Base de dados : LILACS
Pesquisa : G08.686.784.769.326.500.090 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 27 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 3 ir para página          

  1 / 27 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1253009
Autor: Farias, Laryssa Miranda Vidal Cavalcante.
Título: Posições maternas e sua influência no desfecho do parto e nascimento: um estudo caso-controle / Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará.
Fonte: Fortaleza; s.n; abr. 2020.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Objetivou-se avaliar as posições maternas e sua influência nos desfechos do parto e nascimento. Trata-se de um estudo observacional, correlacional, do tipo caso-controle, realizado entre os meses de fevereiro de 2019 a abril de 2020 em uma maternidade de referência em Fortaleza-Ceará. A população foi composta por todas as mulheres nulíparas que tiverem parto vaginal na instituição durante a pesquisa e que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão definidos para o estudo. Foram 138 mulheres para o grupo controle (nulíparas em trabalho de parto e que pariram em posições não verticalizadas) e 60 mulheres para o grupo caso (nulíparas em trabalho de parto e que pariram em posições verticalizadas). Os dados foram coletados a partir de um formulário com perguntas fechadas, compilados e analisados no SPSS e utilizou-se Teste Estatístico de Fisher e aplicou-se Odds-Ration e Intervalo de Confiança quando significativos. O projeto foi submetido ao comitê de ética em pesquisa e aprovado segundo o parecer nº 3.545.134. Verificou-se associação entre a faixa etária e ocorrência do parto na posição vertical (p=0,011), sendo observado que mulheres com idade superior a 34 anos possuem 12,59 mais chances (OR=12,59; IC=1,44-110,30) de parirem em posições verticalizadas. Em relação às condições do períneo, não houve associação entre as variáveis posição do parto e a presença de lacerações perineais. Constatouse a presença de associação entre o parto realizado por enfermeiro e o parto na posição vertical (p<0,001) com aumento de 4,53 vezes de chances a mais da ocorrência do parto na posição vertical quando realizado por esses profissionais. Foi possível detectar diferenças significativas quando houve orientação médica (p=0,045), observando um aumento em 86% da chance de realizar o parto na posição vertical quando a orientação foi de outros profissionais e não foi do médico. Quanto à vitalidade neonatal, quase a totalidade tiveram índice de Apgar ≥ 7 no primeiro e no quinto minuto de vida, indicando boa vitalidade. Foi verificado relação estatística entre a posição de parir e a satisfação da mulher (p=0,021). Para as mulheres que realizaram o parto vertical, existe uma chance de 6,63 vezes maior de serem muito satisfeitas com o parto, quando comparada aquelas insatisfeitas ou pouco insatisfeitas. Conclui-se que há uma menor prevalência de práticas não recomendadas nas posições verticalizadas, os profissionais enfermeiros destacam-se no estímulo a essas posições e há uma maior satisfação materna em mulheres que pariram em posições verticalizadas. No tocante aos desfechos neonatais, ambas as posições foram satisfatórias para os neonatos. (AU)
Descritores: Segunda Fase do Trabalho de Parto
Parto Humanizado
Posicionamento do Paciente
Parto Normal
Obstetrícia
Responsável: BR6.1 - BCS - Biblioteca de Ciências da Saúde


  2 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-896358
Autor: Mendes, Sofia; Silva, Rita; Martins, Inês; Santo, Susana; Clode, Nuno.
Título: Mueller-Hillis maneuver and angle of progression: Are they correlated? / Manobra de Mueller-Hillis e ângulo de progressão: eles estão correlacionados?
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);63(6):527-531, June 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Summary Objective: Mueller-Hillis maneuver (MHM) and angle of progression (AOP) measured by transperineal ultrasound have been used to assess fetal head descent during the second stage of labor. We aimed to assess whether AOP correlates with MHM in the second stage of labor. Method: A prospective observational study including women with singleton pregnancy in the second stage of labor was performed. The AOP was measured immediately after the Mueller-Hillis maneuver. A receiver-operating characteristics (ROC) curve analysis was performed to determine the best discriminatory AOP cut-off for the identification of a positive MHM. A p-value less than 0.05 was considered statistically significant. Results: One hundred and sixty-six (166) women were enrolled in the study and 81.3% (n=135) had a positive MHM. The median AOP was 143º (106º to 210º). The area under the curve for the prediction of a positive maneuver was 0.619 (p=0.040). Derived from the ROC curve, an AOP of 138.5º had the best diagnostic performance for the identification of a positive MHM (specificity of 65% and a sensitivity of 67%). Conclusion: An AOP of 138º seems to be associated with a positive MHM in the second stage of labor.

Resumo Objetivo: A manobra de Mueller-Hillis (MHM) e o ângulo de progressão da apresentação (AOP) medido através de ecografia transperineal têm sido utilizados para avaliar a descida do polo cefálico durante o segundo estágio do trabalho de parto. O objetivo do nosso trabalho foi avaliar se o AOP se correlaciona com a MHM no segundo estágio do trabalho de parto. Método: Conduzimos um estudo observacional e prospectivo. Incluímos mulheres com gravidez unifetal com feto em apresentação cefálica, no segundo estágio do trabalho de parto. O AOP foi medido imediatamente após a manobra de Mueller-Hillis. Foi construída uma curva ROC (receiver-operating characteristics) para determinar o melhor AOP para a identificação de uma manobra positiva. Um valor p inferior a 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Resultados: Cento e sessenta e seis mulheres (166) foram incluídas no estudo, e em 81,3% (n=135) a MHM foi positiva. A mediana do AOP foi de 143º (106º a 210º). A área abaixo da curva para a previsão de uma manobra positiva foi 0,619 (p=0,040). Derivado da curva ROC, um AOP de 138,5º teve o melhor desempenho diagnóstico para a identificação de uma MHM positiva (especificidade de 65% e sensibilidade de 67%). Conclusão: Um AOP de 138º parece estar associado com uma MHM positiva no segundo estágio de trabalho de parto.
Descritores: Segunda Fase do Trabalho de Parto/fisiologia
Parto Obstétrico/métodos
Apresentação no Trabalho de Parto
-Estudos Prospectivos
Curva ROC
Ultrassonografia/métodos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-990527
Autor: Sousa, Joelma Lacerda de; Silva, Iolanda Pereira da; Gonçalves, Lucimar Ramos Ribeiro; Nery, Inez Sampaio; Gomes, Ivanilda Sepúlveda; Sousa, Larissa Ferreira Cavalcante.
Título: Percepção de puérperas sobre a posição vertical no parto / Percepción de puerperas acerca de la posición vertical en el parto / Perception of puerperas on the vertical position in childbirth
Fonte: Rev. baiana enferm;32:e27499, 2018.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo descrever a percepção de puérperas acerca da posição vertical adotada no trabalho de parto e parto. Método estudo descritivo de abordagem qualitativa desenvolvido em 2014, em uma maternidade de referência de Teresina, Piauí, Brasil. As participantes foram oito puérperas com histórico de parto normal na posição vertical. Os dados foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Resultados emergiram quatro categorias: tipo de conhecimento das mulheres sobre as posições verticais; percepção da presença da enfermeira obstetra no processo de parturição como incentivo às posições verticais; recordações da vivência de partos em outras posições; e percepções das puérperas sobre o parto na posição vertical. Conclusões as puérperas avaliaram positivamente a posição vertical de sua escolha e a relacionaram à maior autonomia da mulher no parto, menor intervenção profissional, descida mais rápida do feto, redução do tempo de trabalho de parto, diminuição da dor e maior conforto.

Objetivo describir percepciones de puérperas acerca de la posición vertical adoptada en el trabajo de parto y parto. Método estudio descriptivo, cualitativo, desarrollado en 2014, en maternidad de referencia de Teresina, Piauí, Brasil. Las participantes fueron ocho puérperas con historia de parto normal en posición vertical. Datos analizados por medio de la técnica de análisis de contenido. Resultados surgieron cuatro categorías: tipo de conocimiento de las mujeres sobre posiciones verticales; percepción de la presencia de enfermera obstetra en el proceso de parturición como incentivo a posiciones verticales; recuerdos de la vivencia de partos en otras posiciones; y percepciones de puérperas sobre parto en posición vertical. Conclusiones las puérperas evaluaron positivamente la posición vertical de su elección y la relacionaron a la mayor autonomía de la mujer en el parto, menor intervención profesional, descenso más rápido del feto, reducción del tiempo de trabajo de parto, disminución del dolor y mayor confort.

Objective to describe the perception of puerperae about the vertical position adopted in labor and delivery. Method this is a descriptive study using a qualitative approach developed in 2014 in a reference maternity hospital in Teresina, Piauí, Brazil. Participants were eight puerperal women with a normal vertical birth. Data were analyzed using the content analysis technique. Results four categories emerged: women's knowledge in terms of vertical positions; perception of the obstetric nurse's presence in the parturition process as an incentive to vertical positions; memories of the experience of childbirth in other positions; and perceptions of puerperal mothers on birth in the upright position. Conclusions the puerperae positively evaluated the vertical position of their choice and related it to the greater autonomy of women in childbirth, less professional intervention, faster descent of the fetus, reduction of labor time, decrease of pain and greater comfort.
Descritores: Percepção
Segunda Fase do Trabalho de Parto
Posicionamento do Paciente
Parto Normal
Enfermagem Obstétrica
-Dor
Atenção Primária à Saúde
Tempo
Mulheres
Conhecimento
Autonomia Pessoal
Gestantes
Período Pós-Parto
Feto
Enfermeiras Obstétricas
Enfermeiras e Enfermeiros
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: BR342.1 - Biblioteca Universitária de Saúde


  4 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-995332
Autor: Vargas Londoño, Vanessa Fernanda; Rodríguez Castiblanco, Jessyca Paola; Corredor Acosta, Marcia Tatiana; Vallejo Astudillo, Nasly Mildred.
Título: Ventajas y desventajas del parto vertical en contraste con el parto horizontal: una revisión de la literatura / Advantages and Disadvantages of Upright Position in Contrast to Supine Position: A Review of Literature / Vantagens e desvantagens do parto vertical em contraste com o parto horizontal: uma revisão da literatura
Fonte: Investig. enferm;20(1), 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: El parto vertical es una práctica ancestral que puede ofrecer ventajas para la madre y su recién nacido. Objetivo: integrar los hallazgos que informa la literatura sobre ventajas y desventajas del parto vertical en contraste con el parto horizontal. Método: revisión integrativa de la literatura publicada en el periodo 2005-2015. Se seleccionaron quince estudios, luego de un proceso de búsqueda y crítica de literatura. Los datos se extrajeron, analizaron y compararon con apoyo en la herramienta ATLAS.ti, versión 7.0. Resultados: esta revisión integró los hallazgos de los artículos seleccionados, de los cuales emergieron doce subtemas que se clasificaron en los dos temas planteados: ventajas y desventajas del parto vertical en contraste al parto horizontal. Se encontraron las siguientes ventajas: disminución en el tiempo en la segunda etapa, menos desgarros de tercer y cuarto grado, menor edema vulvar, menor necesidad de instrumentación, menor necesidad de episiotomía, menos casos de presión del fondo uterino, menos casos de placenta retenida, menor dolor, mejor percepción de la materna y mejores resultados fetales y neonatales. Como desventajas se encontraron: mayor sangrado y dificultad de mantener la posición. Conclusión: esta revisión encontró que el parto en posición vertical tiene más ventajas en contraste a la posición horizontal, lo que beneficia fisiopsicológicamente tanto a la madre como al neonato.

Upright position is an ancestral practice which can offer advantages to the mother and her newborn. Objective: To intégrate findings from literature on advantages and disadvantages of upright position in contrast to supine position. Methodology: Integrative review of literature published in the period 2005-2015. Fourteen studies were selected after a search process and review of literature. Data were extracted, analyzed, and compared through ATLAS.ti 7.0. Outcomes: This review integrated the findings from the selected articles. Twelve subtopics were grouped into the two topics proposed: Advantages and disadvantages of upright position in contrast to supine position. Among the advantages of this review are: Shorter duration of the second stage of labor, less third- and fourth-degree tears, less vulvar edema, less need for instrumentation, less need for episiotomies, less cases of uterine fundal pressure, less cases of retained placenta, less pain, better mother's perception, and better fetal and neonatal outcomes. As disadvantage, more bleeding and difficulty in maintaining the position. Conclusión: This review found that upright position birth has more advantages in contrast to supine position, thus benefitingphysio-psychologically both to the mother and her newborn.

O parto vertical é uma prática ancestral que pode oferecer vantagens para a mãe e seu recém-nascido. Objetivo: integrar os achados que a literatura informa sobre as vantagens e as desvantagens do parto vertical em contraste com o parto horizontal. Metodologia: revisão integrativa da literatura publicada no período 2005-2015. Foram selecionados 15 estudos, logo de um processo de busca e crítica da literatura. Os dados foram extraídos, analisados e comparados com apoio na ferramenta ATLAS.ti, versão 7.0. Resultados: esta revisão integrou os achados dos artigos selecionados dos quais surgiram 12 sub-temas que foram classificados nos dois temas estabelecidos: vantagens e desvantagens do parto vertical em contraste com o parto horizontal. Foram encontradas as seguintes vantagens: diminuição do tempo na segunda etapa, menos desgarres de terceiro e quarto grau, menor edema vulvar, menor necessidade de instrumentação, menor necessidade de episiotomia, menos casos de pressão do fundo uterino, menos casos de placenta retida, menor dor, melhor percepção da materna e melhores resultados fetais e neonatais. Como desvantagens foram encontradas: maior sangramento e dificuldade de manter a posição. Conclusão: esta revisão indicou que o parto em posição vertical possui mais vantagens comparado com a posição horizontal, beneficiando fisio-psicologicamnte tanto a mãe como o neonato.
Descritores: Segunda Fase do Trabalho de Parto
Terceira Fase do Trabalho de Parto
Parto
Limites: Humanos
Responsável: CO185.1 - Biblioteca Alfonso Borrero Cabal, S. J.


  5 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-156995
Autor: Tavara Orosco, Luis; Punis Reyes, Nevia; Parra Vergara, Jorge; Frisancho Gil, Olga; Chumbe Ruiz, Ovidio; Cajas, Ana; Ayasta Rodriguez, Carmen.
Título: Partograma con curvas de alerta en pacientes del cono sur de Lima / Partograph with alert linen in pregnancy patients of Lima
Fonte: Ginecol. & obstet;39(16):44-9, sept. 1993. tab.
Idioma: es.
Resumo: Durante los años 1991 y 1992, en el "Hospital María Auxiliadora" se escogió 1500 parturientas, de las cuales 587 fueron nuliparas y 913 multiparas. A todas se les aplicó los siguientes criterios: cronologia del embarazo entre 37 y 41 semanas, ausencia de patología, parto de inicio y evolución espontanea, no medicación durante el parto, pelvis normal, presentación cefálica y recien nacido de 2500 a 4000 gramos con score de Apgar mayor de 6 al nacer. Despues de aplicar estos criterios, reunimos finalmente 317 nuliparas (209 con membranas integras y 108 con membranas rotas) y 306 multiparas (231 con membranas integras y 75 con membranas rotas). Todas las pacientes estuvieron en decubito durante el trabajo de parto y fueron controladas en el centro obstetrico utilizando el partograma diseñado por el CLAP y cuidando de hacer los registros gráficos a partir de los 4 a 5 cms de dilatación cervical en adelante. Los datos de dilatación del cuello uterino en relación al tiempo fueron procesados en computadoras y se calculo el percentil 10, o sea el tiempo máximo aceptable que demora la dilatación cervical de centimetro a centimetro hasta el periodo expulsivo, y con ellos se construyo las curvas de alerta para cada uno de los cuatros subgrupos. La pendiente seguida en el proceso de dilatación del cuello uterino es la misma en nuestras parturientas que las reportadas por el CLAP, pero los tiempos estan recostados un poco hacia la derecha, particularmente en el subgrupo de nuliparas con membranas integras
Descritores: Trabalho de Parto/etnologia
Trabalho de Parto/fisiologia
Colo do Útero/fisiologia
-Início do Trabalho de Parto/etnologia
Início do Trabalho de Parto/fisiologia
Primeira Fase do Trabalho de Parto/etnologia
Primeira Fase do Trabalho de Parto/fisiologia
Segunda Fase do Trabalho de Parto/etnologia
Segunda Fase do Trabalho de Parto/fisiologia
Terceira Fase do Trabalho de Parto/etnologia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


  6 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-82887
Autor: Pedroso, Maria Esperança de Marchiori; Mottos, Toríbia.
Título: Proteçäo do períneo da parturiente e proteçäo do feto durante o período expulsivo do parto / Protection of the perineum of the patient during the delivery of the head and shoulders of the fetus
Fonte: Rev. Esc. Enferm. USP;14(1):599-62, abr. 1980.
Idioma: pt.
Resumo: Os autores descrevem uma técnica visando a proteçäo do períneo durante o desprendimento do polo cefálico e das espáduas do feto
Descritores: Segunda Fase do Trabalho de Parto
Apresentação no Trabalho de Parto
Enfermagem Obstétrica
-Períneo
Trabalho de Parto
Feto
Limites: Gravidez
Humanos
Feminino
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


  7 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: lil-744165
Autor: Puma, Javier; Díaz, Jorge; Caparó, Carlos.
Título: Complicaciones maternas de la cesárea en gestantes a término en periodo expulsivo en un hospital general de Lima, Perú / Maternal complications of cesarean sections performed in the expulsive period of labor in a general hospital in Lima, Peru
Fonte: Rev. méd. hered;26(1):17-23, ene. 2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Describir las complicaciones maternas de la cesárea en gestantes a término en periodo expulsivo en un hospital general. Material y métodos: Estudio descriptivo, observacional, retrospectivo, tipo serie de casos, realizado en el Hospital Nacional Cayetano Heredia entre el 1 de enero de 2011 hasta el 31 diciembre de 2012. Se incluyeron 67 gestantes a término operadas en periodo expulsivo. Se revisaron las historias clínicas de las pacientes, se registraron las características clínicas y las complicaciones maternas. Resultados: En el periodo de estudio se realizaron 4 218 cesáreas, siendo el 1,84% hechas en periodo expulsivo. En general, 59/ 67 (88,1%) presentaron algún tipo de complicación. Se observaron 8 casos de hipotonía uterina (11,9%) y 2 (2,9%) de atonía. En 5 (7,4%) pacientes ocurrieron desgarros de segmento adyacente a la histerotomía, siendo 2 de ellos asociados a compromiso de cuerpo uterino y vagina, y 4 (5,9%) casos a laceración de arteria uterina, uno fue bilateral. No se produjeron lesiones en tracto urinario ni digestivo y tampoco hubo necesidad de reintervención quirúrgica. Cuatro pacientes presentaron hemorragia puerperal, dos asociados a hipotonía uterina post cesárea. En 56 (83,5%) casos ocurrió anemia post operatoria. Hubo 1 (1,5%) caso de endometritis, 3 (4,5%) infecciones de herida operatoria. Conclusiones: La cesárea realizada en período expulsivo ocasiona complicaciones frecuentes, algunas muy severas. (AU)

Objective: To determine the maternal complications of cesarean sections performed in the expulsive period of labor in a general hospital. Methods: Case series performed at Hospital Nacional Cayetano Heredia from January 1st, 2011 to December 31st, 2012. Sixty-seven pregnants in whom a cesarean section was performed during the expulsive period of labor were included. Clinical charts were reviewed to gather clinical information. Results: A total of 4218 cesarean sections were performed during the study period, 1.84% were performed during the expulsive period of labor. Overall, 88.1% (59/67) had any kind of complication. Eight cases of uterine hypotonia (11.9%) were observed, and 2 of uterine atonia (2.9%). Detachment of the segment close to the uterine incision was observed in 5 patients (7.4%), in two cases affection of the vagina and uterus was observed, and 4 cases (5.9%) of laceration of the uterine artery, one with bilateral laceration, were observed. No urinary tract or digestive tract lesions were observed; there was also no need to perform re-interventions. Four patients presented puerperal hemorrhage; two were associated with uterine hypotonia. Post-operative anemia was observed in 56 patients (83.5%). There was one case (1.5%) of endometritis and 3 (4.5%) of wound infections. Conclusions: Cesarean sections performed in the expulsive period of labor are associated with frequent complications; some of them are very severe. (AU)
Descritores: Complicações na Gravidez
Segunda Fase do Trabalho de Parto
Cesárea
-Epidemiologia Descritiva
Estudos Retrospectivos
Estudos Observacionais como Assunto
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


  8 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Moron, Antonio Fernandes
Texto completo
Id: lil-752527
Autor: Hinkson, Larry; Araujo Júnior, Edward; Moron, Antonio Fernandes.
Título: Ultrasound during the second stage of labour: is it effective to reduce the caesarean section rates? / Ultrassom durante o trabalho de parto: é realmente eficaz para reduzir as taxas de cesarianas?
Fonte: Rev. bras. ginecol. obstet;37(6):249-251, 06/2015.
Idioma: en.
Descritores: Cesárea/estatística & dados numéricos
Segunda Fase do Trabalho de Parto
Ultrassonografia Pré-Natal
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR1.1 - BIREME


  9 / 27 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-714874
Autor: Oliveira, Larissa Santos; Brito, Luiz Gustavo Oliveira; Quintana, Silvana Maria; Duarte, Geraldo; Marcolin, Alessandra Cristina.
Título: Perineal trauma after vaginal delivery in healthy pregnant women / Trauma perineal após parto vaginal em parturientes saudáveis
Fonte: Säo Paulo med. j;132(4):231-238, 07/2014. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Resumo: CONTEXT AND OBJECTIVE: Despite all the medical care provided during delivery labor, perineal injury is still prevalent and may lead to diverse pelvic floor disorders. The aim here was to investigate the prevalence of obstetric and anal sphincter injuries (OASIS) in healthy pregnant women after vaginal delivery. DESIGN AND SETTING: Cross-sectional study involving 3,034 patients with singletons in a secondary hospital for low-risk cases. METHODS: A standardized questionnaire was prepared and applied to medical files that had been completely filled out (classification of the Royal College of Obstetricians and Gynecologists, RCOG) in order to identify OASIS and analyze risk factors associated with mild and severe perineal lacerations. RESULTS: The women's mean age was 25 years; more than half (54.4%) were primiparae. Almost 38% of the participants had perineal lacerations; these were severe in 0.9% of the cases. Previous vaginal delivery (odds ratio, OR: 1.64 [1.33-2.04]) and forceps delivery (OR: 2.04 [1.39-2.97]) were risk factors associated with mild perineal injuries (1st and 2nd OASIS classifications). Only remaining standing for prolonged periods during professional activity (OR: 2.85 [1.34-6.09]) was associated with severe perineal injuries. CONCLUSION: The prevalence of severe perineal injuries was concordant with data in the literature. The variable of standing position was considered to be a risk factor for severe perineal injury and should be further investigated. .

CONTEXTO E OBJETIVOS: Apesar do cuidado médico executado durante o trabalho de parto, os traumas perineais ainda são prevalentes e podem levar a várias desordens do assoalho pélvico. O objetivo foi investigar a prevalência de injúrias obstétricas e do esfíncter anal em mulheres saudáveis após parto vaginal. DESENHO E LOCAL DE ESTUDO: Estudo transversal envolvendo 3.034 pacientes com recém-natos únicos de um hospital secundário de baixo risco. MÉTODOS: Um questionário padronizado foi preparado e aplicado aos prontuários completamente preenchidos (classificação do Royal College of Obstetricians and Gynecologists) para identificar as lesões obstétricas e do esfíncter anal e analisar fatores de risco associados com lacerações perineais leves e graves. RESULTADOS: A média de idade das mulheres era 25 anos; mais da metade (54,4%) era primípara. Quase 38% das participantes tiveram lacerações perineais; estas foram graves em 0,9% dos casos. A presença de parto vaginal prévio (odds ratio, OR, 1,64 [1,33-2,04]) e o parto fórceps (OR 2,04 [1,39-2,97]) foram fatores de risco associados às lesões perineais leves (primeira e segunda classificações de lesão esfíncter e anal). Somente a posição em pé prolongada durante a atividade profissional (OR 2,85 [1,34-6,09]) estava associada com lesões perineais graves. CONCLUSÃO: A prevalência de trauma perineal grave concordou com dados da literatura. A variável posição em pé foi considerada fator de risco para trauma perineal grave e necessita ser investigada. .
Descritores: Canal Anal/lesões
Parto Obstétrico/efeitos adversos
Lacerações/epidemiologia
Complicações do Trabalho de Parto/epidemiologia
Períneo/lesões
-Brasil/epidemiologia
Estudos Transversais
Episiotomia/efeitos adversos
Segunda Fase do Trabalho de Parto
Lacerações/classificação
Análise Multivariada
Razão de Chances
Prevalência
Postura/fisiologia
Fatores de Risco
Inquéritos e Questionários
Limites: Adulto
Feminino
Humanos
Gravidez
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


  10 / 27 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-653772
Autor: Salustiano, Eugenia Maria Assunção; Campos, Juliana Alvares Duarte Bonini; Ibidi, Silvia Maria; Ruano, Rodrigo; Zugaib, Marcelo.
Título: Low Apgar scores at 5 minutes in a low risk population: maternal and obstetrical factors and postnatal outcome / Baixos índices de Apgar no quinto minuto de vida em população de baixo risco: fatores maternos e obstétricos e resultados pós-natais
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);58(5):587-593, set.-out. 2012. tab.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To evaluate the association between Apgar scores of less than seven at five minutes (AS5min < 7) and antenatal factors and postnatal outcomes. METHODS: A retrospective cohort and case-control study of 27,252 consecutive term newborns in a low risk obstetrical population between January 2003 and December 2010. Maternal and infant databases were reviewed from all cases with AS5min < 7 (n = 121; 0.4%) and 363 cases with AS5min > 7 at 5 minutes who were randomly selected by a computer program. The main outcomes were neonatal death, newborn respiratory distress, need for orotracheal intubation and neonatal intensive care unit (NICU), and hypoxic-ischemic-encephalopathy. RESULTS: After multiple regression analysis, repeated late decelerations on cardiotocography (OR: 2.4; 95% CI: 1.4-4.1) and prolonged second stage of labor (OR: 3.3; 95% CI: 1.3-8.3) were associated with AS5min < 7, as well as neonatal respiratory distress (OR: 3.0; 95% CI: 1.3-6.9), orotracheal intubation (OR: 2.5; 95% CI: 1.2-4.8), need for NICU (OR: 9.5; 95% CI: 6.7-16.8), and hypoxic-ischemic-encephalopathy (OR: 14.1; 95% CI: 3.6-54.7). No other antenatal factors were associated with AS5min < 7 (p > 0.05). CONCLUSION: Repeated late decelerations and prolonged second stage of labor in the low-risk population are predictors of AS5min < 7, a situation associated with increased risk of neonatal respiratory distress, need for mechanical ventilatory support and NICU, and hypoxic-ischemic-encephalopathy.

OBJETIVO: Avaliar a associação entre índice de Apgar menor que sete no 5º minuto, os fatores pré-natais e resultados pós-natais. MÉTODOS: Trata-se de estudo retrospectivo com 27.252 recém-nascidos em maternidade escola com população de baixo risco obstétrico, de janeiro de 2003 a dezembro de 2010. Prontuários de todos os casos com índice de Apgar < 7 no 5º minuto (n = 121; - 0,4%) e de 363 casos com Apgar > 7 no 5º minuto, escolhidos ao acaso, foram revisados. Os principais desfechos estudados foram: óbito neonatal, insuficiência respiratória neonatal, necessidade de intubação orotraqueal e de unidade terapia intensiva (UTI) neonatal e encefalopatia hipóxico-isquêmica. RESULTADOS: Após análise de regressão múltipla, desacelerações tardias (DIP II) (OR: 2,4; IC95%: 1,4-4,1) e período expulsivo prolongado (OR: 3,3; IC 95%: 1,3-8,3) se associaram com Apgar < 7 no 5º minuto; assim como com insuficiência respiratória ao nascimento (OR: 3,0; IC 95%: 1,3-6,9), intubação traqueal (OR: 2,5; IC 95%: 1,2-4,8), necessidade de UTI neonatal (OR: 9,5; IC 95%: 6,7-16,8) e encefalopatia hipóxico-isquêmica (OR: 14,1; IC 95%: 3,6-54,7). Nenhuma outra variável prénatal se associou com Apgar < 7 no 5º minuto (p < 0,05). CONCLUSÃO: DIP II e período expulsivo prolongado estão associados com Apgar < 7 no 5º minuto em população obstétrica de baixo risco; situação essa relacionada com maior risco de insuficiência respiratória no parto, necessidade de suporte ventilatório e encefalopatia hipóxico-isquêmica.
Descritores: Índice de Apgar
Hipóxia-Isquemia Encefálica/diagnóstico
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido/diagnóstico
-Brasil/epidemiologia
Paralisia Cerebral/diagnóstico
Paralisia Cerebral/etiologia
Hipóxia-Isquemia Encefálica/etiologia
Mortalidade Infantil
Segunda Fase do Trabalho de Parto
Idade Materna
Estudos Retrospectivos
Medição de Risco
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido/etiologia
Nascimento a Termo/fisiologia
Limites: Adolescente
Adulto
Feminino
Humanos
Recém-Nascido
Gravidez
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME



página 1 de 3 ir para página          
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde