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Id: biblio-897799
Autor: Venkatraman, Rajagopalan; Karthik, Krishnamoorthy; Pushparani, Anand; Mahalakshmi, Annadurai.
Título: A prospective, randomized, double-blinded control study on comparison of tramadol, clonidine and dexmedetomidine for post spinal anesthesia shivering / Estudo prospectivo randômico, duplo-cego e controlado comparando tramadol, clonidina e dexmedetomidina para tremores pós-raquianestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(1):42-48, Jan.-Feb. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Shivering, a common intraoperative problem under spinal anesthesia increases the oxygen consumption considerably and is uncomfortable and distressing to the patient, anesthesiologist as well as surgeon. The present study was designed to explore the effectiveness of tramadol, clonidine and dexmedetomidine in the treatment of post spinal anesthesia shivering and to look for their adverse effects. Methods This prospective, randomized, double blinded control study was done on 90 patients who developed shivering under spinal anesthesia. They were randomly allocated into three groups with Group T receiving tramadol 1 mg.kg-1, Group C getting clonidine 1 mcg.kg-1 and Group D patients receiving dexmedetomidine 0.5 mcg.kg-1. The time taken to control shivering, recurrence rate, hemodynamic variables, sedation score and adverse effects were observed. Results Dexmedetomidine was faster in the control of shivering in 5.7 ± 0.79 minutes (min) whereas tramadol took 6.76 ± 0.93 min and clonidine was slower with 9.43 ± 0.93 min. The recurrence rate was much lower in the dexmedetomidine group with 3.3% than for clonidine (10%) and tramadol (23.3%) group. The sedation achieved with dexmedetomidine was better than clonidine and tramadol. The tramadol group had more cases of vomiting (four) and dexmedetomidine group had six cases of hypotension and two cases of bradycardia. Two of the clonidine patients encountered bradycardia and hypotension. Conclusion Dexmedetomidine is better than tramadol and clonidine in the control of shivering because of its faster onset and less recurrence rate. Though complications are encountered in the dexmedetomidine group, they are treatable.

Resumo Introdução O tremor, problema comum no período intraoperatório sob raquianestesia, aumenta consideravelmente o consumo de oxigênio, além de ser desconfortável e angustiante para o paciente, o anestesiologista e o cirurgião. O presente estudo foi concebido para explorar a eficácia de tramadol, clonidina e dexmedetomidina no tratamento de tremores pós-raquianestesia e observar seus efeitos adversos. Métodos Este estudo prospectivo, randômico, controlado e duplo-cego foi feito com 90 pacientes que desenvolveram tremores sob raquianestesia. Os pacientes foram randomicamente alocados em três grupos para receber 1 mg.kg-1 de tramadol (Grupo T), 1 mcg.kg-1 de clonidina (Grupo C) e 0,5 mcg.kg-1 de dexmedetomidina (Grupo D). O tempo necessário para controlar os tremores, a taxa de recorrência, as variáveis hemodinâmicas, os níveis de sedação e os efeitos adversos foram registrados. Resultados Dexmedetomidina foi mais rápida para controlar os tremores, com tempo de 5,7 ± 0,79 minutos (min); o tempo de tramadol foi de 6,76 ± 0,93 min; clonidina foi mais lenta, com tempo de 9,43 ± 0,93 min. A taxa de recorrência foi muito menor no grupo dexmedetomidina (3,3%) do que nos grupos clonidina (10%) e tramadol (23,3%). A sedação obtida com dexmedetomidina foi melhor do que a obtida com clonidina e tramadol. O grupo tramadol teve mais casos de vômito (quatro); o grupo dexmedetomidina teve seis casos de hipotensão e dois casos de bradicardia. Dois pacientes do grupo clonidina apresentaram bradicardia e hipotensão. Conclusão Dexmedetomidina foi melhor do que tramadol e clonidina para o controle de tremores devido ao seu início de ação mais rápido e à taxa de recorrência mais baixa. Embora complicações tenham sido observadas no grupo dexmedetomidina, elas foram tratáveis.
Descritores: Tremor por Sensação de Frio/efeitos dos fármacos
Tramadol/uso terapêutico
Clonidina/uso terapêutico
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Hipnóticos e Sedativos/uso terapêutico
Complicações Intraoperatórias/tratamento farmacológico
Raquianestesia/efeitos adversos
Entorpecentes/uso terapêutico
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Uruguai
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Id: lil-793034
Autor: Ramos, Guillermo; Grünberg, G.
Título: Evaluación de la incidencia de temblores en la sala de recuperación postanestésica / Evaluation of the incidence trembling in the recovery room postanesthtic / Avaliação da incidência de tremores na sala de recuperação posanestesica
Fonte: Anest. analg. reanim;29(1):2-2, ago. 2016. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Los temblores son una complicación frecuente, desagradable y que pueden relacionarse a un aumento de la morbilidad del período postoperatorio. El propósito de este estudio fue determinar la frecuencia de presentación de temblores en el postoperatorio inmediato. Pacientes y métodos: Se estudiaron 119 pacientes adultos, operados de coordinación una vez que ingresaron a la Sala de Recuperación Postanestésica (SRPA). Se consignó la presencia y severidad (grado I a IV) de temblores al ingreso y luego cada 15 minutos. Se trataron mediante medidas de recalentamiento externo, ondansetrón y meperidina, de manera escalonada cada 15 minutos. Resultados: hubo 24 (21.2 %) pacientes con temblores postoperatorios, 17/24 (71%) asociados a hipotermia. En 8 (33,3%) pacientes el temblor fue grado I, en 2 (8,3%) fueron grado II, y en 14 (58,3%) fueron grado III. En todos los casos cedieron con el tratamiento pautado y no más allá de los 45 minutos. Conclusiones: Los temblores fueron una complicación frecuente en la SRPA, asociados a hipotermia en la mayor parte de los casos, pero de duración limitada, y fácilmente tratables.

Trembling are frequent, unpleasant complication and can relate to increased morbidity postoperative period. The purpose of this study was to determine the frequency of occurrence of earthquakes in the immediate postoperative period. Patients and Methods: 119 adult patients operated coordination once entered the recovery room (PACU) were studied. the presence and severity (grade I to IV) of tremors at admission and then every 15 minutes was recorded. They were treated by external measures, ondansetron and meperidine overheating, staggered every 15 minutes. Avaliação da incidência de tremores na sala de recuperação posanestesica.

Tremores é uma complicação freqüente, desagradável e que pode relacionar-se a um aumento da morbilidade do período posoperatorio. O propósito deste estudo foi determinar a freqüência de manifestação de tremores no posoperatorio imediato. Pacientes e métodos: Estudaram-se 119 pacientes adultos, de cirurgias eletivas que chegaram à Sala de Recuperação Posanestesica (SRPA). Registraram-se a presença e severidade (grado I a IV) de tremores ao ingresso e cada 15 minutos. O tratamento foi: medidas de aquecimento externo, ondansetron e meperidina de maneira alternativa cada 15 minutos. Resultados. Teve 24 (21.2%) de pacientes com tremores posoperatorio, 17/24 (71%) associados à hipotermia. Em 8 (33,3%) pacientes o tremor foi grado I, em 2 (8,3%) foi grado II, em 14 (58,3%) grado III. Todos os casos acalmaram com o tratamento pautado nos primeiros 45 minutos. Conclusões. Os tremores foram uma complicação freqüente em SRPA, associado à hipotermia na maioria dos casos, com duração limitada e de fácil tratamento.
Descritores: Período Pós-Operatório
Tremor por Sensação de Frio
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios/efeitos adversos
Tremor/etiologia
Tremor/epidemiologia
-Tremor
Tremor/terapia
Ondansetron/uso terapêutico
Reaquecimento
Estudo Observacional
Meperidina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Responsável: UY1.1 - BINAME - Biblioteca Nacional de Medicina


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Ajzen, Sergio
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Id: lil-673348
Autor: Solha, Raphael Sandes; Ajzen, Sérgio; Nicola, Harley De; Shigueoka, David Carlos; Castro, Hugo Alexandre Sócrates de.
Título: Morbidade da biópsia da próstata transretal guiada por ultrassonografia / Morbidity of transrectal ultrasound guided prostate biopsy
Fonte: Radiol. bras;46(2):71-74, mar.-abr. 2013. tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Avaliar a incidência de complicações pós-procedimento nos pacientes submetidos a biópsia prostática transretal guiada por ultrassom no setor de intervenção do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo.MATERIAIS E MÉTODOS: Foram avaliados, via contato telefônico, 132 pacientes submetidos a biópsia de próstata transretal guiada por ultrassom no período de abril/2011 a junho/2011, seguindo o protocolo padrão do nosso setor.RESULTADOS: As complicações pós-biópsia foram categorizadas em maiores e menores de acordo com a necessidade de avaliação médica adicional. Cinquenta e nove pacientes (61,8%) apresentaram complicações, e desses, grande parte (86,4%) apresentou sintomas leves e autolimitados, considerados menores. Oito pacientes (8,2%) apresentaram complicações maiores, sendo que apenas um deles necessitou de tratamento sob regime de internação hospitalar. A retenção urinária foi a complicação maior mais incidente no nosso estudo.CONCLUSÃO: Corroborando outros estudos da literatura, nosso trabalho demonstrou baixa prevalência de complicações maiores após a biópsia prostática transretal.

OBJECTIVE: To evaluate the incidence of postprocedural complications in patients submitted to transrectal ultrasound-guided prostate biopsy at the Unit of Intervention, Department of Imaging Diagnosis of Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo.MATERIALS AND METHODS: Telephone interviews were conducted with 132 patients who had undergone transrectal ultrasound-guided prostate biopsy in the period from April 2011 to June 2011, according to the institution's protocol.RESULTS: Post-biopsy complications were categorized into two groups - minor and major complications, according to their need for further clinical evaluation. Complications were reported by 59 patients (61.8%), most of them (86.4%) with mild and self-limited symptoms, classified as minor complications. Eight patients (8.2%) had major complications, one of which required in-hospital treatment. Urinary retention was the major and most common complication.CONCLUSION: The present study has demonstrated a low prevalence of major complications after transrectal prostate biopsy.
Descritores: Biópsia/efeitos adversos
Biópsia/mortalidade
Neoplasias da Próstata/diagnóstico
Neoplasias da Próstata/prevenção & controle
-Protocolos Clínicos
Disuria
Febre
Hematúria
Tremor por Sensação de Frio
Ultrassonografia
Retenção Urinária
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR734.1 - Biblioteca Central Cesar Lattes - BCCL


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Id: lil-596906
Autor: Usta, Burhanettin; Gozdemir, Muhammet; Demircioglu, Ruveyda Irem; Muslu, Bunyamin; Sert, Huseyin; Yaldiz, Adnan.
Título: Dexmedetomidine for the prevention of shivering during spinal anesthesia
Fonte: Clinics;66(7):1187-1191, 2011. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: PURPOSE: The aim of this study was to evaluate the effect of dexmedetomidine on shivering during spinal anesthesia. METHODS: Sixty patients (American Society of Anesthesiologists physical status I or II, aged 18-50 years), scheduled for elective minor surgical operations under spinal anesthesia with hyperbaric bupivacaine, were enrolled. They were administered saline (group C, n = 30) or dexmedetomidine (group D, n = 30). Motor block was assessed using a Modified Bromage Scale. The presence of shivering was assessed by a blinded observer after the completion of subarachnoid drug injection. RESULTS: Hypothermia was observed in 21 patients (70 percent) in group D and in 20 patients (66.7 percent) in group C (p = 0.781). Three patients (10 percent) in group D and 17 patients (56.7 percent) in group C experienced shivering (p = 0.001). The intensity of shivering was lower in group D than in group C (p = 0.001). Time from baseline to onset of shivering was 10 (5-15) min in group D and 15 (5-45) min in group C (p = 0.207). CONCLUSION: Dexmedetomidine infusion in the perioperative period significantly reduced shivering associated with spinal anesthesia during minor surgical procedures without any major adverse effect during the perioperative period. Therefore, we conclude that dexmedetomidine infusion is an effective drug for preventing shivering and providing sedation in patients during spinal anesthesia.
Descritores: /uso terapêutico
ADRENERGIC ALPHA-TEMEFOS RECEPTOR AGONISTS/uso terapêutico
Raquianestesia/efeitos adversos
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Tremor por Sensação de Frio/efeitos dos fármacos
-Anestésicos Locais/efeitos adversos
Regulação da Temperatura Corporal/efeitos dos fármacos
Regulação da Temperatura Corporal/fisiologia
Temperatura Corporal/efeitos dos fármacos
Bupivacaína/efeitos adversos
Estudos de Casos e Controles
Distribuição de Qui-Quadrado
Método Duplo-Cego
Frequência Cardíaca/efeitos dos fármacos
Período Pós-Operatório
Fatores de Tempo
Resultado do Tratamento
Limites: Adolescente
Adulto
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-361286
Autor: Abreu, Múcio Paranhos de; Vieira, João Lopes; Lutti, Marcelo Negrão; Montarroyos, Emily Santos; Rossi, Randal de Tarso; Moraes, Rodrigo.
Título: Incidência de tremor em anestesia peridural com ou sem fentanil: estudo comparativo / Shivering during epidural anesthesia with and without fentanyl: comparative study
Fonte: Rev. bras. anestesiol;54(2):153-161, mar.-abr. 2004. tab.
Idioma: pt; en.
Resumo: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A maioria dos trabalhos encontrados na literatura, relacionando a influência dos opióides administrados por via peridural com o tremor intra e pós-operatório, foram realizados com grupos de pacientes obstétricas, nas quais a resposta do centro termorregulador pode ser diferente das pacientes não grávidas. O objetivo deste trabalho foi comparar o bloqueio peridural com e sem fentanil, quanto à incidência de tremores e outras complicações no intra e pós-operatório em pacientes submetidos à cirurgia de varizes sob anestesia peridural com bupivacaína a 0,5 por cento com adrenalina a 1:200.000. MÉTODO: Trinta e quatro pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos à cirurgia para tratamento de varizes de membros inferiores, foram divididos aleatoriamente em 2 grupos (n = 17), e receberam midazolam (0,05 mg.kg-1), por via venosa seguido de anestesia peridural lombar, utilizando-se no grupo S, 20 ml bupivacaína a 0,5 por cento (com vasoconstritor) associado a 2 ml de solução fisiológica a 0,9 por cento e no grupo F, 20 ml de bupivacaína a 0,5 por cento (com vasoconstritor) associada ao fentanil (100 æg). Foram estudados: incidência de tremor, temperatura dos pacientes, necessidade do uso de meperidina, e a incidência de náuseas e vômitos nos seguintes momentos: M1 - admissão do paciente na sala de operação; M2 - imediatamente antes da anestesia; M3 - 30 minutos após o término da injeção do anestésico local; M4 - 60 minutos após o término da injeção do anestésico local; M5 - 90 minutos após o término da injeção do anestésico local; M6 - final da anestesia; M7 - antecedendo a alta da sala de recuperação pós-anestésica. RESULTADOS: Quanto aos dados antropométricos, estado físico, tempo médio de duração da anestesia e cirurgia, temperatura dos pacientes e da sala de operação e incidência de náuseas e vômitos não houve diferença estatística entre os grupos. Houve diferença estatística aos 60 minutos (M4) e 90 minutos (M5) após o bloqueio peridural, com maior incidência de tremor no Grupo S que no Grupo F. Houve maior necessidade de utilização de meperidina nos pacientes submetidos ao bloqueio peridural não associado ao fentanil. CONCLUSÕES: Nas condições deste estudo, a adição de 100 æg de fentanil ao anestésico local, por via peridural, mostrou que o opióide não tem a propriedade de abolir o tremor, mas de reduzir sua incidência e a intensidade, sem aumentar a incidência de náuseas e vômitos.
Descritores: Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestesia Epidural/efeitos adversos
Fentanila/administração & dosagem
Hipotermia/etiologia
Incidência
Complicações Intraoperatórias
Complicações Pós-Operatórias
Distribuição Aleatória
Tremor por Sensação de Frio
Varizes/cirurgia
Limites: Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-57205
Autor: Griggio, M. A.
Título: Thermogenic mechanisms in cold-acclimated animals
Fonte: Braz. j. med. biol. res = Rev. bras. pesqui. méd. biol;21(2):171-6, 1988.
Idioma: en.
Descritores: Aclimatação
Tecido Adiposo Marrom
Regulação da Temperatura Corporal
Temperatura Baixa
Tremor por Sensação de Frio
-Metabolismo Energético
Consumo de Oxigênio
Limites: Ratos
Animais
Humanos
Camundongos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-13185
Autor: Martelete, M.
Título: O efeito do alcool etilico no tratamento do tremor pos-anestesico. / Effect of ethyl alcohol in the treatment of post-anesthetic shivering
Fonte: Rev. bras. anestesiol;32(6):367-72, 1982.
Idioma: pt.
Resumo: Foram tratados cinquenta e sete pacientes que apresentaram tremor pos-anestesico. A temperatura periferica e o tempo de duracao do tremor foram medidos em todos os casos. Dezessete pacientes nao foram tratados, constituindo o grupo I. Nos quarenta restantes, grupo II, apos constatado tremor, foi administrada solucao de alcool a 8% em solucao glicosada, em gotejo venoso, ate o seu desaparecimento. O tempo de duracao do tremor nos pacientes do grupo II foi significativamente menor do que nos do grupo I. Nao houve modificacao significativa da temperatura periferica entre os dois grupos. O alcool foi 100% eficaz no tratamento do tremor pos-anestesico. Seu efeito aparentemente nao dependeu da liberacao de calorias ou vasodilatacao periferica. Seus possiveis mecanismos de acao sao discutidos
Descritores: Anestesia
Etanol
Tremor por Sensação de Frio
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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