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Id: biblio-1039741
Autor: Sousa, Marilda Gonçalves de; Lopes, Reginaldo Guedes Coelho; Rocha, Maria Luiza Toledo Leite Ferreira da; Lippi, Umberto Gazi; Costa, Edgar de Sousa; Santos, Célia Maria Pinheiro dos.
Título: Epidemiology of artherial hypertension in pregnants / Epidemiologia da hipertensão arterial em gestantes
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4682, 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To investigate the epidemiological data of hypertension in pregnant women, as well as to identify its possible associated events. Methods Data collection was performed at the high-risk prenatal outpatient clinic and in the maternity ward at a public hospital in the São Paulo city, during the morning and afternoon periods, from October 2015 to July 2016. A questionnaire with 22 questions prepared by the researchers was used. The margin of error was 5% and the confidence level was 95%. For the calculation, the two-proportion equality, Pearson correlation and ANOVA tests were used. Results Among the interviewees, 43% had chronic hypertension, 33.3% presented with up to 20 weeks of gestation, 23.7% presented after the 20th week of gestation, 62.3% were between 18 and 35 years of age, 78.1% had a family history of hypertension, and among those aged 36 to 45 years, 11.4% were in the first gestation, and 26.3% in the second gestation. Considering the associated conditions, diabetes prevailed with 50%; obesity with 22.2%, and the most selected foods for consumption among pregnant women, 47.5% had high energy content (processed/ultraprocessed). Conclusion After an epidemiological analysis of the prevalence of hypertension, pregnant women with chronic hypertension, preexisting hypertension diagnosed during pregnancy, and hypertensive disease of pregnancy were identified. Regarding the possible factors associated with arterial hypertension, higher age, family history of hypertension, preexistence of hypertension, late pregnancies, diabetes, obesity and frequent consumption of processed/ultraprocessed foods were found.

RESUMO Objetivo Pesquisar os dados epidemiológicos da hipertensão arterial em gestantes, bem como identificar seus possíveis eventos associados. Métodos A coleta de dados foi realizada no ambulatório do pré-natal de alto risco e na enfermaria da maternidade em hospital público da cidade de São Paulo, nos períodos matutino e vespertino, de outubro de 2015 a julho de 2016. Foi aplicado um questionário com 22 perguntas elaborado pelos pesquisadores. A margem de erro foi de 5% e o nível de confiança, de 95%. Para o cálculo, foram usados o teste de igualdade de duas proporções, a correlação de Pearson e o teste de ANOVA. Resultados Dentre as entrevistadas, 43% tinham hipertensão crônica, 33,3% se apresentaram com até 20 semanas de gestação, 23,7% se apresentaram após a 20ª semana da gestação, 62,3% tinham idade entre 18 e 35 anos, 78,1% tinham antecedente familiar com hipertensão arterial, 11,4% com idade entre 36 a 45 anos estavam na primeira gestação, e 26,3% com a mesma idade estavam a partir da segunda gestação. Dentre as afecções associadas, prevaleceu o diabetes com 50%; 22,2% se tratavam de obesidade, e dos alimentos mais escolhidos para consumo entre as gestantes, 47,5% possuíam alto teor energético (processados/ultraprocessados). Conclusão Após análise epidemiológica no resultado da prevalência da hipertensão arterial, foram encontradas gestantes com hipertensão arterial crônica, hipertensão arterial preexistente descoberta durante a gestação e doença hipertensiva específica da gestação. Em relação aos possíveis fatores associados à hipertensão arterial, foram encontrados: idade mais elevada, antecedentes familiares de hipertensão, preexistência de hipertensão, gestações tardias, diabetes, obesidade e frequente consumo de alimentos processados/ultraprocessados.
Descritores: Complicações na Gravidez/epidemiologia
Hipertensão Induzida pela Gravidez/epidemiologia
-Gravidez em Diabéticas/epidemiologia
Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Prevalência
Inquéritos e Questionários
Fatores de Risco
Idade Materna
Preferências Alimentares
Pessoa de Meia-Idade
Obesidade/complicações
Obesidade/epidemiologia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1056062
Autor: Szylit, Nilson Abrão; Malburg, Fernanda Lima; Piccinato, Carla de Azevedo; Ferreira, Lais Assenheimer de Paula; Podgaec, Sérgio; Zlotnik, Eduardo.
Título: Prevalence of rectovaginal colonization by group B Streptococcus in pregnant women seen at prenatal care program of a health organization / Prevalência de colonização retovaginal por estreptococo do grupo B em gestantes de programa de atendimento pré-natal de instituição de saúde
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4920, 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To evaluate the prevalence of group B Streptococci in pregnant women of a corporate health program, as well as the epidemiological correlations. Methods This retrospective study used medical records of patients who participated of the prenatal care program at a private hospital in the city of São Paulo (SP), Brazil, from 2015 to 2016. Those who abandoned the program or had incomplete data in their medical records were excluded. Quantitative variables were described by means, standard deviations, median, minimal and maximal values. Parity and socioeconomic status were described by absolute frequency and percentages. We used logistic regression models in the software (SPSS) to analyze correlations of variables according to vaginal-rectal culture, considering a 95%CI and p-values. Variables were age, number of pregnancies, weight gain in pregnancy and gestational age at delivery. Results A total of 347 medical records were included, and after applying the exclusion criteria, 287 medical records composed the final sample. Patients' age ranged between 17 and 44 years. Mean age was 30.6 years, 67 patients had positive result for group B Streptococcus (prevalence of 23.3%; 95%CI: 18.7-28.5). Conclusion Considering the high prevalence of group B Streptococcus in our service, the antibiotic prophylaxis strategy based on rectovaginal culture screening approach seems to be cost-effective.

RESUMO Objetivo Identificar a prevalência de estreptococo do grupo B entre gestantes que frequentaram um programa de saúde corporativa, bem como as correlações com a colonização positiva. Métodos Estudo retrospectivo dos prontuários do pré-natal de um hospital privado em São Paulo, no período de 2015 a 2016. Foram excluídas as mulheres que abandonaram o programa ou apresentavam dados incompletos nos prontuários. As variáveis quantitativas foram descritas por média, desvios padrão, mediana, valores mínimos e máximos. A paridade e a condição socioeconômica foram descritos por frequência absoluta e percentagens. Utilizamos modelos de regressão logística no programa (SPSS) para analisar as correlações de variáveis de acordo com a cultura retovaginal, considerando IC95% e valores de p. As variáveis foram idade, número de gestações, peso ganho na gestação e idade gestacional no parto. Resultados Foram incluídos 347 prontuários e, após a aplicação dos critérios de exclusão, 287 prontuários compuseram a amostra final. A idade dos pacientes variou entre 17 e 44 anos. A média de idade foi de 30,6 anos, e 67 pacientes tiveram resultado positivo para o estreptococo do grupo B (prevalência de 23,3%; IC95%: 18,7-28,5). Conclusão Considerando a alta prevalência de estreptococos do grupo B em nosso serviço, existem evidências de que a estratégia de antibiótico profilaxia baseada na cultura retovaginal é custo-efetiva.
Descritores: Complicações Infecciosas na Gravidez/microbiologia
Reto/microbiologia
Infecções Estreptocócicas/microbiologia
Streptococcus agalactiae/isolamento & purificação
Vagina/microbiologia
-Paridade
Complicações Infecciosas na Gravidez/diagnóstico
Complicações Infecciosas na Gravidez/epidemiologia
Cuidado Pré-Natal
Fatores Socioeconômicos
Infecções Estreptocócicas/diagnóstico
Infecções Estreptocócicas/epidemiologia
Brasil/epidemiologia
Prevalência
Estudos Retrospectivos
Idade Materna
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1286291
Autor: Nunes, Michele Ribeiro Alexandre; Sousa, Luiz Vinicius de Alcantara; Nascimento, Vânia Barbosa do.
Título: Infant mortality in the Metropolitan Region of São Paulo: an ecological study / Mortalidade infantil na Região Metropolitana de São Paulo: estudo ecológico
Fonte: Einstein (Säo Paulo);19:eAO5663, 2021. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To determine the impact of risk factors on infant mortality in the Metropolitan Region of São Paulo according to maternal and neonate characteristics, as well as mode of delivery. Methods An ecological, quantitative study based on secondary data retrieved from infant mortality and live birth data systems. Data from 39 municipalities located in the Metropolitan Region of São Paulo were analyzed. Newborn and maternal variables were extracted from the Information Technology Department of the Unified Health System. Absolute and relative frequencies were presented, as well as linear regression and Pearson´s correlation coefficient. Results The following maternal profile prevailed from 2006 to 2016: 8 to 11 years of education (β=73.58; p=0.023), age between 30 and 34 years (β=19.04; p=0.015) and delivery by cesarean section (β=39.59; p=0.009) after full-term pregnancy (β=-14.20; p=0.324). Mortality rates decreased in neonates compared to other age groups (β=-25.30; p<0.001). Infant mortality rates tended to be higher among women experiencing pre-term (r=0.86; p<0.001) or post-term (r=0.95; p<0.001) gestation. Conclusion Maternal age and level of education increased among women giving birth in the Metropolitan Region of São Paulo from 2006 to 2016. These were relevant factors for infant mortality rate reduction.

RESUMO Objetivo Identificar a influência dos fatores de risco na mortalidade infantil da Região Metropolitana de São Paulo, segundo as características da mãe e do neonato e o tipo de parto. Métodos Trata-se de estudo ecológico com abordagem quantitativa utilizando dados secundários dos sistemas de mortalidade infantil e nascidos vivos nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo. Variáveis do recém-nascido e maternas foram extraídas do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, tendo sido apresentadas as frequências absoluta e relativa, bem como a regressão linear e o coeficiente de correlação de Pearson. Resultados No decênio, registraram-se perfil materno com escolaridade entre 8 e 11 anos (β=73,58; p=0,023) e idade materna entre 30 e 34 anos (β=١٩,٠٤; p=0,015). O parto mais evidenciado foi o cesáreo (β=39,59; p=0,009) e a duração da gestação mais apontada foi a termo (β=-14,20; p=0,324). O período pós-neonatal apresentou regressão nos óbitos comparado com as demais faixas etárias (β=-25,30; p<0,001). Ainda, mulheres no período gestacional consideradas pré-termo (r=0,86; p<0,001) e pós-termo (r=0,95; p<0,001) tiveram chances aumentadas na taxa de mortalidade infantil. Conclusão A faixa etária materna e o grau de escolaridade estão aumentando nas mulheres que tiveram filhos na Região Metropolitana de São Paulo, no período de 2006 a 2016. Isso também demonstra relevância na redução da taxa de mortalidade infantil.
Descritores: Cesárea
Mortalidade Infantil
-Brasil/epidemiologia
Idade Materna
Escolaridade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Lactente
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1289971
Autor: Martinelli, Katrini Guidolini; Gama, Silvana Granado Nogueira da; Almeida, André Henrique do Vale de; Nakamura-Pereira, Marcos; Santos Neto, Edson Theodoro dos.
Título: Prelabor cesarean section: the role of advanced maternal age and associated factors
Fonte: Rev. saúde pública (Online);55:9, 2021. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE to evaluate whether advanced maternal age (AMA) is associated with prelabor cesarean section and to identify the factors associated with prelabor cesarean section in AMA women, according to the mode of type of labor financing (private or public). METHODS Based on the Birth in Brazil survey, the research was conducted on representative sample of mothers for the country (Brazil), regions, type of hospital and location (capital or not), in 2011/2012. This study included 15,071 women from two age groups: 20-29 years and ≥ 35 years. The information was collected from interviews with puerperal woman, prenatal cards, and medical records of mothers and newborns. Multiple logistic regression modelling was used to verify the association between prelabor cesarean section and maternal, prenatal and childbirth characteristics, according to the mode of financing. RESULTS Our results showed a higher use of prelabor cesarean section for AMA (≥ 35 years) women in the public service (OR = 1.63; 95%CI 1.38-1.94) and in the private service (OR = 1.44; 95%CI 1.13-1.83), compared with women aged 20-29 years. In the adjusted model, we recorded three factors associated with the prelabor cesarean section in AMA women in both, public and private sectors: the same professional in prenatal care and childbirth (OR = 4.97 and OR = 4.66); nulliparity (OR = 6.17 and OR = 10.08), and multiparity with previous cesarean section (from OR = 5.73 to OR = 32.29). The presence of obstetric risk (OR = 1.94; 95%CI .44-2.62) also contributed to the occurrence of prelabor cesarean section in women who gave birth in the public service. CONCLUSIONS AMA was an independent risk factor for prelabor cesarean in public and private services. In the public, prelabor cesarean in AMA was more influenced by clinical criteria. Higher chance of prelabor cesarean section in nulliparous women increases the chance of cesarean section in multiparous women, as we showed in this study, which increases the risk of anomalous placental implantation.
Descritores: Cesárea
Parto
-Paridade
Brasil
Fatores de Risco
Idade Materna
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1250685
Autor: Martinelli, Katrini Guidolini; Gama, Silvana Granado Nogueira da; Santos Neto, Edson Theodoro dos.
Título: The role of parity in the mode of delivery in advanced maternal age women / O papel da paridade no tipo de parto em mulheres com idade materna avançada
Fonte: Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online);21(1):65-75, Jan.-Mar. 2021. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objectives: to describe the profile of Brazilian Advanced Maternal Age (AMA) women (> 35 years) according to parity, as well as to analyze the role of parity in the relationship between AMA and mode of delivery. Methods: this is a cross-sectional study, based on the "Nascer no Brasil" (Born in Brazil) survey. The data were collected in 2011/2012. The chi-square test was performed to verify the association between parity and maternal, prenatal and delivery characteristics, maternal habits, pre-pregnancy diseases, maternal complications and obstetric history. Results: of the 2,510 puerperal AMA women, 20.2% were nulliparous, 54.4% had one or two previous births and 25.4% had three or more previous births. The nulliparous women had higher schooling, higher economic class and adequate BMI, were white; and had better maternal habits when compared to multiparous. However, they were also more submitted to cesarean section, although without reported complications. Conclusions: one cannot speak of AMA pregnant women as a homogeneous group in Brazil. There are inequalities that can be revealed via parity, since nulliparous women have maternal characteristics, habits and access to prenatal care and childbirth that are more advantageous than multiparous women.

Resumo Objetivos: descrever o perfil das mulheres brasileiras com IMA (> 35 anos) segundo a paridade, além de analisar o papel da paridade na relação entre IMA e tipo de parto. Métodos: trata-se de um estudo transversal, baseado no inquérito "Nascer no Brasil". Os dados foram coletados em 2011/2012. Executou-se o teste qui-quadrado para verificar a associação entre paridade e características maternas, do pré-natal, parto, hábitos maternos, doenças pré-gestacionais, complicações maternas e antecedentes obstétricos. Resultados: das 2.510puérperas com IMA, 20,2% eram primíparas, 54,4% tinham um ou dois partos anteriores e 25,4%o três ou mais partos anteriores. As primíparas apresentaram maior escolaridade, classe econômica mais elevada e IMC adequado, eram brancas; e possuíam melhores hábitos maternos quando comparadas às multíparas. Entretanto, também foram mais submetidas à cesariana, ainda que sem intercorrências relatadas. Conclusão: não se pode falar em gestantes com IMA como um grupo homogêneo no Brasil. Existem desigualdades que podem ser reveladas via paridade, uma vez que as primíparas apresentam características maternas, hábitos e acesso ao pré-natal e parto mais vantajosas que as multíparas.
Descritores: Paridade
Fatores Socioeconômicos
Idade Materna
Parto
-Complicações na Gravidez
Brasil
Distribuição de Qui-Quadrado
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Período Pós-Parto
Comportamento Materno
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR663.1 - Biblioteca da Saúde da Mulher e da Criança


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Id: biblio-1279765
Autor: Aldrighi, Juliane Dias; Ribeiro, Suelen da Silva; Chemim, Andressa Kachel; Wall, Marilene Loewen; Zuge, Samuel Spiegelberg; Piler, Adriana Aparecida.
Título: Ocorrência de complicações no período gestacional em mulheres com idade materna avançada / Aparición de complicaciones en el período gestacional en mujeres en edad materna avanzada / Occurrence of complications in the gestational period in women of advanced maternal age
Fonte: Rev. baiana enferm;35:e43083, 2021. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo analisar a associação entre complicações e idade materna avançada durante a gestação. Método estudo retrospectivo de abordagem quantitativa baseado na análise de prontuários de mulheres em idade avançada que tiveram parto em um hospital-escola do Sul do Brasil. A coleta ocorreu de 2015 a 2018. Realizaram-se análises recorrendo aos testes Qui-Quadrado de Pearson e/ou exato de Fisher, U de Mann-Whitney e razão de prevalência. Resultados avaliaram-se 1.336 prontuários. As complicações hipertensão arterial sistêmica pré-gestacional, pré-eclâmpsia e diabetes mellitus gestacional apresentaram maiores médias de idade materna. Mulheres acima de 40 anos apresentaram 1,06 vezes maior probabilidade de desenvolver pré-eclâmpsia e 1,33 vezes de desenvolver crescimento intrauterino restrito. Conclusão o aumento da idade mostrou relação com complicações, principalmente em gestantes acima de 40 anos.

Objetivo analizar la asociación entre complicaciones y edad materna avanzada durante el embarazo. Método estudio retrospectivo del enfoque cuantitativo basado en el análisis de registros médicos de mujeres en edad avanzada que tuvieron parto en un hospital docente en el sur de Brasil. La colección tuvo lugar de 2015 a 2018. Los análisis se realizaron utilizando chi-square de Pearson y/o las pruebas exactas de Fisher, Mann-Whitney U y la relación de prevalencia. Resultados se evaluaron 1.336 registros médicos. La hipertensión arterial sistémica pre gestacional, la preclamsia y la diabetes mellitus gestacional presentaron una edad materna media más alta. Las mujeres mayores de 40 años tenían 1,06 veces más probabilidades de desarrollar preclamsia y 1,33 veces de desarrollar crecimiento intrauterino restringido. Conclusión el aumento de la edad mostró una relación con complicaciones, especialmente en mujeres embarazadas mayores de 40 años de edad.

Objective to analyze the association between complications and advanced maternal age during pregnancy. Method retrospective study of quantitative approach based on the analysis of medical records of women of advanced age whose delivery occurred in a teaching hospital in southern Brazil. The collection took place from 2015 to 2018. Analyses were performed using Pearson's Chi-Square and/or Fisher's exact tests, Mann-Whitney U and prevalence ratio. Results 1,336 medical records were evaluated. Pre-gestational systemic arterial hypertension, preeclampsia and gestational diabetes mellitus presented higher mean maternal age. Women aged over 40 years were 1.06 times more likely to develop preeclampsia and 1.33 times to develop intrauterine growth restriction. Conclusion the increased age showed a relationship with complications, especially in pregnant women aged over 40 years.
Descritores: Gravidez
Idade Materna
Gravidez de Alto Risco
Gestantes
Enfermagem Obstétrica
-Complicações na Gravidez
Parto
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR342.1 - Biblioteca Universitária de Saúde


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Id: biblio-962168
Autor: Boccolini, Cristiano Siqueira; Carvalho, Márcia Lazaro de; Oliveira, Maria Inês Couto de.
Título: Factors associated with exclusive breastfeeding in the first six months of life in Brazil: a systematic review / Fatores associados ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida no Brasil: revisão sistemática
Fonte: Rev. saúde pública (Online);49:91, 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To identify factors associated with exclusive breastfeeding in the first six months of life in Brazil. METHODS Systematic review of epidemiological studies conducted in Brazil with exclusive breastfeeding as outcome. Medline and LILACS databases were used. After the selection of articles, a hierarchical theoretical model was proposed according to the proximity of the variable to the outcome. RESULTS Of the 67 articles identified, we selected 20 cross-sectional studies and seven cohort studies, conducted between 1998 and 2010, comprising 77,866 children. We identified 36 factors associated with exclusive breastfeeding, being more often associated the distal factors: place of residence, maternal age and education, and the proximal factors: maternal labor, age of the child, use of a pacifier, and financing of primary health care. CONCLUSIONS The theoretical model developed may contribute to future research, and factors associated with exclusive breastfeeding may subsidize public policies on health and nutrition.

RESUMO OBJETIVO Identificar fatores associados ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida no Brasil. MÉTODOS Revisão sistemática de estudos epidemiológicos conduzidos no Brasil com o aleitamento materno exclusivo como desfecho. Foram utilizadas as bases de dados Medline e Lilacs. Após a seleção de artigos, foi proposto um modelo teórico hierarquizado, segundo a proximidade da variável com o desfecho. RESULTADOS Dos 67 artigos identificados, foram selecionados 20 estudos transversais e sete de coorte, conduzidos entre 1998 e 2010, compreendendo 77.866 crianças. Foram identificados 36 fatores associados ao aleitamento materno exclusivo, sendo mais frequentemente associados os fatores distais: local de residência, idade e escolaridade maternas, e os fatores proximais: trabalho materno, idade da criança, uso de chupeta e financiamento da atenção primária em saúde. CONCLUSÕES O modelo teórico desenvolvido pode contribuir para a condução de futuras pesquisas e os fatores associados ao aleitamento materno exclusivo podem subsidiar políticas públicas em saúde e nutrição.
Descritores: Aleitamento Materno/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Fatores de Risco
Idade Gestacional
Idade Materna
Comportamento Materno
Modelos Teóricos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Tipo de Publ: Revisão
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira
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Id: biblio-903199
Autor: Alonso, Bruna Dias; Silva, Flora Maria Barbosa da; Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira; Diniz, Carmen Simone Grilo; Bick, Debra.
Título: Caesarean birth rates in public and privately funded hospitals: a cross-sectional study
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:101, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CAPES.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To examine maternal and obstetric factors influencing births by cesarean section according to health care funding. METHODS A cross-sectional study with data from Southeastern Brazil. Caesarean section births from February 2011 to July 2012 were included. Data were obtained from interviews with women whose care was publicly or privately funded, and from their obstetric and neonatal records. Univariate and multivariate analyses were conducted to generate crude and adjusted odds ratios (OR) with 95% confidence intervals (95%CI) for caesarean section births. RESULTS The overall caesarean section rate was 53% among 9,828 women for whom data were available, with the highest rates among women whose maternity care was privately funded. Reasons for performing a c-section were infrequently documented in women's maternity records. The variables that increased the likelihood of c-section regardless of health care funding were the following: paid employment, previous c-section, primiparity, antenatal and labor complications. Older maternal age, university education, and higher socioeconomic status were only associated with c-section in the public system. CONCLUSIONS Higher maternal socioeconomic status was associated with greater likelihood of a caesarean section birth in publicly funded settings, but not in the private sector, where funding source alone determined the mode of birth rather than maternal or obstetric characteristics. Maternal socioeconomic status and private healthcare funding continue to drive high rates of caesarean section births in Brazil, with women who have a higher socioeconomic status more likely to have a caesarean section birth in all birth settings.
Descritores: Resultado da Gravidez/epidemiologia
Cesárea/estatística & dados numéricos
Hospitais Privados/estatística & dados numéricos
Saúde da Mulher/estatística & dados numéricos
Hospitais Públicos/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Estudos Transversais
Idade Materna
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
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Texto completo SciELO Saúde Pública
Coeli, Claudia Medina
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Id: biblio-903167
Autor: Fonseca, Sandra Costa; Flores, Patricia Viana Guimarães; Camargo Junior, Kenneth Rochel; Pinheiro, Rejane Sobrino; Coeli, Claudia Medina.
Título: Maternal education and age: inequalities in neonatal death / Escolaridade e idade materna: desigualdades no óbito neonatal
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:94, 2017. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE Evaluate the interaction between maternal age and education level in neonatal mortality, as well as investigate the temporal evolution of neonatal mortality in each stratum formed by the combination of these two risk factors. METHODS A nonconcurrent cohort study, resulting from a probabilistic relationship between the Mortality Information System and the Live Birth Information System. To investigate the risk of neonatal death we performed a logistic regression, with an odds ratio estimate for the combined variable of maternal education and age, as well as the evaluation of additive and multiplicative interaction. The neonatal mortality rate time series, according to maternal education and age, was estimated by the Joinpoint Regression program. RESULTS The neonatal mortality rate in the period was 8.09‰ and it was higher in newborns of mothers with low education levels: 12.7‰ (adolescent mothers) and 12.4‰ (mother 35 years old or older). Low level of education, without the age effect, increased the chance of neonatal death by 25% (OR = 1.25, 95%CI 1.14-1.36). The isolated effect of age on neonatal death was higher for adolescent mothers (OR = 1.39, 95%CI 1.33-1.46) than for mothers aged ≥ 35 years (OR = 1.16, 95%CI 1.09-1.23). In the time-trend analysis, no age group of women with low education levels presented a reduction in the neonatal mortality rate for the period, as opposed to women with intermediate or high levels of education, where the reduction was significant, around 4% annually. CONCLUSIONS Two more vulnerable groups - adolescents with low levels of education and older women with low levels of education - were identified in relation to the risk of neonatal death and inequality in reducing the mortality rate.

RESUMO OBJETIVO Avaliar a interação entre idade e escolaridade materna na mortalidade neonatal, assim como investigar a evolução temporal da mortalidade neonatal em cada estrato formado pela combinação desses dois fatores de risco. MÉTODOS Estudo de coorte não concorrente, resultante de relacionamento probabilístico entre o Sistema de Informações sobre Mortalidade e o Sistema de Informações sobre Nascidos vivos. Para investigar o risco de óbito neonatal, foi realizada regressão logística, com estimativa de odds ratio para variável combinada escolaridade e idade materna, além da avaliação de interação aditiva e multiplicativa. A série temporal da taxa de mortalidade neonatal, de acordo com escolaridade e idade maternas, foi estimada pelo programa Joinpoint regression. RESULTADOS A taxa de mortalidade neonatal no período foi de 8,09‰, sendo mais elevada em recém-nascidos de mães com baixa escolaridade: 12,7‰ (mães adolescentes) e 12,4‰ (mães com 35 anos e mais). A baixa escolaridade, sem efeito da idade, aumentou a chance de óbito neonatal em 25% (OR = 1,25; IC95% 1,14-1,36). Já o efeito isolado da idade no óbito neonatal foi maior para mães adolescentes (OR = 1,39; IC95% 1,33-1,46) do que para mães com idade ≥ 35 anos (OR = 1,16; IC95%1,09-1,23). Na análise temporal, nenhuma faixa etária de mulheres com baixa escolaridade apresentou redução da taxa de mortalidade neonatal no período, em contraponto às mulheres com escolaridade intermediária ou elevada, onde a redução foi significante, em torno de 4% anualmente. CONCLUSÕES Detectaram-se dois grupos mais vulneráveis - adolescentes de baixa escolaridade e mulheres mais velhas de baixa escolaridade - em relação ao risco de óbito neonatal e à desigualdade na redução da taxa de mortalidade.
Descritores: Mortalidade Infantil/tendências
Idade Materna
Escolaridade
-Brasil/epidemiologia
Modelos Logísticos
Razão de Chances
Fatores de Risco
Estudos de Coortes
Mortalidade
Fatores Etários
Limites: Humanos
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Lira, Pedro Israel Cabral de
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Autor: Vasconcelos, Maria Josemere de Oliveira Borba; Rissin, Anete; Figueiroa, José Natal; Lira, Pedro Israel Cabral de; Batista Filho, Malaquias.
Título: Factors associated with diarrhea in children under five years old in the state of Pernambuco, according to surveys conducted in 1997 and 2006 / Fatores associados à diarreia em menores de cinco anos, no estado de Pernambuco, segundo inquéritos realizados em 1997 e 2006
Fonte: Rev. saúde pública (Online);52:48, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE Describe and compare variations of the factors associated with the prevalence of diarrhea in children under five years old in the state of Pernambuco. METHODS We used the databases of two population-based surveys from the years 1997 and 2006, with 2,078 and 1,650 children, respectively, evaluated in 18 municipalities of Pernambuco (Metropolitan Region of Recife, urban and rural interior). The variables, allocated at hierarchical levels, were analyzed using prevalence and Poisson regression ratios. RESULTS Only four variables were independently associated and were included in the final hierarchical model: geographical area, number of people per room, maternal age and the age of the child. In 1997: urban interior = 1.33 (95%CI 1.06-1.66), rural interior = 1.22 (95%CI 0.97-1.53) and in 2006: urban interior = 1.87 (95%CI 1.31-2.66), rural interior = 2.07 (95%CI 1.50-2.85); number of persons per room (1997): 1 to less than 2 = 1.29 (95%CI 0.98-1.68), two or more = 1.47 (95%CI 1.11-1.95) and in 2006: 1 to less than 2 = 0.86 (95%CI 0.68-1.09), two or more = 1.29 (95%CI 0.94-1.75); maternal age (1997): 10 to 19 years = 1.48 (95%CI 1.05-2.08), 20 to 24 years = 1.23 (95%CI 0.94-1.60), 25 to 34 years = 1.01 (95%CI 0.78-1.30) and in 2006: 10 to 19 years old = 1.70 (95%CI 1.08-2.66), 20 to 24 years old = 1.64 (95%CI 1.16-2.32), 25 to 34 years = 1.20 (95%CI 0.89-1.62); and age of the child (1997): 0-11 months = 1.57 (95%CI 1.27-1.94), 12-23 months = 1.73 (95%CI 1.41-2.12) and in 2006: 0-11 months = 1.04 (95%CI 0.76-1.41), 12-23 months = 1.77 (95%CI 1.41-2.23). CONCLUSIONS There was a great variability of the conditioners of diarrhea in children between the two periods analyzed. At the public policy level, despite changes in terms of people, time sequences, and geographic spaces, diarrhea remains on an important scale in the ranking of government power.

RESUMO OBJETIVO Descrever e comparar variações dos fatores associados à prevalência de diarreia em menores de cinco anos no estado de Pernambuco. MÉTODOS Foram utilizados os bancos de dados de dois inquéritos de base populacional nos anos de 1997 e 2006, com 2.078 e 1.650 crianças, respectivamente, avaliadas em 18 municípios de Pernambuco (Região Metropolitana do Recife, interior urbano e rural). As variáveis, alocadas em níveis hierárquicos, foram analisadas por meio de razões de prevalência e regressão de Poisson. RESULTADOS Apenas quatro variáveis se mostraram independentemente associadas e constaram no modelo final hierarquizado: área geográfica, número de pessoas por cômodo, idade materna e idade da criança. Em 1997: interior urbano = 1,33 (IC95% 1,06-1,66), interior rural = 1,22 (IC95% 0,97-1,53) e em 2006: interior urbano = 1,87 (IC95% 1,31-2,66), interior rural = 2.07 (IC95% 1.50-2.85); número de pessoas por cômodo (1997): 1 a menos de 2 = 1,29 (IC95% 0,98-1,68), dois ou mais = 1,47 (IC95% 1,11-1,95) e em 2006: 1 a menos de 2 = 0.86 (IC95% 0,68-1,09), dois ou mais = 1,29 (IC95% 0,94-1,75); idade materna (1997): 10 a 19 anos = 1,48 (IC95% 1,05-2,08), 20 a 24 anos = 1,23 (IC95% 0,94-1,60), 25 a 34 anos = 1,01 (IC95% 0,78-1,30) e em 2006: 10 a 19 anos = 1,70 (IC95% 1,08-2,66), 20 a 24 anos = 1,64 (IC95% 1,16-2,32), 25 a 34 anos = 1,20 (IC95% 0,89-1,62); e idade da criança (1997): 0-11 meses = 1,57 (IC95% 1,27-1,94), 12-23 meses = 1,73 (IC95% 1,41-2,12) e em 2006: 0-11 meses = 1,04 (IC95% 0,76-1,41), 12-23 meses = 1,77 (IC95% 1,41-2,23). CONCLUSÕES Houve uma grande variabilidade dos condicionantes das diarreias em crianças entre os dois períodos analisados. Em nível de políticas públicas, apesar de mudanças em termos de pessoas, sequências temporais e espaços geográficos, as diarreias continuam em uma escala importante no elenco de prioridades do poder governamental.
Descritores: Inquéritos Epidemiológicos/estatística & dados numéricos
Diarreia/epidemiologia
-População Rural
Fatores Socioeconômicos
População Urbana
Brasil/epidemiologia
Prevalência
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Análise de Variância
Idade Materna
Densidade Demográfica
Meio Ambiente
Habitação/estatística & dados numéricos
Mães
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: BR1.1 - BIREME



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