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Acúrcio, Francisco de Assis
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Id: biblio-903407
Autor: Leite, Silvana Nair; Bernardo, Noemia Liege Maria da Cunha; Álvares, Juliana; Guerra Junior, Augusto Afonso; Costa, Ediná Alves; Acurcio, Francisco de Assis; Guibu, Ione Aquemi; Costa, Karen Sarmento; Karnikowski, Margô Gomes de Oliveira; Soeiro, Orlando Mario; Soares, Luciano.
Título: Medicine dispensing service in primary health care of SUS / Serviço de dispensação de medicamentos na atenção básica no SUS
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51(supl.2):11s, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Brazilian Ministry of Health.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To characterize the medicine dispensing services in the primary health care network in Brazil and in its different regions, aiming to promote the access and rational use of medicines. METHODS This is a cross-sectional, quantitative study with data obtained from the Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Uso Racional de Medicamentos (PNAUM - National Survey on Access, Use and Promotion of Rational Use of Medicines), 2015. Observation visits were carried out in 1,175 dispensing units, and interviews were held with 1,139 professionals responsible for the dispensation of medicines in the dispensing units and 495 municipal coordinators of pharmaceutical services. RESULTS More than half (53%) of the units presented a space smaller than 10 m2 for dispensing of medicines; 23.8% had bars or barriers between users and dispenser; 41.7% had computerized system; and 23.7% had counters for individual care. Among those responsible for dispensation, 87.4% said they always or repeatedly inform users how to use the medicines, and 18.1% reported developing some type of clinical activity. Isolated pharmacies presented a more developed physical and personal structure than those belonging to health units, but we found no significant differences regarding the information provided and the development of clinical activities. CONCLUSIONS There are major differences in the organization models of dispensation between cities, with regional differences regarding the physical structure and professionals involved. The centralization of medicine dispensing in pharmacies separated from the health services is associated with better structural and professional conditions, as in the dispensing units of the South, Southeast, and Midwest regions. However, the development of dispensation as health service does not prevail in any pharmacy or region of the Country yet.

RESUMO OBJETIVO Caracterizar os serviços de dispensação de medicamentos na rede de atenção básica no Brasil e nas diferentes regiões, com vistas ao acesso e a promoção do uso racional de medicamentos. MÉTODOS Trata-se de estudo transversal, de abordagem quantitativa, a partir de dados obtidos da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Uso Racional de Medicamentos, 2015. Foram realizadas visitas de observação em 1.175 unidades de dispensação e entrevistas com 1.139 responsáveis pela dispensação dos medicamentos nas unidades dispensadoras e 495 coordenadores da assistência farmacêutica municipal. RESULTADOS Mais da metade (53%) das unidades apresentaram espaço menor que 10 m2 para dispensação de medicamentos, 23,8% apresentavam grades ou barreiras entre usuários e dispensador, 41,7% dispunham de sistema informatizado, 23,7% contavam com guichês para atendimento individual. Entre os responsáveis pela dispensação 87,4% afirmaram informar sobre a forma de uso dos medicamentos sempre ou repetidamente, e 18,1% afirmaram desenvolver algum tipo de atividade clínica. As farmácias isoladas apresentavam estrutura física e pessoal mais desenvolvida que aquelas pertencentes a unidades de saúde, mas não houve diferenças significantes quanto às informações prestadas e o desenvolvimento de atividades clínicas. CONCLUSÕES Há grandes diferenças de modelos de organização da dispensação entre os municípios, com diferenças regionais quanto à estrutura física e a profissionais envolvidos. A centralização da dispensação de medicamentos em farmácias isoladas dos serviços de saúde está associada a melhores condições estruturais e de profissionais, assim como nas unidades dispensadoras das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, no entanto o desenvolvimento da dispensação como serviço de saúde ainda não prevalece em qualquer tipo de farmácia ou região do país.
Descritores: Assistência Farmacêutica/organização & administração
Atenção Primária à Saúde
Preparações Farmacêuticas/provisão & distribuição
-Assistência Farmacêutica/provisão & distribuição
Brasil
Estudos Transversais
Entrevistas como Assunto
Geografia
Promoção da Saúde
Programas Nacionais de Saúde
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Tomasi, Elaine
Assunçäo, Maria Cecilia Formoso
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Id: biblio-962287
Autor: Gonçalves, Helen; Tomasi, Elaine; Tovo-Rodrigues, Luciana; Bielemann, Renata Moraes; Machado, Adriana Kramer Fiala; Ruivo, Ana Carolina Oliveira; Bortolotto, Caroline Cardozo; Jaeger, Gustavo Pêgas; Xavier, Mariana Otero; Fernandes, Mayra Pacheco; Martins, Rafaela Costa; Hirschmann, Roberta; Silva, Thais Martins da; Assunção, Maria Cecília Formoso.
Título: Population-based study in a rural area: methodology and challenges / Estudo de base populacional na zona rural: metodologia e desafios
Fonte: Rev. saúde pública (Online);52(supl.1):3s, 2018. tab.
Idioma: en.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To describe the planning, sampling, operational aspects of the field, and the sample obtained during a research conducted in a rural area, specifying and discussing the main logistical difficulties unique to these places and the solutions adopted. METHODS We carried out a population-based, cross-sectional survey between January and June 2016, with a representative sample of the population aged 18 years or over living in the rural area of Pelotas (approximately 22,000 individuals), State of Rio Grande do Sul, Brazil. We collected demographic, socioeconomic, and health-related information, such as alcohol consumption, cigarette consumption, depressive symptoms, quality of diet, quality of life, physical activity, satisfaction with the health unit, overweight or obesity, and sleep problems. RESULTS In the 720 domiciles sampled, 1,697 individuals were identified and 1,519 were interviewed (89.5%). The study initially drew 24 census tracts and proposed the visit to 42 households per tract; however, we need to adjust the method, such as decreasing the number of households per census tract (from 42 to 30) and identifying housing centers in each tract. The main reasons for these changes were difficulty accessing the area, large distances between households, misconceptions in the satellite data available (which did not fit the reality), and high cost of the field work. CONCLUSIONS The previous detailed recognition of the research environment was crucial for decision making as the maps and territory had geographical inconsistencies. The strategies and techniques used in studies for the urban area are not applicable to the rural area given the outcomes observed in Pelotas. The decisions taken, keeping the methodological rigor, were essential to ensure the timely execution of the study with the financial resources available.

RESUMO OBJETIVO Descrever o planejamento, a amostragem, os aspectos operacionais do campo e a amostra obtida durante pesquisa realizada na zona rural, especificando e discutindo as principais dificuldades logísticas peculiares a esses locais e as soluções adotadas. MÉTODOS Entre janeiro e junho de 2016, foi realizado inquérito transversal de base populacional, com amostra representativa da população com 18 anos de idade ou mais residente na zona rural de Pelotas (cerca de 22 mil), RS, Brasil. Foram coletadas informações demográficas, socioeconômicas e relacionadas à saúde, como consumo de bebidas alcoólicas, consumo de cigarros, sintomas depressivos, qualidade da alimentação, qualidade de vida, atividade física, satisfação com a unidade de saúde, excesso de peso ou obesidade e problemas do sono. RESULTADOS Em 720 domicílios amostrados, 1.697 indivíduos foram identificados e 1.519 foram entrevistados (89,5%). O estudo, inicialmente, sorteou 24 setores e propôs-se a visitar 42 domicílios/setor, mas foram necessárias adequações metodológicas, especialmente a redução do número de domicílios por setor (de 42 para 30) e a identificação de núcleos habitacionais nos setores. As principais razões para as adequações foram dificuldade de acesso aos locais, grandes distâncias entre residências, equívocos nos dados geográficos disponíveis via satélite (não condiziam com a realidade) e alto custo. CONCLUSÕES O prévio reconhecimento detalhado do ambiente de pesquisa foi fundamental para a tomada de decisão perante às inconsistências geográficas entre mapas e território. As estratégias e técnicas dos estudos na zona urbana não são aplicáveis à zona rural no que tange ao contexto observado em Pelotas. As medidas adotadas, mantendo o rigor metodológico, foram fundamentais para garantir a execução do estudo no tempo planejado e com os recursos financeiros disponíveis.
Descritores: População Rural/estatística & dados numéricos
Inquéritos Epidemiológicos/métodos
Planejamento em Saúde Comunitária/métodos
-Projetos de Pesquisa/normas
Brasil
Estudos de Viabilidade
Estudos Transversais
Coleta de Dados/métodos
Amostragem
Inquéritos Epidemiológicos/estatística & dados numéricos
Planejamento em Saúde Comunitária/normas
Geografia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1141076
Autor: Sassone, Susana María.
Título: Migración, territorio e identidad cultural: Construcción de "lugares bolivianos" en la Ciudad de Buenos Aires / Migration, territory and cultural identity: Construction of "Bolivian places" in the City of Buenos Aires.
Fonte: Buenos Aires; GCBA. Dirección General de Estadística y Censos; oct. 2007. a) f: 9 l:28 p. ilus., mapas. (Población de Buenos Aires, 4, 6).
Idioma: es.
Resumo: Este estudio analiza el comportamiento sociogeográfico de los migrantes bolivianos en los barrios del Sur de la Ciudad de Buenos Aires. Según la concepción de la geografía humanística, es de acuerdo con estrategias culturales, nacidas de su identidad etnocultural, que las colectividades organizan sus espacios de vida y construyen sus "lugares". En este artículo se intenta develar la experiencia en el espacio urbano de emigrantes en la ciudad global, mediante metodologías cualitativas, entre las cuales se destaca la aplicación del método biográfico, con entrevistas en profundidad. Los patrones residenciales de enclave se explican por la cohesión socioétnica que deviene exclusión territorial. Un comportamiento migratorio transnacional siempre mantiene el "allá" en el "aquí" que actúa como premisa compartida. Se confirma aquí también el poder de la identidad étnica como reactivo a la globalización. (AU)
Descritores: Argentina/etnologia
Migrantes/estatística & dados numéricos
Bolívia/etnologia
Dinâmica Populacional/tendências
Dinâmica Populacional/estatística & dados numéricos
Cidades/etnologia
Emigração e Imigração/tendências
Emigração e Imigração/estatística & dados numéricos
Migração Humana/tendências
Migração Humana/estatística & dados numéricos
Geografia/tendências
Responsável: AR494.1 - Centro de Documentación en Salud
AR494.1; CEDOS/CD 5, SP5.006.052_05


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Id: biblio-975029
Autor: Alhammadi, Maged Sultan; Halboub, Esam; Fayed, Mona Salah; Labib, Amr; El-Saaidi, Chrestina.
Título: Global distribution of malocclusion traits: A systematic review
Fonte: Dental press j. orthod. (Impr.);23(6):40.e1-40.e10, Nov.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: Considering that the available studies on prevalence of malocclusions are local or national-based, this study aimed to pool data to determine the distribution of malocclusion traits worldwide in mixed and permanent dentitions. Methods: An electronic search was conducted using PubMed, Embase and Google Scholar search engines, to retrieve data on malocclusion prevalence for both mixed and permanent dentitions, up to December 2016. Results: Out of 2,977 retrieved studies, 53 were included. In permanent dentition, the global distributions of Class I, Class II, and Class III malocclusion were 74.7% [31 - 97%], 19.56% [2 - 63%] and 5.93% [1 - 20%], respectively. In mixed dentition, the distributions of these malocclusions were 73% [40 - 96%], 23% [2 - 58%] and 4% [0.7 - 13%]. Regarding vertical malocclusions, the observed deep overbite and open bite were 21.98% and 4.93%, respectively. Posterior crossbite affected 9.39% of the sample. Africans showed the highest prevalence of Class I and open bite in permanent dentition (89% and 8%, respectively), and in mixed dentition (93% and 10%, respectively), while Caucasians showed the highest prevalence of Class II in permanent dentition (23%) and mixed dentition (26%). Class III malocclusion in mixed dentition was highly prevalent among Mongoloids. Conclusion: Worldwide, in mixed and permanent dentitions, Angle Class I malocclusion is more prevalent than Class II, specifically among Africans; the least prevalent was Class III, although higher among Mongoloids in mixed dentition. In vertical dimension, open bite was highest among Mongoloids in mixed dentition. Posterior crossbite was more prevalent in permanent dentition in Europe.

Resumo Objetivo: considerando-se que os estudos disponíveis sobre a prevalência das más oclusões são de base local ou nacional, esse estudo teve como objetivo reunir dados para determinar a distribuição dos tipos de má oclusão em uma escala global, nas dentições permanente e mista. Métodos: foi realizada uma busca eletrônica através das ferramentas de pesquisa do PubMed, Embase e Google Acadêmico, para reunir estudos publicados até dezembro de 2016 sobre a prevalência das más oclusões, tanto na dentição permanente quanto na dentição mista. Resultados: dos 2.977 estudos encontrados, 53 foram analisados. Na dentição permanente, a distribuição mundial das más oclusões de Classe I, II e III foi, respectivamente, de 74,7% [31 - 97%], 19,56% [2 - 63%] e 5,93% [1 - 20%]. Na dentição mista, a distribuição dessas más oclusões foi de 73% [40 - 96%], 23% [2 - 58%] e 4% [0,7 - 13%]. Em relação às más oclusões verticais, observou-se prevalência de 21,98% de sobremordida profunda e 4,93% de mordida aberta. A mordida cruzada posterior afetou 9,39% da amostra. Os africanos mostraram a maior prevalência de Classe I e mordida aberta na dentição permanente (89% e 8%, respectivamente) e na dentição mista (93% e 10% respectivamente), enquanto os caucasianos apresentaram a maior prevalência de Classe II na dentição permanente (23%) e na dentição mista (26%). A má oclusão de Classe III na dentição mista foi mais prevalente entre xantodermas. Conclusão: mundialmente, nas dentições mista e permanente, as más oclusões de Classe I de Angle são mais prevalentes do que as de Classe II, especificamente entre os africanos; a menos prevalente foi a Classe III, ainda que mais prevalente entre os xantodermas na dentição mista. Na dimensão vertical, as mordidas abertas foram mais prevalentes entre xantodermas na dentição mista. A mordida cruzada posterior apresentou maior prevalência na dentição permanente na Europa.
Descritores: Saúde Global/estatística & dados numéricos
Má Oclusão/epidemiologia
-População
Prevalência
Bases de Dados Factuais
Dentição Permanente
Mordida Aberta/epidemiologia
Oclusão Dentária Traumática
Dentição Mista
Fatores Raciais
Geografia
Má Oclusão Classe I de Angle/epidemiologia
Má Oclusão Classe II de Angle/epidemiologia
Má Oclusão Classe III de Angle/epidemiologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1014533
Autor: Anchieta, Jefferson de Jesus Silva; Costa, Léa Márcia Melo da; Campos, Leonardo Costa; Vieira, Maurício dos Remédios; Mota, Osvaldina Silva; Morais Neto, Otaliba Libânio; Souza, Marta Rovery de; Guimarães, Rafael Alves.
Título: Trend analysis of leprosy indicators in a hyperendemic Brazilian state, 2001-2015 / Análise da tendência dos indicadores da hanseníase em estado brasileiro hiperendêmico, 2001-2015
Fonte: Rev. saúde pública (Online);53:61, jan. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To analyze the temporal trend of leprosy indicators in a hyperendemic state of Brazil, from 2001-2015. METHODS This is a time-series study of leprosy indicators in the state of Maranhão, Northeastern region of Brazil. The study used data from the Brazilian National System of Reportable Diseases, for the period between 2001 and 2015. The following indicators were evaluated: (i) detection coefficient in the general population; (ii) detection coefficient in people under 15 years old; (iii) rate of cases with grade 2 physical disability in the diagnosis; (iv) rate of examined contacts, and (v) proportion of healing . The Prais-Winsten regression model was used for trend analysis. Analyses were performed for the state and by each health region. RESULTS 77,697 leprosy cases were analyzed in the general population and 7,599 in individuals under 15 years old. The detection coefficient in the general population ranged from 80.7/100 thousand inhabitants in 2001 to 51.2/100 thousand inhabitants in 2015. The coefficient in the general population presented a downward trend (annual percentage variation [APV] = -2.98; 95%CI -4.15- -1.79). For the population under 15 years old, the rate was 24.9/100 thousand inhabitants in 2001, and 19.9/100 thousand inhabitants in 2015, with downward trend (APV = -3.07; 95%CI -4.95- -1.15). It was observed upward trend in rate of contacts examined (APV = 2.35; 95%CI 0.58-4.15) and rate of cases with grade 2 disability (APV = 2.19; 95%CI 0.23-4.19). Stationary trend was observed in the proportion of healing (APV = -0.10; 95%CI -0.50-0.30). Regional differences were found in the performance of the indicators. CONCLUSIONS A downward trend for the detection coefficients in the general population and in individuals under 15 years old was found in Maranhão. Despite this result, the rates are still very high, demanding efforts from all spheres of public administration and health professionals to reduce the burden of the disease in the state.

RESUMO OBJETIVO Analisar a tendência temporal dos indicadores da hanseníase em estado brasileiro hiperendêmico, no período de 2011 a 2015. MÉTODOS Trata-se de um estudo de série temporal dos indicadores de hanseníase no estado do Maranhão, região Nordeste, que utilizou dados do Sistema Nacional de Agravos de Notificação, no período de 2001 a 2015. Foram avaliados os seguintes indicadores: (i) coeficiente de detecção na população em geral; (ii) coeficiente de detecção em menores de 15 anos; (iii) proporção de casos com grau 2 de incapacidade física no diagnóstico; (iv) proporção de contatos examinados e (v) proporção de cura. Para análise da tendência foi utilizado o modelo de regressão de Prais Winsten . As análises foram realizadas para o Estado e por região de saúde. RESULTADOS Foram analisados 77.697 casos de hanseníase na população geral e 7.599 em menores de 15 anos. O coeficiente de detecção na população geral variou de 80,7/100 mil habitantes em 2001 para 51,2/100 mil habitantes em 2015. Verificou-se tendência decrescente do coeficiente na população geral (variação percentual anual [VPA] = -2,98; IC95% -4,15- -1,79). Na população menor de 15 anos, o coeficiente foi de 24,9/100 mil habitantes em 2001 para 19,9/100 mil habitantes em 2015, com tendência decrescente (VPA = -3,07; IC95% -4,95- -1,15). Observou-se tendência crescente na proporção de contatos examinados (VPA = 2,35; IC95%: 0,58-4,15) e na proporção de casos com grau 2 de incapacidade (VPA = 2,19; IC95% 0,23-4,19). Verificou-se tendência estacionária na proporção de cura de hanseníase (VPA = -0,10; IC95% -0,50-0,30). Observaram-se diferenças regionais no desempenho dos indicadores. CONCLUSÕES A tendência dos coeficientes de detecção na população geral e em menores de 15 anos mostrou-se decrescente no Maranhão. Apesar disso, as taxas ainda são muito elevadas, o que exige esforços de todas as esferas de gestão e profissionais da saúde para redução da carga da doença no estado.
Descritores: Indicadores Básicos de Saúde
Doenças Endêmicas/estatística & dados numéricos
Doenças Negligenciadas/epidemiologia
Hanseníase/epidemiologia
-Fatores de Tempo
Brasil/epidemiologia
Modelos Lineares
Vigilância da População
Geografia
Hanseníase/diagnóstico
Hanseníase/prevenção & controle
Hanseníase/transmissão
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1020900
Autor: Perea, Lillia Magali Estrada; Boing, Alexandra Crispim; Peres, Marco Aurélio; Boing, Antonio Fernando.
Título: Potential years of life lost due to oropharyngeal cancer in Brazil: 1979 to 2013 / Anos potenciais de vida perdidos por câncer de boca e faringe no Brasil: 1979 a 2013
Fonte: Rev. saúde pública (Online);53:67, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To estimate the years of life lost by the Brazilian population due to mouth and pharynx cancer from 1979 to 2013, and analyze the temporal trends in the studied period, according to the country's region, sex and anatomical site. METHODS The death records were obtained from the Mortality Information System and the data referring to the population, from the censuses of the Brazilian Institute of Geography and Statistics of 1980, 1991, 2000, 2010, and from intercensal estimates for the other years. The rates of potential years of life lost were calculated by applying the method suggested by Romeder and McWhinnie, and their trends were calculated using the Prais-Winsten method with first-order autocorrelation. The historical series were smoothed with the centered moving average technique of third order for white noise reduction. RESULTS In the period from 1979 to 2013 in Brazil, there were a total of 107,506 premature deaths due to mouth and pharynx cancer, which generated a total of 1,589,501 potential years of life lost, the equivalent to a rate of 3.6 per 10,000 inhabitants. Males, whose rate was six times higher than for females, contributed with 85% of the years lost. The trends in the rates of years of life lost showed an annual 0.72% increase for men, 1.13% for women and 1.05% for pharynx cancer. CONCLUSIONS The rate of potential years of life lost due to mouth and pharynx cancer in the country showed an upward trend within the studied period for both sexes, as well as for pharynx cancer and for the North, Northeast and Midwest regions.

RESUMO OBJETIVO Estimar os anos de vida perdidos pela população brasileira devido ao câncer de boca e faringe de 1979 a 2013 e analisar a tendências temporais no período estudado, segundo região do país, sexo e sítio anatômico. MÉTODOS Os registros de óbitos foram obtidos do Sistema de Informações sobre Mortalidade e os dados referentes à população, dos censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 1980, 1991, 2000, 2010 e de estimativas intercensitárias para os demais anos. Foram calculadas as taxas de anos de vida potencialmente perdidos aplicando o método sugerido por Romeder e McWhinnie, e suas tendências foram calculadas usando o método de Prais-Winsten com correção para autocorrelação de primeira ordem. As séries históricas foram alisadas com técnica de média móvel central de ordem 3 para redução de ruído branco. RESULTADOS No período de 1979 a 2013 no Brasil, houve um total de 107.506 mortes prematuras devido ao câncer de boca e faringe, o que gerou um total de 1.589.501 anos potenciais de vida perdidos, equivalendo a uma taxa de 3,6 por 10.000 habitantes. O sexo masculino, com uma taxa seis vezes maior que a do sexo feminino, contribuiu com 85% dos anos perdidos. As tendências das taxas de anos de vida perdidos mostraram aumento anual de 0,72% nos homens, 1,13% nas mulheres e 1,05% para o câncer de faringe. CONCLUSÕES A taxa de anos potenciais de vida perdidos por câncer de boca e faringe no país mostrou tendência de aumento dentro do período estudado em ambos os sexos, assim como para o câncer de faringe e para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Descritores: Neoplasias Faríngeas/mortalidade
Neoplasias Orofaríngeas/mortalidade
Expectativa de Vida/tendências
-Brasil/epidemiologia
Características de Residência
Fatores Sexuais
Geografia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1043329
Autor: Nery, Newillames Gonçalves; Jordão, Lidia Moraes Ribeiro; Freire, Maria do Carmo Matias.
Título: School environment and oral health promotion: the National Survey of School Health (PeNSE) / Ambiente escolar e promoção de saúde bucal: a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)
Fonte: Rev. saúde pública (Online);53:93, jan. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás; . Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To evaluate the potential support of schools for oral health promotion and associated factors in Brazilian capitals. METHODS Data from 1,339 public and private schools of the 27 Brazilian capitals were obtained from the National Survey of School Health (PeNSE) 2015. Data from the capitals were obtained from the United Nations Development Program and the Department of Informatics of the Brazilian Unified Health System (Datasus). The indicator " ambiente escolar promotor de saúde bucal " (AEPSB - oral health promoting school environment) was designed from 21 variables of the school environment with possible influence on students' oral health employing the categorical principal components analysis (CATPCA). Associations between the AEPSB and characteristics of schools, capitals and regions were tested (bivariate analysis). RESULTS Ten variables comprised CAPTCA, after excluding those with low correlation or high multicollinearity. The analysis resulted in a model with three dimensions: D1. Within-school aspects (sales of food with added sugar in the canteen and health promotion actions), D2. Aspects of the area around the school (sales of food with added sugar in alternative points) and D3. prohibitive policies at school (prohibition of alcohol and tobacco consumption). The sum of the scores of the dimensions generated the AEPSB indicator, dichotomized by the median. From the total of schools studied, 51.2% (95%CI 48.5-53.8) presented a more favorable environment for oral health (higher AEPSB). In the capitals, this percentage ranged from 36.6% (95%CI 23.4-52.2) in Rio Branco to 80.4% (95%CI 67.2-89.1) in Florianópolis. Among the Brazilian regions, it ranged from 45.5% (95%CI 40.0-51.2) in the North to 67.6% (95%CI 59.4-74.9) in the South. Higher percentages of schools with higher AEPSB were found in public schools [58.1% (95%CI 54.9-61.2)] and in capitals and regions with higher Human Development Index [61.0% (95%IC 55.8-66.0) and 57.4% (95%CI 53.2-61.4), respectively] and lower Gini index [55.7% (95%CI 51.2-60.0) and 52.8 (95%CI 49.8-55.8), respectively]. CONCLUSIONS The potential to support oral health promotion in schools in Brazilian capitals, assessed by the AEPSB indicator, was associated with contextual factors of schools, capitals and Brazilian regions.

RESUMO OBJETIVO Avaliar o potencial de suporte do ambiente escolar para a promoção da saúde bucal e fatores associados nas capitais brasileiras. MÉTODOS Os dados de 1.339 escolas públicas e privadas das 27 capitais brasileiras foram obtidos da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2015. Os dados das capitais foram obtidos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e do Datasus. Foi elaborado o indicador "ambiente escolar promotor de saúde bucal" (AEPSB), a partir de 21 variáveis do ambiente escolar com possível influência na saúde bucal dos escolares empregando a análise de componentes principais para dados categóricos (CATPCA). Associações entre o AEPSB e características das escolas, das capitais e das regiões foram testadas (análises bivariadas). RESULTADOS Dez variáveis compuseram a CAPTCA, após exclusão daquelas com baixa correlação ou alta multicolinearidade. A análise resultou em modelo com três dimensões: D1. aspectos intraescolares (venda de alimentos com açúcar adicionado na cantina e ações de promoção de saúde), D2. aspectos do entorno escolar (venda de alimentos com açúcar adicionado em pontos alternativos) e D3. políticas proibitivas na escola (proibição do consumo de álcool e tabaco). A soma dos escores das dimensões gerou o indicador AEPSB, dicotomizado pela mediana. Do total de escolas estudadas, 51,2% (IC95% 48,5-53,8) apresentaram ambiente mais favorável à saúde bucal (maior AEPSB). Nas capitais, esse percentual variou de 36,6% (IC95% 23,4-52,2) no Rio Branco a 80,4% (IC95% 67,2-89,1) em Florianópolis. Entre as regiões brasileiras, variou de 45,5% (IC95% 40,0-51,2), no Norte a 67,6% (IC95% 59,4-74,9) no Sul. Percentuais maiores de escolas com maior AEPSB foram encontrados na rede pública [58,1% (IC95% 54,9-61,2)] e em capitais e regiões com maior índice de desenvolvimento humano [61,0% (IC95% 55,8-66,0) e 57,4% (IC95% 53,2-61,4), respectivamente] e menor índice de Gini [55,7% (IC95% 51,2-60,0) e 52,8 (IC95% 49,8-55,8), respectivamente]. CONCLUSÕES O potencial de suporte à promoção da saúde bucal de escolas das capitais brasileiras, avaliado pelo indicador AEPSB, foi associado a fatores contextuais das escolas, das capitais e das regiões brasileiras.
Descritores: Serviços de Saúde Escolar/estatística & dados numéricos
Meio Social
Inquéritos de Saúde Bucal/estatística & dados numéricos
Saúde Bucal/estatística & dados numéricos
-Valores de Referência
Instituições Acadêmicas/estatística & dados numéricos
Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Comportamento Alimentar
Análise Espacial
Abastecimento de Alimentos/estatística & dados numéricos
Geografia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
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Id: biblio-1101875
Autor: Montañez-Hernández, Julio César; Alcalde-Rabanal, Jacqueline; Reyes-Morales, Hortensia.
Título: Socioeconomic factors and inequality in the distribution of physicians and nurses in Mexico / Factores socioeconómicos y desigualdad en la distribución de médicos y enfermeras en México
Fonte: Rev. saúde pública (Online);54:58, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To describe the human resources for health and analyze the inequality in its distribution in Mexico. METHODS Cross-sectional study based on the National Occupation and Employment Survey (ENOE in Spanish) for the fourth quarter of 2018 in Mexico. Graduated physicians and nurses, and auxiliary/technician nurses with completed studies were considered as human resources for health. States were grouped by degree of marginalization. Densities of human resources for health per 1,000 inhabitants, Index of Dissimilarity (DI) and Concentration Indices (CI) were estimated as measures of unequal distribution. RESULTS The density of human resources for health was 4.6 per 1,000 inhabitants. We found heterogeneity among states with densities from 2.3 to 10.5 per 1,000 inhabitants. Inequality was higher in the states with a very low degree of marginalization (CI = 0.4) than those with high marginalization (CI = 0.1), and the inequality in the distribution of physicians (CI = 0.5) was greater than in graduated nurses (CI = 0.3) among states. In addition, 17 states showed a density above the threshold of 4.5 per 1,000 inhabitants proposed in the Global Strategy on Human Resources for Health. That implies a deficit of nearly 60,000 human resources for health among the 15 states below the threshold. For all states, to reach a density equal to the national density of 4.6, about 12.6% of human health resources would have to be distributed among states that were below national density. CONCLUSIONS In Mexico, there is inequality in the distribution of human resources for health, with state differences. Government mechanisms could support the balance in the labor market of physicians and nurses through a human resources policy.

RESUMEN OBJETIVO Describir los recursos humanos en salud y analizar la desigualdad en su distribución en México. MÉTODOS Estudio transversal basado en la Encuesta Nacional de Ocupación y Empleo del cuarto trimestre de 2018 en México. Se consideraron como recursos humanos en salud médicos y enfermeras con licenciatura, y personal de enfermería auxiliar/técnica con estudios concluidos. Se agrupó a los estados por grado de marginación y se estimó densidades de recursos humanos en salud por 1.000 habitantes, Índices de Disimilitud e Índices de Concentración (IC) como medidas de desigualdad en la distribución. RESULTADOS La densidad de recursos humanos en salud fue de 4,6 por 1.000 habitantes; se observó heterogeneidad entre los estados con que van 2,3 hasta 10,5 por 1.000 habitantes. La desigualdad fue mayor en los estados con muy bajo grado de marginación (IC = 0,4) que en los estados de muy alto grado (IC = 0,1), y fue mayor la desigualdad en la distribución de los médicos (IC = 0,5) que en las enfermeras profesionales (IC = 0,3) entre los estados. Para que todos los estados tuvieran una densidad igual a la nacional de 4,6, se tendrían que distribuir alrededor de 12,6% de los recursos humanos en salud entre los estados que estuvieron por debajo de la densidad nacional. Adicionalmente, 17 estados tuvieron una densidad superior al umbral de 4,5 por 1.000 habitantes propuesto en la Estrategia Global en Recursos Humanos para la Salud. Eso implica un déficit de casi 60 mil recursos humanos en salud entre los 15 estados por debajo del umbral. CONCLUSIONES En México existe desigualdad en la distribución de recursos humanos en salud, diferenciada en los estados. Mecanismos gubernamentales a través de una política de recursos humanos podrían incentivar el equilibrio en el mercado de laboral de los médicos y enfermeras.
Descritores: Médicos/provisão & distribuição
Disparidades em Assistência à Saúde/estatística & dados numéricos
Mão de Obra em Saúde/estatística & dados numéricos
Enfermeiras e Enfermeiros/provisão & distribuição
-Fatores Socioeconômicos
Estudos Transversais
Densidade Demográfica
Distribuição por Idade
Anos de Vida Ajustados por Qualidade de Vida
Geografia
Acesso aos Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos
México
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
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Id: biblio-1101876
Autor: Dias, Arieli Fernandes; Gaya, Anelise Reis; Santos, Maria Paula; Brand, Caroline; Pizarro, Andreia Nogueira; Fochesatto, Camila Felin; Mendes, Thiago Monteiro; Mota, Jorge; Gaya, Adroaldo Cezar Araujo.
Título: Neighborhood environmental factors associated with leisure walking in adolescents
Fonte: Rev. saúde pública (Online);54:61, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CNPQ; . CAPES; . CAPES.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To verify the associations of leisure walking with perceived and objective measures of neighborhood environmental factors stratified by gender and socioeconomic status (SES) in Brazilian adolescents. METHODS Cross-sectional study with a random sample of 1,130 high school students (47.3% girls; aged 14 to 20 years old) from Porto Alegre, Brazil. Leisure walking and SES were self-reported by the adolescents. Perceived environmental factors were assessed through Neighborhood Environment Walkability Scale for Youth (NEWS-Y). Objective measures were evaluated using Geographic Information Systems, with road network calculated around the adolescent's residential address, using 0.5km and 1.0km buffers. Data collection was carried out in 2017 and generalized linear regression models were used. RESULTS Leisure walking was positively associated with access to services (0.5 km buffers [Odds ratio (OR) = 2.22] 1.0 km buffers [OR = 2.17]) and lower distance to parks and squares (0.5 km [OR=2.80] 1.0 km [OR = 2.73]) in girls from low SES. Residential density (0.5 km [OR = 1.57] 1.0 km [OR = 1.54]) and walkability index (0.5 km [OR = 1.17] 1.0 km [OR = 1.20]) were associated with leisure walking in girls from middle SES. Boys from low SES showed an inverse association between crime safety and leisure walking (0.5 km [OR = 0.59] 1.0 km [OR = 0.63]). Neighborhood recreation facilities was positively associated with leisure walking in middle SES (0.5 km [OR = 1.55] 1.0 km [OR = 1.60]). Land use mix (0.5 km [OR = 1.81] 1.0 km [OR = 1.81]), neighborhood recreation facilities (0.5 km [OR = 2.32] 1.0 km [OR = 2.28]) and places for walking (0.5 km [OR=2.07] 1.0 km [OR=2.22]) were positively associated with leisure walking in high SES. CONCLUSION Environmental factors (objectively and subjectively measured) and leisure walking show association in boys and girls of different SES.
Descritores: Classe Social
Caminhada/estatística & dados numéricos
Atividades de Lazer
-Estudantes/estatística & dados numéricos
Brasil
Modelos Lineares
Características de Residência/estatística & dados numéricos
Estudos Transversais
Distribuição por Sexo
Distribuição por Idade
Autorrelato
Instalações Esportivas e Recreacionais/estatística & dados numéricos
Geografia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1127248
Autor: Mendes, Áquilas; Leite, Marcel Guedes; Carnut, Leonardo.
Título: A methodology for apportioning federal SUS resources: the health needs index / Uma metodologia para rateio dos recursos federais do SUS: o índice de necessidades de saúde
Fonte: Rev. saúde pública (Online);54:77, 2020. tab.
Idioma: en.
Projeto: Pan American Health Organization.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To present a methodology for apportioning Union resources to the federative units (FU - 26 states and one federal district) within the Brazilian Unified Health System (SUS) based on health needs measured by demographic, socioeconomic, epidemiological and geographical dimensions. METHODS The apportionment methodology proposal prioritizes the health needs axis, based on Law 141/2012. We adopted a proxy of needs that measures relative inequalities between, socioeconomic, geographic demographic and epidemiological conditions of the populations of the Brazilian Federative Units (FU) for 2015. We first used an adjustment so that the populations of the 27 FU are corrected by their relative needs regarding age and gender. To calculate the health needs axis, the multivariate techniques factorial analysis and principal components were used, and, based on such correction, we applied the health needs index. Subsequently, this index was applied to simulate the resources that should be transferred by the Ministry of Health to states in 2015. RESULTS As we made the methodological choice of transferring a single per capita amount to all states, so the proposal required population correction. Thus, in the analysis of health needs, the FUs that had their population corrected by a factor higher than the national average because of their greater relative need, were the states of: Maranhão, Piauí, Alagoas, Paraíba, Ceará, Pará, Bahia, Acre, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amazonas, Tocantins and Roraima. For the simulation aggregating all the financing blocks, without reducing the resources already distributed to the remaining states in 2015, indicated the additional need of R$ 4.6 billion. CONCLUSIONS The proposal addresses the absence of studies presenting quantitative simulations of federal resources distribution within the scope of SUS to the FUs, based on the apportionment criteria defined by Law 141/2012, in order to contribute to the reduction health inequalities and mitigate the effects of the economic crisis.

RESUMO OBJETIVO Apresentar o desenvolvimento de uma metodologia de rateio dos recursos da União para os estados no Sistema Único de Saúde, baseada em necessidades de saúde medidas pelas dimensões demográfica, socioeconômica, epidemiológica e geográfica. MÉTODOS A proposta de metodologia de rateio prioriza o eixo necessidades de saúde, baseado na Lei nº 141/2012. Adota-se um proxy de necessidades que dimensiona desigualdades relativas entre condições demográficas, epidemiológicas, socioeconômicas e geográficas das populações dos estados brasileiros para o ano de 2015. Primeiramente, utiliza-se um ajuste para que as populações dos 27 estados sejam corrigidas pela necessidade relativa referente a idade e sexo. Para o cálculo do eixo necessidades de saúde, recorreu-se às técnicas multivariadas de análise de componentes principais e fatorial e, com base na população ajustada pelo fator de correção populacional por idade e sexo para cada estado, aplicou-se o índice de necessidades de saúde. Posteriormente, aplicamos esse índice para simular recursos que deveriam ser repassados pelo Ministério da Saúde aos estados em 2015. RESULTADOS Como metodologicamente decidiu-se pela transferência de um valor per capita único para todos os entes federados, a proposta exige a correção populacional. Assim, na análise por necessidades de saúde, os estados que tiveram sua população corrigida por um fator superior à média nacional, por terem necessidade relativa maior, foram: Maranhão, Piauí, Alagoas, Paraíba, Ceará, Pará, Bahia, Acre, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amazonas, Tocantins e Roraima. No caso da simulação agregando todos os blocos de financiamento, sem reduzir os recursos já distribuídos aos demais estados em 2015, seriam necessários R$ 4,6 bilhões de recursos adicionais. CONCLUSÕES A proposta preenche a ausência de estudos que apresentem simulações quantitativas de distribuição de recursos federais, no âmbito do Sistema Único de Saúde, para os demais entes federados, baseada nos critérios de rateio definidos pela Lei nº 141/2012, de forma a contribuir na redução das desigualdades de saúde e mitigar os efeitos da crise econômica.
Descritores: Recursos em Saúde
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Geografia
Responsável: BR1.1 - BIREME



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