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Id: biblio-1040328
Autor: Santos, Marisa D; Silva, Cláudio; Oliveira, João; Brandão, Pedro; Sampaio, Mónica; Silva, Ana Cristina; Rocha, Anabela; Matos, Eduarda; Marcos-Pinto, Ricardo.
Título: Extensive colectomy in colorectal cancer and hereditary nonpolyposis colorectal cancer - long-term results / Colectomia extensa em cancro colorretal e cancro colorretal hereditário sem polipose - resultados a longo prazo
Fonte: J. coloproctol. (Rio J., Impr.);39(3):223-230, June-Sept. 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Background: Colorectal cancer survival is better in hereditary nonpolyposis colorectal cancer patients than in sporadic colorectal cancer patients and even for hereditary nonpolyposis colorectal cancer with colorectal cancer is not consensual that extensive colectomy is preferable to partial colectomy. This study analyzes and compares the long-term results of these two groups of patients submitted to curative subtotal colectomy or total colectomy. Methods: Between 2002 and 2018, 68 patients with colorectal cancer without familial adenomatous polyposis were submitted to a total or subtotal colectomy in a single tertiary center. The patients were divided in two groups: hereditary nonpolyposis colorectal cancer patients (with Amsterdam criteria) and sporadic colorectal cancer patients (the others). The presence of Amsterdam criteria for hereditary nonpolyposis colorectal cancer and germline mutation for mismatch repair genes was confirmed by clinical records. Results and survival were analyzed following surgery. Results: We obtained a sporadic colorectal cancer group with 31 patients and a hereditary nonpolyposis colorectal cancer group with 37 patients. The two groups differ in age but not in gender, tumor stage or surgical morbidity. The overall survival and disease-free survival were good in both groups but even better for hereditary nonpolyposis colorectal cancer group with statistical significance when comparing the two groups. Conclusion: Total or subtotal colectomy for colorectal cancer provides a good survival. These surgical procedures should be considered the first option for colorectal cancer in young hereditary non polyposis colorectal cancer patients. In those cases, they provide good long-term results, avoiding the risk of metachronous colorectal cancer and the surveillance is restricted only to the remaining need for rectum.

RESUMO Introdução: A sobrevivência do cancro colorretal é melhor em pacientes com cancro colorretal hereditário não associado a polipose do que em pacientes com cancro colorretal esporádico. Mesmo em casos de cancro colorretal hereditário sem polipose, a preferência pela colectomia total em relação à parcial não é consensual na literatura. Este estudo analisa e compara os resultados a longo prazo destes dois grupos de pacientes submetidos à colectomia curativa subtotal ou total. Métodos: Entre 2002 e 2018, 68 pacientes com cancro colorretal sem polipose adenomatosa familiar foram submetidos a colectomia total ou subtotal em um único centro terciário. Os pacientes foram divididos em dois grupos: aqueles com cancro colorretal hereditário sem polipose (de acordo com os critérios de Amsterdão) e os com cancro colorretal esporádico (os demais). Os critérios de Amsterdão para cancro colorretal hereditário sem polipose e a presença de mutação germinativa para os genes de reparação de ADN foram confirmados por consulta dos registros clínicos. Os resultados e a sobrevivência foram analisados após a cirurgia. Resultados: No presente estudo, 31 pacientes foram incluídos no grupo de cancro colorretal esporádico e 37 no grupo de cancro colorretal hereditário sem polipose. Diferenças significativas foram observadas em relação à idade, mas não ao gênero, estadio do tumor ou morbilidade cirúrgica. A sobrevivência global e a sobrevivência livre de doença foram boas em ambos os grupos, mas os resultados foram ainda melhores no grupo de cancro colorretal hereditário sem polipose, com significado estatístico. Conclusão: A colectomia total ou a colectomia subtotal para o cancro colorretal proporcionam uma boa sobrevivência e devem ser consideradas a primeira opção de tratamento em pacientes jovens com cancro colorretal hereditário sem polipose. Nestes pacientes, uma cirurgia cólica mais extensa permite a obtenção de bons resultados a longo prazo; reduz o risco de cancro colorretal metácrono e restringe a vigilância endoscópica ao reto remanescente.
Descritores: Neoplasias Colorretais/cirurgia
Neoplasias Colorretais Hereditárias sem Polipose
Colectomia
-Colo/patologia
Reparo de Erro de Pareamento de DNA
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Clínico
Responsável: BR545.3 - Biblioteca ICBS


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Id: lil-633714
Autor: Gómez, Laura; Adi, José; Ibarra, Jorge; Roqué, María.
Título: Mutación fundadora en una familia argentina con cáncer colorrectal hereditario / Detection of a founder mutation in an Argentine family with hereditary non polyposis colorectal cancer
Fonte: Medicina (B.Aires);70(1):31-36, feb. 2010. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El cáncer colorrectal hereditario no poliposo (CCHNP) se relaciona con mutaciones en los genes reparadores de ADN (MLH1, MSH2 y MSH6). La mayoría de estas alteraciones son familia-específicas y su detección suele requerir la secuenciación completa de los genes relacionados. Se detectó una mutación puntual (2269-2270insT) en el último codón del gen MLH1 en familias de un área del norte de Italia (Reggio Emilia) y su origen se considera debido a un efecto fundador. En este trabajo presentamos una familia mendocina con CCHNP portadora de la misma mutación, cuyos ancestros eran oriundos de Reggio Emilia. Para la detección de la mutación se diseñó una estrategia basada en PCR y posterior corte enzimático. La mutación fue hallada en tres integrantes de la familia estudiada, dos de los cuales no presentaban sintomatología clínica. Estos pacientes fueron seguidos preventivamente mediante colonoscopias. La metodología utilizada en nuestro laboratorio fue específica y sensible para la detección de una mutación previamente registrada y permitió realizar el diagnóstico genético molecular en el país, evitando el envío de muestras al extranjero. Es de importancia destacar que el diagnóstico genético pre-sintomático de cáncer hereditario, enfocado desde un grupo multidisciplinario de profesionales, permite un mejor seguimiento y apoyo a las familias afectadas.

Hereditary non polyposis colorectal cancer (HNPCC) has been related to mutations in the DNA mismatch repair genes (MLH1, MSH2 y MSH6). Mutation detection analysis requires the complete sequencing of these genes, given the high frequency of family-specific alterations. A point mutation (2269- 2270insT) in the last codon of the MLH1 gene has been detected in families from a northern region of Italy (Reggio Emilia).Given that this alteration was registered only in people from this region, it has been considered a founder mutation. In this work, we present an Argentine HNPCC family whose ancestors were natives from the Reggio Emilia, Italy, and who were carriers for this mutation. In order to detect the genetic alteration, a PCR was developed followed by a restriction enzyme incubation assay. The mutation was detected in 3 family members, two of them without clinical symptoms. The PCR/restriction enzyme methodology has been sensitive and specific for the detection of this mutation. It has allowed the performance of a pre-symptomatic genetic diagnosis in the Argentine HNPCC family, avoiding sending samples abroad. It is worth mentioning that pre-symptomatic diagnosis of hereditary cancers allows enhanced surveillance and support for the affected families when it is performed by a multidisciplinary group.
Descritores: Neoplasias Colorretais Hereditárias sem Polipose/genética
Reparo de Erro de Pareamento de DNA/genética
Efeito Fundador
Mutação Puntual/genética
-Alelos
Proteínas Adaptadoras de Transdução de Sinal/genética
Análise Mutacional de DNA
Proteínas Nucleares/genética
Linhagem
Análise de Sequência de DNA
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-587154
Autor: Espírito Santo, Kleber Simões do.
Título: Estudo imuno-histoquímico de enzimas de correlação dos erros de pareamento do DNA em adenocarcinomas gástricos e suas relações com características clínico-patológicas e prognóstico / Immunohistochemical study of DNA mismatch-repair enzymes in gastric carcinomas and their relation to clinico-pathological features and prognosis.
Fonte: São Paulo; s.n; 2009. [236] p. ilus, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: OBJETIVOS: Caracterizar o perfil de imunoexpressão de MLH1, MSH2, MSH6 e PMS2 em adenocarcinomas gástricos, explorando seu desempenho na identificação de características clínicas e patológicas, bem como sua influência prognóstica isolada e em relação aos demais parâmetros. MÉTODOS: Cento e trinta e três casos de adenocarcinomas gástricos esporádicos localmente avançados (pT2a ou mais) operados no Hospital das Clínicas/FMUSP foram incluídos pela ausência de metástases a distância ao diagnóstico (M0) e caracterizados clínica (idade, sexo e sobrevida) e patologicamente (tamanho, local, tipo de Borrmann, tipo histológico, infiltração vascular, perineural e variáveis de estadiamento locorregional). Amostras de 1,0 mm foram dispostas em micromatrizes teciduais (TMA) para pesquisa imuno-histoquímica das enzimas MLH1, MSH2, MSH6 e PMS2, com detecção por sistema de polímeros curtos conjugados a peroxidase. Casos com resultados negativos ou incertos nas amostras de TMA tiveram repetidas as reações em secções convencionais. A associação entre o estado de expressão dos marcadores com variáveis clínicopatológicas foi avaliada através do teste do qui-quadrado ou exato de Fisher. O impacto dos parâmetros clínico-patológicos e estado de expressão das enzimas na sobrevida foi explorado em modelos uni e multivariados de Cox, com construção de curvas de Kaplan-Meyer. Todas as análises estatísticas foram consideradas significativas ao nível de p<0,05. RESULTADOS: Quarenta e cinco casos (33,6%) exibiram perda de expressão de ao menos uma enzima, sendo frequente a perda de duas (9/45: 20%), três (14/45:31,2%) ou quatro enzimas (7/45:15,5%). Anormalidade mais frequente ocorreu com o MLH1 (26,7%), seguida de MSH6 (23%), PMS2 (21%) e MSH2 (20,8%). Quando avaliadas em conjunto, houve correlação entre o estado de expressão de todos os possíveis pares, com destaque para MLH1/PMS2 (rho=0,467, p<0,001) e MSH2/MSH6 (rho=0,666, p<0,001). Perda de MLH1 associou-se a tipos I/II de Borrmann...

OBJECTIVES: To characterize immunoexpression profile of MLH1, MSH2, MSH6 e PMS2 in gastric adenocarcinomas, exploring its performance to identify distinctive clinico-pathological features, as well as their prognostic implications in univariate and multivariate analyses. METHODS: A hundred and thirty three cases of locally advanced (pT2a or higher) sporadic gastric adenocarcinomas operated on Hospital das Clínicas/FMUSP were included due to absence of distant metastases at diagnosis (M0). Clinical (age, gender and survival) and pathological features (size, local, Borrmann´s type, histological type, vascular and perineural infiltration and locorregional staging parameters) were characterized. One millimeter samples were placed on tissue microarray blocks (TMA) and immunohistochemical detection of MLH1, MSH2, MSH6 and PMS2 performed on obtained sections, with revelation developed by peroxidase conjugated short-polymer based reagents. Negative or equivocal results obtained with TMA samples were repeated on conventional sections. Association between expression status for these markers and clinico-pathological features were evaluated by chisquare or Fisher´s exact test when appropriate. Impact of clinico-pathological features and expression status on disease specific survival were explored by Cox uni and multivariate models, with Kaplan-Meyer curves being fitted to illustrate these. All statistical results were considered significant at p<0,05. RESULTS: Forty five cases (33.6%) showed loss of at least one mismatchrepair enzyme, being frequent loss of two (9/45: 20%), three (14/45:31.2%) or even the four evaluated enzymes (7/45:15.5%). The most frequent abnormality addressed MLH1 (26.7%), followed by MSH6 (23%), PMS2 (21%) and MSH2 (20.8%). When analyses were performed in conjunction, correlation was identified for the expression status of all possible pairs, mainly the functional heterodimers MLH1/PMS2 (rho=0.467, p<0.001) and MSH2/MSH6 (rho=0.666, p<0.001)...
Descritores: Adenocarcinoma/patologia
Reparo de Erro de Pareamento de DNA
Instabilidade de Microssatélites
Prognóstico
Neoplasias Gástricas
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação
BR66.1; W4.DB8, E78es, FM-2, 2009


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Casartelli, C
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Id: lil-541105
Autor: Moura Lima, E; Ferreira Leal, M; Cardoso Smith, M. de A; Rodríguez Burbano, R; Pimentel de Assumpção, P; Bello, M. J; Rey, J. A; Ferreira de Lima, F; Casartelli, C.
Título: DNA mismatch repair gene methylation in gastric cancer in individuals from northern Brazil
Fonte: Biocell;32(3):237-243, Dec. 2008. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: Gastric cancer is one of the most common malignancies. DNA methylation is implicated in DNA mismatch repair genes deficiency. In the present study, we evaluated the methylation status of MLH1, MSH2, MSH6 and PMS2 in 20 diffuse- and 26 intestinal-type gastric cancer samples and 20 normal gastric mucosal of gastric cancer patients from Northern Brazil. We found that none of the nonneoplastic samples showed methylation of any gene promoter and 50% of gastric cancer samples showed at least one methylated gene promoter. Methylation frequencies of MLH1, MSH2, MSH6 and PMS2 promoter were 21.74%, 17.39%, 0% and 28.26% respectively in gastric cancer samples. MLH1 and PMS2 methylation were associated with neoplastic samples compared to nonneoplastic ones. PMS2 methylation was associated with diffuse- and intestinal-type cancer compared with normal controls. Intestinal-type cancer showed significant association with MLH1 methylation. Diffuse-type cancer was significantly associated with MSH2 methylation. Our findings show differential gene methylation in tumoral tissue, which allows us to conclude that methylation is associated with gastric carcinogenesis. Methylation of mismatch repair genes was associated with gastric carcinogenesis and may be a helpful tool for diagnosis, prognosis and therapies. However, MSH6 does not seem to be regulated by methylation in our samples.
Descritores: Metilação de DNA
Neoplasias Gástricas/genética
Reparo de Erro de Pareamento de DNA
Análise de Sequência de DNA
-Brasil
Enzimas Reparadoras do DNA/genética
Regiões Promotoras Genéticas
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: AR40.1 - Biblioteca de la Facultad de Ciencias Médicas de la UNCuyo


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Id: lil-513105
Autor: Silva, Felipe Cavalcanti Carneiro da; Valentin, Mev Dominguez; Ferreira, Fábio de Oliveira; Carraro, Dirce Maria; Rossi, Benedito Mauro.
Título: Mismatch repair genes in Lynch syndrome: a review: [review] / Genes de reparo de DNA na síndrome de Lynch: uma revisão: [revisão]
Fonte: Säo Paulo med. j;127(1):46-51, Jan. 2009. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Lynch syndrome represents 1-7 percent of all cases of colorectal cancer and is an autosomal-dominant inherited cancer predisposition syndrome caused by germline mutations in deoxyribonucleic acid (DNA) mismatch repair genes. Since the discovery of the major human genes with DNA mismatch repair function, mutations in five of them have been correlated with susceptibility to Lynch syndrome: mutS homolog 2 (MSH2); mutL homolog 1 (MLH1); mutS homolog 6 (MSH6); postmeiotic segregation increased 2 (PMS2); and postmeiotic segregation increased 1 (PMS1). It has been proposed that one additional mismatch repair gene, mutL homolog 3 (MLH3), also plays a role in Lynch syndrome predisposition, but the clinical significance of mutations in this gene is less clear. According to the InSiGHT database (International Society for Gastrointestinal Hereditary Tumors), approximately 500 different LS-associated mismatch repair gene mutations are known, primarily involving MLH1 (50 percent) and MSH2 (40 percent), while others account for 10 percent. Much progress has been made in understanding the molecular basis of Lynch Syndrome. Molecular characterization will be the most accurate way of defining Lynch syndrome and will provide predictive information of greater accuracy regarding the risks of colon and extracolonic cancer and enable optimal cancer surveillance regimens.

A síndrome de Lynch representa de 1-7 por cento de todos os casos de câncer colorretal. É uma síndrome de herança autossômica dominante que predispõe ao câncer e é causada por mutações nos genes de reparo de ácido desoxirribonucléico (DNA). Desde a descoberta dos principais genes com função de reparo de DNA, mutações nos genes MSH2, MLH1, MSH6, PMS2 e PMS1 estão relacionadas com a susceptibilidade à síndrome de Lynch. Outro gene, MLH3, tem sido proposto como tendo papel na predisposição à síndrome de Lynch, porém mutações de significância clínica nesse gene não são claras. De acordo com o banco de dados InSiGHT (International Society for Gastrointestinal Hereditary Tumors), aproximadamente 500 diferentes mutações associadas à síndrome de Lynch são conhecidas, envolvendo primeiramente MLH1 (50 por cento), MSH2 (40 por cento) e outros (10 por cento). Grandes progressos têm ocorrido para nosso entendimento das bases moleculares da síndrome de Lynch. A caracterização molecular será a forma mais precisa para definirmos a síndrome de Lynch e irá fornecer informações preditivas mais precisas sobre o risco de câncer colorretal e extra-colônico, além de permitir regimes otimizados de manejo.
Descritores: Neoplasias Colorretais Hereditárias sem Polipose/genética
Reparo de Erro de Pareamento de DNA/genética
-Mutação em Linhagem Germinativa/genética
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-483405
Autor: Vaccaro, Carlos A1Sección de Coloproctología; Carrozzo, Jorge E1Sección de Coloproctología; Mocetti, Esteban; Berho, Mariana; Valdemoros, Paula; Mullen, Eduardo; Oviedo, Myriam; Redal, Maria A.
Título: Expresion inmunohistoquimica e inestabilidad microsatelital en el sindrome de lynch / Immunohistochemical expression and microsatellite instability in Lynch syndrome
Fonte: Medicina (B.Aires);67(3):274-278, 2007. tab.
Idioma: es.
Resumo: Las mutaciones de los genes MLH1 y MSH2 son frecuentemente implicadas en el síndrome de Lynch. La expresión inmunohistoquímica (IHQ) es una forma simple de selección para pruebas moleculares. Se analizó la IHQ de MLH1 y MSH2 en pacientes con síndrome de Lynch (16 casos) y pacientes menores de 50 años sin antecedentes familiares (25 casos). Se estudiaron 41 tumores de un grupo de pacientes (64% mujeres) de edad promedio 40.7 años (rango: 16-75). Se obtuvieron resultados concluyentes en 40 casos (97.6%). Dieciocho casos (45%) presentaron falta de expresión (MLH1 negativa: 11 casos; MSH2 negativa: 6 casos; MLH1 negativa y MSH2 negativa: 1 caso), con una incidencia significativamente mayor en pacientes con síndrome de Lynch (68.7% vs. 28%, p=0.01). Entre los casos esporádicos, 5 casos (20%) mostraron falta de expresión MLH1 y 2 casos (8%) con falta de expresión MSH2. La falta de expresión IHQ presentó una fuerte asociación con inestabilidad microsatelital alta (IMS): expresión normal: 5.9%, expresión negativa: 92.3%, P<0.0001. Los índices de sensibilidad y especificidad de la IHQ para detectar IMS fueron de 92.3% y 94.1% respectivamente. Los patrones de IHQ y de IMS no se relacionaron a ninguna característica histopatológica. En conclusión, el análisis inmunohistoquímico de las proteínas MLH1 y MSH2 fue altamente sensible y específico para detectar IMS y permitió identificar en un 45% de los casos la proteína alterada. El índice de falta de expresión IHQ entre los casos esporádicos diagnosticados antes de los 50 años justifica su implementación sistemática en este grupo de pacientes.

Mutation of the mismatch repair genes MLH1 and MSH2 account for the majority of the genetic abnormalities in Lynch syndrome. Immunohistochemical detection of their protein products is becoming an increasingly common method to detect these mutations. The aim of this study was to compare the expression of MLH1 and MSH2 by immunohistochemistry and its relationship with a group of clinical and histological variables in patients with known Lynch syndrome (n=16) and in cohort of young patients (less than 50 years) who did not meet Amsterdam criteria (n=25). The mean age was 40.7 and 64% were women. Conclusive results were obtained in 40 cases (97.6%). Eighteen cases (45%) showed abnormal expression of either MLH1 (11 cases) or MSH2 (6 cases) and both stains (1 case). Alteration of the normal staining pattern was seen more commonly in patients with Lynch syndrome than in the sporadic group (68.7% vs 28%, p=0.01). A significant correlation was obtained between abnormal protein expression and microsatellite instability (MSI): normal expression: 5.9%, lack of expression: 92.3%, p<0.0001. The sensitivity and specificity of the immunohistochemical to predict MSI were 92.3% and 94.1% respectively. Immunohistochemistry and MSI results did not correlate with any histopathological parameter. In conclusion, in our experience abnormal staining of MLH and MSH correlates strongly with the presence of MSI. In addition it appears that in our population a significant proportion of young patients (< 50 years old) demonstrate alterations in the mismatch repair gene products suggesting an important role of these molecules in tumorigenesis.
Descritores: Proteínas Adaptadoras de Transdução de Sinal/genética
Neoplasias Colorretais Hereditárias sem Polipose/genética
Neoplasias Colorretais/genética
Reparo de Erro de Pareamento de DNA
Instabilidade de Microssatélites
Proteínas de Neoplasias/genética
Proteínas Nucleares/genética
-Proteínas Adaptadoras de Transdução de Sinal/metabolismo
Neoplasias Colorretais Hereditárias sem Polipose/patologia
Neoplasias Colorretais/patologia
Proteínas de Neoplasias/metabolismo
Proteínas Nucleares/metabolismo
Reação em Cadeia da Polimerase
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME



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