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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1040144
Autor: Saldías, Eduardo; Malgosa, Assumpció; Jordana, Xavier; Isidro, Albert.
Título: Morphological and biomechanical implications of cuboid facet of the navicular bone in the gait / Implicaciones morfológicas y biomecánicas de la faceta cuboídea del navicular en la marcha
Fonte: Int. j. morphol;37(4):1397-1403, Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CONICYT.
Resumo: The cuboid facet of the navicular bone is an irregular flat surface, present in non-human primates and some human ancestors. In modern humans, it is not always present and it is described as an "occasional finding". To date, there is not enough data about its incidence in ancient and contemporary populations, nor a biomechanical explanation about its presence or absence. The aim of the study was to evaluate the presence of the cuboid facet in ancient and recent populations, its relationship with the dimensions of the midtarsal bones and its role in the biomechanics of the gait. 354 pairs of naviculars and other tarsal bones from historical and contemporary populations from Catalonia, Spain, have been studied. We used nine measurements applied to the talus, navicular, and cuboid to check its relationship with facet presence. To analyze biomechanical parameters of the facet, X-ray cinematography was used in living patients. The results showed that about 50 % of individuals developed this surface without differences about sex or series. We also observed larger sagittal lengths of the talar facet (LSAGTAL) in navicular bones with cuboid facet. No significant differences were found in the bones contact during any of the phases of the gait. After revising its presence in hominins and non-human primates, and its implication in the bipedalism and modern gait, we suggest that cuboid facet might be related with the size of talar facet and the position of the talonavicular joint. However, other factors such as geographical conditions, genetics and stressful activities probably affect its presence too.

La faceta cuboídea del hueso navicular es una carilla plana e irregular, presente en primates no humanos y en algunos de nuestros ancestros. En humanos modernos, no siempre está presente y es descrita como "un hallazgo ocasional" por la bibliografía. Hasta la fecha, no hay suficientes datos acerca de su incidencia en poblaciones antiguas y contemporáneas, ni una explicación biomecánica sobre su presencia o ausencia. El objetivo de nuestro estudio fue evaluar la frecuencia de la faceta cuboídea en poblaciones recientes y antiguas, su relación con las dimensiones de los huesos tarsales y su rol en la biomecánica de la marcha. Fueron estudiados 354 pares de naviculares y otros huesos del tarso provenientes de colecciones osteológicas de Cataluña, España. Aplicamos nueve medidas aplicadas al talus, navicular y cuboides para corroborar su relación con la presencia de la faceta. Para analizar sus parámetros biomecánicos, se empleó X-ray cinematography en pacientes hospitalarios. Los resultados mostraron que alrededor de un 50 % de los individuos desarrollaron esta carilla, sin diferencias entre sexos o series. Además, observamos que la longitud sagital de la faceta talar (LSAGTAL) es mayor en aquellas muestras con faceta cuboídea. No hay diferencias significativas en el contacto de los huesos en ninguna de las fases de la marcha. Después de revisar su presencia en primates no humanos, su implicancia en el bipedismo y en la marcha moderna, sugerimos que la faceta cuboídea podría estar relacionada con el tamaño de la faceta talar y la posición de la articulación talo-navicular. Sin embargo, otros factores como las condiciones geográficas, genética y stress ocupacional también podrían afectar su presencia.
Descritores: Ossos do Tarso/anatomia & histologia
Ossos do Tarso/fisiologia
Marcha/fisiologia
-População
Fenômenos Biomecânicos
Supinação
Evolução Biológica
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-143696
Autor: Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos.
Título: Efeitos das posiçöes corporais sobre os gases do sangue arterial em portadores de disfunçäo pulmonar: estudo em pacientes no pós-operatório de cirurgia cardíaca / Effects of corporal position on the arterial blood gases to carier of pulmonary disfunction.
Fonte: Säo Paulo; s.n; 1988. 76 p. tab.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de Säo Paulo. Escola de Enfermagem para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Este estudo teve por objetivo analisar o efeito das posiçöes sentada, supina e laterais sobre a pressäo parcial de oxigênio (PaO2) e de gás carbônico (PaCO2), em pacientes adultos, de ambos os sexos, com alguma disfunçäo pulmonar, no período pós-operatório recente de cirurgia cardíaca. A pesquisa foi desenvolvida na Unidade de Recuperaçäo de Cirurgia Cardíaca do Instituto do Coraçäo da Faculdade de Medicina da Universidade de Säo Paulo. Foram analisados dois grupos de pacientes, sendo 21 do Grupo I, com disfunçäo pulmonar unilateral e 22 do Grupo II, com disfunçäo pulmonar bilateral. O diagnóstico da disfunçäo pulmonar foi feito por um médico da unidade, através da avaliaçäo da radiografia de tórax realizada no dia. Os gases do sangue arterial foram mensurados loga após os pacientes permanecerem 15 minutos em cada uma das posiçöes pré-determinadas, ou seja, supina, sentada, lateral direita e esquerda. Pelo Teste de Friedman e Teste de Comparaçöes Múltiplas, dois a dois, com coeficiente de segurança de 95 por cento, conclui-se que no grupo com disfunçäo pulmonar unilateral (Grupo I), a PaO2 foi signifiacativamente superior nas posiçöes deitada sobre o lado afetado. No grupo com disfunçäo pulmonar bilateral (Grupo II), näo se constatou diferenças estatisticamente significantes. Contudo, pelo tratamento descritivo dos dados, detectou-se indícios de melhores níveis na PaO2 na posiçäo supina, e de piores níveis na posiçäo sentada. Em ambos os grupos, a PaCO2 näo apresentou diferenças estatisticamente significantes.
Descritores: Postura
Cirurgia Torácica/efeitos adversos
Pneumopatias
Complicações Pós-Operatórias
-Dissertação Acadêmica
Pronação
Supinação
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG
BR21.1/T-WF140*PIEF; BR41.1


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Id: lil-668445
Autor: Kleiner, Ana Francisca Rozin; Carmo, Aline Araujo; Kletecke, Regina; Burgos, Danielle; Souza, Marcio Ferreira; Barros, Ricardo Machado Leite.
Título: Análise das forças de reação do solo durante a marcha de indivíduos sadios com e sem uso de calcanheiras corretivas / Ground reaction forces analyses during the gait of healthy individuals with and without the use of a calcaneus insole
Fonte: Acta fisiátrica;19(1), jan. 2012.
Idioma: pt.
Resumo: O pé constitui a base de apoio e propulsão para a marcha. É conhecido que a supinação e a pronação excessiva ou prolongada podem alterar a mecânica da marcha. Assim, o uso de calcanheiras corretivas para o desvio do calcâneo (valgo/varo) tem sido recomendado. Objetivo: Deste estudo foi analisar a influência do uso de calcanheiras na marcha de indivíduos normais através da Força de Reação do Solo (FRS). Método: Participaram do estudo dez adultos (31,9 ± 6,7 anos, 65,9 ± 15,4 kg e 1,7 ± 0,1 m) sem alterações aparentes de marcha ou patologias com reflexo sobre o aparelho locomotor. Foram comparadas as seguintes condições de marcha: descalça, tênis e tênis com calcanheira. As variáveis dependentes foram as componentes vertical, médio-lateral e ântero-posterior da FRS. Para a análise estatística a ANOVA one-way com medidas repetidas no fator condição (descalço, tênis e calcanheira) foi empregada (? < 0,05). Foram reveladas diferenças estatisticamente significativas entre as condições descalço e calçado com tênis e calcanheira para a componente vertical da FRS na fase de contato inicial Fz1 (F2,59 = 3,4; p < 0,0406) e na fase de apoio terminal para a componente antero-posterior Fy2 (F2,59 = 3,63; p < 0,0332). Resultados: Esses indicam que o uso de calcanheiras aumenta o impacto vertical sobre o aparelho locomotor na fase de resposta à carga, provavelmente devido a sua maior rigidez comparada ao pé descalço ou calçado com tênis. A calcanheira alterou também o padrão de resposta da componente antero-posterior da FRS na fase de terminal do apoio, que corresponde à fase de aceleração/propulsão na marcha. Conclusão: Baseado apenas na análise das variáveis dinâmicas foi possível concluir que o uso de calcanheira não induziu aumento significativo de forças laterais que poderiam indicar redução da pronação ou supinação excessiva durante a fase de resposta à carga. O uso da calcanheira produziu efeito dinâmico significativo sobre a pronação/supinação apenas na fase propulsiva da marcha.

The foot forms the base of propulsion and balance during the gait. It is well known that excessive or prolonged pronation and supination changes the gait?s mechanical movement. Hence, the use of corrective insoles is recommended when calcaneus alterations (valgus and varun) are present. Objetive: The main purpose of this article was to analyze the effects of a calcaneus insole on normal individuals on the Ground Reaction Force variables. Method: The experiment used ten adults (31.9 ± 6,7 years, 65.9 ± 15.4 kg and 1.7 ± 0.1 m) and registered no apparent changes in gait or pathologies that have an effect on the locomotor system. The following gait conditions were analyzed and compared: barefoot, using a sport shoe, and using the sport shoe with insole. The variables analyzed were vertical, medial lateral, and anterior-posterior dynamic ground reaction forces. An ANOVA one-way was used in order to compare the three different conditions. Statisticallysignificant differences were revealed between the conditions of barefoot and sport shoe with insole for the vertical GRF during initial contact Fz1 (F2,59 = 3.4; p < 0.0406) and for the GRF anterior-posterior in the terminal stance phase Fy2 (F2,59 = 3.63; p < 0.0332). Results: These results indicated that the use of an insole increased the vertical impact on the locomotor system during the response to load phase, probably because of its greater stiffness compared to the barefoot or sport shoe trials. The insole also changed the GRF anterior-posterior during the terminal stance that corresponded with the acceleration/propulsion gait phase. Conclusion: Just based on the analysis of the dynamic variables, it was concluded that the use of insoles did not induce any significant increase in lateral forces that would indicate the reduction of excessive pronation or supination during the response load phase. The use of an insole produced a significant dynamic effect on the pronation/supination only in the propulsive gait phase.
Descritores: Pronação
Supinação
Marcha
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Chakkour, Ivan
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Id: biblio-899186
Autor: Abdouni, Yussef Ali; Checoli, Gabriel Faria; Nascimento, Valdênia das Graças; Costa, Antonio Carlos da; Chakkour, Ivan; Fucs, Patricia Maria de Moraes Barros.
Título: Relationship of age and type of obstetric brachial plexus paralysis in forearm pronosupination / Relação entre a idade e o tipo de paralisia obstétrica do plexo braquial com o movimento de pronossupinação do antebraço
Fonte: Rev. bras. ortop;52(5):596-600, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate the arc of forearm pronosupination of patients with sequelae of birth paralysis and correlate with these variables. Methods: 32 children aged between 4 and 14 years with total or partial lesions of the , brachial plexus were evaluated; measurements of pronation and supination, active and passive, were made, both on the injured side and the unaffected side. Results: A statistically significant difference was observed between the injured side and the normal side, but there was no difference between the groups regarding age or type of injury. Conclusion: The age and type of injury did not impact on the limitation of the forearm pronosupination in children with sequelae of birth paralysis.

RESUMO Objetivo: Avaliar o arco de pronossupinação do antebraço dos pacientes com sequela de paralisia obstétrica do plexo braquial e correlacionar com essas variáveis. Métodos: Foram avaliadas 32 crianças entre 4 e 14 anos, com lesões totais ou parciais do plexo braquial, foram tiradas as medidas de pronação e supinação, ativa e passiva, tanto do lado lesionado quanto do lado não afetado. Resultados: Observou-se diferença estatisticamente significativa entre o lado lesionado e o lado normal, porém não houve diferença entre os grupos por faixas etárias, nem quanto ao tipo de lesão. Conclusão: Os fatores idade e tipo de lesão não tiveram efeito sobre a pronossupinação nas crianças portadoras de sequela de paralisia obstétrica do plexo braquial.
Descritores: Plexo Braquial
Antebraço
Paralisia Obstétrica
Supinação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-778390
Autor: Andrade, Priscyla de Oliveira Nascimento; Silva, Jéssica Queiroz Pereira da; Diniz, Cinthia Martins Menino; Caminha, Maria de Fátima Costa.
Título: Fatores associados à violência obstétrica na assistência ao parto vaginal em uma maternidade de alta complexidade em recife, pernambuco / Factors associated with obstetric abuse in vaginal birth care at a high-complexity maternity unit in recife, pernambuco
Fonte: Rev. bras. saúde matern. infant;16(1):29-37, Jan.-Mar. 2016. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivos: analisar os fatores associados à violência obstétrica de acordo com as práticas não recomendadas na assistência ao parto vaginal em uma maternidade escola e de referência da Cidade do Recife. Métodos: estudo transversal, prospectivo, com 603 puérperas, realizado entre agosto a dezembro de 2014. Os dados sociodemográficos, clínicos e de acesso à assistência foram obtidos através dos prontuários e de entrevistas com as pacientes. A prevalência da violência obstétrica foi baseada nas recomendações da Organização Mundial da Saúde sobre as práticas recomendadas para a assistência ao parto vaginal. Para análise dos fatores associados utilizou-se a regressão multivariada de Poisson, considerou-se p<5 por cento. Os dados foram analisados no Stata 12.1 SE. Resultados: a prevalência da violência obstétrica foi de 86,57 por cento. As práticas prejudiciais mais frequentes foram os esforços de puxo (65 por cento), a administração de ocitocina (41 por cento) e o uso rotineiro da posição supina/litotomia (39 por cento). Apenas as variáveis não possuir ensino médio completo (p=0,022) e ter sido assistido por um profissional médico (p<0,001) apresentaram associação significante com a violência obstétrica. Conclusões: o grande número de intervenções obstétricas utilizadas consiste em um ato de violência obstétrica e demonstram que apesar do incentivo do Ministério da Saúde para uma assistência humanizada os resultados ainda estão longe do recomendado.

Objectives: to examine factors associated with obstetric abuse according to practices not recommended for vaginal birth care at a maternity teaching and referral hospital in the city of Recife, Brazil. Methods: a prospective cross-sectional study with 603 puerperal women conducted between August and December 2014. The socio-demographic, clinical and access to care data were obtained from medical records and interviews with patients. The prevalence of obstetric abuse was based on the recommendations of the World Health Organization regarding practices recommended for vaginal birth care. Associated factors were investigated using Poisson's multivariate regression, with a level of significance of p<5 percent. Data were analyzed using Stata 12.1 SE. Results: the prevalence of obstetric abuse was 86.57 percent. The most frequent harmful practices were forced pulling (65 percent), administration ofoxytocin (41 percent) and routine use of the supine/lithotomy position (39 percent). The only variables significantly associated with obstetric abuse were not having graduated high school (p=0.022) and having been attended by a medical professional (p<0.001). Conclusions: the large number of obstetric interventions used amounts to obstetric abuse and shows that, despite the Ministry of Health's promotion of humane care, results fall far short of these recommendations.
Descritores: Maternidades
Trabalho de Parto
Tocologia
Obstetrícia
Ocitocina/administração & dosagem
Supinação
Violência
-Brasil
Estudos Transversais
Registros Médicos
Organização Mundial da Saúde
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR663.1 - Biblioteca da Saúde da Mulher e da Criança


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: lil-681028
Autor: Maradei-García, Maria F; Delgado-Gamboa, Adriana C; Espinel-Correal, Francisco.
Título: Influencia de la postura durante el corte de flores en la fuerza de aprehensión / The influence of posture during flower-cutting on the strength of flower-cutters' apprehension
Fonte: Rev. salud pública;14(3):460-469, may.-jun. 2012. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Los desordenes músculo esqueléticos y especialmente el síndrome del conducto carpiano es uno de los problemas de salud pública más importantes de los últimos años. Es la mayor causa de morbilidad profesional en Colombia, y uno de los ámbitos laborales con mayor incidencia es el sector floricultor. El estudio se propuso establecer si la fuerza de aprehensión en el corte de flores se ve afectada por la altura del corte y la postura del brazo. Método: Participaron 12 operarias y se utilizó un arreglo factorial 2x2 con la altura de corte y postura en pronación o supinación del antebrazo como los factores que influyen en la fuerza de aprehensión. Resultados: El análisis estadístico muestra que no existe interacción entre los factores, pero si efectos importantes sobre la fuerza de aprehensión. La variación de la flexión del brazo tiene un mayor efecto en comparación con el cambio de la postura del antebrazo (pronación o supinación). Conclusiones: La postura ideal para realizar la tarea de corte es la pronación debido a que el esfuerzo necesario para realizar dicha tarea es menor. Se propone que las investigaciones futuras deben estudiar los efectos de las desviaciones de la muñeca en el sector floricultor.

Objective: Musculoskeletal disorders, particularly carpal tunnel syndrome, have been one of the most important public health problems during recent years. It is the leading cause of occupational morbidity in Colombia, the flower industry being one of the areas of work having the highest incidence. This study was thus aimed at ascertaining whether flower-cutters' strength of apprehension has been affected by cutting height and arm posture. Method: The study involved 12 operating personnel; a 22 factorial arrangement was used and the effect of cutting height and posture on forearm pronation or supination ans the factors influencing the strength of apprehension. Results: Statistical analysis showed no interaction between the factors; however, it did reveal a significant effect on the strength of apprehension. Varying how the arm bent had a greater effect than changing the position of the forearm (pronation or supination). Conclusions: Pronation was the ideal flower-cutting posture because it involved less effort to perform such task. Further research should examine the effects of wrist deviation angle in the flower industry.
Descritores: Antebraço/fisiologia
Força da Mão
Saúde do Trabalhador
Postura
Pronação
Supinação
-Flores
Limites: Adulto
Feminino
Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-676846
Autor: Pascarelli, Luciano; Righi, Lúcio César Silva; Bongiovanni, Roberto Rangel; Imoto, Rogério Sano; Teodoro, Renato Loureiro; Ferro, Hemanoel Fernando dos Anjos.
Título: Resultados e técnica da reparação do tendão bicipital distal através de duas mini-incisões anteriores / Technique and results after distal braquial biceps tendon reparation, through two anterior mini-incisions
Fonte: Acta ortop. bras;21(2):76-79, mar.-abr. 2013. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Avaliação do resultado pós-operatório da ruptura do bíceps distal após emprego da técnica cirúrgica através de duas mini-incisões anteriores. Métodos: Foram operados, através de uma técnica cirúrgica de duas mini-incisões, nove pacientes com diagnóstico clínico e por imagem (ressonância nuclear magnética) de lesão total do bíceps braquial na região insercional entre 2008 e 2011. Os pacientes foram avaliados com três meses de evolução e todos recuperaram a flexão e extensão totalmente. Resultados: Em dois pacientes (22,2%) houve uma limitação da supinação em 20 graus. Em um paciente (11,1%) houve praxia do nervo radial que durou por um período de cinco meses, porém com recuperação total. Houve uma diminuição da força em todos os pacientes. Em um paciente (11,1%) o músculo do bíceps se manteve retraído, mas a inserção estava refeita. Em três pacientes (33,3%) foi observada aderência sobre a cicatriz proximal. Não houve evidência clínica ou radiográfica de sinostose radioulnar após seis meses de evolução. Todos os pacientes referiram satisfação com o tratamento. Conclusão: concluímos que o método apresentado apresenta bons resultados assim como as demais técnicas, diminuido o risco de aderência sobre a prega flexora do cotovelo. Nível de evidência IV, Série de Casos.

Objective: Evaluation of postoperative results of repair of distal biceps brachii ruptures through a two anterior mini-incisions. methods: nine patients with clinical and imaging (mRi) diagnosis of total lesion of the biceps brachii at its insertion were operated with a surgical technique with two mini-incisions between 2008 and 2011. The patients were evaluated after three months of evolution and all of them recovered the fully flexion-extension arch. Results: two patients (22.2%) presented a limitation of 20 degrees of supination. one patient (11.1%) had radial nerve palsy, but was totally recovered after five months. in one patient (11.1%) the muscle remained retracted, but the insertion was recovered. In three patients (33.3%) adhesion was observed on the proximal scar. There was no clinical or radiographic evidence of radioulnar synostosis after six months of evolution. all patients reported satisfaction with the treatment. Conclusions: we conclude that the presented method shows good results as well as other techniques, with less risk of adhesion on the flexor fold of the elbow. Level of Evidence IV, Case Series.
Descritores: EVALUATION
Força Muscular/fisiologia
Ombro/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios/métodos
Supinação/fisiologia
Tendões/cirurgia
Traumatismos dos Tendões/cirurgia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR734.1 - Biblioteca Central Cesar Lattes - BCCL


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Id: lil-547870
Autor: Resende, Rogério Lúcio Chaves de; Leal, Jefferson Soares; Santos, Juliano Rodrigues dos.
Título: Importância da realização de radiografias em posição ortostática na avaliação inicial de pacientes com fraturas toracolombares / Importance of performing weight-bearing radiographs in the initial evaluation of patients with thoracolumbar fractures / Importancia de la realización de radiografías en posición ortostática en la evaluación inicial de pacientes con fracturas toraco-lumbares
Fonte: Coluna/Columna;9(1):62-67, ene.-mar. 2010. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: o manejo das fraturas toracolombares estáveis é controverso, especialmente em pacientes sem déficit funcional. Este estudo questiona o motivo de ser realizada uma avaliação das imagens apenas na posição supina, uma vez que, paradoxalmente, o tratamento conservador inclui o ortostatismo precoce. O propósito deste estudo é determinar se a realização de radiografias em posição ortostática influencia na definição do tratamento dos pacientes com fraturas torácicas e lombares classificadas como tipo "A" da AO-ASIF. MÉTODOS: de janeiro de 2007 a novembro de 2008, foram avaliados pacientes portadores de fraturas torácicas e lombares por meio de radiografias em decúbito e tomografia computadorizada, visando identificar sinais de instabilidade. As fraturas classificadas radiograficamente como tipo "A" da AO-ASIF, inicialmente por tratamento conservador, foram submetidas à realização de radiografias em ortostatismo sem o colete ortótico na fase aguda e seus parâmetros radiológicos foram reavaliados. RESULTADOS: foram incluídos neste estudo 59 pacientes com fraturas toracolombares estáveis (T11 a L4), e todos toleraram o exame. A cifose vertebral aumentou 46,8 por cento. O colapso anterior aumentou 15,52 por cento. Três destes pacientes (5,1 por cento) receberam a indicação cirúrgica após radiografias em ortostatismo por apresentarem critérios de instabilidade. CONCLUSÕES: a realização das radiografias em ortostatismo mostrou-se eficiente na identificação de pacientes com instabilidade ainda não manifesta e capaz de predizer a evolução satisfatória durante o tratamento conservador, além de ser um exame diagnóstico seguro, de fácil aplicabilidade e com baixo custo. Neste estudo, um total de 5,1 por cento dos pacientes tiveram seu tratamento conservador alterado para o cirúrgico.

OBJECTIVE: the management of stable thoracolumbar fractures is controversial, especially in patients without functional deficits. This study questions the reason of doing images study only in supine position since, paradoxically, nonoperative treatment includes early orthostatism. The purpose of this study is to determine the influence of weight-bearing radiographs on defining the treatment of patients with thoracolumbar fractures classified as type "A" of AO-ASIF. METHODS: from January 2007 to November 2008, patients with thoracolumbar fractures were evaluated by radiographs in supine position and computed tomography to identify signs of instability. Fractures classified radiographically as type "A" of AO-ASIF, initially treated with nonoperative care, were submitted to weight-bearing radiographs without bracing in acute phase and their radiographic parameters were re-evaluated. RESULTS: 59 patients with stable thoracolumbar fractures (T11 to L4) were included in this study,and all of them tolerated the weight-bearing radiographs. The vertebral kyphosis increased 46.8 percent. The anterior collapse increased 15.52 percent. Three of these patients (5.1 percent) were submitted to surgical treatment after weight-bearing radiographs due to instability criteria. CONCLUSIONS: weight-bearing radiographs were efficient in identifying patients with instability not established yet. This exam is able to predict the satisfactory evolution during the nonoperative treatment and it is a safe and low cost diagnostic examination with easy applicability. In this study, a total of 5.1 percent of the patients had their treatment changed from conservative to surgical.

OBJETIVO: el manejo de las fracturas toraco-lumbares estables es controvertido, especialmente en pacientes sin déficit funcional. Este estudio cuestiona el motivo por realizarse una evaluación de las imágenes apenas en la posición supina, una vez que paradoxalmente el tratamiento conservador incluye el ortatismo precoz. El propósito de este estudio es determinar si la realización de radiografías en posición ortostática influye en la definición del tratamiento de los pacientes con fracturas torácicas y lumbares, clasificadas como tipo "A" de la AO-ASIF. MÉTODOS: de enero de 2007 a noviembre de 2008 fueron evaluados pacientes portadores de fracturas torácicas y lumbares, por medio de radiografías en decúbito y tomografía computarizada, visando identificar señales de inestabilidad. Las fracturas clasificadas radiográficamente como tipo "A" de la AO-ASIF, inicialmente de tratamiento conservador, fueron sometidas a la realización de radiografías en ortostatismo sin chaleco ortótico, en la fase aguda, y sus parámetros radiológicos fueron reevaluados. RESULTADOS: fueron incluidos en este estudio 59 pacientes con fracturas torácicas y lumbares estables (T11 a L4). Todos los pacientes toleraron el examen. La cifosis vertebral aumentó 46.8 por ciento. El colapso anterior aumentó 15.56 por ciento. Tres de estos pacientes (5.1 por ciento) recibieron la indicación quirúrgica después de las radiografías en ortostatismo, ya que criterios de inestabilidad fueron reconocidos. CONCLUSIONES: la realización de las radiografías en ortostatismo mostró eficiencia en la identificación de pacientes con inestabilidad, aun no manifiesta, y capaz de predecir la evolución satisfactoria durante el tratamiento conservador, además de ser un examen de diagnóstico seguro, fácil aplicabilidad y bajo costo. En este estudio, un total de 5.1 por ciento tuvo un tratamiento conservador alterado para el quirúrgico.
Descritores: Fraturas por Compressão
Hipotensão Ortostática
Cifose
Supinação
Traumatismos da Coluna Vertebral
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: lil-461053
Autor: Rocha Júnior, Valdinar de Araújo; Gentil, Paulo; Oliveira, Elke; Carmo, Jake do.
Título: Comparação entre a atividade EMG do peitoral maior, deltóide anterior e tríceps braquial durante os exercícios supino reto e crucifixo / Comparación entre la actividad EMG del pectoral mayor, deltoide anterior y tríceps braquial durante los ejercicios supino recto y cruz / Comparison among the EMG activity of the pectoralis major, anterior deltoidis and triceps brachii during the bench press and peck deck exercises
Fonte: Rev. bras. med. esporte;13(1):51-54, jan.-fev. 2007. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A identificação das peculiaridades de cada movimento e sua adequação aos objetivos do treinamento é uma tarefa que exige a interação de vários conhecimentos. Tal tarefa é fundamental para o sucesso nas diversas modalidades esportivas e programas de treinamento com fins de reabilitação e/ou estética. O objetivo do presente estudo foi comparar a atividade eletromiográfica (EMG) dos músculos peitoral maior (PM), deltóide anterior (DA) e tríceps braquial (TB) durante a execução dos exercícios supino reto com barra (SP) e crucifixo na máquina (CR). As atividades EMG dos músculos PM, DA e TB foram avaliadas durante a realização de 10 repetições máximas no CR e SP em 13 homens treinados. Os resultados não revelaram diferenças na atividade do PM e DA entre os exercícios. A atividade do TB foi maior na realização do SP em comparação com o CR. Durante o SP, a atividade do PM foi maior em relação ao TB, sem diferenças entre PM e DA ou DA e TB. No CR, a atividade do PM e a do DA foram maiores em relação ao TB, sem diferenças entre DA e PM. De acordo com os resultados obtidos no presente estudo pode-se concluir que, caso o objetivo do treinamento seja promover estímulos para o DA ou PM, ambos os exercícios podem ser usados, dependendo da disponibilidade de materiais e/ou da especificidade da atividade motora na qual se procura melhorar a performance.

The identification of the characteristics of each movement and its adjustment to the training goals are tasks that demand the interaction of many knowledge areas. These tasks are essential to the success in sports activities and training programs designed with athletic, aesthetic or healthy purposes. The objective of the present study was to compare the electromyograhic (EMG) activity of the pectoralis major (PM), anterior deltoids (DA) and triceps brachii (TB) muscles during the barbell bench press (SP) and the peck deck (PD) exercises. EMG activity of TB, PM and DA were assessed during 10 maximum repetitions performed in SP and PD in 13 trained men. The results did not show any differences between exercises for PM and DA activity; however, TB activity was higher for SP than PD exercise. During SP, the PM muscle activity was higher than TB. There were no differences between PM and DA, or between DA and TB. During the PD exercise, the PM and DA muscle activities were higher than TB. There were no differences between PM and DA. It was concluded that the prime movers of both exercise are DA and PM, and there are no differences between them. Therefore, both PD and SP could be performed with the purpose to stimulate DA and PM muscles, depending on the availability of the equipments and/or the specificity of the motor tasks.

La identificación de las peculiaridades de cada movimiento y su adecuación a los objetivos de entrenamiento es una tarea que exige la interacción de varias áreas de conocimiento. Tal tarea es fundamental para el éxito en las diversas modalidades deportivas y programas de entrenamiento con fines de rehabilitación y/o estética. El objetivo del presente estudio ha sido comparar la actividad electromiográfica (EMG) de los músculos pectoral mayor (PM), deltoides anterior (DA) y tríceps braquial (TB) durante la ejecución de los ejercicios supino recto con barra (SP) y de cruz en máquina (CR). Las actividades EMG de los músculos PM, DA y TB fueron evaluados durante la realización de 10 repeticiones máximas en CR y SP en 13 hombres entrenados. Los resultados no revelaron diferencias en la actividad de PM y DA entre los ejercicios. La actividad de TB fue mayor en la realización de SP en comparación con CR. Durante SP, la actividad de PM fue mayor en relación a TB, sin diferencias entre PM y DA o DA y TB. En CR, la actividad de PM y DA fueron mayores en relación a TB, sin diferencias entre DA y PM. De acuerdo con los resultados obtenidos en el presente estudio se puede concluir que en caso de que el objetivo de entrenamiento sea promover estímulos para DA o PM, ambos ejercicios pueden ser usados, dependiendo de la disponibilidad de materiales y/o de la especificidad de la actividad motora en la cual se procure mejorar el desempeño.
Descritores: Músculo Deltoide
Eletromiografia
Músculos Peitorais
Treinamento de Resistência
Supinação
Limites: Humanos
Masculino
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-254704
Autor: Sierra Campuzano, Raúl; Harb Peña, Erik.
Título: Por qué las fracturas de los codos en los niños, cuando se detectan en etapas tardías no se deben operar / Why elbow fractures in children must not be operated on when diagnosed lately
Fonte: Rev. mex. ortop. traumatol;13(1):58-9, ene.-feb. 1999.
Idioma: es.
Resumo: Las fracturas de los codos en los niños, revisten un especial interés, pues representan una dificultad técnica para su reducción ya sea en forma cerrada o abierta; además, pueden dejar importantes secuelas. Se atendieron a 14 pacientes cuyas edades fluctuaron entre 5 y 13 años, quienes presentaron fracturas de codo de mes y medio a tres meses de evolución, con mala reducción y con importante limitación en los rangos de movimiento de flexo-extensión y de la prono-supinación; quedando como secuelas, sólo deformidades estéticas. Los resultados obtenidos nos sugieren que el manejo conservador en niños, con la problemática señalada, nos brinda un mejor pronóstico que el tratamiento quirúrgico
Descritores: Centros de Reabilitação
Cotovelo/lesões
Fraturas Ósseas/diagnóstico
Fraturas Ósseas/reabilitação
Amplitude de Movimento Articular
Supinação
Limites: Humanos
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública



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