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Id: lil-779999
Autor: Park, Marcelo; Mendes, Pedro Vitale; Costa, Eduardo Leite Vieira; Barbosa, Edzangela Vasconcelos Santos; Hirota, Adriana Sayuri; Azevedo, Luciano Cesar Pontes.
Título: Fatores associados à regulação da pressão parcial de oxigênio e da pressão parcial de gás carbônico durante suporte respiratório com oxigenação por membrana extracorpórea: dados de um modelo em suínos / Factors associated with blood oxygen partial pressure and carbon dioxide partial pressure regulation during respiratory extracorporeal membrane oxygenation support: data from a swine model
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;28(1):11-18, jan.-mar. 2016. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO Objetivo: Explorar os fatores associados aos níveis sanguíneos da pressão parcial de oxigênio e da pressão parcial de gás carbônico. Métodos: Os fatores associados com a regulação do oxigênio e de gás carbônico foram investigados em um modelo com porcos em apneia com suporte de oxigenação por membrana extracorpórea venovenosa. Foi testada uma sequência predefinida de fluxos de sangue e gás. Resultados: A oxigenação associou-se principalmente com o fluxo da oxigenação por membrana extracorpórea (coeficiente beta = 0,036mmHg/mL/minuto), débito cardíaco (coeficiente beta = -11,970mmHg/L/minuto) e shunt pulmonar (coeficiente beta = -0,232mmHg/%). As mensurações iniciais da pressão parcial de oxigênio e da pressão parcial de gás carbônico também se associaram com oxigenação, com coeficientes beta de 0,160 e 0,442mmHg/mmHg, respectivamente. A pressão parcial de gás carbônico se associou com débito cardíaco (coeficiente beta = 3,578mmHg/L/minuto), fluxo de gás (coeficiente beta = -2,635mmHg/L/minuto), temperatura (coeficiente beta = 4,514mmHg/°C), pH inicial (coeficiente beta = -66,065mmHg/0,01 unidade) e hemoglobina (coeficiente beta = 6,635mmHg/g/dL). Conclusão: Elevações nos fluxos de sangue de gás em um modelo de oxigenação por membrana extracorpórea venovenosa durante apneia resultaram em aumento da pressão parcial de oxigênio e redução da pressão parcial de gás carbônico, respectivamente. Ainda, sem a possibilidade de uma inferência causal, a pressão parcial de oxigênio associou-se negativamente com o shunt pulmonar e o débito cardíaco, e a pressão parcial de gás carbônico teve associação positiva com o débito cardíaco, temperatura central e hemoglobina inicial.

ABSTRACT Objective: The aim of this study was to explore the factors associated with blood oxygen partial pressure and carbon dioxide partial pressure. Methods: The factors associated with oxygen - and carbon dioxide regulation were investigated in an apneic pig model under veno-venous extracorporeal membrane oxygenation support. A predefined sequence of blood and sweep flows was tested. Results: Oxygenation was mainly associated with extracorporeal membrane oxygenation blood flow (beta coefficient = 0.036mmHg/mL/min), cardiac output (beta coefficient = -11.970mmHg/L/min) and pulmonary shunting (beta coefficient = -0.232mmHg/%). Furthermore, the initial oxygen partial pressure and carbon dioxide partial pressure measurements were also associated with oxygenation, with beta coefficients of 0.160 and 0.442mmHg/mmHg, respectively. Carbon dioxide partial pressure was associated with cardiac output (beta coefficient = 3.578mmHg/L/min), sweep gas flow (beta coefficient = -2.635mmHg/L/min), temperature (beta coefficient = 4.514mmHg/ºC), initial pH (beta coefficient = -66.065mmHg/0.01 unit) and hemoglobin (beta coefficient = 6.635mmHg/g/dL). Conclusion: In conclusion, elevations in blood and sweep gas flows in an apneic veno-venous extracorporeal membrane oxygenation model resulted in an increase in oxygen partial pressure and a reduction in carbon dioxide partial pressure 2, respectively. Furthermore, without the possibility of causal inference, oxygen partial pressure was negatively associated with pulmonary shunting and cardiac output, and carbon dioxide partial pressure was positively associated with cardiac output, core temperature and initial hemoglobin.
Descritores: Oxigênio/metabolismo
Dióxido de Carbono/metabolismo
Débito Cardíaco/fisiologia
Oxigenação por Membrana Extracorpórea/métodos
-Pressão Parcial
Suínos
Gasometria
Temperatura Corporal/fisiologia
Hemoglobinas/metabolismo
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-844285
Autor: Matos, Adriano Medina; Oliveira, Rodrigo Ribeiro de; Lippi, Mauro Martins; Takatani, Rodrigo Ryoji; Oliveira Filho, Wilson de.
Título: Uso da ventilação não invasiva em síndrome do desconforto respiratório agudo grave por inalação acidental de cloro: um relato de caso / Use of noninvasive ventilation in severe acute respiratory distress syndrome due to accidental chlorine inhalation: a case report
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;29(1):105-110, jan.-mar. 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO A síndrome do desconforto respiratório agudo é caracterizada por lesão pulmonar inflamatória difusa, classificada em leve, moderada e grave. Clinicamente observam-se hipoxemia, opacidades bilaterais na imagem pulmonar e diminuição da complacência pulmonar. A sepse está entre as causas mais prevalentes (30 - 50%). Dentre as causas diretas de síndrome do desconforto respiratório agudo, a inalação de cloro é uma causa incomum, gerando, na maior parte dos casos, irritação de mucosas e vias aéreas. Apresentamos um caso de síndrome do desconforto respiratório agudo grave após inalação acidental de cloro em piscina, sendo utilizada ventilação não invasiva como tratamento com boa resposta neste caso. Classificamos como síndrome do desconforto respiratório agudo grave baseado na relação pressão parcial de oxigênio/fração inspirada de oxigênio < 100, embora a classificação de Berlin seja limitada em considerar pacientes com hipoxemia grave manejados exclusivamente com ventilação não invasiva. A taxa de falha da ventilação não invasiva nos casos de síndrome do desconforto respiratório agudo está em torno de 52%, estando associada à maior mortalidade. As possíveis complicações do uso da ventilação mecânica não invasiva com pressão positiva na síndrome do desconforto respiratório agudo seriam o atraso para a intubação orotraqueal sendo a mesma realizada em uma condição clínica pior e um alto nível de pressões de suporte, somados a esforços inspiratórios profundos, gerando elevados volumes correntes e pressões transpulmonares excessivas, que contribuem para injúria pulmonar associada à ventilação. Apesar disto, alguns estudos mostraram diminuição nas taxas de intubação orotraqueal em pacientes com síndrome do desconforto respiratório Agudo com baixos escores de gravidade, estabilidade hemodinâmica e ausência de outras disfunções orgânicas.

ABSTRACT Acute respiratory distress syndrome is characterized by diffuse inflammatory lung injury and is classified as mild, moderate, and severe. Clinically, hypoxemia, bilateral opacities in lung images, and decreased pulmonary compliance are observed. Sepsis is one of the most prevalent causes of this condition (30 - 50%). Among the direct causes of acute respiratory distress syndrome, chlorine inhalation is an uncommon cause, generating mucosal and airway irritation in most cases. We present a case of severe acute respiratory distress syndrome after accidental inhalation of chlorine in a swimming pool, with noninvasive ventilation used as a treatment with good response in this case. We classified severe acute respiratory distress syndrome based on an oxygen partial pressure/oxygen inspired fraction ratio <100, although the Berlin classification is limited in considering patients with severe hypoxemia managed exclusively with noninvasive ventilation. The failure rate of noninvasive ventilation in cases of acute respiratory distress syndrome is approximately 52% and is associated with higher mortality. The possible complications of using noninvasive positive-pressure mechanical ventilation in cases of acute respiratory distress syndrome include delays in orotracheal intubation, which is performed in cases of poor clinical condition and with high support pressure levels, and deep inspiratory efforts, generating high tidal volumes and excessive transpulmonary pressures, which contribute to ventilation-related lung injury. Despite these complications, some studies have shown a decrease in the rates of orotracheal intubation in patients with acute respiratory distress syndrome with low severity scores, hemodynamic stability, and the absence of other organ dysfunctions.
Descritores: Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/terapia
Cloro/envenenamento
Respiração com Pressão Positiva/métodos
Ventilação não Invasiva/métodos
-Oxigênio
Pressão Parcial
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/induzido quimicamente
Índice de Gravidade de Doença
Volume de Ventilação Pulmonar
Resultado do Tratamento
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1003625
Autor: Carneiro, Bárbara Vieira; Garcia, Guilherme Henrique; Isensee, Larissa Padrão; Besen, Bruno Adler Maccagnan Pinheiro.
Título: Otimização de condições para teste de apneia em paciente hipoxêmico com morte encefálica / Optimization of conditions for apnea testing in a hypoxemic brain dead patient
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;31(1):106-110, jan.-mar. 2019. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO Relatamos o caso de um paciente que evoluiu com suspeita de morte encefálica associada à atelectasia e à hipoxemia moderada a grave, apesar de instituídos ventilação protetora, sistema de aspiração traqueal fechado, pressão positiva ao final da expiração moderada e manobra de recrutamento. Diante da não obtenção de pressão parcial de oxigênio adequada para o teste de apneia, optamos por pronar o paciente, utilizar pressão positiva expiratória final mais elevada, realizar nova manobra de recrutamento e ventilar com volume corrente mais elevado (8mL/kg), sem ultrapassar pressão de platô de 30cmH2O. O teste de apneia foi realizado em posição prona, com válvula de pressão positiva contínua nas vias aéreas acoplada em tubo T. O atraso no diagnóstico foi de 10 horas; a doação de órgãos não foi possível devido à parada circulatória. Este relato demonstra as dificuldades para obtenção de níveis de pressão parcial de oxigênio mais altos para a realização do teste de apneia. Os atrasos que isso pode acarretar ao diagnóstico de morte encefálica e ao processo de doação de órgãos são discutidos, além de potenciais estratégias de otimização da pressão parcial de oxigênio para realização do teste, conforme as recomendações atuais.

ABSTRACT We report the case of a patient in whom brain death was suspected and associated with atelectasis and moderate to severe hypoxemia even though the patient was subjected to protective ventilation, a closed tracheal suction system, positive end-expiratory pressure, and recruitment maneuvers. Faced with the failure to obtain an adequate partial pressure of oxygen for the apnea test, we elected to place the patient in a prone position, use higher positive end-expiratory pressure, perform a new recruitment maneuver, and ventilate with a higher tidal volume (8mL/kg) without exceeding the plateau pressure of 30cmH2O. The apnea test was performed with the patient in a prone position, with continuous positive airway pressure coupled with a T-piece. The delay in diagnosis was 10 hours, and organ donation was not possible due to circulatory arrest. This report demonstrates the difficulties in obtaining higher levels of the partial pressure of oxygen for the apnea test. The delays in the diagnosis of brain death and in the organ donation process are discussed, as well as potential strategies to optimize the partial pressure of oxygen to perform the apnea test according to the current recommendations.
Descritores: Apneia/diagnóstico
Atelectasia Pulmonar/complicações
Morte Encefálica/diagnóstico
Hipóxia/complicações
-Oxigênio/sangue
Pressão Parcial
Volume de Ventilação Pulmonar
Decúbito Ventral
Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas
Diagnóstico Tardio
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-780886
Autor: Abdalla, Luis Gustavo; Braga, Karina Andrighetti de Oliveira; Nepomuceno, Natalia Aparecida; Fernandes, Lucas Matos; Samano, Marcos Naoyuki; Pêgo-Fernandes, Paulo Manuel.
Título: Ex vivo lung perfusion in Brazil / A experiência brasileira na perfusão pulmonar ex vivo
Fonte: J. bras. pneumol;42(2):95-98, Mar.-Apr. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Objective: To evaluate the use of ex vivo lung perfusion (EVLP) clinically to prepare donor lungs for transplantation. Methods: A prospective study involving EVLP for the reconditioning of extended-criteria donor lungs, the criteria for which include aspects such as a PaO2/FiO2 ratio < 300 mmHg. Between February of 2013 and February of 2014, the lungs of five donors were submitted to EVLP for up to 4 h each. During EVLP, respiratory mechanics were continuously evaluated. Once every hour during the procedure, samples of the perfusate were collected and the function of the lungs was evaluated. Results: The mean PaO2 of the recovered lungs was 262.9 ± 119.7 mmHg at baseline, compared with 357.0 ± 108.5 mmHg after 3 h of EVLP. The mean oxygenation capacity of the lungs improved slightly over the first 3 h of EVLP-246.1 ± 35.1, 257.9 ± 48.9, and 288.8 ± 120.5 mmHg after 1, 2, and 3 h, respectively-without significant differences among the time points (p = 0.508). The mean static compliance was 63.0 ± 18.7 mmHg, 75.6 ± 25.4 mmHg, and 70.4 ± 28.0 mmHg after 1, 2, and 3 h, respectively, with a significant improvement from hour 1 to hour 2 (p = 0.029) but not from hour 2 to hour 3 (p = 0.059). Pulmonary vascular resistance remained stable during EVLP, with no differences among time points (p = 0.284). Conclusions: Although the lungs evaluated remained under physiological conditions, the EVLP protocol did not effectively improve lung function, thus precluding transplantation.

Objetivo: Avaliar o emprego da técnica de perfusão pulmonar ex vivo (PPEV) clinicamente com a finalidade de transplante. Métodos: Estudo prospectivo envolvendo o recondicionamento de pulmões limítrofes, definidos por critérios específicos, tais como relação PaO2/FiO2 < 300 mmHg, com um sistema de PPEV. Entre fevereiro de 2013 e fevereiro de 2014, os pulmões de cinco doadores foram submetidos à PPEV por até 4 h. Durante a PPEV, a mecânica pulmonar foi avaliada continuamente. Amostras do perfusato foram colhidas a cada hora, assim como foi realizada a avaliação funcional dos órgãos. Resultados: A média de PaO2 dos pulmões captados foi de 262,9 ± 119,7 mmHg, sendo que, ao final da terceira hora de perfusão, essa foi de 357,0 ±108,5 mmHg. A capacidade de oxigenação dos pulmões apresentou discreta melhora durante a PPEV nas primeiras 3 h (246,1 ± 35,1; 257,9 ± 48,9; e 288,8 ± 120,5 mmHg, respectivamente), sem diferenças significativas entre os momentos (p = 0,508). As médias de complacência estática foram de, respectivamente, 63.0 ± 18,7; 75,6 ± 25,4; e 70,4 ± 28,0 mmHg após 1, 2 e 3 h, com melhora significativa entre a hora 1 e 2 (p = 0,029), mas não entre a hora 2 e 3 (p = 0,059). A resistência vascular pulmonar permaneceu estável durante a PPEV, sem diferenças entre os momentos (p = 0,284). Conclusões: Os pulmões avaliados permaneceram em condições fisiológicas de preservação; no entanto, o protocolo não foi efetivo para promover a melhora na função pulmonar, inviabilizando o transplante.
Descritores: Transplante de Pulmão/métodos
Pulmão/irrigação sanguínea
Preservação de Órgãos/métodos
Perfusão/métodos
Doadores de Tecidos
-Análise de Variância
Brasil
Pulmão/patologia
Pulmão/fisiologia
Pressão Parcial
Estudos Prospectivos
Reprodutibilidade dos Testes
Mecânica Respiratória
Estatísticas não Paramétricas
Fatores de Tempo
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-723285
Autor: Park, Marcelo; Mendes, Pedro Vitale; Zampieri, Fernando Godinho; Azevedo, Luciano Cesar Pontes; Costa, Eduardo Leite Vieira; Antoniali, Fernando; Ribeiro, Gustavo Calado de Aguiar; Caneo, Luiz Fernando; Cruz Neto, Luiz Monteiro da; Carvalho, Carlos Roberto Ribeiro; Trindade, Evelinda Marramon.
Autor: Grupo de investigadores ERICC; grupo de ECMO do Hospital Sírio Libanês e do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Título: Efeito econômico do uso da oxigenação extracorpórea para suporte de pacientes adultos com insuficiência respiratória grave no Brasil: uma análise hipotética / The economic effect of extracorporeal membrane oxygenation to support adults with severe respiratory failure in Brazil: a hypothetical analysis
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;26(3):253-262, Jul-Sep/2014. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Analisar o custo-utilidade do uso da oxigenação extracorpórea para pacientes com síndrome da angústia respiratória aguda grave no Brasil. Métodos: Com bancos de dados de estudos previamente publicados, foi construída uma árvore encadeada de decisões. Os custos foram extraídos da média de 3 meses do preço pago pelo Sistema Único de Saúde em 2011. Com 10 milhões de pacientes simulados com desfechos e custos predeterminados, uma análise da relação de incremento de custo e de anos de vida ganhos ajustados pela qualidade (custo-utilidade) foi realizada com sobrevida de 40 e 60% dos pacientes que usaram oxigenação extracorpórea. Resultados: A árvore de decisões resultou em 16 desfechos com técnicas diferentes de suporte à vida. Com a sobrevida de 40/60%, respectivamente, o incremento de custos foi de R$ -301,00/-14,00, com o preço pago de R$ -30.913,00/-1.752,00 por ano de vida ganho ajustado pela qualidade para 6 meses e de R$ -2.386,00/-90,00 por ano de vida ganho ajustado pela qualidade até o fim de vida, quando se analisaram todos os pacientes com síndrome da angústia respiratória aguda grave. Analisando somente os pacientes com hipoxemia grave (relação da pressão parcial de oxigênio no sangue sobre a fração inspirada de oxigênio <100mmHg), o incremento de custos foi de R$ -5.714,00/272,00, com preço por ano de vida ganho ajustado pela qualidade em 6 meses de R$ -9.521,00/293,00, e com o custo de R$ -280,00/7,00 por ano de vida ganho ajustado pela qualidade. Conclusão: A relação de custo-utilidade do uso da oxigenação extracorpórea no Brasil foi potencialmente aceitável neste estudo hipotético. .

Objective: To analyze the cost-utility of using extracorporeal oxygenation for patients with severe acute respiratory distress syndrome in Brazil. Methods: A decision tree was constructed using databases from previously published studies. Costs were taken from the average price paid by the Brazilian Unified Health System (Sistema Único de Saúde; SUS) over three months in 2011. Using the data of 10,000,000 simulated patients with predetermined outcomes and costs, an analysis was performed of the ratio between cost increase and years of life gained, adjusted for quality (cost-utility), with survival rates of 40 and 60% for patients using extracorporeal membrane oxygenation. Results: The decision tree resulted in 16 outcomes with different life support techniques. With survival rates of 40 and 60%, respectively, the increased costs were R$=-301.00/-14.00, with a cost of R$=-30,913.00/-1,752.00 paid per six-month quality-adjusted life-year gained and R$=-2,386.00/-90.00 per quality-adjusted life-year gained until the end of life, when all patients with severe ARDS were analyzed. Analyzing only patients with severe hypoxemia (i.e., a ratio of partial oxygen pressure in the blood to the fraction of inspired oxygen <100mmHg), the increased cost was R$=-5,714.00/272.00, with a cost per six-month quality-adjusted life-year gained of R$=-9,521.00/293.00 and a cost of R$=-280.00/7.00 per quality-adjusted life-year gained. Conclusion: The cost-utility ratio associated with the use of extracorporeal membrane oxygenation in Brazil is potentially acceptable according to this hypothetical study. .
Descritores: Oxigenação por Membrana Extracorpórea/métodos
Oxigênio/sangue
Anos de Vida Ajustados por Qualidade de Vida
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/terapia
-Brasil
Bases de Dados Factuais
Árvores de Decisões
Oxigenação por Membrana Extracorpórea/economia
Pressão Parcial
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/economia
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/fisiopatologia
Índice de Gravidade de Doença
Taxa de Sobrevida
Limites: Adulto
Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Pontes, José Carlos Dorsa Vieira
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Id: lil-555860
Autor: Duarte, João Jackson; Pontes, José Carlos Dorsa Vieira; Gomes, Otoni Moreira; Silva, Guilherme Viotto Rodrigues da; Gardenal, Neimar; Silva, Arino Faria da; Viola, Marcos Douglas Zamboni.
Título: Correlação entre gasometria atrial direita e índice cardíaco no pós-operatório de cirurgia cardíaca / Correlation between right atrial venous blood gasometry and cardiac index in cardiac surgery postoperative period
Fonte: Rev. bras. cir. cardiovasc;25(2):160-165, abr.-jun. 2010. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Determinar a confiabilidade em se correlacionar o índice cardíaco com os dados fornecidos pela gasometria do sangue venoso atrial direito em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, durante o período pós-operatório. MÉTODOS: A partir das amostras de sangue arterial e venoso do átrio direito, colhidas no pós-operatório de cirurgia cardíaca, foram determinados os parâmetros de oxigênio do sangue venoso do átrio direito. Estes parâmetros foram então comparados com o índice cardíaco determinado pela termodiluição. RESULTADOS: Houve boa correlação entre a saturação de oxigênio do sangue venoso do átrio direito (SvO2), diferença artério-venosa do conteúdo de oxigênio do sangue colhido no átrio direito e o índice cardíaco aferido pela termodiluição, com boa sensibilidade e especificidade e alto valor preditivo positivo e negativo. A pressão do sangue do átrio direito (PvO2) apresentou baixa sensibilidade na estimativa de baixo débito cardíaco. CONCLUSÃO: No pós-operatório de cirurgia cardíaca, a SvO2e a diferença artério-venosa do conteúdo de oxigênio (C(av)O2) apresentaram-se como parâmetros confiáveis correlacionados a baixo débito cardíaco. A PvO2 foi pouco sensível no diagnóstico de baixo débito no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

OBJECTIVE: To determine, even during postoperative period, the confiability of the cardiac index correlate with the data data given by a central atrial venous blood gasometry in patients who underwent cardiac surgery. METHODS: From the sample of arterial and venous blood of right atrium gathered in postoperative of cardiac surgery, it was determinated the hemoglobin concentration and the gasometric study through what was observed of the venous oxygen saturation (SvO2) and the partial pressure of oxygen from venous blood gathered in right atrium (PvO2), add to the calculation of artery-venous difference of the oxygen content - radial artery / right atrium (C( a-v )O2). Afterwards, these parameters were compared with the cardiac index determined by thermodilution. RESULTS: There was good correlation between SvO2, C(av)O2 of the venous right atrial blood and cardiac index meansured by termodiluition method, with sensibility and especificity good and high positive predict value and negative predict value. The PvO2 demonstrated poor sensibility in the estimative of low output. CONCLUSION: In cardiac surgery postoperative, the SvO2and the C(a-v)O2 were safe parameters correlated with low cardiac output. The PvO2 demonstrated poor sensibility in the estimative of low output in postoperative cardiac surgery.
Descritores: Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
Hemodinâmica/fisiologia
Oxigênio/sangue
Artéria Radial
-Gasometria
Débito Cardíaco
Baixo Débito Cardíaco/sangue
Cateterismo de Swan-Ganz/métodos
Métodos Epidemiológicos
Átrios do Coração
Pressão Parcial
Período Pós-Operatório
Termodiluição/métodos
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-338583
Autor: Raimondi, Guillermo A.
Título: Intercambio gaseoso en el sindrome de dificultad respiratoria aguda / Gas exchange in acute respiratory distress syndrome
Fonte: Medicina (B.Aires);63(2):157-164, 2003. graf.
Idioma: es.
Resumo: The hypoxemia of acute respiratory distress syndrome (ARDS) depends chiefly upon shunt and ventilation-perfusion (VA/Q) inequality produced by fluid located in the interstitial space, alveolar collapse and flooding. Variables other tham inspired oxygen fraction and the underlying physiological abnormality can influence arterial oxygen partial pressure (PaO2). Changes in cardiac output, hemoglobin concentration, oxygen consumption and alcalosis can cause changes in PaO2 through their influence on mixed venous PO2. Gas exchange (GE) in ARDS may be studied using the inert gas elimination technique (MIGET) which enables to define the distribution of ventilation and perfusion without necessarily altering the FIO2 differentiating shunt from lung units with low VA/Q ratios and dead space from lung units with high VA/Q ratios. Different ventilatory strategies that increase mean airway pressure (positive end-expiratory pressure, high tidal volumes, inverse inspiratory-expiratory ratio, etc) improve PaO2 through increasing lung volume by recruiting new open alveoli and spreading the intra-alveolar fluid over a large surface area. Also prone-position ventilation would result in a marked improvement in GE enhancing dorsal lung ventilation by the effects on the gravitional distribution of pleural pressure and the reduction in the positive pleural pressure that develops in dorsal regions in ARDS. Inhaled nitric oxide (NO) has been shown to increase PaO2 in ARDS patients by inducing vasodilation predominantly in ventilated areas redistributing pulmonary blood flow away from nonventilated toward ventilated areas of the lung thus resulting in a shunt reduction. On the same way inhaled prostaglandins (PGI2 or PGE1) causes selective pulmonary vasodilation improving pulmonary GE. Intravenous almitrine, a selective pulmonary vasoconstrictor, has been shown to increase PaO2 by increasing hypoxic pulmonary vasoconstriction. A synergistic effect was found between inhaled NO and almitrine. In spite of the improval of GE shown by these different techniques on ARDS, no effect was demonstrated on mortality or duration of mechanical ventilation
Descritores: Troca Gasosa Pulmonar
Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto/fisiopatologia
-Doença Aguda
Oxigênio
Pressão Parcial
Respiração Artificial
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-311274
Autor: Borges, Marisa Miziara Jreige; Saraiva, Renato Ângelo.
Título: Seqüência de fluxo de gás fresco para início da anestesia com baixo fluxo: aplicação clínica do estudo teórico de mapleson / Freshogas flow sequence at the start of lowoflow anesthesia: clinical application of mapleson's theoretical study
Fonte: Rev. bras. anestesiol;52(2):146-155, abr. 2002. ilus, tab.
Idioma: pt; en.
Resumo: Justificativa e objetivos ð Em estudo teórico, Mapleson utilizando um modelo farmacocinético multicompartimental, com um homem padrão de 40 anos e 70 kg, demonstrou que, com fluxo de gás fresco (FGF) inicial igual à ventilação pulmonar total, sendo depois reduzido até 1 L.minðû e concentração (Fracional) administrada do anestésico (F adm) igual a 3 CAM, a fracional expirada final, também expressa como alveolar (Fe=Fa), pode atingir 1 CAM em poucos minutos, de acordo com a solubilidade do agente inalado. O objetivo do presente trabalho foi realizar a aplicação clínica deste modelo teórico. Método ð Foram incluídos neste estudo 28 pacientes de ambos os sexos, com idade entre 18 e 55 anos, submetidos à anestesia geral, divididos aleatoriamente em 4 grupos de 7 pacientes de acordo com anestésico utilizado (halotano, isoflurano, sevoflurano e desflurano). A indução foi venosa com propofol, fentanil e vecurônio e a manutenção com o agente inalatório diluído em oxigênio, sob ventilação pulmonar mecânica. Os parâmetros foram os seguintes, de acordo com o agente utilizado: Grupo do halotano: FGF inicial de 5 L.minðû até 4 minutos, seguido por 2,5 L.minðû até 10 minutos e 1,5 L.minðû até 20 minutos, F adm igual a 3 CAM durante os 20 minutos iniciais da anestesia. Grupo do isoflurano: O FGF inicial foi de 5 L.minðû por 1,5 min, seguido por 1,5 L.minðû até 7 minutos e 1 L.minðû até 20 minutos. A F adm foi de 3 CAM até 7 minutos e 2,5 CAM até o vigésimo minuto. Grupo do sevoflurano: O FGF inicial foi de 5 L.minðû por 1 minuto e 1 L.minðû até o vigésimo minuto e a F adm de 3 CAM por 1 minuto, depois 2,5 CAM até 7 minutos e 1,8 CAM até 20 minutos. Grupo do desflurano: O FGF inicial foi de 3,5 L.minðû por 1 minuto e 1 L.minðû até completar os 20 minutos e a F adm de 3 CAM por 1 minuto, seguido de 1,5 CAM até 10 minutos e 1,2 CAM até 20 minutos. Além da monitorização rotineira das variáveis fisiológicas (cardiovasculares e respiratórias) foram medidas FI, e FE' (FA) dos agentes utilizados. Resultados - Grupo do halotano: a FA atingiu 1,15 CAM em 2 minutos e variou de 1,21 a 1,47 CAM até 20 minutos. Grupo do isoflurano: a FA foi de 1,03 CAM em 1 minuto, variando de 1,11 a 1,21 CAM até 20 minutos. Grupo do sevoflurano: a FA de 1,53 CAM foi atingida em 1 minuto, variando de 1,10 a 1,34 CAM até 20 minutos restantes...
Descritores: Anestesia por Inalação/métodos
Anestésicos Inalatórios/administração & dosagem
Halotano
Isoflurano
Modelos Biológicos
Pressão Parcial
Respiração Artificial
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
ARAUJO, SEBASTIAO
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Id: lil-273112
Autor: Falcao, Antonio L. E; Araujo, Sebastiäo; Dragosavac, Desanka; Terzi, Renato G. G; Thiesen, Rosana A. S; Cintra, Eleiane A; Sardinha, Luiz A. C; Capone Neto, Antonio; Dantas Filho, Venancio P.
Título: Hemometabolismo cerebral: variaçoes na fase aguda do coma traumático / Cerebral hemometabolism: variability in the acute phase of traumatic coma
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;58(3B):877-82, Sept. 2000.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: avaliar as interrelaçoes entre as alteraçoes hemometabólicas cerebrais e sistêmicas em pacientes com traumatismo craniencefálico (TCE) grave submetidos a um protocolo terapêutico padronizado. DESENHO: estudo prospectivo, intervencionista em pacientes com coma traumático. LOCAL: uma UTI geral em hospital universitário. PACIENTES E MÉTODOS: vinte e sete pacientes (21M e 6F), idade 14-58 anos, com TCE grave, com três a oito pontos na escala de coma de Glasgow, foram avaliados prospectivamente segundo um protocolo cumulativo padronizado para tratamento da hipertensao intracraniana aguda, o qual incluía medidas rotineiras da pressao intracraniana (PIC) e da extraçao cerebral de oxigênio (ECO2). Foram analisadas as interrelaçoes hemometabólicas envolvendo: pressao arterial média (PAM), PIC, pressao parcial de gás carbônico arterial (PaCO2), ECO2, pressao de perfusao cerebral (PPC) e extraçao sistêmica de oxigênio (ESO2). INTERVENÇOES: apenas as padronizadas no protocolo terapêutico. RESULTADOS: nao houve correlaçao entre a ECO2 e a PPC (r = -0,07; p = 0,41). Houve correlaçao inversa entre a PaCO2 e a ECO2 (r = -0,24; p = 0,005) e direta entre a ESO2 e a ECO2 (r = 0,24; p = 0,01). A mortalidade geral dos pacientes foi de 25,9 por cento (7/27). CONCLUSAO: 1) a PPC nao se correlaciona com a ECO2 em quaisquer níveis de PIC; 2) a ECO2 está estreitamente relacionada aos diferentes níveis de PaCO2 ; e 3) durante a hiperventilaçao otimizada existe um acoplamento entre a ECO2 e a ESO2
Descritores: Sangue/metabolismo
Encéfalo/metabolismo
Coma/metabolismo
Coma/terapia
Traumatismos Craniocerebrais/metabolismo
-Dióxido de Carbono/metabolismo
Coma/terapia
Traumatismos Craniocerebrais/terapia
Hiperventilação
Pressão Intracraniana
Oxigênio/sangue
Pressão Parcial
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adolescente
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-234143
Autor: Vázquez García, Juan Carlos; Arellano Vega, Salomé Lili; Regalado Pineda, Justino; Pérez Padilla, José Rogelio.
Título: Respuesta ventilatoria normal a hipoxia e hipercapnia a una altitud de 2240 metros / Normal ventilatory response to hypoxia and hypercapnia at an altitude of 2240 meters
Fonte: Rev. invest. clín;50(4):323-9, jul.-ago. 1998. ilus, tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo. Describir la respuesta ventilatoria a hipoxia e hipercapnia en residentes de la ciudad de México a 2240 m sobre el nivel del mar. Métodos. Se estudió la respuesta ventilatoria a hipoxia e hipercapnia de 15 sujetos sanos de 26 a 76 años, siguiendo técnicas estándar. Los resultados se analizaron con un modelo de regresión linear donde la variable dependiente fue la ventilación minuto y la variable independiente de SaO2(hipoxia) o la PCO2 (hipercapnia). Resultados. Siete sujetos tuvieron una virtual ausencia de respuesta ventilatoria a la hipoxia. La pendiente de hipoxia para todo el grupo fue de 0.7 ñ 0.6 l/min/por ciento(ñ DE), mientras que para la hipercapnia fue de 3.0 ñ 1.4 l/min/mmHg. Los interceptos fueron de 33 ñ 7 de PCO2 y de 176 ñ 278 de SaO2. Conclusión. Fue frecuente la ausencia de respuesta ventilatoria a la poxia en nuestros casos, mientras que la respuesta a hipercapnia mostró una pendiente similar a la del nivel del mar, pero con un intercepto desplazado a un valor más bajo de PCO2. Los sujetos sanos de la ciudad de México mostraron respuestas típicas de enfermos con hipoxemia crónica o de habitantes de grandes altitudes
Descritores: Altitude
Hipercapnia
Hipóxia
Pressão Parcial
Respiração
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública



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