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Texto completo SciELO Saúde Pública
Reichenheim, Michael Eduardo
Barreto, Mauricio L
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Id: lil-780077
Autor: Fattore, Gisel Lorena; Teles, Carlos Antonio; Santos, Darci Neves dos; Santos, Leticia Marques; Reichenheim, Michael Eduardo; Barreto, Mauricio L.
Título: Validade de constructo da escala Experiences of Discrimination em uma população brasileira / Validity of the Experiences of Discrimination scale in a Brazilian population / Validez del constructo de la escala Experiences of Discrimination en una población brasileña
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);32(4):e00102415, 2016. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Um dos instrumentos mais utilizados na pesquisa epidemiológica sobre discriminação é o Experiences of Discrimination (EOD), utilizada no Brasil, porém não validado. O objetivo foi avaliar a confiabilidade e estrutura dimensional da escala EOD em uma população brasileira. Foi conduzido um estudo transversal com 1.380 adultos da cidade de Salvador, Bahia, Brasil. Realizou-se análise fatorial confirmatória (AFC) testando um modelo de dois fatores: experiência de discriminação e preocupação por discriminação. Os resultados da AFC mostraram parâmetros satisfatórios de ajuste, elevadas cargas fatoriais e valores adequados de confiabilidade, confirmando a consistência interna da escala. Identificaram-se correlações residuais envolvendo itens de ambos os fatores. A estrutura dimensional apresentada neste estudo destaca a importância de utilizar diferentes medidas de discriminação - interpessoais e grupais - que permitam em estudos futuros aprofundar nos efeitos do racismo sobre a saúde.

One of the most widely used tools in epidemiological research on discrimination is the Experiences of Discrimination (EOD) scale, used but not validated in Brazil. The objective was to assess the reliability and dimensional structure of the EOD scale in a Brazilian population. A cross-sectional study was performed with 1,380 adults in the city of Salvador, Bahia State, Brazil. Confirmatory factor analysis (CFA) was performed testing a two-factor model: experiences of discrimination and concerned about discrimination. The results of CFA showed satisfactory fit, high factor loads, and adequate reliability, confirming the scale's internal consistency. Residual correlations were identified involving items from both factors. The dimensional structure presented in this study highlights the importance of using different measures of discrimination (interpersonal and group) to allow more in-depth future research on the effects of racism on health.

Uno de los instrumentos más utilizados en investigación epidemiológica sobre discriminación es el Experiences of Discrimination (EOD), utilizado en Brasil, aunque aún no fue validado em esta población. El objetivo de este trabajo fue evaluar la validez y estructura dimensional de la EOD en una población brasileña. Se realizó un estudio transversal con 1.380 adultos de la ciudad de Salvador, Bahía, Brasil. Se realizó un análisis factorial confirmatorio (AFC), probando un modelo de dos factores: experiencias de discriminación y preocupación por la discriminación. Los resultados de la AFC mostraron parámetros satisfactorios de ajuste, elevadas cargas factoriales y valores adecuados de confiabilidad, confirmando la consistencia interna de la escala. Se identificaron correlaciones residuales, involucrando ítems de ambos factores. La estructura dimensional presentada en este estudio destaca la importancia de utilizar diferentes medidas de discriminación -interpersonales y grupales-, que permitan en estudios futuros profundizar en los efectos del racismo sobre la salud.
Descritores: Preconceito
Vigilância da População/métodos
-Psicometria
Brasil
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Análise Fatorial
Racismo
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-839724
Autor: James, Sherman A.
Título: The strangest of all encounters: racial and ethnic discrimination in US health care / O encontro mais estranho de todos: discriminação étnica e racial no sistema de saúde dos Estados Unidos / El más extraño de todos los encuentros: discriminación racial y étnica en la atención de salud en los Estados Unidos
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00104416, 2017.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: In 2003, a Committee of the Institute of Medicine of the National Academy of Sciences summarized hundreds of studies documenting that US racial minorities, especially African Americans, receive poorer quality health care for a wide variety of conditions than their White counterparts. These racial differences in health care persist after controlling for sociodemographic factors and patients’ ability to pay for care. The Committee concluded that physicians’ unconscious negative stereotypes of African Americans, and perhaps other people of color, likely contribute to these health care disparities. This paper selectively reviews studies published after 2003 on the likely contribution of physicians’ unconscious bias to US health care disparities. All studies used the Implicit Association Test which quantifies the relative speed with which individuals associate positive attributes like “intelligent” with Whites compared to Blacks or Latino/as. In addition to assessing physicians’ unconscious attitudes toward patients, some studies focused on the behavioral and affective dimensions of doctor-patient communication, such as physicians’ “verbal dominance” and whether patients felt respected. Studies reviewed found a “pro-white” unconscious bias in physicians’ attitudes toward and interactions with patients, though some evidence suggests that Black and female physicians may be less prone to such bias. Limited social contact between White physicians and racial/ethnic minorities outside of medical settings, plus severe time pressures physicians often face during encounters with patients who have complex health problems could heighten their susceptibility to unconscious bias.

Resumo: Em 2003, um comitê do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos resumiu centenas de estudos documentando o fato de minorias raciais americanas, e principalmente os afro-americanos, receberem cuidados de saúde piores para uma ampla gama de doenças, em comparação com seus concidadãos brancos. Tais diferenças raciais persistem mesmo depois de ajuste para fatores sociodemográficos e para a capacidade dos pacientes de pagar pela assistência. O comitê concluiu que os estereótipos negativos inconscientes dos médicos contra afro-americanos, e talvez contra outras pessoas de cor, provavelmente contribuem para essas disparidades. O artigo faz uma revisão seletiva de estudos publicados desde 2003 sobre a provável contribuição do preconceito inconsciente dos médicos americanos para as desigualdades nos cuidados de saúde. Todos os estudos usaram o Teste de Associação Implícita, que quantifica a velocidade relativa com que os indivíduos associam atributos positivos como “inteligentes” aos brancos, comparados com os negros ou latinos. Além de avaliar atitudes inconscientes dos médicos em relação aos pacientes, alguns estudos analisaram as dimensões comportamentais e afetivas da comunicação médico-paciente, como a “dominância verbal” dos médicos e o fato dos pacientes se sentirem, ou não, respeitados. Os estudos revisados detectaram um viés inconsciente “pró-branco” nas atitudes e na interação dos médicos com os pacientes, embora algumas evidências sugiram que os médicos negros e as médicas podem ser menos propensos a esse tipo de viés. O contato social limitado entre médicos brancos e minorias étnico-raciais fora do contexto clínico e a premência do tempo com que os médicos lidam muitas vezes durante encontros com pacientes com problemas de saúde complexos podem agravar a susceptibilidade dos médicos ao preconceito inconsciente.

Resumen: En 2003, un comité del Instituto de Medicina de la Academia Nacional de Ciencia de los Estados Unidos resumió cientos de estudios que documentan el hecho de que las minorías raciales estadounidenses, especialmente los afroamericanos, reciben atención de salud peor para una amplia gama de enfermedades, en comparación con sus conciudadanos blancos. Las diferencias raciales en persisten incluso después del ajuste por factores sociodemográficos y la capacidad de los pacientes para pagar la atención. El comité concluyó que los estereotipos negativos inconscientes de los médicos contra los afroamericanos, y tal vez contra otras personas de color, probablemente contribuyen a estas disparidades. El artículo es una revisión selectiva de los estudios publicados desde 2003 sobre la posible contribución de la predisposición inconsciente de los médicos estadounidenses a las desigualdades en la atención sanitaria. Todos los estudios utilizaron el Test de Asociación Implícita, que cuantifica la velocidad relativa con la que los individuos asocian atributos positivos, como “inteligente”, a los blancos en comparación con los negros o latinos. Además de evaluar las actitudes inconscientes de los médicos hacia los pacientes, algunos estudios se centraron en las dimensiones conductuales y afectivas de la comunicación médico-paciente, como la “dominación verbal” de los médicos y si los pacientes se sentían respetados. Los estudios revisados encontraron un sesgo inconsciente “pro-blanco” en las actitudes e interacciones de los médicos con los pacientes, aunque algunas evidencias sugieren que los médicos negros y las mujeres pueden ser menos propensos a este sesgo. Un contacto social limitado entre los médicos blancos y las minorías raciales/étnicas fuera de los ambientes médicos, más las presiones de tiempo severas a las que suelen enfrentarse los médicos durante encuentros con pacientes que tienen complejos problemas de salud, podrían aumentar su susceptibilidad al sesgo inconsciente.
Descritores: Relações Médico-Paciente
Equidade em Saúde
Disparidades em Assistência à Saúde/etnologia
Racismo
-Estados Unidos
Afro-Americanos
Atitude do Pessoal de Saúde
Grupos Étnicos
Hispano-Americanos
Grupos de Populações Continentais
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Chor, Dóra
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Id: biblio-839722
Autor: Chor, Dóra; Stern, Alexandra Minna; Santos, Ricardo Ventura.
Título: Raça, saúde e discriminação: perspectivas históricas e contemporâneas no Brasil e Estados Unidos / Race, health, and discrimination: historical and contemporary perspectives from Brazil and the United States / Raza, salud y discriminación: perspectivas históricas y contemporáneas en Brasil y Estados Unidos
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00044817, 2017.
Idioma: pt.
Descritores: Saúde Pública
Equidade em Saúde
Grupos de Populações Continentais
-Justiça Social
Estados Unidos
Brasil
Congressos como Assunto
Racismo
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1337842
Autor: Rosa, Maria Fernanda Prado; Silva, William Nicoleti Turazza da; Faria, Carolina Pio Gomes; Rende, Vinícius Ferreira; Oliveira, Stefan Vilges de; Raimondi, Gustavo Antonio.
Título: nequity in access to health and racism: epidemiological analysis during the COVID-19 pandemic / Desigualdad en el acceso a la salud y racismo: análisis epidemiológico durante la pandemia de COVID-19 / Iniquidades no acesso à saúde e racismo: análise epidemiológica durante a pandemia de COVID-19
Fonte: J. Health NPEPS;6(2):1-15, dez. 2021.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective:to analyze the epidemiological data of Severe Acute Respiratory Syndrome (SARS), and the access to health of black people in Brazil during the pandemic, comparing them with previous years. Method:epidemiological, descriptive, and quantitative study of SARS cases in black patients, reported in the information system on epidemiological surveillance of influenzaof the Ministry of Health, between 2017 and 2020. Results:it was observed that, in 2020, there was an increase in the prevalence of SARS cases in blacks, in addition to a significant increase in lethality when compared to the general population. Furthermore, it was found that mortality was significantly higher in individuals with SARS who required ventilatory support. Conclusion:skin color is a determinant of several social and health vulnerabilities in Brazil and worldwide, having a direct impact on theincreased morbidity and mortality of the black population during the pandemic.

RESUMEN Objetivo:analizar los datos epidemiológicos del Síndrome Respiratorio Agudo Severo (SRAS) y el acceso a la salud de los negros en Brasil durante la pandemia, comparándolos con años anteriores. Método:estudio epidemiológico, descriptivo y cuantitativo de casos de SRAS en pacientes de raza negra, reportados en el sistema de información de vigilancia epidemiológica de Influenza del Ministerio de Salud, entre 2017 y 2020. Resultados:se observó que, en En 2020, hubo un aumento en la prevalencia de casos de SARS en negros, además de un aumento significativo en la letalidad en comparación con la población general. Además, se encontró que la mortalidad fue significativamente mayor en las personas con SARS que requirieron soporte ventilatorio. Conclusión:color de la piel es un determinante de varias vulnerabilidades sociales y de salud en Brasil y en todo el mundo, teniendo un impacto directo en el aumento de la morbilidad y mortalidad de la población negra durante la pandemia.

RESUMO Objetivo: analisar os dados epidemiológicos da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e o acesso à saúde de pessoas negras no Brasil durante a pandemia, comparando-os com os anos anteriores.Método: estudo epidemiológico, descritivo e quantitativo de casos de SRAG em pacientes negros, notificados no sistema de informação em vigilância epidemiológica da influenza do Ministério da Saúde, entre 2017 e 2020. Resultados: observou-se que, em 2020, houve um aumento da prevalência dos casos de SRAG em negros, além de um aumento significativo da letalidade quando comparada à população em geral. Além disso, verificou-se que a mortalidade foi significativamente maior em indivíduos com SRAG que necessitaram de suporte ventilatório. Conclusão: a cor da pele é um determinante de diversas vulnerabilidades sociais e de saúde no Brasil e no mundo, tendo impacto direto no aumento da morbimortalidade da população negra durante a pandemia.
Descritores: Infecções por Coronavirus
Síndrome Respiratória Aguda Grave
Determinantes Sociais da Saúde
-Disparidades em Assistência à Saúde
Racismo
Responsável: BR1972.9 - DE - Departamento de Enfermagem


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-417175 LILACS-Express
Autor: Moutinho, Laura.
Título: Apresentação - "Raça", sexualidade e saúde: discutindo fronteiras e perspectivas / Presentation - "Race", sexuality and health: discussing borders and perspectives
Fonte: Physis (Rio J.);14(2):191-196, 2004.
Idioma: pt.
Descritores: Política Pública
Sexualidade
Racismo
Limites: Humanos
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1056968 LILACS-Express
Autor: Candido, Laise Cordeiro; Finkler, Mirelle; Bastos, João Luiz; Freitas, Sérgio Fernando Torres de.
Título: Conflitos com o paciente, cor/raça e concepções de estudantes de Odontologia: uma análise com graduandos no Sul do Brasil / Conflicts with the patient, race and conceptions held by Dental students: The case of undergraduates from Southern Brazil
Fonte: Physis (Rio J.);29(4):e290410, 2019. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Os processos sócio-históricos ocorridos no Brasil resultaram em desigualdades de saúde entre diferentes grupos étnico-raciais. A fim de investigar tais desigualdades na Odontologia, este estudo buscou avaliar se concepções de seus graduandos variam em função da cor/raça de um paciente, quando confrontados com a discordância dele e a necessidade de identificar fatores responsáveis pelo insucesso do tratamento. Os dados foram coletados com um questionário autopreenchível, respondido por 166 alunos matriculados em um curso de Odontologia no Sul do Brasil. Apresentou-se um caso clínico hipotético aos estudantes em dois momentos distintos: no primeiro, o paciente foi caracterizado com a cor negra; no segundo, branca. Os casos demandavam tratamento de um problema dental idêntico, após o qual foram aplicadas perguntas abertas, cujas respostas foram examinadas por meio da Análise de Conteúdo Temática. Os resultados sugerem um comportamento menos respeitoso e menos autonomia dada ao paciente negro em relação ao branco. Os pacientes negros também foram mais responsabilizados por falhas no tratamento, quando comparados a seus pares brancos. Com base nesses resultados, sugerimos que a formação dos profissionais de saúde se concentre no tema das desigualdades raciais, para melhor equipá-los para a construção de uma sociedade menos desigual.

Abstract The socio-historical processes that occurred in Brazil resulted in health inequalities between different ethnic and racial groups. This study aimed to assess whether the conceptions held by Dental students vary according to the patient's race, when a hypothetic patient disagrees with the proposed treatment, as well as when the treatment fails. Data were collected with a self-completed questionnaire, which was administered to 166 undergraduate students living in Southern Brazil. The questionnaire was presented with a hypothetical clinical scenario on two different occasions; in the first one, the patient was black and, in the second one, white. On both occasions, the case asked about treatment decisions of a similarly affected tooth, after which the respondent had to answer some open-ended items. The answers were analyzed with Thematic Content Analysis. Results suggest a less respectful behavior towards and less autonomy given to the black patient, as compared with the white one. Black patients were also more responsible for treatment failures as compared to their white peers. Based on these results, we suggest that the training of health professionals should focus on the issue of racial inequalities, to better equip them to build a less unequal society.
Descritores: Estudantes de Odontologia
Grupos Étnicos
Temas Bioéticos
Serviços de Saúde Bucal
Disparidades nos Níveis de Saúde
Racismo
-Relações Médico-Paciente/ética
Brasil
Atenção à Saúde
Educação em Odontologia/ética
Etnocentrismo
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1254580
Autor: Leiroz, Flavia Pinto; D'Abreu, Patrícia Cardoso.
Título: Feminismos como pontos de partilha: comunicação e saúde contra os silêncios / Feminisms as sharing points: comunication and health against silences / Feminismos como puntos de intercambio: comunicación y salud frente al silencio
Fonte: RECIIS (Online);15(2):289-293, abr.-jun. 2021.
Idioma: pt.
Descritores: Saúde da Mulher
Comunicação
Feminismo
Estudos de Gênero
-Doenças Sexualmente Transmissíveis
Saúde Mental
Racismo
COVID-19
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública


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Id: biblio-1290224
Autor: Tempesta, Giovana Acacia.
Título: Reproductive injustice: racism, pregnancy, and premature birth / Reproductive injustice: racism, pregnancy, and premature birth
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(37):e21400, 2021.
Idioma: pt.
Descritores: Resenhas de Livros como Assunto
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Nascimento Prematuro
Racismo
Iniquidade Étnica
Trabalho de Parto Prematuro
-Estados Unidos
Atitude do Pessoal de Saúde
Disparidades nos Níveis de Saúde
Distribuição por Etnia
Obstetrícia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1286366
Autor: Busnello, Grasiele Fatima; Trindade, Letícia de Lima; Pai, Daiane Dal; Beck, Carmem Lúcia Colomé; Ribeiro, Olga Maria Pimenta Lopes.
Título: Tipos de violência no trabalho da enfermagem na Estratégia Saúde da Família / Tipos de violencia en el trabajo de enfermería en la Estrategia de Salud Familiar / Types of workplace violence in nursing in the Family Health Strategy
Fonte: Esc. Anna Nery Rev. Enferm;25(4):e20200427, 2021. tab.
Idioma: pt.
Projeto: CAPES.
Resumo: Resumo Objetivo analisar a ocorrência dos diferentes tipos de violência no trabalho da Enfermagem na Estratégia Saúde da Família e as implicações dos aspectos laborais e do trabalhador. Método estudo misto, explanatório, sequencial, com 169 trabalhadores de Enfermagem da Estratégia Saúde da Família. Como instrumentos de coleta de dados, foram utilizados o Survey Questionnaire Workplace Violence in the Health Sector e a entrevista semiestruturada. Resultados foram encontrados episódios de agressão verbal com melhores médias na avaliação sobre o reconhecimento e os relacionamentos no trabalho e o maior uso de medicamentos. O assédio moral foi associado à cor da pele branca dos participantes, ao cargo de enfermeiro; apresentaram-se avaliações mais negativas acerca do reconhecimento laboral e dos relacionamentos interpessoais e uma maior preocupação com a violência. Já o assédio sexual relacionou-se ao cargo de técnico/auxiliar de Enfermagem e pela ausência de estímulo para os relatos de violência. A discriminação racial foi associada à cor da pele parda/negra e à redução da satisfação laboral. Conclusão e implicações para a prática a análise dos fatores que se associam aos tipos específicos de violência permite melhor determinar medidas e políticas institucionais que minimizem os atos violentos contra os trabalhadores de Enfermagem.

Resumen Objetivo analizar la ocurrencia de los diferentes tipos de violencia en el trabajo de enfermería en la Estrategia Salud de la Familia y las implicaciones de los aspectos laborales y trabajador. Método estudio explicativo secuencial mixto con 169 trabajadores de enfermería de la Estrategia Salud de la Familia. Como instrumentos de recolección de datos se utilizó Cuestionario de Encuesta de Violencia Laboral en el Sector Salud e la entrevista semiestructurada. Resultados se encontraron episodios de agresión verbal con mejores promedios en la evaluación del reconocimiento y las relaciones en el trabajo y mayor uso de medicamentos. El acoso moral se asoció con el color de piel blanco de los participantes, como enfermeras, presentaron valoraciones más negativas sobre el reconocimiento laboral y las relaciones interpersonales y mayor preocupación por la violencia. El acoso sexual, por su parte, se relacionó con el puesto de técnico / auxiliar de enfermería y la falta de estímulo para denuncias de violencia. La discriminación racial se asoció con el color de piel marrón / negro y una menor satisfacción laboral. Conclusión e implicaciones para la práctica el análisis de los factores que se asocian a tipos específicos de violencia permite determinar mejor las medidas y políticas institucionales que minimicen actos violentos contra trabajadores de enfermería.

Abstract Objective to analyze the occurrence of different types of violence in the work of Nursing in the Family Health Strategy and the implications of the labor and worker aspects. Method a mixed, explanatory, sequential study, with 169 nursing workers of the Family Health Strategy. As instruments of data collection, the Survey Questionnaire Workplace Violence in the Health Sector and the semi-structured interview were used. Results episodes of verbal aggression with better averages were found in the assessment of recognition and relationships at work and the highest use of medication. Workplace bullying was associated with the participants' white skin color, the position of nurse, more negative evaluations about work recognition and interpersonal relationships, and a greater concern with violence. Sexual harassment was associated with the position of nursing technician/auxiliary and the lack of encouragement to report violence. Racial discrimination was associated with brown/black skin color and reduced job satisfaction. Conclusion and implications for practice the analysis of the factors that are associated with specific types of violence makes it possible to better determine institutional measures and policies that minimize violent acts against nursing workers.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Saúde do Trabalhador
Enfermagem
Estratégia Saúde da Família
Violência no Trabalho/estatística & dados numéricos
-Assédio Sexual
Agressão
Racismo
Técnicos de Enfermagem
Relações Interpessoais
Satisfação no Emprego
Profissionais de Enfermagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR442.1 - Biblioteca Setorial de Pós-Graduação


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Id: biblio-1282616
Autor: Borret, Rita Helena; Silva, Monique França da; Jatobá, Larissa Rodrigues; Vieira, Renata Carneiro; Oliveira, Denize Ornelas Pereira Salvador de.
Título: "A sua consulta tem cor?" Incorporando o debate racial na Medicina de Família e Comunidade - um relato de experiência / "Is your clinical encounter racially conscious?". Bringing the racial debate into Family Practice - an experience report / "¿Tu consulta tiene color?". Incorporando el debate racial en la Medicina de Familia y comunidad: un informe de experiencia
Fonte: Rev. bras. med. fam. comunidade;15(42):2255, 20200210. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A Atenção Primária à Saúde (APS), a medicina e, em especial a Medicina de Família e Comunidade, sob a perspectiva do mito da democracia racial, contribuem para o racismo institucional na saúde, à medida em que silenciam e invisibilizam as iniquidades em saúde vivenciadas pela população negra brasileira e os impactos do racismo no processo de saúde e adoecimento. Este artigo traz o relato de experiência da construção e aplicação de uma oficina, intitulada "A sua consulta tem cor?", que objetiva promover debate sobre a saúde da população negra entre profissionais de saúde da APS e estudantes de medicina, com o intuito de sensibilização ao tema e promoção de uma prática de cuidado antirracista. Com a construção e aplicação da oficina, foi possível perceber a falta de conhecimento dos participantes sobre como reconhecer e abordar situações de racismo na prática da APS. Como potencialidades, a oficina promoveu sensibilização e reflexão crítica sobre a importância de abordar a temática racial, possibilitou o protagonismo e representatividade de profissionais de saúde e estudantes de medicina negros na facilitação dos grupos, promoveu espaços institucionais para o debate do tema e formou novos facilitadores para estimular a multiplicação da oficina nos mais diversos cenários. Como desafios, a falta de interesse no tema por parte de gestores e instituições torna a abordagem do tema incerta e dependente da vontade e comprometimento de um ou outro indivíduo. Além disso, a oficina aborda múltiplos temas, mas não encerra a necessidade de seguir e aprofundar a discussão sobre os impactos do racismo na saúde da população negra brasileira.

From the assumption of the myth of racial democracy, Primary Health Care, medicine, and especially Family Medicine has contributed to institutional racism in health. Those areas have been silencing racial health inequities. The impacts of racism in the health-illness process of the black population in Brazil have been invisible. This article presents the experience report of the construction and application of a workshop, entitled "Is your clinical encounter racially conscious?". It aims to promote debate on the health of the black population among PHC professionals and medical students, in order to raise awareness on the ethnic/racial-relations and promote anti-racist care practice. With the workshop, it was possible to perceive the lack of knowledge of the participants on how to recognize and address situations of racism in the practice of PHC. As potentialities, the workshop has promoted awareness and critical reflection on the importance of addressing the ethnic/racial-relation aspect, has enabled the protagonism and representativeness of health professionals and black medical students in facilitating groups, has promoted institutional spaces for this theme to be debated, and also has trained new facilitators to stimulate the reproduction of the workshop in the most diverse national scenarios. As challenges, the lack of interest in the theme on the part of managers and institutions makes the approach to the theme uncertain and dependent on the will and commitment of one or the other individual. In addition, the workshop addresses multiple themes, but does not end the need to follow and deepen the discussion on the impacts of racism in the health of the Brazilian black population.

La Atención Primaria de Salud, la medicina y especialmente la Medicina Familiar y Comunitaria, desde la perspectiva del mito de la democracia racial, contribuyen al racismo institucional en salud, pues silencian e invisibilizan las inequidades en salud que vive la población negra y los impactos del racismo en el proceso de salud y enfermedad. Este artículo trae el relato de experiencia de la construcción y aplicación de un taller, titulado "¿Tu consulta tiene color?" cuyo objetivo es promover el debate sobre la salud de la población negra entre los profesionales de la salud de la APS y los estudiantes de medicina, con el objetivo de concienciar sobre el tema y promover una práctica asistencial antirracista. Con la construcción y aplicación del taller, se fue posible percibir el desconocimiento de los participantes sobre cómo reconocer y abordar situaciones de racismo en la práctica de la APS. Como potencialidades, el taller promovió la conciencia y la reflexión crítica sobre la importancia de abordar la temática racial, posibilitó el protagonismo y representación de profesionales de la salud y estudiantes de medicina negros en grupos facilitadores, promovió espacios institucionales para el debate del tema y capacitó a nuevos facilitadores estimular la multiplicación del taller en los más diversos escenarios. Como desafíos, el desinterés por el tema por parte de los gerentes e instituciones hace que el abordaje del tema sea incierto y dependiente de la voluntad y compromiso de uno u otro indivíduo. Además, el taller aborda múltiples temas, pero no termina con la necesidad de seguir y profundizar la discusión sobre los impactos del racismo en la salud de la población negra brasileña.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Medicina de Família e Comunidade
Racismo
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM



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