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Id: biblio-1178043
Autor: Teixeira, Marcus Zulian.
Título: Concepção vitalista de Samuel Hahnemann / Vitalist conception of Samuel Hahnemann.
Fonte: São Paulo; Propria; 2021. 140 p.
Idioma: pt.
Resumo: Estando a homeopatia fundamentada no modelo médico vitalista, conceitos como força vital, mente, alma, espírito, etc., referentes à natureza imaterial humana, são frequentemente citados, tornando-se indispensável sua compreensão. Fundamentado nas obras de Samuel Hahnemann, fundador da homeopatia, incluindo seus escritos menores e cartas, essa obra busca esclarecer essas concepções, no intuito de dissolver confusões doutrinárias. No referido estudo, fica claro o conceito de 'força vital instintiva e irracional', análoga à 'vis medicatrix naturae' hipocrática, formando um composto substancial com o corpo físico e de natureza distinta do espírito inteligente. Como outra entidade distinta das anteriores, Hahnemann também cita a mente, sede da alma, como 'órgãos físicos quase não-materiais, de mais alta hierarquia', atribuindo ao psiquismo humano a maior influência no binômio saúde-doença, referindo-se à moral e à ética como fatores preventivos e curativos das enfermidades que afetam a humanidade. Critica a escolástica e o excesso de especulações metafísicas, afastando-se de qualquer corrente filosófica ou religiosa, brindando-nos com conceitos espiritualistas universalistas dentro dos princípios morais e éticos, engrandecendo ainda mais sua obra e demonstrando ser um observador livre de preconceitos. Para Hahnemann, o corpo físico forma uma unidade substancial com o princípio vital, e não com a alma, sendo comandado pelo espírito inteligente que nele habita. A mente, como órgão psíquico, assume importante papel na relação entre essas entidades que compõe o ser humano. (AU)

Since homeopathy is based on the vitalist medical model, concepts such as vital force, mind, soul, spirit, etc., referring to the immaterial human nature, are frequently cited, making their understanding indispensable. Based on the works of Samuel Hahnemann, founder of homeopathy, including his minor writings and letters, this work seeks to clarify these conceptions, in order to dissolve doctrinal confusions. In this study, the concept of 'instinctive and irrational vital force', analogous to the Hippocratic 'vis medicatrix naturae', becomes clear, forming a substantial compound with the physical body and a nature distinct from the intelligent spirit. As another entity distinct from the previous ones, Hahnemann also mentions the mind, seat of the soul, as 'physical organs almost non-material, of higher hierarchy', attributing to the human psyche the greatest influence in the binomial health-disease, referring to the moral and ethics as preventive and curative factors for diseases that affect humanity. He criticizes scholasticism and the excess of metaphysical speculations, moving away from any philosophical or religious current, offering us universalistic spiritualist concepts within moral and ethical principles, further enhancing his work and demonstrating that he is a prejudice-free observer. For Hahnemann, the physical body forms a substantial unity with the vital principle, and not with the soul, being commanded by the intelligent spirit that in him dwells. The mind, as a psychic organ, assumes an important role in the relationship between these entities that make up the human being. (AU)
Descritores: Vitalismo
Energia Vital em Homeopatia
Filosofia Homeopática
Processo Saúde-Doença
Homeopatia
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-915748
Autor: Associação Paulista de Homeopatia.
Título: Congresso brasileiro de homeopatia, XXXI / Curso: a prática da homeopatia: um passeio pelas trilhas rumo ao Simillimum / Os pioneiros (Hahnemann, Bonninghausen, Kent, Hering, Allen) / Escola francesa / Escola argentina (Pacheco e Maiz Elizaide) / Homeopatia sistêmica (teoria dos sistemas complexos de Carillo) / Brazilian congress of homeopathy, XXXI.
Fonte: São Paulo; TV Med; 2009. ? p.
Idioma: pt.
Descritores: Filosofia Homeopática
Método Hahnemanniano
Simillimum
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho
BR926.1; DVD, XXXI, 2012, PT1


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Id: lil-574567
Autor: Brierley-Jones, Lyn.
Título: Boundaries or bridges: what should Homeopathy?s relationship be with mainstream medicine? / Fronteiras ou pontes: como devem ser as relações da homeopatia com a medicina convencional? / Fronteras o puentes: ¿cuál debe ser la relación entre la homeopatía y la medicina convencional?
Fonte: Int. j. high dilution res;9(32), 2010.
Idioma: en.
Resumo: When Samuel Hahnemann devised homoeopathy he constructed multiple arguments that both vehemently supported his new system and criticized the conventional medical practice of his day. At the end of the 19th century when homeopathy had grown within Britain and America, homeopaths failed to make use of some of Hahnemann?s most successful arguments. Instead, homeopaths found themselves lose significant cognitive ground to their long time conventional rivals with the dawn of the 20th century, a ground they have not yet recovered. This paper uses the theoretical framework of Berger and Luckmann to analyse the dynamics of the arguments used against homeopathy and suggests that homeopaths failed to adopt a universalizing medical explanation that was available to them: the reverse action of drugs. Had they used this argument homoeopaths could have explained conventional medicine successes within their own universe of meaning and thus neutralized the impact of conventional on their practice. The implications of these conclusions for the future survival and success of homoeopathy are considered.

Quando Samuel Hahnemann formulou a Homeopatia, ele construiu uma série de argumentos que tanto apoiavam seu novo sistema como criticavam a prática alopática da época. No final do século 19, quando a homeopatia já estava estabelecida na Grã-Bretanha e América, os homeopatas falharam por não fazer uso de alguns dos bem elaborados argumentos de Hahnemann. Além disso, os homeopatas não desenvolveram uma base conceitual adequada, distanciando-se ainda mais, com o alvorecer do século 20, dos rivais alopatas, distância essa que ainda não foi recuperada. Este trabalho utiliza o referencial teórico de Berger e Luckmann para analisar a dinâmica dos argumentos utilizados contra a homeopatia e sugere que os homeopatas falharam por não conseguirem adotar uma explicação médica universal que estava disponível para eles: a ação reversa de drogas. Se tivessem usado este conceito, os homeopatas poderiam ter explicado os bem sucedidos resultados alopáticos dentro de seu próprio marco conceitual e, assim, neutralizar o impacto da alopatia sobre a sua prática. As implicações destas conclusões para a sobrevivência e sucesso da homeopatia são consideradas.

Cuando Samuel Hahnemann formuló la homeopatía, desarrolló diversos argumentos que tanto fundamentaban vehementemente su nuevo sistema como criticaban la práctica médica de su época. Sin embargo, al final del siglo XIX, cuando la homeopatía ya se había desarrollado en Gran Bretaña y los Estados Unidos, los homeópatas dejaron de lado los argumentos más sólidos de Hahnemann y, al contrario, perdieron una parte significativa de su base cognitiva comparados a sus tradicionales rivales de la medicina convencional, siendo que esta situación persiste hasta la actualidad. Este artículo utiliza el marco referencial teórico propuesto por Berger y Luckmann para analizar la dinámica del discurso contra la homeopatía y concluye que los homeópatas dejaron de utilizar un argumento científico fundamental ya disponible, el de la acción opuesta (fenómeno rebote, acción paradojal) de las drogas. Si lo hubieran utilizado, podrían haber explicado el éxito de la medicina convencional dentro del propio marco referencial de la homeopatía y consecuentemente, neutralizado su impacto. Finalmente, son discutidas las implicaciones de estas conclusiones en el sentido de la futura supervivencia y éxito de la homeopatía.
Descritores: Alopatia
Filosofia Homeopática
Sociologia Médica
Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: lil-574564
Autor: Eizayaga, José Enrique.
Título: First Edition of Hahnemann's Organon: celebrating its 200th anniversary: [editorial]
Fonte: Int. j. high dilution res;9(32), 2010.
Idioma: en.
Resumo: With this special issue, IJHDR celebrates the 200th anniversary of the first edition of Hahnemann?s Organon, published in 1810. By 1796, in a previous foundational article published in Hufeland?s prestigious Journal of Practical Medicine [1], after criticizing with fine reasoning the usual ways of studying the ?curative properties of medicinal substances?, namely according to their chemical actions, their effects on animals, their external aspect or sensitive properties, their taxonomic classification, or the random use of multiple drugs by the so called empiricists, Hahnemann stated what can be regarded as one of the cornerstones of homeopathy: ?The true physician, whose sole aim is to perfect his art, can avail himself of no other information respecting medicines, than ? first, what is the pure action of each by itself on the human body? Second, what do observations of its action in this or that simple or complex disease teach us?.
Descritores: Filosofia Homeopática
Organon
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-914544
Autor: ABFH.
Título: Congresso brasileiro de farmácia homeopática, VII / Curso: filosofia homeopática / Brazilian congress of homeopathic farmacy, VII.
Fonte: São Paulo; TV Med; 2009. ? p.
Idioma: pt.
Descritores: Filosofia Homeopática
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-909924
Autor: Teixeira, Marcus Zulian.
Título: A natureza imaterial do Homem: Estudo comparativo do vitalismo homeopático com as principais concepções médicas e filosóficas / The immaterial nature of man: Comparative study of homeopathic vitalism with the main medical and philosophical conceptions.
Fonte: São Paulo; Teixeira, Marcus Zulian; 2015. 339 p.
Idioma: pt.
Resumo: Além da materialidade grosseira do corpo físico, sempre se acreditou na existência de uma natureza imaterial do homem, assumindo várias conotações ao longo das diversas épocas e civilizações humanas. Em todas as filosofias e religiões, termos como alma, espírito, mente, força vital, etc. são citados, representando uma entidade energética-espiritual com ascendência sobre a entidade orgânica-material. Além disso, atribui-se ao Espírito (Alma) uma natureza eterna, imortal, ao contrário da existência limitada e passageira do corpo físico. Até o século XIX, existia na Medicina a noção de uma força vital responsável pela manutenção do equilíbrio das funções orgânicas e da saúde, sendo substituída, no século XX, pelos princípios cartesianos que localizaram a causa das doenças nos órgãos, nos tecidos e nas células. Dentre as especialidades médicas atuais, a Homeopatia apresenta em seu corpo doutrinário concepções científicas e filosóficas. Dentre essas, propaga a noção de que o binômio saúdedoença se fundamenta num substrato material-energético (corpo físico-força vital). Apesar de utilizar esse conceito filosófico para tentar explicar a gênese profunda das enfermidades, apresenta um modelo terapêutico fundamentado nos conhecimentos experimentais e científicos da Medicina moderna. Nessa obra, procuramos estudar comparativamente as diversas escolas médicas (Homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Medicina Antroposófica) e filosóficas (Hinduismo, Ocultismo, Teosofia, Rosacruz, Cabala e Espiritismo) que valorizam os veículos sutis de manifestação da individualidade humana (princípio vital, mente, alma, espírito, etc.), evidenciando, através das inúmeras semelhanças conceituais encontradas, que este conhecimento metafísico se originou de uma fonte primordial comum, incorporando-se à cultura de todas as civilizações primevas. Através das inúmeras citações e referências bibliográficas desta obra, o leitor poderá se aprofundar no estudo desta natureza imaterial humana, sem que alimentemos a pretensão de esgotar um assunto de tamanha complexidade e importância para o entendimento do homem e de seu papel no atual ciclo de evolução da Terra.
Descritores: FRAUDABDOMINAL INJURIES
Filosofia Homeopática
Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-909922
Autor: Teixeira, Marcus Zulian.
Título: A natureza imaterial do Homem: Estudo comparativo do vitalismo homeopático com as principais concepções médicas e filosóficas / The immaterial nature of man: Comparative study of homeopathic vitalism with the main medical and philosophical conceptions.
Fonte: São Paulo; Marcus Zulian Teixeira; 2015. 450 p.
Idioma: pt.
Resumo: Além da materialidade grosseira do corpo físico, sempre se acreditou na existência de uma natureza imaterial do homem, assumindo várias conotações ao longo das diversas épocas e civilizações humanas. Em todas as filosofias e religiões, termos como alma, espírito, mente, força vital, etc. são citados, representando uma entidade energética-espiritual com ascendência sobre a entidade orgânica-material. Além disso, atribui-se ao Espírito (Alma) uma natureza eterna, imortal, ao contrário da existência limitada e passageira do corpo físico. Até o século XIX, existia na Medicina a noção de uma força vital responsável pela manutenção do equilíbrio das funções orgânicas e da saúde, sendo substituída, no século XX, pelos princípios cartesianos que localizaram a causa das doenças nos órgãos, nos tecidos e nas células. Dentre as especialidades médicas atuais, a Homeopatia apresenta em seu corpo doutrinário concepções científicas e filosóficas. Dentre essas, propaga a noção de que o binômio saúdedoença se fundamenta num substrato material-energético (corpo físico-força vital). Apesar de utilizar esse conceito filosófico para tentar explicar a gênese profunda das enfermidades, apresenta um modelo terapêutico fundamentado nos conhecimentos experimentais e científicos da Medicina moderna. Nessa obra, procuramos estudar comparativamente as diversas escolas médicas (Homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Medicina Antroposófica) e filosóficas (Hinduismo, Ocultismo, Teosofia, Rosacruz, Cabala e Espiritismo) que valorizam os veículos sutis de manifestação da individualidade humana (princípio vital, mente, alma, espírito, etc.), evidenciando, através das inúmeras semelhanças conceituais encontradas, que este conhecimento metafísico se originou de uma fonte primordial comum, incorporando-se à cultura de todas as civilizações primevas. Através das inúmeras citações e referências bibliográficas desta obra, o leitor poderá se aprofundar no estudo desta natureza imaterial humana, sem que alimentemos a pretensão de esgotar um assunto de tamanha complexidade e importância para o entendimento do homem e de seu papel no atual ciclo de evolução da Terra.
Descritores: Filosofia Homeopática
Homeopatia
Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-909395
Autor: Moreno, José Alberto.
Título: Doenças crônicas segundo Hahnemann / Chronic diseases according to Hahnemann.
Fonte: Belo horizonte; Hipocrática hahnemanniana; 2004. 213 p.
Idioma: pt.
Descritores: Doença Crônica
Homeopatia/história
-Filosofia Homeopática/história
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho
BR926.1; WB932, M843d, 2004


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Id: biblio-909237
Autor: Ritter, Hans.
Título: Samuel Hahnemann fundador de la homeopatia su vida y obra bajo una nueva perspectiva / Samuel Hahnemann founder of homeopathy his life and work under a new perspective.
Fonte: Santiago; Editorial Universitaria; 1990. 167 p.
Idioma: es.
Descritores: Filosofia Homeopática
Homeopatia/história
Tipo de Publ: Bibliografia
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho
BR926.1; WB930, R614s, 1990. 5608


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Id: biblio-909092
Autor: Instituto de Altos Estudios Homeopáticos James Tyler Kent.
Título: Actualizaciones filosofia doctrina matéria medica clinica / Updates philosophy doctrine materia medica clinica.
Fonte: Buenos Aires; S.N; 2004. 190 p.
Idioma: es.
Descritores: Filosofia Homeopática
Medicina Interna
Materia Medica
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho
BR926.1; WB930, I59a, 2004. 5643



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