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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-991332
Autor: Hernández Ugalde, Felipe; Martínez Leyva, Grecia; Rodríguez Acosta, Yasmín; Hernández Suárez, Damarys; Pérez García, Aralys; Almeida Campos, Santiago.
Título: Ácido fólico y embarazo, ¿beneficio o riesgo? / Folic acid and pregnancy, benefit or risk?
Fonte: Rev. medica electron;41(1):142-155, ene.-feb. 2019.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN El consumo de ácido fólico se ha relacionado con la disminución en la incidencia de malformaciones congénitas y deficiencias obstétricas, pero existen criterios de que no siempre su uso tiene los efectos favorables esperados para la madre y su descendencia. Con el objetivo de estructurar los presupuestos teóricos que sustentan el beneficio y el riesgo del consumo de ácido fólico para el embarazo, se realizó una búsqueda sobre el tema consultándose 37 referencias bibliográficas actualizadas. El ácido fólico ostenta dos grandes funciones en el organismo: la síntesis y reparación de los ácidos nucleicos, así como la síntesis del aminoácido metionina a partir de la homocisteina, esta última, al acumularse en el organismo se asocia a defectos congénitos y enfermedades crónicas del adulto. A partir de estos aspectos se corrobora que su consumo antes y durante el embarazo es beneficioso pues previene defectos del tubo neural, algunas cardiopatías congénitas, hendiduras bucofaciales, síndrome de Down, desórdenes del espectro autista, infecciones obstétricas, preeclampsia, hemorragia uterina, desprendimiento abrupto de la placenta, retardo del crecimiento intrauterino y prematuridad. El consumo excesivo de más de 5 mg/día se ha asociado a anemia por deficiencia de vitamina B12, déficit de zinc, crecimiento intrauterino retardado y prematuridad; en modelos animales acelera la transformación maligna de tumores existentes. Se concluye que el ácido fólico contribuye a preservar una embriogénesis y placentación normal y no se han demostrado efectos adversos por su uso, pero debe ser consumido en la dosis adecuada y por prescripción médica.

ABSTRACT Acid folic intake has been related to the decrease in the incidence of congenital malformations and obstetric deficiencies but there are criteria about folic acid not always achieving the expected favorable results for mothers and their descendants. A search on the theme was carried out with the objective of structuring the theoretical assumptions upholding the benefit and risk of folic acid intake for pregnancy. 37 updated bibliographic references were consulted. The folic acid has two main functions in the organism: nucleic acids´ synthesis and repair, and also the synthesis of the methionine amino acid from homocystein; when the last one accumulates in the organism, it is associated to congenital defects and adults´ chronic diseases. Beginning from these aspects, it is stated that the intake before and after pregnancy is beneficial because it prevents defects of the neural tube, some congenital deficiencies, oral facial clefts, Down syndrome, autism spectrum disorders, obstetric infections, preeclampsia, uterine hemorrhage, sudden placental abruption, intrauterine grow retardation and prematurity. The excessive intake of more than 5 mg/d has been associate to anemia due vitamin B12 deficiency, zinc deficiency, intrauterine retarded grow and prematurity; in animal models it speeds up the malignant transformation of existent tumors. The authors arrived to the conclusion that folic acid contributes to preserving a normal embryogenesis and placentation, and that no adverse effects have been demonstrated, nevertheless it should be taken in adequate doses and for medical prescription.
Descritores: Gravidez/efeitos dos fármacos
Ácido Fólico/administração & dosagem
Ácido Fólico/efeitos adversos
Ácido Fólico/genética
-Placentação/efeitos dos fármacos
Desenvolvimento Embrionário/efeitos dos fármacos
Ácido Fólico/uso terapêutico
Ácido Fólico/farmacologia
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CU424.1 - Centro Provincial de Información de Ciencias Médicas


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-976411
Autor: Bezerra, Ferdinando V. F; Favaron, Phelipe O; Mess, Andrea M; Araújo Júnior, Hélio N; Oliveira, Gleidson B; Pereira, Alexsandra F; Miglino, Maria A; Oliveira, Moacir F.
Título: Subplacental development in Galea spixii / Desenvolvimento subplacentário do preá (Galea spixii)
Fonte: Pesqui. vet. bras = Braz. j. vet. res;38(11):2175-2182, Nov. 2018. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Animal models are essential to understand healthy human placentation. Guinea pig related rodents became on focus for such purposes. In particular, processes of trophoblast invasion are similar. The latter is associated with a specialized area, the subplacenta. Since previous results showed differences between the guinea pig and its close relative Galea spixii, we aimed to study subplacental development with more detail. We investigated 16 pregnant females of 14 to 55 days of gestation by means of histology, morphometrics, immunohistochemistry and electron microscopy. The overlap between the fetomaternal blood systems resulted as intimate, suggesting some exchange processes. Proliferation was revealed by three independent methods, being most active in early and mid-gestation, which was in accordance to former results. Though degeneration of tissues took place, the subplacenta was maintained towards term with access to the fetal vascularization, supporting a hypothesis about the release of substances to the fetal unit in advanced gestation. In contrast to other species, the extraplacental trophoblast showed a shift from syncytial streamers to giant cells during mid-gestation. Views on placentation in caviomorphs were influenced by the guinea pig, but our data supported recent studies that the subplacenta had a much greater placidity. In regard to subplacental grow, degeneration and likely also exchange processes, Galea and other species showed a more basal pattern of caviomorphs than the guinea pig. Such differences should be considered, when choosing most adequate animal models for special purposes in comparison to human placentation.(AU)

Modelos animais são essenciais para entender a placenta humana sadia. Neste sentido os roedores relacionados ao porquinho da índia tornaram-se foco para tal entendimento. Em particular, os processos de invasão trofoblástica são semelhantes. O último está associado a uma área especializada, a subplacenta. Uma vez que os resultados anteriores mostraram diferenças entre o porquinho da índia e seu relativo o preá, buscamos estudar o desenvolvimento subplacentário com mais detalhes. Pesquisamos 16 fêmeas gestantes de 14 a 55 dias de gestação por meio de histologia, morfometria, imuno-histoquímica e microscopia eletrônica. A sobreposição entre os sistemas sanguíneos materno e fetal apresentou-se com íntima relação, sugerindo alguns processos de troca. A proliferação foi revelada por três métodos independentes, sendo mais ativos no início e metade da gestação, o que corroborou com os resultados anteriores. Embora a degeneração dos tecidos tenha ocorrido, a subplacenta foi mantida até o termo gestacional com acesso à vascularização fetal, apoiando uma hipótese sobre a liberação de substâncias para a unidade fetal em gestação avançada. Em contraste com outras espécies, o trofoblasto extraplacentário mostrou uma mudança de flâmulas sinciciais para células gigantes durante a metade da gestação. As visualizações sobre a placentação em caviomorfos foram influenciadas pelo porquinho da índia, mas nossos dados apoiaram estudos recentes de que a subplacenta apresentava uma plasticidade muito maior. Em relação ao crescimento subplacentário, a degeneração e provavelmente também os processos de troca, o preá e outras espécies apresentaram um padrão mais basal de caviomorfos do que o porquinho da índia. Tais diferenças devem ser consideradas, ao escolher os modelos animais mais adequados para fins especiais em comparação com a placentação humana.(AU)
Descritores: Placenta/anatomia & histologia
Placentação/fisiologia
Modelos Animais
Cobaias/anatomia & histologia
Limites: Animais
Feminino
Gravidez
Cobaias
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: lil-796931
Autor: Grandi, Carlos; Veiga, Angélica; Mazzitelli, Nancy; Cavalli, Ricardo de Carvalho; Cardoso, Viviane.
Título: Placental Growth Measures in Relation to Birth Weight in a Latin American Population / Medidas de crescimento placentário em relação ao peso de nascimento em uma população latino-americana
Fonte: Rev. bras. ginecol. obstet;38(8):373-380, Aug. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction The placenta, translates how the fetus experiences the maternal environment and is a principal influence on birth weight (BW). Objective To explore the relationship between placental growth measures (PGMs) and BW in a public maternity hospital. Methods Observational retrospective study of 870 singleton live born infants at Hospital Maternidad Sardá, Universidad de Buenos Aires, Argentina, between January 2011 and August 2012 with complete data of PGMs. Details of history, clinical and obstetrical maternal data, labor and delivery and neonatal outcome data, including placental measures derived from the records, were evaluated. The following manual measurements of the placenta according to standard methods were performed: placental weight (PW, g), larger and smaller diameters (cm), eccentricity, width (cm), shape, area (cm2), BW/PW ratio (BPR) and PW/BW ratio (PBR), and efficiency. Associations between BW and PGMs were examined using multiple linear regression. Results Birth weight was correlated with placental weight (R2 =0.49, p < 0.001), whereas gestational age was moderately correlated with placental weight (R2 =0.64, p < 0.001). By gestational age, there was a positive trend for PW and BPR, but an inverse relationship with PBR (p < 0.001). Placental weight alone accounted for 49% of birth weight variability (p < 0,001), whereas all PGMs accounted for 52% (p < 0,001). Combined, PGMs, maternal characteristics (parity, pre-eclampsia, tobacco use), gestational age and gender explained 77.8% of BW variations (p < 0,001). Among preterm births, 59% of BW variances were accounted for by PGMs, compared with 44% at term. All placental measures except BPR were consistently higher in females than in males, which was also not significant. Indices of placental efficiency showed weakly clinical relevance. Conclusions Reliable measures of placental growth estimate 53.6% of BW variances and project this outcome to a greater degree in preterm births than at term. These findings would contribute to the understanding of the maternal-placental programming of chronic diseases.

Resumo Introdução Aplacenta traduz como o feto experimenta o ambientematerno, alémde ser a principal influência sobre o peso ao nascer (PN). Objetivo Explorar a relação entre medidas de crescimento da placenta (MCPs) e PN em uma maternidade pública. Métodos Estudo retrospectivo observacional de 870 recém-nascidos vivos únicos na Maternidade Sardá, Universidade de Buenos Aires, Argentina, entre janeiro de 2011 e agosto de 2012 com os dados completos das MCPs. Foram avaliados dados da história clínica e obstétricamaterna, trabalho de parto e resultados neonatais, incluindomedidas da placenta derivadas dos registrosmédicos. Foramrealizadas as seguintesmediçõesmanuais da placenta: peso da placenta (PP, g), diâmetros maior e menor (cm), excentricidade, espessura (cm), forma, área (cm2), razões PN/PP e PP/PN e eficiência. Associações entre PN e MCPs foram examinadas por meio de regressão linear múltipla. Resultados Peso ao nascer foi correlacionado com peso placentário (R2 = 0,49, p < 0,001), enquanto idade gestacional foi moderadamente correlacionada com peso placentário (R2 = 0,64, p < 0,001). Por idade gestacional, houve uma tendência positiva para a relação PP e PN/PP, mas uma relação inversa com a razão PP/PN (p < 0,001). Somente peso da placenta respondeu por 49% da variabilidade do peso ao nascer (p < 0,001), ao passo que todas as MCPs foram responsáveis por 52% (p < 0,001). Combinados, MCPs, características maternas (paridade, pré-eclâmpsia, fumo), idade gestacional e sexo explicaram 77,8% da variação do peso ao nascer (p < 0,001). Entre nascimentos pré-termo, 59% da variância do PN foi contabilizada pelas MCPs, emcomparação com44% a termo. Todas asmedidas placentárias, exceto a razão PN/PP, foram consistentemente maiores em mulheres do que em homens, mas não significativas. Índices de eficiência placentária mostraram fraca relevância clínica. Conclusões medidas confiáveis de crescimento placentário estimam 53,6% da variância do peso ao nascer, e projetamesse resultado a ummaior grau emnascimentos pré-termo do que a termo. Estes resultados contribuiriam para a compreensão da programação materno-placentária de doenças crónicas.
Descritores: Peso ao Nascer
Placentação
Placenta/anatomia & histologia
-América Latina
Tamanho do Órgão
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-778822
Autor: García Saraví, P; Patiño, N K; Juana, M L; Mariano, J; Reyna, E; Tizzano, R.
Título: La ecografía Doppler en la detección de invasión vesical en la placenta percreta: nuestra experiencia / Doppler ultrasound in the diagnosis of placenta percreta: Our experience
Fonte: Rev. argent. radiol;78(3):149-155, set. 2014. ilus, graf.
Idioma: es.
Resumo: Demostrar la utilidad de la ecografía Doppler en la detección de la invasión vesical en el percretismo placentario.Materiales y métodos: Se evaluó por ecografía, desde noviembre de 2011 hasta mayo de 2013, a 21 pacientes de entre 20 y 44 años que tenían diagnóstico quirúrgico e histopatológico de acretismo placentario (AP).Se consideró invasión vesical a la presencia de estructuras vasculares parietales en la evaluación Doppler color, mientras que se estableció como probable invasión a la presencia de otros hallazgos ecográficos sin señal Doppler. Resultados: De las 21 pacientes con acretismo placentario, 7 presentaron afectación vesical en el examen histopatológico: 5 tuvieron diagnóstico e informe ecográfico de invasión vesical (por la detección de estructuras vasculares en la evaluación Doppler color) y en las 2 restantes se planteó una probable afectación. De las 14 pacientes sin afectación vesical en el resultado histopatológico, hubo 7 con informes normales en la ecografía y 7 con resultados probables. Conclusión: La ecografía Doppler es un método muy útil para la detección de la invasión vesical en el percretismo placentario. Esta se observa con una vascularización parietal positiva en el Doppler color...
Descritores: Placenta
-Histerectomia
Obstetrícia
Placentação
Ultrassonografia
Limites: Humanos
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Id: lil-764774
Autor: Guimarães, Carina Fatima; Meirelles, Marcela Gonçalves; Fernandes, Claudia Barbosa.
Título: Placental efficiency in the equine species: which factors may be related? / Eficiência placentária na espécie equina: quais fatores podem estar relacionados?
Fonte: Braz. j. vet. res. anim. sci;52(2):98-105, 20150000.
Idioma: pt.
Resumo: This review intends to show the main factors that may affect intrauterine growth and the placentals nutrients supply to the fetus, morphofunctional aspects placental efficiency, correlating them with performance indexes, such as breed, age and pluriparious. This study aims to discuss the interrelationships that determine greater placental efficiency, proposing a comparative parallel between various species in order to understand more about the placental efficiency in the equine species.

Esta revisão de literatura propõe levantar os principais fatores que podem influenciar o crescimento intrauterino e o suprimento de nutrientes placentários para o feto, abordando aspectos morfofuncionais relacionados à eficiência placentária, correlacionando-os com aspectos zootécnicos, como raça, pluriparidade e idade das fêmeas gestantes. O objetivo foi estabelecer as interrelações que determinem maior eficiência placentária, propondo um paralelo comparativo entre espécies a fim de ser entendida a eficiência placentária na espécie equina.
Descritores: Cavalos/embriologia
Desenvolvimento Fetal/fisiologia
Placentação/fisiologia
Troca Materno-Fetal/fisiologia
-Placenta/crescimento & desenvolvimento
Limites: Animais
Feminino
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: lil-749509
Autor: Becerra-Mojica, Carlos Hernán; Díaz-Martínez, Luis Alfonso; Contreras-García, Gustavo Adolfo; Beltrán-Avendaño, Mónica Andrea; Salazar-Martínez, Hernando Augusto; Gutiérrez-Sánchez, Luz Ángela; Otero-Pinto, Juan Carlos; Montezuma-Niño, Laura Constanza.
Título: Desenlaces materno-fetales de los embarazos atendidos en el Hospital Universitario de Santander, Bucaramanga (Colombia), 2007-2011. Estudio de cohorte / Maternal and foetal outcomes in twin pregnancies seen at Hospital Universitario de Santander, Bucaramanga (Colombia), 2007-2011. A cohort study
Fonte: Rev. colomb. obstet. ginecol;66(1):37-45, ene.-mar. 2015. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Los embarazos gemelares implican mayor riesgo de complicaciones materno-fetales que los embarazos únicos, particularmente en los monocoriales. El objetivo del trabajo fue describir las características clínicas y los desenlaces materno-fetales, por tipo de placenta (monocorial o bicorial), de los embarazos gemelares atendidos en el Hospital Universitario de Santander (HUS), institución de tercer nivel de complejidad localizada en Bucaramanga (Colombia). Materiales y métodos: estudio descriptivo de cohorte, se incluyeron las pacientes que terminaron un embarazo gemelar entre 2007 y 2011 en el HUS, hospital general de referencia de la región centro-oriental del país. Muestreo consecutivo. Se evaluó la edad gestacional en la primera consulta al hospital, los hallazgos clínicos en la evaluación inicial, la terminación del parto y los resultados perinatales. Se hace análisis descriptivo por tipo de corionicidad. Resultados: se incluyeron un total de 248 gestantes con embarazo gemelar en el periodo de estudio. La mediana de la edad gestacional en la primera atención en el hospital en fue de 34 semanas. Al ingreso, 127 (51,2 %) pacientes se diagnosticaron con embarazo monocorial, pero solo en dos terceras partes coincidió el diagnóstico prenatal de corionicidad con el del posparto. Se diagnosticó RCIU con más frecuencia en embarazos monocoriales que en bicoriales (22,3 vs. 7,5 %), y el doppler se encontró alterado con mayor frecuencia en fetos de embarazo monocorial (7,8 vs. 1,1 %). Los neonatos > 24 semanas de edad gestacional de embarazo monocorial pesaron, en promedio, 109 g (IC 95 %: 34-184) menos que los bicoriales. Conclusiones: los resultados de este estudio sugieren un problema de salud pública en este grupo de pacientes, con inicio tardío de control prenatal, de remisión tardía a centros especializados y capacidad insuficiente para definir corionicidad. Se requiere plantear estrategias de atención que incluyan considerar los embarazos gemelares como alto riesgo y garantizar la atención oportuna y adecuada, orientada por una guía de cuidado diferencial para este grupo de gestantes...

Twin pregnancies, especially monochorionic placentations, are associated with a higher rate of maternal and foetal complications when compared to singleton pregnancies. The objective of this work was to describe the clinical characteristics and the maternal and foetal outcomes according to the type of placentation (monochorial or dichorial) of twin pregnancies delivered at Hospital Universitario de Santander (HUS), a level III institution located in Bucaramanga, Colombia. Materials and methods: Descriptive cohort study. The cohort consisted of patients delivered of a twin pregnancy between 2007 and 2011 at the HUS, a general referral hospital for the central-eastern region of the country. The assessment included gestational age at the time of initial presentation to the hospital, clinical findings during the initial assessment, delivery completion, and perinatal results. Descriptive analysis by chorionicity type. Results: A total of 248 women with a twin pregnancy during the study period were included. The mean gestational age on the first visit to the hospital was 34 weeks. On admission, 127 patients (51.2%) were diagnosed with a monochorionic pregnancy, but only in two thirds of the cases was the prenatal chorionicity diagnosis consistent with the post-partum finding. IUGR was diagnosed more frequently in monochorionic than in dichorionic pregnancies (22.3% v. 7.5%) and abnormal Doppler findings were more frequent in monochorionic foetuses (7.8% v. 1.1%). Neonates > 24 of gestational age in monochorionic pregnancies weigh in average 109 gr (IC 95%: 34-184) less than dichorionic twins. Conclusions: The results of this study suggest a public health problem in this group of patients who come late for their prenatal visits and are late referrals to specialized centres, when there is already a limited ability to determine chorionicity. There is a need to develop care strategies in which twin pregnancies are included as a high-risk condition, and to ensure timely and adequate care provision in accordance with differential care guidelines for this group of pregnant women...
Descritores: Transfusão Feto-Fetal
Trabalho de Parto Prematuro
Placentação
Gravidez de Alto Risco
Gravidez de Gêmeos
Limites: Adulto
Feminino
Gravidez
Responsável: CO76


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Cabral, Antônio Carlos Vieira
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Id: lil-694483
Autor: Alpoim, Patrícia Nessralla; Pinheiro, Melina de Barros; Armond, Sandra Cristina; Brandão, Augusto Henriques Fulgêncio; Cabral, Antônio Carlos Vieira; Gomes, Karina Braga; Dusse, Luci Maria Sant'Ana.
Título: Pré-eclâmpsia: o que há de anômalo na placentação? / Preeclampsia: what is wrong with placentation
Fonte: Femina;41(2), março - abril.
Idioma: pt.
Resumo: A pré-eclâmpsia (PE) constitui a principal causa de morte materna em diversos países do mundo e contribui significativamente para a prematuridade, o baixo peso fetal e o aumento da mortalidade neonatal. A placenta constitui o substrato anatômico etiopatogênico principal para a doença, inclusive em ambiente extra-uterino ou na ausência de embrião. O único tratamento efetivo para a PE consiste na interrupção da gravidez e remoção completa da placenta. Em muitos casos, esta medida precisa ser tomada prematuramente, visando garantir a vida da mãe, do bebê ou de ambos. Estudos clínicos, histológicos e laboratoriais demonstram alterações hemodinâmicas, histológicas, imunológicas e bioquímicas na placentação de mulheres portadoras de PE. Entender como essas alterações assumem proporções sistêmicas no organismo materno pode ser a chave para impedir a progressão abrupta e violenta da doença. Certamente, o entendimento de todo o processo fisiopatológico é necessário para qualquer proposta de predição, prevenção ou terapia que possa diminuir as altíssimas taxas de mortalidade atribuídas à PE.

Preeclampsia (PE) is the leading cause of maternal death in many countries worldwide and contributes significantly to prematurity, low fetal weight and increased neonatal mortality. The placenta seems to be the main etiopathogenic anatomical substrate for the disease even in extra-uterine environment or in the absence of the embryo. The only effective treatment for PE is the pregnancy interruption and complete placenta removal. In many cases, this action needs to be taken prematurely in order to ensure the life of the mother, baby or both. Clinical, histological and laboratory have shown hemodynamic, histological, immunological and biochemical abnormalities in placentation in women with PE. Understanding how these changes take on systemic proportions in the mother may be the key to prevent the abrupt progression of the disease. Indeed, an understanding of all physiological and the alterations in PE process is required for any action of prediction, prevention or therapy that can reduce the extremely high rates of mortality associated to PE.
Descritores: Placentação/genética
Pré-Eclâmpsia/fisiopatologia
Pré-Eclâmpsia/metabolismo
-Diferenciação Celular
Doenças Placentárias/fisiopatologia
Complicações na Gravidez
Placenta/irrigação sanguínea
Placenta/patologia
Trofoblastos/citologia
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: lil-690984
Autor: Velásquez, Nelson; Fernández, Gerardo; Oberto Leal, José.
Título: Placentación, hormona gonadotrópica coriónica y cáncer / Placentación, chorionic gonadotropin hormone and cancer
Fonte: Rev. obstet. ginecol. Venezuela;73(1):58-61, mar. 2013. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Apoptose
Carcinoma de Células das Ilhotas Pancreáticas
Células
Gonadotropina Coriônica
Neoplasias
Placentação
-DNA
Dano ao DNA
Genes
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Criança
Adolescente
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: VE57.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Venezuela
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Id: lil-664622
Autor: Reyna-Villasmil, Eduardo; Briceño-Pérez, Carlos; Santos-Bolívar, Joel.
Título: Alteración de la placentación profunda en la preeclampsia / Alteration of deep placentation in preeclampsia
Fonte: Rev. obstet. ginecol. Venezuela;72(4):269-276, dic. 2012. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Descolamento Prematuro da Placenta
Placentação
Pré-Eclâmpsia
-Hipertensão Induzida pela Gravidez
Obstetrícia
Limites: Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Texto completo SciELO Brasil
Cabral, Antônio Carlos Vieira
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Id: lil-654259
Autor: Brandão, Augusto Henriques Fulgêncio; Cabral, Marcelo Araújo; Leite, Henrique Vitor; Cabral, Antônio Carlos Vieira.
Título: Função endotelial, perfusão uterina e fluxo central em gestações complicadas por Pré-Eclampsia / Endothelial function, uterine perfusion and central Flow in pregnancies complicated by Preeclampsia
Fonte: Arq. bras. cardiol;99(4):931-935, out. 2012. tab.
Idioma: pt.
Resumo: FUNDAMENTO: A fisiopatologia da Pré-Eclampsia (PE) é caracterizada por deficiência no processo de placentação, disfunção endotelial sistêmica e hiperfluxo do Sistema Nervoso Central (SNC). Do ponto de vista clínico, seria interessante determinar a ocorrência desses fenômenos antes do aparecimento das manifestações clínicas da doença, levantando a possibilidade de novos métodos de predição da PE. OBJETIVO: Comparar o processo de placentação, a função endotelial e o hiperfluxo do SNC em gestantes de alto risco para desenvolvimento de PE que posteriormente desenvolveram ou não a síndrome. MÉTODOS: Um total de 74 gestantes foi submetido ao exame de Dilatação Fluxo-Mediada (DFM) da artéria braquial, dopplerfluxometria de artérias uterinas e oftálmica para avaliação da função endotelial, processo de placentação e hiperfluxo central, respectivamente. Os exames foram realizados entre 24 e 28 semanas de gestação e as pacientes foram acompanhadas até o puerpério para coleta de dados. RESULTADOS: Quinze pacientes tiveram a gestação complicada pela PE e 59 se mantiveram normotensas até o puerpério. Pacientes que subsequentemente desenvolveram PE apresentaram entre 24 e 28 semanas de gestação, maiores valores no índice de pulsatilidade das artérias uterinas e menores valores de DFM (p < 0,001 e p = 0,001, respectivamente). Entretanto, não houve diferença nos valores obtidos no índice de resistência da artéria oftálmica (p = 0,08). CONCLUSÃO: Os dados obtidos sugerem que a deficiência no processo de placentação e a disfunção endotelial precedem cronologicamente as manifestações clínicas da PE, o que não ocorre com o hiperfluxo do SNC.

BACKGROUND: The physiopathology of Preeclampsia (PE) is characterized by a deficiency in the process of placentation, systemic endothelial dysfunction and Central Nervous System (CNS) hyperflow. From a clinical point of view, it would be interesting to determine the occurrence of these phenomena before the onset of clinical manifestations of the disease, raising the possibility of new methods for predicting PE. OBJECTIVE:Compare the process of placentation, endothelial function and CNS hyperflow in pregnant women at high risk for the development of PE who subsequently developed or not the syndrome. METHODS: A total of 74 pregnant women underwent the Flow-Mediated Dilation (FMD) of the brachial artery, Doppler study of uterine and ophthalmic arteries for the assessment of endothelial function, process of placentation and central hyperflow, respectively. The examinations were performed between 24 and 28 weeks of gestation and were followed until the postpartum period for data collection. RESULTS: Fifteen patients had PE and 59 remained normotensive until the puerperium. Patients who subsequently developed PE had between 24 and 28 weeks of gestation, higher pulsatility index of uterine arteries and lower values of FMD (p < 0.001 and p = 0.001, respectively). However, there was no difference in the values obtained in the resistive index in the ophthalmic artery (p = 0.08). CONCLUSION: The data obtained suggest that the deficiency in the process of placentation and endothelial dysfunction chronologically precede the clinical manifestations of PE, which does not occur with CNS hyperflow.
Descritores: Endotélio Vascular/fisiopatologia
Pré-Eclâmpsia/fisiopatologia
Útero/fisiopatologia
-Velocidade do Fluxo Sanguíneo/fisiologia
Pressão Sanguínea/fisiologia
Artéria Braquial/fisiopatologia
Sistema Nervoso Central/irrigação sanguínea
Sistema Nervoso Central/fisiopatologia
Idade Gestacional
Placenta/irrigação sanguínea
Placenta/fisiopatologia
Placentação/fisiologia
Fatores de Risco
Estatísticas não Paramétricas
Artéria Uterina/fisiopatologia
Útero/irrigação sanguínea
Limites: Adulto
Feminino
Humanos
Gravidez
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME



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