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Assunçäo, Maria Cecilia Formoso
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Id: biblio-889909
Autor: Costa, Caroline dos Santos; Flores, Thaynã Ramos; Wendt, Andrea; Neves, Rosália Garcia; Assunção, Maria Cecília Formoso; Santos, Iná S.
Título: Comportamento sedentário e consumo de alimentos ultraprocessados entre adolescentes brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), 2015 / Comportamiento sedentario y consumo de alimentos ultraprocesados entre adolescentes brasileños: Encuesta Nacional de Salud del Escolar (PeNSE), 2015 / Sedentary behavior and consumption of ultra-processed foods by Brazilian adolescents: Brazilian National School Health Survey (PeNSE), 2015
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(3):e00021017, 2018. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Estudo transversal com o objetivo de investigar a associação entre comportamento sedentário e consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) em adolescentes brasileiros. Foram utilizados dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) realizada em 2015. O consumo diário de pelo menos um grupo de AUP representou o desfecho, e a exposição principal foi o tempo diário de comportamento sedentário (horas em atividades sentado, excluído o tempo dispendido na escola). Foram calculadas prevalências, razões de prevalências e intervalos de 95% de confiança (IC95%). As análises foram ajustadas para sexo, idade, cor da pele, escolaridade materna, índice de bens, região geográfica e dependência administrativa da escola. Cerca de 40% dos escolares reportaram consumo diário de pelo menos um grupo de AUP (39,7%; IC95%: 39,2-40,3) e 68,1% (IC95%: 67,7-68,7) referiram > 2 horas/dia de comportamento sedentário. Entre os escolares com comportamento sedentário > 2 horas/dia, a prevalência de consumo diário de AUP foi de 42,8% (IC95%: 42,1-43,6%), maior do que entre os sem comportamento sedentário (29,8%; IC95%: 29,0-30,5%). Quanto maior o tempo de comportamento sedentário, maior a prevalência de consumo de AUP (valor de p para tendência linear < 0,001). Estratégias que promovam a alimentação saudável e a diminuição de comportamentos sedentários, bem como regulamentações da publicidade de AUP, tornam-se necessárias a fim de evitar que estilos de vida não saudáveis perdurem à idade adulta.

Estudio transversal con el objetivo de investigar la asociación entre el comportamiento sedentario y el consumo de alimentos ultraprocesados (AUP) en adolescentes brasileños. Se utilizaron datos de la Encuesta Nacional de Salud del Escolar (PeNSE), realizada en 2015. El consumo diario de por lo menos un grupo de AUP representó el resultado, y la exposición principal fue el tiempo diario de comportamiento sedentario (horas en actividades sentado, excluido el tiempo transcurrido en la escuela). Se calcularon las prevalencias, razones de prevalencias e intervalos de 95% de confianza (IC95%). Los análisis se ajustaron por sexo, edad, color de la piel, escolaridad materna, índice de bienes, región geográfica y dependencia administrativa de la escuela. Cerca de un 40% de los escolares informaron un consumo diario de por lo menos un grupo de AUP (39,7%; IC95%: 39,2-40,3) y 68,1% (IC95%: 67,7-68,7) informaron > 2 horas/día de comportamiento sedentario. Entre los escolares con un comportamiento sedentario > 2 horas/día, la prevalencia de consumo diario de AUP fue de un 42,8% (IC95%: 42,1-43,6%), mayor que entre quienes no tenían comportamiento sedentario (29,8%; IC95%: 29,0-30,5%). Cuanto mayor es el tiempo de comportamiento sedentario, mayor la prevalencia de consumo de AUP (valor de p para tendencia lineal < 0,001). Estrategias que promuevan la alimentación saludable y la disminución de comportamientos sedentarios, así como una regulación de la publicidad de AUP, fueron necesarias, a fin de evitar que estilos de vida no saludables perduren en la edad adulta.

The aim of this cross-sectional study was to investigate the association between sedentary behavior and consumption of ultra-processed foods (UPF) among Brazilian adolescents. The study used data from the 2015 edition of the Brazilian National School Health Survey (PeNSE). Daily consumption of at least one group of UPF was the outcome, and the principal exposure was daily time spent in sedentary behavior (hours spent sitting, except for time sitting at school). We calculated prevalence rates, prevalence ratios, and 95% confidence intervals (95%CI). The analyses were adjusted for gender, age, skin color, maternal schooling, household assets index, major geographic region, and school's administrative jurisdiction (public versus private). Forty percent of the schoolchildren reported daily consumption of at least one group of UPF (39.7%; 95%CI: 39.2-40.3), while 68.1% (95%CI: 67.7-68.7) reported > 2 hours/day of sedentary behavior. Among schoolchildren with sedentary behavior > 2 hours/day, prevalence of daily consumption of UPF was 42.8% (95%CI: 42.1-43.6%), higher than among those without sedentary behavior (29.8%; 95%CI: 29.0-30.5%). Longer time spent in sedentary behavior was associated with higher prevalence of consumption of UPF (p-value for linear trend < 0.001). Strategies to promote healthy eating and decrease sedentary behavior, as well as regulation of advertising for UPF, are necessary to prevent unhealthy lifestyles from persisting into adulthood.
Descritores: Estudantes/estatística & dados numéricos
Comportamento Sedentário
Fast Foods/estatística & dados numéricos
Manipulação de Alimentos/estatística & dados numéricos
-Instituições Acadêmicas
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Características de Residência
Estudos Transversais
Inquéritos Epidemiológicos
Comportamento Alimentar
Fast Foods/classificação
Manipulação de Alimentos/classificação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Benseñor, Isabela Judith Martins
Barreto, Sandhi Maria
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Id: biblio-889905
Autor: Simões, Bárbara dos Santos; Cardoso, Letícia de Oliveira; Benseñor, Isabela Judith Martins; Schmidt, Maria Inês; Duncan, Bruce Bartholow; Luft, Vivian Cristine; Molina, Maria del Carmen Bisi; Barreto, Sandhi Maria; Levy, Renata Bertazzi; Giatti, Luana.
Título: Consumption of ultra-processed foods and socioeconomic position: a cross-sectional analysis of the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health / O consumo de alimentos ultraprocessados e nível socioeconômico: uma análise transversal do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto, Brasil / Consumo de comida ultraprocesada y nivel socioeconómico: un análisis transversal del Estudio Longitudinal Brasileño sobre Salud en la Edad Adulta
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(3):e00019717, 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: The objective of the study was to estimate the contribution of ultra-processed foods to total caloric intake and investigate whether it differs according to socioeconomic position. We analyzed baseline data from the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil 2008-2010; N = 14.378) and data on dietary intake using a food frequency questionnaire, assigning it into three categories: unprocessed or minimally processed foods and processed culinary ingredients, processed foods, and ultra-processed foods. We measured the associations between socioeconomic position (education, per capita household income, and occupational social class) and the percentage of caloric contribution of ultra-processed foods, using generalized linear regression models adjusted for age and sex. Unprocessed or minimally processed foods and processed culinary ingredients contributed to 65.7% of the total caloric intake, followed by ultra-processed foods (22.7%). After adjustments, the percentage of caloric contribution of ultra-processed foods was 20% lower among participants with incomplete elementary school when compared to postgraduates. Compared to individuals from upper income classes, the caloric contribution of ultra-processed foods was 10%, 15% and 20% lower among the ones from the three lowest income, respectively. The caloric contribution of ultra-processed foods was also 7%, 12%, 12%, and 17% lower among participants in the lowest occupational social class compared to those from high social classes. Results suggest that the caloric contribution of ultra-processed foods is higher among individuals from high socioeconomic positions with a dose-response relationship for the associations.

O estudo teve como objetivo estimar a contribuição dos alimentos ultraprocessados à ingestão calórica total e investigar se essa contribuição difere de acordo com nível socioeconômico. Analisamos os dados da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto-Brasil (ELSA-Brasil 2008-2010; N = 14.378) e os de ingestão alimentar, usando um questionário sobre frequência de consumo alimentar, em três categorias: alimentos não processados ou minimamente processados e ingredientes culinários processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados. Estimamos as associações entre nível socioeconômico (escolaridade, renda domiciliar per capita e classe social ocupacional) e o percentual da contribuição calórica dos ultraprocessados, usando modelos lineares generalizados, ajustados por idade e sexo. Os alimentos não processados ou minimamente processados e ingredientes culinários processados representaram 65,7% da ingestão calórica total, seguidos pelos ultraprocessados (22,7%). Depois dos ajustes, a contribuição dos ultraprocessados foi 20% mais baixa entre participantes com ensino fundamental incompleto, quando comparados aos indivíduos com pós-graduação. Quando comparados aos indivíduos das classes de renda mais alta, a contribuição calórica dos ultraprocessados foi 10%, 15% e 20% mais baixa entre aqueles pertencentes aos três quintis de renda mais baixos, respectivamente. Além disso, a contribuição calórica dos ultraprocessados foi 7%, 12%, 12% e 17% mais baixa entre os participantes da classe social ocupacional mais baixa, comparados aos das classes sociais mais altas. Os resultados sugerem que a contribuição calórica dos alimentos ultraprocessados é mais alta entre os indivíduos de nível socioeconômico mais alto, com gradiente de dose e resposta nas associações.

El objetivo del estudio fue estimar la contribución de las comidas ultraprocesadas en la ingesta total calórica e investigar si difiere según el nivel socioeconómico. Analizamos datos de referencia, procedentes del Estudio Longitudinal Brasileño sobre Salud en la Edad Adulta (ELSA-Brasil 2008-2010; N = 14.378) y datos de la ingesta nutricional, usando un cuestionario de frecuencia sobre comidas, asignándole tres categorías: comida sin procesar o mínimamente procesada e ingredientes culinarios procesados, comidas procesadas, y comidas ultraprocesadas. Medimos las asociaciones entre el nivel socioeconómico (educación, ingreso por hogar per cápita, y clase ocupacional social) y el porcentaje de la contribución calórica de la comida ultraprocesada, usando modelos de regresión lineal generalizada, ajustados por edad y sexo. Las comidas sin procesar o mínimamente procesadas con ingredientes culinarios procesados contribuyeron al 65,7% del total de la ingesta calórica, seguidos de la comida ultraprocesada (22,7%). Tras los ajustes, el porcentaje de la contribución calórica de la comida ultraprocesada fue un 20% menor entre los participantes con la escuela elemental incompleta, cuando se compararon con los postgraduados. Comparados con los individuos de las clases con ingresos superiores, la contribución calórica de las comidas ultraprocesadas fue un 10%, 15% y 20% menor entre quienes pertenecían a las tres categorías de ingresos más bajas, respectivamente. La contribución calórica de la comida ultraprocesada fue también un 7%, 12%, 12%, y 17% más baja entre los participantes en el nivel ocupacional social más bajo, comparados con aquellos de las clases sociales altas. Los resultados sugieren que la contribución calórica de la comida ultraprocesada es más alta entre quienes proceden de niveles socioeconómicos más altos con una relación dosis-respuesta para las asociaciones establecidas.
Descritores: Ingestão de Energia
Fast Foods/classificação
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Inquéritos Nutricionais
Estudos Transversais
Estudos Longitudinais
Manipulação de Alimentos/classificação
Valor Nutritivo
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1001646
Autor: Sartorelli, Daniela Saes; Crivellenti, Lívia Castro; Zuccolotto, Daniela Cristina Candelas; Franco, Laércio Joel.
Título: Relationship between minimally and ultra-processed food intake during pregnancy with obesity and gestational diabetes mellitus / A relação entre consumo de alimentos minimamente processados e ultraprocessados durante a gestação e obesidade e diabetes mellitus gestacional / La relación entre el consumo de comida mínimamente procesada y ultraprocesada durante embarazos con obesidad y diabetes mellitus gestacional
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);35(4):e00049318, 2019. tab.
Idioma: en.
Projeto: Brazilian National Research Council.
Resumo: This study aimed to investigate the relationship between food intake (considering the nature, extent, and purpose of food processing) during pregnancy and overweight, obesity, and gestational diabetes mellitus conditions. This is a cross-sectional study conducted among 785 adult women in singleton pregnancies (between 24th and 39th weeks of gestation) in Brazil. Usual food intake was estimated by the Multiple Source Method, using two 24-hour dietary recalls. The food groups of interest in this study were the unprocessed or minimally processed foods and ultra-processed foods. The World Health Organization criteria for the diagnosis of gestational diabetes mellitus and the Atalah criteria for excess weight were used. Adjusted multinomial logistic regression models were used to assess the relationship between energy contribution (%E) from foods with overweight and obesity conditions and, adjusted logistic regression models for gestational diabetes mellitus. In total, 32.1% participants were overweight, 24.6% were obese, and 17.7% of women were diagnosed with gestational diabetes mellitus . After adjustments, an inverse association between the highest tertile of %E from the intake of unprocessed or minimally processed foods and obesity was found [0.49 (0.30-0.79)]. Moreover, a positive association between the highest tertile of %E from ultra-processed food intake [3.06 (1.27-3.37)] and obesity was observed. No association between food intake (considering the nature, extent, and purpose of food processing) during pregnancy and overweight or gestational diabetes mellitus was found. The findings suggest a role of food processing in obesity but not in gestational diabetes mellitus. Further research is warranted to provide robust evidence on the relationship between the role of processed foods in obesity and gestational diabetes mellitus.

O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o consumo de alimentos (considerando a natureza, extensão e propósito do processamento de alimentos) durante a gestação e sobrepeso, obesidade e diabetes mellitus gestacional. Estudo transversal realizado com 785 mulheres adultas com gestações únicas (24ª-39ª semanas de gestação) no Brasil. O consumo usual de alimentos foi estimado usando o Multiple Source Method, usando recordatórios alimentares de 24 horas. Os grupos alimentares de interesse neste estudo foram os alimentos não-processados e minimamente processados e os alimentos ultraprocessados. Os critérios da Organização Mundial da Saúde para diagnóstico de diabetes mellitus gestacional e critérios de Atalah para excesso de peso foram usados. Modelos de regressão logística multinomial foram empregados para avaliar a relação entre a contribuição energética (%E) de alimentos e sobrepeso e obesidade, e modelos de regressão logística ajustados foram usados para diabetes mellitus gestacional. No total, 32,1% das gestantes estavam com sobrepeso, 24,6% com obesidade e 17,7% foram diagnosticadas com diabetes mellitus gestacional. Após ajustes, uma associação inversa entre obesidade e o maior tercil de %E do consumo de alimentos não-processados ou minimamente processados foi encontrada [0,49 (0,30-0,79)]. Além disso, uma associação positiva entre obesidade e o maior tercil de %E do consumo de alimentos ultraprocessados [3,06 (1,27-3,37)] foi observada. Nenhuma associação entre consumo de alimentos (considerando a natureza, extensão e propósito do processamento de alimentos) durante a gestação e sobrepeso ou diabetes mellitus gestacional foi encontrada. Os resultados sugerem o papel do processamento de alimentos na obesidade, mas não na diabetes mellitus gestacional. Pesquisas adicionais são necessárias para fornecer evidências robustas sobre a relação entre o papel do processamento de alimentos na obesidade e na diabetes mellitus gestacional durante a gestação.

El objetivo del presente estudio fue investigar la relación entre el consumo de comida (considerando la naturaleza, alcance, y propósito del procesamiento de comida) durante el embarazo y el sobrepeso, obesidad, y diabetes mellitus gestacional. Se realizó un estudio transversal con 785 mujeres adultas de embarazos únicos (24ª-39ª semanas de gestación) en Brasil. El consumo habitual se estimó mediante un Multiple Source Method, usando dos encuestas de 24-hour en relación con los hábitos alimentarios. Los grupos de comidas de interés en el presente estudio fueron los mínimamente procesados o sin procesar y los productos de comida ultraprocesada. Se utilizaron criterios de la Organización Mundial de la Salud para el diagnostico de diabetes mellitus gestacional, y los criterios Atalah para el sobrepeso. Se utilizaron modelos ajustados de regresión logística multinomial para evaluar la relación entre la contribución energética (%E) de comidas con el sobrepeso y la obesidad, y modelos ajustados de regresión logística para la diabetes mellitus gestacional . En total, un 32,1% sufrían sobrepeso, un 24,6% eran obesas, y un 17,7% de las mujeres fueron diagnosticadas con diabetes mellitus gestacional. Tras los ajustes, se encontró una asociación inversa entre el tercil más alto de %E, procedente del consumo de comidas sin procesar o mínimamente procesadas con la obesidad [0,49 (0,30-0,79)]. Asimismo, se encontró una asociación positiva entre el tercil más alto de %E de comida ultraprocesada [3,06 (1,27-3,37)] y la obesidad. No se encontró ninguna asociación entre el consumo de comida (considerando la naturaleza, alcance, y propósito de la comida procesada) durante el embarazo y el sobrepeso, respecto a la diabetes mellitus gestacional. Los resultados sugieren la importancia de la comida procesada en la obesidad pero no así en la diabetes mellitus gestacional. Son necesarias más investigaciones para proporcionar evidencias sólidas sobre la relación entre el papel de la comida procesada en la obesidad y diabetes mellitus gestacional durante el embarazo.
Descritores: Diabetes Gestacional/etiologia
Dieta/efeitos adversos
Sobrepeso/etiologia
Fast Foods/efeitos adversos
Obesidade/etiologia
-Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Ingestão de Energia
Ganho de Peso
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Idade Gestacional
Diabetes Gestacional/epidemiologia
Dieta/estatística & dados numéricos
Sobrepeso/epidemiologia
Comportamento Alimentar
Obesidade/epidemiologia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Silva, Antonio Augusto Moura da
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Id: biblio-889620
Autor: Batalha, Mônica Araujo; França, Ana Karina Teixeira da Cunha; Conceição, Sueli Ismael Oliveira da; Santos, Alcione Miranda dos; Silva, Francelena de Sousa; Padilha, Luana Lopes; Silva, Antônio Augusto Moura da.
Título: Processed and ultra-processed food consumption among children aged 13 to 35 months and associated factors / Consumo de alimentos processados e ultraprocessados e fatores associados em crianças entre 13 e 35 meses de idade / Consumo de alimentos procesados y ultraprocesados y factores asociados en niños entre 13 y 35 meses de edad
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);33(11):e00152016, nov. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Brazilian National Research Council; . Foundation for Scientific Research and Development of Maranhão; . São Paulo Research Foundation.
Resumo: Abstract: The aim of this study was to evaluate the consumption of processed and ultra-processed foods among children aged 13-35 months and its associated factors. We studied 1,185 children within the BRISA cohort in São Luís, Maranhão State, Brazil. The food consumption was investigated using a 24-hour recall, and the percentages of daily caloric intake and nutrients were estimated by food groups according to "NOVA" classification. We chose to categorize children belonging to the upper tertile of the distribution as having a high consumption of processed and ultra-processed food products. The Poisson regression model with robust variance estimation using a hierarchical modeling approach was used to calculate the prevalence ratios (PRs) of variables associated with high consumption of processed and ultra-processed food products. The mean energy intake was 1,226Kcal/day. After adjustments, there was a higher proportion of high consumption of processed and ultra-processed food products among children whose mothers had < 12 years of education and among children who were older than 16 months. Mothers with low schooling and children older than 16 months should be the targets of interventions aimed at reducing consumption of these food products and preventing adverse health outcomes in later life.

Resumo: O estudo teve como objetivo avaliar o consumo de alimentos processados e ultraprocessados por crianças entre 13 e 35 meses de idade e fatores associados. Estudamos 1.185 crianças da coorte BRISA em São Luís, Maranhão, Brasil. O consumo alimentar foi investigado com um recordatório de 24 horas, e os percentuais de ingestão diária de calorias e nutrientes foram estimados por grupos de alimentos de acordo com a classificação "NOVA". Optamos por categorizar as crianças pertencentes ao tercil superior da distribuição como tendo consumo elevado de produtos alimentícios processados e ultraprocessados. Foi utilizado um modelo de regressão Poisson com estimativa robusta de variância com modelagem hierárquica para calcular as razões de prevalência (RPs) das variáveis associadas ao consumo elevado de produtos alimentícios processados e ultraprocessados. A ingestão calórica média era 1.226Kcal/dia. Após os ajustes, houve uma proporção maior de consumo elevado de produtos alimentícios processados e ultraprocessados entre crianças cujas mães tinham menos de 12 anos de escola e entre crianças com mais de 16 meses de idade. As mães com baixa escolaridade e crianças acima de 16 meses devem ser alvos de intervenções para reduzir o consumo desses produtos alimentícios e prevenir os desfechos de saúde adversos na adolescência e idade adulta.

Resumen: El objetivo de este estudio fue evaluar el consumo de alimentos procesados y ultraprocesados por parte de niños entre 13 y 35 meses de edad y sus factores asociados. Estudiamos a 1.185 niños de la cohorte BRISA en São Luís, Maranhão, Brasil. El consumo alimentario fue investigado con un recordatorio de 24 horas, y los porcentajes de ingesta diaria de calorías y nutrientes fueron estimados por grupos de alimentos, de acuerdo con la clasificación "NOVA". Optamos por categorizar a los niños pertenecientes al tercil superior de la distribución como de consumo elevado de productos alimenticios procesados y ultraprocesados. Se utilizó un modelo de regresión Poisson de estimativa robusta de variancia con modelaje jerárquico para calcular las razones de prevalencia (RPs) de las variables asociadas al consumo elevado de productos alimenticios procesados y ultraprocesados. La ingesta calórica media era 1.226Kcal/día. Tras los ajustes, hubo una proporción mayor de consumo elevado de productos alimenticios procesados y ultraprocesados entre niños, cuyas madres contaban con menos de 12 años de escuela y entre niños con más de 16 meses de edad. Las madres con baja escolaridad y niños por encima de 16 meses deben ser objetivo de intervenciones para reducir el consumo de esos productos alimenticios y prevenir desenlaces de salud adversos en la adolescencia y edad adulta.
Descritores: Comportamento Alimentar
Manipulação de Alimentos/classificação
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Estado Nutricional
Saúde da Família
Fatores de Risco
Idade Materna
Fast Foods/efeitos adversos
Indústria de Processamento de Alimentos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-845718
Autor: D'Avila, Helen Freitas; Kirsten, Vanessa Ramos.
Título: CONSUMO ENERGÉTICO PROVENIENTE DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS POR ADOLESCENTES / ENERGY INTAKE FROM ULTRA-PROCESSED FOODS AMONG ADOLESCENTS
Fonte: Rev. paul. pediatr;35(1):54-60, jan.-mar. 2017. tab.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO Objetivo: Avaliar o consumo proveniente dos alimentos ultraprocessados e fatores relacionados em adolescentes. Métodos: Estudo transversal com 784 adolescentes (de ambos os sexos e entre 12 a 19 anos) de escolas públicas e privadas do município de Palmeira das Missões, Brasil. O consumo alimentar foi registrado pelo questionário semiquantitativo de frequência de consumo de alimentos e convertido em energia (Kcal/dia). Os alimentos foram classificados em: minimamente processados, grupo 1 (G1); alimentos processados, grupo 2 (G2); e alimentos ultraprocessados, grupo 3 (G3). As variáveis avaliadas foram: sexo, classe socioeconômica, cor, atividade física, índice de massa corpórea (IMC) e níveis pressóricos. Na comparação de variáveis quantitativas foi usado o teste de Mann-Whitney e o teste H de Kruskal-Wallis. Para ajustar as diferenças entre os grupos, considerando os efeitos de calorias totais, foi aplicado o teste de análise de covariância (ANCOVA). Resultados: A mediana do consumo energético total foi de 3.039,8 Kcal e a de ultraprocessados foi de 1.496,5 Kcal/dia (49,23%). O consumo calórico proveniente dos alimentos do G1, do G2 e do G3 não diferiu de acordo com a cor da pele dos adolescentes. Os adolescentes pertencentes às classes C e D são os maiores consumidores de calorias do G2 e do G3 (p<0,001). Os adolescentes insuficientemente ativos consomem menos calorias de alimentos minimamente processados. Os adolescentes eutróficos apresentam maior consumo do G3 (p<0,001), quando comparados aos que possuem excesso de peso. Conclusões: O consumo de alimentos ultraprocessados associou-se ao nível social, ao nível de atividade física e ao estado nutricional.

ASTRACT Objective: To evaluate the consumption of ultra-processed foods and related factors in adolescents. Methods: This is a cross-sectional study conducted with 784 adolescents (both sexes and aged between 12 and 19 years) from public and private schools in the municipality of Palmeira das Missões, Brazil. Food consumption was recorded by the semiquantitative questionnaire of frequency of food consumption and converted to energy (kcal/day). Foods were classified as minimally processed, group 1 (G1); processed foods, group 2 (G2); and ultra-processed foods, group 3 (G3). The variables evaluated were sex, socioeconomic class, color, physical activity, body mass index, and blood pressure levels. In the comparison of quantitative variables, the Mann-Whitney test and the Kruskal-Wallis H test were used. To adjust the differences between the groups, considering the effects of total calories, the covariance analysis test (ANCOVA) was applied. Results: The median of the total energy consumption was 3,039.8 kcal, and that of ultra-processed foods was 1,496.5 kcal/day (49.23%). The caloric intake from foods in G1, G2, and G3 did not differ according to the skin color of the adolescents. Those belonging to socioeconomic classes C and D are the most frequent consumers of calories from G2 and G3 (p<0.001). Underactive teens consume fewer calories from minimally processed foods. Eutrophic adolescents present higher consumption of G3 foods (p<0.001) when compared to those who are overweight. Conclusions: The consumption of ultra-processed foods was associated with socioeconomic level, physical activity level, and nutritional status.
Descritores: Ingestão de Energia
Fast Foods
-Estudos Transversais
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Castro, Lucia Rabello de
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Id: biblio-883417
Autor: Grisolia, Felipe Salvador; Castro, Lucia Rabello de.
Título: A padronização no fast-food e seus efeitos na subjetividade do jovem trabalhador / The standardization of fast-food and its effects in the subjectivity of the young worker
Fonte: Gerais (Univ. Fed. Juiz Fora);9(2):211-226, dez. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: O presente artigo aborda os efeitos da racionalização no trabalho do fast-food no processo de subjetivação dos jovens trabalhadores desse tipo de restaurante. Realizou-se uma pesquisa-intervenção, contando com observações participantes em dois restaurantes, e entrevistas semiestruturadas com 26 funcionários e ex-funcionários. Os resultados demonstram que a racionalização leva a uma alta divisão do trabalho e padronização das tarefas na Empresa estudada. A maioria dos entrevistados entende a forma prescrita de trabalhar como a maneira correta de se exercer o trabalho. Entretanto, tais ingerências causam um mal-estar nos funcionários, que se incomodam em apenas reproduzir as atividades estipuladas. Mal-estar esse, que, em alguns casos, ultrapassa as barreiras do local de trabalho, atingindo seu cotidiano. Os funcionários se utilizam de outras formas de se fazer o trabalho e de brincadeiras com os colegas para fugir ao trabalho prescrito

The present article intends to approach the effects of the standardized work in the fast-food industry, regarding the subjective process of the young workers of these restaurants. An intervention research was performed, which included the observation of the contributors in two participating restaurants, in addition to performing semi-structured interviews with 26 workers and ex-workers. The results show that the rationalization of work leads to an extreme division of labor and to the standardization of the activities within the studied company. The majority of young interviewees understand the written procedures to be the correct form to perform the job. However, such procedures lead to discomfort in the workers, who get concerned to just reproduce the prescribed activities. In some cases, this discomfort surpasses the barriers of the work site, reaching the everyday life of the workers. The employees use alternate forms of doing their work, as well as joking with their peers in order to escape the prescribed work
Descritores: Trabalho
Fast Foods
-Admissão e Escalonamento de Pessoal
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1013294
Autor: Ferreira, Camila Silva; Silva, Dyene Aparecida; Gontijo, Cristiana Araújo; Rinaldi, Ana Elisa Madalena.
Título: Consumption of minimally processed and ultra-processed foods among students from public and private schools / Consumo de alimentos minimamente processados e ultraprocessados entre escolares das redes pública e privada
Fonte: Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online);37(2):173-180, Apr.-June 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To compare and analyze the consumption of minimally processed and ultra-processed foods among students from public and private schools. Methods: Study conducted in Uberlândia, MG, with fifth-grade students from three private and six public schools, selected by stratified cluster sampling. We collected data on food consumption using the 24-hour recall. Foods were classified into four groups (G) according to extent and purpose of processing: fresh/minimally processed foods (G1) culinary ingredients (G2), processed foods (G3), and ultra-processed foods (G4). Total energy intake (kcal) of each group, amount of sugar (g), sodium (mg), and fiber (g) were quantified and compared according to administrative affiliation (private or public). Results: Percentage of total energy intake was: G1 - 52%; G2 - 12%; G3 - 5%; e G4 - 31%. Energy intake from G1 (53 vs. 47%), G2 (12 vs. 9%), and G3 (6.0 vs. 0.1%), and amount of sodium (3,293 vs. 2,724 mg) and fiber (23 vs. 18 g) were higher among students from public schools. Energy intake from G4 (36 vs. 28%) and amount of sugar (20 vs. 14%) were higher among students from private schools. The consumption of foods from G1 in the school environment was higher among students from public schools (40 vs. 9%). Conclusions: Foods from G1 represent the highest percentage of total energy intake, while those from G4 constitute a third of calories consumed. Processed juice, sandwich cookie, processed cake, and breakfast cereals are more frequent among private school students; snacks and juice powder are more common for students from public schools.

RESUMO Objetivo: Comparar e analisar o consumo de alimentos minimamente processados e ultraprocessados entre escolares das redes pública e privada. Métodos: Estudo realizado em Uberlândia, MG, com escolares do quinto ano do ensino fundamental em nove escolas (três privadas e seis públicas), selecionados por amostragem estratificada por conglomerado. O consumo alimentar foi analisado utilizando recordatório de 24 horas. Os alimentos foram classificados segundo extensão e propósito do seu processamento em quatro grupos (G): alimentos in natura/minimamente processados (G1), ingredientes culinários (G2), alimentos processados (G3) e ultraprocessados (G4). Os valores energéticos totais (kcal) provenientes de cada grupo, quantidade de açúcar (g), sódio (mg) e fibras (g) foram quantificados e comparados segundo dependência administrativa. Resultados: O consumo de energia foi: G1, 52%; G2, 12%; G3, 5%; e G4, 31%. Os valores energéticos provenientes de G1 (53 vs. 47%), G2 (12 vs. 9%) e G3 (6,0 vs. 0,1%), a quantidade de sódio (3.293 vs. 2.724 mg) e a de fibras (23 vs. 18 g) foram superiores em escolares da rede pública. O valor percentual energético do G4 (36 vs. 28%) e a quantidade de açúcar (20 vs. 14%) foram superiores em escolares da rede privada. O consumo do G1 na escola foi superior nos escolares da rede pública (40 vs. 9%). Conclusões: Alimentos do G1 representam o maior percentual do valor energético total e do G4, um terço das calorias ingeridas. Suco pronto, biscoito recheado, bolo industrializado, cereais matinais são mais frequentes em escolares da rede privada e salgadinhos e suco em pó nos da rede pública.
Descritores: Ingestão de Energia
Setor Público/estatística & dados numéricos
Setor Privado/estatística & dados numéricos
Comportamento Alimentar/classificação
Fast Foods
Alimentos Crus
-Instituições Acadêmicas/classificação
Instituições Acadêmicas/estatística & dados numéricos
Estudantes/psicologia
Estudantes/estatística & dados numéricos
Brasil
Inquéritos sobre Dietas
Valor Nutritivo
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-775514
Autor: Bejarano-Roncancio, Jhon; Gamboa-Delgado, Edna Magaly; Aya-Baquero, Dora Hilda; Parra, Diana C.
Título: Los alimentos y bebidas ultra-procesados que ingresan a Colombia por el tratado de libre comercio: ¿influirán en el peso de los colombianos? / Ultra-processed foods and beverages products entering Colombia through international trade agreements: Will they have an impact on the weight of colombians?
Fonte: Rev. chil. nutr;42(4):409-413, dic. 2015.
Idioma: es.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; . Colciencias.
Resumo: Ultra-processed products are characterized by high contents of sugar, saturated fat and sodium. These products are entering the Colombian market through free trade agreements. One concern related to their consumption is the impact on weight gain and comorbidities associated with overweight and obesity, as well as changes in cultural habits and food sovereignty Scientific evidence has documented that consumption of ultra processed products contributes to chronic disease, thus increasing health care costs of treatment and rehabilitation. We must implement public policies that protect and inform the consumer, increasing the access and the right to a healthy diet, while reducing consumption of ultra-processed products such as sugar sweetened beverages and snacks. Inter-sectorial strategies are needed to face the potential purchasing and consumption patterns changes, promoting the development of food systems that recognize local dynamics of production. Increase control over the type and quality of ultra-processed products that are entering the country, and promote actions, along with food and nutrition education are also needed.

Los alimentos ultra-procesados se caracterizan por su alto contenido de azúcares, grasas saturadas y sodio. Estos alimentos están ingresando a Colombia por los Tratados de Libre Comercio (TLC). Una preocupación de su consumo es el impacto en la ganancia de peso progresiva y las comorbilidades asociadas al sobrepeso y la obesidad, así como el cambio de hábitos culturales y la soberanía alimentaria. La evidencia científica destaca que estos alimentos pueden generar enfermedades crónicas lo que incrementa los costos sanitarios debido al tratamiento y rehabilitación. Es necesario formular políticas públicas que protejan y orienten al consumidor, facilitando el acceso y el derecho a una alimentación saludable y mitigando el consumo de productos ultra-procesados como las bebidas azucaradas y los empaquetados. Se requieren estrategias y actores intersectoriales para hacer frente a los posibles cambios de compra y consumo, promover el desarrollo de sistemas alimentarios que reconozcan las dinámicas locales de producción. Realizar vigilancia y control sobre los productos ultra-procesados que ingresan al país y promover acciones de educación alimentaria y nutricional.
Descritores: Comércio
Política Nutricional
Alimentos e Bebidas
Sobrepeso
Alimentos Preparados
Fast Foods
Obesidade
-Cooperação Internacional
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: CL334.1 - Biblioteca UBO


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Id: biblio-1026443
Autor: Gregori, Dario; Hochdorn, Alexander; de Hoyos, Ricardo; Ballali, Simonetta; de Hoyos, Adriana; Gafare, Claudia Elena; Lorenzoni, Giulia; Dibildox, Javier.
Título: Food advertising on TV and energy intake in children: results from the OBEY-AD Mexico
Fonte: Arch. latinoam. nutr;67(supl. 1):11-23, oct. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Food advertising on TV is a common marketing practice, and it is suspected of promoting obesogenic behaviours. The study aimed at evaluating if gadgets (toys) packaged with food increase food consumption, and if contemporary exposure to TV and/or advertising is a further promoting factor. Onehundred and twenty children (balanced according to gender and age groups, 3-6 and 7-10 years old) were randomised in an experimental setting designed as a 2x5 full factorial ad libitum eating study. The first factor was represented by the exposure to gadgets, organized on two levels, "food with gadget" (TOY) and "food alone" (NoTOY). The second one consisted in the exposure to TV and advertising along five levels (no exposure to TV, exposure to TV without advertising, exposure to TV and 1, 2, or 3 advertsements). Our results showed no significant differences when considering the groups even after taking into account the dependent variables. The medium spot group showed the lowest energy intake, but the difference between the other groups was not significant. TV advertising and the presence of gadgets (toys) do not influence caloric intake in children(AU)

La publicidad de alimentos en la televisión es una práctica común de comercialización, y se cree que puede promover comportamientos obesogénicos. El estudio tiene como objetivo evaluar si los gadgets (juguetes) empaquetados con alimentos aumentan el consumo de alimentos y si la exposición contemporánea a la televisión y / o la publicidad es un factor promotor adicional. Ciento veinte niños (agrupados por sexo y edad, 3-6 y 7-10 años de edad) fueron asignados al azar en una escuela de San Luis Potosí -México. Los niños fueron asignados al azar en el contexto experimental de un estudio de diseño factorial completo 2x5 de consumo de alimentos ad libitum. El primer factor estuvo representado por la exposición a juguetes y estuvo organizado en dos niveles: "alimento con juguetes" (TOY) y "alimento solo" (NoTOY). El segundo consistía en la exposición a la televisión y a publicidad televisiva a lo largo de cinco niveles (sin exposición a TV, exposición a TV sin publicidad, exposición a TV y a 1, 2 o 3 anuncios publicitarios). Nuestros resultados no mostraron diferencias significativas entre los grupos, incluso teniendo en cuenta las variables dependientes. Sólo en el grupo mediano al que se mostraron dos publicidades se observó el consumo de energía más bajo. La diferencia entre los otros grupos no fue significativa(AU)
Descritores: Jogos e Brinquedos
Gorduras na Dieta
Fast Foods/efeitos adversos
Obesidade Pediátrica/complicações
-Televisão
Saúde Pública
Publicidade
Alimentos, Dieta e Nutrição
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: lil-705426
Autor: Morales, Adaucio; Montilva, Mariela.
Título: Perfil clínico-metabólico relacionado con el riesgo cardiovascular en adolescentes escolarizados de barquisimeto, venezuela / Clinical-metabolic profile related to cardiovascular risk in school adolescents from barquisimeto, venezuela
Fonte: An. venez. nutr;25(2):55-63, dic. 2012. tab.
Idioma: es.
Resumo: Determinar el perfil clínico - metabólico relacionado con el riesgo cardiovascular en adolescentes escolarizados de ambos sexos de Barquisimeto. Se estudiaron 500 adolescentes entre 15 y 19 años de edad (253 hombres y 247 mujeres). La selección se realizó en 2 etapas: a) muestreo aleatorio estratificado de 18 instituciones de educación media - diversificada y 3 instituciones de educación universitaria y b) muestreo no probabilístico accidental de los adolescentes en dichas instituciones. Se evaluó índice de masa corporal, presión arterial, perfil lipídico, glicemia y resistencia a la insulina según HOMA - IR. Hubo diferencias estadísticamente significativas entre las medidas de tendencia central, tanto en hombres como en mujeres, de todas las variables excepto en el índice de masa corporal, LDL - Colesterol y glicemia. Las prevalencias de alteraciones clínico - metabólicas fueron: exceso de peso (21,2%), resistencia insulínica (20,4%), HDL - Colesterol bajo (17,7%), hipercolesterolemia total (16%), LDL - Colesterol elevado (14,5%), hipertrigliceridemia (14,2%), hipertensión arterial (1,8%) e hiperglicemia (0,2%); 22,4% presentó dos o más alteraciones clínico - metabólicas y 9,6% tres o más. Solo hubo diferencias estadísticamente significativas en las prevalencias de exceso de peso, HDL - colesterol bajo e hipertrigliceridemia, las cuales fueron mayores en hombres con una razón de 1,6 (IC95% 1,1 - 2,2); 2,1 (IC95% 1,4 - 3,2) y 1,7 (IC95% 1,1 - 2,7), respectivamente. Se encontró una elevada prevalencia de alteraciones clínico - metabólicas con mayor riesgo de exceso de peso, HDL - C bajo e hipertrigliceridemia en hombres, lo cual amerita atención de las autoridades de salud de la región(AU)

To determine the clinical - metabolic profile related to cardiovascular risk among adolescent students, of both sexes, from Barquisimeto. The study was carried out on 500 adolescents between 15 and 19 years old (253 men and 247 women). The selection was carried out in two stages: a) Stratified random sampling of 18 secondary schools and 3 universities and b) Non-probabilistic accidental sampling of adolescents in such institutions. The body mass index, blood pressure, lipid profile, glycemia, and insulin resistance according HOMA-IR were evaluated. There were statistically significant differences between sexes, in all the variables except in body mass index, LDL -Cholesterol and glycemia. The prevalence of clinical -metabolic alterations were: Excess weight (21.2%), insulin resistance (20.4%), low HDL cholesterol (17.7 %), total hypercholesterolemia (16%), high LDL cholesterol (14.5 %), hypertriglyceridemia (14.2%), hypertension (1.8%) and hyperglycemia (0.2%); 22.4% presented two or more clinical-metabolic alterations and (9.6%) three or more. There were just statistically significant differences in the prevalence of excess weight, low HDL cholesterol and hypertriglyceridemia, which were higher in men, with a ratio of 1.6 (CI95% 1.1 - 2.2); 2.1 (CI95% 1.4 - 3.2) and 1.7 (CI95% 1.1 - 2.7), respectively. A high prevalence of clinical - metabolic alterations was found with increased risk of being overweight, low HDL - C and hypertriglyceridemia in men, which merits attention of health authorities in the region(AU)
Descritores: Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
Técnicas de Laboratório Clínico
Saúde do Adolescente
Fast Foods/efeitos adversos
Hipertensão/fisiopatologia
Obesidade/fisiopatologia
-Pesos e Medidas Corporais
Gorduras na Dieta
Consumo de Alimentos
Antropometria
Colesterol
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE557.1 - Biblioteca Fundación Bengoa



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