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Id: biblio-1052950
Autor: Fonseca, Fabiano de S; Cavalcante, José A. M; Almeida, Larissa da S. Café; Fialho, João Vitor Alves P.
Título: Análise do perfil sociodemográfico, motivos de adesão, rotina de treinamento e acompanhamento profissional de praticantes de corrida de rua / Analysis of sociodemographic profile, adhesion reasons and characteristics of training of street running practitioners
Fonte: Rev. bras. ciênc. mov;27(4):189-198, jul.-set. 2019. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A corrida de rua é considerada um fenômeno sociocultural contemporâneo em ampla expansão no Brasil e no mundo. No entanto, há uma carência de informações a respeito do perfil sociodemográfico dos praticantes de corridas de rua, assim como os seus motivos de adesão e rotina de treinamento. Essas informações são essenciais para a elaboração de estratégias de intervenção profissional voltadas para os praticantes de corrida de rua. O presente estudo teve como objetivo analisar o perfil sociodemográfico, os motivos de adesão, a rotina de treinamento e acompanhamento profissional de corredores de rua. Participaram da pesquisa 214 praticantes de corrida de rua, do sexo masculino e feminino, idade entre 18 e 58 anos (M = 36,4 ± 10,3), devidamente inscritos em provas que fazem parte do calendário oficial de corridas. Os praticantes responderam um questionário composto por 18 questões organizadas em 3 categorias: perfil ciodemográfico, motivos de adesão e rotina de treinamento/acompanhamento profissional. Os resultados evidenciaram que a maioria dos praticantes de corrida de rua são do sexo masculino (62,1%), com faixa etária predominante entre 20 e 40 anos, elevado nível de escolaridade e que buscam essa atividade especialmente por motivos de saúde (91,1%) e prazer (69,1%). Apesar de 43,9% dos praticantes não receberem acompanhamento profissional, 96,6% consideram importante ou muito importante a supervisão profissional durante a prática. Os achados indicam que, em geral, os adeptos da corrida de rua optam pela prática devido a busca pela melhora da qualidade de vida e a socialização, bem como a redução do estresse...(AU)

Running is considered a contemporary sociocultural phenomenon in a wide expansion in Brazil and in the world. However, there is a lack of information regarding the sociodemographic profile of street racing practitioners, as well as their reasons for joining this practice and the characteristics of training. This information is essential for the development of strategies for professional intervention aimed at street racing practitioners. The present study sought to analyze the sociodemographic profile, the reasons of adhesion and the characteristics of training of street racing practitioners. A total of 214 male and female street racing practitioners, aged between 18 and 58 years (M = 36.4 ± 10.3), duly enrolled in races that are part of the official racing calendar, participated in the study. The practitioners answered a questionnaire composed of 18 questions organized in 3 categories: sociodemographic profile, reasons of adhesion and training characteristics. The results showed that most of the street racing practitioners are male (62.1%), with a predominant age group between 20 and 40 years of age, a high level of schooling and who seek this activity especially for health reasons (91, 1%) and pleasure (69.1%). Although 43.9% of the practitioners did not receive professional support, 96.6% considered it important hat, in general, the street racing practitioners choose this practice because of the quest for improving quality of life and socialization as well as for reducing stress...(AU)
Descritores: Assistência Individualizada de Saúde
Educação Física e Treinamento
Corrida
Exercícios em Circuitos
Treino Aeróbico
-Qualidade de Vida
Relaxamento
Socialização
Estresse Psicológico
Prazer
Melhoria de Qualidade
Cooperação e Adesão ao Tratamento
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo de Validação
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Costa Rica
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Id: biblio-1091028
Autor: Rojas Valverde, Daniel; Ugalde Ramírez, Jose Alexis; Sánchez Ureña, Braulio; Gutiérrez Vargas, Randall.
Título: Influence of Altitude and Environmental Temperature on Muscle Functional and Mechanical Activation After 30' Time Trial Run / Influencia de la altitud y la temperatura ambiental en la activación muscular mecánica y funcional posterior a una carrera contrarreloj de 30' / Influência da altitude e da temperatura ambiental na ativação muscular mecânica e funcional depois de uma corrida de velocidade de 30'
Fonte: MHSalud;17(1):19-33, ene.-jun. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: The purpose of this study was to explore the influence of altitude and environmental temperature on muscle mechanical and functional activation after 30' Time Trial run (30' TT). Twenty physical active males (Age= 20.4 ±3.21 years, VO2max= 47.2 ±5.2 ml/kg/min) performed a 30' TT in three different conditions of altitude and temperature: Control Condition [CC] (1137 m.a.s.l. at 26 ±1.5°C), Heat-Low Condition [HLC] (3 m.a.s.l. at 30.5 ±0.6°C), and Cool-High Condition [CHC] (2369 m.a.s.l. at 14.2 ±0.6°C). Tensiomyography (TMG), Countermovement Jump (CMJ), and Delayed Onset Muscle Soreness (DOMS) were measured pre and post running. During the 30' TT, distance, speed, heart rate (HR), rate of perceived exertion (RPE), and thermal index (WBGT) were measured. Results show a significant decrease in body weight and a significant increase in DOMS and jump height in CMJ after running in each condition. TMG responses increased maximum radial muscle displacement (Dm) and decreased muscle contraction time (Tc) both rectus and biceps femoris muscles after running. During the 30' TT, the results did not show a significant difference in RPE, HR, distance, and speed among conditions. In conclusion, altitude and temperature seem not to significantly affect the mechanical and functional responses 30' TT, despite the tendency of HLC to decrease both activation and performance.

Resumen: El objetivo de este estudio fue determinar si la altitud y la temperatura ambiental influyen en la activación funcional y mecánica, en el nivel muscular, después de 30' de carrera contrarreloj. Veinte hombres físicamente activos (edad = 20,4 ± 3,21 años, VO2máx = 47,2 ± 5,2 ml/kg/min) realizaron 30' de carrera contrarreloj (30'TT) en tres diferentes condiciones de altitud y temperatura: condición control [CC] (1137 msnm, 26 ± 1.5 °C), condición caja y calor [HLC] (3 msnm, 30.5 ± 0.6 °C) y condición de altura y frío [CHC] (2369 msnm, 14.2 ± 0.6 °C). Tensiomiografía (TMG), salto contramovimiento (CMJ) y dolor muscular de aparición tardía (DOMS) se midieron antes y después de la carrera. Durante los 30'TT, se calcularon la distancia, la velocidad, la frecuencia cardíaca (FC), el esfuerzo percibido (RPE) y el índice de estrés térmico (WBGT). Los principales resultados muestran una disminución significativa en el peso corporal y un aumento significativo tanto en el DOMS como en la altura de salto en CMJ, después de correr en cada condición. Las respuestas de TMG aumentaron el desplazamiento muscular radial máximo (Dm) y el tiempo de contracción muscular (Tc), en el recto femoral y en el bíceps femoral, luego de correr. Durante el 30'TT, los resultados no mostraron una diferencia significativa en el RPE, la FC, distancia y velocidad entre las condiciones. En conclusión, la altitud y la temperatura parecen no afectar significativamente las respuestas mecánicas y funcionales después de 30' de carrera contrarreloj, a pesar de la tendencia de la condición HLC de disminuir la activación y el desempeño de la prueba.

Resumo: O objetivo deste estudo foi determinar se a temperatura ambiente e a altitude influenciam a ativação funcional e mecânica a nível muscular após 30' de corrida de velocidade. Vinte homens fisicamente ativos (idade = 20,4 ± 3,21 anos, VO2máx = 47,2 ± 5,2 ml / kg / min) realizaram 30' de corrida de velocidade (30´TT) em três condições diferentes de altitude e temperatura: Condição de controle [CC] (1137 msnm, 26 ± 1,5 ° C, Condição do corpo e calor [HLC] (3 msnm, 30,5 ± 0,6 ° C) e condição de altura e frio [CHC] (2369 msnm, 14,2 ± 0,6). Os valores de Tensiomiografia (TMG), salto de contra movimento (CMJ) e dor muscular de início tardio (DOMS) foram medidos antes e depois da corrida. Durante 30' TT, a distância, a velocidade e a frequência foram medidas, como também a frequência cardíaca (FC), o esforço percebido (RPE) e o índice de cansaço térmico (WBGT). Os principais resultados mostram uma diminuição significativa no peso corporal e um aumento significativo no DOMS e na altura do salto na CMJ, após a corrida em cada condição. As respostas da TMG aumentaram o deslocamento muscular radial máximo (Dm) e o tempo do músculo contraído (Tc) no reto femoral e bíceps femoral, após a corrida. Durante o 30'TT, os resultados não mostraram diferença significativa na RPE, na FC, na distância e na velocidade entre as condições. Em conclusão, altitude e temperatura parecem não afetar significativamente as respostas mecânicas e funcionais após 30 minutos de corrida de velocidade, apesar da tendência da condição HLC de diminuir a ativação e o desempenho do teste.
Descritores: Corrida
Temperatura
Altitude
Músculos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


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Id: biblio-1079397
Autor: Dioguardi, Giuseppe Sebastiano.
Título: Avaliação dos efeitos da corrida de maratona nos marcadores de estresse oxidativo, inflamatórios e miocárdicos / Evaluation of the effects of marathon running on markers of oxidative stress, inflammatory and myocardial.
Fonte: São Paulo; s.n; 2011. 101 p. tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia entidade associada à Universidade de São Paulo para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Fundamentos: Os efeitos benéficos do execício físico regular, moderado, estão bem estabelecidos. De outra parte, os efeitos do exercício intenso, prolongado e exaustivo são controversos. Alguns efeitos indesejáveis podem ser o estresse oxidativo, a oxidação da LDL nativa e a resposta inflamatória da fase aguda...
Descritores: Aterosclerose
Corrida
Estresse Oxidativo
Exercício Físico
Tolerância ao Exercício
Responsável: BR79.1 - CIC - Centro de Informação Cardiovascular Mendonça de Barros
BR79.1; T WG550, D591a, 2011


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Id: biblio-1009554
Autor: Silva, Cinthia Lopes da; Rigoni, Ana Carolina Capellini; Silva, Luciene Ferreira da Silva; Teixeira, Marcelo de Farias.
Título: O ritual no âmbito do lazer de uma prova de meia maratona / The leisure ritual of a half marathon event
Fonte: Licere (Online);22(2):237-267, junho.2019.
Idioma: pt.
Resumo: Neste estudo o problema investigado diz respeito às corridas de rua, em que os rituais demonstram a riqueza das formas de modus operandi dos vários participantes e grupos, que com objetivos distintos participam de provas de rua como, por exemplo, a meia maratona. Os objetivos foram identificar e analisar os significados e aspectos ritualísticos produzidos pelos corredores durante a participação em uma prova de meia maratona. A corrida de rua tem sido uma das atividades do contexto do lazer de pessoas de diferentes faixas etárias, condição de vida e de gênero. Para alguns, o lazer é um elemento da cultura não levado muito a sério diante de atividades que envolvem as obrigações sociais como o trabalho. No entanto, a partir do lazer podemos identificar particularidades de um grupo ou sociedade. A natureza da pesquisa é qualitativa. Foi realizada revisão de literatura, debate dos textos selecionados entre os investigadores e pesquisa de campo. Uma das pesquisadoras correu a prova de meia maratona e utilizou a técnica de observação participante. A partir das observações realizadas e analisadas identificou-se valores e aspectos constituintes das ações dos corredores: a competição, a honra em defesa da masculinidade e a interação social. Também foi possível observar que na corrida há grupos com interesses diversos e que o componente lúdico estava presente nas manifestações dos corredores observados, talvez pelo fator da corrida nesse caso ser uma ação realizada não como forma de obrigação.

In this study, the problem investigated refers to the street races, in which the rituals demonstrate the richness of the modus operandi of the various participants and groups, for different reasons, participating in street events such as the half marathon. The objectives of this work were to identify and analyse the meanings and ritualistic aspects produced by the runners during the participation in a half marathon event. Street racing has been one of the activities of the leisure context for people of different age groups, living conditions and gender. For some, leisure is an element of culture not taken very seriously in the face of activities involving social obligations, such as work. However, based on leisure studies, we can identify particularities of a group or society. The nature of this research is qualitative. Literature review, discussion of selected texts among researchers and field research were carried out. One of the researchers ran the half marathon race and used the participant observation technique. From the observations made and analysed, values and constituent aspects of runners actions were identified: competition, honour in defence of masculinity and social interaction. It was also possible to observe that in the race there are groups with different interests and that the play component was present in the manifestations of the observed runners, perhaps because the race in this case is an action performed not as a form of obligation.
Descritores: Corrida
Características Culturais
Grupos Populacionais/psicologia
Relações Interpessoais
Atividades de Lazer
Limites: Humanos
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1013287
Autor: Menezes Júnior, Francisco José de; Jesus, Íncare Correa de; Leite, Neiva.
Título: Predictive equations of maximum oxygen consumption by shuttle run test in children and adolescents: a systematic review / Equações preditivas do consumo máximo de oxigênio por meio do teste shuttle run em crianças e adolescentes: uma revisão sistemática
Fonte: Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online);37(2):241-251, Apr.-June 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To systematically review the literature as for the level of evidence of predictive equations of VO2peak through the 20-meter shuttle run test (20m-SRT) in children and adolescents. Data sources: Searches were conducted independently by two researchers, according to the procedures adopted by PRISMA, in the electronic databases MEDLINE via PubMed, ScienceDirect, Web of Science, LILACS and SciELO, for articles published until September 2017 in English and Portuguese. The inclusion criteria were: original studies, abstract available, using predictive equations of VO2peak through 20m-SRT, conducted with adolescents and/or children, non-athletes, and mentioning correlation analysis between predicted and measured VO2peak. The level of evidence of equations was based on the risk of bias of the studies using the following criteria: sample number, sample characteristics, and statistical analysis. Data synthesis: Eighteen studies were selected, in which fifteen equations were found and analyzed. The studies had been conducted with samples composed of subjects of both sexes, aged 8 to 19 years. Equations of Léger and Matsuzaka had their level of evidence classified as high, and estimation ranged between r=0.54-0.90 and r=0.65-0.90. Equations by Ruiz, Barnett and Matsuzaka had their level of evidence classified as moderate, and estimation ranged between r=0.75-0.96, r=0.66-0.84 and r=0.66-0.89, respectively. Conclusions: Matsuzaka's equation presented satisfactory parameters for estimates of VO2peak in children and adolescents. Although not explored in equations, body adiposity and pubertal stage are significantly associated with cardiorespiratory fitness in children and adolescents.

RESUMO Objetivo: Revisar sistematicamente na literatura o nível de evidência das equações preditivas do pico de consumo de oxigênio (VO2pico) por meio do teste de shuttle run de 20 metros (SR-20m) em crianças e adolescentes. Fonte de dados: As buscas foram conduzidas nas bases de dados eletrônicas Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) via PubMed, ScienceDirect, Web of Science, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO), de agosto a setembro de 2017, nos idiomas inglês e português. Os critérios de inclusão utilizados foram: estudos originais, com resumo disponível, com equações para predição do VO2pico por meio do SR-20m, adolescentes e/ou crianças, não atletas e com análise correlacional do VO2pico predito e mensurado. O nível de evidência das equações foi caracterizado com base no risco de viés dos estudos, no qual se adotou os seguintes critérios: número da amostra, características da amostra e análise estatística. Síntese dos dados: Dezoito estudos foram selecionados, nos quais 12 equações foram encontradas e analisadas. Os estudos foram conduzidos com amostras de ambos os sexos com idades de oito a 19 anos. As equações de Léger e Matsuzaka foram classificadas com forte nível de evidência, com variação de amplitude de estimativa entre r=0,54-0,90 e r=0,65-0,90. Enquanto as equações Ruiz, Barnett e Matsuzaka foram consideradas de evidência moderada, com variação de amplitude de estimativa entre r=0,75-0,96, r=0,66-0,84 e r=0,66-0,89, respectivamente. Conclusões: A equação de Matsuzaka apresentou parâmetros satisfatórios para estimar o VO2pico em crianças e adolescentes. Embora não explorados em equações, a adiposidade corporal e o estágio puberal demonstram associações relevantes com a aptidão cardiorrespiratória em crianças e adolescentes.
Descritores: Consumo de Oxigênio
Corrida/fisiologia
Aptidão Cardiorrespiratória/fisiologia
-Distribuições Estatísticas
Reprodutibilidade dos Testes
Teste de Esforço/métodos
Teste de Esforço/estatística & dados numéricos
Limites: Humanos
Criança
Adolescente
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-778385
Autor: Ribeiro, Ana P; Sacco, Isabel C. N; Dinato, Roberto C; João, Silvia M. A.
Título: Relationships between static foot alignment and dynamic plantar loads in runners with acute and chronic stages of plantar fasciitis: a cross-sectional study
Fonte: Braz. j. phys. ther. (Impr.) = Rev. bras. fisioter;20(1):87-95, Jan.-Feb. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; . Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Resumo: BACKGROUND: The risk factors for the development of plantar fasciitis (PF) have been associated with the medial longitudinal arch (MLA), rearfoot alignment and calcaneal overload. However, the relationships between the biomechanical variables have yet to be determined. OBJECTIVE: The goal of this study was to investigate the relationships between the MLA, rearfoot alignment, and dynamic plantar loads in runners with unilateral PF in acute and chronic phases. METHOD: Cross-sectional study which thirty-five runners with unilateral PF were evaluated: 20 in the acute phase (with pain) and 15 with previous chronic PF (without pain). The MLA index and rearfoot alignment were calculated using digital images. The contact area, maximum force, peak pressure, and force-time integral over three plantar areas were acquired with Pedar X insoles while running at 12 km/h, and the loading rates were calculated from the vertical forces. RESULTS: The multiple regression analyses indicated that both the force-time integral (R2=0.15 for acute phase PF; R2=0.17 for chronic PF) and maximum force (R2=0.35 for chronic PF) over the forefoot were predicted by an elevated MLA index. The rearfoot valgus alignment predicted the maximum force over the rearfoot in both PF groups: acute (R2=0.18) and chronic (R2=0.45). The rearfoot valgus alignment also predicted higher loading rates in the PF groups: acute (R2=0.19) and chronic (R2=0.40). CONCLUSION: The MLA index and the rearfoot alignment were good predictors of plantar loads over the forefoot and rearfoot areas in runners with PF. However, rearfoot valgus was demonstrated to be an important clinical measure, since it was able to predict the maximum force and both loading rates over the rearfoot.
Descritores: Corrida/fisiologia
Fasciíte Plantar/fisiopatologia
/fisiologia
-Pressão
Estudos Transversais/normas
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-764123
Autor: Williams III, D. S. Blaise; Welch, Lee M.
Título: Male and female runners demonstrate different sagittal plane mechanics as a function of static hamstring flexibility
Fonte: Braz. j. phys. ther. (Impr.) = Rev. bras. fisioter;19(5):421-428, Sept.-Oct. 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACTBackground:Injuries to runners are common. However, there are many potential contributing factors to injury. While lack of flexibility alone is commonly related to injury, there are clear differences in hamstring flexibility between males and females.Objective: To compare the effect of static hamstring length on sagittal plane mechanics between male and female runners.Method: Forty subjects (30.0±6.4 years) participated and were placed in one of 4 groups: flexible males (n=10), inflexible males (n=10), flexible females (n=10), and inflexible females (n=10). All subjects were free of injury at the time of data collection. Three-dimensional kinematics and kinetics were collected while subjects ran over ground across 2 force platforms. Sagittal plane joint angles and moments were calculated at the knee and hip and compared with a 2-way (sex X flexibility) ANOVA (α=0.05).Results: Males exhibited greater peak knee extension moment than females (M=2.80±0.47, F=2.48±0.52 Nm/kg*m, p=0.05) and inflexible runners exhibited greater peak knee extension moment than flexible runners (In=2.83±0.56, Fl=2.44±0.51 Nm/kg*m, p=0.01). For hip flexion at initial contact, a significant interaction existed (p<0.05). Flexible females (36.7±7.4º) exhibited more hip flexion than inflexible females (27.9±4.6º, p<0.01) and flexible males (30.1±9.5º, p<0.05). No differences existed for knee angle at initial contact, peak knee angle, peak hip angle, or peak hip moment.Conclusion: Hamstring flexibility results in different mechanical profiles in males and females. Flexibility in the hamstrings may result in decreased moments via active or passive tension. These differences may have implications for performance and injury in flexible female runners.
Descritores: Corrida
Amplitude de Movimento Articular/fisiologia
Músculos Isquiossurais/fisiologia
Articulação do Joelho/fisiopatologia
-Corrida/fisiologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1003636
Autor: Fernández, J. Rodrigo; Ocaranza, María Paz; Herrera, Sebastián; Vega, Julián; Salinas, Manuel; Contreras-Briceño, Felipe; Llevaneras, Silvana; Jalil, Jorge E; Yañez, Fernando; Godoy, Paz; Córdova, Samuel; Chiong, Mario; Muñoz, Mario; Lavandero, Sergio; Castro, Pablo; Gabrielli, Luigi.
Título: Biomarcadores de fibrosis y función ventricular derecha en maratonistas con distinto grado de entrenamiento: estudio en la maratón de Santiago / Fibrosis and right ventricular function biomarkers in marathon runners: a study at the Santiago, Chile marathon
Fonte: Rev. chil. cardiol;38(1):37-45, abr. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Projeto: Fondecyt; . Fondap.
Resumo: Resumen: Introducción: Atletas altamente entrenados muestran cambios cardíacos estructurales como adaptación a la sobrecarga, producto del ejercicio repetitivo y extenuante. Se han evidenciado elevación de biomarcadores de remodelado y fibrosis miocárdica posterior al ejercicio intenso en atletas. Sin embargo, el comportamiento de estos biomarcadores según el nivel de entrenamiento previo no se ha evaluado. Objetivo: Investigar biomarcadores de fibrosis y función ventricular derecha en maratonistas con distinto nivel de entrenamiento previo. Métodos: Se incluyeron 36 maratonistas hombres, sanos, que completaron 42 km en la maratón de Santiago. Se dividieron según entrenamiento previo en dos grupos, Grupo 1 (G1): ≥100 km/semana y Grupo 2 (G2): <100 km/semana. Se realizó ecocardiografía transtorácica y se evaluaron niveles plasmáticos de galectina-3 y del propéptido amino terminal del procolágeno tipo III (PIIINP) en la semana previa a la carrera e inmediatamente posterior a ésta. Resultados: Posterior a la maratón, la función sistólica del ventrículo derecho disminuyó en el grupo G2 junto con un aumento significativo de los niveles plasmáticos de PIIIPNP (61±16 a 94±24 ng/mL, p=0,01). Estos cambios no se observaron en el grupo G1 (65 ± 11 a 90±29 ng/mL, p=0,10). Los niveles plasmáticos de galectina-3 aumentaron significativamente en ambos grupos posterior al ejercicio (6,8±2,2 a 19,7±4,9 ng/mL, p 0,012 y 6,0±1,1 a 19,4 ± 5,9 ng/mL, p 0,01) en los grupos G1 y G2, respectivamente). Conclusiones: Atletas con menor grado de entrenamiento, presentan posterior a una maratón un significativo aumento de productos de degradación del colágeno (PIIIPNP) asociado a disminución de la función del ventrículo derecho. Los niveles de galectina-3 plasmática aumentan significativamente en ambos grupos post-esfuerzo independiente del entrenamiento previo.

Abstracts: Introduction: Highly trained athletes show structural cardiac changes as adaptation to overload. Rise in remodeling biomarkers and myocardial fibrosis after intense exercise in athletes has been evidenced; however, the behavior of these biomarkers according to pre-competition training level has not been evaluated. Objective: To evaluate fibrosis biomarkers levels and right ventricle function in marathon runners according to their previous training level, in the period prior to a marathon race and immediately after it. Methods: Thirty-six healthy male marathon runners were included. Subjects were grouped according to their previous training level: Group 1 (G1): ≥100 km/week and Group 2 (G2): <100 km/week. Transthoracic echocardiography along with plasmatic levels of galectin-3 and amino terminal propeptide of type III procollagen (PIIINP) were measured one week previous and immediately after the marathon. Results: Post-effort right ventricle systolic function decreased in G2, together with a significant elevation of PIIIPNP (61±16 to 94±24 ng/mL, p=0.01). These changes were not observed in G1 (from 65±11 to 90±29 ng/mL, p=0.10). Plasma galectin-3 increased significantly in both groups immediately post-exercise (6.8±2.2 to 19.7±4.9 ng/mL, p=0.012, and 6.0±1.1 to 19.4±5.9 ng/mL, p=0.01, in G1 and G2. respectively). Conclusion: Less trained athletes evidenced higher post marathon levels of PIIIPNP which is associated with a decreased global right ventricle function. Plasma galectin-3 levels increased significantly after intense exertion regardless of the intensity of previous training.
Descritores: Corrida/fisiologia
Fibrose/sangue
Biomarcadores/sangue
Função Ventricular Direita
Traumatismos Cardíacos/sangue
-Fragmentos de Peptídeos/sangue
Fibrose/fisiopatologia
Exercício Físico/fisiologia
Método Simples-Cego
Chile
Estudos Prospectivos
Estudos Longitudinais
Função Ventricular Esquerda
Pró-Colágeno/sangue
Galectina 3/sangue
Atletas
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: CL126.2 - Biblioteca Médica Dr. Profesor Hernán Alessandri R.


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Texto completo SciELO Brasil
Prado, Luciano Sales
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Id: biblio-977835
Autor: Penna, Eduardo Macedo; Filho, Edson; Campos, Bruno Teobaldo; Pires, Daniel Alvarez; Nakamura, Fabio Yuzo; Mendes, Thiago Teixeira; Lopes, Thiago Ribeiro; Smith, Mitchell; Prado, Luciano Sales.
Título: Mental fatigue does not affect heart rate recovery but impairs performance in handball players / Fadiga mental não altera a recuperação da frequência cardíaca, mas afeta o desempenho de jogadores de handebol / Fatiga mental no varía la reparación de frecuencia cardiaca y muda el rendimiento en balonmano
Fonte: Rev. bras. med. esporte;24(5):347-351, Sept.-Oct. 2018. graf.
Idioma: en.
Resumo: INTRODUCTION: This study involved an analysis of the impact of mental fatigue on heart rate recovery (HRR), subjective measures of fatigue and intermittent running performance in handball players. OBJECTIVE: This study was aimed at (1) examining the effects of an induced state of mental fatigue on the aerobic performance of handball players, as measured by the Yo-Yo IR1 test, and (2) exploring possible changes in heart rate regulation through HRR analysis. METHODS: Twelve handball players (age: 17.50 ± 3.63 years; 5 ± 2.2 years of practice) undertook a Yo-Yo IR1 test on two occasions, separated by an interval of at least 72 hours. The Yo-Yo IR1 test was preceded by a 30-min treatment, consisting of the Stroop Color-Word Test, to induce mental fatigue. Participants in the control condition watched an emotionally neutral video. RESULTS: Higher ratings of mental fatigue and mental effort following the Stroop Test were observed for the experimental group. No differences in motivation were observed between conditions. Moreover, the induction of mental fatigue impaired running performance and led to a higher RPE during the Yo-Yo IR1 test. Notwithstanding, no changes in HRR or blood lactate levels were observed across conditions. CONCLUSION: Altogether, these results suggest that mental fatigue impairs intermittent running performance, without affecting HRR values. Level of Evidence III; Case-Control study.

INTRODUÇÃO: Este estudo envolveu uma análise do impacto da fadiga mental sobre a recuperação da frequência cardíaca (RFC), medidas subjetivas de fadiga e desempenho de corrida intermitente em jogadores de handebol. OBJETIVO: Este estudo visou (1) examinar os efeitos de um estado induzido de fadiga mental no desempenho aeróbico de jogadores de handebol, medido pelo teste Yo-Yo IR1 e (2) explorar possíveis alterações na regulação da frequência cardíaca através da análise da RFC. MÉTODOS: Doze jogadores de handebol (idade: 17,50 ± 3,63 anos, 5 ± 2,2 anos de prática) realizaram um teste Yo-Yo IR1 em duas ocasiões, com pelo menos 72 horas de intervalo. O teste Yo-Yo IR1 foi precedido por tratamento de 30 minutos que consistiu no teste Stroop Color-Word para induzir estado de fadiga mental. Os participantes na condição de controle assistiram a um vídeo emocionalmente neutro. RESULTADOS: Foram observadas taxas mais elevadas de fadiga mental e esforço mental após o teste Stroop para o grupo experimental. Não foram observadas diferenças na motivação entre as condições. Além disso, a indução de fadiga mental prejudicou o desempenho de corrida e levou a maior PSE durante o teste Yo-Yo IR1. Não obstante, não foram observadas alterações na RFC nem nas concentrações de lactato sanguíneo entre as condições. CONCLUSÃO: Em conjunto, esses resultados sugerem que a fadiga mental afeta o desempenho de corrida intermitente, sem alterar os valores de RFC. Nível de Evidência III; Estudo de caso-controle.

INTRODUCCIÓN: En el presente estudio se analizó el impacto de la fatiga mental en la recuperación de la frecuencia cardíaca (RFC), las medidas subjetivas de fatiga y el rendimiento intermitente en atletas de handball. OBJETIVO: los objetivos de este estudio fueron (1) examinar los efectos de un estado inducido de fatiga mental en el rendimiento aeróbico de atletas de handball, medida por el Yo-Yo IR1, y (2) explorar las posibles alteraciones en la regulación de la frecuencia cardíaca a través del análisis RFC. MÉTODOS: Doce atletas (edad: 17,50 ± 3,63 años, 5 ± 2,2 años de práctica) realizaron un test Yo-Yo IR1 en dos ocasiones, separados por un intervalo de al menos 72 horas. El test Yo-Yo IR1 fue precedido por un tratamiento de 30 minutos, consistente en el Stroop Color-Word Test, para inducir un estado de fatiga mental. Los participantes en la condición de control asistieron un video emocionalmente neutro. RESULTADOS: Se observaron altas percepciones de fatiga y esfuerzo mental después del test de Stroop para el grupo experimental. No se observaron diferencias de motivación entre las condiciones. Además, la inducción de fatiga mental perjudicó el desempeño de carrera y llevó a un mayor PSE durante el test Yo-Yo IR1. No obstante, no se observaron alteraciones en la RFC y en las concentraciones de lactato sanguíneo entre las condiciones. CONCLUSIÓN: En conjunto, estos resultados sugieren que la fatiga mental afecta el rendimiento intermitente de la carrera, sin alterar los valores de FCR. Nivel de Evidencia III; Estudio de caso-control.
Descritores: Esportes
Desempenho Atlético
Fadiga Mental/complicações
Atletas/psicologia
-Corrida
Reprodutibilidade dos Testes
Tolerância ao Exercício
Teste de Esforço/métodos
Frequência Cardíaca/fisiologia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto Jovem
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-749841
Autor: Carmo, Everton Crivoi do; Gil, Saulo; Bueno, Salomão; Pasque, Leonardo Alves; Lima-Silva, Adriano Eduardo; Bertuzzi, Rômulo; Tricoli, Valmor.
Título: Risco de fadiga prematura, percepção subjetiva de esforço e estratégia de prova durante uma corrida de 10 km / Hazard score, rating of perceived exertion and pacing strategy during a 10 km running
Fonte: Rev. bras. educ. fís. esp;29(2):197-205, Apr-Jun/2015. tab, Ilus.
Idioma: pt.
Projeto: FAPESP; . CNPq; . CNPq.
Resumo: O objetivo do estudo foi verificar as modificações na estratégia de prova frente às alterações do risco de fadiga prematura e da percepção subjetiva de esforço (PSE) em corredores durante uma corrida de 10 km. Participaram do estudo 55 corredores com tempo nos 10 km de 41:39 ± 3:52 min:s. A estratégia de prova e a PSE foram avaliadas a cada quilômetro. O risco de fadiga prematura foi determinado pelo produto entre a PSE e a distância restante de prova e a estratégia de prova foi determinada pela curva da velocidade e distância. A ANOVA de um caminho para medidas repetidas foi utilizada para determinar as diferenças na velocidade, PSE e risco de fadiga a cada quilômetro e entre a velocidade a cada quilômetro e a velocidade média da prova. O coeficiente de correlação de Pearson foi calculado entre a PSE e o risco de fadiga prematura com a velocidade. A velocidade do primeiro quilômetro foi 8,1% maior do que a média (p ≤ 0,001). A velocidade diminuiu gradualmente ao longo da prova, ocorrendo um novo aumento no décimo quilômetro. A PSE aumentou linearmente ao longo da prova e o risco de fadiga diminuiu significantemente após o terceiro quilômetro. Houve forte correlação negativa entre a PSE e a velocidade desenvolvida durante a prova (r = -0,80; p = 0,006). Foi observada uma correlação moderada negativa entre o risco de fadiga prematura e a velocidade (r = -0,57; p = 0,04). Com isso, os achados do presente estudo sugerem que a PSE parece ter importante papel sobre os ajustes da velocidade ao longo da prova, sendo que o aumento da velocidade observado no último quilômetro pode estar associado ao baixo risco de fadiga prematura

The aim of the study was to verify the modifications on pacing strategy induced by the hazard score of premature fatigue and rated perceived exertion (RPE) in amateur runners during a simulated 10-km running. Fifty five amateur runners with the 10-km run time of 41:39 ± 3:52 min:s participated in the study. The pacing strategy and the RPE were analyzed each kilometer. The hazard score of premature fatigue was expressed as the product of RPE by the remaining distance of the running. An ANOVA one-way for repeated measures was applied to determine possible statistical differences in speed, RPE and hazard score at each kilometer or the running speed differences at each kilometer and the average running speed. Pearson's product moment correlations were calculated between RPE and hazard of premature fatigue and running speed. The speed in the first kilometer was 8.1% higher than the average speed (p ≤ 0.001). There was a progressive decrease in speed during the running with an increment near the last kilometer. The RPE increased linearly until the end of the running and the hazard score of premature fatigue significantly decreased after the third kilometer. During the running there was a strong negative correlation between speed and RPE (r = -0.80; p = 0.006). It was also observed a moderate negative correlation between speed and hazard score of premature fatigue (r = -0.57; p = 0.04). Thus, our results suggested the important role of RPE on speed adjustment during a 10-km running and the increase of running speed near the end of the race seems to be associated to the lower score of hazard of premature fatigue
Descritores: Corrida
Tolerância ao Exercício
Desempenho Atlético
Fadiga
Limites: Humanos
Masculino
Responsável: BR13.2 - Biblioteca Central de Gragoatá



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