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Id: biblio-1034734
Autor: Fernández Sánchez, Abigail; Hernández Corral, Sandra; Ojeda Vargas, María Guadalupe.
Título: Determinantes sociales en salud: su relación con el síndrome metabólico / Social Determinants of Health: its relationship with the metabolic syndrome
Fonte: Rev. enferm. neurol;12(3):122-127, sep.-dic.-2013.
Idioma: es.
Resumo: El propósito de esta investigación es hacer una revisión del síndrome metabólico, su impacto en la salud de la población adulta y la intervención de los servicios de salud por medio de programas, así como su abordaje en los ámbitos biológico, político, económico y social, llamados determinantes sociales. El perfil epidemiológico, demográfico y económico conlleva la salud o enfermedad de la población. En el mundo 1,600 millones de personas tienen sobrepeso; de ellas, 400 millones son obesas. Los índices de morbimortalidad prematura se han incrementado. Las complicaciones por enfermedad cerebrovascular y la diabetes afectan la calidad de vida de la población y los presupuestos sanitarios. En México hay más de 17 millones de hipertensos, 14 millones de dislipidémicos, seis millones de diabéticos y más de 35 millones de adultos –siete de cada diez– con sobrepeso u obesidad. Presentamos un recorrido histórico del proceso-establecimiento del síndrome metabólico. En la actualidad las organizaciones American Heart Association/National Heart, Lung and Blood Institute y el Panel de Tratamiento del Colesterol han establecido los criterios para definir esa patología. Se describen y analizan los determinantes sociales como un entramado de factores estructurales e intermediarios políticos, ambientales y sociales que acotan el estado de salud de los individuos y las comunidades. Es necesario conjuntar las estrategias de los sistemas de salud, políticas públicas y el colectivo de la población para mejorar la salud.

The purpose of this research is to review metabolic syndrome, its impact on the health of adult population, the intervention of health services through programs, as well as its approach in the biological, economic, political and social health areas, the so-called social determinants. The epidemiological, demographic and economic profile of a population leads to its health or illness. 1.6 million people worldwide are overweight, of which 400 million are obese. The rate of morbidity and premature mortality has increased. Complications from cerebrovascular disease and diabetes affect the quality of life of the population and the health budgets. In Mexico, more than 17 million people are hypertensive, 14 million dyslipidemic, 6 million diabetic, and more than 35 million adults –seven out of every ten– are overweight or obese. We present a historical view of metabolic syndrome. Today organizations such as the American Heart Association/National Heart, Lung and Blood Institute and the Cholesterol Treatment Panel have established criteria for defining such pathology. We analyze and describe the social determinants as a set of structural factors and political, environmental and social intermediaries that strongly influence the health status of individuals and communities. It is necessary to aggregate the strategies of the health systems, public policies and the general population to attain an overall health improvement.
Descritores: Determinantes Sociais da Saúde
Metabolismo/fisiologia
Metabolismo/genética
Limites: Seres Humanos
Responsável: MX380.1 - Coordianción de Investigación en Enfermería


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Id: biblio-1049360
Autor: Bonezi, Vivian.
Título: Sinalização e metabolismo celulares durante a diferenciação de linfócitos B humanos em secretores de anticorpos na presença do vírus da Dengue in vitro e em pacientes com Dengue / B cell signaling and metabolism during antibody-secreting cell differentiation in the presence of Dengue virus in vitro and in Dengue patients.
Fonte: São Paulo; s.n; 2019. 159 p. graf, tab.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A Dengue é uma doença viral sistêmica, transmitida por mosquitos, que afeta anualmente cerca de 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Causada por quatro sorotipos do vírus da Dengue (DENV), suas manifestações clínicas podem variar de assintomáticas à formas que podem levar a óbito. Curiosamente, os pacientes com Dengue apresentam uma resposta exacerbada das células secretoras de anticorpos (ASCs) no sangue cerca de sete dias após o início dos sintomas. A frequência dessas ASCs induzidas pelo DENV representa mais de 50% de todas as células B circulantes no sangue. Essa quantificação é maior que aquelas encontradas em outras infecções virais, contextos de imunização e até mesmo em pacientes com neoplasias de ASCs. Além disso, a magnitude dessa resposta transitória se correlaciona com a gravidade da doença. Então, como a infecção pelo DENV induz essa resposta enorme? Para responder à essa pergunta, combinamos abordagens in vitro e in silico. Células mononucleares do sangue periférico (PBMCs) obtidas de indivíduos saudáveis foram cultivadas in vitro durante sete dias na presença do DENV ou mitógenos. Após a estimulação pelo DENV, as células B presentes nas PBMCs foram capazes de se diferenciarem em ASCs, tanto fenotipicamente quanto funcionalmente, em magnitude similar àquelas estimuladas com mitógenos. Essa diferenciação demonstrou ser dependente da presença de outras células contidas nas PBMCs, assim como do contato célula-célula. Embora ambos os estímulos tenham sido capazes de induzir a diferenciação de ASCs, eles diferiram metabolicamente e transcricionalmente. PBMCs estimuladas pelo DENV apresentaram um maior consumo de triptofano, associado à maior expressão de IDO1 e IDO2 e maior síntese de quinurenina, bem como maiores expressões de IL-10, BAFF e SYK. Ainda, as concentrações de quinurenina foram positivamente correlacionadas com a enumeração de ASCs nessas culturas. Dados de transcriptoma públicos de pacientes com Dengue também suportam esses achados. Outros flavivírus, como o vírus Zika e a cepa vacinal da Febre Amarela não foram capazes de induzir a mesma magnitude de diferenciação das células B em ASCs in vitro. Tão pouco apresentaram correlação entre a enumeração de ASCs e a síntese de quinurenina. Por fim, através da construção de uma hipotética via de diferenciação de células B em ASCs durante infecção pelo DENV, através da combinação de dados da literatura e transcriptomas públicos, demonstramos que moléculas relacionadas à via do STAT3 (IL-10, IL-6, IRF4 e BLIMP1) estão mais expressas nos pacientes infectados e moléculas que respondem aos sinais de cálcio (Calcineurina, NFATC1, DOK3 e GRB2) estão menos expressas nos pacientes infectados. Esses dados proporcionam um melhor entendimento da resposta de células B durante a infeção pelo DENV, particularmente sobre como o metabolismo e a sinalização das células B estão conectados nesse processo

Dengue is a mosquito-borne viral disease that affects annually about 100 million people worldwide. Caused by four Dengue virus (DENV) serotypes, it ranges from asymptomatic to life threatening forms. Curiously, Dengue patients present an exacerbated blood antibody-secreting cell (ASCs) response around seven days after the symptoms onset. The frequency of those DENV-induced ASCs represents more than 50% of all circulating blood B cells. This is greater than found in others viral infections, immunization contexts and even in ASCs related-leukemia patients. Moreover, the magnitude of that transitory response correlates with the disease severity. So, how does the DENV infection induce this enormous response? In order to answer this question we have combined in vitro and in silico approaches. Peripheral blood mononuclear cells (PBMC) obtained from healthy individuals were cultured in vitro during seven days in the presence of DENV or mitogens. Upon the DENV stimulation, PBMC-contained B cells were able to differentiate phenotypically and functionally into ASCs, both phenotypically and functionally, in a similar magnitude than mitogen-stimulated cells. This differentiation was demonstrated to be dependent of the presence of the remaining PBMCs, as well as of the cell-cell contact. Although both stimuli were able to induce the ASCs differentiation, they differed metabolically and transcriptionally. DENV-stimulated PBMCs showed higher tryptophan consumption, associated with higher IDO1 and IDO2 expression and higher kynurenine synthesis, as well as higher IL-10, BAFF and SYK expressions compared to mitogen-exposed counterparts. Additionally, the kynurenine concentrations were positively correlated with the ASCs-enumeration in those cultures. Public transcriptome data supports these findings as well. Other flaviviruses, such as Zika virus and the attenuated vaccine Yellow Fever were not able to induce the same magnitude of ASCs differentiation in vitro. Hence, they did not present a correlation between the number of generated ASCs and the supernatant kynurenine levels. Based on the combination of the literature and public transcriptome data, we have constructed a hypothetical B cell differentiation pathway that might be occurring during DENV infection. It displays that STAT3 pathway-related molecules (IL-10, IL-6, IRF4 and BLIMP1) are more expressed in Dengue patients and molecules that respond to calcium signals (Calcineurin, NFATC1, DOK3 and GRB2) are less expressed in Dengue patients than in control. These data provide a better understanding of the B cell response elicited by DENV infection, particularly about how the B cell metabolism and signaling can be connected into this process
Descritores: Triptofano/metabolismo
Vírus da Dengue/crescimento & desenvolvimento
Metabolismo
Células Produtoras de Anticorpos/imunologia
-Técnicas In Vitro/instrumentação
Linfócitos B/classificação
Cinurenina
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas
BR40.1; T615.9, B712s. 30100022657-F


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Id: biblio-1025813
Autor: Rodrigues, Pedro Mendes de Azambuja.
Título: Análise do Fenótipo Imunometabólico de Monócitos na Sepse / Analysis of Monocyte Immunometabolic Phenotype in Sepsis.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2018. xiv, 95 p. ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A sepse representa um desafio para os sistemas de saúde em todo o mundo, pela sua elevada incidência, mortalidade e custos associados. O evento fundamental para o desenvolvimento da sepse parece ser a desregulação e perda do direcionamento da resposta inflamatória, podendo resultar em estados hiperinflamatórios ou de imunossupressão, com reflexos patológicos sistêmicos. No entanto, o mecanismo através do qual esta disfunção imunológica se estabelece ainda permanece em grande parte obscuro, e nenhum agente imunomodulatório se encontra disponível para o tratamento clínico da sepse. As células da linhagem monocítica fagocitária são agentes essenciais na resposta inicial à infeção. Um conjunto crescente de evidências aponta para uma relação de interdependência entre o metabolismo e o estado de ativação imune dessas células. Ao mesmo tempo, estudos prévios sugerem que uma disfunção bioenergética de leucócitos na sepse poderia prejudicar a formação de uma resposta imune efetiva, associando-se a desfechos clínicos desfavoráveis. Nos estudos que compõem esta tese, procuramos caracterizar o fenótipo imunometabólico de monócitos na sepse

Demonstramos em experimentos in vitro que macrófagos e monócitos ativados apresentam um intenso aumento da atividade glicolítica, que passa a ser a principal fonte geradora de ATP celular, acompanhado de uma redução da fosforilação oxidativa. Em seguida, estabelecemos uma coorte prospectiva para caracterizar o proteoma dos monócitos do sangue periférico, comparando quantitativamente amostras de doadores saudáveis às de pacientes na fase aguda da sepse e na fase de recuperação. Utilizando uma abordagem de proteômica exploratória, nossos dados evidenciaram que, de forma semelhante ao observado nos modelos experimentais, a transição para a glicólise é uma característica proeminente na fase aguda da sepse. Além disso, o perfil da coorte foi inicialmente sugestivo de imunossupressão, sendo sucedido na fase de recuperação pela restauração da imunocompetência, o que foi documentado pela regulação diferencial de proteínas envolvidas na apresentação de antígenos, como o HLA-DR, e sinalização por citocinas, particularmente o IFN-É£. Avaliamos também a aplicabilidade de uma metodologia de proteômica dirigida para a verificação e aprofundamento da investigação das alterações observadas. Nosso estudo sugere que as vias do metabolismo energético podem ter um papel relevante na imunopatogênese da sepse. (AU)
Descritores: Monócitos
Sepse
Inflamação
Pacientes Internados
Metabolismo
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas


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Cavalheiro, Esper Abräo
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Id: lil-502843
Autor: Silva, Iara Ribeiro; Nehlig, Astrid; Rosim, Fernanda Elisa; Vignoli, Thiago; Persike, Daniele Suzete; Blini, João Paulo; Cavalheiro, Esper Abrão; Sinigaglia-Coimbra, Rita; Fernandes, Maria José da Silva.
Título: Epilepsia e neuroproteção: o papel do agonista adenosinérgico A1(RPia) na modulação da crise induzida por pilocarpina / Epilepsy and neuroprotection: employment of the RPia during status epilepticus induced by pilocarpine
Fonte: J. epilepsy clin. neurophysiol;14(3):106-110, set. 2008. ilus, tab.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Congresso Brasileiro de Eplepsia, 32, s.l, s.d.
Resumo: OBJETIVO: O objetivo desse estudo foi caracterizar a neuroproteção do RPia em ratos submetidos ao status epilepticus (SE) induzido pela pilocarpina (Pilo). MÉTODOS: Avaliou-se o balanço entre utilização local da glicose cerebral (ULGC) e fluxo sanguíneo cerebral local (FSCL) após 4 horas de SE, e a marcação por Fluoro Jade-B (FJB), 24 horas e 90 dias após SE. Quatro grupos foram avaliados: Salina, Pilo, RPia+Salina e RPia+Pilo. RESULTADOS E CONCLUSÃO: Aumentos significantes na ULGC foram observados na maioria das regiões avaliadas nos grupos Pilo e RPia+Pilo quando comparados ao controle. Entretanto, redução significante na ULGC ocorreu na substância negra pars reticulata e giro denteado do grupo RPia+Pilo versus Pilo. Houve aumento significante do FSCL em todas as áreas estudadas, comparando-se os grupos Pilo e RPia+Pilo com o controle. Foi observado um aumento significante do FSCL durante SE em CA2, CA3, giro denteado, córtex entorrinal, corpo mamilar, núcleos talâmicos, núcleo rubro, zona incerta, núcleo oral da ponte e córtex visual, no grupo pré-tratado com RPia comparado ao tratado somente com Pilo. Grande número de células marcadas com FJB foi observado no grupo Pilo e o pré-tratamento com RPia reduziu essa marcação na formação hipocampal, córtex piriforme, amígdala basolateral e substância negra pars compacta.

OBJECTIVE: The aim of this study was to characterize the neuroprotection of the RPia in rats subjected to status epilepticus (SE) induced by pilocarpine (Pilo). METHODS: We evaluated the mismatch between local cerebral glucose utilisation (LCGU) and local cerebral blood flow (LCBF) 4 hours after SE induction. Neuronal loss was evaluated by Fluoro Jade-B (FJB) 24 hours and 90 days after SE. Four groups were studied: Saline, Pilo, RPia+Saline and RPia+Pilo. RESULTS AND CONCLUSIONS: Significant increases in the LCGU were observed in the almost all brain regions of Pilo and RPia+Pilo groups compared to control. However, significant reduction in the LCGU occurred in the substantia nigra pars reticulata and hippocampal formation of RPia+Pilo group versus Pilo. There was significant increase of the LCBF in all the studied areas, comparing the Pilo and RPia+Pilo groups with the control. The increases of LCBF was more intense in rats from RPia+Pilo compared to Pilo, and located mainly in CA2, CA3, dentate gyrus, entorhinal cortex, thalamic nuclei, mammillary body, red nucleus, zone incerta, pontine nucleus and visual cortex. A great number FJB stained cells was observed in the Pilo group and RPia pretreatment reduced the staining in the hippocampal formation, piriform cortex, basolateral amygdala and substantia nigra pars compacta.
Descritores: Pilocarpina
Adenosina
Neuroproteção
Metabolismo
-Convulsões
Velocidade do Fluxo Sanguíneo
Ratos Wistar
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudos de Validação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-975005
Autor: Giers, Morgan B; Bardonova, Liudmila; Eyster, Kyle; Byvaltsev, Vadim; Preul, Mark C.
Título: Apoptosis, nutrition, and metabolism of transplanted intervertebral disc cells / Apoptose, nutrição e metabolismo de células de discos intervertebrais transplantadas / Apoptosis, nutrición y metabolismo de las células de discos intervertebrales trasplantadas
Fonte: Coluna/Columna;17(4):317-322, Oct.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Newsome Chair in Neurosurgery Research; . Barrow Neurological Foundation; . Russian Science Foundation.
Resumo: ABSTRACT Introduction: Apoptosis is a contributing factor to degenerating intervertebral disc (IVD). Disc regeneration has been attempted by transplanting cells into the disc, with some gains in disc height achieved in animal models. Here, we study whether the apoptotic microenvironment affects the transplanted disc cells. Methods: Human annulus fibrosus (AF) and nucleus pulposus (NP) cells were grown in media then starved for 5 days in vitro by not changing the media. Three aspects of apoptotic cell influence on the transplanted cells were tested in a total of 32 samples: 1) the effect of apoptotic cytokines in the media, 2) reduced glucose in the media, and 3) apoptotic cell bodies in the flask. The Trypan Blue, AlamarBlue®, and 1,9-Dimethyl-Methylene Blue assays for sulfated glycosaminoglycan (sGAG) content were performed (n=4). Results: There were significant decreases in cell viability between the control, 25% conditioned media (CM) and starved control group. There were no significant differences in cell number, metabolic activity or sGAG production in cells grown in different conditioned media compared to cells grown in complete media. The cells of the control decreased in viability and number over the 5 days without feeding, then improved dramatically when feeding was resumed. Flasks that received transplanted cells in addition to renewed feeding did not recover as much as the cells in the re-fed group. Conclusions: Cytokines from starved cells negatively impact on the viability of healthy cells. Starving cells that receive new sources of nutrition have even higher viability than transplanted cells. This indicates that altering and improving the nutrient supply problem in the IVD could be a valuable option. Level of Evidence III; Case control studyg.

RESUMO Introdução: A apoptose é um fator que contribui para a degeneração do disco intervertebral (DIV). A tentativa de regenerar o disco foi por meio de transplante de células no disco, com alguns ganhos de altura do disco alcançados em modelos animais. Aqui estudamos se o microambiente apoptótico afeta as células do disco transplantadas. Métodos: Células humanas do ânulo fibroso (AF) e do núcleo pulposo (NP) foram cultivadas in vitro em meio de cultura e privadas de nutrição por cinco dias, sem alteração dos meios. Três aspectos da influência de células apoptóticas em células transplantadas foram testados em um total de 32 amostras: 1) o efeito de citocinas apoptóticas no meio de cultura, 2) redução de glicose no meio e 3) corpos celulares apoptóticos no frasco. Realizaram-se ensaios com azul de tripano, AlamarBlue® e 1,9-dimetil azul de metileno para o teor de glicosaminoglicano sulfatado (sGAG) (n = 4). Resultados: Constataram-se decréscimos significativos na viabilidade celular entre o grupo controle, meio condicionado (MC) a 25% e grupo controle privado de nutrição. Não houve diferenças significativas no número de células, atividade metabólica ou produção de sGAG em células cultivadas em diferentes meios condicionados em comparação com o meio completo. As células de controle tiveram redução de viabilidade e de número ao longo dos 5 dias sem alimentação; a seguir, houve melhorara substancial ao se retomar a alimentação. Os frascos que receberam células transplantadas, além da alimentação renovada, não se recuperaram tanto quanto as células do grupo realimentado. Conclusões: As citocinas de células famintas tiveram impacto negativo sobre a viabilidade das células saudáveis. As células famintas que recebem novas fontes de nutrição têm viabilidade ainda maior do que as células transplantadas. Isso indica que alterar e melhorar o fornecimento de nutrientes no DIV pode ser uma opção valiosa. Nível de Evidência III; Estudo de caso controleg.

RESUMEN Introducción: La apoptosis es un factor que contribuye a la degeneración del disco intervertebral (DIV). El intento de regenerar el disco fue por medio de trasplante de células en el disco, con el que se ganó el aumento de altura del disco logrado en modelos animales. Aquí estudiamos si el microambiente apoptótico afecta a las células del disco trasplantadas. Métodos: Células humanas del anillo fibroso (AF) humano y del núcleo pulposo (NP) fueron cultivadas in vitro en medio de cultivo y privadas de nutrición por 5 días, sin alteración de los medios. Tres aspectos de la influencia de las células apoptóticas trasplantadas se probaron en un total de 32 muestras: 1) el efecto de las citoquinas apoptóticas en el medio de cultivo, 2) reducción de la glucosa en el medio y 3) los cuerpos celulares apoptóticos en el matraz. Se realizaron ensayos con azul de tripano, AlamarBlue® y 1,9-dimetil-azul de metileno para el contenido de glicosaminoglicano sulfatado (sGAG) (n = 4). Resultados: Se constataron disminuciones significativas de la viabilidad celular entre el grupo control, medio condicionado (MC) al 25% y el grupo control privado de nutrición. No hubo diferencias significativas en el número de células, la actividad metabólica o producción de sGAG en células cultivadas en diferentes medios condicionados en comparación con el medio completo. Las células de control tuvieron reducción de viabilidad y de número a lo largo de los 5 días sin alimentación; luego, hubo una mejora sustancial al reanudar la alimentación. Los matraces que recibieron células trasplantadas, además de la alimentación renovada, no se recuperaron tanto como las células del grupo alimentado nuevamente. Conclusiones: Las citoquinas de las células privadas de alimento tuvieron un impacto negativo en la viabilidad de las células sanas. Las células hambrientas que reciben nuevas fuentes de nutrición tienen mayor viabilidad que las células trasplantadas. Esto indica que cambiar y mejorar suministro de nutrientes en el DIV puede ser una opción valiosa. Nivel de Evidencia III; Estudio de caso controlg.
Descritores: Degeneração do Disco Intervertebral
-Apoptose
Transplante de Células
Metabolismo
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudos de Validação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: biblio-1038510
Autor: Chew, Francisco; Dary, Omar.
Título: Un recuerdo póstumo: Dr. Fernando E. Viteri / Necrological notes: a posthumous memory
Fonte: Arch. latinoam. nutr;66(3):256-257, Sept. 2016. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Pesquisa
Desejabilidade Social
Ensino
Programas de Nutrição
Metabolismo
-Nutrição em Saúde Pública
Alimentos, Dieta e Nutrição
Limites: Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Artigo Histórico
Responsável: VE557.1 - Biblioteca Fundación Bengoa


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Id: lil-630268
Autor: Palacios, Cristina.
Título: El calcio y las enfermedades crónicas: un resumen de las evidencias / Calcium and chronic diseases: A review of the evidence
Fonte: An. venez. nutr;16(2):78-84, jun. 2003. graf.
Idioma: es.
Resumo: El consumo de calcio ayuda a disminuir el riesgo de padecer osteoporosis, hipertensión, cáncer, litiasis renal y obesidad. Estudios han demostrado que la suplementación con calcio aumenta o previene la pérdida de masa ósea, lo cual es vital para la prevención de la osteoporosis. Estudios también han demostrado el impacto positivo del calcio en la regulación de la presión arterial y en la prevención del cáncer de colon, mama y ovario, posiblemente a través de su participación en la división celular. Una dieta alta en calcio ayuda a prevenir los cálculos renales al disminuir la absorción de oxalato y recientemente, se ha sugerido que también puede ayudar en el control del peso, disminuyendo la lipogénesis y aumentado la lipólisis. El efecto protector del calcio es notorio en los niveles recomendados de ingesta de calcio para la mayor parte de la población, es decir, entre 1000 y 1300 mg diarios de calcio(AU)

Intake of dietary calcium decreases the risk of osteoporosis, hypertension, cancer, kidney stones, and obesity. Studies have shown that calcium supplementation increases bone mass and prevents its loss, which is crucial in the prevention of osteoporosis. Likewise, studies have confirmed the impact of calcium in the regulation of blood pressure and in the prevention of colon, mammary and ovary cancer, possibly through its action on cellular division. A diet rich in calcium can also help against kidney stones by reducing oxalate absorption, and recently, it has been suggested that a diet rich in calcium can help in weight management, reducing lipogenesis and increasing lipolysis. The protective effects of calcium are seen within the levels actually recommended for the population, which are between 1000 and 1300 mg per day of dietary calcium(AU)
Descritores: Osteoporose/complicações
Cálcio/administração & dosagem
Doença Crônica
Hipertensão/complicações
Neoplasias/etiologia
-Metabolismo
Obesidade/complicações
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: VE557.1 - Biblioteca Fundación Bengoa


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Texto completo SciELO Brasil
Queiroga, Marcos Roberto
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Id: biblio-1019965
Autor: Lemos, Leandro Coelho; Suzuki, Claudio Shigueki; Machado-Rodrigues, Aristides Miguel da Costa; Souza, William Cordeiro de; Ferreira, Sandra Aires; Kühl, Adriana Masiero; Cavazzotto, Timothy Gustavo; Queiroga, Marcos Roberto; Mascarenhas, Luis Paulo Gomes.
Título: Comparison of metabolic parameters in children and adolescents with and without insulin resistance / Comparação de parâmetros metabólicos em crianças e adolescentes com e sem resistência à insulina
Fonte: J. Phys. Educ. (Maringá);30:e3002, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT The aim of the study was to compare the behavior of metabolic parameters, blood pressure, and obesity indicators in children and adolescents with and without insulin resistance. Sixty-one overweight children (6 to 18 years) underwent anthropometric measurements of body mass (BM), height and waist circumference (WC), blood pressure (BP), bioimpedance (relative (%F) and absolute fat (BF)), and blood collection for determination of glucose, insulin, and lipid profile (TG, CT, HDL-C, LDL-C). The BMI z-score was used to classify nutritional status and the HOMA-IR index (> 2.5) for insulin resistance. Participants were divided into two groups, insulin resistant (IR, n= 27) and non-insulin resistant (NIR, n= 33). Regardless of age, children and adolescents with excess weight and IR presented higher BM, WC, BMI, %F and BF (kg), TG, and plasma insulin than their NIR counterparts, who in turn presented higher LDL-C. The groups did not differ in nutritional status (BMI z-score); however, in the comparison between the undesired proportions of the metabolic components, only three presented alterations with significant differences between the groups (TC, LDL-C, and TG). It is concluded that IR influences the development of dyslipidemias in this age group, especially TG.

RESUMO O objetivo do estudo foi comparar o comportamento de parâmetros metabólicos, pressão arterial e indicadores de obesidade em crianças e adolescentes com e sem resistência à insulina. Participaram do estudo 60 crianças e adolescentes com excesso de peso (6 a 18 anos)que foram submetidos amedidas antropométricas de massa corporal (MC), estatura ecircunferência da cintura (CC), pressão arterial (PA), bioimpedância[gordura relativa (%G) e absoluta (GC)] e coleta sanguínea para determinação das concentrações de glicose, insulina e perfil lipídico (TG, CT, HDL-C, LDL-C). O IMC z-scorefoi empregado para classificação do estado nutricional e o índice HOMA-RI (>2,5) para resistência à insulina.Os participantes foram divididos em dois grupos, resistentes (RI, n=27) e não resistentes à insulina (NRI, n=33).Independente da idade, crianças e adolescentescom excesso de peso e RI, apresentaram maior MC, CC, IMC, %G e GC (kg), TG e insulina plasmática do que contraparesNRI, que por sua vez, apresentaram valores mais elevados de LDL-C. Os grupos não diferiram para oestado nutricional(IMC z-score)porém, na comparação entre as proporções indesejadas dos componentes metabólicos, apenas três apresentaram alterações com diferenças significativas entre os grupos (CT, LDL-C e TG). Conclui-se que a RI apresenta-se com influência para o desenvolvimento de dislipidemias nessa faixa etária em especial o TG.
Descritores: Composição Corporal
Pesos e Medidas Corporais
Insulina
Metabolismo
-Obesidade
Limites: Seres Humanos
Criança
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR513.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-683416
Autor: Lima, Eva de Vasconcelos; Beserra, Bruna Teles Soares; Sampaio, Fabiane Araújo; Marreiro, Dilina do Nascimento.
Título: Influência da hipovitaminose D no diabetes mellitus tipo 2 / Influence of hipovitaminose D in type 2 diabetes mellitus
Fonte: RBM rev. bras. med;70(6), jun. 2013.
Idioma: pt.
Resumo: A vitamina D e seus pró-hormônios possuem funções importantes no metabolismo da glicose. A deficiência de vitamina D está associada à resistência à insulina e ao diabetes mellitus tipo 2 em humano..O objetivo desta revisão é trazer informações atualizadas sobre a influência da hipovitaminose D no controle glicêmico. Realizou-se um levantamento bibliográfico, mediante consulta à base de dados PubMed, SciELO e Lilacs. A deficiência de vitamina D é uma epidemia mundial reconhecida entre crianças e adultos e pode ter relevância na patogênese do diabetes mellitus tipo 2. Esta vitamina atua diretamente nas células b-pancreáticas facilitando a secreção de insulina a partir da ligação da 1,25(OH)2D3 ao seu receptor nuclear VDR e indiretamente, por meio da regulação do fluxo de cálcio nessas células, pois alterações nas concentrações desse mineral podem levar à resistência periférica à ação de insulina, a partir da redução da transdução de sinal na atividade do transporte de glicose. Além disso, a hipovitaminose D contribui para o aumento da inflamação crônica de baixo grau associada à resistência à insulina, contribuindo para apoptose das células b-pancreáticas. Assim, novos estudos sobre a participação da vitamina D em mecanismos envolvidos na etiologia do diabetes mellitus tipo 2 poderão esclarecer os benefícios da suplementação com esse nutriente como estratégia terapêutica no controle dessa doença crônica...
Descritores: Diabetes Mellitus
Metabolismo
Vitamina D
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Id: lil-645534
Autor: González Fernández, Pedro; Álvarez González, Miguel Ángel; Cabrera Rode, Eduardo; Bejerano Reyes, Caridad Josefina; López, Madelaime Albertine.
Título: Caracterización del control metabólico en niños y adolescentes con diabetes mellitus tipo 1 / Characterization of the metabolic control in children and adolescents with type I diabetes mellitus
Fonte: Rev. cuba. endocrinol;23(2):117-127, mayo-ago. 2012.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: el control metabólico es el propósito principal en el tratamiento de la diabetes mellitus. Objetivo: caracterizar el control metabólico en un grupo de niños y adolescentes con diabetes mellitus tipo 1. Métodos: se realizó un estudio prospectivo en 84 pacientes con diabetes mellitus tipo 1 atendidos en el servicio de Endocrinología del Hospital Pediátrico Universitario William Soler entre febrero de 2010 y agosto de 2011. Se determinó hemoglobina glucosilada (HbA1c) con un intervalo de entre 90 y 120 días. Para la determinación de la HbA1c se utilizó el método cuantitativo turbidimétrico con el reactivo fabricado por Futura System. Los resultados trimestrales de HbA1c se relacionaron con la edad, el sexo, el tiempo de evolución de la diabetes mellitus, el peso corporal en kilogramos y la dosis total diaria de insulina. Resultados: la edad promedio de los pacientes del sexo masculino fue 11,6 años (DS 4,6) y la de los del sexo femenino, 12,4 años (DS 4,5). La edad media al inicio del estudio fue 12,23 años (DS 4,42) y la edad media al diagnóstico de la diabetes, 8,27 años (DS 4,28). El tiempo promedio de evolución de la diabetes fue 3,79 años (DS 3,17) y la dosis media diaria de insulina por kilogramo de peso corporal fue de 0,91 unidades (DS 0,26). Los valores de la HbA1c se mantuvieron por encima de 10 por ciento, salvo las dos últimas determinaciones, que mostraron valores significativamente menores que los meses anteriores, y fueron independientes de las variables sexo, tiempo de evolución, edad de diagnóstico y dosis promedio diaria de insulina por kilogramo de peso corporal. Conclusiones: una relación clínica adecuada y la mejoría en el cumplimiento del tratamiento fueron elementos decisivos en la mejoría del control metabólico en nuestros pacientes(AU)

Introduction: the metabolic control is the main objective of the diabetes mellitus treatment. Objective: to characterize the metabolic control in a group of children and adolescents with type I diabetes mellitus. Methods: a prospective study was conducted in 84 patients with type 1 diabetes mellitus, who had been seen at the endocrinology service of William Soler university pediatric hospital from February 2010 to August 2011. Glycated haemoglobin (HbA1c) was estimated in a period of 90 to 120 days. The quantitative turbidimetric method served to determine hemoglobin A1c by using Futura System reagent. The quarterly results of HbA1c were compared by age, sex, time of evolution of diabetes mellitus, body weight in kg and total daily dosage of insulin. Results: the average age of male patients was 11.6 years (SD= 4,6) and of female patients was 12,4 years (SD= 4.5). The mean age at the beginning of the study was 12,23 years (SD= 4.42) and the mean age at time of diagnosis was 8.27 years (SD= 4.28). The average time of evolution for diabetes was 3.79 years (SD= 3.17) and the daily mean dose of insulin per kg of bodyweight was 0,91 units (SD= 0.26). The HbA1c values were kept over 10 percent, except for the two last estimations that showed significantly lower values than those of previous months and were not dependent on the variables sex, time of evolution, age at time of diagnosis and daily average dose of insulin per kilogram of bodyweight. Conclusions: adequate clinical relation and improved adherence to treatment are decisive elements for the improvement of the metabolic control in these patients(AU)
Descritores: Diabetes Mellitus Tipo 1/diagnóstico
Metabolismo/fisiologia
-Hemoglobina A Glicada/efeitos adversos
Estudos Prospectivos
Diabetes Mellitus/terapia
Cooperação e Adesão ao Tratamento
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional



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