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Id: biblio-870977
Autor: Assunção, Renata Almeida de.
Título: Índice de performance miocárdica fetal na doença hemolítica perinatal / Myocardial performance index in alloimune disease.
Fonte: São Paulo; s.n; 2015. [151] p. ilus, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A hemólise decorrente da doença aloimune desencadeia mecanismos adaptativos hematológicos e hemodinâmicos fetais, com intuito de garantir o suprimento adequado de oxigênio para todos os tecidos e órgãos. Na anemia grave, a sobrecarga imposta ao coração fetal, devido ao fluxo hiperdinâmico, tem sido considerada responsável pela insuficiencia cardiaca, e posterior desenvolvimento de hidropisia fetal. No entanto, a literatura médica ainda apresenta controvérsias acerca da integridade da função cardiaca nesta doença. O índice de performance miocárdico (IPM) é uma ferramenta propedêutica não invasiva, derivada do Doppler pulsátil, que permite avaliar a função cardíaca global (sistólica e diastólica). Objetivo: Estudar a função cardíaca fetal, na doença aloimune, utilizando o índice de performance miocárdica. Métodos: Foram seguidos, prospectivamente, fetos únicos, de gestantes sensibilizadas pelo antígeno eritrocitário D, sem malformações estruturais, na Clinica Obstétrica, Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de São Paulo. A cada avaliação ultrassonográfica, o IPM foi investigado por meio de Doppler pulsátil, com janela de 2-4mm, filtro>190Hz e velocidade de varredura que permitisse observar de 3 a 4 ciclos cardíacos simultâneos no ecrã. O IPM corresponde à soma dos tempos isovolumétricos (contração e relaxamento) dividido pelo tempo de ejeção do ciclo cardíaco. O IPM do ventrículo equerdo (IPM VE) foi realizado em ciclo único, sendo possível obter seus componentes: tempo de contração isovolumétrico (TCI), tempo de relaxamento isovolumétrico (TRI) e tempo de ejeção (TE). O IPM do ventrículo direito (IPM VD) foi obtido em dois tempos. Os valores obtidos de IPM VE, seus componentes foram convertidos em escore zeta para a idade gestacional. Frente à suspeita de anemia fetal, realizou-se cordocentese com determinação dos níveis de hemoglobina fetal antes e após a transfusão intra-uterina. Os respectivos valores foram convertidos em escore-zeta (Hb zeta). Na...

Fetal anemia is associated with several adaptative mechanisms in order to maintain adequate tissue oxygenation. Circulatory changes play a key role in such circumstances. In severe anemia, the overload imposed on the fetal heart, due to the hyperdynamic flow, has been considered to be responsible for cardiac failure and finally hydrops fetalis. However, cardiac failure in this pathology remains controversy. Myocardial performance index (MPI) is a novel technique, Doppler derived and non-invasive that allows assesses global cardiac function (systolic and diatolic). Objective: Evaluate global cardiac function in alloimune disease through myocardial performance index. Methods: This prospective study was carried out at a tertiary referral center for fetal medicine (Clínica Obstetrica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Women with singleton pregnancies and Rh D alloimmune disease were invited to take part in the study and gave informed consent. Fetal examinations did not show structural abnormalities. At every ultrasonography evaluation, MPI was examined with Doppler sample gate set between 2-4mm, wall motion filter >190Hz and high sweep-speed to allow simultaneous identification of 3-4 cardiac cycles on the screen. MPI is the sum of isovolumetric times (contraction and relaxation) divided by ejection time. Left ventricle MPI (LV MPI) was obtained in a single cycle and the MPI components were obtained: isovolumetric contraction time (ICT), isovolumetric relaxation time (IRT) and ejection time (ET). Right ventricle MPI (RV MPI) was obtained in two cycles. The values obtained for LV MPI and its components were converted in zeta score for gestacional age. Cordocentesis was perfomed if fetal anemia was suspicion and fetal hemoglobin levels were determined: before and after intrauterine transfusion. Hemoglobin values were converted into the zeta score (Hb zeta). Statistical analysis included MPI evaluations performed...
Descritores: Anemia Hemolítica Autoimune
Transfusão de Sangue Intrauterina
Técnicas de Imagem Cardíaca
Eritroblastose Fetal
Doenças Fetais
Coração Fetal
Isoimunização Rh
Ultrassonografia Doppler em Cores
Função Ventricular
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação
BR66.1


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Id: lil-774049
Autor: Baiochi, E; Camano, L; Sass, N; Colas, O. R.
Título: Frequência dos Grupos Sagüíneos e Incompatibilidades ABO e RHD em puérperas e seus recém-nascidos / Frequency of Sagüíneos Groups Incompatibility ABO and RHD in mothers and their newborns
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);53(1), jan.-fev. 2007.
Idioma: pt.
Descritores: Antígenos de Grupos Sanguíneos
Incompatibilidade de Grupos Sanguíneos
-Isoimunização Rh
Limites: Seres Humanos
Feminino
Recém-Nascido
Responsável: BR45.1 - Biblioteca


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Id: lil-772732
Autor: Soyano, Andrés; Müller de Soyano, Aixa.
Título: El antígeno Diego alcanza los 60 años de edad: su descubrimiento y desarrollo / Diego antigen reach 60 years old: discovery and development
Fonte: Gac. méd. Caracas;122(1):46-52, ene.-mar. 2014. ilus, tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: El antigeno Diego fue descubierto en junio de 1953 por el hematólogo estadounidense Philip Levine (1900-1987) en una muestra de sangre enviada desde Venezuela por el pediatra Miguel Raga Mendoza (1917-1986). El propósitus, de nombre Diego, había fallecido a los 3 días de edad por causa de una enfermedad hemolítica del recién nacido. Levine bautizó al nuevo antigeno con el nombre de diego y lo clasificó como un factor privado o familiar de baja prevalencia. En 1955, los hematólogos Miguel Layrisse (1919-2002) y Tulio Arents (1918-1990), y el obstetra Rafael Dominguez Sisco (1908-1980) llegaron a la conclusión de que el antígeno Diego tenía una mayor frecuencia que la reportada por Levine y que por tanto constituía un grupo sanguíneo de alta prevalencia en poblaciones indigenas venezolanas. Estos resultados fueron extendidos a otras poblaciones indígenas de América, demostrandose también su existencia en personas de origen asiático (mongoloides) y su ausencia en las razas caucasoide y negroide. El antígeno Diego se transformó así en el primer marcador mongoloide de gran valor antropológico, genético y clínico. En la década de 1990 se demostró que el antígeno Diego estaba asociado con la proteína eritrocitaria denominada banda 3; esta funciona como un intercambiador de aniones (AE-1) que se expresa también en células del túbulo renal. Actualmente, el grupo snguíneo Diego está formado por 22 antígenos o alelos.

On June 1953, the American hematologist Philip Levine (1900-1987) discovered a new erythrocyte antigen in the blood of a sick child collected in Venezuela by the pediatrician Miguel Raga Mendoza (1917-1986). The propositus, named Diego, was affected by a hemolytic disease of the newborn and died 3 days after delivery. Levine named the antigen Diego (Diª) and classified it as a private or familial factor of low prevalence. In 1955, the hematologists Miguel Layrisse (1919-2002) and Tulio Arends (1918-1990), and the obstetrician Rafael Dominguez Sisco (1908-1980) concluded that the Diego antigen had a greater frecuency than that reported by Levine, constituting a blood group of high prevalence in Venezuelan aboriginal populations. Similar results were obtained in other aboriginal populations of the American continent. The Diego antigen was also present in high frequency in people of asiatic origin (mongoloids), and absent in caucasoid and negroid people. Thus, the Diego antigen became the first mongoloid marker of great anthropological, genetic and clinical importance. In 1992, the Diego antigen was found associated with the erythrocyte protein named band 3, later known to function as an anion exchanger (AE-1). Band 3 is also expressed on cells of the renal tubules. Presenthy, the Diego blood group is formed by 22 antigens or allelles.
Descritores: Distinções e Prêmios
Anemia Hemolítica/patologia
Antígenos de Grupos Sanguíneos/imunologia
/genética
CROMOSOMAS HUMANOS PAR ABNORMALITIES, RADIATION-INDUCED/genética
Eritroblastose Fetal/etnologia
Grupos Populacionais
Isoimunização Rh/sangue
Proteína 1 de Troca de Ânion do Eritrócito/biossíntese
-Antropologia Física
Venezuela/etnologia
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: lil-742644
Autor: Molina-Giraldo, Saulo; Bautista-Vargas, Samuel; Hernández-Martínez, Sandra; Rojas-Arias, José Luis; Acuña-Osorio, Edgar; Vásquez-Zapata, Gustavo Adolfo; Alfonso-Ayala, Diana Alejandra.
Título: Nivel de conocimientos de los obstetras acerca del diagnóstico y tratamiento de la isoinmunización materna: Estudio de corte transversal en Bogotá (Colombia), 2012-2013 / Level of knowledge among obstetricians regarding diagnosis and treatment of maternal isoimmunization: Cross-sectional study in Bogotá (Colombia), 2012-2013
Fonte: Rev. colomb. obstet. ginecol;65(4):323-329, oct.-dic. 2014.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: describir el nivel de conocimientos acerca del diagnóstico, tratamiento y pronóstico de la isoinmunización materna entre los especialistas de Ginecología y Obstetricia afiliados a la Asociación Bogotana de Perinatología (ABP). Materiales y métodos: estudio descriptivo de corte transversal. Entre noviembre de 2012 y marzo de 2013, se aplicó una encuesta elaborada por especialistas en Medicina Materno-Fetal (MMF). Se excluyeron los profesionales que ejercen su actividad fuera del territorio nacional, aquellos que no han practicado la obstetricia durante los últimos diez años y a quienes no suministraron la totalidad de la información requerida. El instrumento estuvo compuesto por 18 preguntas organizadas en tres dominios: características sociodemográficas, información sobre la práctica clínica y conocimientos. Se utilizó estadística descriptiva para el análisis en la materia. Resultados: el instrumento se aplicó a 220 profesionales de los cuales 127 (57,7 %) respondieron la encuesta en su totalidad y fueron incluidos en el análisis. El 32 % de los obstetras y el 45 % de los especialistas en MMF identificaron correctamente el punto de corte para el coombs indirecto. El 43 y 62 % de los obstetras y especialistas en MMF reconocieron el papel de la velocimetría de la arteria cerebral media para el diagnóstico de anemia fetal, y el 82 y 76 % respectivamente la utilizarían en el seguimiento del feto anémico. Tan solo el 76 % de los obstetras y el 66 % de los especialistas en MMF reconocen las indicaciones de culminar la gestación en caso de anemia fetal, en tanto que el 90 y 97 % (respectivamente) identificaron cuándo realizar cordocentesis y transfusión in utero. Finalmente, el 37 % de los obstetras y el 48 % de los especialistas en MMF no reconocen a la curva de Queenan-Liley como una alternativa cuando no hay acceso al Doppler fetal. Conclusión: existe una importante variabilidad con respecto al nivel de conocimientos de los obstetras y especialistas en MMF en cuanto al diagnóstico, tratamiento y seguimiento de las gestantes con isoinmunización. Se requieren más estudios que caractericen la variabilidad en la práctica clínica acerca del diagnóstico y tratamiento de la isoinmunización materna en Colombia.

Objective: To describe the level of knowledge regarding the diagnosis, treatment and prognosis of maternal isoimmunisation among Gynaecology and Obstetrics specialists, members of ABP (Asociación Bogotana de Perinatología). Materials and methods: Cross-sectional descriptive study. A questionnaire prepared by specialists in Maternal and Foetal Medicine (MFM) was administered between November 2012 and March 2013. Professionals practicing outside the national territory, those who had not practiced over the past ten years, and those who did not provide all the information required were excluded. The tool consisted of 18 questions organized in three domains: socio-demographic characteristics, information about clinical practice, and knowledge of the subject. A descriptive statistical analysis was used. Results: Of the 220 practitioners who were given the questionnaire, 127 (57.7%) completed the survey and were included in the analysis. The cut-off point for the indirect Coombs was correctly identified by 32% of the obstetricians and by 45% of the specialists in MFM. The role of middle cerebral artery velocimetry for the diagnosis of foetal anaemia was recognized by 43% and 62% of obstetricians and specialists in MFM, and 82% and 76%, respectively, would use it for the follow-up of foetuses with anaemia. Only 76% of obstetricians and 66% of MFM specialists recognized the indications for delivering the baby in cases of foetal anaemia, whereas 90% and 97%, respectively, identified the timing for cordocentesis and in utero transfusion. Finally, 37% of obstetricians and 48% of MFM specialists did not recognize the Queenan-Liley curve as an option in cases where there is no access to foetal Doppler. Conclusion: There is an important variability in the level of knowledge among obstetricians and MFM specialists regarding the diagnosis, treatment and follow-up of pregnant women with isoimmunisation. Additional studies are required to characterize the variability in clinical practice regarding the diagnosis and treatment of maternal isoimmunisation in Colombia.
Descritores: Artéria Cerebral Média
Isoimunização Rh
Limites: Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: CO76


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Id: lil-727292
Autor: Rey, Patricia L; Quinteros, Analía; Avecilla, Augusto; Torres, Oscar W.
Título: Premio Dr. Antonio Pérez Prado - XIV Congreso Argentino de Medicina Transfusional. Isoinmunización por anti-K1: manejo clínico e inmunohematológico de 30 casos / Dr. Antonio Pérez prado Award - XIV Argentine Congress of Transfusion Medicine. Anti K1 isoimmunization: clinical and immunohematological management of 30 cases
Fonte: Rev. argent. transfus;39(4):269-274, 2013. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La principal causa de anemia fetal es la inmunización por anticuerpos (Acs.) anti-D. La inmunización por anti-K1 es poco frecuente aunque puede producir un cuadro de anemia fetal muy grave. Su incidencia relativa ha aumentado en los últimos años por el aumento de las transfusiones sanguíneas y por disminución de la inmunización anti-D. Presentamos el seguimiento obstétrico e inmunohematológico de 30 casos de gestantes sensibilizadas por anti-Kl. Objetivo: mostrar nuestra experiencia en el manejo clínico e inmunohematológico de gestantes con anti-Kl. Materiales y métodos: Estudio de 30 gestantes con anti-Kl, controladas entre 2005-2012, sobre un N = 48.550 embarazadas. Se estudiaron: compromiso fetal. necesidad de terapéutica intragestacional y posparto, semanas de gestación en el momento del diagnóstico, estado perinatal y complicaciones de las terapéuticas. Además, ABO-Rh, fenotipo materno Rh/Kell, detección e identificación de Acs, título, score, fenotipo Rh/K paterno, seguimiento con ultrasonido para detectar signos de anemia, y desde 2008 control del Pico Sistólico Máximo en arteria cerebral media (PSM-ACM). Resultados: Del total de madres estudiadas, 30 (0,06%) tenían anti-Kl (solo o con anti-D+C, anti-D o anti-Klpa).Títulos de anti-Kl: entre 8 y 8192. De esas solamente 9 (30%) con antecedentes transfusionales. Todos los fetos nacieron vivos. En la mayoría, la inmunización fue leve, sin repercusión en el feto, salvo cuando asociado con Anti-D (quien requirió 5 transfusiones intraútero -TIU- y gammaglobulina intravenosa -lgIV ­entre semana 14 y 32). Todos los recién nacidos (RN) tuvieron peso y apgar adecuados. Hubieron 2 nacimientos prematuros (36 y 34 sem), 1 por diabetes + hipertensión y el otro con Enfermedad Hemolítica Perinatal (EHP) por anti-D+C. Los PSM-ACM fueron adecuados para cada edad gestacional, y nunca superaron el 1,49 múltiplo de la mediana. excepto en 1 paciente con Anti-D...

Introduction: The main cause of fetal anemia is caused by anti-D antibodies (Abs). Anti-K1 immunization is infrequent but can lead to asevere episode of fetal anemia. Its relative incidence has increased in the last few years due to increasing blood transfusions and diminishing anti-D immunization. We hereby present 30 cases of pregnant women with anti-K1. Objective: To show our experience in handling pregnant women with anti-K1.Materials and methods: Retrospective study of 30 pregnant women with anti-K1, under surveillance in the period 2005-2012, N= 48,550 women. Study outcome measures: fetal condition, peripartum (intravenous glob­ulin [IVlg], intrauterine transfusion [IUT]) therapy. Other measures: gestational age at the moment of diagnostic, perinatal status (abortion, fetal death, regular delivery, C­section or need for induction) and therapy complications. Immunohematology tests: ABO-Rh, maternal Rh/Kell phenotype, Ab screening and identification, titer, score,paternal Rh/K phenotype. In all cases of a mother with anti-K1 and a K+ father, confirmed or suspected, a detailed ultrasound follow-up was carried out to detect signs of ane­mia and, from 2008 onwards, a control of middle cerebral artery peak systolic velocity (MCA-PSV). Immunization was rated as low when no antepartum treatment was necessary, and as severe when such treatment was needed. Results: Out of all the studied women, 30 (0,06%) presented anti-K1 (alone or accompanied by anti-D+C, anti-D or anti-K1 pa). Anti-K1 titers: 8 to 8192. Only 9 (30%) patients informed previous transfusional events. AII fetuses were born alive. ln most pregnancies immunization was low, without any effects on the fetus, except for a case related to Anti-D (requiring 5 IUT and Ivlg between weeks 14 and 32). AII newborns (NB) had adequate weight and apgar readings...
Descritores: Anemia/etiologia
Sistema do Grupo Sanguíneo de Kell
-Antígenos de Grupos Sanguíneos
Doenças Fetais
Isoimunização Rh
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-724833
Autor: Fuenzalida C., Javiera; Carvajal C., Jorge A.
Título: Manejo de la embarazada con isoinmunización por anticuerpos irregulares / Pregnant management by isoimmunized irregular antibodies
Fonte: Rev. chil. obstet. ginecol;79(4):315-322, 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: La isoinmunización eritrocitaria feto-materna se define como la presencia de anticuerpos maternos dirigidos contra antígenos presentes en los glóbulos rojos fetales. Los anticuerpos maternos pueden atravesar la barrera placentaria y provocar hemólisis de los glóbulos rojos fetales produciendo anemia hemolítica e hiperbilirrubinemia, características de la enfermedad hemolítica perinatal (EHP). La principal causa de EHP es la incompatibilidad ABO, seguida de la isoinmunización por RhD; esta última ha disminuido su incidencia dado el amplio uso de inmunoglobulina anti D. Sin embargo, el glóbulo rojo tiene más de 400 antígenos, muchos de ellos (>50) capaces de producir isoinmunización y EHP. En este artículo, revisamos la evidencia y proponemos un algoritmo de manejo y seguimiento de las embarazadas con isoinmunización por anticuerpos irregulares. En la isoinmunización por anticuerpos irregulares, los títulos de anticuerpos maternos no se correlacionan con la gravedad de la enfermedad. La anemia en la EHP por anticuerpos anti-Kell es secundaria a una supresión de la eritroblastosis fetal a diferencia del resto de los sistemas que producen anemia hemolítica. Recomendamos efectuar tamizaje de todas las pacientes en el control prenatal, solicitando grupo sanguíneo, Rh y test de Coombs indirecto. En las pacientes Rh (+) con test de Coombs indirecto positivo es necesario identificar los anticuerpos irregulares. En caso de tener isoinmunización por anticuerpos irregulares con riesgo de EHP, derivar a una unidad de alto riesgo obstétrico para realizar seguimiento de la aparición de anemia fetal midiendo de modo seriado el peak sistólico de la arteria cerebral media. Si se detecta anemia fetal, debemos planificar una cordocentesis para confirmar el diagnóstico y tratar la anemia.

The fetomaternal erythrocyte isoimmunization is defined as the presence of maternal antibodies directed against antigens present in fetal red blood cells. Maternal antibodies can cross the placenta and cause hemolysis of fetal red blood cells causing hyperbilirubinemia and hemolytic anemia, known as perinatal hemolytic disease (PHD). The main cause of PHD is ABO incompatibility, followed by RhD isoimmunization. The latter has decreased its incidence since the widespread use of anti-D immunoglobulin. However, the red cell has more than 400 antigens; many of them (>50) can lead to isoimmunization and PHD. In this article, we review the evidence and propose an algorithm for the management and monitoring of pregnant women with irregular antibodies isoimmunization. In the isoimmunization by irregular antibodies, maternal antibody titers do not correlate with the severity of the disease. Anemia in PHD by anti-Kell is secondary to suppression of fetal erythroblastosis unlike other systems that produce hemolytic anemia. We suggest the screening of all patients in the prenatal control with blood group, Rh and indirect Coombs test. In the Rh (+) patients with positive indirect Coombs test, irregular antibodies should be identified. In case of immunization by irregular antibodies in risk of PHD, the women should be referred to a high-risk obstetrics where the appearance of fetal anemia should be seek by measuring systolic peak of middle cerebral artery. If anemia is detected full confirmation of diagnosis and treatment should be effected by cordocentesis.
Descritores: Eritroblastose Fetal/diagnóstico
Eritroblastose Fetal/terapia
Isoimunização Rh/diagnóstico
Isoimunização Rh/terapia
-Índice de Gravidade de Doença
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-724698
Autor: Torres, Oscar W; Endara, Alicia B.
Título: Profilaxis de la enfermedad hemolítica perinatal por anti-D: consideraciones clínicas y recomendaciones / Prophylaxis of haemolytic disease of the newborn due to anti-D: clinical considerations and recommendations
Fonte: Rev. argent. transfus;39(1/2):23-30, 2013.
Idioma: es.
Descritores: Eritroblastose Fetal/prevenção & controle
Imunoglobulina rho(D)/administração & dosagem
Imunoglobulina rho(D)/uso terapêutico
-Imunoglobulinas/administração & dosagem
Isoimunização Rh/prevenção & controle
Fatores de Tempo
Limites: Feminino
Gravidez
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Id: lil-722445
Autor: Pérez Escalante, Lorena; González, Daniel.
Título: Enfermedad hemolítica por incompatibilidad de Rh: presentación de un caso / Hemolytic disease of Rh incompatibility: case report
Fonte: Rev. Fac. Med. Univ. Nac. Nordeste;32(2):16-17, jun.-dic. 2012.
Idioma: es.
Resumo: Se presenta el caso de un recién nacido de sexo femenino de 1 día de vida que cumple criterios de enfermedad hemolítica, de rápida evolución, causada por una forma de presentación poco común de incompatibilidad del sistema Rh, que debuta con ictericia cutáneo mucosa generalizada y mejora luego de la fototerapia y exanguinotransfusión.
Descritores: Argentina
Eritroblastose Fetal
Icterícia
Fototerapia
Isoimunização Rh
Limites: Seres Humanos
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR43.1 - Centro de Información y Documentación en Ciencias de la Salud del Nordeste Argentino


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Id: lil-722036
Autor: Stiefel, Otto M; Pereira, Julio C; Osácar, Ernesto M; Massa, Raúl G.
Título: Antecedentes históricos de nuestra Revista. La exanguinotransfusión en la enfermedad hemolítica del recién nacido / Historical background of our journal. Blood exchange in the hemolytic disease of the newborn
Fonte: Rev. argent. transfus;38(3):231-246, 2012.
Idioma: es.
Resumo: 1.Se relatan diez casos de enfermedad hemolítica del recién nacido: ocho por incompatibilidad RH; uno por isoinmunización anti-B; uno por causa aún desconocida. Todos tratados favorablemente por exanguinotransfusión, cuyas técnicas se detallan. 2. Se aconseja como técnica de elección, la transfusión gota a gota por punción venosa en dorso de mano y extracción por vena umbilical o arteriotomía radial. 3. Se recomienda la transfusión lenta y la sangría lenta (duración de la operación 3 a 5 horas) con el objeto de asegurarse mejor contra bruscos desniveles en la volemia. 4. Con el fin de limitar el aporte inicial de "conglutinina" y de disminuir la dosis total de citrato de sodio, se considera útil comenzar la transfusión con glóbulos privados del plasma y resuspendidos en soluciones isotónicas: se termina con sangre total. 5. La práctica de repetidos hematocritos en la sangre que se va extrayendo, resulta de suma utilidad para controlar la marcha de la operación. 6. Se fundamentan las ventajas que, sobre la operación cesárea, tiene la inducción médica del parto (preferentemente desde el octavo mes en adelante y valorando el peso del feto in útero) para el tratamiento de la madre isoinmunizada, supeditando la terapéutica del niño al examen de la sangre del cordón. 7. Se considera que la exanguinotransfusión es actualmente, en los casos graves, el tratamiento más completo de la enfermedad hemolítica del recién nacido.

1.Ten cases of hemolytic disease of the newborn infant are reported: eight with Rh incompatibility; one with anti-B isoimmunization and one case where unable to determine the cause. All were successfully treated by exchange transfusion. The technic is explained. 2. Drop by drop transfusion technic through one of the veins of the back of the hand, is advised. Extraction is perfomed through the umbilical vein or by radial arteriotomy. 3. Slow bleeding and transfusion are recommended (the whole procedure lasts form 3 to 5 hours) to avoid sudden changes in blood volume. 4. With the purpose of restricting the initial amount of "conglutinin" and to diminish te total dosis of sodium citrate it is advisable to start the transfusion with blood cells wothout plasma and resuspended in isotonic solutions; whole blood is used to finish the operation. 5. The habit of performing several hematocrits through the procedure results in great usefulness in controling the patient's condition. 6. The advantanges of medical induction versus cesarean operation are established (preferably from the eigth month onward and determining the weight of the fetus in utero) for the treatment of the isoimmunized mother, reducing the therapeutics of the child on examining the umbilical blood cord. 7. In serious cases of hemolytic disease of the newborn infant exchange transfusion is considered the best treatment.
Descritores: Eritroblastose Fetal/terapia
Transfusão de Sangue/métodos
-Incompatibilidade de Grupos Sanguíneos
Diagnóstico Pré-Natal
Isoimunização Rh
Resultado do Tratamento
Limites: Feminino
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Artigo Histórico
Relatos de Casos
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-702351
Autor: Sepúlvejda-Martínez, Alvaro; Figueroa P., Jorge; Rencoret P., Gustavo; Parra-Cordero, Mauro.
Título: Resultado neonatal e infantil de niños con y sin transfusión intrauterina por isoinmunización Rh durante el embarazo / Neonatal outcome of children with and without intrauterine transfusion for Rh isoimmunization during pregnancy
Fonte: Rev. chil. obstet. ginecol;78(6):447-450, 2013. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Comparar la morbilidad neonatal y a seis meses de vida de hijos de pacientes con isoinmunización Rh que recibieron al menos una transfusión intrauterina (TIU), con aquellos que no la requirieron. Método: Estudio de caso y control de pacientes con diagnóstico de isoinmunización Rh controladas en la Unidad de Medicina Fetal del Hospital Clínico Universidad de Chile. Se comparó el resultado perinatal y hasta 6 meses de vida de recién nacidos (RN) con TIU (9 casos) y sin TIU (14 casos) entre los años 2004 y 2009. Resultados: Aunque la sobrevida a los 6 meses de los fetos con TIU fue alrededor de un 80 por ciento, solo una muerte puede atribuirse a la severidad de su condición de base. Los RN con TIU nacieron a una menor edad gestacional que los que no requirieron este tratamiento (34,4 +/- 2,2 sem vs. 37,4 +/- 0,6 sem; p=0,003). Al evaluar el manejo neonatal inmediato se observa que el 60 por ciento de los RN isoinmunizados sin TIU requirieron ser hospitalizados y requirieron fototerapia, mientras que todos los RN con antecedente de TIU fueron hospitalizados, recibieron fototerapia y 30 por ciento requirió una exanguineo transfusión. A los 6 meses de vida, 75 por ciento y 20 por ciento de los RN isoinmunizados, con y sin TIU, fueron hospitalizados para una nueva transfusión de GR y/o fototerapia, respectivamente. Conclusión: La isoinmunización Rh es una patología de alto riesgo, pero la terapia intrauterina, en los casos con anemia moderada y severa, permite llegar a edades gestacionales que dan una adecuada sobrevida.

Objective: To compare neonatal and six months of life morbidity of babies affected by Rh isoimmunization during pregnancy that required at least one intrauterine blood transfusion, with babies that did not required that procedure. Methods: Case control study of patients with diagnosis of Rh isoimmunization under control in the Fetal Medicine Unit at the University of Chile Hospital. Perinatal and until 6 months of life outcomes of isoimmunized newborns (NB) with (9 cases) and without intrauterine transfusion (IUT) (14 cases) between years 2004 and 2009 were compared. Results: Although six months of life survival of IUT babies was about 80 percent only one death was related to the severity of isoimmunization. Isoimmunized babies with IUT were delivered at a lower gestational age than those without IUT (34.4 +/- 2.2 vs. 37.4 +/- 0.6 weeks; p=0.003). At the immediate neonatal period only 60 percent of isoimmunized babies without IUT required hospitalization and phototherapy, in contrast to IUT babies where all of them were hospitalized and required phototherapy, and 30 percent required exchange transfusion. Until six months of life, 75 percent and 20 percent of NB with and without IUT required another hospitalization for a new transfusion and/or phototherapy respectively. Conclusion: Rh isoimmunization is a high risk disease, but intrauterine therapy in cases with moderate and severe fetal anemia increases gestational age at delivery with good survival rates.
Descritores: Transfusão de Sangue Intrauterina
Isoimunização Rh/terapia
-Estudos de Casos e Controles
Resultado da Gravidez
Prognóstico
Análise de Sobrevida
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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