conocimiento, activismo y democracia
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(36):146-180, dez. 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O artigo discute algumas das relações entre mães e processos de Estado, tendo em vista sobretudo os movimentos de mães e familiares de vítimas de violência institucional, as análises inaugurais a esse respeito nas ciências sociais brasileiras, as implicações dessas mães e familiares nas políticas de produção de conhecimento e na crise democrática que atravessamos. Na primeira parte do artigo, retomamos pesquisas fundamentais que constituíram o campo de estudos que pensa desde a perspectiva do envolvimento de mães em movimentos de reivindicação por direitos e justiça. A segunda parte do artigo propõe-se à apresentação de alguns dos desdobramentos, em nossas próprias pesquisas, desse envolvimento e da produção de um conhecimento compartilhado entre pesquisadoras e o que se denomina usualmente como "interlocutoras". A última parte do artigo discute a posicionalidade dos movimentos de mães e familiares de vítimas de violência junto ao que se tem chamado de "crise democrática brasileira". Com isso, buscamos oferecer uma contribuição para o campo de pesquisas que se voltam, já há algum tempo, à produção recíproca entre gênero e Estado.

Abstract The article discusses some of the relationships between mothers and State processes, especially in view of the movements of mothers and family members of victims of institutional violence, the inaugural analyzes in this regard in Brazilian social sciences, the implications of these mothers and family members in knowledge production, and the democratic crisis that we are going through. In the first section of the article, we return to fundamental research that has constituted the field of studies which think since the involvement of mothers in movements for rights and justice. The second section of the article presents someof the developments, in our own research, of this involvement and the shared knowledge production between researchers and what is usually called as "interlocutors". The last section of the article discusses the positionality of the movements of mothers and family members of victims of violence in what has been called the "Brazilian democratic crisis". Thereby, we seek to offer a contribution to the field of research that has been, for some time now, focused on the reciprocal production between gender and the State.

Resumen El artículo discute algunas de las relaciones entre las madres y los procesos del Estado, especialmente en vista de los movimientos de madres y familiares de víctimas de violencia institucional, los análisis inaugurales al respecto en las ciencias sociales brasileñas, las implicaciones de estas madres y familiares en las políticas de producción de conocimiento y la crisis democrática que atravesamos. En la primera parte del artículo, volvemos a las investigaciones fundamentales que constituyen el campo de estudios que piensa desde la implicación de las madres en movimientos de reivindicación de derechos y justicia. La segunda parte del artículo propone presentar algunos de los desarrollos, en nuestra propia investigación, de esta implicación y producción de conocimiento compartido entre investigadores y lo que habitualmente se denomina "interlocutores". La última parte del artículo analiza la posicionalidad de los movimientos de madres y familiares de víctimas de la violencia en lo que se ha denominado la "crisis democrática brasileña". Con ello, buscamos ofrecer un aporte al campo de las investigaciones que desde hace un tiempo están enfocadas en la producción recíproca entre género y Estado.
Descritores: Violência
Direito Penal
Estado
Violações dos Direitos Humanos
Ativismo Político
Mães
-Política
Brasil
Áreas de Pobreza
Polícia
Poder Familiar
Vítimas de Crime
Democracia
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Racismo
Relações Interpessoais
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1156954
Autor: Rocha, Luciane O.
Título: Judicialização do sofrimento negro. Maternidade negra e fluxo do Sistema de Justiça Criminal no Rio de Janeiro / Judicialization of black suffering. Black maternity and the flow of the Criminal Justice System in Rio de Janeiro / Judicialización del sufrimiento de los negros. Maternidad negra y el flujo del Sistema de Justicia Penal en Rio De Janeiro
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(36):181-205, dez. 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Este artigo é baseado em etnografia realizada entre os anos de 2015 e 2017 no Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (NUDEDH), mais especificamente no programa de Proteção às Vítimas de Violência Praticada por Agentes Estatais ou Particulares. No contexto de antinegritude vigente no Rio de Janeiro, esta linha de atuação do NUDEDH se tornou uma ferramenta utilizada por mães de vítimas de violência policial em favelas e periferias, que passam a atuar como assistentes de acusação nos processos penais dos assassinatos de seus filhos e filhas. Este artigo, ao mobilizar literatura sobre a Teoria Crítica da Raça e Estudos Negros, tem por objetivo examinar os usos do sofrimento negro e da maternidade negra para a movimentação do Fluxo do Sistema de Justiça Criminal.

Abstract This article is based on ethnography carried out between 2015 and 2017 at the Human Rights Nucleus of the Public Defender's Office in Rio de Janeiro (NUDEDH), specifically in the Program for the Protection of Victims of Violence Practiced by State or Private Agents. In the context of anti-blackness in Rio de Janeiro, this line of action by NUDEDH has become a tool used by mothers of police violence killings in slums and peripheries. In this scenario, the mothers support and impel the accusing entity in the criminal proceedings on the murder of their sons and daughters. This article, by mobilizing Critical Race Theory and Black Studies literature, aims to examine the uses of black suffering and black motherhood for the Flow of the Criminal Justice System.

Resumen Este artículo esta sustenido en la etnografía realizada entre los años 2015 y 2017 en el Centro de Derechos Humanos de la Defensoría Pública de Río de Janeiro (NUDEDH), más específicamente, en el Programa de Protección a Víctimas de Violencia Practicada por Agentes del Estado o Privados. En el contexto de anti-negritud vigente en Río de Janeiro, esta línea de acción del NUDEDH se ha convertido en una herramienta utilizada por madres de jóvenes asesinados en el marco de la violencia policial en barrios marginales y periferias. En este escenario, las madres apoyan e impulsan a los entes acusadores que llevan los procesos penales por los asesinatos de sus hijos e hijas. Este artículo, busca movilizar la literatura sobre la Teoría Crítica de la Raza y los Estudios Negros, y tiene como objetivo examinar los usos del sufrimiento negro y de la maternidad negra para el impulso del flujo del Sistema de Justicia Penal.
Descritores: Violência
Polícia
Poder Familiar
Vítimas de Crime
Direito Penal
Mães
-Estresse Psicológico
Brasil
Estado
Defensoria Pública
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Racismo
Narrativa Pessoal
Violência com Arma de Fogo
Direitos Humanos
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1156956
Autor: Vigoya, Mara Viveros.
Título: Los colores del antirracismo (en Améfrica Ladina) / The colors of anti-racism (in Améfrica Ladina) / As cores do antirracismo (na Améfrica Ladina)
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(36):19-34, dez. 2020.
Idioma: es.
Resumo: Resumen En este artículo me refiero a las particularidades que han adoptado las luchas antirracistas en América Latina, una región en la que hasta hace poco se pensó que el racismo era un tema irrelevante debido a su composición demográfica mezclada en términos étnico-raciales. En los últimos treinta años esta percepción ha ido cambiando en razón del reconocimiento de su multiculturalidad y, al mismo tiempo, de los problemas que puso en evidencia la puesta en práctica del proyecto estatal multicultural y el modelo político y de desarrollo económico neoliberal. En la actualidad, podemos hablar de un giro antirracista en la región, para designar la mayor atención que hoy se presta al racismo en el ámbito público, y en el de los movimientos sociales. Presento estas reflexiones desde mi experiencia situada, de mujer colombiana y feminista afrolatinoamericana; es decir desde un lugar de enunciación y una posicionalidad particulares frente a los temas del racismo y el antirracismo. Además, lo hago en conversación con el sociólogo francés Eric Fassin para examinar en paralelo los desafíos que hoy enfrenta el trabajo académico antirracista en función del lugar de enunciación que se asuma en él.

Abstract In this article, I refer to the particularities that anti-racist struggles have adopted in Latin America, a region in which until recently it was thought that racism was an irrelevant issue due to its mixed demographic composition in ethnic-racial terms. In the last thirty years, this perception has been changing due to the recognition of its multiculturalism and, at the same time, of the problems that put in evidence the implementation of the multicultural state project and the neoliberal political and economic development model. At present, we can speak of an anti-racist turn in the region, to designate the greater attention that today is paid to racism in the public sphere, and in that of social movements. I present these reflections from my situated experience, as a Colombian woman and an Afro-Latin American feminist; that is to say, from a place of enunciation and a particular positionality vis-à-vis the issues of racism and anti-racism. In addition, I do it in conversation with the french sociologist Eric Fassin to examine in parallel the challenges that anti-racist academic work faces today in terms of the place of enunciation that is assumed in it.

Resumo Neste artigo, refiro-me às particularidades que as lutas antirracistas têm assumido na América Latina, região em que até recentemente se pensava que o racismo era uma questão irrelevante devido à sua composição demográfica mista em termos étnico-raciais. Nos últimos trinta anos essa percepção vem mudando devido ao reconhecimento de seu multiculturalismo e, ao mesmo tempo, dos problemas que colocam em evidência a implementação do projeto de Estado multicultural e o modelo neoliberal de desenvolvimento político e econômico. Atualmente, podemos falar de uma virada antirracista na região para designar a maior atenção que se dá ao racismo na esfera pública e entre os movimentos sociais. Apresento essas reflexões a partir de minha experiência situada, como mulher colombiana e feminista afro-latino-americana; isto é, de um lugar de enunciação e de uma posicionalidade particular frente as questões do racismo e do antirracismo. Além disso, o faço isso em diálogo com o sociólogo francês Eric Fassin para examinar em paralelo os desafios que o trabalho acadêmico antirracista enfrenta hoje em função do lugar de fala que se assume.
Descritores: Política
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Racismo
Sexismo
Ativismo Político
-Colômbia
América Latina
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1145597
Autor: Lopes, Winnie Samanú de Lima.
Título: Meia lua Falciforme: poesia, dor e luta / Meia lua Falciforme: poetry, pain and battles / Meia lua Falciforme: poesía, dolor y lucha
Fonte: RECIIS (Online);14(4):996-1000, out.-dez. 2020. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O documentário Meia lua Falciforme retrata diversas faces e enfrentamentos no cotidiano dos pacientes e familiares que convivem com a doença falciforme no cenário brasileiro. A dor, o racismo e a resistência são pontos-chave discutidos no relevante curta-metragem, de Débora Evellyn Olimpo e Denise Kelm, que traz uma perspectiva para além do adoecimento físico e, com leveza, apresenta produções artísticas dos conviventes com a temática. No tocante à resistência e à luta, o documentário cita a grande conquista no que diz respeito ao reconhecimento e à normatização da doença no Brasil, os conflitos enfrentados rotineiramente em busca de acesso aos serviços de saúde, bem como a luta por um SUS que garanta os princípios da universalidade e equidade. A presente resenha traz algumas notas sobre o documentário e os temas que perpassam a vida dos pacientes desde o momento do diagnóstico até os itinerários e decisões terapêuticos.

The documentary entitled Meia lua Falciforme portrays different aspects and daily battles in the life of patients and their families who live with sickle cell disease in the Brazilian scenario. Pain, racism and resistance are key issues discussed in the relevant short-length film by Débora Evellyn Olimpo and Denise Kelm, which brings a perspective that extends beyond the physical illness, and presents in a dainty way some artistic productions of those living with the matter. The documentary mentions the great success regarding the resistance and the struggle for the recognition and regulation of the disease in Brazil, the conflicts routinely faced in search of access to health services, as well as the battle for a SUS that guarantees the principles of universality. and equity. This review brings some observations on the documentary and the matters that permeate the life of patients from the moment of diagnosis to the therapeutic itineraries and decisions.

El documental Meia lua Falciforme nos trae diferentes aspectos y enfrentamientos en la vida diaria de los pacientes y sus familiares que viven con la anemia de células falciformes en el escenario brasileño. El dolor, el racismo y la resistencia son puntos clave discutidos en el cortometraje relevante de Débora Evellyn Olimpo y Denise Kelm, que aporta una perspectiva más allá de la enfermedad física y con delicadeza presenta producciones artísticas de quien vive con el tema. Con respecto a la resistencia y la lucha, el documental cita el gran logro en la pelea por el reconocimiento y la regulación de la enfermedad en Brasil, los conflictos habituales que se enfrentan en busca del acceso a los servicios de salud, así como la lucha por un SUS que garantice los principios de universalidad. y equidad. Esta reseña trae algunas notas sobre el documental y los temas que atravesan la vida de los pacientes desde el momento del diagnóstico, hasta los itinerarios terapéuticos y las decisiones tomadas.
Descritores: Dor
Racismo
Saúde das Minorias Étnicas
Anemia Falciforme
-Fatores Socioeconômicos
Sistema Único de Saúde
Brasil/etnologia
Equidade em Saúde
Filmes Cinematográficos
Limites: Humanos
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública


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Id: biblio-1149133
Autor: Nascimento, Wanderson Flor do.
Título: Enterreirando a investigação: sobre um ethos da pesquisa sobre subjetividades / Enterreirando research: on an ethos of research on subjectivities / Erando la investigación: acerca de un ethos de la investigación sobre subjetividades
Fonte: Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003);72(spe):199-208, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: No atual contexto da valorização dos conhecimentos dos povos que historicamente foram subalternizados, o risco do extrativismo epistêmico emerge como um novo elemento com o qual as pesquisas precisam se enfrentar. No campo da investigação sobre subjetividades nos terreiros de candomblé este perigo também aparece. Ao compreender os modos como os terreiros se constituem como espaços de resistência, como os processos de subjetivação são experimentados e qual o lugar do conhecimento nesses processos, buscamos apresentar elementos que subsidiem uma proposta de um pensamento e de uma pesquisa enterreirados como um dos caminhos possíveis para contornar o risco sinalizado e discutimos alguns elementos de um ethos da pesquisa enterreirada nos espaços das comunidades de terreiro.

In the present context of valuing the knowledge of historically subordinated peoples, the risk of epistemic extractivism emerges as a new element that concerns the field of research. Specifically with regard to the investigation of subjectivities in Terreiros de Candomblé, this danger also appears, effectively. By understanding the ways in which the Terreiros are structured as spaces of resistance, how the processes of subjectivation are experienced and what is the importance of knowledge in these processes, this article aims to present elements that support a proposal of thought and research enterreirados as one of the paths possible to circumvent the signaled risk and we discussed some elements of an ethos of research buried in the spaces of the Terreiro communities.

En el contexto actual de valoración del saber de pueblos históricamente subordinados, el riesgo del extractivismo epistémico surge como Al comprender las formas en que los Terreiros se constituyen como espacios de resistencia, cómo se viven los procesos de subjetivación y cuál es el lugar del conocimiento en estos procesos, buscamos presentar elementos que sustenten una propuesta de pensamiento e investigación erados como uno de los caminos posibles para evitarse el riesgo señalado y discutimos algunos elementos de un ethos de investigación erado en los espacios de las comunidades Terreiro.
Descritores: Religião
Pesquisa
Conhecimento
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Racismo
Responsável: BR1194.1 - BT - Biblioteca


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Id: biblio-1149130
Autor: Curi, Paula Land; Ribeiro, Mariana Thomaz de Aquino; Marra, Camilla Bonelli.
Título: A violência obstétrica praticada contra mulheres negras no SUS / Obstetric violence against black women in SUS / Violencia obstétrica contra las mujeres negras en el SUS
Fonte: Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003);72(spe):156-169, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo examina a violência obstétrica contra mulheres negras no Sistema Único de Saúde (SUS), partindo de experiências de estágio e extensão universitária em Psicologia, em maternidades públicas, de distintos níveis de complexidade, coadunadas a pesquisas de Iniciação Científica Pibic/CNPq. Em nossa cultura, as mulheres sempre foram corpos para reprodução e, há poucos séculos, passaram a ser subjugadas ao saber médico - sobretudo, da obstetrícia e ginecologia. A expropriação das mulheres, de seus corpos, de seus protagonismos reprodutivos, ratificada pelos homens da elite branca - cientistas - impactaram na assistência a elas prestada. O SUS, marcado por princípios como universalidade, equidade e integralidade, reproduz opressões, discriminações, violências e violações sobre os corpos femininos, especialmente sobre aqueles cujos tons se distanciam do modelo dominante. Para evidenciar a reprodução de racismo e machismos estruturais no SUS, tomamos a violência obstétrica como analisador.

This article examines obstetric violence against black women in SUS, starting from internship and university extension experiences in Psychology, in public maternity hospitals of different levels of complexity, coadunted to PIBIC/CNPq Scientific Initiation research. In our culture, women have always been bodies for reproduction and for centuries they have been subjugated to medical knowledge - especially obstetrics and gynecology. The expropriation of women from their bodies, their reproductive protagonisms, ratified by the men of the white elite - scientists - has impacted the assistance provided to them. The Unified Health System, marked by principles such as universality, equity and integrality, reproduces oppressions, discrimination, violence and violations over women's bodies, especially over those whose shades are far from the dominant model. In order to evidence the reproduction of racism and structural machisms in SUS, we take obstetric violence as an analyzer.

Este artículo examina la violencia obstétrica contra las mujeres negras en el SUS, a partir de experiencias de pasantía y extensión universitaria en Psicología, en maternidades públicas de diferentes niveles de complejidad, coadyuvadas a la investigación de la Iniciación Científica del PIBIC/CNPq. En nuestra cultura, las mujeres siempre han sido cuerpos para la reproducción y durante siglos han estado sometidas a los conocimientos médicos - especialmente de obstetricia y ginecología. La expropiación de las mujeres de sus cuerpos, de sus protagonismos reproductivos, ratificada por los hombres de la élite blanca - científicos - repercutió en la asistencia que se les prestó. El Sistema Único de Salud, marcado por principios como la universalidad, la equidad y la integralidad, reproduce la opresión, la discriminación, la violencia y las violaciones sobre el cuerpo de las mujeres, especialmente sobre aquellas cuyos matices están lejos del modelo dominante. Para resaltar la reproducción del racismo y el machismo estructural en el SUS, tomamos la violencia obstétrica como un analizador.
Descritores: Violência
Mulheres
Sistema Único de Saúde
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Racismo
Androcentrismo
Obstetrícia
Responsável: BR1194.1 - BT - Biblioteca


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Id: biblio-1149129
Autor: Costa, Carlos Alberto Ribeiro; Leite, Thayslane Pereira dos Santos; Costa, Angelo Marcio Valle da; Martins, Julia Sardinha Leonardo Lopes; SantAnna, Claudia Soares; Santos, Daniel Henique Serra dos; Soares, Ana Clara Oliveira da Cunha; Moraes, Renata Magaldi Granato; Pinto, Maria Isaura Rodrigues; Raposo, Rafael Bordallo de Figueiredo.
Título: Racismo e necropolítica: um debate entre teoria social e psicanálise / Racism and necropolitics: a debate between social theory and psychoanalysis / Racismo y necropolítica: un debate entre teoría social y psicoanálisis
Fonte: Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003);72(spe):139-155, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Ao tomar a pandemia de Covid-19 como contexto e analisador, este artigo discute os elos históricos entre o racismo e a gestão medicalizada do direito de vida e de morte no Brasil. Parte-se do entendimento de que a escuta e manejo clínicos das situações de sofrimento psíquico no contexto da medicalização da vida (na pandemia, e mesmo fora dela) implicam, necessariamente, fazer também crítica social. Para tal, propomos um debate que enoda teoria da clínica, as histórias da medicina social e da psicanálise no Brasil, e os conceitos de bio e necropolítica. Nossa hipótese é a de que se por um lado, em sua chegada ao Brasil, a psicanálise foi "cooptada" por uma tradição médica higienista (o que polarizou por anos a forma como ela foi vista em nosso país), por outro, por sua estrutura conceitual, pelo contraponto inicial com o modernismo brasileiro, e por seu atual debate sobre a segregação, essa práxis pode explicitar sua potência e vocação antirracista.

Taking Covid-19 Pandemic as a context and analyzer, this article discusses the historical links between racism and the medicalized management of the right to life and death in Brazil. It is based on the understanding that listening and clinical management of situations of psychological distress in the context of the medicalization of life (in Pandemic, and even outside it) necessarily imply making social criticism as well. To this end, we propose a debate that encapsulates clinical theory, the histories of social medicine and psychoanalysis in Brazil, and the concepts of bio and necropolitics. Our hypothesis is that if, on the one hand, on its arrival in Brazil, psychoanalysis was "co-opted" by a hygienist medical tradition (which for years polarized the way it was seen in our country), on the other, by its conceptual structure, by the initial counterpoint with Brazilian modernism, and by its current debate on segregation, this praxis can make explicit its anti-racist power and vocation.

Tomando como como contexto y analizador la Pandemia Covid-19, este artículo analiza los vínculos históricos entre el racismo y la gestión medicalizada del derecho a la vida y muerte en Brasil. Se basa en el entendimiento de que la escucha y el manejo clínico de situaciones de malestar psicológico en el contexto de la medicalización de la vida (en Pandemia, e incluso fuera de ella) implica necesariamente hacer también crítica social. Para ello, proponemos un debate que encapsula la teoría clínica, las historias de la medicina social y el psicoanálisis en Brasil, y los conceptos de biopoder y necropolítica. Nuestra hipótesis es que, si, por un lado, a su llegada a Brasil, el psicoanálisis fue "cooptado" por una tradición médica higienista (que durante años polarizó la forma en que se veía en nuestro país), por el otro, por su estructura conceptual, por el contrapunto inicial con el modernismo brasileño, y por su actual debate sobre la segregación, esta praxis puede hacer explícito su poder y vocación antirracista.
Descritores: Psicanálise
Medicina Social
Pandemias
Racismo
Teoria Social
-Brasil
Responsável: BR1194.1 - BT - Biblioteca


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Id: biblio-1149128
Autor: Menezes, Daniele; Nascimento, Jefferson; Schechter, Rosa; Falbo, Giselle; Vidal, Paulo.
Título: Das impossibilidades do racismo etnosemântico à fala como saída / From the impossibilities of ethno-semantic racism to speech as an alternative way / De las imposibilidades del racismo etnosemántico al discurso como salida
Fonte: Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003);72(spe):124-138, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Partindo da afirmação de Kabengele Munanga de que o racismo não se fundamenta em diferenças biológicas, mas sim que ele é etnosemântico, localizamos o racismo como um sintoma de discurso e tomamos esta articulação como o eixo que autoriza que a psicanálise possa se aproximar do tema e tratar este modo de segregação. Tendo como base as teorizações de Freud e Lacan, indicamos que o racismo nasce e se atualiza na e pela linguagem. E que, para que o psicanalista possa tratar do tema, é preciso tomá-lo como um sintoma do laço social, ou seja, um sintoma de discurso. Deste modo, discutimos de que forma o racismo no Brasil, velado, recalcado e desmentido, afeta e interfere no processo de constituição subjetiva dos negros. E, para finalizar, buscamos indicar como esse que antes era falado, destituído de sua posição de sujeito, excluído e situado no lugar de dejeto, pode vir a fazer uma torção, a partir do próprio discurso, de maneira a se colocar em uma nova posição.

Starting from Kabengele Munanga's statement that racism is not based on biological differences, and that it is an ethno-semantic matter, we pinpoint racism as a symptom of discourse and take this conjunction as the backbone that allows Psychoanalysis to approach that issue and address that kind of segregation. Based on the theories of Freud and Lacan, we suggest that racism arises from language and is enhanced by language use. Indeed, in order for the psychoanalyst to be allowed to deal with the subject, it is required to take it as a symptom of social ties, that is to say, a symptom of discourse. Thereby, we discuss how racism in Brazil, veiled, repressed and denied, affects and interferes in the process of subjective constitution of blacks. And, finally, we attempt to show that those which were previously spoken by, deprived from their position of subject, excluded and placed in the position of waste, may come to make a twist out of their own speech and claim for themselves a new position.

Partiendo de la afirmación de Kabengele Munanga de que el racismo no se basa en diferencias biológicas, sino que es etnosemántico, ubicamos el racismo como un síntoma del discurso y tomamos esta articulación como el eje que permite que el psicoanálisis pueda aproximarse del tema y consiga abordar este modo de segregación. A partir de las teorías de Freud y Lacan, indicamos que el racismo nace y se actualiza en y a través del lenguaje. Y que, para que el psicoanalista pueda abordar el tema, es necesario tomarlo como síntoma del vínculo social, es decir, un síntoma del discurso, De esta manera, discutimos cómo el racismo en Brasil, velado, reprimido y negado, afecta e interfiere en el proceso de constitución subjetiva de los negros. Y, finalmente, buscamos indicar cómo ese del que antes se habló, despojado de su posición de sujeto, excluido y ubicado en la posición de desecho, puede dar un giro, a partir del propio discurso, para ponerse en una nueva posición.
Descritores: Psicanálise
Semântica
Fala
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Racismo
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  10 / 224 LILACS  
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Id: biblio-1149127
Autor: Schucman, Lia Vainer; Gonçalves, Monica Mendes.
Título: Raça e subjetividade: do campo social ao clínico / Race and Subjectivity: from the social field to the clinical field / Raza y subjetividad: del campo social al clínico
Fonte: Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003);72(spe):109-123, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo tem como objetivo abordar as diferentes formas como raça e racismo penetram no campo social e se inscrevem singularmente nos sujeitos. De outro modo, pretende, a partir do campo das relações raciais, discorrer sobre as formas como esses sistemas, polissêmicos, multiformes, mercuriais e sempre em transição, são vividos, significados, apropriados e introjetados pelas pessoas e se incorporam à subjetividade, conformando este constructo. Tomando raciocínio e metodologia da psicologia sócio-histórica, são consideradas, ainda, formas de abordar as questões raciais no contexto clínico de atuação do psicólogo a partir dos elementos que a própria raça e sua dinâmica apontam como caminho em direção à sua subversão.

This article aims to address the different ways in which race and racism penetrate the social field and are singularly inscribed in the subjects. Otherwise, it intends, from the field of racial relations, to discuss the ways in which these systems, polysemic, multiform, mercurial and always in transition, are experienced, meant, appropriated and introjected by people and are incorporated into subjectivity, forming this construct. Taking reasoning and methodology from socio-historical psychology, ways of approaching racial issues are also considered in the clinical context of the psychologist's performance, based on the elements that the race itself and its dynamics point as a path towards its subversion.

Este artículo tiene como objetivo abordar las diferentes formas en que la raza y el racismo penetran en el campo social y se inscriben singularmente en los sujetos. De lo contrario, se pretende, desde el campo de las relaciones raciales, discutir las formas en que estos sistemas, polisémicos, multiformes, mercuriales y siempre en transición, son vividos, significados, apropiados e introyectados por las personas y se incorporan a la subjetividad, conformando este constructo. Tomando el razonamiento y la metodología de la psicología sociohistórica, todavía se consideran formas de abordar las cuestiones raciales en el contexto clínico de la actuación del psicólogo, a partir de los elementos que la propia raza y su dinámica señalan como camino hacia su subversión.
Descritores: Psicologia/história
Psicologia Social
Relações Raciais
Racismo
Responsável: BR1194.1 - BT - Biblioteca



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