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Id: biblio-846250 LILACS-Express
Autor: Vassallo, Simone Pondé.
Título: Entre vidas objetificadas e vítimas da escravização: a trajetória das ossadas do Cemitério dos Pretos Novos, no Rio de Janeiro / Between objectified lives and victims of slavery: the bones of the Pretos Novos Cemetery, in Rio de Janeiro / Entre vidas objetivadas y victimas de la esclavización: la trayectoria de los huesos del Cementerio Pretos Novos, en Rio de Janeiro
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(25):277-297, jan.-abr. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Nos últimos anos, diversas iniciativas no Brasil e no mundo apontam para um novo enquadramento da escravidão que procura trazer à tona o ponto de vista dos escravizados. Elas são elaboradas em torno de uma nova moralidade que denuncia o processo de vitimização a que foram submetidos. No entanto, a construção dessas novas narrativas é permeada por conflitos e ambiguidades. Partindo de uma etnografia sobre as ossadas do sítio arqueológico Cemitério dos Pretos Novos, tento trazer à tona a multiplicidade de atores e representações que transcendem e ressignificam o processo de vitimização. Com isso, procuro iluminar a complexidade da construção contemporânea da categoria da vítima, em particular as vítimas da escravização no Brasil.

Abstract In recent years, slavery has been redefined in new frames that emphasizes the enslaved’s perspective. This change brings a new morality that denounces the process of victimization of the enslaved. But these narratives are permeated by conflicts and ambiguities. Through an ethnografic research of the bones found in the Pretos Novos Cemetery archeological site, this article analyzes the multiplicity of actors and representantios which transcend and ressignify the victimization process and highlights the complexity of the contemporary category of victim, in particular victims of slavery, in Brasil.

Resumen En los últimos años, varias iniciativas en Brasil y en todo el mundo revelan un nuevo marco de esclavitud que busca llevar a cabo el punto de vista de los esclavizados. Ellas se elaboran en torno a una nueva moral denunciando el proceso de victimización que han sufrido. Sin embargo, la construcción de estos nuevos relatos está impregnada de conflictos y ambigüedades. A partir de una etnografía sobre los restos del sitio arqueológico Cementerio de Pretos Novos, trato de poner de manifiesto la multiplicidad de actores y representaciones que trascienden y re-significar el proceso de victimización. Con eso, trato a la luz de la complejidad de la construcción contemporánea de la categoría de víctima, en particular las víctimas de la esclavitud en Brasil.
Descritores: Brasil
Vítimas de Crime
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Cemitérios
Tráfico de Pessoas
Escravidão
Restos Mortais
Antropologia
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Carrara, Sergio
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Id: biblio-904015 LILACS-Express
Autor: Sívori, Horacio; Giumbelli, Emerson; Rohden, Fabíola; Carrara, Sérgio.
Título: "Fundamentalismos", sexualidade e direitos humanos: interrogando termos, expandindo horizontes / "Fundamentalismos", sexualidad y derechos humanos: interrogando términos, expandiendo horizontes
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(26):171-180, maio-ago. 2017.
Idioma: pt.
Descritores: Trabalho Sexual
Religião
Sexualidade
Feminismo
Aborto
Homofobia
Identidade de Gênero
Antropologia
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-904020 LILACS-Express
Autor: Sanabria, Guillermo Vega.
Título: Ciência, justiça e antropologia no debate sul-africano da AIDS: produção de sensibilidades e regulação moral entre especialistas / Science, justice and anthropology in the south african debate on AIDS: making sensibilities and moral regulation among specialists / Ciencia, justicia y antropología en el debate surafricano del SIDA: producción de sensibilidades y regulación moral entre especialistas
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(26):191-212, maio-ago. 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O texto relata minha experiência enquanto pesquisava o :debate da AIDSd ocorrido na África do Sul na década de 2000. A partir de pesquisa em arquivos, entrevistas e observação participante em ambientes acadêmicos e entre especialistas da AIDS, exploro as críticas de alguns dos meus interlocutores contra o suposto relativismo e a alegada postura dos antropólogos em face da controvérsia. Em meio a constantes apelos para combater o negacionismoc da AIDS, desconfiança e mesmo aberto rechaço ao pensamento antropológico, analiso minha inserção em redes de pesquisadores e ativistas na Cidade do Cabo, à luz do enfrentamento entre "ortodoxos" ou defensores da ciência da AIDSc e negacionistasn ou dissidentesd. A dificuldade habitual da pesquisa etnográfica é atualizada neste caso, mas ele também coloca um novo desafio: como pode o conhecimento antropológico contribuir para uma melhor compreensão de disputas, sobretudo quando, do ponto de vista .nativon, tais disputas parecem insuperáveis ou inexistem?

Abstract This paper describes my doctoral fieldwork while researching the "AIDS debate" in South Africa. From archives, interviews, and participant observation in academic contexts and expert communities, I explore criticisms raised by some interlocutors against the alleged anthropological relativism and what they regard as the unsuitable position of anthropologists into the controversy. Amid pressure to 'combat AIDS denialism', mistrust and even open rejection of the anthropological thought, I also consider my personal situation into the academic and activists networks in Cape Town in light of the clash between "orthodox" or supporters of "science of AIDS" and "denialists" or "dissidents". The usual difficulty of the ethnographic research is updated in this case, but it also brings up a new challenge: how anthropological knowledge can contribute to a better understanding of disputes and promote agreements especially when from native's viewpoint such disputes seem nonexistent or insurmountable?

Resumen Este texto relata mi experiencia mientras investigaba el "debate del SIDA" ocurrido en Sudáfrica en la década de 2000. A partir del trabajo en archivos históricos, entrevistas y observación participante en ambientes académicos y entre especialistas del SIDA, exploro las críticas de algunos de mis interlocutores contra el supuesto relativismo y la alegada postura de los antropólogos durante la controversia. En medio de constantes llamados para :combatir el negacionismoc del SIDA, desconfianza e incluso un abierto rechazo del pensamiento antropológico, analizo mi participación en redes de investigadores e activistas en Ciudad del Cabo, a la luz del enfrentamiento entre ortodoxoso o defensores de la ciencia del SIDAc y negacionistasn o disidentesd. Este caso actualiza la dificultad habitual del trabajo etnográfico, pero también sugiere un nuevo reto: ¿cómo puede el conocimiento antropológico contribuir a una mejor comprensión de disputas, sobre todo cuando, desde el punto de .nativon, tales disputas parecen insuperables o inexistentes?
Descritores: África do Sul
Saúde Pública
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
HIV
Epidemias
Antropologia
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Entrevista
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1015219
Autor: Besio Rollero, Mauricio.
Título: La necesidad de una fundamentación antropológica de la ética médica. Una mirada desde la unidad docente asistencial de bioética de la Facultad de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile / The need for an anthropological foundation of medical ethics. A look from the bioethics teaching unit of the Faculty of Medicine, Pontifical Catholic University of Chile
Fonte: ARS med. (Santiago, En línea);40(1):5-10, 2015.
Idioma: es.
Resumo: Este ensayo entrega la propuesta de la unidad a cargo de la enseñanza de ética de la Facultad de Medicina de la Pontificia Universidad Católica de Chile, sobre la pertinencia de entregar contenidos filosóficos a los alumnos de medicina y carreras afines. Además, busca discutir si la ética médica debe ser fundada en hechos constituyentes del ser humano o si se debe prescindir de ellos. En el artículo se analizan las razones de dicha polémica. Finalmente entrega elementos que permiten concluir la importancia de la filosofía en la adquisición de las competencias deseadas para los alumnos de esta facultad y también la necesidad de fundar la ética médica en una naturaleza humana considerada teleológicamente y más allá de sus componentes materiales.(AU)

This essay presents the proposal of the unit in charge of the of ethic´s teaching at the Faculty of Medicine of the Pontifical Catholic University of Chile, about the relevance of brinding philosophical issues to students in medicine and related fields. It also seeks to discuss whether medical ethics should be founded on facts constituents of human being or whether to do without them. The article analyzes the reasons for the controversy. Finally, provides arguments that permits to conclude the importance of philosophy in acquiring the desired competencies for students in this faculty, and also the need of establishing medical ethics in human nature considered teleologically, beyond its material components.(AU)
Descritores: Ética Médica
Antropologia
-Filosofia
Educação Médica
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: CL10.1 - Biblioteca Biomédica


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-901563
Autor: Del Águila, Álvaro.
Título: Algunas reflexiones en clave antropológica a propósito del artículo Uso y abuso del término percepción de riesgo, de la doctora Silvia Martínez Calvo / Some reflections in anthropological way to the article Use and abuse of the term perception of risk, by Dr. Silvia Martínez Calvo
Fonte: Rev. cuba. salud pública;44(1), 2018.
Idioma: es.
Resumo: El presente artículo de debate se propone dialogar con la perspectiva planteada por la doctora Silvia Martínez Calvo en su artículo titulado Uso y abuso del término percepción del riesgo, que fuera publicado en Revista Cubana de Salud Pública, 2017;43(3). El objetivo principal es el de intentar realizar algunas contribuciones desde la antropología y el estudio del trabajo a debate abierto por la autora referido a la percepción del riesgo y a los modos por los cuales las personas actúan frente a lo que se representan como peligroso (o no). Si bien nuestras reflexiones se nutren del trabajo de campo etnográfico realizado a lo largo de más de quince años en distintos ámbitos laborales (obras en construcción, instituciones hospitalarias, instituciones educativas, distintos ámbitos de producción fabril, entre otros), en el presente artículo, nos limitaremos meramente a plantear algunas líneas de indagación generales que pretenden aportar al debate. En particular, buscaremos profundizar en algo que fuera destacado por la doctora. Martínez Calvo y que refiere al modo en que los distintos grupos sociales se representan los riesgos cotidianos a los que se exponen. En especial, nos interesará reflexionar acerca del modo en que el género y ciertos ideales legitimados de masculinidad intervienen en la configuración de percepciones y actitudes singulares frente al peligro. Finalmente y como señala Martínez Calvo, hay que dejar de culpar a la víctima y empezar a visibilizar la complejidad del problema en toda su expresión(AU)

The present debate article has the purpose of dialoguing on the perspective proposed by Dr. Silvia Martínez Calvo in her article entitled Use and abuse of the term perception of risk, which was published in Revista Cubana de Salud Pública, 2017;43(3). The main objective is to try to make some contributions from anthropology and the study of this work to open a debate by the author regarding the perception of risk and the ways in which people act in front of what is represented as dangerous (or not ). Although our reflections are nourished by the ethnographic fieldwork carried out over more than fifteen years in different fields of work (construction sites, hospital institutions, educational institutions, different areas of factory production, among others), in this article we will merely limit to some general lines of inquiry that are intended to contribute to the debate. Particularly, we will seek to deepen in something that was highlighted by Dr. Martínez Calvo and that refers to the way in which different social groups represent the daily risks to which they are exposed. Specially, we will be interested in reflecting on the way in which gender and certain legitimized ideals of masculinity intervene in the configuration of singular perceptions and attitudes towards danger. Finally, as Martínez Calvo points out, we must stop blaming the victim and begin to see the complexity of the problem in all its expression(AU)
Descritores: Risco
Antropologia
-Argentina
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-689403
Autor: Figueiredo Neto, Manoel Valente.
Título: Identidade e direitos da pessoa com transtorno mental / Identity and rights of people with mental disorder.
Fonte: Curitiba; CRV; 2013. 172 p. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O campo da atenção psicossocial/reforma psiquiátrica no contexto brasileiro consignou avanços significativos nos aspectos legais, assistenciais e paradigmáticos. Recolocou a pessoa com transtorno mental circulando pelas cidades, tendo seus direitos civis assegurados, no contexto dos seus direitos humanos, o que reinaugurou um novo tempo, em que a diversidade humana se reafirma em toda sua vitalidade. Nestes termos, a pessoa com transtorno mental é reinscrita na ordem da humanidade e da cidadania, com ênfase aos seus direitos da personalidade. Ao discutir a identidade da pessoa com transtorno mental, construida de maneira relacional com os profissionais do Direito da Saúde Pública, sinaliza para uma tendência ao congelamento da identidade daquele como criminoso sem recuperação, no cerne de um hospital psiquiátrico, que, na verdade, tem entre sua missão contribuir na recuperação da saúde mental, o que está intimamente vinculado à construção e reconstrução de identidades.
Descritores: Antropologia
Jurisprudência
Saúde Mental
Transtornos Mentais
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR1.1/4037.00. ex.2; BR526.1; 362.2, F475i;


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Id: biblio-979351
Autor: Dias, Diego Madi.
Título: O parentesco transviado, exemplo guna (Panamá) / Perverted kinship, the guna example (Panama) / Parentesco translocado, ejemplo guna (Panamá)
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(29):25-51, mayo-ago. 2018. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo: Com base em uma etnografia realizada entre os Guna (Kuna), população ameríndia que habita a costa atlântica do Panamá, este artigo tem por objetivo refletir sobre parentesco e relacionalidade a partir de sua práxis terminológica. A análise recai sobre os usos do idioma do parentesco por pessoas que afirmam uma subjetividade em desacordo com o gênero atribuído no momento do nascimento (omeggid, categoria local traduzida por "parece mulher"). Considerando as apelações na geração de Ego (G0), especialmente aquelas que remetem à consanguinidade (irmão/sussu; irmã/iolo), o artigo demonstra que a terminologia de parentesco permite conjugar estrutura e estratégia. Chamando alguém por sussu ou iolo, as omeggids produzem para si um lugar de gênero feminino; ao mesmo tempo, em detrimento da troca matrimonial ou aliança, afirmam um "modo de vida" estruturado por relações de amizade.

Abstract: Based on ethnography carried out among the Guna (Kuna), an Amerindian population dwelling in the Atlantic coast of Panama, this article aims to reflect on kinship and relatedness from its terminological praxis. Analysis focuses on the uses of kinship vocabulary by those people who affirm a subjectivity in disagreement with the gender assigned to them at birth (omeggid, local category meaning "woman-like"). Considering the appellations in Ego's generation (G0), especially those referring to consanguinity (brother/sussu; sister/iolo), the article demonstrates that kinship terminology enables to combine structure and strategy. Calling someone by sussu or iolo, the omeggids produce for themselves a feminine gendered position; at the same time, at the expense of matrimonial exchange or alliance, they affirm a "way of life" which is structured by relations of friendship.

Resumen: Con base en una etnografía realizada entre los Guna (Kuna), pueblo amerindio que habita la costa atlántica de Panamá, este artículo tiene por objetivo reflexionar sobre parentesco y relacionalidad a partir de su praxis terminológica. El análisis recae sobre los usos del idioma de parentesco por personas que afirman una subjetividad en desacuerdo con el género atribuido en el momento del nacimiento (omeggid, categoría local traducida por "parece mujer"). Considerando las apelaciones en la generación de Ego (G0), especialmente aquellas que remiten a la consanguinidad (hermano/sussu; hermana/iolo). El artículo demuestra que la terminología de parentesco permite conjugar estructura y estrategia. Llamando a alguien por sussu o iolo, las omeggids producen para si un lugar de género femenino; al mismo tiempo, a expensas del intercambio de matrimonio o alianza, afirman un "modo de vida" estructurado por relaciones de amistad.
Descritores: Panamá
Família
Amigos
Relações Familiares
Pessoas Transgênero
Identidade de Gênero
Linguagem
Antropologia
Limites: Seres Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: lil-218020
Autor: Menéndez, Eduardo L(edt).
Título: Antropología del alcoholismo en México: los límites culturales de la economia política (1930-1979) / The anthropology of alcoholism in Mexico: The cultural limits of the politic economy (1930-1979).
Fonte: México; CIESAS; 1991. 398 p. (Ediciones de la Casa Chata, 36).
Idioma: es.
Descritores: Alcoolismo
Antropologia
-Economia
México
Política
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR1.1/2444.00; BR526.1; 616.861097253, M542a


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Boarini, Maria Lúcia
Id: lil-360954
Autor: Boarini, Maria Lúcia(org).
Título: Higiene e raça como projetos: higienismo e eugenismo no Brasil / Hygiene and race as projects: hygienism and eugenism in Brazil.
Fonte: Maringá; UEM; 2003. 216 p.
Idioma: pt.
Descritores: Eugenia (Ciência)/história
Saúde Mental/história
-Anormalidades Congênitas
Crianças com Deficiência
Racismo
Antropologia
Brasil
Higiene
Isolamento Social
Preconceito
Temas Bioéticos/história
Limites: Seres Humanos
História do Século XX
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR1.1/3768.00; BR26.1; 613/614 B633h; BR85.1; HQ751 B662h e.1


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Id: lil-135727
Autor: Meeroff, Marcos.
Título: Medicina antropologica / Anthropological medicine.
Fonte: Santa Fe; Asociacion Medica Argentina; 1992. 320 p.
Idioma: es.
Descritores: Medicina
Antropologia
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR1.1/2342.00; BR66.1



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